Thursday, April 09, 2009

 

A Vacina Assassina - 3


Mais um alerta para as pessoas inclinadas ao uso de vacinas, que foi publicado hoje [1].


DOIS MORREM APÓS TOMAR VACINA EM BOTUCATU

Uma jovem de 20 anos morreu anteontem com sintomas de febre amarela depois de ter tomado a vacina em Botucatu, no sudoeste paulista. A região está sob emergência desde que os primeiros casos foram notificados, no início de março. A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo informou que a causa da morte ainda está sendo investigada. Até ontem, haviam sido confirmados 22 casos da doença na região, dos quais nove resultaram em óbito.

Caso se confirme a febre amarela como causa, esta será a décima morte. O último óbito ocorreu em Buri, a 100 km de Botucatu, e vitimou um trabalhador rural. A febre amarela, como causa, foi confirmada na terça-feira. Ele também havia sido vacinado. A Secretaria investiga se as duas pessoas foram imunizadas com vacinas do mesmo lote. O óbito levou a Secretaria a estender (ao invés de suspender!) a vacinação a 14 municípios.

A secretaria diz que a vacinação pode causar problemas (óbito!) em pessoas que não estejam aptas a receber a imunização (quem garante que você está "apto"?).

Referência:
[1] Jornal Correio Popular, Caderno Brasil, pg. B5, 9 de abril de 2009.

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Tuesday, February 24, 2009

 

A Vacina Assassina - 2


Eis mais um alerta para as pessoas viciadas nos venenos chamados de vacinas, que saiu hoje no jornal [1].

Mulher morre após tomar vacina contra febre amarela no RS

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul confirmou ontem que a causa da morte de uma mulher de 39 anos foram os efeitos colaterais da vacina contra a febre amarela. O óbito ocorreu no dia 21 de janeiro de 2009, em Santa Maria, na região central do Estado (307 km de Porto Alegre-RS), e desde então estava sob investigação do Centro Estadual de Vigilância em Saúde. O secretário da Saúde, Osmar Terra, explicou que as reações adversas, previsíveis para quem toma a vacina, podem se tornar fatais quando a pessoa imunizada tem deficiências imunológicas (AE).

Meu comentário: Será que você tem "deficiência imunológica", como esta mulher, e não sabe disso?

Referência:
[1] Jornal Correio Popular, pg. B3, Campinas-SP, 24 de fevereiro de 2009.

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Sunday, August 03, 2008

 

Um Veneno chamado Vacina

"Quem tentar salvar sua saúde (de forma errada, por medo), perdê-la-á"

Qualquer tipo de vacina é uma substância tóxica inserida no corpo, com a nobre desculpa de tentar melhorar a eficiência do sistema imunológico do corpo infectado com este veneno. Devido à campanha de medo bem orquestrada sobre a população, as autoridades sanitárias conseguem empestear (controladamente, obviamente) a maioria da população, desde os recém-nascidos até os elementos mais idosos (por exemplo, com a vacina da gripe). É óbvio (ou deveria ser óbvio) que logo após uma vacinação, a condição de saúde do vacinado estará sempre pior do que antes da vacinação, pois as substâncias da vacina são prejudiciais (tóxicas, venenosas) ao corpo humano que, conseqüentemente, estará mais doente logo após esse evento. Isso é de conhecimento dos médicos e autoridades sanitárias, mas alega-se que esta fase inicial de prejuízo orgânico é compensada, posteriormente, pela maior imunidade adquirida pelo indivíduo vacinado contra determinada doença, devido ao trabalho adicional do corpo para combater a substância tóxica da vacina. Porém, nenhum vacinador irá dar um atestado oficial ao vacinado de que ele está imune à doença contra a qual se vacinou. Melhor imunidade contra qualquer doença se adquire melhorando a saúde geral do corpo com bons hábitos de vida (aí entra a necessidade de uma melhor educação para a população e, não, mentir para ela com contos da carochinha). Se o corpo já estiver debilitado, a carga tóxica adicional da vacina pode levar o vacinado para o túmulo (ironia da situação: morre-se antecipadamente, por se ter medo de morrer; cadáver não pega doenças; doenças só pega em pessoas vivas...). Veja o que saiu ontem no jornal [1] a esse respeito, com meus comentários em itálico entre parênteses:

Vacina contra febre amarela mata médico
Ex-vereador de Araraquara morreu seis dias após tomar vacina; Secretaria de Estado da Saúde diz que caso é raríssimo

Irmã diz que ele não tinha sido imunizado antes; foi o segundo caso no Estado de São Paulo de morte causada por reação à vacina neste ano

O médico e ex-vereador Paulo Monteiro de Barros Homem, 81 anos, morreu em Araraquara-SP em decorrência de uma reação à vacina da febre amarela. O diagnóstico foi confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz de São Paulo, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde.

Barros Homem, que morreu no último dia 14.07.08, não apresentava nenhuma contra-indicação à vacina, conforme reconheceu a própria secretaria, que disse que o caso é "raríssimo". "Era uma pessoa saudável", disse Helena Sato, coordenadora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde.

O médico, que era clínico-geral, se vacinou seis dias antes de morrer com a intenção de viajar para Ubatuba-SP. Foi o segundo caso no Estado de São Paulo de morte causado pela vacina. O primeiro foi na capital (se não me engano, de uma enfermeira), em fevereiro passado.

A vacinação foi intensificada em toda a região de Ribeirão Preto-SP depois que dois homens morreram vítimas de febre amarela, um em Cravinhos e outro em São Carlos, cidade vizinha a Araraquara. As mortes ocorreram em abril e maio.

De acordo com a coordenadora de imunização, o caso de Barros Homem é conhecido como doença viscerotrópica - quando o vírus vacinal acomete as vísceras da pessoa vacinada. Segundo Sato, ainda não há nenhuma explicação para o fato de ele ter reagido (dessa forma) à vacina.

"O que posso dizer é que é algo raríssimo. Neste ano, aplicamos dois milhões de vacinas no Estado e só houve dois casos (relatados publicamente) do tipo. Isso significa que a incidência é de um caso (desse tipo) para cada um milhão de vacinados".

Apesar de não saber o que faz uma pessoa reagir (dessa forma, morrendo) à vacina, o Estado não deve suspender ou alterar o programa de vacinação contra a doença. "A vacinação continuará normalmente e todos ("os medrosos") que vão para a área de risco ou que moram na região [de Ribeirão Preto] devem se vacinar, com exceção das mulheres grávidas, crianças com menos de seis meses e os imunodepressivos", disse Sato.

A Secretaria da Saúde de Araraquara confirmou, em nota, que a vacinação continuará a ser aplicada nas unidades básicas de saúde da cidade (mais algum candidato ao cemitério?).

Para o infectologista Otávio Cintra, do HC (Hospital das Clínicas) de Ribeirão Preto, a vacina contra a febre amarela é imprevisível. "É raro haver reações (adversas), mas quando há e a pessoa não se encaixa nas contra-indicações, vemos que é imprevisível o resultado. Porém, o risco de contrair a doença sem a vacina é muito maior (como ele deduziu isto?), por isso ela precisa ser aplicada".

Tanto o infectologista quanto a coordenadora de imunização da Secretaria de Estado da Saúde disseram que a idade avançada de Barros Homem não influiu na reação (como eles chegaram a esta conclusão?).

Segundo a irmã da vítima (mortal), que não quis se identificar (por que será?), o médico estava apto a tomar a vacina, pois cumpria a restrição de não ter sido imunizado nos últimos dez anos.

A vacina contra a febre amarela é enviada às cidades (do Brasil) pelo Ministério da Saúde (órgão federal).

Referência:
[1] George Aravanis, "Vacina contra febre amarela mata médico", Jornal Folha de S. Paulo, Caderno Cotidiano, pg. C3, 2 de agosto de 2008.

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Friday, February 01, 2008

 

A Vacina Assassina


Logo após tomar-se uma vacina, o corpo da pessoa vacinada está
mais doente do que antes da vacinação, pois a substância da vacina é tóxica (venenosa) para o nosso corpo. Se o estado de saúde da pessoa que se vacina já não é muito bom, ela pode morrer com a carga adicional de veneno no seu corpo. Isto tem acontecido atualmente aqui no Brasil, com a campanha de vacinação (propaganda de medo na população) contra a febre amarela. Veja a notícia que saiu hoje no jornal [1].

Morreu na manhã de ontem a enfermeira Marizete Borges de Abreu, 43 anos, que estava internada em São Paulo com suspeita de febre amarela vacinal. Em coma desde sábado no Hospital Geral de São Mateus, ela teve falência múltipla dos órgãos.

Chefe da enfermagem da UTI do mesmo hospital onde morreu, Marizete não tinha indicação para ser vacinada. Ela era portadora de lúpus e usava corticóides para controlar a doença auto-imune - condição que a deixava com baixa imunidade.

O Ministério da Saúde investiga outras duas mortes possivelmente provocadas por reações adversas da vacina. Até ontem à tarde, o ministério confirmava um total de 43 casos de reações adversas.

Marizete recebeu a vacina no dia 17 de janeiro em uma Unidade Básica de Saúde de São Mateus, zona leste de SP. Ela ainda não tinha sido imunizada, segundo o seu pai, Francisco Borges de Abreu, 75 anos. Abreu afirma que a filha resolveu se vacinar porque iria para o interior do Estado de São Paulo (que não é área de risco) e tinha medo de contrair a doença. Ele diz que não foi perguntado se sua filha tinha contra-indicação com relação à vacinação.

Na Bíblia existe uma frase que resume bem esta situação: "Quem procurar salvar sua vida (de forma artificial, como através da vacinação), perdê-la-á". Pela tradição chinesa, diríamos que o correto não é dar um peixe à pessoa necessitada (dar a vacina) mas ensinar essa pessoa a pescar (educar a pessoa para ter uma vida correta). Logo virá a campanha de vacinação contra gripe, para diminuir a população de idosos no país, e as inúmeras campanhas de vacinação das crianças, para diminuir a saúde de todas elas. Pense bem, antes de se envenenar e de envenenar os seus entes queridos (crianças e idosos), por causa de seus medos, pois medo mata! Imunização verdadeira se consegue melhorando a saúde e, não, degradando-a... Recentemente, minha cachorrinha de estimação morreu logo após tomar quatro vacinas. Um cavalo cansado deve descansar, ao invés de usar-se um chicote (vacina), para fazê-lo trabalhar a contento...

Fonte:
[1] Cláudia Collucci, Morre mulher com suspeita de febre amarela vacinal, Jornal Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, pg. C5, 01.02.08.

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