domingo, junho 24, 2007
Cidades Intraterrestres - 3
Quanto mais avançados nos degraus da escadaria do progresso, menos apegados e emotivos tornam-se os seres. Os núcleos familiares intraterrenos, quando existem, formam-se intencionalmente e não mais regidos pelo ciclo cármico, que sempre estão baseados nas relações dolorosas fruto do mau uso do livre arbítrio.
Todos os transportes intraterrestres são aéreos, pois os veículos "a roda" já estão há muito superados naqueles locais. Nos centros intraterrenos mais evoluídos, as pessoas voam dentro das cidades sem auxílio de transporte. Elas se teletransportam.
Existem formas diversificadas de deslocamento nas cidades intraterrenas. As naves internas destinam-se ao transporte das famílias e indivíduos habitantes dos primeiros degraus de evolução da cidade. São veículos pequenos e movidos a ar, porém seu impulso inicial é ativado pela vontade consciente das mentes que intencionam-se transportar-se. Esse modo de acionar o meio de transporte, favorece o aprimoramento da força mental coletiva, desenvolvendo nos habitantes o domínio sobre essa força-habilidade.
Essa passagem do parágrafo anterior me fez lembrar do livro intitulado Etidorhpa (veja uma postagem minha anterior, para ler este livro on-line). Neste livro descreve-se que, quando as pessoas chegam à região de gravidade zero (= superfície esférica situada a cerca de 700 milhas abaixo da superfície externa de nossa Terra Oca) o poder da mente sobre a matéria é TOTAL: aquilo que pensamos e desejamos se realiza imediatamente. Como os intraterrenos estão mais próximos desta superfície de gravidade zero, a atuação de sua força mental é maior do que a nossa, que estamos mais distantes da dita superfície.
A cidade intraterrena de Stelta, dentre todas, é a mais simples e próxima de nós. Do hangar principal, situado na base da montanha que denominamos Pedra Azul, saem as naves que transportam seus habitantes a outros universos, realidades e dimensões, atravessando o espaço como a luz atravessa a água, porém, sem as distorções provocadas pela mudança do meio físico [1].
O transporte nunca se dá por mera curiosidade ou lazer, mas sim, para missões especiais em vôo. As razões para essas viagens são as mais variadas. Alguns visitam núcleos de civilizações intraterrenas situadas em outros planetas, trocando conhecimentos e técnicas desenvolvidas por cientistas especializados e preparados na criação, condução, desmaterialização e rematerialização dos objetos voadores.
A desmaterialização, citada no parágrafo anterior, resulta, na prática, no fenômeno da invisibilidade. Isto tem sido observado em filmagens de discos voadores próximos dos cinegrafistas, como no caso dos discos voadores filmados na China, e que podem ser observados em http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/search/label/teleporta%C3%A7%C3%A3o .
Outras vezes, os vôos dos intra são de treinamento para as equipes de resgate, que irão necessitar de extrema perícia para alcançarem os seres humanos da superfície, à distância exata para não ferí-los com o intenso magnetismo das naves, nem com a intensidade da força empregada para içá-los para dentro delas.
Não é por serem intraterrestres que eles devem viver confinados no interior da Terra. Na verdade, movimentam-se no espaço aéreo terrestre nosso bem mais do que podemos supor, pois dominam com perfeição a técnica da invisibilidade (vide comentário em parágrafo anterior), convivendo conosco sem, contudo, serem percebidos.
Essas naves são construídas nas cidades intraterrenas. A movimentação das naves mais comum nas cidades intraterrenas é realizada por motores movidos a ar. O mecanismo é acionado pela força da mente, assim como vem da mente o ajuste da intensidade das explosões que mantêm as turbinas geradoras dos movimentos.
Os veículos destinados a saírem das cidades são desenvolvidos a partir de uma tecnologia mais complexa. Como nossa atmosfera produz uma qualidade mais impura do ar, seus motores movimentam-se impulsionados pela força de pequenas explosões atômicas, resultantes da fusão nuclear e que utilizam a água como regulador da massa e calor gerados. É também essa qualidade das reações que favorece e viabiliza a desmaterialização e rematerialização dessas naves.
[continua]
Referência:
[1] Livro Cidades Intraterrestres: O Despertar da Humanidade, Grupo de Estudos Ramatis [GER-Espírito Santo-BR], 2003.
Para saber mais:
1. http://www.extraseintras.com.br/livros/Cidades_Intraterrestres.pdf
2. http://www.extraseintras.com.br/divulgacoes.asp
3. http://segredosdoplanetaterra.my1blog.com/2008/05/30/16%C2%AA-parte-%E2%80%93-mundos-intraterrenos-hoje/
Marcadores: intraterrestre, transporte
