segunda-feira, setembro 10, 2007

 

A Ressureição dos Mortos


No Egito antigo, era comum os faraós terem seus corpos mumificados (embalsamados), visando preservá-los para uma possível ressureição futura. Sempre achei esta tradição um hábito de humanos não muito evoluídos, sem possibilidade de que o objetivo visado viesse a se concretizar no futuro, como pretendido por esse povo (No entanto, a construção das pirâmides é uma prova de que essas pessoas não eram tão involuídas como parece). No entanto, outras informações que me chegaram à atenção, estão mudando meu conceito a esse respeito, conforme indicado abaixo.

A Igreja Católica Apostólica Romana, que tem uma forte influência do Egito antigo, exige que seus fiéis façam uma "declaração de fé" em voz alta, onde consta esta passagem: "Creio na ressureição dos mortos (ou da carne)". A idéia envolvida nesta frase é de que, no Dia do Juízo Final, os esqueletos enterrados de todas as pessoas mortas serão reavivados e voltarão a ter a carne viva, restaurando integralmente a pessoa que utilizou aquele esqueleto no passado, para que ela seja julgada conscientemente por um representante divino: se culpada irá ficar em um certo lugar (conhecido como inferno) para pagar eternamente seus pecados e, se não for culpada (for inocente), irá para um lugar no céu (Planeta dos Eternos, segundo os raelianos), onde ficará eternamente gozando das delícias daquele lugar. Jesus Cristo usou um pouco dessa técnica quando ressucitou Lázaro. Portanto, o "milagre" de ressucitar mortos não deveria se constituir em uma surpresa para os verdadeiros católicos praticantes.

Vimos anteriormente [1] que os extraterrestres vindos de Vênus e que habitam no fundo do Mar de Sargaços, são os responsáveis pelos desaparecimento de aviões e barcos/navios na região conhecida por Triângulo das Bermudas. Os seres humanos seqüestrados fornecem seus corpos físicos para os almarãs morimbundos, que através da técnica de transmigração das almas, conseguem inserir suas almas em novos corpos humanos. No entanto, os cadáveres dos almarãs, como os dos faraós egipcios, são preservados em sarcófagos para possível re-avivamento futuro, quando a técnica for desenvolvida por eles. Esta técnica de reavivamento (ressureição) já foi desenvolvida por outros seres, conforme detalhado abaixo. Apenas como curiosidade: como os almarãs vieram para a Terra há muito tempo, eles provavelmente interagiram bastante com os nativos da América (ameríndios), podendo ter gerado as tribos dos índios Aimarás (na Colômbia) e dos índios Aimorés (no Brasil), além de poder ter fornecido as informações astronômicas avançadas dos maias, astecas e incas.

Em [2] é informado que os criadores Elohim irão fazer "milagres" de ressuscitar seres humanos (e qualquer ser vivente) dos quais só restam as ossadas. A explicação dada para isso é a seguinte: em cada célula de uma pessoa (viva ou morta) existem todas as informações da estrutura física e intelectual necessárias à reconstrução de um ser vivo completo. Basta colocar uma destas partículas, mesmo provindo de esqueletos, num aparelho que irá fornecer toda a matéria viva necessária à reconstituição do ser vivo original. A máquina fornece a matéria e a partícula dá as informações, os planos segundo os quais o ser deve ser constituído. É como um espermatozóide, que possui todas as informações necessárias à criação de um ser vivo, desde a cor dos seus cabelos e/ou a cor dos seus olhos.

Referências:
[1] Veja as postagens "O Triângulo das Bermudas" deste blog, de 20.2.07 e 6.3.07.
[2] Raël, A Mensagem transmitida pelos Extraterrestres, Editora Imprensa Livre, 2003


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