segunda-feira, outubro 01, 2007
O Retorno do Planeta X - 3
Vejamos algumas informações sobre este planeta, retiradas de [1].
Ramatis: Muito se tem comentado, no âmbito dos estudos espiritualistas, sobre o astro intruso que se aproxima da Terra.
Por apresentar uma força magnética extremamente rudimentar e grosseira, ele, à medida que vai passando ao largo de planetas habitados, situados próximos à sua trajetória, atrai para sua esfera espíritos sintonizados com vibrações inferiores. Esses espíritos não conseguiram atingir o desenvolvimento necessário ao processo evolutivo e, portanto, seu renascer em planetas ainda primários se faz categórico.
Esse mecanismo de atração concedeu a esse astro a denominação de "Planeta Chupão", sendo que outros nomes, como "Planeta Inferior", "Planeta Higienizador" ou "Globo Etéreo" também tem sido aplicados. Mas, o importante é entender o sentido real de sua existência.
A princípio, o conceito de astro é um corpo celeste, que pode ser uma estrela, um planeta, um satélite ou um cometa, independentemente de sua forma, ou dele ter ou não luz própria. Mas, por outro lado, o nome planeta é mencionado, até intuitivamente, por razão específica.
O astro intruso, se visto sob o prisma limitado do Sistema Solar, assemelha-se a um enorme cometa, que atravessa o espaço sem estar circunscrito à fronteira hipotética desta região. Entretanto, trata-se de um planeta, se referenciado a partir do Sol Cósmico, centro da Via Láctea, onde se processam os comandos mentais dos espíritos de luz, que plasmam o desenvolvimento de novos sistemas solares, protoplanetas e condições evolutivas diversas para a Galáxia.
E, pela órbita desse planeta corresponder a 6.666 anos terrestres [outros autores colocam este período entre 3.600 e 4.000 anos terrestres], com elevadíssima velocidade de escape, sua trajetória inclui inúmeros outros sistemas solares. Em seu caminho, ele vai absorvendo entidades espirituais, não apenas da Terra, como ainda de outros planetas similares, abrigando-as em sua estrutura energética etérea 3.200 vezes maior que a aura terrestre. Assim como ele, existem outros astros intrusos que percorrem a Via Láctea, com as mesmas funções.
Dessa forma, o trabalho cósmico destre astro apresenta aspecto duplo. Não apenas o de servir de morada evolutiva de inúmeros espíritos, como também o de transportá-los de volta a seus planetas de origem, quando alcançam a devida evolução. Além disso, muitos desses espíritos, ainda não preparados para o retorno, porém já com certo grau de evolução que não os permita permanecer no astro, serão distribuídos por diversos planetas, de outros sistemas solares, para que lá continuem suas jornadas.
Isso implica ser o astro intruso um importante instrumento de estágio evolutivo, como também de fluxos migratórios, assumindo assim o aspecto de enorme ônibus cósmico, destinado ao transporte de espíritos em evolução, cujas entradas e saídas serão determinadas pelas sintonias vibracionais que apresentam, por ocasião da passagem desse imenso veículo pelos diversos planetas constituídos em sua órbita.
Meu comentário: Aparentemente, mesmo que a pessoa esteja abrigada no interior do Planeta (tenha conseguido ir para lá), se essa pessoa estiver muito pouco evoluída espiritualmente (com baixa vibração), a alma/espírito dessa pessoa seria retirada do corpo físico pela forte atração magnética exercida pelo Planeta Chupão. Essa pessoa, portanto, morreria fisicamente, pois um corpo físico sem um morador espiritual interno é um cadáver. Na Bíblia [no Apocalipse] diz-se que, quando da passagem do Absinto [outro nome de Nibiru, Planeta Intruso], pode ocorrer de duas pessoas que estão juntas, fazendo o mesmo serviço, uma será levada embora e a outra continuará com seu corpo físico vivo sobre a Terra. Aparentemente, não dá para "fugir do julgamento"... Dá apenas para tentarmos elevar nossas vibrações, para não "levarmos chumbo grosso" nessa ocasião...
Pergunta: Podemos saber quando o astro intruso tangenciará a órbita terrestre?
Ramatis: Revelações sobre datas apocalípticas sempre geraram na Terra grandes tumultos. Fatos passados demonstram que simples passagens de século, ou datas estipuladas por mentes confusas, que lideravam seitas, levaram muitos ao desespero e até ao suicídio. O astro higienizador é o dínamo do apocalipse, causando o cataclismo que destruirá quase que a totalidade da civilização terrena.
Assim, a chegada do astro intruso deverá ser descoberta pelos próprios homens, que ficarão envolvidos por dúvidas e pela incredulidade. Se revelássemos a data, a chegada seria confirmada com anterioridade inoportuna, provocando especulações de curtíssimo prazo, agravando a situação já negativa do planeta. O caos se estabeleceria muito antes da passagem do astro, e a dor se espalharia com uma antecedência desnecessária e mesmo cruel. O que posso lhes dizer é que não é tão cedo, para que possam vê-lo encarnados como estão hoje, mas também não tão longe, de modo que ainda tenham tempo de inúmeras encarnações regeneradoras. O tempo urge. Quanto mais cedo vocês começarem suas reformas morais, melhor.
Pergunta: O movimento de expansão do Universo contribui para o afastamento progressivo entre a Terra e o astro intruso?
Ramatis: A dinâmica do Universo, em expansão, produz alternâncias cinéticas, gerando encontros do astro intruso com a Terra em órbitas tangenciadas, mas também desencontros a cada período de 6.666 anos, sendo que sua ação sobre o planeta ocorre com maior intensidade nos momentos de aproximação como o atual. É preciso lembrar, no entanto, que esses encontros (e desencontros) já ocorreram inúmeras vezes nos quase 5 bilhões de anos da Terra, promovendo as correções energéticas e físicas necessárias ao progresso deste planeta. Assim, o que vocês chamam de final dos tempos nada mais é do que o encerramento de um ciclo e o início de um outro, o que renova as chances da evolução espiritual. A Terra já atravessou vários apocalipses, e muitos dos que se encontram hoje encarnados no planeta já vivenciaram tais eventos no passado.
Pergunta: Então o astro intruso nem sempre tangencia a órbita da Terra a cada 6.666 anos?
Ramatis: Não, pois devido à dinâmica cósmica, pelo movimento expansionista do Universo, os encontros com a Terra, em termos de aproximação máxima (correspondendo aos grandes cataclismas - apocalipses), ocorrem a cada 13.332 anos, o que corresponde a duas órbitas de 6.666 anos (logo, os apocalipses são fenômenos cíclicos que ocorrem numa passagem do astro intruso, mas não na passagem seguinte; portanto, o apocalipse relatado na Bíblia, fazendo previsões futuras, nada mais é do que o relato do que já aconteceu no passado, e portanto é algo que está registrado nos registros akáshicos).
Pergunta: Por que razão não existem registros científicos sobre a existência do astro intruso?
Ramatis: Quando o astro intruso tangencia a órbita da Terra (na situação de maior aproximação), ele causa o cataclismo, e quando ele passa afastado, ele o faz numa época em que a humanidade ainda está em reconstrução (do cataclismo da passagem anterior), carente de aparelhos adequados que registrem a sua trajetória.
Pergunta: Isso quer dizer que fica difícil provar a existência do astro intruso?
Ramatis: Torna-se difícil, no caso, construir sistemas de consistências, ou mesmo, um teorema de existência aceitável, pois mesmo a prova dessa possibilidade que pode ser derivada de inscrições antigas originárias de vários povos antigos, não é conclusiva para a maioria da população. A procura é sempre por provas materiais, mas elas não existem. O astro intruso acaba se tornando um verdadeiro axioma, cuja existência só é comprovada quando ele surge no céu e ocorrem os cataclismos.
Pergunta: Por que os homens são tão céticos quanto à possibilidade de novo cataclismo por meio da passagem de um corpo celeste, considerando que anotações de povos antigos já falavam do dilúvio e de um enorme cometa que causa o desastre?
Ramatis: A idéia do cataclismo ou do Apocalipse está muito associada às concepções religiosas antigas e místicas ligadas à Bíblia e a outras profecias. E os cientistas estão mais voltados para fatos concretos que eles possam testar facilmente, do que em aceitar incondicionalmente premissas que tiveram origem há mais de 2.000 anos. Acrescenta-se a isso, o fato do astro intruso ter uma órbita de longa duração, não sendo passível de estudo por parte dos cientistas da Terra.
Cria-se, dessa forma, um impasse, em que o universo de dados sobre o astro intruso restringe-se às informações dos povos antigos e às mensagens da espiritualidade nos dias de hoje. E ambas estas situações são vistas com ceticismo pela maioria. São formadas, então, hipóteses carentes de qualquer confirmação, ficando a pauta sobre o astro intruso fragmentada em diversas correntes, o que impossibilita uma área de conhecimento com limites estabelecidos pela razão científica.
Ademais, os cientistas sabem sim que um dia a Terra enfrentará novo cataclismo, porém não associam esse fato ao astro intruso, mas a um simples cometa. E também não sabem quando isso pode acontecer, pois se trata estatisticamente de um processo pontual, um evento praticamente impossível de ser previsto nessas circunstâncias.
Pergunta: Não seria um tanto pretencioso, e mesmo contraditório, afirmar que o astro intruso, com sua órbita de 6.666 anos, atravessa inúmeros sistemas solares? Sua velocidade permite isso?
Ramatis: Deve-se ter em mente que, ao contrário da Terra e dos seus planetas vizinhos, que apresentam translação em relação ao Sol, o astro intruso é um planeta galático, não pertencente ao Sistema Solar. Daí o nome de intruso. Sua órbita é bem elíptica em relação ao seu sol na Via Láctea. Tem um desenho orbital com aparência hiperbólica, no que tange à sua passagem pelo Sistema Solar. Isto implica em ter uma velocidade vinculada à sua trajetória galática, e não à trajetória restrita ao Sistema Solar. Possui velocidade orbital muito acima da velocidade da Terra (de apenas 30 quilômetros por segundo), assumindo ainda uma velocidade muitíssimo superior à mínima de escape da Via Láctea, que está em torno de 110 km/s. Quando o astro intruso passar próximo da Terra, sua velocidade vai superar em muito os 150 km/s (Ramatis não deu a velocidade exata do astro intruso, apenas fixou um parâmetro de referência para mostrar que se trata de uma velocidade extremamente elevada que foge à compreensão humana usual. No entanto, fica subentendido que a passagem física do astro pela Terra será com enorme rapidez, pois uma passagem muito demorada iria causar danos irreparáveis ao planeta), o que causará forte impacto. Sua passagem mais parece a de um cometa fora dos padrões conhecidos. Porisso, também, é tão difícil ele ser localizado quando muito afastado da Terra. O astro intruso destoa daquilo que os cientistas conhecem como ortodoxo no Universo.
Pergunta: Poderia explicar melhor essa questão sobre a órbita elíptica e sua aparência hiperbólica?
Ramatis: A órbita do astro intruso é elíptica, sendo a sua trajetória a de uma curva fechada, não aberta como uma hipérbole que caracteriza a órbita de cometas. Entretanto, por ser muito extensa, dá a impressão de ser hiperbólica quando ele passa pela Terra. Convém acrescentar também que o astro em momento algum abandona sua órbita original, quando atravessa sistemas solares. Ele não se desloca para fora de sua órbita, o que o faria assumir nova velocidade a partir daquele ponto.
Pergunta: O astro intruso, sendo um planeta que circula em torno de seu sol, tem órbita também em torno do Sol de nosso sistema?
Ramatis: Essa é uma característica do astro intruso que, por ter uma órbita elíptica extremamente alongada, torna-se um planeta que circula vários sóis, não pertencendo, entretanto, aos respectivos campos gravitacionais deles.
Pergunta: Então a passagem do astro intruso pelo Sistema Solar será relativamente rápida?
Ramatis: A partir do ingresso pelos cinturões de asteróides, até a chegada à Terra, o tempo decorrido será de pouco menos de seis meses. Quando de sua passagem pela Terra, ele se apresentará com a aparência de uma enorme bola de fogo, que os homens atônitos confundirão inicialmente como uma Lua excessivamente brilhante, depois com um segundo Sol, e, finalmente, pensarão ser um cometa caindo do Céu.
Pergunta: Sendo o astro intruso de consistência denso-etérea, ele poderá em algum momento ser visto previamente pelos cientistas, ou mesmo a olho nú, antes de sua aproximação máxima da Terra?
Ramatis: A capacidade dos homens recolherem detalhes a respeito do astro depende de instrumentos que denunciem a existência de forte magnetismo de cunho etéreo, o que ainda não é possível para os cientistas da Terra. Em termos densos, sua aproximação passará despercebida por muito tempo. Atravessará a Nuvem de Oort e o Cinturão de Kuiper, sendo confundido inicialmente como sendo um cometa, ou um planeta desconhecido do Sistema Solar. Embora de tamanho similar ao da Terra, ele será ofuscado momentaneamente pelo Sol. Aproximando-se do planeta Terra, ele poderá ser visto, posteriormente, a olho nú como uma imensa estrela. Entretanto, quando tangenciar a órbita terrestre, apresentará forte capacidade refletora, dada a sua consistência químico-física, fazendo com que seja observado no Céu como uma espécie de segundo Sol ou como um cometa flamejante.
[continua]
Esse mecanismo de atração concedeu a esse astro a denominação de "Planeta Chupão", sendo que outros nomes, como "Planeta Inferior", "Planeta Higienizador" ou "Globo Etéreo" também tem sido aplicados. Mas, o importante é entender o sentido real de sua existência.
A princípio, o conceito de astro é um corpo celeste, que pode ser uma estrela, um planeta, um satélite ou um cometa, independentemente de sua forma, ou dele ter ou não luz própria. Mas, por outro lado, o nome planeta é mencionado, até intuitivamente, por razão específica.
O astro intruso, se visto sob o prisma limitado do Sistema Solar, assemelha-se a um enorme cometa, que atravessa o espaço sem estar circunscrito à fronteira hipotética desta região. Entretanto, trata-se de um planeta, se referenciado a partir do Sol Cósmico, centro da Via Láctea, onde se processam os comandos mentais dos espíritos de luz, que plasmam o desenvolvimento de novos sistemas solares, protoplanetas e condições evolutivas diversas para a Galáxia.
E, pela órbita desse planeta corresponder a 6.666 anos terrestres [outros autores colocam este período entre 3.600 e 4.000 anos terrestres], com elevadíssima velocidade de escape, sua trajetória inclui inúmeros outros sistemas solares. Em seu caminho, ele vai absorvendo entidades espirituais, não apenas da Terra, como ainda de outros planetas similares, abrigando-as em sua estrutura energética etérea 3.200 vezes maior que a aura terrestre. Assim como ele, existem outros astros intrusos que percorrem a Via Láctea, com as mesmas funções.
Dessa forma, o trabalho cósmico destre astro apresenta aspecto duplo. Não apenas o de servir de morada evolutiva de inúmeros espíritos, como também o de transportá-los de volta a seus planetas de origem, quando alcançam a devida evolução. Além disso, muitos desses espíritos, ainda não preparados para o retorno, porém já com certo grau de evolução que não os permita permanecer no astro, serão distribuídos por diversos planetas, de outros sistemas solares, para que lá continuem suas jornadas.
Isso implica ser o astro intruso um importante instrumento de estágio evolutivo, como também de fluxos migratórios, assumindo assim o aspecto de enorme ônibus cósmico, destinado ao transporte de espíritos em evolução, cujas entradas e saídas serão determinadas pelas sintonias vibracionais que apresentam, por ocasião da passagem desse imenso veículo pelos diversos planetas constituídos em sua órbita.
Meu comentário: Aparentemente, mesmo que a pessoa esteja abrigada no interior do Planeta (tenha conseguido ir para lá), se essa pessoa estiver muito pouco evoluída espiritualmente (com baixa vibração), a alma/espírito dessa pessoa seria retirada do corpo físico pela forte atração magnética exercida pelo Planeta Chupão. Essa pessoa, portanto, morreria fisicamente, pois um corpo físico sem um morador espiritual interno é um cadáver. Na Bíblia [no Apocalipse] diz-se que, quando da passagem do Absinto [outro nome de Nibiru, Planeta Intruso], pode ocorrer de duas pessoas que estão juntas, fazendo o mesmo serviço, uma será levada embora e a outra continuará com seu corpo físico vivo sobre a Terra. Aparentemente, não dá para "fugir do julgamento"... Dá apenas para tentarmos elevar nossas vibrações, para não "levarmos chumbo grosso" nessa ocasião...
Pergunta: Podemos saber quando o astro intruso tangenciará a órbita terrestre?
Ramatis: Revelações sobre datas apocalípticas sempre geraram na Terra grandes tumultos. Fatos passados demonstram que simples passagens de século, ou datas estipuladas por mentes confusas, que lideravam seitas, levaram muitos ao desespero e até ao suicídio. O astro higienizador é o dínamo do apocalipse, causando o cataclismo que destruirá quase que a totalidade da civilização terrena.
Assim, a chegada do astro intruso deverá ser descoberta pelos próprios homens, que ficarão envolvidos por dúvidas e pela incredulidade. Se revelássemos a data, a chegada seria confirmada com anterioridade inoportuna, provocando especulações de curtíssimo prazo, agravando a situação já negativa do planeta. O caos se estabeleceria muito antes da passagem do astro, e a dor se espalharia com uma antecedência desnecessária e mesmo cruel. O que posso lhes dizer é que não é tão cedo, para que possam vê-lo encarnados como estão hoje, mas também não tão longe, de modo que ainda tenham tempo de inúmeras encarnações regeneradoras. O tempo urge. Quanto mais cedo vocês começarem suas reformas morais, melhor.
Pergunta: O movimento de expansão do Universo contribui para o afastamento progressivo entre a Terra e o astro intruso?
Ramatis: A dinâmica do Universo, em expansão, produz alternâncias cinéticas, gerando encontros do astro intruso com a Terra em órbitas tangenciadas, mas também desencontros a cada período de 6.666 anos, sendo que sua ação sobre o planeta ocorre com maior intensidade nos momentos de aproximação como o atual. É preciso lembrar, no entanto, que esses encontros (e desencontros) já ocorreram inúmeras vezes nos quase 5 bilhões de anos da Terra, promovendo as correções energéticas e físicas necessárias ao progresso deste planeta. Assim, o que vocês chamam de final dos tempos nada mais é do que o encerramento de um ciclo e o início de um outro, o que renova as chances da evolução espiritual. A Terra já atravessou vários apocalipses, e muitos dos que se encontram hoje encarnados no planeta já vivenciaram tais eventos no passado.
Pergunta: Então o astro intruso nem sempre tangencia a órbita da Terra a cada 6.666 anos?
Ramatis: Não, pois devido à dinâmica cósmica, pelo movimento expansionista do Universo, os encontros com a Terra, em termos de aproximação máxima (correspondendo aos grandes cataclismas - apocalipses), ocorrem a cada 13.332 anos, o que corresponde a duas órbitas de 6.666 anos (logo, os apocalipses são fenômenos cíclicos que ocorrem numa passagem do astro intruso, mas não na passagem seguinte; portanto, o apocalipse relatado na Bíblia, fazendo previsões futuras, nada mais é do que o relato do que já aconteceu no passado, e portanto é algo que está registrado nos registros akáshicos).
Pergunta: Por que razão não existem registros científicos sobre a existência do astro intruso?
Ramatis: Quando o astro intruso tangencia a órbita da Terra (na situação de maior aproximação), ele causa o cataclismo, e quando ele passa afastado, ele o faz numa época em que a humanidade ainda está em reconstrução (do cataclismo da passagem anterior), carente de aparelhos adequados que registrem a sua trajetória.
Pergunta: Isso quer dizer que fica difícil provar a existência do astro intruso?
Ramatis: Torna-se difícil, no caso, construir sistemas de consistências, ou mesmo, um teorema de existência aceitável, pois mesmo a prova dessa possibilidade que pode ser derivada de inscrições antigas originárias de vários povos antigos, não é conclusiva para a maioria da população. A procura é sempre por provas materiais, mas elas não existem. O astro intruso acaba se tornando um verdadeiro axioma, cuja existência só é comprovada quando ele surge no céu e ocorrem os cataclismos.
Pergunta: Por que os homens são tão céticos quanto à possibilidade de novo cataclismo por meio da passagem de um corpo celeste, considerando que anotações de povos antigos já falavam do dilúvio e de um enorme cometa que causa o desastre?
Ramatis: A idéia do cataclismo ou do Apocalipse está muito associada às concepções religiosas antigas e místicas ligadas à Bíblia e a outras profecias. E os cientistas estão mais voltados para fatos concretos que eles possam testar facilmente, do que em aceitar incondicionalmente premissas que tiveram origem há mais de 2.000 anos. Acrescenta-se a isso, o fato do astro intruso ter uma órbita de longa duração, não sendo passível de estudo por parte dos cientistas da Terra.
Cria-se, dessa forma, um impasse, em que o universo de dados sobre o astro intruso restringe-se às informações dos povos antigos e às mensagens da espiritualidade nos dias de hoje. E ambas estas situações são vistas com ceticismo pela maioria. São formadas, então, hipóteses carentes de qualquer confirmação, ficando a pauta sobre o astro intruso fragmentada em diversas correntes, o que impossibilita uma área de conhecimento com limites estabelecidos pela razão científica.
Ademais, os cientistas sabem sim que um dia a Terra enfrentará novo cataclismo, porém não associam esse fato ao astro intruso, mas a um simples cometa. E também não sabem quando isso pode acontecer, pois se trata estatisticamente de um processo pontual, um evento praticamente impossível de ser previsto nessas circunstâncias.
Pergunta: Não seria um tanto pretencioso, e mesmo contraditório, afirmar que o astro intruso, com sua órbita de 6.666 anos, atravessa inúmeros sistemas solares? Sua velocidade permite isso?
Ramatis: Deve-se ter em mente que, ao contrário da Terra e dos seus planetas vizinhos, que apresentam translação em relação ao Sol, o astro intruso é um planeta galático, não pertencente ao Sistema Solar. Daí o nome de intruso. Sua órbita é bem elíptica em relação ao seu sol na Via Láctea. Tem um desenho orbital com aparência hiperbólica, no que tange à sua passagem pelo Sistema Solar. Isto implica em ter uma velocidade vinculada à sua trajetória galática, e não à trajetória restrita ao Sistema Solar. Possui velocidade orbital muito acima da velocidade da Terra (de apenas 30 quilômetros por segundo), assumindo ainda uma velocidade muitíssimo superior à mínima de escape da Via Láctea, que está em torno de 110 km/s. Quando o astro intruso passar próximo da Terra, sua velocidade vai superar em muito os 150 km/s (Ramatis não deu a velocidade exata do astro intruso, apenas fixou um parâmetro de referência para mostrar que se trata de uma velocidade extremamente elevada que foge à compreensão humana usual. No entanto, fica subentendido que a passagem física do astro pela Terra será com enorme rapidez, pois uma passagem muito demorada iria causar danos irreparáveis ao planeta), o que causará forte impacto. Sua passagem mais parece a de um cometa fora dos padrões conhecidos. Porisso, também, é tão difícil ele ser localizado quando muito afastado da Terra. O astro intruso destoa daquilo que os cientistas conhecem como ortodoxo no Universo.
Pergunta: Poderia explicar melhor essa questão sobre a órbita elíptica e sua aparência hiperbólica?
Ramatis: A órbita do astro intruso é elíptica, sendo a sua trajetória a de uma curva fechada, não aberta como uma hipérbole que caracteriza a órbita de cometas. Entretanto, por ser muito extensa, dá a impressão de ser hiperbólica quando ele passa pela Terra. Convém acrescentar também que o astro em momento algum abandona sua órbita original, quando atravessa sistemas solares. Ele não se desloca para fora de sua órbita, o que o faria assumir nova velocidade a partir daquele ponto.
Pergunta: O astro intruso, sendo um planeta que circula em torno de seu sol, tem órbita também em torno do Sol de nosso sistema?
Ramatis: Essa é uma característica do astro intruso que, por ter uma órbita elíptica extremamente alongada, torna-se um planeta que circula vários sóis, não pertencendo, entretanto, aos respectivos campos gravitacionais deles.
Pergunta: Então a passagem do astro intruso pelo Sistema Solar será relativamente rápida?
Ramatis: A partir do ingresso pelos cinturões de asteróides, até a chegada à Terra, o tempo decorrido será de pouco menos de seis meses. Quando de sua passagem pela Terra, ele se apresentará com a aparência de uma enorme bola de fogo, que os homens atônitos confundirão inicialmente como uma Lua excessivamente brilhante, depois com um segundo Sol, e, finalmente, pensarão ser um cometa caindo do Céu.
Pergunta: Sendo o astro intruso de consistência denso-etérea, ele poderá em algum momento ser visto previamente pelos cientistas, ou mesmo a olho nú, antes de sua aproximação máxima da Terra?
Ramatis: A capacidade dos homens recolherem detalhes a respeito do astro depende de instrumentos que denunciem a existência de forte magnetismo de cunho etéreo, o que ainda não é possível para os cientistas da Terra. Em termos densos, sua aproximação passará despercebida por muito tempo. Atravessará a Nuvem de Oort e o Cinturão de Kuiper, sendo confundido inicialmente como sendo um cometa, ou um planeta desconhecido do Sistema Solar. Embora de tamanho similar ao da Terra, ele será ofuscado momentaneamente pelo Sol. Aproximando-se do planeta Terra, ele poderá ser visto, posteriormente, a olho nú como uma imensa estrela. Entretanto, quando tangenciar a órbita terrestre, apresentará forte capacidade refletora, dada a sua consistência químico-física, fazendo com que seja observado no Céu como uma espécie de segundo Sol ou como um cometa flamejante.
[continua]
Referência:
[1] GER, O Astro Intruso e o Novo Ciclo Evolutivo da Terra, julho 2004. Disponível para download gratuito em http://www.luzdoconhecimento.com/astroi.htm
Para saber mais sobre Ramatis:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ramatis
Marcadores: astro intruso, Planeta X, Ramatis
