quinta-feira, novembro 15, 2007
História da Terra, segundo um Eloha - 6
Fonte: Raël, A Mensagem transmitida pelos Extraterrestres, Editora Imprensa Livre, 2003.
O tempo do fim do mundo chegou. Não se trata do fim do mundo numa catástrofe que destruirá a Terra, mas o fim do mundo da Igreja, que procedeu à sua obra com certos altos e baixos. A Igreja cristã está a morrer. É o fim desse mundo que já cumpriu a sua missão, embora com muitos erros, porque tentou durante tempo demasiado divinizar os criadores. Isso foi positivo até a chegada da civilização científica, altura em que uma mudança deveria ter ocorrido, caso tivessem sabido ler entre as linhas.
A Igreja apagar-se-á por si própria. "A mecha fumega fracamente". Ela já cumpriu a sua missão, chegou a hora de desaparecer. Ela fez muitos erros e enriqueceu em demasia às custas da verdade, sem no entanto procurar interpretá-la de um modo claro para os homens desta época, mas não a censurem em demasia, pois é graças a ela que a Bíblia, testemunho da verdade, se encontra espalhada pelo mundo inteiro. A Igreja traduziu incorretamente as escrituras bíblicas, substituindo nas "Bíblias usuais" o termo "Elohim", que significa os criadores, por Deus. Usaram o singular, ainda que Elohim, na língua hebraica, seja o plural de Eloha. Deste modo, transformaram os criadores num Deus único incompreensível. Os outros erros são o fato de ter levado as pessoas a adorar um pedaço de madeira em forma de cruz, em recordação de Jesus Cristo. Uma cruz não é o Cristo. Um pedaço de madeira em cruz não significa nada.
A Igreja realmente cometeu faltas culpabilizando o homem e fazendo-o rezar constantemente sem que ele tente compreender. A Igreja também enriqueceu enormemente: "Ninguém pode servir a dois senhores: pois ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. Não acumuleis tesouros na Terra..." (Mateus 6: 19 e 24). "E não chamais 'pai' nenhum dos vossos sobre a Terra, pois só tendes um pai, o celeste..." (Mateus 23).
Como ousa a Igreja falar de bondade, vivendo na riqueza do Vaticano, enquanto homens morrem de fome, fazer-se convidar e procurar as honras enquanto pregam a humildade, fazer-se chamar de meu pai, eminência ou sua santidade, quando os seus próprios evangelhos o proíbem! É inadmissível que haja diferentes categorias de casamentos e, sobretudo, de enterros consoante a riqueza de cada um. Mais um erro da Igreja.
O nosso planeta (dos Elohim) está a 30 milhões de parsec ( 1 parsec = 300.000 km, distância percorrida pela luz em um segundo), ou um pouco menos de um ano-luz. Portanto, se vocês se deslocassem à velocidade da luz, precisariam de quase um ano para chegar no nosso planeta. Com os vossos atuais foguetões, que se deslocam a 40.000 km/h, vocês precisariam de 26.000 anos para chegar até nós. Nós temos meios de fazer a viagem do nosso planeta ao vosso em menos de dois meses, graças a um modo de propulsão utilizando o átomo, que permite o nosso deslocamento à velocidade de raios que são sete vezes mais rápidos que a luz. Esses raios "transportam-nos". Para que sejamos "transportados" por eles, nós saímos da janela óptica, a gama de freqüência que os olhos humanos captam, para nos combinarmos com o raio transportador. Eis porque os observadores terrestres dizem que os nossos engenhos voadores ficam luminosos, brancos, bastante brilhantes, depois azuis, acabando por desaparecer. É evidente que, quando um engenho ultrapassa a velocidade da luz, ele "desaparece", não sendo mais visível a olho nu.
A Cabala é o livro mais próximo da verdade, mas quase todos os livros religiosos fazem alusões à nossa obra, mais ou menos claras, sobretudo nos países onde os criadores tinham uma base: na Cordilheira dos Andes, no Himalaia, na Grécia, onde a Mitologia também contém grandes testemunhos, a religião Budista, Islâmica, os Mórmons, etc.
Se nós entregarmos a nossa sabedoria aos homens, é necessário que tenhamos a certeza de que eles a usarão para o bem, sem qualquer perigo para nós. Porém, atualmente a sabedoria não reina sobre a Terra.
Nossos aparelhos de emissão de ondas emitem essas ondas sete vezes mais rápidas que as ondas radioelétricas (que deslocam-se com a velocidade da luz, 300.000 km/s) e, neste momento, experimentamos novas ondas uma vez e meia mais rápidas que as que utilizamos atualmente. Nós somos os parasitas dos átomos, sendo esses átomos os planetas e estrelas do Universo. O homem é uma "doença" do ser gigantesco cujos átomos são os planetas e as estrelas. E, certamente, esse ser, também ele, é um parasita de outros átomos. Em ambos os sentidos, é o infinito. Mas o importante é se conduzir de maneira que a nossa "doença", a humanidade, continue a existir e que nunca se extinga.
A grande variedade de formas de vida, de cores das aves, de forma dos chifres de antílopes, são obras de nossos "artistas". Qual seria a necessidade natural que levariam os antílopes a terem chifres em espiral? Ou às aves a terem penas azuis ou vermelhas, e aos peixes terem formas exóticas? Tudo trabalho de arte...
Temos a tentação de melhorar a raça humana. Isso é possível, mas é um risco enorme. Aliás, alguns dos criadores têm receio de que o homem da Terra seja ligeiramente superior aos seus pais; "Satanás" é um deles e ainda pensa que o homem da Terra é um perigo para o nosso planeta, pois são demasiado inteligentes. Mas a maioria de nós pensa que vocês provar-nos-ão que nos amam e que jamais tentarão destruir-nos. Pelo menos é o que nós esperamos, para que possamos vir ajudar-vos. Pensamos que ainda não podemos dar-vos a nossa bagagem científica, mas podemos dar-vos, sem perigo, a nossa bagagem política e humanitária.
Se a agressividade dos homens não se acalmar, nós os impediremos de se tornarem um perigo para nós, e haverá uma nova "Sodoma e Gomorra" (que eles destruíram). Como é que nós, que somos de um outro mundo, e somos ligeiramente diferentes de vocês, podemos nada recear dos homens da Terra, quando eles atacam os seus próprios semelhantes?
A Igreja apagar-se-á por si própria. "A mecha fumega fracamente". Ela já cumpriu a sua missão, chegou a hora de desaparecer. Ela fez muitos erros e enriqueceu em demasia às custas da verdade, sem no entanto procurar interpretá-la de um modo claro para os homens desta época, mas não a censurem em demasia, pois é graças a ela que a Bíblia, testemunho da verdade, se encontra espalhada pelo mundo inteiro. A Igreja traduziu incorretamente as escrituras bíblicas, substituindo nas "Bíblias usuais" o termo "Elohim", que significa os criadores, por Deus. Usaram o singular, ainda que Elohim, na língua hebraica, seja o plural de Eloha. Deste modo, transformaram os criadores num Deus único incompreensível. Os outros erros são o fato de ter levado as pessoas a adorar um pedaço de madeira em forma de cruz, em recordação de Jesus Cristo. Uma cruz não é o Cristo. Um pedaço de madeira em cruz não significa nada.
A Igreja realmente cometeu faltas culpabilizando o homem e fazendo-o rezar constantemente sem que ele tente compreender. A Igreja também enriqueceu enormemente: "Ninguém pode servir a dois senhores: pois ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. Não acumuleis tesouros na Terra..." (Mateus 6: 19 e 24). "E não chamais 'pai' nenhum dos vossos sobre a Terra, pois só tendes um pai, o celeste..." (Mateus 23).
Como ousa a Igreja falar de bondade, vivendo na riqueza do Vaticano, enquanto homens morrem de fome, fazer-se convidar e procurar as honras enquanto pregam a humildade, fazer-se chamar de meu pai, eminência ou sua santidade, quando os seus próprios evangelhos o proíbem! É inadmissível que haja diferentes categorias de casamentos e, sobretudo, de enterros consoante a riqueza de cada um. Mais um erro da Igreja.
O nosso planeta (dos Elohim) está a 30 milhões de parsec ( 1 parsec = 300.000 km, distância percorrida pela luz em um segundo), ou um pouco menos de um ano-luz. Portanto, se vocês se deslocassem à velocidade da luz, precisariam de quase um ano para chegar no nosso planeta. Com os vossos atuais foguetões, que se deslocam a 40.000 km/h, vocês precisariam de 26.000 anos para chegar até nós. Nós temos meios de fazer a viagem do nosso planeta ao vosso em menos de dois meses, graças a um modo de propulsão utilizando o átomo, que permite o nosso deslocamento à velocidade de raios que são sete vezes mais rápidos que a luz. Esses raios "transportam-nos". Para que sejamos "transportados" por eles, nós saímos da janela óptica, a gama de freqüência que os olhos humanos captam, para nos combinarmos com o raio transportador. Eis porque os observadores terrestres dizem que os nossos engenhos voadores ficam luminosos, brancos, bastante brilhantes, depois azuis, acabando por desaparecer. É evidente que, quando um engenho ultrapassa a velocidade da luz, ele "desaparece", não sendo mais visível a olho nu.
A Cabala é o livro mais próximo da verdade, mas quase todos os livros religiosos fazem alusões à nossa obra, mais ou menos claras, sobretudo nos países onde os criadores tinham uma base: na Cordilheira dos Andes, no Himalaia, na Grécia, onde a Mitologia também contém grandes testemunhos, a religião Budista, Islâmica, os Mórmons, etc.
Se nós entregarmos a nossa sabedoria aos homens, é necessário que tenhamos a certeza de que eles a usarão para o bem, sem qualquer perigo para nós. Porém, atualmente a sabedoria não reina sobre a Terra.
Nossos aparelhos de emissão de ondas emitem essas ondas sete vezes mais rápidas que as ondas radioelétricas (que deslocam-se com a velocidade da luz, 300.000 km/s) e, neste momento, experimentamos novas ondas uma vez e meia mais rápidas que as que utilizamos atualmente. Nós somos os parasitas dos átomos, sendo esses átomos os planetas e estrelas do Universo. O homem é uma "doença" do ser gigantesco cujos átomos são os planetas e as estrelas. E, certamente, esse ser, também ele, é um parasita de outros átomos. Em ambos os sentidos, é o infinito. Mas o importante é se conduzir de maneira que a nossa "doença", a humanidade, continue a existir e que nunca se extinga.
A grande variedade de formas de vida, de cores das aves, de forma dos chifres de antílopes, são obras de nossos "artistas". Qual seria a necessidade natural que levariam os antílopes a terem chifres em espiral? Ou às aves a terem penas azuis ou vermelhas, e aos peixes terem formas exóticas? Tudo trabalho de arte...
Temos a tentação de melhorar a raça humana. Isso é possível, mas é um risco enorme. Aliás, alguns dos criadores têm receio de que o homem da Terra seja ligeiramente superior aos seus pais; "Satanás" é um deles e ainda pensa que o homem da Terra é um perigo para o nosso planeta, pois são demasiado inteligentes. Mas a maioria de nós pensa que vocês provar-nos-ão que nos amam e que jamais tentarão destruir-nos. Pelo menos é o que nós esperamos, para que possamos vir ajudar-vos. Pensamos que ainda não podemos dar-vos a nossa bagagem científica, mas podemos dar-vos, sem perigo, a nossa bagagem política e humanitária.
Se a agressividade dos homens não se acalmar, nós os impediremos de se tornarem um perigo para nós, e haverá uma nova "Sodoma e Gomorra" (que eles destruíram). Como é que nós, que somos de um outro mundo, e somos ligeiramente diferentes de vocês, podemos nada recear dos homens da Terra, quando eles atacam os seus próprios semelhantes?
