terça-feira, novembro 20, 2007
O Retorno do Planeta X - 13
Em todos os continentes deste planeta, os nossos ancestrais antigos construiram observatórios elaborados, templos astronômicos sagrados e outras estruturas grandes e intrincadas para poder acompanhar as mínimas mudanças que ocorriam na abóbada celeste [1]. Na eventualidade de ser observada qualquer mudança, como o aparecimento de um cometa, por exemplo, essas culturas antigas freqüentemente começavam a apresentar comportamentos de "ansiedade de fim do mundo" com relação a esses eventos, acreditando que o 'ciclo de terror' deles, relativo ao fim do mundo, estava prestes a revisitar o planeta Terra, outra vez, após a última vez.
Muitos cientista de hoje desprezam esta 'obsessão astronômica' das culturas antigas como meras superstições primitivas, ou como esforços elementares que eles faziam para determinar quando plantar as colheitas ou efetuar certas cerimônias religiosas ou acertar seus calendários culturais anualmente.
No entanto, conforme eles próprios, os antigos geralmente estavam acompanhando os movimentos do céu para calcular ou 'prever' a chegada do próximo grande 'ciclo de destruição' que praticamente todas as civilizações antigas acreditavam que revisitava este planeta de uma forma regular e recorrente. Essas catástrofes recorrentes claramente envolviam um deslocamento dos polos da Terra (mudança da posição espacial do eixo de rotação do planeta), que é trazida pela passagem de um grande objeto celeste.
Se os antigos estavam tão obcecados com astronomia e com os movimentos regulares dos céus durante longos períodos de tempo, será que nós não deveríamos descobrir o por que disso? Será que essas civilizações antigas conheciam sobre esta passagem periódica de um objeto celeste perturbador? E será que esse objeto passa por nosso planeta em intervalos fixos, acionando grandes cataclismas e ocasionalmente causando deslocamento do eixo de rotação da Terra?
Se este objeto celeste viaja em torno do Sol vindo para cima a partir da parte de baixo do plano orbital normal da Terra (plano da eclíptica), talvez só se possa ver este objeto se aproximar a partir da região mais ao sul de nosso planeta - o Polo Sul (Antártica). Nota: em anos recentes, tem-se dito que existe uma quantidade não usual de equipamentos astronômicos e cientistas estacionados no Polo Sul (Antártica), portanto levando muitos a especularem que esses cientistas (de muitos países) podem todos estar observando a aproximação 'sulista' deste décimo planeta.
No "Livro de Enki" sumérico [2] afirma-se que por alguns 'dias' antes de a Terra começar a gemer e chacoalhar, 'Nibiru' era visto no céu. Eles não diziam semanas, ou meses, ou anos, apenas dias. Eles mantinham uma constante vigilância dos céus e se este "Planeta do Cruzamento" (cuja chegada eles certamente já esperavam) aparecesse e era visto apenas 'dias' antes que seus efeitos gravitacionais (e magnéticos) acabassem com o mundo deles, nós podemos assumir, portanto, que Nibiru é algo extremamente difícil de se ver a olho nú com antecedência.
Lembre-se que no começo dos anos 1980, a NASA começou a procurar por este décimo planeta usando grandes telescópios na região de 'luz visível', sem obter sucesso. Foi somente quando eles começaram a usar telescópios 'infravermelhos' é que eles encontraram o que eles estavam procurando - e, mesmo assim, esses telescópios tiveram que ser lançados ao espaço, fora da atmosfera da Terra, para conseguir ver este objeto. Sabemos que as sondas espaciais Pioneer 10 e 11 estão ambas equipadas com detectores de infravermelho, que é a razão destes veículos espaciais terem sido selecionados para ajudar a monitorar e rastrear o Planeta X.
Estrelas anãs marrom são também conhecidas como 'lâmpadas escuras' do universo, que significa que elas são geralmente muito difíceis de serem vistas. Elas tendem a emitir luz exclusivamente no espectro 'infravermelho' (que é a razão do avistamento inicial do Planeta X - ou da estrela anã marrom à qual ele está vinculado - ter sido feito usando um telescópio infravermelho). Em outras palavras, elas emitem muito pouca 'luz visível' e são quase impossível de serem vistas sem um equipamento infravermelho. Esta também é a razão do porque muitas culturas antigas se referir a esta anã marrom do nosso sistema solar como a 'estrela negra' (dark star).
Em [3] também menciona-se um outro ponto muito importante. A estrela anã marrom, descoberta em 1995, é rica em um gás inflamável chamado metano. Por outro lado, muitas civilizações antigas registraram que a passagem do 'terrível cometa' fazia chover 'fogo do céu', tocando fogo no mundo e liqüefazendo estruturas de pedra. Podemos imaginar, portanto, que o 'objeto celestial' em questão forma uma cauda flamejante de hidrocarboneto (metano) que varre parte da superfície terrestre quando ele passa entre nosso planeta e o Sol, formando desta forma uma tocha flamejante na atmosfera da Terra. Um outro ponto a ser considerado é que o nosso Sol pode ser parte de um sistema binário de estrelas, com a anã marrom sendo o par escuro do nosso Sol claro.
Numerosas culturas antigas também reportam que, quando o 'terrível cometa' passa pelo nosso planeta, ele tem uma aparência de 'vermelho-sangue'. Essas mesmas culturas também testemunharam uma chuva de 'poeira vermelha' e de 'pedras de granizo de ferro' caindo na Terra, transformando as águas dos rios, lagos e oceanos em uma cor vermelho-sangue. A propósito, isso constitui uma das 'pragas' que supostamente Moisés lançou sobre o Egito, o que corresponderia à data da última passagem do Planeta X (O Destruidor, para os egípcios) pela nossa imediação.
Quando a anã marrom passa pelo nosso planeta, o vento solar proveniente do nosso Sol pode causar uma 'cauda de poeira vermelha de ferro' nas proximidades da Terra, o que poderia também causar uma 'chuva de ferrugem' sobre todo o globo e ser a razão de muitas culturas antigas afirmarem que a Lua e as estrelas mudaram para uma cor de 'vermelho tipo sangue'.
Este ferro oxidado presente na atmosfera da anã marrom é o que também dá a esse objeto a sua aparência vermelho-sangüínea no céu, e porque certas culturas antigas do Oriente (como a China) chamavam este mesmo objeto de 'dragão vermelho'.
Algumas Conclusões
O objeto celeste que passa na proximidade da Terra é muito grande para ser um asteróide ou um cometa normal, e também é muito difícil visualizá-lo quando ele está se aproximando da Terra, tendo uma tendência a "se esconder" de nós - como os nossos ancestrais infelizmente descobriram. Freqüentemente este objeto era visto apenas 'dias', ou mesmo 'horas' antes dele acarretar os enormes eventos geofísicos mortais sobre o mundo.
Esta falta de visibilidade nos leva a concluir que este objeto deve ser um 'andarilho celestial', conhecido pela ciência atual como estrelas 'anãs marrom'. A anã marrom particular em questão muito provavelmente orbita em torno do nosso Sol (claro) e da nossa estrela irmã (sol negro, do sistema binário) em uma grande órbita elíptica que leva um pouco mais de 3.600 anos para ser completada.
A NASA começou a procurar esse objeto nos anos 1980s usando telescópios operando na faixa visível do espectro eletromagnético, sem sucesso. Somente após passar a usar telescópios atuando no infravermelho, em órbita (como o satélite IRAS = InfraRed Astronomical Satellite) foi que ela conseguiu indentificar esse objeto. Nesta altura, uma ordem de segurança nacional foi rapidamente emitida sobre esta descoberta quando a NASA concluiu sobre o grande potencial de destruição planetária que esse grande objeto pode causar na Terra. Tudo o que o governo não consegue ter controle, ele tenta não divulgar ao público (Planeta X, discos voadores, etc), para tentar evitar pânico na população.
Essa anã marrom que orbita no nosso sistema solar (como um grande cometa periódico) tem sido chamada de vários nomes ao longo dos milênios: décimo planeta, Planeta X, o cometa terrível, o cometa sangrento, o dragão vermelho, a serpente emplumada, a serpente de núvem, o Destruidor, o astro chupão, o astro intruso, hercóbulus, Nibiru, Typon, nêmesis da Terra, etc. Qualquer que seja o nome, sua passagem geralmente traz destruição para a raça humana, forçando essas antigas civilizações "começar novamente como crianças", eliminando a maior parte dos seus registros históricos e causando os 'humanos modernos atuais' serem uma espécie com uma 'amnésia histórica'.
Como estrelas anãs marrons contêm metano, um gás de hidrocarboneto inflamável, quando a nossa anã marrom entra no sistema solar interior, o vento solar do nosso Sol faz este metano começar a escapar (off-gassing) formando uma longa cauda flamejante direcionada para longe do Sol e, eventualmente, em direção à Terra. Quando esta cauda flamejante fica limitada ao vazio do espaço sideral, ela não constitui nenhum perigo, mas se ela atinge a atmosfera terrestre, temos literalmente a formação de uma tocha, que coloca fogo na Terra e queima tudo que encontra pelo caminho, incluindo colunas de pedra, templos - até todo o planeta (Lembre-se dos muitos exemplos de ruínas 'vitrificadas' das culturas antigas!).
Isto não significa que todo o planeta é sempre queimado toda vez que esse objeto passa por nós. Essa anã marrom passa pela Terra bem rapidamente e sua cauda pode apenas atingir parte da nossa atmosfera e até, ocasionalmente, não atingir nosso planeta (dependendo de sua trajetória particular nessa ocasião). Este 'rabo de fogo', no entanto, possui o potencial para causar grandes estragos se ele atingir nosso planeta da forma adequada, como aparentemente aconteceu muitas vezes no passado.
A passagem da anã marrom toma a forma de um objeto 'vermelho-sangüíneo' girante no céu. Esta rotação é devida a emissões (flares) de sua atmosfera gasosa, em resposta às perturbações magnéticas causadas pela Terra e pelo Sol (e demais planetas). A cor 'vermelho-sangüíneo' é devida a reações químicas que acontecem na atmosfera da anã marrom, reações estas que oxida seu ferro, gerando 'óxido de ferro' ou 'ferrugem'. Esses compostos vermelhos de 'ferro oxidado' podem entrar na atmosfera da Terra, mudando os rios em 'sangue', e causando a mudança de cor da Lua e estrelas, para uma cor 'vermelho-sangue'.
Será que a NASA e outras agências científicas já avistaram a aproximação de uma estrela anã marrom em direção ao nosso sistema solar? Estaremos nós, portanto, vendo um acobertamento (conspiração) científico dessas agências, sabendo dessa aproximação mas não liberando esta informação por medo de gerar pânico no público? Portanto, qual será o efeito final no planeta Terra na próxima vez que essa anã marrom passar por nós no espaço?
Já estamos presenciando muitos padrões anormais de clima e muitos desastres. Algo está radicalmente errado com a Mãe Natureza, chame isso de 'aquecimento global' ou 'Planeta X' ou ambos juntos.
Referência:
[1] Jaysen Q. Rand, The Return of Planet-X, Futureworld Publ. International, 2007.
[2] Zecharia Sitchin, The Lost Book of Enki.
[3] http://www.crawford2000.co.uk/
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