sexta-feira, dezembro 21, 2007

 

A Filosofia Respirantista

Vivendo apenas de ar, luz e amor

Instintivamente eu sempre soube que o corpo se auto-sustentava e que a comida era um estorvo. O que eu precisava ainda entender era que a qualidade do meu meio-ambiente tinha um papel crucial na sustentação de minhas funções e necessidades corporais. Afinal de contas, o seu corpo é um pedaço desta Terra, e se a Terra ou o meio-ambiente onde você vive sofre – também sofrerá o seu corpo. Seu corpo está permanentemente se renovando e se reparando do desgaste que sofre pelo seu uso, e se ele não consegue ter acesso à mesma qualidade de elementos no seu meio-ambiente para substituir as partes danificadas ele irá se deteriorar lentamente.

Temos atualmente o problema da poluição, que é um resultado direto de nossos maus hábitos alimentares. Adquirindo desejos e gostos pervertidos, nós estamos comendo todos os alimentos errados e emporcalhando nosso meio-ambiente nesse processo, de tal forma que nós nos estamos envenenando tanto por fora como por dentro.

Originariamente nós éramos todos respirantistas (breatharians), vivendo em um Eden de paz e plenitude. Quando nós comíamos era apenas fruta ou aquilo que crescia em árvores, que era puro e de natureza não-viciante. Em algum ponto, este estado natural de paz foi destruído por:

1. a intervenção ou influência de uma espécie não-humana (como uma raça reptiliana ou do tipo serpente);

2. nossa própria vontade e por experimentação deliberada com alimentos de menor qualidade (viciantes).

A descrição bíblica de Adão e Eva é um registro preciso, mas um pouco distorcido, da queda da humanidade.

Como nós fomos projetados conforme os deuses, nós temos dentro de nós as sementes da divindade e da imortalidade. Um dos nossos potenciais é viver sem a necessidade de comida ou de água (como Deus). Os primeiros humanos viveram em um meio-ambiente ideal e não tinham que comer ou beber ou dormir ou envelhecer - eles eram fisicamente imortais - sustentado por um alto nível de prana ou de força vital que fluía desempedido através de seus corpos e seres. Enquanto eles mantiveram seus fluxos de sangue/luz não-poluídos pela comida (fruta era a única exceção), tudo estava bem. No instante que eles começaram a se degradar com grãos, carnes e vegetais, eles começaram a sofrer, assim como o meio-ambiente deles.

[continua]

Fonte: http://www.librarising.com/health/loveandlight.html

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