quinta-feira, dezembro 06, 2007

 

O Retorno do Planeta X - 16


Sinais da Aproximação


Uma das maravilhas da nossa sociedade moderna atual tem sido o desenvolvimento de relógios atômicos que são dispositivos extremamente precisos de marcação do tempo - preciso suficiente em apenas 'um segundo' de erro em um bilhão de anos [1].

No entanto, apesar dessa alta precisão, esses relógios precisaram ser reajustados várias vezes em anos recentes devido ao fato da rotação física da Terra estar aparentemente diminuindo. Esta diminuição não passou despercebida da mídia. Em 1984, o Washington Post relatou que "A Terra tem experimentado uma diminuição não esperada na sua rotação"[2]. Em julho de 1988, o Wall Street Journal também relatou que cientistas do U.S. Naval Observatory e do Jet Propulsion Laboratory descobriram que a Terra está 'diminuindo a rotação' e desenvolvendo estranhas 'oscilações' no seu eixo de rotação normal.

Em julho de 1990, a Omni Magazine divulgou que entre 24.01.90 e 3.02.90, a rotação da Terra tinha diminuido novamente de forma rápida e não esperada. Em 9 de agosto de 1991, até o New York Times relatou que a rotação da Terra está misteriosamente diminuindo.

Essa desaceleração continuou durante todos os anos 1990. Em 30 de dezembro de 1998, a BBC relatou que o último minuto de 1998 teria na realidade 61 segundos. O 'segundo extra' foi adicionado para compensar os relógios atômicos, já que a rotação da Terra está agora diminuindo. Em 1999, a BBC novamente reportou que o National Physical Laboratory estava planejando o anúncio do ano 2000 com mais um acréscimo de um segundo extra.

A maioria dos cientistas não tem a mínima idéia do porque esta desaceleração temporal estar acontecendo. Não é desagradável esses cientistas não 'terem pistas' de porque esta perda de tempo estar acontecendo? Uma outra conseqüência importante da desaceleração da rotação da Terra é o efeito que isto está causando no campo magnético do planeta. Este campo magnético gerado pelo planeta, envolve nosso planeta com uma atmosfera magnética conhecida como magnetosfera (atingindo a região exterior da ionosfera), onde o campo magnético planetário controla o movimento das partículas eletricamente carregadas, tais como os cinturões de Van Allen.

Esses campos magnéticos que circundam a Terra formam os polos magnéticos nos extremos opostos do nosso planeta; e esses polos magnéticos, consistindo de um 'dipolo' norte e sul, estão normalmente bem alinhados com o eixo de rotação geofísico da Terra. Acredita-se que a rotação da Terra afeta a intensidade desses polos. Esta interconexão significa que quanto mais rápido a Terra gira, maior será a intensidade do dipolo magnético, e quanto mais devagar ela gira, mais fraco será esse dipolo. Portanto, como nosso planeta desacelera, seu campo magnético acaba ficando enfraquecido. Como o campo magnético da Terra continua a diminuir em intensidade (devido à diminuição da rotação terrestre) os dois polos magnéticos do nosso planeta (o dipolo) estão se tornando cada vez mais instáveis no seu posicionamento geográfico e estão agora começando uma mudança radical de suas posições anteriores.

A maneira como os minerais estão alinhados em rochas antigas mostra que o dipolo magnético do planeta (polos magnéticos opostos) ocasionalmente desaparece completamente... Quando o dipolo volta a ter intensidade, os polos norte e sul podem trocar de lugares entre si.

O Institute of Earth Sciences, em Paris, usou recentemente dados do satélite Orsted para estudar variações estranhas no campo magnético da Terra. Em particular, uma grande região na África do Sul está apontando na direção oposta do resto do campo da Terra e está crescendo...

As anomalias já reduziram a intensidade total do campo magnético do planeta em cerca de 10%. Se elas continuarem a acontecer na mesma taxa, o dipolo da Terra irá desaparecer. "Nós não podemos dizer o que vai acontecer em seguida. Mas nós especulamos que nós estamos em uma situação não-usual que pode estar relacionada a uma reversão próxima"[3].

Portanto, com a Terra diminuindo sua rotação, os campos magnéticos que circundam nosso planeta estão enfraquecendo rapidamente e os 'polos magnéticos' estão rapidamente mudando de suas posições normais no eixo de rotação geográfico da Terra.

O que está causando esta diminuição inexplicada na rotação do planeta e as anomalias magnéticas que estão acompanhando esse processo de diminuição? A resposta é, nós acreditamos, a aproximação de uma anã marrom, também conhecida como O Planeta do Cruzamento (Planeta X).

Se a Terra está se aquecendo devido aos efeitos magnético e gravitacional de um grande objeto celeste que se aproxima (Planeta X), então os outros planetas do nosso sistema solar também deveriam estar experimentando efeitos semelhantes. E isso está ocorrendo! Numerosas reportagens apareceram nos últimos anos descrevendo o aparente aquecimento de outros planetas do nosso sistema solar. Um dos mais dramáticos exemplos disso relaciona-se com o derretimento das camadas de gelo do planeta Marte. Em novembro de 2001, a BBC reportou que as camadas de gelo polares de Marte estavam 'rapidamente' e 'misteriosamente' derretendo, indicando que este planeta está também experimentando efeitos cósmicos semelhantes à Terra.

Em 25 de junho de 1998, a BBC reportou que a maior lua de Netuno, Triton, está realmente 'ficando mais quente' [4]. Numa história semelhante, os astrônomos recentemente descobriram que o planeta Saturno está ficando significativamente mais brilhante - uma clara indicação de que este planeta também pode estar se aquecendo. Em 23 de agosto de 2002, a CNN reportou que até o planeta mais distante, Plutão, pode estar sofrendo um aquecimento global [4]. Na realidade, todos os planetas do nosso sistema solar parecem estar sofrendo este mesmo tipo de aquecimento interno, de uma forma ou de outra.

As flutuações climáticas ocorrem normalmente entre períodos quentes e frios. Mas o Século 20 presenciou o maior aquecimento dos últimos 1.000 anos. Tem coisa aí...

O Sol

As áreas escuras que se formam na superfície do Sol são causadas por campos magnéticos intensos que se une ao gás solar de uma região específica, que causa este gás esfriar um pouco. Essas regiões mais frias na superfície solar aparecem escuras por contraste com o resto do disco solar - essas áreas mais escuras e mais frias são aquilo que chamamos de manchas solares (sunspots).

De forma simplificada, o número de manchas solares é uma indicação direta da atividade magnética do Sol. Quando maior o número de manchas solares, maiores as perturbações magnéticas que estão ocorrendo na superfície do Sol. Além de nosso Sol estar aumentando o número de manchas solares e de seu fluxo de rádio, ele está também se aquecendo, como os demais planetas deste nosso sistema solar. Um artigo recente da NASA, entitulado "Sun May Be One Reason It's Getting Hotter" (O sol pode ser uma razão para estar ficando mais quente), diz: Uma razão para o aquecimento global poderia ser que a radiação do Sol tem aumentado de 0,05% por década desde os fins dos anos 1970 [5].

Vimos que a diminuição da velocidade de rotação da Terra, faz o campo magnético diminuir de intensidade. Esta diminuição está causando os polos magnéticos do planeta deslocar-se bastante de suas posições normais e pode, eventualmente, levar a uma reversão dos polos magnéticos no futuro.

Em 22 de abril de 2003, a NASA divulgou um artigo onde diz: Três anos atrás, algo estranho aconteceu com o Sol. Normalmente nossa estrela, como a Terra, tem um polo magnético sul e um polo magnético norte (o dipolo solar). Mas por quase um mês, em março de 2000, o polo magnético sul do Sol desapareceu e um polo magnético norte emergiu em seu lugar. O Sol ficou com dois polos nortes... Em 2001 o campo magnético solar trocou completamente de posição: os polos norte e sul trocaram de posição, que é como eles estão até hoje.

Em 19 de junho de 2003 [6], um artigo entitulado "NASA Worried Over Sun's Activity" (NASA preocupada com a atividade do Sol) dizia: Rumores sugerem que a NASA recebeu uma ordem de mordaça emitida pelo DoD (Departamento de Defesa). A razão desta ordem está diretamente relacionada com nossos satélites espiões. Foi recomendado que, em nome da segurança nacional, a NASA não deverá mais confirmar ou negar que a atividade solar recente e atual esteja em níveis perigosos... Outra área de preocupação é nossas redes de distribuição de energia elétrica. Se a Terra for atingida por uma explosão solar (flare) das classes M ou X, isso poderia danificar fortemente toda a infraestrutura global.

Escombros espaciais

Aceita-se a idéia de que se um grande corpo celeste, como uma anã marrom, estiver se aproximando da Terra, um grande campo de escombros constituído de asteróides, cometas e poeira, capturados pelo enorme campo gravitacional desse objeto, iria acompanhá-lo e circundá-lo no espaço. Quando esse objeto começar a se aproximar do sistema solar interior, nós iremos começar a encontrar a "comissão de frente" (numa analogia com as escolas de samba do carnaval) de seu campo de escombros, como um prelúdio da chegada real desse objeto. Em outras palavras, alguns anos antes desse objeto passar próximo da Terra, nós poderemos testemunhar um aumento da chegada de lixo espacial provenientes da "comissão de frente" desse objeto.

Reportagens sobre escombros espaciais atingindo nossa atmosfera, causando explosões, clarões de luz no céu e, inclusive, atingindo o solo, tem se tornado mais comuns nos últimos anos, sugerindo que nosso planeta está entrando cada vez mais no campo de escombros associado à anã marrom que se aproxima.

Em agosto de 2003, várias agências noticiosas informaram que uma enorme 'tempestade de poeira' cósmica estava entrando no nosso sistema solar e que estava se dirigindo em diração à Terra. O efeito final desta aproximação da tempestade de poeira sobre a Terra é desconhecido, mas vários cientistas especulam que isso poderia ser catastrófico.

Em novembro de 2002 informou-se que núvens de poeira e outros escombros espaciais (já dentro do sistema solar interior) era tão espessa, que eles estavam refletindo de volta a luz solar de volta para a Terra, produzindo 'falsas auroras' no céu notorno.

Certamente este campo de escombros espaciais está deixando sua marca nos outros planetas do sistema solar mais externo. Todos nós nos lembramos das fotografias tiradas do planeta Júpiter quando ele foi bombardeado por meteoros gigantes em 2003. Lembram-se?

[continua]

Referências:
[1] Jaysen Q. Rand, The Return of Planet-X, Futureworld Publ. International, 2007.
[2] www.troubletimes.com
[3] http://www.newscientist.com/news/print.jsp?id=ns99992152 , em 2002.
[4] http://www.yowusa.com/archive/september2002/xkb06/xkb06.htm
[5] http://www.unknowncountry.com/news/print.phtml?id:2600
[6] http://www.rumormillnews.com/cgi-bin/forum.cgi?read=33180

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