quarta-feira, fevereiro 06, 2008
A Clonagem Humana - 6
Em [1] relata-se que existe nos Estados Unidos uma agência chamada Serviço de Pesquisa da Defesa (DRS - Defense Research Service) envolvida com projetos de pesquisa avançados. Entre os projetos do DRS estão, por exemplo, os seguintes: estimulação magnética transcraniana (EMT), para fazer com que os soldados, pilotos, etc., possam combater ou navegar sem sofrer o natural sono ou cansaço (impulsos elétricos e magnéticos agem sobre determinadas partes do cérebro, inibindo ou acelerando as funções desejadas); imobilização de exércitos por satélite (isso me fez lembrar a falta de resistência durante as duas invasões do Iraque e a grande resistência durante o período de ocupação); indução de epidemias, de todo tipo, especialmente por via animal (gripe aviária, etc); capacitação de golfinhos "autômatos" com fins bélicos; pilotagem de máquinas com a energia cerebral; controle de furacões e terremotos (me vem à lembrança o furacão Katrina e o grande tsunami na Ásia, projeto HAARP, etc); criação, manutenção e direção de clones; visão remota.
A clonagem, como é sabido, consiste no processo de "fabricação" artificial de um indivíduo, sem necessidade de fecundação natural. Implica na divisão de um único embrião, ou no que se denomina "transferência nuclear". Para isso, é necessário manipular o DNA, ou ácido desoxirribonucléico. A transferência nuclear consiste, basicamente, na fusão de duas células. Uma delas é previamente "esvaziada" (extração do núcleo), e a segunda deve ser portadora do código genético que se deseja copiar ou clonar. Mediante a ativação (pulso) elétrica, o ovo inicia o processo de divisão e se transforma em um embrião viável. Pode ser acomodado em uma mãe de aluguel ou desenvolvido inteiramente em laboratório. O resultado é uma criatura clônica, idêntica ao DNA implantado, sempre do ponto de vista físico (como já vimos, a alma só pode ser dada por Deus, não podendo ser clonada; clones são, literalmente, seres desalmados). As primeiras experiências com engenharia genética começaram em 1953, com os cientistas Dewey Watson e Harry Compton Crick. Parte da comunidade científica considera a clonagem reprodutiva em seres humanos eticamente inaceitável.
Referência:
[1] J.J. Benítez, Cavalo de Troia 8 - Jordão, Editora Planeta, pp.246-247, 2007.
