segunda-feira, setembro 14, 2009

 

Oxigênio e Saúde - 16


A Bíblia nos relata que os primeiros exemplares do homo sapiens (como Adão, Eva, Matusalém, etc., chamados de Patriarcas) viveram mais de 900 anos cada um. Atualmente, é raro esta raça ter indivíduos que ultrapassam os 100 anos de idade. O que aconteceu, que levou a este decréscimo da longevidade humana?

Fala-se atualmente bastante sobre o problema do aquecimento global (causado, principalmente, por situações cósmicas no sistema solar). No entanto, existe uma outra mudança ambiental, tão ou mais importante do que o aquecimento global, da qual pouco se fala. Trata-se da queda da porcentagem de oxigênio no ar que respiramos (esta, sim, causada pelas atividades sociais da população humana), que ameaça extinguir a nossa espécie. Certas fontes informam que, há 350 anos atrás, os níveis de oxigênio presentes no ar oscilavam entre 35% e 38%, entre o Polo Norte (Ártico) e o Polo Sul (Antártica). Hoje em dia os níveis mais altos nas cidades não são maiores que 18% (de um ideal, atual, de 21%). Quando a percentagem de gás oxigênio na atmosfera fica constantemente abaixo de 15%, nós morremos por asfixia. Portanto, estamos em uma situação crítica em termos de oxigênio, nosso principal alimento na forma gasosa.

Atualmente, onde vive a maioria das pessoas centenárias no nosso planeta? Em pequenos povoados situados em altitude elevada, como no caso de Vilcabamba, no Equador. O que caracteriza essas regiões? Um ar extremamente puro, com alta porcentagem de oxigênio no ar ambiente. Portanto, o enigma da extrema longevidade dos nossos Patriarcas pode ser explicado facilmente: na época deles a percentagem de oxigênio presente no ar ambiente era bem maior que o valor atual, o que lhes preservava a saúde por longo tempo. Estamos atualmente morrendo cedo por fome de oxigênio, nosso escasso alimento principal presente no ar ambiente que respiramos.

[continua]

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