Saturday, November 14, 2009

 

Oscar Quiroga - 748


SÍNDROME DE ESTOCOLMO


Quando nossa humanidade é deixada em paz, sem pressão e em liberdade para escolher o rumo que pretende dar à própria Vida, ela se mostra confiável em sua criatividade e cheia de entusiasmo pelo futuro. Por isso mesmo nossa humanidade não é deixada em paz e, atualmente, se pretende tirar dela o máximo possível de liberdade de expressão e pensamento. Durou pouco a festa em que celebramos o fim das ditaduras, porque os mesmos humanos que lutaram e deram seu sangue para terminar com elas foram tomados pela “Síndrome de Estocolmo”, que explica a razão de os sequestrados defenderem os sequestradores. A ditadura ressuscita hoje em dia através dos que lutaram contra ela. E vai tentar dormir à noite com uma idéia dessas na cabeça!

O destino se escreve a quatro mãos. Duas mãos são do céu (da Equipe de Supervisão), dos misteriosos desígnios estelares que provêm as oportunidades. As outras duas são as suas, que aproveitam essas oportunidades empreendendo a ação correta.

Muito conhecer e pouco fazer é o início da congestão mental. Dessa forma, o tempo passa e suas palavras se tornam vazias, porque não servem ao propósito de levar à prática o que a mente adquiriu na forma de conhecimento.

Ainda que os ideais sejam insensatos, mesmo assim vale a pena esforçar-se para realizá-los. Acontece que quando nossa humanidade é desprovida de ideais ela não avança nem progride, apenas repete o mesmo de sempre.

Preserve os bons sentimentos ainda que a dose de conflitos atual faça você duvidar dos mesmos. Os conflitos passarão, mas os bons sentimentos permanecerão. Esta é uma regra que o tempo não consegue vencer.

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