Tuesday, August 20, 2013

 

O Estado Policial Médico


Quando se trata da preservação de nossa saúde, estamos ainda vivendo na Idade das Trevas. O governo do país foi sequestrado por uma organização criminosa (tipo máfia) que se dá o direito de tratar do nosso corpo, chamada de classe médica, que pratica a chamada medicina ortodoxa oficial, que anula nossa liberdade de escolha de tratamentos alternativos. A anulação de nossa liberdade vem através de leis nacionais aprovadas por imposição desse setor ditatorial médico. A medicina oficial se auto-julga melhor que Deus (o criador do nosso corpo), pois proibe, via legislação, que tenhamos liberdade de escolha de um método natural (em harmonia com a Natureza, com Deus) para tratar nossos problemas de saúde. Vamos citar alguns pontos dessa ditadura médica.

Quando uma criança nasce aqui no Brasil, é obrigatório, por lei, que ela seja inoculada por dezenas de vacinas obrigatórias no seu primeiro ano de vida. Se a criança não tomar todas essas vacinas, tendo a sua "caderneta de vacinação" "em dia", ela não poderá receber ensino em escolas e nem ser hospedada em instituições para crianças (creches), pois a legislação do país proibe isso, por imposição médica. Um sistema imunológico forte consegue-se maximizando a saúde e, não, maximizando o número de vacinas tomadas. Por formação, médico não entende nada de saúde, entende apenas de doenças (apenas algumas, pois se incentiva a "especialização"), que estão em extremos opostos. Ter saúde não consiste apenas na ausência de sintomas doentios. O número excessivo de vacinas está fazendo com que os casos de autismo em crianças esteja atingindo níveis pandêmicos. As campanhas terroristas feitas pelo governo (a mando dos médicos) procuram fazer com que as pessoas adultas também façam filas para serem vacinas, como é o caso da vacina contra a gripe, dada a idosos. Circula na internet a informação de que o espalhamento inicial do vírus da Aids (ou Sida = Síndrome da ImunoDeficiência Adquirida) foi feito via vacinas convencionais (contaminadas propositadamente por esse vírus, desenvolvido em laboratório), ministradas rotineiramente todos os anos. Você ainda está interessado em correr o risco de ser infectado por doenças graves ao se sujeitar em receber vacinas convencionais?

Outro ponto da ditadura médica: por imposição da legislação, a água pública distribuída à população não pode ser pura! Ela precisa ser contaminada por vários elementos químicos (como cloro e flúor) porque os médicos afirmam que esses elementos ajudam nossa saúde. Eu não tenho a liberdade de escolher uma água na minha torneira que não tenha esses elementos. A inclusão de flúor na água, segundo a justificativa médica, é para proteger nossos dentes, algo que nunca foi provado oficialmente a contento, em testes feitos em populações distintas (com e sem uso de flúor na água). Portanto, eu não tenho liberdade de dispensar esse tratamento médico dentário, imposto pela ditadura médica, se tomar a água pública distribuída à população.

Outro ponto negro da nossa atual medicina: só existe um único protocolo que deve ser obrigatoriamente seguido por todos os médicos para o tratamento de câncer: cirurgia+quimioterapia+radioterapia. Médico que não seguir esse protocolo terá sua licença para praticar medicina cassada e será chamado pejorativamente de "charlatão", independentemente de seu protocolo alternativo funcionar melhor do que o protocolo oficial. Se o médico, agora já chamado de charlatão, insistir em continuar usando seu protocolo alternativo, terá sua clínica invadida e fechada por policiais, a mando do "Conselho de Medicina", que fiscaliza e impõe suas práticas tenebrosas, a mando de uma cúpula manipuladora que age nos bastidores, que nunca é identificada publicamente. O protocolo oficial não ataca a(s) causa(s) inicial(is) do câncer e, portanto, não cura qualquer câncer, apenas some com os sintomas (os efeitos da causa inicial). A cirurgia é um atestado de burrice (ignorância) da atual medicina: "não sei curar e, portanto, corto e jogo fora". As drogas farmacêuticas e a radiação procuram fazer sumir os sintomas, sem mexer nas causas (que poderia ser, por exemplo, tomar muita cachaça e feijoada) e, portanto, apenas agridem (como também as vacinas) o corpo, fazendo com que o paciente morra mais cedo (vá mais cedo para o cemitério). Vejo, quase todos os dias na televisão, o resultado dessa agressão (uma visão deprimente): crianças (e adultos) sem nenhum fio de cabelo na cabeça, resultado desse tratamento desumano do câncer. Hipócrates, o grego considerado o Pai da Medicina, dizia que "primeiramente não prejudicar o doente" e, depois, "que o seu alimento seja o seu remédio e que o seu remédio seja o seu alimento". Quando foi que seu médico perguntou sobre sua alimentação, antes de receitar o seu remédio? Que panorama dantesco de nossa atual macabra medicina da Idade das Trevas, não é mesmo?


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