segunda-feira, janeiro 24, 2022

 

LEI NATURAL (Liberdade) versus LEI MARÍTIMA (Escravidão)


LEI NATURAL versus LEI MARITIMA

A quem pertence a tua vida? Quem é o teu dono? A maioria da população instintivamente responde: » Eu sou dono de mim mesmo». O que significa ser dono de algo? O que significa dizer que és dono de ti mesmo? Significa que tu, e só tu, tens o direito de decidir o que fazer com os teus bens, com o teu corpo, a tua mente, o teu tempo, a tua energia. Se outro tem esse direito então ele é o teu dono e tu o seu escravo. És escravo de alguém? Pagas impostos? (tributos/escravo >Agência tributária) Sentes-te obrigado a obedecer a tudo o que os políticos decidem chamar lei? E através das chamadas regulaçōes e legislaçōes deixas que te confisquem o que produzes?

LEI

Um mal entendido entre a população é que lei significa legalidade ou ilegalidade. Isso nada tem a ver com a Lei. A Lei não procede do homem, procede da ordem da criação (de Deus); homens, animais, plantas não podem intervir, são submetidos às leis, independentemente de acreditarem nelas ou não. As crenças não têm aqui lugar. Por exemplo: a lei da gravidade é imposta a todos, quer acreditem nela ou não. Assim estamos perante a Lei. O que faz o outro tipo de «lei» são regras, contratos.

FRAUDE

Como se conseguiu tirar a todos os seres humanos os seus direitos inalienáveis (dados por Deus)? A fraude começa com a manipulação mágica da linguagem, a normalizaçāo da palavra "pessoa" para designar os seres humanos. Pessoa: «Organização de pessoas ou de pessoas e bens a que o direito reconhece capacidade para ser sujeito de direitos e obrigaçōes, como as corporaçōes, associaçōes, sociedades e fundaçōes». Daí a distinção básica entre pessoa física e pessoa jurídica que nasce da Filosofia do Direito da «Escola de Salamanca» no Séc. XVI. Não obstante, o tratamento jurídico do termo deriva da sua codificação legal no mundo anglo-saxão, cuja principal referência é o «Black’s Law Dictionary»  o dicionário do direito negro. A origem do termo «pessoa» provém do teatro grego antigo, em que se designava a máscara que cobria o rosto dos atores, através da qual a sua voz era projetada (per-sonare). Ou seja, seria uma máscara que finge ser o que não é (uma personagem). Portanto «Pessoa» é um duplicado legal do humano «reduzido à dimensão de mercadoria escrava pela transição (na demencial codificação que a lei faz do parto) - que a mãe parturiente realiza. Ao «rebentar as aguas», um ser humano é «despejado». Interpretado como uma embarcação, o recém-nascido está desde esse momento, sujeito à Lei MarÍtima em termos de «coisa», de matéria «útil».  E porquê não se lhe aplica a Lei da Terra? Porque a «Terra» é a mãe, que ao entregar pela sua mão o bebé ao pessoal do hospital está a fazer inadvertidamente uma renúncia daquilo que a partir desse momento vai ser uma propriedade (do Estado) pendente de reclamação. O Certificado de Nascimento codifica a atribuição de propriedade ao Estado, quando os pais voluntariamente cedem o seu filho em vez de reclamá-lo para si. Quando um barco atraca num porto, de acordo com o Código Uniforme de Comércio, o capitão preenche um certificado de manifesto de carga. O certificado especifica a identidade e os elementos do barco.

O certificado de nascimento, um documento absolutamente absurdo na sua essência, já que faz fé de algo que é óbvio – que um ser humano nasceu vivo – é na realidade, a chave do regime de escravidão em que nos encontramos (Lei marítima ou do almirantado).

De fato, é um "certificado de morte", já que estabelece a propriedade sobre a pessoa, que fica registada, documentada e submetida a uma ficção jurídica – a ilusão de ser uma entidade mercantil, uma corporação sobre a qual o Estado cria uma expectativa de benefício – que se mantém até que se certifica o fim da sua existência.

Nunca te perguntas-te porquê os teus documentos de identidade estão escritos em letras maiúsculas?

Essa agora "corporação" (empresa) cria-se com o mesmo nome que temos, mas para diferenciá-lo da pessoa natural (viva e livre) escrever-se-á sempre com LETRAS MAIÚSCULAS. A figura jurídica que rege esta duplicação chama-se «capitis diminutio maxima» : as letras maiúsculas reduzem ao máximo a pessoa, substituem-a por uma entidade morta submetida ao Estado, carente de direitos e de propriedades. Esta entidade fictícia é um escravo, que aceitas ser desde o momento que fazes um contrato com ELES (escravidão por consentimento). Só mediante o contrato se entra na ficção legal que nos retira da esfera do privado, onde somos seres genuínos, regidos pelo direito natural e dotados de direitos naturais (dados por Deus), para transportar-nos à esfera pública, onde somos mercadorias governadas pela Lei Marítima que rege o comércio.

«O Duplo tu», a pessoa FICTíCIA é criada usando o nosso certificado de nascimento como MCO (Manufacturer’s Certificate of Origin) e o país no qual nascemos como «porto de entrada». Isto dá ao governo uma PESSOA fictícia, (o chamado Straw-man ou homem de palha, espantalho, avatar) com quem trata diretamente.


Cada certificado de nascimento transforma-se num bônus ou ação, registada na Bolsa de Valores de Nova Iorque. O número de registo é o número escrito em vermelho no certificado, que nos converte em propriedade de um banco. Cada pessoa é um respaldo ou uma garantia de que o governo pagará a sua divida externa.

A ficção da pessoa jurídica, o «duplo tu» , confirma-se com cada ato administrativo, contrato ou licença que o titular da ficção subscreve. Ao assinar qualquer documento legal, em que a pessoa é identificada como seu nome em LETRAS MAIÚSCULAS, renunciamos aos direitos que nos assistem como seres naturais.

O ser humano genuíno não é a pessoa. Só a denominação «pessoa natural» nos remete a um ser vivo. Quando a pessoa natural é substituída pela pessoa jurídica, a aceitaçāo do nome implica submeter-se ao sistema. Quem regista uma propriedade no seu nome converte-se automaticamente em guardião dessa propriedade, não no seu proprietário, pois o nome não identifica a pessoa natural mas sim uma corporação submetida ao verdadeiro titular (o Estado). Mas há mais: o uso do que tu chamas o teu nome – que não é teu – é de fato uma fraude, o uso de uma propriedade alheia. Tudo o que está registado com o teu nome pertence na realidade ao dono desse nome.

Teresa Silva 

Fonte: https://alianzaroom.com/lei-natural-versus-lei-maritima/

NOTAS:

1. Note a semelhança proposital da palavras PARTO e PORTO: Parto, com a respectiva Certidão de Nascimento, constitui o surgimento oficial da "pessoa-coisa" [=empresa=nome completo da pessoa, tudo escrito com letras maiúsculas] para participar (ser explorado) do comércio (no Porto). Influência da lei marítima.

2. A lei GESARA (e NESARA), que serão implementadas em todos os países neste ano de 2022 (provavelmente), irá trabalhar apenas com a lei natural (da terra, comum) e não com a lei marítima (do mar, do almirantado). Afinal moramos na terra, e não no mar, não é mesmo? Todos os juízes serão retreinados para aplicar apenas a lei natural para a população viva de seres humanos.

3. Nos Estados Unidos, as salas de julgamento em que está presente a bandeira norte-americana com bordas com franjas douradas, é a informação de que naquele lugar as pessoas (escravas) serão julgadas segundo a lei marítima.

4. Note que não é apenas no Certificado (Certidão) de Nascimento que seu nome é escrito com todas as letras maiúsculas. TODOS os seus documentos oficiais são escritos desta forma: certidão de casamento, carteira de motorista, documentos do seu carro, carteira de identidade (ID card), título de eleitor, cobrança do consumo de água, luz, telefone, receita federal (imposto de renda), cartão de crédito e débito, talão de cheques, etc. Portanto, todas as penalidades associadas a esses documentos não estão sendo cobradas de você, ser vivo, mas de seu avatar (algo sem vida, como o "homem de palha", o espantalho), que possui todas as letras do seu nome em maiúsculas. Quando você recebe uma multa por infração de trânsito, é seu avatar que está recebendo esta penalidade, pois a carteira de motorista é do avatar e os documentos do veículo também é do avatar! O problema é que você foi feito responsável pelo avatar, por nossa sociedade escravagista! O avatar (algo sem vida) pode ser escravizado pela nossa sociedade, mas você, ser vivente, é livre, por concessão de Deus! 

5. Vídeos relacionados a este tema:

     https://www.youtube.com/watch?v=7sArXw6ajNg

     https://www.youtube.com/watch?v=ME7K6P7hlko

     https://www.youtube.com/watch?v=sf3VkeUQPK8

6. Lei marítima = lei do mar = lei do Almirantado = não respeita a soberania individual

    Lei natural = lei da terra = respeita a soberania individual

Marcadores: , , , , , , , , , , , ,


Comments: Postar um comentário

<< Home

This page is powered by Blogger. Isn't yours?