Tuesday, April 28, 2009

 

O Retorno do Planeta X - 40


Hoje eu li um pequeno livro sobre o Planeta X [1]. Abaixo vão algumas informações dadas pelo autor.

Para o autor, A Bíblia Kolbrin é a Pedra de Roseta para entender o Planeta X. A Bíblia Kolbrin é composta de 11 livros, sendo os 6 primeiros escritos pelos acadêmicos e escribas do antigo Egito, após os acontecimentos conhecido como Êxodo. Os cinco restantes foram escritos pelos sacerdotes Celtas da antiga Bretanha, após a morte de Jesus. Esses trabalhos originais foram posteriormente enviados para a Abadia Glastonbury, onde permaneceram até o Século XX de nossa era. Essa obra provê correlações históricas sólidas com os fatos científicos reportados atualmente na internet.

As famílias da "elite" do mundo não esperaram pela ciência oficial. Por inúmeras gerações, elas têm passado aos descendentes a sabedoria histórica precientes contidas em A Bíblia Kolbrin, e elas estão agora agindo com esse conhecimento. E você, que já está a par desse mesmo conhecimento, que irá fazer? Enquanto a contagem regressiva para 2012 continua, você irá perder seu precioso tempo argumentando com outras pessoas quem é a mais sabida?

O Planeta X, chamado O Destruidor na Kolbrin, era um fato conhecido pelos escribas e sacercotes do antigo Egito. Dados da Kolbrin, assim como de outros escritores da antiguidade, dão detalhes vitais da aparência real do Destruidor (quando ele estiver por perto):

1. A cabeça - de um corpo metálico - é de um vermelho sangue e quase tão brilhante como o Sol.
2. A cabeça às vezes se parece como uma lua vermelha quarto-crescente e envolta dentro de uma manta tipo nuvem escura.
3. A cauda é enrolada e torcida como uma serpente.
4. A cauda produz um fluxo espiralado que parece como "cabeças de dragão", "braços", "caudas" e "pés".
5. A precipitação ("fallout") da cauda produz impactos estalantes eletrofônicos audíveis na atmosfera terrestre.
6. A precipitação da cauda faz chover grãos microscópicos de pó vermelho, causando as águas tornarem-se "vermelhas como sangue" e inapropriadas para beber (venenosas).
7. A erva amarga "absinto" ("wormwood", em inglês) é a primeira planta a crescer de volta na superfície terrestre após a passagem do Destruidor.

Uma visão artística de Nibiru, o Destruidor:



O Destruidor não é um cometa típico, obviamente. Ele é um planeta de ferro monstruoso ou anã marrom - com uma cauda - que passa periodicamente pelo nosso sistema solar causando problemas graves na sua passagem. Ele era conhecido como:

1. 'Nibiru', pelos sumérios.
2. 'Destruidor', pelos egipcios e hebreus.
3. 'Phaeton', pelos gregos.
4. 'Typhon', por Plínio (romano).
5. 'Amedrontador' (''Frightener", em inglês), pelos celtas.
6. 'Hercólobus', pelos gnósticos.

e, em 2012, nós o conheceremos como Planeta X.

Um dos pontos iniciais, em [1], refere-se ao profeta bíblico Jeremias. Jeremias, um profeta do Velho Testamento, sentiu necessidade de nos avisar sobre algo que ele chamou de O Destruidor (O Devastador, em algumas versões da Bíblia Sagrada). Ele sabia que todos os lugares da Terra seriam afetados por isso. Veja o que diz a Bíblia Sagrada (em particular a versão Novo Século):

Jeremias 25:30-32 e 48:8-9 "Ruge o Senhor do alto do céu...contra todos os habitantes da Terra. Desastres irão se espalhar rapidamente de nação em nação. Eles virão como uma tempestade poderosa para todos os lugares longínquos da Terra... O Destruidor (ou Devastador) irá vir contra todas as cidades, nenhuma cidade irá escapar... O Senhor disse que isto irá acontecer".

Uma descrição mais detalhada do Destruidor é dada em A Bíblia Kolbrin (21st Century Master Edition):

Manuscritos 3:3 Com o passar das eras, certas leis operam sobre as estrelas nos Céus. Seus comportamentos mudam; existe movimento e agitação, elas não são mais constantes e uma grande luz avermelhada aparece nos céus.

Manuscritos 3:4 Quando o sangue [cinzas vermelhas] cai sobre a Terra, o Destruidor irá aparecer e montanhas vão se abrir e cuspir fogo e cinzas. Árvores serão destruídas e todas as coisas vivas serão engolidas. Águas serão tragadas pela terra e mares irão entrar em ebulição.

Manuscritos 3:6 As pessoas irão se espalhar em loucura. Elas irão ouvir a trombeta do Destruidor e procurarão refúgio dentro das cavernas na Terra. O terror irá despedaçar seus corações e suas coragens irão deixá-las como a água que vaza de um vaso rachado. Elas serão comidas pelas chamas da ira e serão consumidas pelo hálito do Destruidor.

Para causar toda essa destruição, o Destruidor precisa ser um corpo celeste de tamanho muito grande, para afetar toda a Terra dessa forma.

Em [1] o autor apresenta grande número de passagens de A Bíblia Kolbrin que ele relaciona com a passagem cíclica do Destruidor:

1. O afundamento da Atlântida (terra natal do antigo Egito)
2. O Grande Dilúvio e detalhes da construção da Arca de Noé (chamado de Hanok na Kolbrin)
3. O Êxodo bíblico

Com relação ao Êxodo, são dados alguns detalhes interessantes: durante esta última passagem do Destruidor (ou Typhon), ele afetou a Terra deslocando-a para um órbita um pouco mais longa em torno do Sol. Da Bíblia Kolbrin:

Manuscritos 34:4 ...e cinco dias agora adicionados aos dias do ano são dias de tristeza pela alteração das coisas. Diz-se que sete dias antes da chegada das águas, o sol apareceu em uma posição diferente... Os navegantes do rei certamente partiram para locais estranhos durante o caos das águas, talvez isso foi porque o sol deixou sua trajetória constante rotineira.

Esta passagem não apenas dá suporte ao deslocamento do polo (do eixo de rotação terrestre), como afirma que "cinco dias foram agora adicionados ao ano". Portanto, cinco dias tiveram que ser adicionados ao calendário! Poderia ser verdade que o ano dos antigos egípcios tinha apenas 360 dias, antes da última visita do Destruidor, na época do Êxodo? Sim! Uma resposta neste sentido foi dada por Immanuel Velikovsky em 1950! Do seu livro Mundos em Colisão tem-se: "O ano dos egípcios era composto de 360 dias, antes de ele ter 365 dias, pela adição de cinco dias... uma reunião de reforma entre os sacerdotes egípcios aconteceu em Canopus e lá redigiram um decreto... para harmonizar o calendário com as estações 'de acordo com o presente arranjo do mundo', como é afirmado no texto".

Velikovsky segue dizendo que a introdução dos cinco dias extras foi causada por uma mudança real nos movimentos do planeta, implícito no Decreto de Canopus, pois ele faz referência à "alteração das falhas no céu". Portanto, se os egípcios tiveram que adicionar cinco dias ao seu calendário, tiveram outros povos antigos, bem longe dali, de fazer a mesma coisa? Sim! Velikovsky escreve:

"... o ano dos maias consistia de 360 dias; posteriormente, cinco dias foram adicionados, e o ano ficou sendo um tun (período de 360 dias) mais cinco dias... esses dias adicionais eles os chamavam de dias do nada...". Esses cinco dias suplementares eram vistos como "sinistros e de má sorte".

[continua]

Referência:
[1] Greg Jenner, Planet X and The Kolbrin Bible Connection, Your Own World Books, Silver Springs, NV - USA, maio 2008 (78 pgs). Sites associados: planetxforecast.com, pxkc.yowbooks.net, yowusa.com, kolbrin.com.

Para saber mais:
1. http://www.bibliotecapleyades.net/hercolobus/kolbrin.htm
2. http://www.youtube.com/watch?v=U-3RLx_4Y5Y (vídeo no You Tube)

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Friday, October 19, 2007

 

O Retorno do Planeta X - 6


Os índios norte-americanos também deixaram mensagens sobre o Planeta X no passado [1]. Dhyani Ywahoo, mantenedor dos ensinamentos orais dos índios Cherokees, explica que os Cherokees acreditam que as destruições anteriores da Terra foram causadas por uma "mudança no polo", distorcendo a crosta terrestres e causando grandes alagamentos planetários e atividades vulcânicas. Todos esses eventos geológicos foram trazidos pela passagem de um estranho cometa. A humanidade apenas sobreviveu essas convulsões globais porque "foi viver debaixo do solo" por muitos anos após a passagem desse objeto (daí a importância, para nossa salvação física, de nosso relacionamento com as civilizações intraterrenas - e, também, extraterrestres, já que não podemos contar com o governo para essa função de salvamento).

Os Chineses Antigos

Uma das culturas mais antigas da Terra é a chinesa. Os chineses também possuem registros de grandes cataclismas que "varreram" seus antepassados. O antigo imperador chines Yahou, que supõe-se que viveu na época do último grande cataclisma (cerca de 3.600 a 4.000 anos atrás), registrou a seguinte anotação de eventos cósmicos estranhos:

Naquela época diz-se que aconteceu o milagre do Sol não se pôr durante um intervalo de dez dias, as florestas pegaram fogo e uma legião de insetos nocivos abomináveis apareceram. Durante a vida de Yahou, o Sol não se pôs durante dez dias e todo o país foi inundado. Uma imensa onda, que "chegava no céu" caiu na terra da China.

Muitas outras lendas antigas chinesas também referem-se a 'dias de escuridão', quando a luz do Sol sumiu do céu - enquanto em outras ocasiões fala-se que o Sol não se pôs por longos períodos de tempo.

O texto sagrado budista do antigo oriente, conhecido como Visuddhi-Magga, também fala de uma"seqüência das eras", separadas umas das outras por grandes catástrofes globais. Essas eras terminavam após alguns milhares de anos devido a forças destrutivas que envolviam fogo/água/ventos violentos [2]. Também é interessante notar que muitos desses registros antigos chineses falavam sobre a aparição de um grande 'cometa vermelho' ou um 'segundo sol' que surgia nos céus imediatamente antes do início desses eventos catastróficos. Os chineses referem-se à chegada periódica desse objeto celestial como a volta aterradora do "Dragão Vermelho", e dizem que quando ele aparece, não existe distinção entre dia e noite - e o mundo fica envolvido por calor, fumaça e fogo [3].

Europa Antiga

Parte do Manuscrito Kolbrin descreve a passagem de um grande 'objeto celestial', chamado de 'O Destruidor', que surgiu milhares de anos atrás, no tempo do Grande Dilúvio da Bíblia. O Manuscrito Kolbrin (também referido como A Bíblia Kolbrin) afirma:

Então, no amanhecer, os homens viram uma cena espantosa. Lá, montando uma núvem negra vinha o Destruidor, que acabava de ser liberado do confinamento dos cofres celestes, e o Destruidor assolou os céus, pois era seu dia de julgamento. A besta... abriu sua boca e cospiu fogo e pedras quentes e fumaça. Ele cobriu todo o céu acima e o ponto de encontro entre o céu e a terra não podia mais ser visto. À noite os locais das estrelas ficaram mudados, elas rolaram pelo céu para novas posições (mudança de polo) e então as águas da enchente vieram (a inundação usual). Era um tempo de muito calor, e em seguida veio um frio intenso... Os homens esquecem os dias do Destruidor. Apenas o sábio sabe onde ele vai e que ele irá retornar na sua hora marcada.

Outros Registros Antigos

Em textos persas antigos registra-se que o mundo é levado ao caos total quando aparece uma estrela móvel que os persas chamavam Tistrya [4]. Descreve-se que este objeto muda de forma continuamente, enquanto ele se aproxima da Terra vindo do espaço.

As escrituras sagradas hindus conhecidas como os Vedas também falam de 'quatro' eras passadas. Os hindus referem-se a cada uma dessas era como yugas, e dizem que cada era ou yuga subseqüente é sistematicamente destruída por cataclismas globais chamados pralayas. Esses ciclos destrutivos envolvem enchentes apocalípticas, ventos fortes e incêndios globais (fogo) trazidos pela aparição de um 'objeto flamejante' no céu [2]. Os Vedas também mencionam que cada um desses 'ciclos destrutivos' está separado de cerca de 3.600 a 4.000 anos [5].

Já os antigos babilônicos (no atual Iraque) acreditavam que a Terra tinha cataclismas massivos periodicamente trazidos pela aparição de um 'objeto celestial' que eles chamavam de Marduk. Este objeto é descrito como sendo um visitante enorme e 'radiante' de regiões distantes (interestelar) que revisita a Terra de tempos em tempos, soltando grandes jatos de fogo quando ele passa por nós no espaço [4]. Um outro texto antigo babilônico, conhecido como Talmud, reporta um visitante celestial chamado Kimah, que é a causa final da destruição repetida da Terra. Kimah é geralmente descrito efetivamente como um 'planeta' que passa pela Terra.

Zecharia Sitchin reporta que os antigos sumérios diziam que um 'objeto celestial', que eles chamavam de Nibiru (significando 'Planeta do Cruzamento'), passava pelo nosso sistema solar a cada, aproximadamente, 3.600 anos, o que causava grandes mudanças na Terra, incluindo inundações massivas, terremotos, ativação de vulcões, e às vezes até alterava o eixo de rotação do planeta. No Livro de Enki dos sumérios [6] relata-se "...No alvorecer da manhã, uma nuvem negra surgiu no horizonte... A luz da manhã mudou para uma escuridão".

A Bíblia está cheia de passagens de grandes catástrofes, a mais conhecida sendo a grande enchente (Diluvio) da época de Noé [Noé tinha 600 anos quando veio o Dilúvio, uma inundação sobre a Terra... romperam-se as fontes do grande abismo e abriram-se as cataratas do céu, e durante 40 dias e 40 noites a chuva precipitou-se sobre a Terra...].

Nós vimos acima apenas uma 'pequena amostra' dos muitos registros históricos antigos envolvendo uma grande catástrofe periódica que atinge nosso planeta. Virtulamente todas as culturas antigas de todo o mundo possui registros históricos de um 'objeto celestial' que passa e causa grandes enchentes globais, terremotos e um 'deslocamento' dos polos do planeta. Muitos outros pesquisadores também chegam a esta mesma conclusão sobre a realidade de cataclismas globais que repetidamente atingiu a Terra no passado, acionados pela passagem de um 'visitante celestial'.

Usando todas essas informações pode-se traçar uma 'seqüência de eventos', emergindo uma certa 'cadeia de eventos':

1. Avistamento de um objeto celestial vermelho massivo que aproxima-se da Terra.
2. O objeto causa terremotos, ativa vulcões e leva ao surgimento de ventos violentos.
3. Há queda de uma poeira vermelha, fazendo a Lua, Sol e Terra mudarem para vermelho sangue.
4. Chuva de pedras de fogo, cascalho e ferro.
5. O Sol, a Lua e as estrelas parecem mover-se aleatoriamente nos céus.
6. O Dilúvio - enchentes enormes que varre toda a terra.
7. A mudança das posições do Sol e Lua muda as seqüências temporais de dia/noite.
8. Há destruição de civilizações e de suas culturas em andamento.
9. Há grandes migrações humanas visando sua luta para sobreviver.
10. Há a destruição de tradições/registros/anotações antigas - causando um 'período de branco' na história registrada da humanidade na Terra.

Pode-se notar que as cinzas vulcânicas, junto com a poeira dos ventos fortes, eventualmente bloqueia totalmente a luz da Lua e do Sol, transformando o dia em noite - causando a escuridão envolver toda a terra.

Será que nossa sociedade moderna atual está tão preocupada com as suas atividades do dia-a-dia que está ficando ignorante da história de cataclismas do planeta e da destruição periódica que ele atravessa? Será que esta calamidade recorrente nos irá atingir novamente no futuro próximo e pegar nossa espécie novamente desprevinida e sonolenta - como aconteceu tantas vezes no passado?

[continua]

Referências:
[1] Jaysen Q. Rand, The Return of Planet-X, Futureworld Publ. International, 2007.
[2] Paul Laviolette, Earth Under Fire, Starburst Publ., 1997.
[3] Immanuel Velikovsky, Worlds in Collision, Dell Publishing, 1967.
[4] D.S. Allan e J.B. Delair, Cataclysm, Bear and Company, 1997.
[5] Graham Hancock, Underworld, Crown Publishers, 2002.
[6] Zecharia Sitchin, The Lost Book of Enki, Bear and Company, 2002.

Mais sobre a Bíblia Kolbrin:
1. http://www.crystalinks.com/kolbrin.html
2. http://www.bibliotecapleyades.net/hercolobus/kolbrin.htm
3. http://kolbrin.com/

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