quarta-feira, junho 24, 2009
A Vacina Assassina - 4
Imunização contra qualquer doença se consegue com um modo de vida correto e, não, tomando vacinas.
Tomar vacina é ficar doente, mas sob controle. Vacinas são substâncias que visam estimular nossos anticorpos contra determinados micróbios causadores de doenças (gerando a chamada "imunização"). Para isso, os cientistas colocam na vacina o próprio micróbio causador da doença, porém mais fraco. Desse modo, nosso organismo reage e fica mais preparado para combater o pior.
Entretanto, todo microbiólogo sabe muito bem que não existe vacina 100% segura. Muitos pediatras orientam aos pais que moderem a vacinação de seus filhos. A vacina anticoqueluche é uma das mais criticadas pelos antivacinistas, por causa do número significativo de efeitos colaterais que apresenta.
Estima-se que ocorra, no Brasil, uma média de três mortes relacionadas com o uso de vacinas por ano. Em janeiro de 2000, por exemplo, a jovem Anizete Alves de Lima faleceu em São Desidério, Bahia, cinco dias após ser vacinada; ela apresentava todos os sintomas da febre amarela. Em fevereiro do mesmo ano, a jovem Katy Cristina Ramos morreu em Campinas (SP), por causa de insuficiência respiratória e hepática, um dia depois da vacinação. Desde 1942, há registros no país que indicam certa relação entre os surtos de meningite e a vacina contra a febre amarela.
Nos EUA, a cada ano, oito crianças ficam paraliticas pelo uso do vírus "enfraquecido" da poliomielite usado na vacina Sabin - usada desde 1962. Por isso, foi suspenso o uso dessa vacina naquele país, por determinação da Academia Americana de Pediatria. Então, os americanos passaram a utilizar a antiga vacina Salk, preparada com vírus mortos da pólio. No Brasil, a vacina Sabin ainda é utilizada, apesar dos riscos - irrelevantes do ponto de vista estatístico, mas lamentável do ponto de vista humano.
A Suécia não utiliza mais a vacina tríplice DPT (contra difteria, coqueluche e tétano), ainda usada no Brasil. Agora os suecos usam uma variedade dupla que elimina o componente "pertussis", a coqueluche "atenuada" (o P da sigla), responsável por lesões permanentes em crianças e muitos casos fatais.
Em 1997, o Dr. Harris Coulter, presidente do Centro de Medicina Empírica, de Washington, expôs casos que sugerem que as vacinas são responsáveis indiretas pelo aumento de mil por cento do número de diabéticos norte-americanos nas últimas seis décadas.
Os vacinistas dizem que as centenas de crianças que morrem por ano em decorrência das vacinas não devem ser levadas em consideração diante dos milhões de crianças que morreriam caso não se vacinassem.
Os antivacinistas, no entanto, afirmam que as vacinas começaram a ser usadas quando as principais doenças já estavam em declínio, por vários fatores que nada têm a ver com a vacinação: evolução das defesas naturais do organismo humano, melhoria da alimentação e das condições de higiene/saneamento, em meados do Século 19.
Na Inglaterra, a incidência de coqueluche reduziu 82%, de 1900 a 1935; e a vacinação em massa contra essa doença só ocorreu nos anos 40. Segundo o médico Harold Buttram, o índice de óbitos nos EUA provocados pelo sarampo caiu 95% entre 1915 e 1958; e a vacina contra essa doença só foi criada em 1964!
Apesar desses dados, todos os governos do planeta fazem campanha de medo para que todas as pessoas se vacinem constantemente. Pura inocência, ou existe alguma agenda secreta que não está sendo divulgada para a população??
Fonte: Revista Verdades Ocultas, No. 9, Ano 2, E.M. Editora, outubro 2006.
Para saber mais:
1. http://www.overstream.net/view.php?oid=m1rgnsagtnlt : entrevista afirmando que a Aids (Sida) e a atual gripe suína foram iniciadas via injeções de vacinas contaminadas.
Marcadores: diabetes, morte, Sabin, vacina
