segunda-feira, novembro 13, 2023
Estórias da carochinha para trouxas
A história oficial que nos é contada está repleta de estórias da carochinha (mentiras), visando nos enganar, nos fazendo de trouxas. Nos contam que povos antigos, cuja tecnologia mais avançada de transporte consistia de carroças puxadas por burros e cavalos, foram os responsáveis pela construção de estruturas gigantes e magníficas, além de estátuas de mármore que não temos condições que reproduzir hoje em dia, com toda a nossa mais avançada tecnologia. Obviamente, essas obras foram construídas por civilizações muito mais avançadas do que a atual, como a civilização da Tartária e do antigo Egito.
Eis uma catedral oficialmente construída em época em que só existiam carroças:
O número de estórias da carochinha (mentiras) que nos são ensinadas nas escolas como verdades é enorme:
1. Nos é ensinado que vivemos em um planeta que tem a forma de uma esfera (globo) e que gira em torno de um grande astro luminoso chamado Sol, muito maior do que a Terra. A superfície das águas dos oceanos é, também, uma esfera devido à presença de uma enorme força da gravidade. Tudo mentira! Vivemos em uma região plana, no mesmo plano da superfície dos oceanos. A Terra não se move, o que se move é um pequeno Sol a uma pequena distância fixa do solo terrestre. A Lua tem a mesma dimensão do Sol e também se move a uma pequena distância fixa do nosso solo. Qualquer pessoa pode ter uma prova fotográfica dessas afirmações: após algumas tentativas, consegue-se tirar fotos com a presença de nuvens ATRÁS do Sol (ao amanhecer ou entardecer) e da Lua, algo impossível de acontecer se Sol e Lua estivessem nas distâncias da Terra que nos é contada [150.000.000 km para o Sol e 360.000 km para a Lua].
2. Todas as datas históricas que nos são ensinadas estão erradas: introduziram mil anos inexistentes no nosso calendário! Hoje estamos na data correta de 1023, e não em 2023. Tudo que nos contam oficialmente que ocorreu entre Jesus (ano 1) e o ano 1000 são estórias da carochinha. A manipulação feita foi a seguinte: colocaram a letra M (significando "mil") antes das datas corretas em algarismos romanos, e a letra I (de Iesus) ou J (de Jesus) antes das datas corretas em algarismos arábicos. As letras I e J foram, posteriormente (até hoje), interpretadas como sendo o número 1 (um).
[continua]
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