domingo, abril 08, 2007
Usos do Som - 1
No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio junto de Deus.
Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi criado. Nele estava a Vida.
A passagem acima abre o Evangelho Segundo São João [1:1-4], do Novo Testamento da Bíblia. Nela o "verbo" é também, às vezes, traduzido como "palavra" e é algo intrinsicamente relacionado a SOM. Que é o som? É uma energia (acústica) que vibra em uma determinada faixa de freqüências. Segundo o redator do trecho bíblico acima, tudo no Universo foi feito usando som.
O som pode ser usado para curar, para matar e para fazer construções de pedras muito pesadas, como as pirâmides do Egito antigo (via levitação). A levitação sonora também pode ser usada para construir objetos voadores. Farei, inicialmente, algumas citações do artigo [1].
Nos anos 1950s um engenheiro sueco chamado Henry Kjellson escreveu um livro ["The Lost Techniques", As Técnicas Perdidas] onde documenta os registros de dois viajantes europeus ao Tibete, que presenciaram levitação acústica naquele país.
No primeiro registro, em 1969 um sueco de nome Dr. Jarl, formado na Oxford University, na Inglaterra, e membro da English Scientific Society, foi convidado por um ex-colega para visitar o Tibete, onde esse seu colega estava estudando sob a supervisão de um lama senior. Devido a essa amizade, foi permitido ao Dr. Jarl testemunhar algumas práticas tradicionais secretas que estavam ainda sendo usadas, tendo permanecido inalteradas por milhares de anos. Durante uma visita a um mosteiro ao sudoeste de Lhasa, Jarl testemunhou um grupo de monges, sob a tutela do lama, moverem uma pedra que tinha 1,5 metro de comprimento, 1 metro de altura e 1 metro de largura. Essa pedra foi movida do chão até uma abertura (que parecia uma caverna) que ficava cerca de 250 metros acima do solo. Na realidade, não era uma entrada de caverna, mas uma grande muralha de rocha que os monges estavam construindo.
Eis a descrição de como foi feita a levitação dos pesados blocos de pedra: "No meio do prado, cerca de 250 metros do morro, estava um bloco de pedra polida com uma cavidade tipo tijela no centro. A tijela tinha um diâmetro de um metro e uma profundidade de 15 centímetros. O bloco de pedra foi colocado nesta cavidade por um grupo de yaks (tipo de boi da região). O bloco tinha um metro de largura e 1,5 metros de comprimento. Então, 19 instrumentos musicais foram colocados em um arco de 90 graus a uma distância de 63 metros do bloco de pedra. O raio de 63 metros foi medido com muita precisão. Os instrumentos musicais consistiam de 13 tambores e 6 trombetas (ragdons). Oito tambores tinham uma seção transversal de um metro, e um comprimento entre um e um metro e meio. Quatro tambores eram de tamanhos médios, com uma seção transversal de 0,7 metro e um comprimento de um metro. O único tambor pequeno tinha uma seção transversal de 0,2 metro e um comprimento de 0,3 metro. Todos as trombetas eram do mesmo tamanho. Elas tinham um comprimento de 3,12 metros e uma abertura de 0,3 metro.
Os tambores grandes e todas as trombetas estavam fixados em bases que podiam ser ajustadas com varas na direção do bloco de pedra. Os tambores grandes eram feitos de uma lâmina de ferro de espessura de 3 milímetros e tinham um peso de 150 kg. Eles eram construídos em cinco seções. Todos os tambores eram abertos em uma extremidade, enquanto a outra extremidade tinha um fundo de metal, na qual os monges batiam com um grande bastão revestido de couro. Atrás de cada instrumento havia uma fila de monges. Quando o bloco de pedra estava na posição correta, o monge atrás do tambor pequeno dava um sinal para começar o concerto. Esse tambor pequeno tinha um som bem agudo, e podia ser ouvido até com todos os outros instrumentos fazendo o maior barulhão. Todos os monges ficavam cantando e recitando orações, lentamente aumentando o ritmo desse ruído inacreditável. Durante os primeiros 4 minutos nada aconteceu, mas quando a velocidade dos tambores e do ruído aumentaram, o grande bloco de pedra começou a balançar e oscilar, e de repente ele levantou-se no ar com uma maior velocidade na direção da plataforma em frente do buraco da caverna a 250 metros de altura. Após 3 minutos de ascenção, ele foi colocado na plataforma"
O Dr. Jarl filmou este evento. No entanto, a English Scientific Society, para a qual o Dr. Jarl estava trabalhando, confiscou os dois filmes feitos e os declarou "classified" [secreto para o público]; desta forma eles nunca chegaram até o domínio público. Portanto, talvez não seja coincidência que a Inglaterra foi o primeiro país do mundo a desenvolver os objetos voadores chamados hovercraft e os aviões a jato Harrier, que decolam na vertical, e que equipam os porta-aviões britânicos.
No segundo registro do livro de Kjellson, um austríaco chamado Linauer afirmou que nos anos 1930s ele estava em um mosteiro remoto no norte do Tibet onde lhe foi mostrado dois instrumentos estranhos que podiam produzir a perda de peso de pedras. O primeiro era um enorme gongo, com 3,5 metros de diâmetro, feito de uma liga de 3 metais diferentes e que fazia um som extremamente baixo quando tocado. O segundo instrumento também era constituído de 3 metais diferentes, mas era de uma forma de casca semi-oval medindo 2 metros de comprimento e 1 metro de largura, com cordas esticadas ao longo de seu comprimento sobre a superfície oca. Linauer foi informado que ele criava uma onda de ressonância inaudível quando o gongo era tocado. Os dois instrumentos eram usados com um par de telas grandes, posicionadas de tal forma a formar uma configuração triangular. O gongo era tocado com um grande porrete que produzia uma série de ondas sonoras curtas de baixa freqüência; um monge podia então elevar um pesado bloco de pedra com apenas uma mão. Segundo Linauer, os monges disseram a ele que foi dessa forma que seus ancestrais construíram as muralhas de proteção no Tibete, e que estes dispositivos também podiam desintegrar qualquer matéria física.
[continua]
Referências:
[1] Levitation and Flight in the Ancient World: A Modern Perspective,
http://www.thothweb.com/article-print-2902.html
O som pode ser usado para curar, para matar e para fazer construções de pedras muito pesadas, como as pirâmides do Egito antigo (via levitação). A levitação sonora também pode ser usada para construir objetos voadores. Farei, inicialmente, algumas citações do artigo [1].
Nos anos 1950s um engenheiro sueco chamado Henry Kjellson escreveu um livro ["The Lost Techniques", As Técnicas Perdidas] onde documenta os registros de dois viajantes europeus ao Tibete, que presenciaram levitação acústica naquele país.
No primeiro registro, em 1969 um sueco de nome Dr. Jarl, formado na Oxford University, na Inglaterra, e membro da English Scientific Society, foi convidado por um ex-colega para visitar o Tibete, onde esse seu colega estava estudando sob a supervisão de um lama senior. Devido a essa amizade, foi permitido ao Dr. Jarl testemunhar algumas práticas tradicionais secretas que estavam ainda sendo usadas, tendo permanecido inalteradas por milhares de anos. Durante uma visita a um mosteiro ao sudoeste de Lhasa, Jarl testemunhou um grupo de monges, sob a tutela do lama, moverem uma pedra que tinha 1,5 metro de comprimento, 1 metro de altura e 1 metro de largura. Essa pedra foi movida do chão até uma abertura (que parecia uma caverna) que ficava cerca de 250 metros acima do solo. Na realidade, não era uma entrada de caverna, mas uma grande muralha de rocha que os monges estavam construindo.
Eis a descrição de como foi feita a levitação dos pesados blocos de pedra: "No meio do prado, cerca de 250 metros do morro, estava um bloco de pedra polida com uma cavidade tipo tijela no centro. A tijela tinha um diâmetro de um metro e uma profundidade de 15 centímetros. O bloco de pedra foi colocado nesta cavidade por um grupo de yaks (tipo de boi da região). O bloco tinha um metro de largura e 1,5 metros de comprimento. Então, 19 instrumentos musicais foram colocados em um arco de 90 graus a uma distância de 63 metros do bloco de pedra. O raio de 63 metros foi medido com muita precisão. Os instrumentos musicais consistiam de 13 tambores e 6 trombetas (ragdons). Oito tambores tinham uma seção transversal de um metro, e um comprimento entre um e um metro e meio. Quatro tambores eram de tamanhos médios, com uma seção transversal de 0,7 metro e um comprimento de um metro. O único tambor pequeno tinha uma seção transversal de 0,2 metro e um comprimento de 0,3 metro. Todos as trombetas eram do mesmo tamanho. Elas tinham um comprimento de 3,12 metros e uma abertura de 0,3 metro.
Os tambores grandes e todas as trombetas estavam fixados em bases que podiam ser ajustadas com varas na direção do bloco de pedra. Os tambores grandes eram feitos de uma lâmina de ferro de espessura de 3 milímetros e tinham um peso de 150 kg. Eles eram construídos em cinco seções. Todos os tambores eram abertos em uma extremidade, enquanto a outra extremidade tinha um fundo de metal, na qual os monges batiam com um grande bastão revestido de couro. Atrás de cada instrumento havia uma fila de monges. Quando o bloco de pedra estava na posição correta, o monge atrás do tambor pequeno dava um sinal para começar o concerto. Esse tambor pequeno tinha um som bem agudo, e podia ser ouvido até com todos os outros instrumentos fazendo o maior barulhão. Todos os monges ficavam cantando e recitando orações, lentamente aumentando o ritmo desse ruído inacreditável. Durante os primeiros 4 minutos nada aconteceu, mas quando a velocidade dos tambores e do ruído aumentaram, o grande bloco de pedra começou a balançar e oscilar, e de repente ele levantou-se no ar com uma maior velocidade na direção da plataforma em frente do buraco da caverna a 250 metros de altura. Após 3 minutos de ascenção, ele foi colocado na plataforma"
O Dr. Jarl filmou este evento. No entanto, a English Scientific Society, para a qual o Dr. Jarl estava trabalhando, confiscou os dois filmes feitos e os declarou "classified" [secreto para o público]; desta forma eles nunca chegaram até o domínio público. Portanto, talvez não seja coincidência que a Inglaterra foi o primeiro país do mundo a desenvolver os objetos voadores chamados hovercraft e os aviões a jato Harrier, que decolam na vertical, e que equipam os porta-aviões britânicos.
No segundo registro do livro de Kjellson, um austríaco chamado Linauer afirmou que nos anos 1930s ele estava em um mosteiro remoto no norte do Tibet onde lhe foi mostrado dois instrumentos estranhos que podiam produzir a perda de peso de pedras. O primeiro era um enorme gongo, com 3,5 metros de diâmetro, feito de uma liga de 3 metais diferentes e que fazia um som extremamente baixo quando tocado. O segundo instrumento também era constituído de 3 metais diferentes, mas era de uma forma de casca semi-oval medindo 2 metros de comprimento e 1 metro de largura, com cordas esticadas ao longo de seu comprimento sobre a superfície oca. Linauer foi informado que ele criava uma onda de ressonância inaudível quando o gongo era tocado. Os dois instrumentos eram usados com um par de telas grandes, posicionadas de tal forma a formar uma configuração triangular. O gongo era tocado com um grande porrete que produzia uma série de ondas sonoras curtas de baixa freqüência; um monge podia então elevar um pesado bloco de pedra com apenas uma mão. Segundo Linauer, os monges disseram a ele que foi dessa forma que seus ancestrais construíram as muralhas de proteção no Tibete, e que estes dispositivos também podiam desintegrar qualquer matéria física.
[continua]
Referências:
[1] Levitation and Flight in the Ancient World: A Modern Perspective,
http://www.thothweb.com/article-print-2902.html
Marcadores: construção, som, Tibete
