Thursday, October 12, 2017

 

Ouro de Ofir


Abaixo trechos desse livro [1] de Annabel Sampaio.

A Alquimia dos Tempos Áureos desenvolveu o Elixir da Longa Vida, que proporcionava permanecer sobre a face da Terra até enjoar de viver. Quem pode nos garantir que a Santa Inquisição não teve, como principal objetivo, destruir as provas desta Alquimia, que envolvia "bruxaria"?

O fundamento de tudo é o som. O Evangelho Segundo João nos afirma que: "No princípio era o Verbo (a palavra, o som)...e todas as coisas foram feitas por meio dele e, sem ele, coisa alguma foi feita, e nele estava a vida". Quando sentimos ou pensamos, nós estamos emitindo um som. Se nós temos sentimentos ou pensamentos ruins, nós desarmonizamos os padrões vibratórios de nosso corpo e ao nosso redor. Assim, atraímos a doença, pois atrairemos para nós aquilo que pensamos ou sentimos. É o som que determina o nosso equilíbrio. Da mesma forma, a saúde do homem está intimamente ligada às ondas eletromagnéticas que ele recebe.

Um som melodioso pode potencializar os efeitos de medicamentos e o uso de certos minerais. Em um passado longínquo havia profissionais do som. Eles cantavam para aumentar a frequência vibracional de determinada função. O som de um coral de mil vozes foi utilizado na construção das Pirâmides do Egito. Ele serviu para potencializar o efeito de levitação aplicado nas pedras pesando toneladas, a fim de que elas fossem erguidas sem esforço às alturas. Os construtores das pirâmides utilizaram um minério que através de um processo químico, adquire o efeito de levitar. Esse minério é um supercondutor, ou seja, ele é capaz de transferir essa propriedade de levitação para qualquer coisa que se encoste a ele, produzindo uma luz polarizada flutuante com um campo magnético nulo. Este minério é o Ouro de Ofir. Durante o tempo que os blocos de pedra estavam levitando, havia um coral de mil vozes potencializando o efeito da levitação. Eram os operários do som.

O DNA do corpo humano oscila para nos proteger das agressões do meio ambiente, principalmente da interferência de ondas eletromagnéticas. O ouro de Ofir, quando ingerido, funciona como um amplificador da capacidade do DNA em transformar o som em benefício para o corpo humano. O ouro de Ofir, utilizado como elixir da longa vida, deve ser complementado com uma terapia de sons, pois o sinal mineral do ouro monoatômico vai amplificar o efeito benéfico das ondas sonoras na modelagem do DNA humano.

O DNA (ou ADN, em português) humano é como uma antena biológica que capta qualquer alteração provocada dentro ou fora do organismo humano. Em tese, qualquer pensamento ou emoção que o homem tenha é transformado em ondas sonoras. O som do pensamento e da emoção é captado pelo DNA, induzindo o organismo a liberar mais ou menos de determinado hormônio. O DNA consiste em um composto orgânico, cujas moléculas possuem instruções genéticas para coordenar o funcionamento do corpo de todos os seres vivos. O DNA está no núcleo de todas as células presentes no corpo humano e carrega todas as informações genéticas de todos os seres vivos, exceto de alguns tipos de vírus. 

Os telômeros são estruturas constituídas por fileiras repetitivas de proteínas e DNA, que formam as extremidades dos cromossomos. Sua principal função é manter a estabilidade estrutural do cromossomo. Cada vez que uma célula se divide, os telômeros são encurtados. Como eles não se regeneram, chega um ponto em que eles não permitem mais a correta replicação dos cromossomos e a célula perde completa ou parcialmente a sua capacidade de divisão. Por isso o homem envelhece, pois os telômeros se esgotam e não há mais a regeneração celular, não há mais divisão correta das células e assim elas morrem.

Por isso, o elixir da longa vida deve atuar diretamente nos telômeros das células, fechando-os em sua porção distal, mantendo os cromossomos alongados e "selados". Assim, a renovação celular se processará com o mínimo de mutação possível, mantendo o organismo sempre com células jovens. A estimativa do tempo de vida que o indivíduo ainda poderá viver está diretamente relacionada com o tamanho dos telômeros de suas células.

Para a melhoria da saúde física e mental do homem seria necessário ativar as 10 hélices desativadas de nossos DNA, corrigindo, assim, as suas discrepâncias estruturais. Por algum motivo o nosso DNA sofreu regressão de 12 para 2 hélices de DNA. Além de ter sido desconectado das 10 fitas do sistema endócrino. Com esse rompimento, houve a atrofia da glândula pineal, da pituitária e, até mesmo, do hipotálamo (todas no cérebro). Em relação à atrofia da glândula pineal, o homem se tornou menos intuitivo, menos voltado aos aspectos "sobrenaturais". É como se "estragassem o telefone pelo qual o homem poderia ter contato com seres de outra dimensão". Quanto ao hipotálamo atrofiado, ele faz a ligação com o sistema nervoso e o sistema endócrino, comprometendo os sistemas de controle de emoções e a atividade sexual. O hipotálamo também controla a fome, a sede e a temperatura corporal. Com o funcionamento deficitário do hipotálamo o homem pode ficar mais agressivo, procriar mais, beber e comer mais. Ou seja, isso deixa o homem mais animal do que ele já é. Esse desligamento parcial da fita do DNA fez com que fosse ativado "a parte selvagem do homem". Isso torna mais difícil a evolução. Quanto à pituitária, essa glândula se atrofiou tanto que hoje ela parece um grão de ervilha no nosso cérebro, pesando no máximo 1 grama. Mesmo assim, ela continua sendo a glândula mestre do nosso corpo, comandando setores de suma importância em nosso organismo. Que brincadeira de mau gosto eles (os anunnaki) fizeram conosco?

O que era o cálice que fez brotar as lendas sobre o Santo Graal? Era o cálice contendo o preparado com o pó de ouro de Ofir (ou pó branco de Mfkzt) oferecido aos Faraós e Iniciados da Antiguidade. Através da Alquimia, os deuses da antiguidade usavam esse processo para conseguir a consciência iluminada. Quem tomava esse preparado miraculoso, desenvolvia um halo luminoso em volta do corpo e era considerado um iniciado pelas Escolas Iniciáticas da Antiguidade. O iniciado possuía a capacidade de se tornar um iluminado (ou illuminati). Essa característica de iluminação pode ser observada nas auréolas das cabeças de imagens de santos do Evangelho. Céu vem do latim, Caeliem, que significa brilhante.

[continua]

Referência:
[1] Annabel Sampaio, Ouro de Ofir, Editora Geneve, São Paulo, 2013.

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Monday, November 10, 2008

 

Levitação Sonora

"No princípio era o Verbo (som) e tudo foi feito com ele", João

Lendo o artigo abaixo (retirado da internet) podemos ter uma idéia de como poderiam ter sido construídas, por exemplo, as pirâmides do Egito e as grandes construções de pedra dos índios da América. Outra alternativa para obter levitação de grandes blocos de pedra, que já tratamos anteriormente, consiste na utilização de pó de ouro branco. Trata-se, portanto, de tecnologias do passado que ainda não re-descobrimos (não disponível para a maioria da população) na época atual. Mostra, também, que já existiu civilizações humanas, no passado, mais evoluídas tecnologicamente do que a atual, neste planeta.

Pela leitura abaixo também vemos que não é por acaso que a Grã-Bretanha foi o primeiro país do mundo a construir os aviões a jato Harrier (usados nos porta-aviões britânicos, por levantarem e pousarem na vertical) e os transportadores conhecidos como Hovercraft (espécie de balsas flutuantes - sobre colchão de ar - sobre terra ou mar/lago). Boa leitura.

Monges tibetanos dominam a tecnologia da levitação

Um dos possíveis métodos de se gerar gravidade artificial ou "anti-gravidade" é através do SOM. Mais especificamente, através da ressonância sonora.

Uma história muito intrigante agora nos vem a tona relacionada com uma técnica de construção dos templos dos monges tibetanos. Eles conseguem elevar enormes blocos de pedra através de um complicado sistema de instrumentos musicais dispostos ao redor do bloco. O grande Mestre é quem comanda este "concerto", e, quando determinado arranjo de freqüências é atingido, o bloco simplesmente começa a flutuar, e a subir, e quando ele chega na altura desejada, o "concerto" pára e o bloco é posicionado.

A seguir, está o relato, publicado em uma revista alemã, que descreve toda a história em detalhes:

"Nós sabemos dos mestres do oriente que eles eram capazes de levantar pesados blocos de pedra e colocá-los em alturas muito elevadas, com o auxílio de um arranjo de vários sons. O conhecimento das várias vibrações na freqüência audível demonstra para um físico que um campo sonoro vibrante e condensado pode anular o efeito da gravidade. O engenheiro suiço Olaf Alexanderson escreveu sobre este fenômeno na publicação Implosion, No. 13. O seguinte relato é baseado nas observações que foram feitas a apenas 20 anos atrás no Tibet. O autor do relato é o engenheiro civil e aviador Henry Kjelson, um amigo meu. Ele mais tarde incluiu este relato no livro The Lost Techniques (As Técnicas Perdidas).

Este é o relato: Um doutor suiço, Dr. Jarl, amigo de Kjenson, estudou em Oxford. Nessa época, ele fez amizade com um jovem estudante tibetano. Alguns anos depois, em 1939, Dr. Jarl fez uma viagem ao Egito para a English Scientific Society. Lá ele foi visto por um mensageiro de seu amigo tibetano, e urgentemente pediu que viesse ao Tibet para tratar de um grande Lama. Depois que o Dr. Jarl se desocupou, ele seguiu o mensageiro e chegou, depois de uma longa viagem de avião e de caravana de Yakes (animais de carga tibetanos), no monastério, onde o velho Lama e seu amigo, que agora estava em uma alta posição, estavam vivendo.

Dr. Jarl ficou lá por um tempo, e por causa de sua grande amizade com os tibetanos, ele aprendeu um monte de coisas que outros estrangeiros não têm chance de escutar, ou observar.

Um dia seu amigo o levou para um lugar na vizinhança do monastério e mostrou a ele um prado inclinado perto de grandes colinas ao noroeste. Em uma das paredes da colina, com uma altura de aproximadamente 250 metros, estava um grande buraco que parecia ser a entrada de uma caverna. Na frente deste buraco estava uma plataforma que os monges estavam utilizando para construir uma parede de pedra. O único acesso a esta plataforma era do topo da colina e os monges desciam com a ajuda de cordas.

Mais 250 metros abaixo da plataforma estava um grande bloco de pedra polido com uma cavidade em forma de tigela no centro. Esta cavidade tinha um diâmetro de um metro e profundidade de 15 centímetros. Um outro bloco de pedra foi manipulado com a ajuda dos Yakes e foi encaixado na cavidade. O grande bloco tinha um metro de largura e um metro e meio de profundidade. Então 19 instrumentos musicais foram posicionados em um arco de 90 graus a uma distância de 63 metros do bloco de pedra. O raio de 63 metros foi medido com extrema precisão. Os instrumentos musicais consistiam de 13 tambores e 6 trumpetes. Oito tambores tinham raio de 1 metro e profundidade de 1 metro e meio. Quatro tambores eram de tamanho médio, com raio de 70 centímetros e profundidade de 1 metro. O único tambor pequeno tinha raio de 20 cm e profundidade de 30 cm. Todos os trumpetes eram do mesmo tamanho. Eles tinham um comprimento de 3.12 metros e abertura de 30 cm. Os tambores grandes e todos os trumpetes estavam fixados em montes que podiam ser ajustados com cajados na direção do bloco de pedra. Os grandes tambores eram feitos de folhas de ferro de 3 mm de espessura, e tinham um peso de 150 kg. Eles eram construídos em 5 seções. Todos os tambores eram abertos na extremidade, e na outra estavam fechados por paredes de metal, na qual os monges batiam com paus revestidos de couro. Atrás de cada instrumento estava uma fila de monges. Quando a pedra estava em posição, o monge atrás do pequeno tambor dava um sinal para começar o concerto. O tambor pequeno tinha um som muito agudo, que podia ser ouvido mesmo com os outros instrumentos fazendo um terrível barulho. Os monges estavam cantando uma oração, aos poucos fazendo crescer o período deste barulho inacreditável. Durante os primeiros quatro minutos nada aconteceu, então à medida que a velocidade de batida dos tambores e o barulho crescia, o grande bloco de pedra começou a se mexer, e de repente ele levantou vôo com uma velocidade crescente em direção da plataforma na frente do buraco da caverna. Depois de três minutos de subida ele pousou na plataforma.

Continuamente eles traziam novos blocos para a plataforma, e os monges usando este método transportavam de 5 a 6 blocos por hora em uma trajetória parabólica de aproximadamente 500 metros de extensão e 250 metros de altura. De tempos em tempos uma pedra caía, e os monges moviam a pedra caída para longe. Uma tarefa inacreditável. O Dr. Jarl sabia do transporte destas pedras. Outros experts tibetanos como Linaver, Spalding e Huc já falaram sobre isso, mas eles nunca tinham visto. Então Dr. Jarl foi o primeiro estrangeiro que teve a oportunidade de ver este espetáculo fantástico. Ele fez dois filmes sobre o experimento, porque achava que podia estar sendo vítima de uma psicose, mas os filmes mostraram exatamente aquilo que ele estava testemunhando.

A Sociedade Inglesa, para a qual o Dr. Jarl estava trabalhando, confiscou os dois filmes e os declarou altamente sigilosos. Eles não estarão disponíveis até 1990 (este prazo expirou há muito tempo). Esta atitude é difícil de explicar, ou de entender.

O fato de que os filmes foram imediatamente confiscados não é muito difícil de entender.

Torna-se claro que os monges tibetanos estão totalmente a par das leis que governam a estrutura da matéria, que os cientistas do mundo ocidental da atualidade estão ainda investigando. Acha-se que as orações cantadas pelos monges não têm relação com a levitação. O segredo está no posicionamento geométrico dos instrumentos musicais em relação as pedras a serem levitadas, e o ajuste harmônico dos tambores e trumpetes. As ondas de som sendo geradas pela combinação eram direcionadas de certa forma que um efeito anti-gravitacional era criado no centro de foco, onde estavam as pedras, e na periferia ao redor, certa de um terço do círculo no qual as pedras se moviam.

Em alguns livros muito antigos, existia a descrição de máquinas voadoras que ao voar provocavam um som melodioso, e teorizavam que existia um propulsor sônico que emitia som em freqüências que ressonavam com as freqüências naturais da máquina.

Agora os tibetanos nos deram uma indicação direta de como construir uma máquina voadora com propulsão sônica anti-gravitacional. Tudo o que é necessário é completar o círculo de geradores sônicos, indicados pelos tambores e trumpetes, e nós teremos um disco que cria um força de levitação anti-gravitacional no centro.

Pelo visto, nosso conhecimento científico já está a frente deste tipo de pesquisa, e certamente muitos veículos experimentais já foram construídos. Geradores de alta freqüência provavelmente tomaram os lugares dos de baixa freqüência, e sistemas eletrônicos de controle das freqüências nos dariam controle da direção do movimento.

Com este tipo de pesquisa sendo feita, diria que os dias dos aviões convencionais estão contados."

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Sunday, June 08, 2008

 

Poluição Sonora e Surdez


É quase impossível encontrar locais não barulhentos nas cidades, já que nelas os ruídos estão em toda a parte. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), um órgão da ONU, os ruídos são a terceira principal causa de poluição mundial e, no último ano, ocorreu um aumento de 15% de surdez entre a população de nossa planeta. O problema afeta cerca de 2,5 milhões de brasileiros e é a segunda causa de deficiência no País, conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Se não bastasse o excesso de barulho a que estamos sujeitos nas grandes cidades, diversas profissões agravam esse problema, e algumas atividades causam danos irreversíveis na audição de trabalhadores. Especialistas lembram que esse problema é típico da pós-Revolução Industrial. Antes da industrialização, só depois dos 50 anos as pessoas costumavam apresentar algum grau de surdez. Hoje, nas grandes cidades, o problema costuma aparecer a partir de 35 anos, em virtude dos hábitos da população, acostumada a ouvir música alta nos fones de ouvido, freqüentar casas noturnas e enfrentar diariamente o alto barulho no trânsito. A exposição também ocorre em muitas outras atividades de lazer, como ir ao cinema, por exemplo.

Segundo a fonoaudióloga Mariana Sanseverino, a exposição a altos níveis de ruído deixou de ser realidade apenas de operários em linha de produção industrial, abrangendo agora DJs, motoristas, motoboys, agentes de trânsito, policiais, motoristas de ambulâncias, operadores de britadeiras, trabalhadores de gráfica, músicos, operadores de áudio em emissoras de rádio, operários de fábricas e funcionários que atuam nas pistas de aeroportos. Ela informa que o nível médio de ruído no trânsito é de cerca de 70 decibéis (dB), mas em casas noturnas, o índice chega a 130 dB, correspondente ao som de uma explosão. Em alguns casos, o barulho gerado em ambientes de escritório chega a 70 dB ou 80 dB.

A exposição continuada a sons entre 100 e 120 decibéis pode levar à perda auditiva, e algumas atividades profissionais têm na legislação a obrigatoriedade do uso de tampões de proteção (como nos aeroportos). "Acima de 100 decibéis é indispensável o uso de protetores", diz a fonoaudióloga.

Para prevenir a perda auditiva e outros problemas de saúde, é recomendado o uso de protetor de ouvido, considerado como Equipamento de Proteção Individual (EPI). Mariana explica que o protetor tipo tampão - geralmente nas cores laranja ou amarelo - abafa o ruído, mas permite que a pessoa escute o som, pois reduz apenas até 15 dB. O EPI com protetor e abafador é bastante utilizado por funcionários que atuam nas pistas dos aeroportos.

A perda auditiva causada por ruídos é muito comum hoje em dia. A sugestão de especialistas é que as pessoas aprendam a se desligar de tudo por alguns minutos ao longo do dia, procurando locais de silêncio completo. E à noite, dormir sem a interferência de ruídos, para conseguir um bom descanso fisiológico.

Deve-se ficar atento para alguns sintomas que podem indicar problemas auditivos:

1. Pedir com freqüência para que as pessoas repitam o que dizem;
2. Apresentar dificuldades para acompanhar conversas;
3. Apresentar dificuldade para ouvir quando está em locais com muito ruído de fundo, como televisão ligada, crianças brincando ou no trânsito;
4. Apresentar dificuldade para ouvir à distância, por exemplo, na missa;
5. Não ter certeza se o som vem de trás ou de frente;
6. Necessitar aumentar o volume da televisão e do rádio;
7. Apresentar sentimentos negativos, como depressão ou isolamento.

Devemos lembrar que o ruído possui uma energia sonora associada. Essa energia não-harmônica irá interagir com a energia harmoniosa que sustenta nosso corpo físico, podendo levar ao seu funcionamento não-harmônico, devido a essa interferência.

Fonte:
Sheila Vieira, "Poluição sonora aumenta em 15% a surdez da população", Jornal Correio Popular, Caderno Empregos, 8 de junho de 2008.

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Monday, April 14, 2008

 

O Som do Silêncio

"No início era o Verbo. O Verbo era Deus. Nada foi feito sem o Verbo", Evangelista João.

Em um ambiente silencioso, se voltarmos nossa atenção para nosso interior, na região da cabeça, poderemos identificar um som contínuo. Este som não se confunde com o som (ruído) fisiológico que ocasionalmente podemos ter na região dos ouvidos (quando entra água nos nossos ouvidos, por exemplo), geralmente devido a um distúrbio em nossa saúde. O som do silêncio é um som interno, percebido na região da cabeça, e não um som externo, vindo do mundo externo. O som interno é contínuo (constante, presente durante as 24 horas do dia) e porisso não atrapalha a audição dos sons externos, geralmente sons variáveis. Nosso cérebro facilmente cancela a componente constante do som.

As tradições orientais comentam sobre este som: no induismo costuma-se chamá-lo de "Anahata Nada" e os místicos chineses o chamavam de som "hu". Informa-se [1] que existem dez tipos de sons hu. Como, segundo o evangelista João, tudo é feito de som, de vibração, isso pode incluir o nosso corpo, que é chamado de "hu-mano", significando "homem tipo HU" (hu-man, em inglês). Afinal, como surge este som espiritual? Um tipo de explicação é que este som interno é o resultado do fluxo da energia kundalini em direção ao cérebro. Se focarmos nossa atenção nele, podemos aumentar o seu nível, via meditação, e facilitar o deslocamento de nossa consciência para fora do corpo físico, algo chamado de desdobramento astral ou viagem astral. Isto pode contribuir para aumentar nossa percepção de uma realidade mais ampliada. Outra forma de aumentar o nível desse som espiritual seria através da ingestão de ouro na forma de um pó branco, algo também conhecido como ORMUS [1].

O som que eu ouço continuamente é o de uma orquestra de mil cigarras...

Referência:
[1] http://www.subtleenergies.com/ORMUS/tw/sounds.htm

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Monday, March 31, 2008

 

A Terapia Sonora


No princípio era o Verbo e o Verbo era Deus.

Ele estava no princípio junto de Deus.
Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito.
Nele havia vida e a vida era a luz dos homens.
(Abertura do Evangelho Segundo São João, na Bíblia)

Nesta passagem o evangelhista João Zebedeu nos informa que todo o Universo é feito e mantido por vibrações (verbo, som, energia vibratória). Isso inclui nosso corpo físico, obviamente, que pode ser preservado ou prejudicado pelo uso de som, harmônico ou não. Nos mosteiros do Oriente, é muito comum os monges passarem muitas horas do dia emitindo sons, chamados de mantras, com finalidades benéficas ao corpo físico. Na prática de Yoga também é comum a emissão de mantras salutares ao corpo. Já na Grécia antiga, o filósofo Platão ensinava que o cosmos era o lugar onde imperava um som que ele chamava de "música das esferas". As "esferas" poderia ser entendido como os corpos celestes.

No Ocidente, a reunião dos conceitos salutares do som foi feito na área designada por musicoterapia. Na Wikipédia descreve-se esta área da seguinte forma: "
Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento (World Federation of Music Therapy)".

Foram feitos alguns experimentos interessantes com o som: um mesmo tipo de planta foi submetida a dois tipos de sons, um som de música clássica e um som de "rock pauleira". A planta submetida à música clássica se desenvolveu muito melhor do que a mesma planta submetida ao "rock pauleira". A mesma coisa aconteceu com as vacas: as que ouviam música clássica produziam mais leite do que aquelas submetidas a "rock pauleira". A explicação científica para esses comportamentos veio com as pesquisas do japonês Massaru Emoto: ele submeteu o mesmo tipo de água a esses dois sons (clássico e "rock pauleira") e obteve dois resultados finais bem distintos; na água submetida a música clássica formavam-se, ao se congelar essa água, lindos cristais de uma forma hexagonal, no geral. Quando essa mesma água era submetida ao "rock pauleira", não havia formação de belos cristais durante o processo de congelamento. Por que é importante ter uma água que, quando congelada, apresenta belos cristais? Porque essa água, enquanto líquida, hidrata melhor as células humanas, devido ao seu melhor agregamento de grupos de moléculas (clusters) de água (H2O). Uma melhor hidratação celular leva a uma melhor saúde do corpo físico.

Dois outros usos do som bem interessantes são os seguintes. O pesquisador David Icke mostrou, através de um vídeo, que fazendo-se uma placa vibrar (nos seus modos normais de vibração), quando sobre ela coloca-se areia, esta areia se distribui em padrões que podem ser modificados alterando-se a freqüência da vibração (dos modos normais). Um outro europeu, na primeira metade do século passado, foi ao Tibete e filmou (para os ingleses) um grupo de monges levitando pesadas pedras usando uma grande orquestra (constituída de vários tipos de tambores, trombetas e coral dos monges). Poderia, portanto, ser uma forma de construir as pirâmides do Egito... Lembrar, também, que as "trombetas de Jericó" arrebentaram as muralhas desta milenária cidade-fortaleza, usando o mesmo princípio que permite a uma boa cantora arrebentar um copo de cristal. Este poderia ser entendido como um uso negativo do som... Portanto, som pode curar e som pode matar...

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Tuesday, June 05, 2007

 

Boca e Saúde - 11


Os aparatos biocibernéticos introduzidos na boca do indivíduo são um fator deformante colocado na boca do paciente. Tira-o de sua relação usual e joga-o em outra.


Deformando, no sentido positivo, também se dá forma adequada, função e saúde. É como se fizéssemos uma aculturação anticultura, uma volta às origens, às programações genéticas da vida. Nascemos perfeitos, mas a cultura nos deforma, nos individualiza, nos dá disfunções. Toda cultura é altamente deformante, seja em razão do que aprendemos a comer, beber e sentir, seja em razão das normas, das crenças, dos valores que nos impingem ou dos tratamentos que nos dão. Geralmente, não somos educados pelo sistema, e sim treinados (deformados) para servi-lo.

A cultura nos é introduzida através dos alimentos, não apenas do alimento qeu ingerimos, mas também do ar que inspiramos, das sensações e dos raios cósmicos. Para fins didáticos, esses alimentos podem ser divididos em 5 subgrupos:

1. sólidos
2. líquidos
3. aéreos
4. etéreos
5. sensitivos

Os sólidos são aqueles que normalmente ingerimos: arroz, feijão, carnes, frutas, verduras, etc.

Os líquidos são a água, o leite e as demais bebidas em geral.

Os aéreos estão no ar que inspiramos. É através do ar que respiramos que entram em nosso organismo os maiores valores energéticos. Podemos ficar muitos dias sem comer e beber, mas temos somente alguns minutos para respirar, caso contrário podemos morrer ou ter lesões físicas irreversíveis. Com mais de 3 minutos sem respirar, nosso cérebro, sem oxigenação sofre lesões gravíssimas e irreversíveis. Nove minutos é suficiente para entrar em coma definitiva e dez minutos é a morte.

Os alimentos etéreos são os raios cósmicos que entram em nosso organismo através de canais específicos. Os raios telúricos, que também são raios cósmicos filtrados pela Terra, entram no organismo através dos membros inferiores (via pés). Estes raios estão bombardeando constantemente o nosso organismo, dia e noite. Se for colocado um capacete de chumbo em um homem, de forma que impeça a entrada destes raios, no fim de alguns dias ele enlouquece. O ser humano não pode prescindir dessa energia por muito tempo. Ela é vital.

O alimento sensitivo é tudo aquilo que captamos através dos nossos sensores neurais, sensitivos e próprio-sensitivos. É o verbo, a palavra, o som, as sensações e os sentimentos.

Todos esses 5 tipos de alimentos entram em nosso organismo e vão ser transformados em energias. É isso que nos dá a dinâmica de nosso potencial. É graças a esta dinâmica que andamos, falamos, comemos, constituímos família, trabalhamos, fazemos sexo, etc.

Resíduos

Da transformação desses alimentos em energias advém os resíduos, como se fossem as cinzas restantes de uma combustão. Estes resíduos, em grande parte, são eliminados através de nossos órgãos enunctores (excretores), isto é, através das fezes, da urina, dos suores, da expiração pulmonar e também da palavra. A palavra também é resíduo, uma forma de excreção. O indivíduo tem necessidade de decodificar suas sensações e de transformá-las em sons orais, caso contrário bloqueia-se os canais de comunicação, resultando daí vários tipos de neuroses [Obs: me vem à memória os gritos de Tarzan, as longas sessões de mantras dos budistas e o cantar constante dos passarinhos]. É como uma pessoa que come e bebe bastante e depois não evacua e nem urina. Se entope. Com a palavra se dá um fenômeno análogo: o indivíduo tem necessidade de falar, gritar, de exteriorizar as suas sensações.

Nos Estados Unidos e em vários países da Europa, existem clínicas especializadas no tratamento de neuroses e cuja terapia consiste apenas em fazer o indivíduo gritar, vociferar em altos brados tudo o que sente e o que tem vontade de pôr para fora [Obs: me vem à memória as sessões de catarse do Osho]. Em pouco tempo o indivíduo neurótico se liberta, praticamente sem o uso de qualquer medicamento. Aqueles terapeutas acreditam que quando o indivíduo grita e vocifera com raiva, forma-se um elemento químico em seu sangue que o libera da neurose. Só que, até agora, ainda não conseguiram isolar esse "elemento químico". Para nós, dentistas cibernetas, a verdade é outra. Quando o indivíduo grita, força a eliminação dos resíduos, limpando e desbloqueando os canais excretores de comunicação. É por essa razão que toda pessoa muito falante, normalmente, vive mais tempo e é mais sadia do que aquela que é fechada, calada, introspectiva.

O importante é falar muito, não importa que sejam coisas sem importância, porque forçando os canais de comunicação, a mente torna-se mais clara, começa a sentir melhor os fatos, tanto internos como externos.

Uma parte dos resíduos são eliminados pelos órgãos enunctórios, mas alguns resíduos mais persistentes ficam dentro de nós, constituindo parte integrante do nosso soma. São esses resíduos que nos dão a nossa forma física, a nossa individualidade, o nosso conceito biofísico-psíquico-sócio-comportamental.

No fundo somos indivíduos humanos e não seres humanos. Indivíduos porque somos dotados de individualização, seja pela cultura, pelos alimentos, pelos valores que nos são impingidos. Esta individualização é evidente mesmo entre os elementos de uma mesma família.

A forma, portanto, é o resultado da história e o espelho da função. Mudando a forma do indivíduo (por exemplo, via biocibernética), portanto, muda-se a sua saúde e o seu comportamento. É preciso, porisso, muito cuidado quando se está fazendo uma correção dos dentes ou de postura maxilo-dental, pois pode-se alterar o indivíduo, beneficiando-o ou prejudicando-o.

Propriocepção é a capacidade que os organismos biológicos têm de perceberem a si mesmos num dado momento do espaço, de auto-regularem seu movimento e suas funções.

Quando abrimos totalmente a boca de um indivíduo e a mentemos aberta através de um aparelho especial, no espaço de 25 minutos essa pessoa cai num estado de quase letargia. É na boca que encontramos a substância mais sólida do organismo, ou seja, os dentes. Eles são os alicerces de todo o soma orgânico.

O contato normal entre os dentes mantém a estrutura usual da postura, mantendo por decorrência a estrutura do sistema proprioceptivo. Assim, quando isolamos os maxilares, desconectamos esse conjunto, quebrando a relação que tenha sido estabelecida erroneamente. É como se abríssemos a possibilidade de reordenação correta, de reciclagem e reprodução do sistema.

[continua]

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Monday, April 09, 2007

 

Usos do Som - 2


Da última postagem [Usos do Som - 1], a última sentença dizia: "Segundo Linauer, os monges (tibetanos) disseram a ele que... estes dispositivos (sonoros) também podiam desintegrar qualquer matéria física". Fica fácil concluir daí que determinados tipos de som podem matar nosso corpo físico. Vimos anteriormente, em outra postagem [1], que o cientista japonez Masaru Emoto [2] provou, através de fotografias, que um "rock pauleira" desestrutura completamente as moléculas de água que recebem esse som. Por outro lado, as moléculas de água se estruturam harmoniosamente quando escutam melodias clássicas dos grandes músicos. Como mais da metade de nosso corpo é constituído de moléculas de água, fica fácil de concluir que o tipo de música que ouvimos pode ter efeitos benéficos ou maléficos no nosso corpo, gerando saúde, doença ou morte.

É comum, no Oriente, os monges budistas nos mosteiros (e os iogues) passarem horas entoando certos sons cuidadosamente selecionados (os mantras, por exemplo) para obterem bons resultados para si próprios. Também é originária daquela região, do Tibete, as famosas tigelas sonoras usadas para curar um grande número de doenças humanas, inclusive o câncer [3].

[continua]

Referências:
[1] Blog Saúde Perfeita, Água cura tudo - 12, 22.abr.2005
[2] Masaru Emoto, As Mensagens da Água, Editora Isis, 2004.
[3] Mitchell L. Gaynor, Sons que Curam: Um médico revela o poder terapêutico do som, da voz e da música, Editora Cultrix, 1999.

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Sunday, April 08, 2007

 

Usos do Som - 1


No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

Ele estava no princípio junto de Deus.
Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi criado. Nele estava a Vida.

A passagem acima abre o Evangelho Segundo São João [1:1-4], do Novo Testamento da Bíblia. Nela o "verbo" é também, às vezes, traduzido como "palavra" e é algo intrinsicamente relacionado a SOM. Que é o som? É uma energia (acústica) que vibra em uma determinada faixa de freqüências. Segundo o redator do trecho bíblico acima, tudo no Universo foi feito usando som.

O som pode ser usado para curar, para matar e para fazer construções de pedras muito pesadas, como as pirâmides do Egito antigo (via levitação). A levitação sonora também pode ser usada para construir objetos voadores. Farei, inicialmente, algumas citações do artigo [1].

Nos anos 1950s um engenheiro sueco chamado Henry Kjellson escreveu um livro ["The Lost Techniques", As Técnicas Perdidas] onde documenta os registros de dois viajantes europeus ao Tibete, que presenciaram levitação acústica naquele país.

No primeiro registro, em 1969 um sueco de nome Dr. Jarl, formado na Oxford University, na Inglaterra, e membro da English Scientific Society, foi convidado por um ex-colega para visitar o Tibete, onde esse seu colega estava estudando sob a supervisão de um lama senior. Devido a essa amizade, foi permitido ao Dr. Jarl testemunhar algumas práticas tradicionais secretas que estavam ainda sendo usadas, tendo permanecido inalteradas por milhares de anos. Durante uma visita a um mosteiro ao sudoeste de Lhasa, Jarl testemunhou um grupo de monges, sob a tutela do lama, moverem uma pedra que tinha 1,5 metro de comprimento, 1 metro de altura e 1 metro de largura. Essa pedra foi movida do chão até uma abertura (que parecia uma caverna) que ficava cerca de 250 metros acima do solo. Na realidade, não era uma entrada de caverna, mas uma grande muralha de rocha que os monges estavam construindo.

Eis a descrição de como foi feita a levitação dos pesados blocos de pedra: "No meio do prado, cerca de 250 metros do morro, estava um bloco de pedra polida com uma cavidade tipo tijela no centro. A tijela tinha um diâmetro de um metro e uma profundidade de 15 centímetros. O bloco de pedra foi colocado nesta cavidade por um grupo de yaks (tipo de boi da região). O bloco tinha um metro de largura e 1,5 metros de comprimento. Então, 19 instrumentos musicais foram colocados em um arco de 90 graus a uma distância de 63 metros do bloco de pedra. O raio de 63 metros foi medido com muita precisão. Os instrumentos musicais consistiam de 13 tambores e 6 trombetas (ragdons). Oito tambores tinham uma seção transversal de um metro, e um comprimento entre um e um metro e meio. Quatro tambores eram de tamanhos médios, com uma seção transversal de 0,7 metro e um comprimento de um metro. O único tambor pequeno tinha uma seção transversal de 0,2 metro e um comprimento de 0,3 metro. Todos as trombetas eram do mesmo tamanho. Elas tinham um comprimento de 3,12 metros e uma abertura de 0,3 metro.

Os tambores grandes e todas as trombetas estavam fixados em bases que podiam ser ajustadas com varas na direção do bloco de pedra. Os tambores grandes eram feitos de uma lâmina de ferro de espessura de 3 milímetros e tinham um peso de 150 kg. Eles eram construídos em cinco seções. Todos os tambores eram abertos em uma extremidade, enquanto a outra extremidade tinha um fundo de metal, na qual os monges batiam com um grande bastão revestido de couro. Atrás de cada instrumento havia uma fila de monges. Quando o bloco de pedra estava na posição correta, o monge atrás do tambor pequeno dava um sinal para começar o concerto. Esse tambor pequeno tinha um som bem agudo, e podia ser ouvido até com todos os outros instrumentos fazendo o maior barulhão. Todos os monges ficavam cantando e recitando orações, lentamente aumentando o ritmo desse ruído inacreditável. Durante os primeiros 4 minutos nada aconteceu, mas quando a velocidade dos tambores e do ruído aumentaram, o grande bloco de pedra começou a balançar e oscilar, e de repente ele levantou-se no ar com uma maior velocidade na direção da plataforma em frente do buraco da caverna a 250 metros de altura. Após 3 minutos de ascenção, ele foi colocado na plataforma"

O Dr. Jarl filmou este evento. No entanto, a English Scientific Society, para a qual o Dr. Jarl estava trabalhando, confiscou os dois filmes feitos e os declarou "classified" [secreto para o público]; desta forma eles nunca chegaram até o domínio público. Portanto, talvez não seja coincidência que a Inglaterra foi o primeiro país do mundo a desenvolver os objetos voadores chamados hovercraft e os aviões a jato Harrier, que decolam na vertical, e que equipam os porta-aviões britânicos.

No segundo registro do livro de Kjellson, um austríaco chamado Linauer afirmou que nos anos 1930s ele estava em um mosteiro remoto no norte do Tibet onde lhe foi mostrado dois instrumentos estranhos que podiam produzir a perda de peso de pedras. O primeiro era um enorme gongo, com 3,5 metros de diâmetro, feito de uma liga de 3 metais diferentes e que fazia um som extremamente baixo quando tocado. O segundo instrumento também era constituído de 3 metais diferentes, mas era de uma forma de casca semi-oval medindo 2 metros de comprimento e 1 metro de largura, com cordas esticadas ao longo de seu comprimento sobre a superfície oca. Linauer foi informado que ele criava uma onda de ressonância inaudível quando o gongo era tocado. Os dois instrumentos eram usados com um par de telas grandes, posicionadas de tal forma a formar uma configuração triangular. O gongo era tocado com um grande porrete que produzia uma série de ondas sonoras curtas de baixa freqüência; um monge podia então elevar um pesado bloco de pedra com apenas uma mão. Segundo Linauer, os monges disseram a ele que foi dessa forma que seus ancestrais construíram as muralhas de proteção no Tibete, e que estes dispositivos também podiam desintegrar qualquer matéria física.

[continua]

Referências:
[1] Levitation and Flight in the Ancient World: A Modern Perspective,
http://www.thothweb.com/article-print-2902.html

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