quinta-feira, outubro 12, 2017
Ouro de Ofir
Abaixo trechos desse livro [1] de Annabel Sampaio.
A Alquimia dos Tempos Áureos desenvolveu o Elixir da Longa Vida, que proporcionava permanecer sobre a face da Terra até enjoar de viver. Quem pode nos garantir que a Santa Inquisição não teve, como principal objetivo, destruir as provas desta Alquimia, que envolvia "bruxaria"?
O fundamento de tudo é o som. O Evangelho Segundo João nos afirma que: "No princípio era o Verbo (a palavra, o som)...e todas as coisas foram feitas por meio dele e, sem ele, coisa alguma foi feita, e nele estava a vida". Quando sentimos ou pensamos, nós estamos emitindo um som. Se nós temos sentimentos ou pensamentos ruins, nós desarmonizamos os padrões vibratórios de nosso corpo e ao nosso redor. Assim, atraímos a doença, pois atrairemos para nós aquilo que pensamos ou sentimos. É o som que determina o nosso equilíbrio. Da mesma forma, a saúde do homem está intimamente ligada às ondas eletromagnéticas que ele recebe.
Um som melodioso pode potencializar os efeitos de medicamentos e o uso de certos minerais. Em um passado longínquo havia profissionais do som. Eles cantavam para aumentar a frequência vibracional de determinada função. O som de um coral de mil vozes foi utilizado na construção das Pirâmides do Egito. Ele serviu para potencializar o efeito de levitação aplicado nas pedras pesando toneladas, a fim de que elas fossem erguidas sem esforço às alturas. Os construtores das pirâmides utilizaram um minério que através de um processo químico, adquire o efeito de levitar. Esse minério é um supercondutor, ou seja, ele é capaz de transferir essa propriedade de levitação para qualquer coisa que se encoste a ele, produzindo uma luz polarizada flutuante com um campo magnético nulo. Este minério é o Ouro de Ofir. Durante o tempo que os blocos de pedra estavam levitando, havia um coral de mil vozes potencializando o efeito da levitação. Eram os operários do som.
O DNA do corpo humano oscila para nos proteger das agressões do meio ambiente, principalmente da interferência de ondas eletromagnéticas. O ouro de Ofir, quando ingerido, funciona como um amplificador da capacidade do DNA em transformar o som em benefício para o corpo humano. O ouro de Ofir, utilizado como elixir da longa vida, deve ser complementado com uma terapia de sons, pois o sinal mineral do ouro monoatômico vai amplificar o efeito benéfico das ondas sonoras na modelagem do DNA humano.
O DNA (ou ADN, em português) humano é como uma antena biológica que capta qualquer alteração provocada dentro ou fora do organismo humano. Em tese, qualquer pensamento ou emoção que o homem tenha é transformado em ondas sonoras. O som do pensamento e da emoção é captado pelo DNA, induzindo o organismo a liberar mais ou menos de determinado hormônio. O DNA consiste em um composto orgânico, cujas moléculas possuem instruções genéticas para coordenar o funcionamento do corpo de todos os seres vivos. O DNA está no núcleo de todas as células presentes no corpo humano e carrega todas as informações genéticas de todos os seres vivos, exceto de alguns tipos de vírus.
Os telômeros são estruturas constituídas por fileiras repetitivas de proteínas e DNA, que formam as extremidades dos cromossomos. Sua principal função é manter a estabilidade estrutural do cromossomo. Cada vez que uma célula se divide, os telômeros são encurtados. Como eles não se regeneram, chega um ponto em que eles não permitem mais a correta replicação dos cromossomos e a célula perde completa ou parcialmente a sua capacidade de divisão. Por isso o homem envelhece, pois os telômeros se esgotam e não há mais a regeneração celular, não há mais divisão correta das células e assim elas morrem.
Por isso, o elixir da longa vida deve atuar diretamente nos telômeros das células, fechando-os em sua porção distal, mantendo os cromossomos alongados e "selados". Assim, a renovação celular se processará com o mínimo de mutação possível, mantendo o organismo sempre com células jovens. A estimativa do tempo de vida que o indivíduo ainda poderá viver está diretamente relacionada com o tamanho dos telômeros de suas células.
Para a melhoria da saúde física e mental do homem seria necessário ativar as 10 hélices desativadas de nossos DNA, corrigindo, assim, as suas discrepâncias estruturais. Por algum motivo o nosso DNA sofreu regressão de 12 para 2 hélices de DNA. Além de ter sido desconectado das 10 fitas do sistema endócrino. Com esse rompimento, houve a atrofia da glândula pineal, da pituitária e, até mesmo, do hipotálamo (todas no cérebro). Em relação à atrofia da glândula pineal, o homem se tornou menos intuitivo, menos voltado aos aspectos "sobrenaturais". É como se "estragassem o telefone pelo qual o homem poderia ter contato com seres de outra dimensão". Quanto ao hipotálamo atrofiado, ele faz a ligação com o sistema nervoso e o sistema endócrino, comprometendo os sistemas de controle de emoções e a atividade sexual. O hipotálamo também controla a fome, a sede e a temperatura corporal. Com o funcionamento deficitário do hipotálamo o homem pode ficar mais agressivo, procriar mais, beber e comer mais. Ou seja, isso deixa o homem mais animal do que ele já é. Esse desligamento parcial da fita do DNA fez com que fosse ativado "a parte selvagem do homem". Isso torna mais difícil a evolução. Quanto à pituitária, essa glândula se atrofiou tanto que hoje ela parece um grão de ervilha no nosso cérebro, pesando no máximo 1 grama. Mesmo assim, ela continua sendo a glândula mestre do nosso corpo, comandando setores de suma importância em nosso organismo. Que brincadeira de mau gosto eles (os anunnaki) fizeram conosco?
O que era o cálice que fez brotar as lendas sobre o Santo Graal? Era o cálice contendo o preparado com o pó de ouro de Ofir (ou pó branco de Mfkzt) oferecido aos Faraós e Iniciados da Antiguidade. Através da Alquimia, os deuses da antiguidade usavam esse processo para conseguir a consciência iluminada. Quem tomava esse preparado miraculoso, desenvolvia um halo luminoso em volta do corpo e era considerado um iniciado pelas Escolas Iniciáticas da Antiguidade. O iniciado possuía a capacidade de se tornar um iluminado (ou illuminati). Essa característica de iluminação pode ser observada nas auréolas das cabeças de imagens de santos do Evangelho. Céu vem do latim, Caeliem, que significa brilhante.
[continua]O fundamento de tudo é o som. O Evangelho Segundo João nos afirma que: "No princípio era o Verbo (a palavra, o som)...e todas as coisas foram feitas por meio dele e, sem ele, coisa alguma foi feita, e nele estava a vida". Quando sentimos ou pensamos, nós estamos emitindo um som. Se nós temos sentimentos ou pensamentos ruins, nós desarmonizamos os padrões vibratórios de nosso corpo e ao nosso redor. Assim, atraímos a doença, pois atrairemos para nós aquilo que pensamos ou sentimos. É o som que determina o nosso equilíbrio. Da mesma forma, a saúde do homem está intimamente ligada às ondas eletromagnéticas que ele recebe.
Um som melodioso pode potencializar os efeitos de medicamentos e o uso de certos minerais. Em um passado longínquo havia profissionais do som. Eles cantavam para aumentar a frequência vibracional de determinada função. O som de um coral de mil vozes foi utilizado na construção das Pirâmides do Egito. Ele serviu para potencializar o efeito de levitação aplicado nas pedras pesando toneladas, a fim de que elas fossem erguidas sem esforço às alturas. Os construtores das pirâmides utilizaram um minério que através de um processo químico, adquire o efeito de levitar. Esse minério é um supercondutor, ou seja, ele é capaz de transferir essa propriedade de levitação para qualquer coisa que se encoste a ele, produzindo uma luz polarizada flutuante com um campo magnético nulo. Este minério é o Ouro de Ofir. Durante o tempo que os blocos de pedra estavam levitando, havia um coral de mil vozes potencializando o efeito da levitação. Eram os operários do som.
O DNA do corpo humano oscila para nos proteger das agressões do meio ambiente, principalmente da interferência de ondas eletromagnéticas. O ouro de Ofir, quando ingerido, funciona como um amplificador da capacidade do DNA em transformar o som em benefício para o corpo humano. O ouro de Ofir, utilizado como elixir da longa vida, deve ser complementado com uma terapia de sons, pois o sinal mineral do ouro monoatômico vai amplificar o efeito benéfico das ondas sonoras na modelagem do DNA humano.
O DNA (ou ADN, em português) humano é como uma antena biológica que capta qualquer alteração provocada dentro ou fora do organismo humano. Em tese, qualquer pensamento ou emoção que o homem tenha é transformado em ondas sonoras. O som do pensamento e da emoção é captado pelo DNA, induzindo o organismo a liberar mais ou menos de determinado hormônio. O DNA consiste em um composto orgânico, cujas moléculas possuem instruções genéticas para coordenar o funcionamento do corpo de todos os seres vivos. O DNA está no núcleo de todas as células presentes no corpo humano e carrega todas as informações genéticas de todos os seres vivos, exceto de alguns tipos de vírus.
Os telômeros são estruturas constituídas por fileiras repetitivas de proteínas e DNA, que formam as extremidades dos cromossomos. Sua principal função é manter a estabilidade estrutural do cromossomo. Cada vez que uma célula se divide, os telômeros são encurtados. Como eles não se regeneram, chega um ponto em que eles não permitem mais a correta replicação dos cromossomos e a célula perde completa ou parcialmente a sua capacidade de divisão. Por isso o homem envelhece, pois os telômeros se esgotam e não há mais a regeneração celular, não há mais divisão correta das células e assim elas morrem.
Por isso, o elixir da longa vida deve atuar diretamente nos telômeros das células, fechando-os em sua porção distal, mantendo os cromossomos alongados e "selados". Assim, a renovação celular se processará com o mínimo de mutação possível, mantendo o organismo sempre com células jovens. A estimativa do tempo de vida que o indivíduo ainda poderá viver está diretamente relacionada com o tamanho dos telômeros de suas células.
Para a melhoria da saúde física e mental do homem seria necessário ativar as 10 hélices desativadas de nossos DNA, corrigindo, assim, as suas discrepâncias estruturais. Por algum motivo o nosso DNA sofreu regressão de 12 para 2 hélices de DNA. Além de ter sido desconectado das 10 fitas do sistema endócrino. Com esse rompimento, houve a atrofia da glândula pineal, da pituitária e, até mesmo, do hipotálamo (todas no cérebro). Em relação à atrofia da glândula pineal, o homem se tornou menos intuitivo, menos voltado aos aspectos "sobrenaturais". É como se "estragassem o telefone pelo qual o homem poderia ter contato com seres de outra dimensão". Quanto ao hipotálamo atrofiado, ele faz a ligação com o sistema nervoso e o sistema endócrino, comprometendo os sistemas de controle de emoções e a atividade sexual. O hipotálamo também controla a fome, a sede e a temperatura corporal. Com o funcionamento deficitário do hipotálamo o homem pode ficar mais agressivo, procriar mais, beber e comer mais. Ou seja, isso deixa o homem mais animal do que ele já é. Esse desligamento parcial da fita do DNA fez com que fosse ativado "a parte selvagem do homem". Isso torna mais difícil a evolução. Quanto à pituitária, essa glândula se atrofiou tanto que hoje ela parece um grão de ervilha no nosso cérebro, pesando no máximo 1 grama. Mesmo assim, ela continua sendo a glândula mestre do nosso corpo, comandando setores de suma importância em nosso organismo. Que brincadeira de mau gosto eles (os anunnaki) fizeram conosco?
O que era o cálice que fez brotar as lendas sobre o Santo Graal? Era o cálice contendo o preparado com o pó de ouro de Ofir (ou pó branco de Mfkzt) oferecido aos Faraós e Iniciados da Antiguidade. Através da Alquimia, os deuses da antiguidade usavam esse processo para conseguir a consciência iluminada. Quem tomava esse preparado miraculoso, desenvolvia um halo luminoso em volta do corpo e era considerado um iniciado pelas Escolas Iniciáticas da Antiguidade. O iniciado possuía a capacidade de se tornar um iluminado (ou illuminati). Essa característica de iluminação pode ser observada nas auréolas das cabeças de imagens de santos do Evangelho. Céu vem do latim, Caeliem, que significa brilhante.
Referência:
[1] Annabel Sampaio, Ouro de Ofir, Editora Geneve, São Paulo, 2013.
Marcadores: Annabel Sampaio, DNA, hipotálamo, levitação, longevidade, ouro monoatômico, pineal, pituitária, Santo Graal, som, telômeros
sexta-feira, janeiro 21, 2011
Os Exercícios Físicos
Fomos feitos com braços e pernas para serem movimentados regularmente, constituindo o que podemos denominar de exercícios físicos. Se executarmos movimentos corporais com regularidade - sem exagero - iremos colaborar positivamente com a saúde e preservação de nosso corpo. Os dois artigos abaixo [1],[2] confirmam isso.
Exercício beneficia homem que tem tumor de próstata [1]
Estudo sugere que atividades vigorosas reduzem mortalidade por esse câncer
Atividades físicas melhoram sistema imune e reduzem fadiga e perda de massa muscular e óssea geradas por tratamentos de tumor
Homens com câncer de próstata devem praticar exercícios, sugere um estudo feito com 2.686 pacientes e apresentado no encontro da Frontiers in Cancer Prevention Research, que termina amanhã, nos EUA.
Feita pela Universidade Harvard, a pesquisa mostra que tanto exercícios vigorosos (como natação, corrida e ciclismo) quanto os não vigorosos (como caminhada) diminuem os indices de mortalidade geral - não necessariamente apenas pelo câncer de próstata - nesses pacientes.
Aqueles que caminhavam quatro ou mais horas semanais, por exemplo, tinham um índice 23% menor de mortalidade geral. No caso das atividades vigorosas, houve diminuição inclusive da mortalidade por câncer de próstata: foi de 56% naqueles que praticavam cinco ou mais horas semanais.
Segundo a autora, Stacey Kenfield, trata-se do primeiro estudo populacional amplo a avaliar o impacto da atividade física na mortalidade de pacientes com câncer de próstata. Ela diz que ainda não estão claros quais mecanismos moleculares estão envolvidos nesssa associação. "O exercício influencia uma série de hormônios que podem estimular o câncer de próstata, melhora as funções imunes e pode reduzir inflamações. Mas como essas ações moleculares afetam a biologia do câncer é algo que está em estudo", disse à Folha.
Segundo Alexandre Crippa, urologista do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, diversos estudos vêm mostrando os benefícios do exercício físico para vários tipos de câncer.
Há pesquisas que apontam, inclusive, um efeito preventivo, como uma que foi feita com mais de 45 mil homens e publicada em outubro (de 2009) no British Journal of Cancer. Os resultados mostraram que apenas 30 minutos diários de caminhada ou ciclismo já preveniam a incidência de câncer de próstata. Outro trabalho deste ano, feito com camundongos, mostrou que a prática de exercícios reduz a progressão do câncer naqueles que já tinham a doença.
Para ele, pacientes com câncer devem ser encorajados a praticar exercícios. "Atividades como a musculação podem ajudar a repor a massa muscular perdida com o tratamento hormonal", exemplifica.
O ganho de massa muscular é apenas um dos benefícios citados pelo educador físico Rodrigo Ferraz, pesquisador do laboratório de metabolismo e nutrição da USP (Universidade de São Paulo), que treina pacientes com câncer.
Segundo ele, há evidências de que o exercício reduza significativamente a fadiga, muito comum em quem faz quimioterapia. "O paciente passa a ter uma vida mais funcional", diz. Outro efeito da químio que pode ser minorado com o exercício é a perda de massa óssea.
Ferraz diz que muitos pacientes têm receio de que o exercício piore sua condição. "Antigamente, acreditava-se que a atividade física pudesse debilitar o paciente de câncer e atrapalhar o tratamento. Hoje, se sabe que é o contrário", diz.
O fisiologista Turíbio Leite de Barros, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), acrescenta um benefício: o de potencializar as células do sistema de defesa. "Em linhas gerais, o câncer não é impedimento para nenhuma atividade física".
O médico deve ser consultado e o melhor é fazer os exercícios de forma supervisionada e respeitando os limites de cada paciente.
OS EXERCÍCIOS E O CÂNCER
1. QUE EXERCÍCIOS REDUZEM A MORTALIDADE POR CÂNCER DE PRÓSTATA?
Segundo o estudo, só os vigorosos, como tênis, natação e corrida. Exercícios mais leves reduzem apenas a mortalidade geral, mas não a por câncer de próstata.
2. COM QUAL FREQUÊNCIA ELES DEVEM SER PRATICADOS?
O estudo mostrou benefícios quando se praticam cinco ou mais horas por semana.
3. QUE CUIDADOS DEVEM SER TOMADOS POR QUEM TEM CÂNCER AO SE EXERCITAR?
. Evite fazer exercícios nos primeiros dias após a sessão de quimioterapia.
. Quando estiver em tratamento, faça a contagem do nível de hemoglobina para ver se está suficiente para permitir treinar.
. Respeite seus limites e comece aos poucos.
. Consulte seu médico e faça exercícios supervisionados por um profissional.
Referências:
[1] Flávia Mantovani, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 8 de dezembro de 2009.
[2] Gabriela Cupani, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 28 de dezembro de 2009.
Feita pela Universidade Harvard, a pesquisa mostra que tanto exercícios vigorosos (como natação, corrida e ciclismo) quanto os não vigorosos (como caminhada) diminuem os indices de mortalidade geral - não necessariamente apenas pelo câncer de próstata - nesses pacientes.
Aqueles que caminhavam quatro ou mais horas semanais, por exemplo, tinham um índice 23% menor de mortalidade geral. No caso das atividades vigorosas, houve diminuição inclusive da mortalidade por câncer de próstata: foi de 56% naqueles que praticavam cinco ou mais horas semanais.
Segundo a autora, Stacey Kenfield, trata-se do primeiro estudo populacional amplo a avaliar o impacto da atividade física na mortalidade de pacientes com câncer de próstata. Ela diz que ainda não estão claros quais mecanismos moleculares estão envolvidos nesssa associação. "O exercício influencia uma série de hormônios que podem estimular o câncer de próstata, melhora as funções imunes e pode reduzir inflamações. Mas como essas ações moleculares afetam a biologia do câncer é algo que está em estudo", disse à Folha.
Segundo Alexandre Crippa, urologista do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, diversos estudos vêm mostrando os benefícios do exercício físico para vários tipos de câncer.
Há pesquisas que apontam, inclusive, um efeito preventivo, como uma que foi feita com mais de 45 mil homens e publicada em outubro (de 2009) no British Journal of Cancer. Os resultados mostraram que apenas 30 minutos diários de caminhada ou ciclismo já preveniam a incidência de câncer de próstata. Outro trabalho deste ano, feito com camundongos, mostrou que a prática de exercícios reduz a progressão do câncer naqueles que já tinham a doença.
Para ele, pacientes com câncer devem ser encorajados a praticar exercícios. "Atividades como a musculação podem ajudar a repor a massa muscular perdida com o tratamento hormonal", exemplifica.
O ganho de massa muscular é apenas um dos benefícios citados pelo educador físico Rodrigo Ferraz, pesquisador do laboratório de metabolismo e nutrição da USP (Universidade de São Paulo), que treina pacientes com câncer.
Segundo ele, há evidências de que o exercício reduza significativamente a fadiga, muito comum em quem faz quimioterapia. "O paciente passa a ter uma vida mais funcional", diz. Outro efeito da químio que pode ser minorado com o exercício é a perda de massa óssea.
Ferraz diz que muitos pacientes têm receio de que o exercício piore sua condição. "Antigamente, acreditava-se que a atividade física pudesse debilitar o paciente de câncer e atrapalhar o tratamento. Hoje, se sabe que é o contrário", diz.
O fisiologista Turíbio Leite de Barros, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), acrescenta um benefício: o de potencializar as células do sistema de defesa. "Em linhas gerais, o câncer não é impedimento para nenhuma atividade física".
O médico deve ser consultado e o melhor é fazer os exercícios de forma supervisionada e respeitando os limites de cada paciente.
OS EXERCÍCIOS E O CÂNCER
1. QUE EXERCÍCIOS REDUZEM A MORTALIDADE POR CÂNCER DE PRÓSTATA?
Segundo o estudo, só os vigorosos, como tênis, natação e corrida. Exercícios mais leves reduzem apenas a mortalidade geral, mas não a por câncer de próstata.
2. COM QUAL FREQUÊNCIA ELES DEVEM SER PRATICADOS?
O estudo mostrou benefícios quando se praticam cinco ou mais horas por semana.
3. QUE CUIDADOS DEVEM SER TOMADOS POR QUEM TEM CÂNCER AO SE EXERCITAR?
. Evite fazer exercícios nos primeiros dias após a sessão de quimioterapia.
. Quando estiver em tratamento, faça a contagem do nível de hemoglobina para ver se está suficiente para permitir treinar.
. Respeite seus limites e comece aos poucos.
. Consulte seu médico e faça exercícios supervisionados por um profissional.
Exercícios físicos previnem envelhecimento das células [2]
Estudo mostra efeito sobre os telômeros, estruturas relacionadas à reprodução celular
Novos dados explicam o funcionamento molecular dos efeitos protetores da atividade física sobre várias doenças, como o câncer
A prática regular de exercícios previne o encurtamento dos telômeros, estrutura da célula envolvida na reprodução celular. O achado é de um estudo alemão, publicado no periódico científico Circulation.
Quanto mais longo o telômero, mais eficaz ele é. Quanto menor, há menos capacidade de divisão da célula, até que ela, por fim, morre. Os telômeros representam a parte terminal dos cromossomos. Seu papel é preservar com a maior fidelidade possível o código genético.
"Com o passar do tempo e a divisão das células, os telômeros tendem a reduzir de tamanho, perdendo o efeito protetor do código genético", diz Antonio Herbert Lancha Jr., fisiologista do laboratório de nutrição e metabolismo da Escola de Educação Física da USP.
Segundo ele, o encurtamento dos telômeros faz com que a célula perca suas características e uma das consequências é o envelhecimento dessa estrutura.
"Os telômeros mostra o grau de saúde da célula, quanto mais saudável, mais longe da morte. Essas células provavelmente vão envelhecer mais tarde", diz o fisiologista Paulo Zogaib, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
O estudo alemão mostrou que o exercício físico em atletas profissionais leva à ativação da enzima telomerase, responsável por estabilizar o telômero.
"A importância desse achado é que, ao preservar a integridade dos telômeros, é como se estivéssemos preservando a nossa informação genética. Assim impediríamos que mudanças estruturais ocorressem, prevenindo algumas doenças como o câncer", diz Lancha Jr.
Para chegarem ao resultado, os pesquisadores compararam leucócitos (células do sangue) de quatro grupos de voluntários. Um era composto por 32 corredores profissionais jovens, com idade média de 20 anos. Outro era formado por atletas profissionais mais velhos, com idade média de 51 anos, com um histórico de atividade física regular.
Ambos foram avaliados e comparados com um grupo de pessoas saudáveis, não-fumantes, porém sedentárias, de várias idades. Não houve grande diferença no tamanho dos telômeros entre os atletas jovens e os sedentários jovens. Porém, eles eram significativamente mais longos nos mais velhos (que se exercitavam regularmente).
A análise das amostras revelou uma ativação da enzima telomerase nos atletas - nos jovens e nos mais velhos - em comparação aos sedentários.
Segundo os pesquisadores, a ativação da enzima telomerase, a longo prazo, diminui o encurtamento dos telômeros.
Para os autores, os dados melhoram o entendimento molecular dos efeitos protetores do exercício sobre doenças relacionadas ao envelhecimento.
"As células têm apoptose, a morte programada, e o estudo reforça que outros fatores podem alterar essa programação, como hábitos de alimentação e atividade física", diz Zogaib.
EXERCÍCIO ANTI-IDADE
A atividade física preserva estruturas relacionadas à morte celular
Multiplicação
Os telômeros são estruturas envolvidas na multiplicação das células que ficam nas extremidades dos cromossomos. Quanto mais longo o telômero, maior a capacidade de divisão da célula.
Morte celular
Quando o telômero se encurta, é sinal de envelhecimento celular. A célula morre quando ele está muito curto.
Dimensão
A enzima telomerase regula a manutenção do tamanho do telômero.
Prolongamento
Uma hipótese do estudo é que o exercício físico ative a telomerase e estabilize o telômero.
Quanto mais longo o telômero, mais eficaz ele é. Quanto menor, há menos capacidade de divisão da célula, até que ela, por fim, morre. Os telômeros representam a parte terminal dos cromossomos. Seu papel é preservar com a maior fidelidade possível o código genético.
"Com o passar do tempo e a divisão das células, os telômeros tendem a reduzir de tamanho, perdendo o efeito protetor do código genético", diz Antonio Herbert Lancha Jr., fisiologista do laboratório de nutrição e metabolismo da Escola de Educação Física da USP.
Segundo ele, o encurtamento dos telômeros faz com que a célula perca suas características e uma das consequências é o envelhecimento dessa estrutura.
"Os telômeros mostra o grau de saúde da célula, quanto mais saudável, mais longe da morte. Essas células provavelmente vão envelhecer mais tarde", diz o fisiologista Paulo Zogaib, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
O estudo alemão mostrou que o exercício físico em atletas profissionais leva à ativação da enzima telomerase, responsável por estabilizar o telômero.
"A importância desse achado é que, ao preservar a integridade dos telômeros, é como se estivéssemos preservando a nossa informação genética. Assim impediríamos que mudanças estruturais ocorressem, prevenindo algumas doenças como o câncer", diz Lancha Jr.
Para chegarem ao resultado, os pesquisadores compararam leucócitos (células do sangue) de quatro grupos de voluntários. Um era composto por 32 corredores profissionais jovens, com idade média de 20 anos. Outro era formado por atletas profissionais mais velhos, com idade média de 51 anos, com um histórico de atividade física regular.
Ambos foram avaliados e comparados com um grupo de pessoas saudáveis, não-fumantes, porém sedentárias, de várias idades. Não houve grande diferença no tamanho dos telômeros entre os atletas jovens e os sedentários jovens. Porém, eles eram significativamente mais longos nos mais velhos (que se exercitavam regularmente).
A análise das amostras revelou uma ativação da enzima telomerase nos atletas - nos jovens e nos mais velhos - em comparação aos sedentários.
Segundo os pesquisadores, a ativação da enzima telomerase, a longo prazo, diminui o encurtamento dos telômeros.
Para os autores, os dados melhoram o entendimento molecular dos efeitos protetores do exercício sobre doenças relacionadas ao envelhecimento.
"As células têm apoptose, a morte programada, e o estudo reforça que outros fatores podem alterar essa programação, como hábitos de alimentação e atividade física", diz Zogaib.
EXERCÍCIO ANTI-IDADE
A atividade física preserva estruturas relacionadas à morte celular
Multiplicação
Os telômeros são estruturas envolvidas na multiplicação das células que ficam nas extremidades dos cromossomos. Quanto mais longo o telômero, maior a capacidade de divisão da célula.
Morte celular
Quando o telômero se encurta, é sinal de envelhecimento celular. A célula morre quando ele está muito curto.
Dimensão
A enzima telomerase regula a manutenção do tamanho do telômero.
Prolongamento
Uma hipótese do estudo é que o exercício físico ative a telomerase e estabilize o telômero.
Referências:
[1] Flávia Mantovani, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 8 de dezembro de 2009.
[2] Gabriela Cupani, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 28 de dezembro de 2009.
Marcadores: Alemanha, apoptose, câncer, células, cromossomos, enzimas, exercícios, leucócitos, próstata, telomerase, telômeros
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Exercícios e Saúde
Tenho tentado enfatizar em minhas postagens que a Preguiça, caracterizada pela tendência a minimizar os movimentos corporais, é um dos Pecados Capitais mais danosos à nossa saúde. Nas férias (ou na lua-de-mel...), quando geralmente nos movimentamos um pouco mais, normalmente sentimo-nos mais bem dispostos. A prática da Bondade também exige uma minimização da preguiça. No artigo abaixo [1] apresenta-se uma base científica ligando a nossa saúde com a movimentação física do corpo.
Exercícios físicos previnem envelhecimento das células
Estudo mostra efeito sobre os telômeros, estrutura relacionadas à reprodução celular
Novos dados explicam o funcionamento molecular dos efeitos protetores da atividade física sobre várias doenças, como o câncer
A prática regular de exercícios previne o encurtamento dos telômeros, estrutura da célula envolvida na reprodução celular. O achado é de um estudo alemão, publicado no periódico científico "Circulation".
Quanto mais longo o telômero, mais eficaz essa reprodução. Quanto menor, há menos capacidade de divisão da célula, até que ela, por fim, morre. Os telômeros representam a parte terminal dos cromossomos. Seu papel é preservar com a maior fidelidade possível o código genético.
"Com o passar do tempo e a divisão sucessiva das células, os telômeros tendem a reduzir de tamanho, perdendo o efeito protetor do código genético", diz Antonio Herbert Lancha Jr., fisiologista do Laboratório de Nutrição e Matabolismo da Escola de Educação Física da USP.
Segundo ele, o encurtamento dos telômeros faz com que a célula perca suas características e uma das consequências é o envelhecimento dessa estrutura (constituindo, portanto, "a maldição do sedentarismo").
"O telômero mostra o grau de saúde da célula, quanto mais saudável, mais longe da morte. Essas células provavelmente vão envelhecer bem mais tarde", diz o fisiologista Paulo Zogaib, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Esse estudo alemão mostrou que o exercício físico em atletas profissionais leva à ativação da enzima telomerase, responsável por estabilizar o telômero.
"A importância desse achado é que, ao preservar a integridade dos telômeros, é como se estivéssemos preservando a nossa informação genética. Assim impediríamos que mudanças estruturais ocorressem, prevenindo algumas doenças, como o câncer", diz Lancha Jr.
Para chegarem a esse resultado, os pesquisadores compararam leucócitos (células do sangue) de quatro grupos de voluntários. Um era composto por 32 corredores profissionais jovens, com idade média de 20 anos. Outro era formado por atletas profissionais mais velhos, com idade média de 51 anos, com um histórico de atividade física regular.
Ambos foram avaliados e comparados com um grupo de pessoas saudáveis, não-fumantes, porém sedentárias, de várias idades. Não houve grande diferença no tamanho dos telômeros entre os atletas jovens e os sedentários jovens. Porém, eles eram significativamente mais longos nos mais velhos (não-sedentários).
A análise das amostras colhidas revelou uma ativação da enzima telomerase nos atletas - nos jovens e nos mais velhos - em comparação com os sedentários.
Segundo os pesquisadores, a ativação da enzima telomerase, a longo prazo, diminui o encurtamento dos telômeros.
Para os autores do estudo, os dados melhoram o entendimento molecular dos efeitos protetores do exercício sobre doenças relacionadas ao envelhecimento.
"As células têm apoptose, a morte programada, e o estudo reforça a idéia que outros fatores podem alterar essa programação, como os hábitos de alimentação e a atividade física", diz Zogaib.
Referência:
[1] Gabriela Cupani, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 28 de dezembro de 2009.
A prática regular de exercícios previne o encurtamento dos telômeros, estrutura da célula envolvida na reprodução celular. O achado é de um estudo alemão, publicado no periódico científico "Circulation".
Quanto mais longo o telômero, mais eficaz essa reprodução. Quanto menor, há menos capacidade de divisão da célula, até que ela, por fim, morre. Os telômeros representam a parte terminal dos cromossomos. Seu papel é preservar com a maior fidelidade possível o código genético.
"Com o passar do tempo e a divisão sucessiva das células, os telômeros tendem a reduzir de tamanho, perdendo o efeito protetor do código genético", diz Antonio Herbert Lancha Jr., fisiologista do Laboratório de Nutrição e Matabolismo da Escola de Educação Física da USP.
Segundo ele, o encurtamento dos telômeros faz com que a célula perca suas características e uma das consequências é o envelhecimento dessa estrutura (constituindo, portanto, "a maldição do sedentarismo").
"O telômero mostra o grau de saúde da célula, quanto mais saudável, mais longe da morte. Essas células provavelmente vão envelhecer bem mais tarde", diz o fisiologista Paulo Zogaib, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Esse estudo alemão mostrou que o exercício físico em atletas profissionais leva à ativação da enzima telomerase, responsável por estabilizar o telômero.
"A importância desse achado é que, ao preservar a integridade dos telômeros, é como se estivéssemos preservando a nossa informação genética. Assim impediríamos que mudanças estruturais ocorressem, prevenindo algumas doenças, como o câncer", diz Lancha Jr.
Para chegarem a esse resultado, os pesquisadores compararam leucócitos (células do sangue) de quatro grupos de voluntários. Um era composto por 32 corredores profissionais jovens, com idade média de 20 anos. Outro era formado por atletas profissionais mais velhos, com idade média de 51 anos, com um histórico de atividade física regular.
Ambos foram avaliados e comparados com um grupo de pessoas saudáveis, não-fumantes, porém sedentárias, de várias idades. Não houve grande diferença no tamanho dos telômeros entre os atletas jovens e os sedentários jovens. Porém, eles eram significativamente mais longos nos mais velhos (não-sedentários).
A análise das amostras colhidas revelou uma ativação da enzima telomerase nos atletas - nos jovens e nos mais velhos - em comparação com os sedentários.
Segundo os pesquisadores, a ativação da enzima telomerase, a longo prazo, diminui o encurtamento dos telômeros.
Para os autores do estudo, os dados melhoram o entendimento molecular dos efeitos protetores do exercício sobre doenças relacionadas ao envelhecimento.
"As células têm apoptose, a morte programada, e o estudo reforça a idéia que outros fatores podem alterar essa programação, como os hábitos de alimentação e a atividade física", diz Zogaib.
Referência:
[1] Gabriela Cupani, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 28 de dezembro de 2009.
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