Thursday, October 12, 2017

 

Ouro de Ofir


Abaixo trechos desse livro [1] de Annabel Sampaio.

A Alquimia dos Tempos Áureos desenvolveu o Elixir da Longa Vida, que proporcionava permanecer sobre a face da Terra até enjoar de viver. Quem pode nos garantir que a Santa Inquisição não teve, como principal objetivo, destruir as provas desta Alquimia, que envolvia "bruxaria"?

O fundamento de tudo é o som. O Evangelho Segundo João nos afirma que: "No princípio era o Verbo (a palavra, o som)...e todas as coisas foram feitas por meio dele e, sem ele, coisa alguma foi feita, e nele estava a vida". Quando sentimos ou pensamos, nós estamos emitindo um som. Se nós temos sentimentos ou pensamentos ruins, nós desarmonizamos os padrões vibratórios de nosso corpo e ao nosso redor. Assim, atraímos a doença, pois atrairemos para nós aquilo que pensamos ou sentimos. É o som que determina o nosso equilíbrio. Da mesma forma, a saúde do homem está intimamente ligada às ondas eletromagnéticas que ele recebe.

Um som melodioso pode potencializar os efeitos de medicamentos e o uso de certos minerais. Em um passado longínquo havia profissionais do som. Eles cantavam para aumentar a frequência vibracional de determinada função. O som de um coral de mil vozes foi utilizado na construção das Pirâmides do Egito. Ele serviu para potencializar o efeito de levitação aplicado nas pedras pesando toneladas, a fim de que elas fossem erguidas sem esforço às alturas. Os construtores das pirâmides utilizaram um minério que através de um processo químico, adquire o efeito de levitar. Esse minério é um supercondutor, ou seja, ele é capaz de transferir essa propriedade de levitação para qualquer coisa que se encoste a ele, produzindo uma luz polarizada flutuante com um campo magnético nulo. Este minério é o Ouro de Ofir. Durante o tempo que os blocos de pedra estavam levitando, havia um coral de mil vozes potencializando o efeito da levitação. Eram os operários do som.

O DNA do corpo humano oscila para nos proteger das agressões do meio ambiente, principalmente da interferência de ondas eletromagnéticas. O ouro de Ofir, quando ingerido, funciona como um amplificador da capacidade do DNA em transformar o som em benefício para o corpo humano. O ouro de Ofir, utilizado como elixir da longa vida, deve ser complementado com uma terapia de sons, pois o sinal mineral do ouro monoatômico vai amplificar o efeito benéfico das ondas sonoras na modelagem do DNA humano.

O DNA (ou ADN, em português) humano é como uma antena biológica que capta qualquer alteração provocada dentro ou fora do organismo humano. Em tese, qualquer pensamento ou emoção que o homem tenha é transformado em ondas sonoras. O som do pensamento e da emoção é captado pelo DNA, induzindo o organismo a liberar mais ou menos de determinado hormônio. O DNA consiste em um composto orgânico, cujas moléculas possuem instruções genéticas para coordenar o funcionamento do corpo de todos os seres vivos. O DNA está no núcleo de todas as células presentes no corpo humano e carrega todas as informações genéticas de todos os seres vivos, exceto de alguns tipos de vírus. 

Os telômeros são estruturas constituídas por fileiras repetitivas de proteínas e DNA, que formam as extremidades dos cromossomos. Sua principal função é manter a estabilidade estrutural do cromossomo. Cada vez que uma célula se divide, os telômeros são encurtados. Como eles não se regeneram, chega um ponto em que eles não permitem mais a correta replicação dos cromossomos e a célula perde completa ou parcialmente a sua capacidade de divisão. Por isso o homem envelhece, pois os telômeros se esgotam e não há mais a regeneração celular, não há mais divisão correta das células e assim elas morrem.

Por isso, o elixir da longa vida deve atuar diretamente nos telômeros das células, fechando-os em sua porção distal, mantendo os cromossomos alongados e "selados". Assim, a renovação celular se processará com o mínimo de mutação possível, mantendo o organismo sempre com células jovens. A estimativa do tempo de vida que o indivíduo ainda poderá viver está diretamente relacionada com o tamanho dos telômeros de suas células.

Para a melhoria da saúde física e mental do homem seria necessário ativar as 10 hélices desativadas de nossos DNA, corrigindo, assim, as suas discrepâncias estruturais. Por algum motivo o nosso DNA sofreu regressão de 12 para 2 hélices de DNA. Além de ter sido desconectado das 10 fitas do sistema endócrino. Com esse rompimento, houve a atrofia da glândula pineal, da pituitária e, até mesmo, do hipotálamo (todas no cérebro). Em relação à atrofia da glândula pineal, o homem se tornou menos intuitivo, menos voltado aos aspectos "sobrenaturais". É como se "estragassem o telefone pelo qual o homem poderia ter contato com seres de outra dimensão". Quanto ao hipotálamo atrofiado, ele faz a ligação com o sistema nervoso e o sistema endócrino, comprometendo os sistemas de controle de emoções e a atividade sexual. O hipotálamo também controla a fome, a sede e a temperatura corporal. Com o funcionamento deficitário do hipotálamo o homem pode ficar mais agressivo, procriar mais, beber e comer mais. Ou seja, isso deixa o homem mais animal do que ele já é. Esse desligamento parcial da fita do DNA fez com que fosse ativado "a parte selvagem do homem". Isso torna mais difícil a evolução. Quanto à pituitária, essa glândula se atrofiou tanto que hoje ela parece um grão de ervilha no nosso cérebro, pesando no máximo 1 grama. Mesmo assim, ela continua sendo a glândula mestre do nosso corpo, comandando setores de suma importância em nosso organismo. Que brincadeira de mau gosto eles (os anunnaki) fizeram conosco?

O que era o cálice que fez brotar as lendas sobre o Santo Graal? Era o cálice contendo o preparado com o pó de ouro de Ofir (ou pó branco de Mfkzt) oferecido aos Faraós e Iniciados da Antiguidade. Através da Alquimia, os deuses da antiguidade usavam esse processo para conseguir a consciência iluminada. Quem tomava esse preparado miraculoso, desenvolvia um halo luminoso em volta do corpo e era considerado um iniciado pelas Escolas Iniciáticas da Antiguidade. O iniciado possuía a capacidade de se tornar um iluminado (ou illuminati). Essa característica de iluminação pode ser observada nas auréolas das cabeças de imagens de santos do Evangelho. Céu vem do latim, Caeliem, que significa brilhante.

[continua]

Referência:
[1] Annabel Sampaio, Ouro de Ofir, Editora Geneve, São Paulo, 2013.

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Tuesday, October 19, 2010

 

Ame a Si Mesmo

"Ame a si mesmo e observe, hoje, amanhã e sempre", Gautama Buda

Começemos com um dos mais profundos ensinamentos de Gautama, o Buda:

Ame a si mesmo.

Exatamente o oposto foi ensinado a você, por todas as tradições do mundo, todas as civilizações, culturas e igrejas. Elas dizem: Ame os outros, não ame a si mesmo. E existe uma certa estratégia ladina por trás desses ensinamentos.

O amor é o que nutre a alma. A comida é para o corpo o que o amor é para a alma. Sem comida, o corpo fica fraco; sem amor, a alma fica fraca. E nenhum país, nenhuma igreja e nenhum capital investido jamais desejou que as pessoas tivessem almas fortes, pois uma pessoa com energia espiritual elevada inevitavelmente será rebelde à sociedade.

O amor o torna rebelde, revolucionário, lhe dá asas para voar alto. O amor lhe dá discernimento sobre as coisas, de tal maneira que ninguém possa enganá-lo, explorá-lo, oprimi-lo. E os sacerdotes e os políticos sobrevivem somente com o seu sangue, somente com a sua exploração, sua escravização.

Todos os sacerdotes e políticos são parasitas. Para torná-lo espiritualmente fraco, eles encontraram um método seguro, cem por cento garantido, que é ensiná-lo a não se amar a si próprio. Porque se uma pessoa não puder amar a si mesma, ela também não poderá amar a mais ninguém. O ensinamento é muito astuto, eles dizem, "Ame os outros", pois sabem que, se você não puder amar a si mesmo, de modo nenhum você poderá amar. Mas eles ficam dizendo: "Ame os outros, a humanidade, a Deus. Ame a natureza, a sua esposa, o seu marido, os seus filhos, os seus pais". Mas não ame a si mesmo, porque, de acordo com eles, amar a si mesmo é egoísmo. O que mais eles condenam é o amor-próprio.

E eles fizeram com que esses ensinamentos parecessem muito lógicos. Eles dizem: "Se amar a si mesmo, você vai se tornar um egoísta, um narcisista". Isso não é verdade.

Uma pessoa que ama a si mesma descobre que não existe nenhum ego nela. O ego surge ao amar os outros sem amar a si mesmo, ao tentar amar os outros. Os missionários, os reformistas sociais, os benfeitores têm os maiores egos do mundo. Isso é natural, pois eles se consideram seres humanos superiores. Eles não são comuns; só pessoas comuns amam a si mesmas. Eles amam os outros, amam grandes ideais, amam Deus.

E todo o amor deles é falso, pois esse amor não tem raízes.

Uma pessoa que ama a si mesma dá o primeiro passo em direção ao amor real e verdadeiro. É como atirar uma pedra num lago tranquilo: primeiro, ondulações circulares surgirão em torno da pedra, muito próxima da pedra. Naturalmente! Onde mais as ondulações poderiam surgir? E depois elas se espalharão, alcançando a margem mais distante. Se você impedir essas ondulações iniciais de surgirem próximas da pedra (de você), de maneira nenhuma haverá outras ondulações se propagando. Então, nessa situação, não se pode esperar criar ondulações que alcancem as praias mais distantes; é impossível.

E os sacerdotes e os políticos perceberam esse fenômeno: ao impedir as pessoas de amarem a si mesmas, aniquilam-se suas capacidades de amar. Agora, tudo o que elas pensam que é amor será falso. Pode ser obrigação, mas não é amor - obrigação é uma palavra suja. Os pais estão cumprindo suas obrigações para com os filhos e, em troca, os filhos cumprirão suas obrigações para com os pais. A esposa cumpre seus deveres para com o marido, e o marido cumpre seus deveres para com a esposa. Onde está o amor em tudo isso?

O amor nada conhece de obrigação. Obrigação é um fardo, uma formalidade. Amor é uma alegria, um compartilhar; ele é informal. A pessoa que ama nunca sente que fez o suficiente; ela sempre sente que era possível fazer algo mais. Ela nunca sente: "Eu fiz um favor à outra pessoa". Pelo contrário, ela sente: "A pessoa me fez um favor recebendo o meu amor. Por receber minha dádiva, por não rejeitá-la, o outro me fez um favor".

A pessoa que cumpre obrigações pensa: "Sou superior, espiritual e extraordinário. Olhe como sirvo as pessoas!" Esses benfeitores são as pessoas mais falsas do mundo e também as mais nocivas. Se pudéssemos nos livrar dos benfeitores públicos, a humanidade tiraria um enorme peso dos ombros, se sentiria muito leve, seria capaz de novamente dançar, de novamente cantar.

Mas, durante séculos, as suas raízes têm sido cortadas, envenenadas. Fizeram com que você tivesse medo de sentir amor por você mesmo - que é o primeiro passo do amor e a primeira experiência. Uma pessoa que ama a si mesma respeita a si mesma. E a pessoa que ama e que respeita a si mesma, respeita os outros também, porque ela sabe: "Assim como eu sou, assim são os outros. Assim como tenho amor, respeito, dignidade, assim têm os outros". Nos detalhes, podemos ser um pouco diferentes uns dos outros - isso traz variedade, isso é belo -, mas na base, somos parte de uma só natureza.

A pessoa que ama a si mesma sente tanto amor e se torna tão bem-aventurada que o seu amor começa a transbordar, começa a alcançar os outros. Ele precisa alcançar! Se você viver o amor real, precisará compartilhá-lo. Você não poderá continuar a amar só a si mesmo para sempre, pois algo ficará absolutamente claro para você: se amar uma pessoa - a você mesmo - é tão imensamente extasiante e belo, mais êxtases estarão esperando você, se você começar a compartilhar seu amor com muitas, muitas pessoas!

Lentamente suas ondulações amorosas começarão a ir mais e mais longe. Você amará outras pessoas, e então começará a amar os animais, os pássaros, as árvores, as rochas. Você pode preencher todo o Universo com o seu amor. Uma única pessoa é suficiente para preencher todo o Universo com amor, exatamente como uma única pedrinha pode preencher todo o lago com andulações - uma única pedrinha.

Somente um buda pode dizer: Ame a si mesmo. Nenhum sacerdote, nenhum político pode concordar com isso, pois isso é destruir todo o edifício, toda a estrutura de exploração montada por eles. Se uma pessoa não tiver permissão para amar a si mesma, seu espírito, sua alma, fica cada dia mais fraca. Seu corpo pode se desenvolver, mas ela não terá crescimento interior, pois não terá nutrição interior. Ela permanece um corpo praticamente sem alma, ou com somente uma potencialidade, uma probabilidade de alma. A alma permanece uma semente e continuará assim, se você não puder encontrar o correto solo do amor para ela. E você não o encontrará, se seguir a idéia idiota usual: "Não ame a si mesmo".

Eu também lhe ensino a primeiro amar a si mesmo. Isso nada tem a ver com o ego. Na verdade, o amor é uma tal luz que a escuridão do ego de maneira nenhuma pode existir nela. Se você amar os outros, se seu amor estiver focado apenas nos outros, você viverá na escuridão. Primeiro, volte a sua luz em direção a si mesmo; primeiro, torne-se uma luz para si mesmo. Deixe a luz dispersar sua escuridão interior, sua fraqueza interior. Deixe que o amor faça de você um poder imenso, uma grande força espiritual.

E, uma vez que sua alma se torne poderosa, você saberá que não morrerá, que você é imortal, eterno. O amor lhe dá o primeiro discernimento com relação à eternidade, à imortalidade. O amor é a única experiência que transcende o tempo. Exatamente por isso, as pessoas que amam não temem a morte. Um único momento de amor é mais do que toda a eternidade.

Mas o amor precisa começar do começo, precisa iniciar com este primeiro passo:

Ame a si mesmo

Não se condene. Você já foi condenado demais e aceitou toda essa condenação. Agora, você fica se machucando. Ninguém se considera digno o suficiente, ninguém se considera uma bela criação de Deus, ninguém pensa que é necessário para a existência. Essas são idéias venenosas, mas você foi envenenado, envenenado com o leite de sua mãe, e esse tem sido todo o seu passado. A humanidade tem vivido sob uma escura nuvem de autocondenação. Se você se condena, como você poderá se desenvolver, como você poderá se tornar maduro? E se você se condena, como poderá venerar a existência? Se você não puder venerar a existência dentro de você, você será incapaz de venerar a existência nos outros; será impossível.

Você só pode se tornar parte do todo se tiver um grande respeito pelo Deus que reside dentro de você. Você é um anfitrião, Deus é seu convidado. Ao amar a si mesmo, você saberá: Deus o escolheu para ser um veículo. Ao escolher você para ser um veículo, ele já o respeitou, já o amou. Ao criar você, ele demonstrou seu amor por você. Ele não fez você acidentalmente; ele o fez com um certo destino, com um certo potencial, com uma certa glória que você precisa atingir. Sim, Deus criou o ser humano à sua própria imagem. O ser humano precisa se tornar um deus. A menos que o ser humano se torne um deus, não haverá preenchimento, contentamento.

Mas como você pode se tornar um deus? Seus sacerdotes dizem que você é um pecador, uma perdição, que você inevitavelmente irá para o inferno. E eles o deixam com muito medo de amar a si mesmo. Esse é o truque deles, cortar a própria raiz do amor. Eles são muito espertos. A profissão mais ardilosa no mundo é a dos sacerdotes. Eles dizem: "Ame os outros". Ora, isso será artificial, sintético, um fingimento, uma representação.

Eles dizem: "Ame a humanidade, sua terra natal, sua nação, a vida, a existência, Deus". Grandes palavras, mas completamente sem significado. Você já se deparou com a humanidade? Você sempre se depara com seres humanos - e infelizmente condenou o primeiro ser humano que encontrou, você.

Você não se respeita, não se ama. Agora você desperdiça toda a sua vida condenando os outros. É por isso que as pessoas são tão críticas. Elas se criticam, e como podem evitar de encontrar as mesmas faltas nos outros? Na verdadem, elas as encontrarão e as aumentarão; elas as tornarão tão grandes quanto possível. Essa parece ser a única escapatória para, de alguma maneira, livrar a cara; isso precisa ser feito. Por isso existe tanto criticismo e tanta falta de amor.

Eu digo que esse é um dos sutras mais profundos de Buda, e somente uma pessoa desperta como ele pode dar a você esse discernimento.

Ele diz: Ame a si mesmo... Essa pode se tornar a base para uma transformação radical. Não tenha medo de amar a si mesmo. Ame totalmente e você ficará surpreso: o dia em que você se livrar de toda autocondenação e autodesrespeito, em que você se livrar da idéia do pecado original, em que puder pensar em si mesmo como alguém valioso e amado pela existência, será um dia de grande bênção. Desse dia em diante, você começará a perceber as pessoas assim como elas são de verdade e terá compaixão. E essa não será uma compaixão cultivada; será um fluxo natural e espontâneo.

Uma pessoa que se ama pode facilmente se tornar meditativa, porque meditação significa estar consigo mesmo. Se você se odiar - como você se odeia, como lhe disseram para fazer e você fez religiosamente -, se você se odiar, como poderá ficar com você mesmo? E meditar nada mais é do que apreciar sua bela solitude. Celebrar a si mesmo, é isso o que a meditação é.

A meditação não é um relacionamento; o outro não é necessário, a pessoa é suficiente em si mesma, é banhada em sua própria glória, em sua própria luz. Ela está simplesmente feliz por estar viva, por existir.

O maior milagre do mundo é este: você existe, eu existo. Existir é o maior milagre, e a meditação abre as portas para esse grande milagre. Mas somente uma pessoa que ama a si mesma pode meditar; do contrário, você está sempre fugindo de si mesmo, evitando a si mesmo. Quem quer olhar para uma face feia e quem quer penetrar num ser feio? Quem quer penetrar fundo em sua própria lama, em sua própria escuridão? Quem quer entrar no inferno que você julga ser? Você quer manter tudo isso coberto com belas flores e sempre fugir de si mesmo.

Por isso as pessoas estão continuamente procurando companhia. Elas não conseguem ficar com elas mesmas e querem ficar com outras pessoas. As pessoas estão procurando qualquer tipo de companhia; se elas puderem evitar a companhia delas mesmas, qualquer coisa servirá. Elas sentarão num cinema durante três horas, assistindo algo completamente idiota; lerão um romance policial por horas, desperdiçando seu tempo. Lerão o mesmo jornal repetidamente, apenas para se manterem ocupadas; jogarão cartas e xadrez apenas para matar o tempo, como se tivessem muito tempo!

Nós não temos muito tempo, não temos tempo suficiente para nos desenvolver, para ser, para nos alegrar.

Mas este é um dos problemas básicos criados por uma educação equivocada: evite a si mesmo. As pessoas ficam sentadas em frente à TV, grudadas na poltrona durante quatro, cinco, até seis horas. Na média, o norte-americano assiste à televisão durante cinco horas por dia, e essa doença se espalhará por todo o mundo. E o que você está vendo? E o que você está ganhando com isso? Queimando seus olhos...

Mas isso sempre foi assim; mesmo se a televisão não existisse, haveria outras coisas. O problema é o mesmo: como evitar a si mesmo? Porque a pessoa se sente muito feia. E quem a fez ficar tão feia? Seus pretensos religiosos, seus papas. Eles são responsáveis por distorcerem suas faces, e foram bem-sucedidos, tornaram todos feios.

Toda criança nasce bela e, então, começamos a distorcer sua beleza, mutilando-a e paralisando-a de muitas maneiras, distorcendo sua proporção, tornando-a desequilibrada. Mais cedo ou mais tarde ela fica tão desgostosa consigo mesma que aceita ficar com qualquer um. O sujeito pode procurar uma prostituta apenas para evitar a si mesmo.

Ame a si mesmo, diz Buda. E isso pode transformar todo o mundo, pode destruir todo o feio passado, pode anunciar uma nova era, pode ser o princípio de uma nova humanidade.

Daí a minha insistência no amor - mas o amor começa com você mesmo. Depois ele pode continuar se espalhando, se espalhando por conta própria. Você não precisa fazer nada para espalhá-lo.

Ame a si mesmo, diz Buda e, logo depois, ele acrescenta: e observe. Isto é meditação, é o nome que Buda dá à meditação. Mas o primeiro requisito é se amar e, depois, observar. Se você não se amar e começar a observar, você vai querer se suicidar! Muitos budistas pensam em suicídio, pois não prestam atenção na primeira parte do sutra e, imediatamente, pulam para a segunda parte: "Observe a si mesmo". Na verdadem, nunca me deparei com um único comentário sobre o Dhammapada, sobre esses sutras de Buda, que desse qualquer atenção à sua primeira parte: Ame a si mesmo.

Sócrates diz: "Conheça a si mesmo". Buda diz: "Ame a si mesmo". Buda está muito mais correto, porque a menos que você ame a si mesmo, nunca se conhecerá. O conhecer virá somente mais tarde. O amor prepara o terreno, é a possibilidade de se conhecer, é o caminho correto para se conhecer.

Ninguém acha - nem mesmo os budistas - que amar a si mesmo precisa ser a base para conhecer a si mesmo, para observar a si mesmo, pois, a menos que você se ame, você não conseguirá se encarar. Você evitará. Isso porque o observar pode, ele próprio, ser uma maneira de evitar a si mesmo.

Primeiro: Ame a si mesmo e observe, hoje, amanhã e sempre.

Crie uma energia amorosa à sua volta. Ame o seu corpo, ame a sua mente, ame todo o seu mecanismo, todo o seu organismo. Amar significa aceitar como é. Não tentar reprimir. Reprimimos somente quando odiamos algo, quando somos contra algo. Não reprima, porque se você reprimir, como você irá observar? E não conseguimos olhar nos olhos do inimigo; só conseguimos olhar nos olhos de nosso amado. Se você não se amar, você não será capaz de olhar em seus próprios olhos, em sua própria face, em sua própria realidade.

Observar é meditar, é o nome que Buda dá à meditação. Observar é a senha de Buda. Ele diz: fique atento, fique alerta, não seja inconsciente, não se comporte de maneira sonolenta, não continue funcionando como uma máquina, como um robô. E é assim que as pessoas estão vivendo.

As pessoas estão vivendo inconscientemente, elas não estão conscientes do que estão dizendo, do que estão fazendo; elas não são observadoras. As pessoas ficam supondo e não vêem; elas não têm discernimento, não podem ter. O discernimento só acontece por meio de grande observação; então, pode-se ver até com os olhos fechados. No momento, você não pode ver nem mesmo com os olhos abertos. Você conclui, supõe, impõe, projeta.

Grace está deitada no divã do psiquiatra.
"Feche os olhos e relaxe", diz o médico, "e irei tentar um experimento".
Ele pegou seu chaveiro de bolso e levemente balançou as chaves. "O que este som lembra?", perguntou.
"Sexo", ela sussurrou.
Então, ele encostou levemente o chaveiro na palma da mão da moça, e o corpo dela enrijeceu.
"E isso?", perguntou o psiquiatra.
"Sexo", Grace murmurou nervosa.
"Agora, abra os olhos", instruiu o médico, "e me diga por que o que fiz fez você pensar em sexo".
Hesitantemente, suas pálpebras se abriram. Grace viu o molho de chaves na mão do psiquiatra e enrubesceu.
"Be-bem, para começar", ela gagejou, "pensei que o primeiro som fosse o zíper da sua calça se abrindo..."

Sua mente está constantemente projetando, projetando a si mesma. Ela está constantemente interferindo na realidade, dando-lhe uma cor, uma configuração e uma forma que não lhe é própria. Sua mente nunca permite que você perceba aquilo que é; ela permite que você perceba somente aquilo que ela deseja perceber.

Os cientistas pensavam que nossos olhos, ouvidos, nariz, os outros sentidos e a mente nada mais fossem do que aberturas para a realidade, pontes para a realidade. Mas agora todo o entendimento mudou. Agora eles dizem que nossos sentidos e a mente não são realmente aberturas para a realidade, mas defesas contra a realidade. Somente dois por cento da realidade passa por essas defesas e chega até você; noventa e oito por cento da realidade fica do lado de fora de você. E os dois por cento, que chegam até você e ao seu ser, são alterados. Eles precisam passar por tantas barreiras, precisam amoldar-se a tantas coisas da mente que, quando chegam até você, não são mais os mesmos.

Meditação significa colocar a mente de lado, de tal modo que ela não mais interfira na realidade e você possa perceber as coisas como elas são.

E por que a mente interfere? Ela interfere porque ela é criada pela sociedade, ela é o agente da sociedade em você! A mente não está a seu serviço, lembre-se disso! Ela é a sua mente, mas não está a seu serviço; ela está fazendo uma conspiração da sociedade contra você. A nossa mente foi condicionada pela sociedade, que implantou muitas coisas nela. Ela é a sua mente, mas não funciona como sua serva; ela funciona como serva da sociedade. Se você for cristão, ela funcionará como uma agente da igreja cristã; se você for hindu, ela será hindu; se você for budista, ela será budista. E a realidade não é cristã, hindu ou budista; a realidade é simplesmente como ela é.

Você precisa colocar de lado estas mentes: a mente comunista, a fascista, a católica, a protestante... Existem três mil religiões no mundo, grandes e pequenas, e pequenas seitas e seitas dentro de seitas... três mil no total. Dessa maneira, existem três mil mentes, tipos de mente, e a realidade é uma só, a existência é uma só, a verdade é uma só!!

Meditação significa: coloque a mente de lado e observe. O primeiro passo, ame a si mesmo, o ajudará imensamente. Ao amar a si mesmo, você irá destruir muito do que a sociedade implantou em você. Você se tornará mais livre da sociedade e de seus condicionamentos.

E o segundo passo é: observe, apenas observe. Buda não diz o que precisa ser observado - é tudo! Ao caminhar, observe o seu caminhar. Ao comer, observe seu comer. Ao tomar banho, observe a água, a água caindo sobre você, o toque da água, seu frescor, o calafrio que passa pela espinha - observe tudo, hoje, amanhã e sempre.

E finalmente, chega um momento em que você pode observar mesmo o seu sono. No que se refere ao observar, isso é o máximo. O corpo vai dormir e ainda assim existe um observador desperto, silenciosamente observando o corpo dormindo profundamente. No que se refere ao observar, isso é o máximo. No momento, acontece justamente o contrário: seu corpo está desperto, mas você está dormindo, em profunda sonolência. Então, você estará desperto e seu corpo estará dormindo.

O corpo precisa de repouso, mas sua consciência não precisa de sono. Sua consciência é consciência; ela é o estado de alerta, essa é a sua própria natureza. O corpo se cansa (e se desgasta) porque vive sob a lei da gravidade. É a gravidade que o deixa cansado (e desgastado). É por isso que ao correr rápido, você logo se cansa; ao subir escadas, você logo se cansa, pois a gravidade o puxa para baixo. Na verdade, ficar em pé é cansativo, sentar é cansativo, e quando você se deita na horizontal, somente então existe um pouco mais de repouso para o corpo, porque você fica mais em sintonia (equilíbrio) com a lei da gravidade. Quando você está em pé, na vertical, você está indo contra a lei; o sangue vai para a cabeça, contra a lei, e o coração precisa bater mais forte.

Mas a consciência não funciona sob a lei da gravidade, daí ela nunca se cansar. A gravidade não tem poder sobre a consciência; a consciência não é uma rocha, ela não tem peso. Ela funciona sob uma lei totalmente diferente, a lei da graça ou, como ela é conhecida no Oriente, a lei da levitação. Gravitação significa puxar para baixo, levitação significa puxar para cima.

O corpo está continuamente sendo puxado para baixo e, por isso, finalmente ele precisará se deitar na cova. Esse será o verdadeiro repouso para ele, pó sobre pó. O corpo, dessa forma, retornou à sua fonte, o tumulto cessou; agora não existe mais conflito. Os átomos de seu corpo terão verdadeiro repouso somente no túmulo.

A alma, no entanto, se eleva mais e mais alto. À medida que você se torna mais observador, você começa a ter asas - então, todo o céu é seu.

O ser humano é um encontro da terra com o céu, do corpo com a alma.

Fonte: Osho, Amor, Liberdade e Solitude, Editora Cultrix, 2006. ISBN 978-85-316-0913-8.

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Friday, May 29, 2009

 

Levitação: Um Mistério da Física Gravitacional


Deuses da mitologia oriental e ocidental tinham a especial habilidade de voar. Entre os homens, alguns também se tornaram mestres nesta arte, como os Brahmans e iogues indianos que, se não voam de fato, conseguem erguer a si mesmos no ar através da técnica denominada levitação. Nos Vedas - escrituras sagradas e históricas da Índia, existe uma série de instruções sobre como obter o estado físico-psíquico necessário para erguer-se acima do solo, desafiando a lei da gravidade. Infelizmente, o significado de muitas palavras e conceitos do antigo idioma indiano (senzar e sânscrito) perderam-se ao longo dos séculos, tornando impossível a tradução de muitos trechos nos termos das línguas atuais. Entretanto, "levitadores" experientes afirmam que tanto na antiguidade quanto nos dias de hoje, os "Iniciados" foram e são capazes de se erguer do solo até 90 cm. A prática, porém, não se destina a impressionar curiosos; antes, faz parte de rituais religiosos.


A arte da levitação ainda existe e pode ser observada na Índia e no Tibet. Muitos estudantes de tradições orientais mencionam o fenômeno dos "lamas voadores". A pesquisadora francesa Alexandra David-Neel, no início do Século XX, testemunhou o fenômeno da levitação obtida por um monge budista, que ergueu-se a doze metros no ar sobre o platô de Cnan Tang. Além de levitar, o monge movia-se no espaço como uma bola de tênis mantendo os olhos fixos em uma "estrela-guia" que somente ele conseguia ver durante a experiência, e que foi realizada em pleno dia. Também na Europa, a levitação é conhecida há muito tempo embora o método para obtê-la seja diferente dos empreendidos por Brahmans e iogues. Os monges europeus não passam por um treinamento especial para desenvolver esta faculdade, mas conseguem flutuar quando alcançam um estado extremo de êxtase espiritual.


A levitação do médium Colin Evans


SANTA TERESA D'ÁVILA
Segundo registros confiáveis, Santa Teresa, uma freira carmelita nascida na Espanha e que viveu no Século XVI, era capaz de levitar. Seu "vôo" foi testemunhado por 230 padres católicos. Ela escreveu sobre seu dom incomum em uma autobiografia, em 1565. No relato, a freira revela que jamais desejou levitar; o fato simplesmente aconteceu depois de um longo período dedicado a orações, nas quais ela pedia a Deus que a abençoasse com suas graças. Finalmente, aconteceu a levitação, como uma resposta do Todo Poderoso aos rogos da religiosa.

SAN JOSÉ DE CUPERTINO
Um dos mais famosos entre os levitadores ocidentais é Josef Desa ou San José de Cupertino , conhecido com "homem voador". Ele nasceu em uma família muito religiosa, no sul da Itália. Desde garoto, Josef mostrava-se dedicado à religião e praticava o automartírio, as flagelações, como forma de obter o êxtase da alma. Mais tarde, ingressou em uma ordem Franciscana. Ali, ele conseguiu atingir seu objetivo e o resultado do êxtase foi a ocorrência da levitação. O fato repetiu-se algumas vezes e Josef foi levado a Roma para uma audiência pesoal com o Papa Urbano VIII. Ele ficou extrememente excitado e, ao levitar no Vaticano, precisou que o chefe da ordem interviesse para que ele voltasse ao solo. Muitos cientistas observaram e registraram centenas de vezes as levitações de Josef, porém o cristianismo católico ficava extremamente embaraçado em explicar aquele caso que provocava grande comoção popular por seu caráter miraculoso; por isso, o frade foi afastado do monastério em 1653, transferido para um outro local, em Osimo, onde morreu em 1663. Quatro anos depois, Josef Desa foi canonizado.


São José de Cupertino

DOUGLAS HOME
No Século XIX, Daniel Douglas Home ficou famoso por sua capacidade de levitar. O editor de um jornal americano descreveu assim seu testemunho da primeira demonstração pública de Douglas: "Repentinamente, Home começou a elevar-se do solo e todas as pessoas na sala ficaram completamente surpresas. Eu pude ver suas pernas voando, sem contato com o solo. Aparentemente, ele não podia falar sobre o que sentia, se havia dor em sua experiência antes ou depois ou se sua mente estava em um estado especial de consciência. Ele desceu algum tempo depois e posteriormente, elevou-se novamente. Durante a sessão, levitou por três vezes." Home aprendeu a levitar sozinho e demonstrou sua habilidade para centenas de espectadores, incluindo celebridades da época como Mark Twain, Napoleão III e outros, entre políticos, médicos e cientistas. Jamais foi acusado de fraude em suas mil e quinhentas sessões registradas.


Douglas Home: levitação, recriada por um pintor


SUBBAYAH PULLAVAR
No Século XX, em 06 de junho de 1936, a revista inglesa London News publicou uma série de fotografias que mostravam as sucessivas etapas de levitação do iogue indiano Subbayah Pullavar, demonstrando que o fenômeno não era uma ilusão hipnótica. A testemunha P.Y. Plunkett escreveu sobre o episódio: "Aconteceu por volta das 12:30 da manhã, com o sol a pino de modo que as sombras não influenciaram o espetáculo. ...A pouca distância, de pé e em silêncio estava o protagonista, Subbayah Pullavar, longos cabelos, bigodes caídos e estranho olhar. Saudou-nos e conversou um pouco conosco. Praticava este tipo de ioga a 20 anos tal como haviam feito seus antepassados. Pedimos permissão para tirar fotos e ele consentiu imediatamente."

Plunkett reuniu 150 testemunhas enquanto o iogue começava seus preparativos rituais. Derramou-se água ao redor de uma tenda armada dentro de um círculo, onde começaria a levitação. Proibiram-se os sapatos com sola de couro dentro do círculo e o levitador entrou sozinho na tenda. Alguns minutos depois, os ajudantes retiraram a cobertura da tenda e ali estava o faquir, flutuando no ar um metro do solo. Plunkett e outra testemunha examinaram o espaço embaixo e em torno de Subbayah e não encontraram cordas ou qualquer outro aparato invisível ou dissimulado. O iogue estava em transe e as fotografias foram feitas de vários ângulos durante os quatro minutos de levitação.

Existe muita controvérsia sobre a natureza física da levitação. Ao que parece, o fervor religioso tem íntima relação com o fenômeno, posto que os relatos envolvem tanto monjes budistas e iogues quanto entre cristãos. Em 1902, o ocultista inglês Aleister Crowley encontrou seu compatriota Alan Bennett, que havia se tornado monje budista em um monastério da Birmânia. Ele aprendera a misteriosa arte de levitar e quando o fazia, o vento podia "arrastá-lo como se fosse uma folha". Alguns pesquisadores dizem que o fenômeno resulta de um campo biogravitacional criado por tipo especial de energia mental emitida pelo cérebro humano. O Dr. Alexander Dubrov é um dos que defendem esta hipótese e acrescenta que o campo biogravitacional é criado deliberadamente pelo levitador que, depois de obter a elevação inical pode controlar o campo movendo-se e mudando de direção durante o vôo.

O iogue indiano Subbayah Pullavar levita diante do público. No final da sessão, os membros do iogue estavam tão rígidos que nem cinco homens conseguiram curvá-los.

Existe também um grande número de relatos de levitação de pessoas e objetos em sessões mediúnicas. Atualmente, um rapaz jovem, chamado Criss Angel, consegue levitar na cidade, no campo e sobre as águas (de uma piscina): veja, por exemplo, os vídeos [1], [2] e [3].

Uma possível explicação: Você tem uma explicação para esse fenômeno? Eu pensei um pouco sobre esse assunto e comecei a "ligar os pontos" correspondentes às informações que recolhi no passado. O primeiro ponto é o seguinte: a grande maioria dos casos de levitação ocorre com pessoas religiosas/espiritualizadas, assim como ocorreu com Jesus (que levitou - "caminhou" - sobre as águas do mar). Pessoas religiosas (ou espiritualizadas) procuram contato com os "deuses" e, possivelmente, conseguem eventualmente esse intento. Os "deuses" passeiam pela nossa atmosfera usando "discos voadores", que costumamos chamar de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs ou UFOs), que realmente existem e não são estórias da carochinha. Esses discos voadores possuem uma tecnologia muito mais avançada do que a conhecida pela raça humana da superfície da Terra. Aparentemente, os discos voadores fazem uso de uma tecnologia anti-gravitacional de propulsão: já apareceram muitos relatos de pessoas que foram levitadas, quando então foram tiradas do solo terrestre e colocadas no interior dessas naves.

Veja mais alguns indícios sobre essa minha explicação acima: no livro [4], o francês Claude Vorilhon Raël (fundador do movimento religioso "raeliano") nos conta que um "deus" Eloha, que saiu de dentro de um disco voador, lhe contou que Jesus fazia seus milagres porque "recebia ajuda dos criadores (deles), que agiam invisivelmente à curta distância utilizando raios concentrados (laser)"; certamente, a levitação de Jesus sobre as águas do mar foi feita com essa ajuda dos "deuses" extraterrestres.

Em vista desta informação sobre a ajuda de discos voadores a Jesus, eu olhei com muito cuidado o vídeo [2], sobre a levitação de Criss Angel no campo, e consegui identificar o disco voador que, provavelmente, o estava auxiliando na sua levitação, nos seguintes instantes do vídeo: 0:58, 0:59, 1:05, 1:06, 1:07 e de 1:13 até 1:24. Você também consegue ver esse UFO, OVNI ?

Referências:
[1] http://www.youtube.com/watch?v=ZlIwcVAxZsU (retirado)
http://www.youtube.com/watch?v=QtQAIovnMwI (igual ao retirado)

[2] http://www.youtube.com/watch?v=47pRIniVg1Y (retirado)
http://www.youtube.com/watch?v=KIokacVnO7c (parecido com o retirado)

[3] http://www.youtube.com/watch?v=jtLUvBRYZrg
[4] Claude V. Raël, A Mensagem Transmitida pelos Extraterrestres, Editora Imprensa Livre, pg. 58, Porto Alegre-Brasil, 2003.

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Monday, November 10, 2008

 

Levitação Sonora

"No princípio era o Verbo (som) e tudo foi feito com ele", João

Lendo o artigo abaixo (retirado da internet) podemos ter uma idéia de como poderiam ter sido construídas, por exemplo, as pirâmides do Egito e as grandes construções de pedra dos índios da América. Outra alternativa para obter levitação de grandes blocos de pedra, que já tratamos anteriormente, consiste na utilização de pó de ouro branco. Trata-se, portanto, de tecnologias do passado que ainda não re-descobrimos (não disponível para a maioria da população) na época atual. Mostra, também, que já existiu civilizações humanas, no passado, mais evoluídas tecnologicamente do que a atual, neste planeta.

Pela leitura abaixo também vemos que não é por acaso que a Grã-Bretanha foi o primeiro país do mundo a construir os aviões a jato Harrier (usados nos porta-aviões britânicos, por levantarem e pousarem na vertical) e os transportadores conhecidos como Hovercraft (espécie de balsas flutuantes - sobre colchão de ar - sobre terra ou mar/lago). Boa leitura.

Monges tibetanos dominam a tecnologia da levitação

Um dos possíveis métodos de se gerar gravidade artificial ou "anti-gravidade" é através do SOM. Mais especificamente, através da ressonância sonora.

Uma história muito intrigante agora nos vem a tona relacionada com uma técnica de construção dos templos dos monges tibetanos. Eles conseguem elevar enormes blocos de pedra através de um complicado sistema de instrumentos musicais dispostos ao redor do bloco. O grande Mestre é quem comanda este "concerto", e, quando determinado arranjo de freqüências é atingido, o bloco simplesmente começa a flutuar, e a subir, e quando ele chega na altura desejada, o "concerto" pára e o bloco é posicionado.

A seguir, está o relato, publicado em uma revista alemã, que descreve toda a história em detalhes:

"Nós sabemos dos mestres do oriente que eles eram capazes de levantar pesados blocos de pedra e colocá-los em alturas muito elevadas, com o auxílio de um arranjo de vários sons. O conhecimento das várias vibrações na freqüência audível demonstra para um físico que um campo sonoro vibrante e condensado pode anular o efeito da gravidade. O engenheiro suiço Olaf Alexanderson escreveu sobre este fenômeno na publicação Implosion, No. 13. O seguinte relato é baseado nas observações que foram feitas a apenas 20 anos atrás no Tibet. O autor do relato é o engenheiro civil e aviador Henry Kjelson, um amigo meu. Ele mais tarde incluiu este relato no livro The Lost Techniques (As Técnicas Perdidas).

Este é o relato: Um doutor suiço, Dr. Jarl, amigo de Kjenson, estudou em Oxford. Nessa época, ele fez amizade com um jovem estudante tibetano. Alguns anos depois, em 1939, Dr. Jarl fez uma viagem ao Egito para a English Scientific Society. Lá ele foi visto por um mensageiro de seu amigo tibetano, e urgentemente pediu que viesse ao Tibet para tratar de um grande Lama. Depois que o Dr. Jarl se desocupou, ele seguiu o mensageiro e chegou, depois de uma longa viagem de avião e de caravana de Yakes (animais de carga tibetanos), no monastério, onde o velho Lama e seu amigo, que agora estava em uma alta posição, estavam vivendo.

Dr. Jarl ficou lá por um tempo, e por causa de sua grande amizade com os tibetanos, ele aprendeu um monte de coisas que outros estrangeiros não têm chance de escutar, ou observar.

Um dia seu amigo o levou para um lugar na vizinhança do monastério e mostrou a ele um prado inclinado perto de grandes colinas ao noroeste. Em uma das paredes da colina, com uma altura de aproximadamente 250 metros, estava um grande buraco que parecia ser a entrada de uma caverna. Na frente deste buraco estava uma plataforma que os monges estavam utilizando para construir uma parede de pedra. O único acesso a esta plataforma era do topo da colina e os monges desciam com a ajuda de cordas.

Mais 250 metros abaixo da plataforma estava um grande bloco de pedra polido com uma cavidade em forma de tigela no centro. Esta cavidade tinha um diâmetro de um metro e profundidade de 15 centímetros. Um outro bloco de pedra foi manipulado com a ajuda dos Yakes e foi encaixado na cavidade. O grande bloco tinha um metro de largura e um metro e meio de profundidade. Então 19 instrumentos musicais foram posicionados em um arco de 90 graus a uma distância de 63 metros do bloco de pedra. O raio de 63 metros foi medido com extrema precisão. Os instrumentos musicais consistiam de 13 tambores e 6 trumpetes. Oito tambores tinham raio de 1 metro e profundidade de 1 metro e meio. Quatro tambores eram de tamanho médio, com raio de 70 centímetros e profundidade de 1 metro. O único tambor pequeno tinha raio de 20 cm e profundidade de 30 cm. Todos os trumpetes eram do mesmo tamanho. Eles tinham um comprimento de 3.12 metros e abertura de 30 cm. Os tambores grandes e todos os trumpetes estavam fixados em montes que podiam ser ajustados com cajados na direção do bloco de pedra. Os grandes tambores eram feitos de folhas de ferro de 3 mm de espessura, e tinham um peso de 150 kg. Eles eram construídos em 5 seções. Todos os tambores eram abertos na extremidade, e na outra estavam fechados por paredes de metal, na qual os monges batiam com paus revestidos de couro. Atrás de cada instrumento estava uma fila de monges. Quando a pedra estava em posição, o monge atrás do pequeno tambor dava um sinal para começar o concerto. O tambor pequeno tinha um som muito agudo, que podia ser ouvido mesmo com os outros instrumentos fazendo um terrível barulho. Os monges estavam cantando uma oração, aos poucos fazendo crescer o período deste barulho inacreditável. Durante os primeiros quatro minutos nada aconteceu, então à medida que a velocidade de batida dos tambores e o barulho crescia, o grande bloco de pedra começou a se mexer, e de repente ele levantou vôo com uma velocidade crescente em direção da plataforma na frente do buraco da caverna. Depois de três minutos de subida ele pousou na plataforma.

Continuamente eles traziam novos blocos para a plataforma, e os monges usando este método transportavam de 5 a 6 blocos por hora em uma trajetória parabólica de aproximadamente 500 metros de extensão e 250 metros de altura. De tempos em tempos uma pedra caía, e os monges moviam a pedra caída para longe. Uma tarefa inacreditável. O Dr. Jarl sabia do transporte destas pedras. Outros experts tibetanos como Linaver, Spalding e Huc já falaram sobre isso, mas eles nunca tinham visto. Então Dr. Jarl foi o primeiro estrangeiro que teve a oportunidade de ver este espetáculo fantástico. Ele fez dois filmes sobre o experimento, porque achava que podia estar sendo vítima de uma psicose, mas os filmes mostraram exatamente aquilo que ele estava testemunhando.

A Sociedade Inglesa, para a qual o Dr. Jarl estava trabalhando, confiscou os dois filmes e os declarou altamente sigilosos. Eles não estarão disponíveis até 1990 (este prazo expirou há muito tempo). Esta atitude é difícil de explicar, ou de entender.

O fato de que os filmes foram imediatamente confiscados não é muito difícil de entender.

Torna-se claro que os monges tibetanos estão totalmente a par das leis que governam a estrutura da matéria, que os cientistas do mundo ocidental da atualidade estão ainda investigando. Acha-se que as orações cantadas pelos monges não têm relação com a levitação. O segredo está no posicionamento geométrico dos instrumentos musicais em relação as pedras a serem levitadas, e o ajuste harmônico dos tambores e trumpetes. As ondas de som sendo geradas pela combinação eram direcionadas de certa forma que um efeito anti-gravitacional era criado no centro de foco, onde estavam as pedras, e na periferia ao redor, certa de um terço do círculo no qual as pedras se moviam.

Em alguns livros muito antigos, existia a descrição de máquinas voadoras que ao voar provocavam um som melodioso, e teorizavam que existia um propulsor sônico que emitia som em freqüências que ressonavam com as freqüências naturais da máquina.

Agora os tibetanos nos deram uma indicação direta de como construir uma máquina voadora com propulsão sônica anti-gravitacional. Tudo o que é necessário é completar o círculo de geradores sônicos, indicados pelos tambores e trumpetes, e nós teremos um disco que cria um força de levitação anti-gravitacional no centro.

Pelo visto, nosso conhecimento científico já está a frente deste tipo de pesquisa, e certamente muitos veículos experimentais já foram construídos. Geradores de alta freqüência provavelmente tomaram os lugares dos de baixa freqüência, e sistemas eletrônicos de controle das freqüências nos dariam controle da direção do movimento.

Com este tipo de pesquisa sendo feita, diria que os dias dos aviões convencionais estão contados."

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Wednesday, January 30, 2008

 

Corpo Físico em Estado de Jinas


A Gnose informa que é possível colocar nosso corpo físico em uma condição chamada "estado de jinas". Isto poderia ser conseguido usando algumas práticas. Isso seria semelhante a uma projeção astral na qual levamos conosco o corpo físico, inserindo-nos em uma quarta dimensão (hiperespaço). Com isso, o corpo físico passaria a ter uma série de possibilidades, impossíveis na situação normal da terceira dimensão, tais como:

1. Levitação do corpo físico: algo semelhante ao que Jesus fez para poder "caminhar (levitar) sobre as águas" e também explicaria as viagens das bruxas pelos ares, em cima de suas vassouras... e explicaria a levitação de objetos (em estado de jinas) conhecidos como discos voadores...;

2. Atravessar objetos sólidos sem causar danos ao corpo físico: com isso pode-se fugir de prisões, como feito pelo apóstolo Pedro, auxiliado por um Mestre Jinas ("Anjo do Senhor"), segundo relato da Bíblia;

3. Mudar a aparência (forma) do corpo físico, algo chamado de shape-shifting, em inglês: isso poderia explicar algumas transformações da forma humana para outras, como para a reptiliana e para a de outros animais (no asno das lendas gregas, no lobisomem do folclore ocidental, etc);

4. Transladar o corpo físico para qualquer local, inclusive para fora do planeta Terra;

5. Exercer a ubiqüidade, isto é, projetar o corpo para vários locais, ao mesmo tempo, exercendo atividades distintas em cada um desses locais;

6. Tornar o corpo físico invisível (desmaterialização, desaparecimento do corpo): Jesus estaria vivendo em Shambala (cidade na Ásia), ambos em estado jinas invisível. Poderíamos ver Jesus e Shambala se colocarmos nosso corpo físico em estado de jinas e tivermos permissão (méritos) para isso;

7. Acessar informações do passado (viajar no tempo): Tudo que ocorre na Natureza fica registrado em certas dimensões (as estrelas que vemos hoje no céu são registros do passado do Universo, nosso DNA registra nosso passado, etc), que são conhecidos como os Registros do Akasha. Em estado de jinas podemos ter permissão (se tivermos méritos) de acessar esses registros (ou parte deles) e conhecermos o que aconteceu no passado deste planeta e com nossas encarnações anteriores.

Existiria todo um mundo paralelo ao nosso que estaria em estado de jinas. Civilizações evoluídas (e todas suas construções e cidades), anteriores à nossa, estariam atualmente vivendo nesse hiperespaço e poderiam ser contactadas na atualidade, como os maias, etc.

Uma forma de se caminhar para atingir este estado de jinas (ter os méritos necessários para atingir esse estado) parece envolver a prática de magia sexual, que consiste, para os homens, em manter relações sexuais sem ejacular o sêmen, desta forma favorecendo a subida da energia Kundalini pela coluna vertebral, em direção à cabeça. Se houver perda do sêmen, a energia kundalini desce e contribui para a geração do rabo diabólico no plano astral. No estágio final, parece que para entrar em estado de jinas é comum o auxílio de seres que já se encontram permanentemente nesse estado, quando estamos prestes a dormir (já em estado de sono), gerando algo semelhante a um sonambulismo voluntário e consciente.

Irei inserindo mais informações nesta postagem na medida em que me informe mais sobre este assunto.

Para saber mais:
1. http://br.geocities.com/sabedoria_gnostica/estadojinas.html
2. http://www.astrologia-esoterica.com.br/Curso%20de%20Projeciologia%20-%20Viagem%20Astral.html
3. http://www.viagemastral.com/gva/viewtopic.php?f=4&t=228
4. http://sofadasala.vilabol.uol.com.br/noticia/22022007.htm

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