segunda-feira, junho 12, 2023
Anti-gravidade
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quinta-feira, janeiro 06, 2022
Cabeças
O vídeo abaixo mostra que as cabeças de vários jovens vacinados explodem e entram em combustão (soltando fumaça) após a ligação do sistema 5G de telefonia celular em Israel:
https://www.bitchute.com/video/AqpOFBwMU1ge/
Minha opinião: Quando uma pessoa toma uma injeção da vacina mRNA anti-covid19, o local da aplicação da vacina, no braço, fica com excesso de partículas ferromagnéticas, o que leva a moedas grudarem apenas no local de aplicação:
https://www.youtube.com/watch?v=56c7DOfV9G0
https://www.stylourbano.com.br/vacina-com-proteina-magneto-pode-controla-remotamente-o-cerebro-e-o-comportamento/
Com o tempo o corpo dessa pessoa vacinada aprende a fabricar essa substância ferromagnética e ela passa a se acumular na cabeça, levando, agora, a moeda a grudar na cabeça (testa) dessas pessoas:
https://ndmais.com.br/noticias/o-misterio-da-moeda-na-testa-e-a-cabeca-magnetica/
Se essa pessoa, com a cabeça agora ferromagnética, ficar sujeita a ondas na frequência da telefonia 5G, a sua cabeça será mais aquecida do que o resto do corpo, em que a concentração de água (H2O) é maior. Esse maior aquecimento pode levar à situação mostrada no primeiro vídeo acima. É como se a pessoa colocasse a cabeça dentro de um forno de microondas ligado.
Marcadores: cabeça, combustão humana, coronavírus, forno de microonda, Israel, magnetismo, telefonia celular, vacina
terça-feira, janeiro 28, 2014
A Terra e os Seres Humanos
A terceira raça humana recebeu o nome místico de Aben. Esta raça compõe-se originalmente de três etnia: branca, amarela e vermelha; com o tempo, devido a vários fatores, houve alteração na cor da pele dos indivíduos. As causas da mudança da cor dos homens são várias, mas a causa principal foi um desequilíbrio entre a força vital e os componentes básicos da pele.Semelhantemente às raças precedentes, usavam cabelos longos (soltos ou arranjados em tranças). O ouro, nessa época, ainda continuava abundante e à disposição dos homens. Ao contrário dos Els e dos Issim, os Aben já apresentam pêlos no corpo: barba e bigode e pêlos pubianos. Tal como a segunda Raça, a terceira também habitou a superfície externa planetária, apesar de ter conhecimento de Agartha (Terra oca). Os Aben espalharam-se pelo vasto continente de Gondwana, que os Aben chamavam de Mu, uma variante de Ma ("Mãe"). Eles se autodenominavam Rutas ("adoradores do Sol"). Chamavam o Sol de Ra. Os Rutas movimentavam-se em harmonia, ordem e progresso. Vigorava o Dharma (a Lei Universal) e não o Carma. Só que aí chegaram, para ficar, os exilados de Capela.
Marcadores: Agartha, antenas, cabelo, Capela, Ciclopes, cinturão dos asteróides, Els, Hiperbórea, Issim, lua, magnetismo, merkaba, olho, Pitris, sol interno, terra oca, Tiamat
sábado, novembro 24, 2007
Magnetismo e Vida
A Mudança está acontecendo Agora
com Gregg Braden, por Wynn Free
Existem muitos indicadores científicos quantificáveis provando que a Terra e o Sistema Solar estão passando por mudanças que nunca ocorreram anteriormente na história humana registrada. Muitos psíquicos e canalizadores dizem que nós entramos no começo de uma mudança dimensional que já está afetando profundamente todas as nossas vidas. Alguns predizem que dentro da próxima década nós entraremos em um processo de ascensão, cumprindo as profecias de Jesus.
Braden escreveu um livro - Awakening to Zero Point – onde ele documenta isso e outros indicadores da rápida mudança planetária.
Wynn: É verdade que os polos magnéticos da Terra estão em um processo de mudança atualmente?
Gregg: Em Maio-Junho-Julho de 2002, foi muito bem reconhecido e aceito pelas revistas científicas, pela primeira vez, que nós estamos em um processo de reversão polar.
Já nos anos 1960s, os geologistas estavam convencidos de que a Terra passa periodicamente por reversões magnéticas. Eles podiam afirmar isso por leituras de amostras da crosta, amostras de gelo e de fósseis, assim como de partículas magnetizadas que estavam travadas em certas posições nas rochas do planeta. Os geologistas estavam tão seguros deste fenômeno, que eles mapearam os últimos 4,5 milhões de anos da Terra, e os registros que resultaram sugeriam que a Terra passou por 14 dessas reversões polares.
Naquela época, em 1961 e 1962, os cientistas achavam que a última reversão magnética ocorreu na época da última Era do Gelo,
No entanto, nos anos 1990s, os geologistas continuaram a refinar este tipo de informação. Inicialmente eles diziam que levava milhares de anos para isso acontecer. Depois começaram a dizer: “Bem, ela (a reversão) pode acontecer em algumas centenas de anos”. Mas agora, com evidências recentes recolhidas do gelo da Groelândia e da Antártica, dizem que isso poderia acontecer em apenas uma década.
Agora sabemos que os polos magnéticos estão se movendo. Nós estamos vivendo isso neste exato momento. Não sabemos exatamente a conseqüência disso, porque apesar de ter acontecido 14 vezes nos últimos 4.500.000 de anos, isso aparentemente nunca aconteceu com 6.000.000.000 de pessoas na superfície do planeta.
Wynn: Você está dizendo que isso é conhecimento comum?
Gregg: É um conhecimento comum para as pessoas que precisam conhecer essas coisas. Por exemplo, os regulamentos da FAA (Federal Aviation Agency, dos EUA) dizem que quando os polos se movem além de 5 ou 8 graus, as pistas dos aeroportos precisam ser renumeradas, para haver correlação com as orientações magnéticas que os pilotos observam nos seus aparelhos. O primeiro aeroporto nos Estados Unidos a atender esta imposição foi Minneapolis/St. Paul, onde eles gastaram cerca de 85.000 dólares para fazer isso e renumerar as orientações (headings) da pista. Mas, o que aconteceu na janela temporal de Maio-Junho-Julho de 2002 é que revistas científicas como a Nature, Science, Scientific American e New Scientist divulgaram reportagens dizendo que nós estamos definitivamente em um processo de reversão magnética, e a agência de notícias AP divulgou essa informação.
Nós sabemos que os pássaros e outros animais migram acompanhando as linhas desses campos magnéticos (os pombos-correios foram muito estudados neste sentido). Portanto, existe especulação de que as mudanças que estão ocorrendo no campo magnético terrestre são responsáveis pela modificação dos padrões de migração dos pássaros que têm sido observadas na Ásia e na América do Norte.
Esta mudança nos campos também podem explicar porque as baleias estão se jogando nas praias (ou subindo o Rio Amazonas, como aconteceu alguns dias atrás). As linhas de navegação (magnéticas) que as baleias sempre seguiram mudaram de posição e, agora, encaminham elas para uma praia (e não mais para o mar aberto). Quando nós as desencalhamos e as retornamos para a água, deixando-as livres, elas continuam a se alinharem com as mesmas linhas magnéticas, e seguindo essas linhas, elas acabam nas praias novamente.
Portanto, sim, é um conhecimento comum agora. Os periódicos científicos mais respeitados dizem que nós estamos nesta mudança (shift). Apesar de não sabermos precisamente o que isto significa, é muito significativo que isto está sendo reconhecido na literatura que é revisada pelos seus pares científicos (peer-reviewed), e não apenas por revistas especulativas e pseudo-científicas.
Wynn: Quando este deslocamento magnético foi reconhecido pela primeira vez?
Gregg: Poderia ter sido em Junho/Julho de 2002. As pessoas começaram a me mandar e-mails dizendo que elas tinham visto isso, e me davam referências. Eu próprio encontrei referências nas revistas.
Wynn: Nós poderíamos sobreviver um deslocamento polar completo?
Gregg: Qualquer resposta a essa pergunta é necessariamente uma mentira dentro do reino da especulação, porque na história humana registrada tradicional isso nunca ocorreu. Por outro lado, existem tradições indígenas e tradições bíblicas antigas dos hebreus que sugerem que um deslocamento magnético pode ter acontecido inclusive mais recentemente que a última Idade do Gelo. Isso foi
As lendas natives falam de um dia, há 3.600 anos atrás, quando o Sol surgiu no oeste, como ele sempre fazia, permaneceu no céu por mais de um dia complete, e se pôs no leste – mas no dia seguinte, ele nasceu no leste e se pôs no oeste, como ele faz até hoje
O que a tradição nos diz, no entanto, é que se algo como isso acontecesse, as pessoas da Terra iriam conseguir passar pela experiência. Iria ser um dia bastante estranho para se viver, mas se as lendas antigas forem verdadeiras, isso aconteceu e as pessoas aparentemente sobreviveram. No entanto, não sabemos como tudo isso afetou as suas vidas.
Wynn: Você tem alguma idéia de como este deslocamento magnético possa alterar a nossa consciência?
Similarmente, os pesquisadores e descendentes dos povos índios acreditam que quando a Terra passa pelo que a ciência vê como uma reversão magnética, isso também sera uma grande mudança e limpeza da consciência da terra (semelhante a um reset no computador). Não haverá nada para manter todos os padrões magnéticos que foram estabelecidos no passado. Portanto, quando nós acordarmos desta mudança, o que se tornará consciência será a nossa verdadeira natureza, nossa verdadeira essência. E a memória de todas as coisas más ou todos os ressentimentos do ego e o que temos de contra entre nós e como nações, não farão parte dessa nova consciência, dessa nova grade.
Dessa perspectiva, muitas tradições prevêem, sentem ou especulam que nós estamos nos aproximando de um tempo que eles chamam de a Grande Limpeza, e que esta limpeza está acontecendo a um nível do núcleo da memória da consciência.
Wynn: Portanto é possível supor que, de certa forma, nossa memória está conectada a esse campo magnético?
Gregg: Eu penso que sim. Eu penso assim por causa dos registros estranhos dos astronautas que deixaram a terra e foram para o espaço durante o Programa Apolo. Deixando a atmosfera terrestre e circulando o planeta muitas milhas acima da superfície, a intensidade do magnetismo terrestre fica muito reduzido. Com isso, os astronautas começaram a ter experiências que eles não estavam preparados nem treinados para ter, e que eram totalmente inesperadas. Quando eles estavam no espaço e olhavam para baixo para a Terra, eles começaram a ter insights e sensações, despertamentos e percepções que eles nunca tiveram antes quando estavam na terra. Significou algo diferente para cada um deles.
Da mesma forma, amigos meus que foram para a Guerra do Vietnã ficaram todos mudados quando eles voltaram para casa. Ela mudou tomo mundo. Para alguns, a mudança foi tão dolorosa que eles não conseguiam falar sobre ela, e para outros, a mudança foi um catalizador nas suas vidas e eles falavam sobre isso incessantemente.
Eu acredito que houve um programa especial de televisão na PBS (Public Broadcast Servive, televisão pública dos EUA) que documentou este mesmo fenômeno com os astronautas, dizendo que eles nunca mais foram os mesmos após seus passeios espaciais. Quando eles regressaram do espaço, existiam alguns que não sabiam o que fazer com suas experiências no espaço exterior. Alguns voltaram-se para as drogas e para o álcool. Outros canalizaram a mudança que ocorreu dentro deles para projetos muito positivos, a favor da vida.
Um deste último grupo foi o Dr. Edgar Mitchell, que fundou a Noetic Sciences Organization (Organização das Ciências Noéticas) em um esforço voltado para a validação do fenômeno da consciência humana. Outro astronauta iniciou a procura da Arca de Noé, e acabou achando-a enterrada no gelo do Monte Ararat, exatamente onde a Bíblia dizia que ela estaria
Wynn: Portanto a implicação, neste caso, é que esses astronautas, por causa de saírem do campo magnético da terra, tiveram algum tipo de despertar espiritual?
Gregg: Eles certamente passaram por uma catarse quando eles não estavam mais sob a influência do campo magnético da terra.
Nós também vemos coisa similar acontecendo quando observamos os campos magnéticos da terra. Eles não são constantes sobre a superfície do planeta, e os mapas de seu contorno mostram intensidades variáveis dos campos magnéticos sobre a superfície da terra – locais onde os campos magnéticos possuem intensidade elevada e onde a intensidade é muito baixa.
Esses campos mudaram com o passar do tempo, e pode ser a causa que explica porque a população de humanos migrou para os lugares que eles estão agora. Eles podem ter seguido (intuitivamente) essas linhas de contorno magnéticas.
O que acontece é que nos lugares onde o magnetismo é muito baixo, e portanto seu efeito é quase desprezível, mudanças e inovações muito grandes parecem ocorrer. Onde o magnetismo é tradicionalmente alto, esses são os lugares de estagnação onde mudanças, apesar de elas ocorrerem, demoram muito tempo e as mudanças acontecem muito devagar.
Se eu estivesse vindo aqui de um outro mundo e não soubesse nada sobre as pessoas da terra, e se eu tivesse procurando um local onde as oportunidades de mudança fossem maiores, eu iria procurer pelas linhas de contorno zero (de magnetismo). Se você olhar no mapa magnético da terra hoje, você notará uma linha de contorno zero que passa pela costa oeste dos EUA, da costa da Califórnia até a costa do Alaska. Em outras palavras, o magnetismo ao longo da costa oeste é quase nulo! (e é a região de maior progresso tecnológico daquele país).
Nos EUA, o lado oposto disso é a área de maior magnetismo, onde os campos magnéticos são mais densos. E isso você encontra nos estados do sudeste – exatamente os estados que são tradicionalmente vistos como conservadores. Isto não significa que mudanças não podem acontecer por lá. O que acontece, no entanto, é que essas mudanças demoram mais tempo para acontecerem por lá, e as pessoas precisam ver uma razão muito boa antes que elas mudem daquilo que elas sempre fizeram.
Wynn: Portanto, onde o campo magnético é menos denso, as pessoas são mais abertas no tempo presente?
Gregg: Elas estão abertas para mudança, ponto final. Não significa que a mudança é boa, má, certa ou errada. É importante deixar isso claro. A consciência da pessoa irá determinar como essa mudança irá ocorrer.
Darei um exemplo irônico. Existe uma linha de contorno nulo que passa pelo Oriente Médio. Ela passa por baixo da área que chamamos Canal de Suez, sobe para Israel, ao longo da costa do Mar Vermelho. É isso mesmo, nessa área existe uma linha de contorno nula. Isso significa que essa área está madura para mudança. No entanto, como ocorre essa mudança – de forma pacífica e construtiva ou com raiva e destruição – é determinada pela consciência das pessoas que lá vivem.
Wynn: Portanto não é algo bom ou mal em princípio?
Gregg: Certamente. É simplesmente uma oportunidade para mudança. Ao mesmo tempo, as linhas de contorno magnéticas mais intensas no planeta Terra tradicionalmente ocorrem em parte da antiga União Soviética, Rússia e Sibéria. Sabemos que naquela parte do mundo, existia um sistema que foi colocado lá, e enquanto a mudança acontecia, ela era devagar e dolorosa, demorava muito tempo para acontecer, com muito sofrimento. Mas quando essa mudança aconteceu, houve um efeito cascata, e isso aconteceu muito rapidamente.
Portanto, as correlações são muito interessantes entre a consciência humana, as oportunidades de inovação, mudança, fazer coisas de uma nova forma, e o magnetismo de nosso mundo. A Terra tem muitas areas com mudanças rápidas e lentas.
Wynn: Nossos leitores gostarão de saber como eles podem melhor enfrentar as mudanças que estão vindo ao nosso mundo como um todo.
[continua]
Fonte: http://www.crawford2000.co.uk/
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domingo, janeiro 14, 2007
O Magnetismo e a Vida
Pesquisas geológicas têm mostrado que a intensidade do campo magnético terrestre tem diminuído nos últimos milênios. Essa queda magnética tem afetado todos os seres vivos, vegetais e animais. Baseado neste fato, tem surgido muitas técnicas para compensar localmente essa queda, aumentando o campo magnético local. Essa é a justificativa para se beber água magnetizada, dormir em colchão magnético, regar plantas com água magnetizada [artigo abaixo], tratar depressão com aumento de campo magnético na cabeça [artigo abaixo], etc. Abaixo apresento dois artigos tirados da Revista Pesquisa - Fapesp, disponível no endereço: www.revistapesquisa.fapesp.br
Boas leituras, Rui.
| © Rogério Costa / Instituto Mauá |
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| Botão maior após tratamento com ímã |
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| © Miguel Boyayan |
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| Aplicação: bobina dispara corrente elétrica de intensidade alta por milissegundos |
Ana Paula custa a se lembrar da última vez em que viu a mãe sorrir. Desde que sofreu sua primeira crise de depressão há quase 20 anos, Maria passa os dias triste, deitada no sofá remoendo pensamentos que brotam de um mundo sempre cinza. Já experimentou todos os tipos de antidepressivos conhecidos, mas nenhum foi capaz de pôr fim à apatia que ainda hoje a acompanha e a fez abandonar o trabalho na empresa da família na Região Metropolitana de São Paulo. Úteis na maioria das vezes, os remédios, no caso de Maria, no máximo adiavam a próxima recaída.
Na última, há seis meses, os médicos tiveram de recorrer à aplicação de descargas elétricas no cérebro do paciente sob anestesia geral, a eletroconvulsoterapia, mais conhecida como eletrochoque – tratamento considerado como um dos mais eficazes para os casos mais graves, ainda que estigmatizado por já ter sido aplicado de modo cruel e usado até mesmo como técnica de tortura contra presos. Esse tratamento pode ajudar a restabelecer o funcionamento normal das células nervosas, ainda que geralmente cause uma perda de memória passageira, que pode durar de alguns dias até meses.
Como nem as descargas elétricas funcionaram, em novembro Maria iniciou no Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq/USP) uma terapia contra a depressão que nos últimos anos vem despertando o interesse de psiquiatras e neurologistas do mundo todo: a estimulação magnética transcraniana repetitiva (EMTr), uma seqüência de pulsos magnéticos intensos capazes de estimular ou inibir a atividade do tecido nervoso. Até bem pouco tempo atrás restrita exclusivamente a experimentos científicos, a EMTr parece produzir os mesmos efeitos que a eletroconvulsoterapia no tratamento da depressão: reajusta o funcionamento de determinadas regiões do sistema nervoso central, mas com menos efeitos indesejados. O Instituto de Psiquiatria da USP liberou o uso da EMTr para o tratamento da depressão em outubro de 2006, após a equipe do psiquiatra Marco Antonio Marcolin testá-la experimentalmente por quase seis anos contra a depressão e também no tratamento de dores crônicas, de algumas formas de alucinação comuns na esquizofrenia e na recuperação do acidente vascular cerebral.
Atualmente o instituto analisa como pedir a inclusão da EMTr na lista de procedimentos pagos pelo Sistema Único de Saúde para tratar a depressão, a fim de oferecê-la gratuitamente a um maior número de pessoas. Aprovada para essa finalidade apenas no Canadá, na Austrália, na Nova Zelândia, em Israel e em alguns países da Europa, essa terapia ainda é cara: custa R$ 300 cada uma das 20 aplicações necessárias para o tratamento agudo da depressão, problema que uma em cada dez pessoas pode apresentar ao longo da vida.
Em geral é feita uma sessão por dia durante um mês. Quinze dias após o início do tratamento, Ana Paula já notava os primeiros sinais de recuperação da mãe. A dose do antidepressivo que Maria ainda toma baixou para um quarto da inicial e a equipe de Marcolin começava a retirar o sedativo que ela usava para dormir. A aplicação é realmente tranqüila. Na manhã de 6 de dezembro, em uma pequena sala no primeiro andar do instituto, a psiquiatra Maria do Carmo Sartorelli aproxima uma bobina em forma de 8, do tamanho de uma mão espalmada, do lado esquerdo da cabeça de Maria, sentada em uma cadeira reclinada. Em seguida ouve-se uma série de estalos rápidos durante dez segundos. Seguem-se 20 segundos de silêncio e dispara-se uma nova seqüência de pulsos, repetida mais 23 vezes. “Minha mãe sai das aplicações conversando, e não calada como antes”, diz Ana Paula. “Fiquei surpresa com a mudança de humor.”
A cada estalo, uma corrente elétrica de alguns milissegundos e intensidade altíssima (até 5 mil amperes) passa pela bobina. A rápida seqüência de liga-desliga produz flutuações em um campo magnético que atravessa o crânio e gera uma corrente elétrica de baixíssima intensidade em uma área específica do córtex, a camada mais externa do cérebro. Apesar de baixa, essa corrente elétrica é suficiente para disparar a transmissão do impulso nervoso de uma célula a outra, explica o físico Oswaldo Baffa Filho, da USP em Ribeirão Preto, que faz pesquisas nessa área.
Reprogramando neurônios - Tanto a EMTr como o eletrochoque funcionam com base no mesmo princípio físico – a passagem de corrente elétrica pelo encéfalo, o conjunto de estruturas do sistema nervoso central que inclui o cérebro. Mas há também diferenças importantes entre esses dois recursos. As principais são a intensidade e a abrangência da corrente elétrica aplicada ao sistema nervoso central. Enquanto a EMTr gera correntes de uns poucos miliamperes em uma área restrita do cérebro, a eletroconvulsoterapia produz correntes cerca de mil vezes mais altas, de até 2 amperes, que atravessam todo o encéfalo e originam convulsões semelhantes às observadas na epilepsia – o paciente não sente as convulsões nem se lembra delas porque passa o tempo todo anestesiado. Independentemente da técnica usada, acredita-se que essa passagem de corrente elétrica reprograme alguns genes das células nervosas, fazendo-as retomar o funcionamento adequado, assim como os medicamentos antidepressivos.
No tratamento da depressão o alvo da EMTr é uma região do cérebro localizada no lado esquerdo da cabeça, ao lado da testa e acima dos olhos. Ali fica o chamado córtex pré-frontal dorso lateral, uma região do tamanho de uma moeda de dez centavos associada à memória de curto prazo, ao raciocínio lógico e à avaliação de metas que se deseja atingir. Em geral, essa região encontra-se menos ativa nos portadores de depressão do que nas demais pessoas, independentemente da origem do problema – seja a depressão decorrente de fatores genéticos, hormonais ou ambientais. [veja continuidade deste artigo no site indicado acima]
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quarta-feira, julho 12, 2006
Magnetismo e Saúde
O Planeta Terra possui um campo magnético, gerado por sua própria dinâmica (movimentação). Este campo magnético armazena energia magnética, necessária para a manutenção da vida e da saúde dos seres vivos deste planeta. A intensidade deste campo varia com a localidade escolhida no planeta (interior, superfície ou exterior), mas, uma vez fixada a localidade, esta intensidade mantém-se bastante inalterada com o passar do tempo. No entanto, com o passar das eras geológicas do planeta, esta intensidade varia intensamente, inclusive havendo inversão da polaridade desse campo. Nos últimos milênios, o campo magnético terrestre tem diminuído de intensidade. No entanto, considerando períodos de tempo mais longos (de milhões de anos) verifica-se que o campo geomagnético tem uma variação cíclica de sua intensidade e sentido (já que o campo magnético é uma grandeza vetorial e não apenas escalar).
VARIAÇÃO CÍCLICA DO NOSSO CAMPO GEOMAGNÉTICO
Pesquisas têm mostrado que a Terra perdeu de 80 a 90% da intensidade de seu campo magnético nos últimos 4.000 anos: seria de 2,5 gauss, há 4.000 anos atrás, e de 0,5 gauss hoje (em um local típico dos USA). O Dr. R. Broeringmeyer, por exemplo, diz que a 6.000 anos atrás a intensidade do campo magnético terrestre era de 3,0 gauss [1]. Vejamos algumas fontes que provam esta diminuição magnética nos últimos milênios [2].
1. O U.S. Geological Survey tem mantido registros do campo magnético da terra dos últimos 160 anos e eles mostram um declínio constante de 5% desse campo a cada 100 anos. É interessante notar que, quando houve um alinhamento de planetas em 23 de janeiro de 1997, houve um aumento temporário de 20% nessa intensidade (de 0,4 para 0,5 gauss). Após eles sairem do alinhamento, o campo magnético voltou a cair na sua taxa normal. Porém, no geral tem havido um declínio contínuo.
2. Os cientistas determinaram que houve uma perda de cerca de 90% na intensidade de pico do campo magnético tomando amostras do fluxo de lava dos vulcões em diferentes épocas da história da Terra e estudando o alinhamento dos pequenos cristais de magnetita presentes na lava. Quanto mais eles estiverem alinhados, mais intenso era o campo magnético. Isto ocorre devido ao fenômeno de histerese e é um procedimento bem conhecido e usado por geólogos para determinar a idade das rochas.
3. O terceiro método é a colheita de amostras do núcleo em alto mar do espalhamento aluvial dos rios e que permite obter uma seção transversal das camadas de sedimentos acumulados. Este procedimento mostra que nós temos ciclos de 500.000 anos na variação do campo magnético da Terra. Começamos com um valor máximo num sentido (digamos negativo), passamos por zero, vamos para um valor máximo no sentido oposto (positivo) e voltamos novamente para o máximo negativo. Os cientistas encontram apenas 4,5 milhões de anos de ciclos, com cada ciclo durando 500.000 anos. Um fato interessante é que sempre existe uma camada substancial de fósseis que aparece quando há uma reversão do campo magnético (quando ele passa por zero). Esses ciclos de 500.000 anos coincidem com as eras geológicas da Terra. Organismos vivos não conseguem viver sem o campo magnético que os suportam. O Dr. Robert O. Becker fez parte de um grupo de cientistas que avaliou estes dados. Em seu livro Cross Currents, ele dá muitos detalhes a esse respeito [3]. Quando você junta esta informação com os efeitos fisiológicos sofridos por cosmonautas quando eles ficam fora do campo magnético da superfície terrestre (em um campo bem menos intenso) por longos períodos de tempo, nós começamos a perceber os efeitos resultantes. Os primeiros cosmonautas perdiam cerca de 80% da densidade de seus ossos. As espaçonaves atuais possuem geradores de campo magnético que eliminam esses problemas.
EFEITOS DO CAMPO MAGNÉTICO NULO
Valerie Hunt, Ph.D., fez pesquisas sobre campos de energia na Universidade da Califórnia, em Los Angles (UCLA), para investigar melhor este ponto. Ela construiu uma jaula "mu", onde ela podia colocar pessoas para observação. O metal "mu" dessa jaula conseguia cancelar campos magnéticos da intensidade do campo magnético terrestre e também a poluição eletromagnética que nos rodeia. Dois indivíduos foram colocados neste espaço e foram conectados a dispositivos para coleta de EEG (eletroencefalograma), EMG (eletromiograma, atividade elétrica dos músculos) e ECG (eletrocardiograma), objetivando medir os efeitos sobre o corpo na ausência de campos magnéticos ambientais [Nota: há uma componente de campo magnético corporal que é gerada por nosso próprio corpo]. Para sua surpresa, em apenas alguns minutos eles começaram a chorar convulsivamente e eles disseram que eles sentiam como se estivessem se despedaçando emocionalmente. Em mais alguns minutos, eles começaram a perder a coordenação e controle dos músculos, e ela teve que tirá-los da jaula para evitar afetar o músculo cardíaco. Tudo isso em questão de minutos !! Portanto, nós iremos enfrentar problemas com a redução do nosso magnetismo ambiental. Em setembro de 1996, a NASA anunciou que dentro dos próximos 800 anos, nós iremos ter a condição de campo magnético nulo [2]. Deu para entender o porquê da grande "camada de fósseis" na condição de campo magnético nulo, da seção anterior? Outro aspecto curioso é o seguinte: segundo a ciência, o petróleo é formado pela decomposição anaeróbica de material orgânico, que poderiam ser essas camadas de fósseis mencionadas acima. Além disso, muitos antropólogos, como Zecharia Sitchin [4], afirmam que o início da raça humana atual teve início no Oriente Médio, onde, conseqüentemente, a densidade humana era maior, durante longo período planetário. Combinando esses dois fatos, poderíamos concluir que é no Oriente Médio o local mais propício para se encontrar depósitos de petróleo. Parece que isso se confirma na prática, não? Petróleo líquido seria, portanto, cadáveres liqüifeitos!
OS CAMPOS MAGNÉTICOS AFETAM OS TECIDOS VIVOS
O campo magnético afeta cada átomo do seu corpo. Os elétrons nos átomos giram em torno do núcleo. Aumentando o campo magnético presente junto do átomo, a velocidade dos elétrons orbitais aumenta e os elétrons de valência começam a pular para órbitas de maior energia. O átomo começa a vibrar com maior intensidade, num movimento chamado de precessão. A precessão resulta no aumento da ação molecular, causada pelo aumento do campo magnético. Isto cria uma órbita cônica para certos elétrons. O resultado líquido desse aumento na atividade molecular é um aumento na tranferência de elétrons, que é a base de toda as reações químicas em nosso corpo. Esta é a razão porque uma diminuição no campo magnético leva a uma menor atividade molecular e a um decréscimo de enzimas no nosso corpo. Em resumo: campo magnético mais elevado aumenta o movimento de elétrons e prótons, o que leva ao aumento da atividade molecular, resultando em reações químicas mais eficientes, o que funciona como um catalizador para melhorar as funções de nosso corpo.
[continua em 18.07.06]
Referências:
[1] http://www.e-magnetshop.com/magnetism_for_healing.htm
[2] http://www.consumerhealth.org/articles/display.cfm?ID=19990303184500[3] Robert O. Becker, Cross Currents: The Perils of Electropollution, The Promise of Electromedicine, Tarcher/Putman, 1990.
[4] Zecharia Sitchin, As Guerras de Deuses e Homens, Editora Best Seller, 1985.
Marcadores: magnetismo
