sábado, dezembro 02, 2023

 

Groelândia


Groelândia é uma grande ilha (praticamente um continente) situada no Oceano Atlântico Norte, entre a Europa e América do Norte. Mantém uma ligação política com o reino da Dinamarca. Seu nome, em inglês, é Greenland, que significa "terra verde". Algo bastante curioso, pois no sudeste da Greenland, está uma país, uma ilha menor, com o nome de Islândia, chamada de Iceland, que significa "terra de gelo". Ao norte da Groelândia tem-se o Oceano Glacial Ártico, onde oficialmente só existe água muito fria. Mas essa região ao norte está proibida para passeios turísticos! (Assim como o interior da Antártica!) Conta-se o seguinte: nosso mundo é uma estrutura plana e, ao norte da Groelândia, dentro do Mar Glacial Ártico, existe terra firme, junto ao Polo Norte, local onde antigamente se chamava Hiperbórea. Nesta região, existe uma entrada para o interior da Terra (explorada pelo contra-almirante Richard E. Byrd), onde existe um sol interno ("Smoky God") que aquece essa região externa (possuindo quatro grandes rios, sempre descongelados, dando condição ao norte da Groelândia de ter vegetação verde, daí o nome de "terra verde" para essa grande ilha. A Islândia ("terra do gelo") fica mais afastada desse calor do sol interno e, portanto, fica numa temperatura mais fria do que a Groelândia, a terra da vegetação verde.

Mapa de Mercartor de 1595 das regiões próximas ao Polo Norte

Note, no vídeo abaixo, o mapa da Terra espelhado na Lua, mostrando a localização da Goelândia próxima da Hiperbórea, na região do Polo Norte:

https://youtu.be/BnhBW_tSkJY?t=552

Referência:
1. https://tonocosmos.com.br/pesquisadores-afirmam-terem-encontrado-a-entrada-para-a-mistica-hiperborea

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terça-feira, janeiro 28, 2014

 

A Terra e os Seres Humanos


O planeta Terra nasceu e começou a se expandir, da mesma forma que um bebê recém-nascido. Desde o início, a sua superfície externa possui dois orifícios, um superior e outro inferior, que são as aberturas existentes nos polos, que ligam a superfície externa com o mundo intraterreno, o interior oco da Terra. Existe um ponto central que brilha com muita intensidade, que é o Sol Central que, na Terra, recebeu o nome de Surya.

Todo planeta, assim como nós, é um ser em evolução. Tem um Cristo, que é o Sol Central, cuja sede é o coração. Como nós, um planeta é um ser em evolução: nasceu, e sua existência tem uma finalidade, uma meta a cumprir. Tem que evoluir, sim, pelos próprios méritos e usando seus próprios recursos.

Nos primórdios do sistema solar a que a Terra pertence, entre Marte e Júpiter, havia um outro planeta (Tiamat), que se desintegrou durante uma colisão com um outro corpo celeste (uma lua de Nibiru). Os fragmentos daí resultantes constituíram o atual "Cinturão dos Asteróides" e formaram, também, a maioria das luas dos planetas do nosso sistema solar.

Só que a Lua da Terra não é um pedaço desse planeta que explodiu mas, sim, uma nave-laboratório artificial, devidamente tripulada, vinda de muito longe. Os tripulantes desta nave são os Pitris, seres bem graduados da organização Fraternidade Branca, ligados com a criação de mundos e, nesse trabalho, eles representam, controlam e dirigem a energia cósmica feminina, o magnetismo.

A Lua veio para que a Terra cumprisse o seguinte Plano: abrigar três Raças Humanas, durante o período que vai desde o nascimento físico até a sua Mestria; e, depois que essas três humanidades saírem, ascencionar, como ser planetário, para a quarta dimensão, depois para a quinta dimensão, etc. O Plano é esse. Os Pitris vieram para materializar o corpo físico-denso da humanidade terrestre e desenvolver o seu psiquismo; eles trabalham muito com a sensibilidade dos homens, com a intuição, com a relação com a Mãe, pois assim é a Lua.

A primeira raça humana da Terra foi a dos Els, que era bem mais alta do que as raças posteriores, com os homens medindo aproximadamente 3,50 m e as mulheres um pouco mais baixas. Naquela época, na Terra, não havia morte, competição, luta pela sobrevivência, vitória do mais forte sobre o mais fraco. Havia, sim, perfeita harmonia na natureza. Os Els tinham uma longa cabeleira que funcionava como antena e os homens não tinham qualquer vestígio de pêlos no rosto. Tinham um olho onividente, enxergando em qualquer faixa de frequência, inclusive enxergava através da matéria, percebendo a energia que a animava. Os Els foram viver no interior da Terra (Agartha). Após conhecerem muito bem a Terra, os Els começaram a se voltar para o céu. Para isso, construíram aeronaves, a que chamaram de Merkabas, A bordo deles, os Els passaram pelos portões estelares (que continuavam fechados à Loja Negra) e empreenderam viagens maravilhosas pela galáxia e fora dela. O Merkaba podia controlar, perfeitamente, todos os fenômenos derivados da lei da gravidade, neutralizando qualquer força de atração de qualquer corpo celeste. Os imortais Els, também conhecidos como a Raça dos Ciclopes, finalmente deixou a Terra e desmaterializou todos os vestígios de sua civilização neste planeta.

A segunda raça humana terrestre recebeu o nome sagrado de Issim, mas ficou mais conhecida pelo nome de Hiperbórea, por ter habitado o continente de mesmo nome localizado no Ártico, já na superfície externa da Terra. Tal como os Els, os Issim jamais evelheceram ou morreram. Quando a Lei da Evolução lhes impôs um novo albergue planetário, eles se foram, depois de desmaterializarem a sua brilhante Civilização de Ouro.

A terceira raça humana recebeu o nome místico de Aben. Esta raça compõe-se originalmente de três etnia: branca, amarela e vermelha; com o tempo, devido a vários fatores, houve alteração na cor da pele dos indivíduos. As causas da mudança da cor dos homens são várias, mas a causa principal foi um desequilíbrio entre a força vital e os componentes básicos da pele.Semelhantemente às raças precedentes, usavam cabelos longos (soltos ou arranjados em tranças). O ouro, nessa época, ainda continuava abundante e à disposição dos homens. Ao contrário dos Els e dos Issim, os Aben já apresentam pêlos no corpo: barba e bigode e pêlos pubianos. Tal como a segunda Raça, a terceira também habitou a superfície externa planetária, apesar de ter conhecimento de Agartha (Terra oca). Os Aben espalharam-se pelo vasto continente de Gondwana, que os Aben chamavam de Mu, uma variante de Ma ("Mãe"). Eles se autodenominavam Rutas ("adoradores do Sol"). Chamavam o Sol de Ra. Os Rutas movimentavam-se em harmonia, ordem e progresso. Vigorava o Dharma (a Lei Universal) e não o Carma. Só que aí chegaram, para ficar, os exilados de Capela.

[continua]

Referência:
Marisa Varela, Resgate, Missão Orion Editora, Rio de Janeiro-RJ, 1995. ISBN 85-85-890-03-7.


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quarta-feira, setembro 22, 2010

 

Nossos Chakras e a Terra Oca


Olhando nosso corpo de frente parece que temos sete chakras (centros energéticos rotatórios), mas numa visão tridimensional temos, na realidade, doze chakras (seis pares = 5 eixos horizontais + 1 eixo vertical, ligando o chakra da coroa com o chacra da base), conforme pode ser visto na figura abaixo.

Como o ser humano anda completamente na vertical e a nossa Terra é oca contendo um Sol Interno (chamado de "Espírito Santo" na Bíblia), nós que moramos na superfície externa (convexa) recebemos mais energia do sol interno no nosso chakra mais inferior, ao passo que os humanos que habitam a superfície interna (côncava) recebem mais energia no seu chakra superior, o que propicia um maior desenvolvimento espiritual desses seres. A figura abaixo mostra a distribuição geométrica comentada acima.

A maioria dos animais andam de quatro e, portanto, recebem um estímulo uniforme em todos os seus chakras e, dessa forma, possuem uma melhor saúde e um melhor equilíbrio que os seres humanos. Quando nos deitamos (ao dormir, por exemplo), ficamos numa posição semelhante aos dos animais e também estimulamos mais uniformemente todos os nossos chakras, o que nos é muito salutar.

Os seres humanos são seres com doze corpos, um para cada planeta solar ou signo do zodíaco (ou para cada um dos dedos dos pés ou das mãos dos anunnaki, os criadores da raça homo sapiens). Todos os doze corpos possuem densidades e funções diferentes, e interpenetram uns com os outros. Cada um desses corpos está ancorado por centros de energia chamados de chakras que, por sua vez, estão ligados às principais glândulas endócrinas do corpo.

Os habitantes humanos da Terra Interna, que andam na vertical como nós, têm suas cabeças sempre voltadas em direção ao sol interno central e recebem estimulação mais intensa nos seus chakras superiores (especialmente no terceiro olho), enquanto nós da Terra Externa recebemos estimulação plena de nossos chakras inferiores (especialmente o da base). Os habitantes da Terra do Meio (Middle Earth), no interior da crosta terrestre, recebem uma estimulação equilibrada de todos os chakras pois existe um dispersão da luz e da energia bem no interior da crosta da Terra (leia o livro Etidorhpa, a esse respeito). Isso é especialmente assim na região de gravidade zero, onde o corpo físico está num repouso perfeito e onde não há qualquer envelhecimento ou deterioração. A força da gravidade e o envelhecimento estão muito inter-relacionados.

O estímulo maior dos chakras superiores resulta em indivíduos que são dominados por suas faculdades mentais e espirituais mais elevadas, enquanto a estimulação dos chakras inferiores resulta em indivíduos que são governados por suas naturezas física e emocional mais baixas. A maioria dos animais andam de quatro, com seus chakras na horizontal e, portanto, recebem estímulos iguais em todos os seus centros energéticos, o que os deixam mais saudáveis e mais equilibrados do que os seres humanos. Quando nos deitamos (quando estamos descansando ou dormindo) permitimos que haja estímulo igual em todos os centros energéticos do nosso corpo e, portanto, isso é muito regenerativo. Ficando de ponta cabeça (a cabeça em baixo e as pernas em cima) ou dormindo com um travesseiro debaixo de nossos pés (ao invés de sob nossa cabeça) não apenas aumenta o fluxo de sangue na cabeça, mas também aumenta o estímulo dos chakras da coroa e da testa (pineal, terceiro olho) que são responsáveis por nossas faculdades superiores.

Muito tempo atrás, quando a Terra estava envolvida por uma camada atmosférica (canopy=dossel, cobertura, telhado, proteção) de água e gelo (como ocorrerá novamente no futuro, com a evaporação mais intensa causada pelo aquecimento global), os raios do sol interno eram totalmente capturados e refletidos por essa camada e permaneciam confinados na atmosfera terrestre, o que resultava em uma estimulação maior e mais uniforme de todos os nossos centros vitais (como consequência, vivíamos muito mais tempo no nosso corpo físico, como nos contam a Bíblia e os Vedas). Quando esta camada foi destruída ou retirada, causando a Grande Inundação (Dilúvio), o processo degenerativo se estabeleceu. O maná/prana que provia todas as nossas necessidades alimentares em todos os níveis, se dissipou, e a fome e a luxúria, além do sentimento e pensamento inferiores, se firmaram em nossas vidas.

A regeneração total começa no nível físico com um ambiente saudável, e isso pode apenas acontecer quando a cobertura aquosa do planeta for restaurada permitindo que toda a energia do sol interno (que a Bíblia chama de "espírito santo") reative completamente todos os nossos chakras e centros de energia e nos torne inteiros novamente.

Fonte: http://www.librarising.com/esoterica/chakras.html

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domingo, maio 18, 2008

 

A Terra Oca - 20


Chegamos a um ponto da descrição da Terra oca que torna-se necessário descrever porque a vida animal e vegetal se desenvolveu abundantemente na superfície côncava interna do planeta, em contato com o grande "vazio" da região oca.

O Sol, que observamos no céu diariamente, é a nossa fonte de energia, calor e luminosidade, que sustenta toda a vida existente na superfície convexa externa da Terra, onde moramos. O Sol gera, por processos internos, um intenso campo magnético, com o qual comanda o alinhamento magnético de todos os planetas do sistema solar sob sua jurisdição. Pois bem, no centro da Terra oca existe um Sol Interno ("Assim fora como dentro"), responsável pelo aparecimento da vida na superfície interna, devido ao fornecimento de energia, calor e luminosidade a essa superfície. O Sol Interno é também responsável pelo aparecimento do campo magnético que observamos aqui na superfície externa da Terra e em todo o espaço acima de nossas cabeças (esse espaço exterior, com campo magnético terrestre significativo, é chamado de magnetosfera). Como surgiu este Sol Interno?

Todo corpo, com temperatura acima do zero absoluto (zero Kelvin) emite energia térmica, uma forma de energia eletromagnética. Portanto, cada ponto da superfície côncava interna da Terra emite esse tipo de energia. Além disso, o formato dessa superfície interna é uma superfície esférica completa, que funciona como um espelho completo esférico, cujo ponto de focalização é o centro desse espelho esférico, que é o centro da Terra. Portanto, no centro do vazio (oco) e em suas vizinhanças (já que a superfície interna não é totalmente lisa na sua forma esférica) concentrou-se uma grande quantidade de energia eletromagnética, que passou a ficar uma região luminosa, fornecendo a energia, o calor e a luz necessários para o desenvolvimento da vida nessa superfície interna [vide Fig. 9.1, de [2]].


O campo magnético desse Sol Interno é detectado, aqui no exterior da Terra, como o campo magnético terrestre. O Sol Interno, diferentemente do Sol Externo, não possui contornos muito bem definidos e é cultuado pela civilização interna como um deus. Isso está descrito em um livro chamado "The Smoky God" (O Deus Fumarento) [1]. Chega-se, portanto, a uma configuração planetária como aquela mostrada na Fig. 6.34, de [2].


[continua]

Referências:
[1] Gratuito na internet: http://www.fullbooks.com/The-Smoky-God.html
[2] Kevin & Matthew Taylor, The Land of No Horizon, website: www.tlonh.com, 2001.

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