sábado, dezembro 02, 2023
Groelândia
Groelândia é uma grande ilha (praticamente um continente) situada no Oceano Atlântico Norte, entre a Europa e América do Norte. Mantém uma ligação política com o reino da Dinamarca. Seu nome, em inglês, é Greenland, que significa "terra verde". Algo bastante curioso, pois no sudeste da Greenland, está uma país, uma ilha menor, com o nome de Islândia, chamada de Iceland, que significa "terra de gelo". Ao norte da Groelândia tem-se o Oceano Glacial Ártico, onde oficialmente só existe água muito fria. Mas essa região ao norte está proibida para passeios turísticos! (Assim como o interior da Antártica!) Conta-se o seguinte: nosso mundo é uma estrutura plana e, ao norte da Groelândia, dentro do Mar Glacial Ártico, existe terra firme, junto ao Polo Norte, local onde antigamente se chamava Hiperbórea. Nesta região, existe uma entrada para o interior da Terra (explorada pelo contra-almirante Richard E. Byrd), onde existe um sol interno ("Smoky God") que aquece essa região externa (possuindo quatro grandes rios, sempre descongelados, dando condição ao norte da Groelândia de ter vegetação verde, daí o nome de "terra verde" para essa grande ilha. A Islândia ("terra do gelo") fica mais afastada desse calor do sol interno e, portanto, fica numa temperatura mais fria do que a Groelândia, a terra da vegetação verde.
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terça-feira, janeiro 28, 2014
A Terra e os Seres Humanos
A terceira raça humana recebeu o nome místico de Aben. Esta raça compõe-se originalmente de três etnia: branca, amarela e vermelha; com o tempo, devido a vários fatores, houve alteração na cor da pele dos indivíduos. As causas da mudança da cor dos homens são várias, mas a causa principal foi um desequilíbrio entre a força vital e os componentes básicos da pele.Semelhantemente às raças precedentes, usavam cabelos longos (soltos ou arranjados em tranças). O ouro, nessa época, ainda continuava abundante e à disposição dos homens. Ao contrário dos Els e dos Issim, os Aben já apresentam pêlos no corpo: barba e bigode e pêlos pubianos. Tal como a segunda Raça, a terceira também habitou a superfície externa planetária, apesar de ter conhecimento de Agartha (Terra oca). Os Aben espalharam-se pelo vasto continente de Gondwana, que os Aben chamavam de Mu, uma variante de Ma ("Mãe"). Eles se autodenominavam Rutas ("adoradores do Sol"). Chamavam o Sol de Ra. Os Rutas movimentavam-se em harmonia, ordem e progresso. Vigorava o Dharma (a Lei Universal) e não o Carma. Só que aí chegaram, para ficar, os exilados de Capela.
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quarta-feira, setembro 22, 2010
Nossos Chakras e a Terra Oca
Como o ser humano anda completamente na vertical e a nossa Terra é oca contendo um Sol Interno (chamado de "Espírito Santo" na Bíblia), nós que moramos na superfície externa (convexa) recebemos mais energia do sol interno no nosso chakra mais inferior, ao passo que os humanos que habitam a superfície interna (côncava) recebem mais energia no seu chakra superior, o que propicia um maior desenvolvimento espiritual desses seres. A figura abaixo mostra a distribuição geométrica comentada acima.
A maioria dos animais andam de quatro e, portanto, recebem um estímulo uniforme em todos os seus chakras e, dessa forma, possuem uma melhor saúde e um melhor equilíbrio que os seres humanos. Quando nos deitamos (ao dormir, por exemplo), ficamos numa posição semelhante aos dos animais e também estimulamos mais uniformemente todos os nossos chakras, o que nos é muito salutar.Os seres humanos são seres com doze corpos, um para cada planeta solar ou signo do zodíaco (ou para cada um dos dedos dos pés ou das mãos dos anunnaki, os criadores da raça homo sapiens). Todos os doze corpos possuem densidades e funções diferentes, e interpenetram uns com os outros. Cada um desses corpos está ancorado por centros de energia chamados de chakras que, por sua vez, estão ligados às principais glândulas endócrinas do corpo.
Os habitantes humanos da Terra Interna, que andam na vertical como nós, têm suas cabeças sempre voltadas em direção ao sol interno central e recebem estimulação mais intensa nos seus chakras superiores (especialmente no terceiro olho), enquanto nós da Terra Externa recebemos estimulação plena de nossos chakras inferiores (especialmente o da base). Os habitantes da Terra do Meio (Middle Earth), no interior da crosta terrestre, recebem uma estimulação equilibrada de todos os chakras pois existe um dispersão da luz e da energia bem no interior da crosta da Terra (leia o livro Etidorhpa, a esse respeito). Isso é especialmente assim na região de gravidade zero, onde o corpo físico está num repouso perfeito e onde não há qualquer envelhecimento ou deterioração. A força da gravidade e o envelhecimento estão muito inter-relacionados.
O estímulo maior dos chakras superiores resulta em indivíduos que são dominados por suas faculdades mentais e espirituais mais elevadas, enquanto a estimulação dos chakras inferiores resulta em indivíduos que são governados por suas naturezas física e emocional mais baixas. A maioria dos animais andam de quatro, com seus chakras na horizontal e, portanto, recebem estímulos iguais em todos os seus centros energéticos, o que os deixam mais saudáveis e mais equilibrados do que os seres humanos. Quando nos deitamos (quando estamos descansando ou dormindo) permitimos que haja estímulo igual em todos os centros energéticos do nosso corpo e, portanto, isso é muito regenerativo. Ficando de ponta cabeça (a cabeça em baixo e as pernas em cima) ou dormindo com um travesseiro debaixo de nossos pés (ao invés de sob nossa cabeça) não apenas aumenta o fluxo de sangue na cabeça, mas também aumenta o estímulo dos chakras da coroa e da testa (pineal, terceiro olho) que são responsáveis por nossas faculdades superiores.
Muito tempo atrás, quando a Terra estava envolvida por uma camada atmosférica (canopy=dossel, cobertura, telhado, proteção) de água e gelo (como ocorrerá novamente no futuro, com a evaporação mais intensa causada pelo aquecimento global), os raios do sol interno eram totalmente capturados e refletidos por essa camada e permaneciam confinados na atmosfera terrestre, o que resultava em uma estimulação maior e mais uniforme de todos os nossos centros vitais (como consequência, vivíamos muito mais tempo no nosso corpo físico, como nos contam a Bíblia e os Vedas). Quando esta camada foi destruída ou retirada, causando a Grande Inundação (Dilúvio), o processo degenerativo se estabeleceu. O maná/prana que provia todas as nossas necessidades alimentares em todos os níveis, se dissipou, e a fome e a luxúria, além do sentimento e pensamento inferiores, se firmaram em nossas vidas.
A regeneração total começa no nível físico com um ambiente saudável, e isso pode apenas acontecer quando a cobertura aquosa do planeta for restaurada permitindo que toda a energia do sol interno (que a Bíblia chama de "espírito santo") reative completamente todos os nossos chakras e centros de energia e nos torne inteiros novamente.
Fonte: http://www.librarising.com/esoterica/chakras.html
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domingo, maio 18, 2008
A Terra Oca - 20
Chegamos a um ponto da descrição da Terra oca que torna-se necessário descrever porque a vida animal e vegetal se desenvolveu abundantemente na superfície côncava interna do planeta, em contato com o grande "vazio" da região oca.
O Sol, que observamos no céu diariamente, é a nossa fonte de energia, calor e luminosidade, que sustenta toda a vida existente na superfície convexa externa da Terra, onde moramos. O Sol gera, por processos internos, um intenso campo magnético, com o qual comanda o alinhamento magnético de todos os planetas do sistema solar sob sua jurisdição. Pois bem, no centro da Terra oca existe um Sol Interno ("Assim fora como dentro"), responsável pelo aparecimento da vida na superfície interna, devido ao fornecimento de energia, calor e luminosidade a essa superfície. O Sol Interno é também responsável pelo aparecimento do campo magnético que observamos aqui na superfície externa da Terra e em todo o espaço acima de nossas cabeças (esse espaço exterior, com campo magnético terrestre significativo, é chamado de magnetosfera). Como surgiu este Sol Interno?
Todo corpo, com temperatura acima do zero absoluto (zero Kelvin) emite energia térmica, uma forma de energia eletromagnética. Portanto, cada ponto da superfície côncava interna da Terra emite esse tipo de energia. Além disso, o formato dessa superfície interna é uma superfície esférica completa, que funciona como um espelho completo esférico, cujo ponto de focalização é o centro desse espelho esférico, que é o centro da Terra. Portanto, no centro do vazio (oco) e em suas vizinhanças (já que a superfície interna não é totalmente lisa na sua forma esférica) concentrou-se uma grande quantidade de energia eletromagnética, que passou a ficar uma região luminosa, fornecendo a energia, o calor e a luz necessários para o desenvolvimento da vida nessa superfície interna [vide Fig. 9.1, de [2]].

O campo magnético desse Sol Interno é detectado, aqui no exterior da Terra, como o campo magnético terrestre. O Sol Interno, diferentemente do Sol Externo, não possui contornos muito bem definidos e é cultuado pela civilização interna como um deus. Isso está descrito em um livro chamado "The Smoky God" (O Deus Fumarento) [1]. Chega-se, portanto, a uma configuração planetária como aquela mostrada na Fig. 6.34, de [2].

[continua]
Referências:
[1] Gratuito na internet: http://www.fullbooks.com/The-Smoky-God.html
[2] Kevin & Matthew Taylor, The Land of No Horizon, website: www.tlonh.com, 2001.
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