Wednesday, September 22, 2010

 

Nossos Chakras e a Terra Oca


Olhando nosso corpo de frente parece que temos sete chakras (centros energéticos rotatórios), mas numa visão tridimensional temos, na realidade, doze chakras (seis pares = 5 eixos horizontais + 1 eixo vertical, ligando o chakra da coroa com o chacra da base), conforme pode ser visto na figura abaixo.

Como o ser humano anda completamente na vertical e a nossa Terra é oca contendo um Sol Interno (chamado de "Espírito Santo" na Bíblia), nós que moramos na superfície externa (convexa) recebemos mais energia do sol interno no nosso chakra mais inferior, ao passo que os humanos que habitam a superfície interna (côncava) recebem mais energia no seu chakra superior, o que propicia um maior desenvolvimento espiritual desses seres. A figura abaixo mostra a distribuição geométrica comentada acima.

A maioria dos animais andam de quatro e, portanto, recebem um estímulo uniforme em todos os seus chakras e, dessa forma, possuem uma melhor saúde e um melhor equilíbrio que os seres humanos. Quando nos deitamos (ao dormir, por exemplo), ficamos numa posição semelhante aos dos animais e também estimulamos mais uniformemente todos os nossos chakras, o que nos é muito salutar.

Os seres humanos são seres com doze corpos, um para cada planeta solar ou signo do zodíaco (ou para cada um dos dedos dos pés ou das mãos dos anunnaki, os criadores da raça homo sapiens). Todos os doze corpos possuem densidades e funções diferentes, e interpenetram uns com os outros. Cada um desses corpos está ancorado por centros de energia chamados de chakras que, por sua vez, estão ligados às principais glândulas endócrinas do corpo.

Os habitantes humanos da Terra Interna, que andam na vertical como nós, têm suas cabeças sempre voltadas em direção ao sol interno central e recebem estimulação mais intensa nos seus chakras superiores (especialmente no terceiro olho), enquanto nós da Terra Externa recebemos estimulação plena de nossos chakras inferiores (especialmente o da base). Os habitantes da Terra do Meio (Middle Earth), no interior da crosta terrestre, recebem uma estimulação equilibrada de todos os chakras pois existe um dispersão da luz e da energia bem no interior da crosta da Terra (leia o livro Etidorhpa, a esse respeito). Isso é especialmente assim na região de gravidade zero, onde o corpo físico está num repouso perfeito e onde não há qualquer envelhecimento ou deterioração. A força da gravidade e o envelhecimento estão muito inter-relacionados.

O estímulo maior dos chakras superiores resulta em indivíduos que são dominados por suas faculdades mentais e espirituais mais elevadas, enquanto a estimulação dos chakras inferiores resulta em indivíduos que são governados por suas naturezas física e emocional mais baixas. A maioria dos animais andam de quatro, com seus chakras na horizontal e, portanto, recebem estímulos iguais em todos os seus centros energéticos, o que os deixam mais saudáveis e mais equilibrados do que os seres humanos. Quando nos deitamos (quando estamos descansando ou dormindo) permitimos que haja estímulo igual em todos os centros energéticos do nosso corpo e, portanto, isso é muito regenerativo. Ficando de ponta cabeça (a cabeça em baixo e as pernas em cima) ou dormindo com um travesseiro debaixo de nossos pés (ao invés de sob nossa cabeça) não apenas aumenta o fluxo de sangue na cabeça, mas também aumenta o estímulo dos chakras da coroa e da testa (pineal, terceiro olho) que são responsáveis por nossas faculdades superiores.

Muito tempo atrás, quando a Terra estava envolvida por uma camada atmosférica (canopy=dossel, cobertura, telhado, proteção) de água e gelo (como ocorrerá novamente no futuro, com a evaporação mais intensa causada pelo aquecimento global), os raios do sol interno eram totalmente capturados e refletidos por essa camada e permaneciam confinados na atmosfera terrestre, o que resultava em uma estimulação maior e mais uniforme de todos os nossos centros vitais (como consequência, vivíamos muito mais tempo no nosso corpo físico, como nos contam a Bíblia e os Vedas). Quando esta camada foi destruída ou retirada, causando a Grande Inundação (Dilúvio), o processo degenerativo se estabeleceu. O maná/prana que provia todas as nossas necessidades alimentares em todos os níveis, se dissipou, e a fome e a luxúria, além do sentimento e pensamento inferiores, se firmaram em nossas vidas.

A regeneração total começa no nível físico com um ambiente saudável, e isso pode apenas acontecer quando a cobertura aquosa do planeta for restaurada permitindo que toda a energia do sol interno (que a Bíblia chama de "espírito santo") reative completamente todos os nossos chakras e centros de energia e nos torne inteiros novamente.

Fonte: http://www.librarising.com/esoterica/chakras.html

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Friday, January 08, 2010

 

Luz no Céu Noturno da Noruega: Consequências


Vamos aos fatos: na noite de 8 de dezembro de 2009 apareceu no céu da Noruega uma espetacular luz espiralada, gerada pelos homens; no mesmo dia (na 24 horas seguintes) apareceu em Moscou, sobre o Kremlin, um objeto voador não identificado (UFO, OVNI), dos "deuses", na forma de um tetraedro que ficou um bom tempo parado sobre o Kremlin (equivalente russo da Casa Branca norte-americana) e foi longamente filmado; no dia seguinte, o maior coordenador de guerras do planeta, Barack Obama, foi homenageado com o Prêmio Nobel da Paz...; como resultado de tudo isso, o planeta Terra está passando pelo maior inverno já registado no Hemisfério Norte (acima do Equador) e por inundações sem precedentes no Hemisfério Sul (abaixo do Equador). O único registro histórico semelhante ao que está acontecendo atualmente encontra-se na Bíblia: os seres humanos homo sapiens construiram uma arma poderosa contra os deuses (anunnaki), conhecida como a Torre de Babel (na Babilônia); os deuses reagiram a isso e causaram o conhecido Dilúvio Mundial de Noé; Noé salvou-se dessa inundação e da fome (junto com algumas outras pessoas) porque ele seguiu as recomendações de um deus (para construir uma arca da salvação) que os sumérios chamavam de Enki (aquele que criou a atual raça humana, dizendo aos seus pares: Façamos o homem à nossa imagem e semelhança...); o resto da humanidade, que morava na superfície externa do planeta, morreu afogada e de fome. Atualmente, com o Hemisfério Norte debaixo de neve e o Hemisfério Sul debaixo de água, a perspectiva do futuro imediato é que falte comida para abastecer toda a população mundial. Fome à vista!

Vamos aos detalhes!

Inicialmente, abaixo vão algumas imagens do espetáculo pirotécnico da Noruega [1].

(visão da parte central da espiral celeste)

(visão global do fenômeno, ao longe)

(visão detalhada da espiral celeste)

(local luminoso no solo, possível fonte do fenômeno)

(final do fenômeno, com surgimento do buraco negro)

Para observar melhor a parte dinâmica do fenômeno, podemos ver estes vídeos:

1. http://www.youtube.com/watch?v=1hrWjkn_DHs&feature=player_embedded
2. http://www.youtube.com/watch?v=eFQjt_QsrYA&NR=1

Os mentirosos meios de comunicações ocidentais apressaram-se para informar que todo esse fenômeno ocorreu devido a um foguete russo que foi lançado e sofreu uma pane. Só um imbecil acredita nisso! Note a presença de três fenômenos luminosos bem distintos:

1. Um feixe luminoso azul tipo saca-rolhas, que vai do solo até a espiral branca celeste;
2. A espiral luminosa branca celeste com movimento constante em torno do seu centro;
3. Surgimento de um buraco negro em expansão, no centro da espiral celeste, ao final do fenômeno;

Conforme muito bem detalhado em [1], este fenômeno foi devido a um equipamento do Projeto HAARP (High Frequency Active Auroral Research = Pesquisa de Alta Frequência da Aurora Ativa), instalado na localidade norueguesa de Ramfjordmoen, operado pela EISCAT (European Incoherent Scatter Facility). Outra instalação HAARP, como sabemos, está no Alaska (localidade de Gakona). Comenta-se que estas instalações têm sido usadas para efetuar "controle climático" (e para gerar terremotos), que é um eufemismo para guerra climática, e constituem atualmente as maiores armas de destruição em massa do planeta (WMD = weapons of mass destruction).

(instalações da EISCAT/HAARP em Ramfjordmoen, na Noruega)

Todos sabem que existe muita propaganda atualmente sobre um fenômeno chamado de "aquecimento global". Usando este argumento público, secretamente estão sendo implementadas uma série de medidas para reduzir este aquecimento: uma delas é o espalhamento atmosférico mundial de substâncias químicas (nocivas ao nosso organismo) para refletir de volta ao espaço parte da radiação solar que chegaria ao solo terrestre, contribuindo para o efeito estufa; isto é conhecido como chemtrails (chemical trails = trilhas químicas) espalhadas por aviões a jato (para confundir o público, que pensam tratar-se das inofensivas contrails = condensation trails = trilhas de condensação, que eventualmente se formam - e somem rapidamente - na trazeira destes aviões) [informe-se sobre o Project Cloverleaf]. A segunda medida consiste em abrir buracos na nossa atmosfera para que o calor excedente "vaze" para o espaço exterior, diminuindo o calor na superfície terrestre. A tecnologia HAARP encaixa-se nesta categoria, como pode ser visto na foto e vídeo acima, onde é gerado um enorme buraco negro na atmosfera, por onde o calor atmosférico saiu e congelou todo o Hemisfério Norte da Terra, conforme estamos acompanhando no noticiário diário. No Hemisfério Sul da Terra, esse resfriamento (na época de verão) tem levado a uma precipitação anormal de chuvas, causando inúmeras enchentes (como aqui no Brasil).

Veja, abaixo, uma foto de satélite mostrando que toda a Grã-Bretanha (Inglaterra + Escócia) está debaixo de neve e gelo [2]. Algo semelhante está acontecendo em toda a Europa, na China, no Japão, na Coréia, na Índia, na América do Norte, etc. Homem querendo brincar de Deus, e atuando como Demônios...

(duplo clique sobre a imagem, para ampliá-la)

Apenas para exemplificar [3]: dezenas de pessoas morreram na Índia; mais de 25 centímetros de neve cobriram Seul, a capital da Coréia do Sul, a maior precipitação desde que foram iniciados esses registros em 1937; na China, em Beijing (Peking) e Tianjin nevou 20 centímetros, a maior precipitação desde 1951, com temperaturas de menos 10 graus Celsius, com cancelamentos de vôos no aeroporto internacional de Beijing; 13 pessoas morreram na Polônia, além de ocorrer grande interrupção no fornecimento de energia elétrica no país; na Suiça, dez esquiadores (inclusive da equipe de resgate) morreram em avalanches de neve; na Itália, serviços de emergência foram acionados desde o norte até na Sicília; nos EUA recordes de neve e temperatura estão sendo quebrados: 82 centímetros de neve (33 polegadas) em uma tempestade de fim de semana em Burlington - Vermont e menos 30 graus Celsius nas planícies do norte; o México tem as temperaturas mais baixas dos últimos 124 anos [4]; a cidade de Sevilha, no sul da Espanha, ficou coberta de neve pela primeira vez em meio século; em Portugal, cerca de 50 estradas importantes foram fechadas devido ao excessivo acúmulo de neve, o que obrigou pessoas a passarem a noite em seus veículos, etc.

(uma estrada nos Estados Unidos da América)


(menino levando seu yak, em Shimla, na Índia)

Já no Hemisfério Sul, como dito anteriormente, o resultado foi um aumento de inundações por execesso de chuva: no Kenya, 20 pessoas morreram e milhares ficaram sem teto devido a inundações; na Austrália, foi declarado desastre natural ao longo do Rio Castlereagh, quando chuvas torrenciais obrigou a evacuação de 1.200 residentes para regiões mais altas; no Brasil, mais de 130 já morreram devido às chuvas, com milhares de desabrigados: situações nunca vistas anteriormente ocorreram em Angra dos Reis (RJ) e São Luiz do Paraitinga (SP), por exemplo.

Referências:
[1] http://divinecosmos.com/index.php/start-here/davids-blog/521-disclosure-endgame
[2] Jornal Folha de S. Paulo, pg. C8, 8 de janeiro de 2010.
[3] http://www.fourwinds10.com/siterun_data/environment/weather_and_climate/news.php?q=1262895448
[4] http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4196416-EI8140,00-Mexico+tem+temperaturas+mais+baixas+dos+ultimos+anos.html

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Wednesday, May 28, 2008

 

A Terra Oca - 29


O Grande Dilúvio - 3

Quando as águas do Dilúvio baixaram, elas levaram junto com elas grande quantidade de entulhos para dentro dos canais de interconexão entre as duas superfícies, causando também uma grande erosão nessas passagens, alargando-as. Grande parte desses sedimentos acomodaram-se em torno do centro de gravidade, pela ação da gravidade. Isso formou um falso fundo do mar (sem consistência sólida) nos locais em que foram escavados os tuneis de interconexão. Na Fig. 15.1, de [1], procura-se ilustrar esse fato.



É nesses locais com fundo falso do mar que ocorrem fenômenos estranhos, como o sumiço de navios e aviões. Existem vários desses lugares no planeta, como o Triângulo das Bermudas, no Mar das Antilhas, e o "Mar do Diabo" a leste da costa do Japão. Um outro canal existe também próximo ao Polo Norte.

Um sistema de alta pressão é uma região onde a atmosfera é mais densa e um sistema de baixa pressão é onde o ar está menos denso. Esses valores altos e baixo exercem níveis variados de pressão sobre a superfície do mar, que acaba sendo transmitida para o assoalho do oceano que fica logo abaixo. O piso falso do mar pode se fraturar, permitindo a passagem de grandes volumes de água por essas frestas. As Figs. 15.3 e 15.4, de [1], procuram mostrar essas situações.


São os fortes fluxos de água nessas regiões, para cima ou para baixo, que causam os comportamentos estranhos do mar nesses locais, como a subida localizada do nível da água ou a formação de vórtices que podem tragar navios e aeronaves nas suas proximidades. Note que essas explicações não podem ser aventadas pela ciência oficial, pois ela ainda não admite a estrutura de uma Terra oca.

[continua]

Referência:
[1] Kevin & Matthew Taylor, The Land of No Horizon, website: www.tlonh.com, 2001.

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Tuesday, May 27, 2008

 

A Terra Oca - 28


O Grande Dilúvio - 2

Com a saída da água interior, a largura do túnel (canal) de ligação entre as duas superfícies aumentou, devido à erosão causada pelo fluxo da água nas paredes do canal. Após a saída da água interna (causando o Dilúvio), houve a saída do ar comprimido interno para a atmosfera externa. Após esses dois eventos, parte da água presente na superfície externa refluiu de novo para a superfície interna, conforme indicado na Fig. 14.3, de [1].



Após esses três eventos, os oceanos na superfície externa ficaram com mais água do que antes do dilúvio. Devido a isso, formaram-se as atuais plataformas continentais submarinas, regiões próximas das costas dos continentes com baixa profundidade. Dessa forma, todas as cidades litorâneas da época anterior ao dilúvio ficaram submersas após o dilúvio, como já descoberto em vários lugares do planeta (próximo da Flórida, Cuba, Índia, Japão, Egito, etc).

Com o refluxo das águas em direção ao interior do planeta, aumentou ainda mais a largura dos canais de interligação (sistema de vasos comunicantes) entre as duas superfícies, devido a uma erosão adicional pelo novo fluxo de água. Existiu uma grande diferença entre a água que saiu do oco quando comparada com a água que voltou para o oco. A água que saiu do oco veio bem limpa, ao passo que a água que voltou para o oco veio muito suja, devido à varredura (coleta dos destroços) dos mundos vegetal e animal feita aqui na superfície externa.

Vejamos como o capítulo Gênesis da Bíblia comenta os três eventos acima:

Gen. 7:11 - No ano seiscentos da vida de Noé, no segundo mês, no décimo sétimo dia do mês, nesse dia, romperam-se as fontes do grande abismo... (isto é, abriram-se as tampas dos túneis que iam até o oco planetário, "o grande abismo").

Gen. 7:24 - E as águas predominaram sobre a terra durante cento e cinqüenta dias (isto é, demorou 150 dias saindo água do interior da Terra, pelos vários túneis de interligação escavados).

Gen. 8:1-3 - Lembrou-se, então, Deus de Noé, e de todas as feras e dos animais que estavam com ele na arca, e fez soprar um vento sobre a terra (correspondendo à saída do ar comprimido vindo do oco da Terra), e as águas baixaram. Fecharam-se as fontes do abismo...(isto é, parou de sair água do interior da Terra). As águas retiraram-se progressivamente do continente... e começaram a baixar (isto corresponde à terceira fase, do refluxo das águas para o interior do planeta).

O Grande Dilúvio mudou muito a Terra. No entanto, sua velocidade de rotação e seu eixo permaneceram intactos. Os oceanos e as atmosferas do interior e exterior da Terra ficaram agora equilibradas (equalizadas). O oceano interior nunca mais foi completamente preenchido (como antes do dilúvio). O nível do mar lá estava agora consideravelmente mais baixo que antes. Muita água permaneceu na superfície externa, como um balanço equalizador entre os dois mundos. Conseqüentemente, os oceanos no exterior da Terra ficaram agora bem mais profundos. Todas as cidades costeiras antidiluvianas foram destruídas e suas ruinas ficaram para sempre submersas abaixo da superfície do mar, mares esses agora mais profundos não pelo derretimento de gelo de uma suposta idade do gelo (ou por um aquecimento global, como é moda hoje em dia), mas devido ao processo de equilíbrio das pressões entre os mundos interno e externo. Hoje as plataformas continentais do mundo todo estão submersas. A superfície do mar esconde os vestígios da vida que existiu no mundo pré-diluviano. Esses destroços nos sinalizam que este grande evento de inundação que mudou o mundo para sempre ocorreu há menos de 4.500 anos atrás.

Como Marte é semelhante à Terra, lá também ocorreu um dilúvio (talvez de forma aleatória, e não planejada como aqui), com água saindo do interior (oco) para a superfície exterior marciana, o que gerou as erosões que hoje se observa através das sondas espaciais enviadas àquele planeta. Esta hipótese nunca é admitida pela ciência oficial, pois ela não admite que os planetas esféricos sejam ocos.

[continua]

Referência:
[1] Kevin & Matthew Taylor, The Land of No Horizon, website: www.tlonh.com, 2001.




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Monday, May 26, 2008

 

A Terra Oca - 27


O Grande Dilúvio


Existem muitas teorias para explicar como surgiu o grande dilúvio bíblico e onde foi parar a água que sumiu após esse evento. Os Taylors, em [1], explicam essa ocorrência combinando suas explicações teóricas sobre o processo de formação da Terra oca com algumas afirmações apresentadas no capítulo Gênesis da Bíblia.

Em nossas postagens anteriores, baseadas em [1], verificamos que a Terra está, há muito tempo, em um processo de expansão, sem aumento de massa. Neste tipo de processo, há um aumento da região oca e um concomitante estreitamento da parede planetária. Este afinamento da espessura da parede planetária tornou, cada vez mais provável o surgimento de uma rachadura na parede planetária que ocasionasse, de forma aleatória, uma conexão física do mundo interno com a superfície externa onde vivemos agora. Esse cataclisma aleatório poderia ocorrer em qualquer instante.

Por que a conexão da superfície interna com a superfície externa da Terra iria gerar um cataclisma? Qual seria o resultado final desse cataclisma? Respondendo esta última pergunta primeiro, diríamos que o resultado final seria uma situação de equilíbrio (equalização) que se estabeleceria entre esses dois mundos, o oco interno e a região acima da superfície externa da Terra.

Quais as situações distintas existentes entre o oco e a região acima da superfície externa da Terra, antes de qualquer conexão entre essas duas regiões? A parede planetária, desde sua aparição, sempre expeliu gases para fora de sua massa [processo conhecido cientificamente como outgassing], em direção ao oco e em direção ao exterior, onde estamos. A região do oco, no entanto, possui um volume muito menor do que aquele presente acima da superfície externa do planeta. Portanto, a pressão do ar no oco isolado ficou muito maior do que a pressão do ar aqui na superfície externa. Nas duas superfícies, interna e externa, surgiram oceanos de água. Portanto, um canal que fosse aberto entre essa duas superfícies iria inicialmente trazer as águas oceânicas do interior para o exterior devido à maior pressão existente no interior, até a equalização das pressões atmosféricas. Logo após a saída das águas interiores haveria um certo refluxo de água novamente para o interior planetário, estabelecendo-se desta forma a situação de equilíbrio permanente.

Os homídeos do interior planetário (que chamamos de "deuses") sabiam tudo o que foi relatado acima e resolveram tornar um "evento aleatório" (o cataclisma) em um "evento determinístico", como hora certa para ocorrer. Portanto, planejaram o cataclisma com antecedência e tomaram as medidas preventivas que julgaram adequadas antes da ocorrência do evento cataclísmico. Que fizeram?

Os deuses cavaram vários túneis ligando a superfície interna com a externa. Durante o tempo de escavação, tomaram e armazenaram amostras genéticas de todos os animais presentes na superfície externa para serem recriados após a matança causada pelo cataclisma (simbolicamente representado pela Arca de Noé com os casais de todos os animais aqui presentes, algo impossível fisicamente, óbvio).

Após tudo pronto, as tampas dos túneis de interconexão entre as superfícies (canais) foram abertas alagando toda a superfície do mundo de fora, algo que conhecemos como o Grande Dilúvio. Após a saída da água interna, saiu o ar interno (que tinha maior pressão que o ar externo). Essas duas situações estão mostradas graficamente nas Figs. 14.1 e 14.2 abaixo, de [1]. (Obs: duplo clique na figura aumenta sua definição em página separada)


[continua]

Referência:
[1] Kevin & Matthew Taylor, The Land of No Horizon, website: www.tlonh.com, 2001.

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Monday, September 24, 2007

 

História da Terra, segundo um Eloha - 3

Fonte: Raël, A Mensagem transmitida pelos Extraterrestres, Editora Imprensa Livre, 2003.

O Dilúvio

"Após algum tempo... Caim oferece frutos da terra... a Javé. Abel, por seu lado, oferece os primeiros bezerros nascidos do seu pequeno rebanho" (Gênesis 4: 3-4). Os criadores exilados (os Elohim que ajudaram Adão e Eva com o conhecimento do bem e do mal), que se encontravam sob vigilância militar, incentivaram os homens a levar comida para os Elohim, com o intuito de mostrar aos seus superiores que os seres que eles haviam criado eram bons e nunca se revoltariam contra os seus pais. Deste modo, eles conseguiram que os chefes dos primeiros homens se beneficiassem da "árvore da vida", o que explica o fato de esses homens (os patriarcas) terem vivido durante bastante tempo: Adão, 930 anos, Set, 912 anos, Enós, 905 anos, Matusalém, 969 anos, etc (Gênesis, 5).

"Quando os homens começaram a multiplicar-se sobre a terra, e deles nasceram filhas, os filhos de Elohim viram que as filhas dos homens eram belas. Tomaram para si mulheres de entre todas as que eles tinham escolhido" (Gênesis 6: 1-2).
Os criadores exilados escolheram as mais belas filhas dos homens e fizeram delas suas mulheres. A longevidade não é hereditária e os filhos dos homens não se beneficiaram automaticamente da "árvore da vida", para alívio das autoridades do longínquo planeta. Assim, o segredo da longevidade perdeu-se e o progresso do homem retardou-se.

"... quando os filhos de Elohim se uniram às filhas dos homens, e elas tiveram filhos deles, foram esses os famosos heróis de outrora" (Gênesis 6: 4). Aqui se tem a prova de que os criadores podiam unir-se às filhas dos homens, que eles próprios tinham criado à sua imagem, e delas terem filhos excepcionais. Tudo isso tornava-se muito perigoso aos olhos do longínquo planeta. Como o progresso científico sobre a Terra era enorme, eles decidiram suprimir a sua criação (para não terem concorrentes à altura deles).

"Javé viu que a malícia do homem era grande sobre a Terra e que a finalidade dos seus pensamentos tendia sempre para o mal" (Gênesis 6: 5). O "mal" era o desejo de vir a ser um povo igual aos seus criadores, um povo científico e independente. O "bem", para eles, era que o homem permanecesse sempre um ser primitivo, vegetando sobre a Terra. O mal era que ele, o homem, queria fazer progresso, podendo um dia conseguir juntar-se aos seus criadores. Foi decidido, então, no longínquo planeta, destruir toda a vida sobre a Terra enviando mísseis nucleares. Mas os criadores exilados, informados de tal decisão, pediram a Noé para construir uma nave, que deveria girar à volta da Terra durante o cataclismo, e que contivesse um casal de cada espécie a preservar. Isto trata-se apenas de uma imagem. Na realidade, e os vossos conhecimentos científicos em breve permitir-vos-ão compreender, basta ter uma célula viva de cada espécie, macho e fêmea, para reconstruir, posteriormente, o ser completo. Isto assemelha-se com a primeira célula viva dum ser, no ventre da sua mãe, que já possui todas as informações para, um dia, vir a ser um ser humano, contendo até a cor dos olhos ou do cabelo. Foi um trabalho colossal, mas terminado a tempo. Quando a explosão se deu, a vida encontrava-se preservada a alguns milhares de quilômetros de distância sobre a Terra. Os constinentes foram submergidos por uma enorme onda sísmica que destruiu toda a vida à sua superfície.

"... a arca... elevou-se acima da Terra" (Gênesis 6: 17). Pode-se constatar que está bem explícito que a arca se elevou acima da Terra e não sobre as águas. E a nave tinha três andares ("construi-lo-ás com andares, o inferior, o segundo e o terceiro") e pousou sobre a Terra. Além de Noé, havia no seu interior um casal de cada raça humana da Terra.

"Elohim lembrou-se de Noé... e mandou um vento sobre a terra e as águas acalmaram-se" (Gênesis 8: 1). Depois de terem verificado a radioatividade, e cientificamente a terem feito desaparecer, os criadores pediram a Noé para deixar sair alguns animais, a fim de verificar se eles suportavam a atmosfera, o que foi um êxito. Foi então que puderam sair ao ar livre. Os criadores pediram-lhes para trabalharem e para se multiplicarem, pelo que mostravam assim reconhecimento aos seus benfeitores, que os tinham criado e salvo da destruição. Noé comprometeu-se a entregar aos criadores uma parte de todas as colheitas ou criações de gado, para a sua subsistência.

"Noé construiu um altar a Javé, e de todos os animais puros e de todas as aves puras, ofereceu holocaustos no altar" (Gênesis 8: 20). Os criadores ficaram felizes ao ver que os homens lhes queriam bem, e prometeram que nunca mais tentariam destruí-los, pois compreenderam que era normal eles quererem progredir.

"... a tendência do coração do homem é o mal" (Gênesis 8: 21). O objetivo do homem é o progresso científico. Cada raça humana foi colocada de novo no seu lugar de criação e cada animal foi recriado a partir da respectiva célula preservada na arca. "Delas descendem os povos que se espalharam sobre a Terra depois do dilúvio" (Gênesis 10: 32).

[continua]

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