quarta-feira, maio 15, 2024

 

Guerras às Ferrovias no Brasil

O imperador brasileiro D. Pedro II era um entusiasta das inovações tecnológicas que surgiram durante seu reinado. Foi o priméiro fotógrafo do Brasil, e introduziu a telefonia no país logo após sua invenção por G. Bell. As ferrovias também receberam o seu apoio entusiasta.  A primeira ferrovia brasileira foi inaugurada em 1854, entre o Porto de Mauá e a cidade de Fragoso (estendida posteriormente até Petrópolis), no Rio de Janeiro, sendo idealizada pelo empresário e banqueiro Irineu Evangelista de Souza, muito conhecido pelo título de Barão de Mauá. Até a primeira metade do Século XX, a capilaridade da malha ferroviária brasileira, urbana (via bondes) e intermunicipal, era enorme, excedendo os 40.000 quilômetros de extensão. Aí, então, começou uma guerra para destruir o transporte de pessoas e cargas SOBRE OS TRILHOS JÁ INSTALADOS! 

Na minha experiência pessoal, na década de 1950, eu viajei muitas vezes de trem elétrico entre as cidades de São Paulo e Araraquara usando a Companhia Paulista de Estradas de Ferro, com seus carros pintados de azul e branco. Na cidade de São Paulo, usei muito os bondes elétricos da CMTC durante a década de 1960. Fiz também uma viagem de trem movido a vapor d'água ("Maria Fumaça") entre Niterói e Santa Maria Madalena (interior do Rio de Janeiro) em meados do século passado. Na década de 1960, em Mongaguá-SP, eu observava trens se deslocando entre Santos e Itanhaém. Todas essas coisas foram desativadas, destruídas e não substituídas por novas ferrovias, mas substituídas por transporte rodoviário, muito mais oneroso como meio de transporte de grandes quantidades de pessoas e cargas.

Fui também testemunha e usuário de um sistema de transporte inédito no Brasil, na cidade de Araraquara-SP. Em 27 de dezembro de 1959 foi inaugurado, pelo prefeito de Araraquara Rômulo Lupo (proprietário da indústria Meias Lupo), um sistema de ônibus elétricos (trólebus). A partir daí, TODO o transporte público araraquarense passou a ser feito exclusivamente pelos trólebus da CTA (Companhia Trólebus de Araraquara), com veículos confortáveis, silenciosos e sem poluição, fabricados pela empresa brasileira Villares. Esse sistema chegou a ter uma extensão de 118,3 km, um tráfego anual de 3.002.000 de passageiros (1998) e 46 mil passageiros transportados por dia (em 1979). A sede e garagem dos ônibus ficava no bairro da Fonte Luminosa. Esse sistema foi desativado em 11 de novembro de 2000.

Eis uma vista parcial das ferrovias existentes no país:


Um exemplo: A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM), com 355 km no atual Estado de Rondônia (antigo Território de Guaporé), foi inaugurada em 1912, para diminuir o custo do transporte de borracha, e em 1º de julho de 1972, por decreto do ex-presidente Emílio Garrastazu Médici, a EFMM foi definitivamente desativada e virou sucata.


No Estado de São Paulo, por exemplo, tínhamos cinco grandes redes ferroviárias (todas extintas atualmente): Cia. Paulista (CP), Sorocabana (EFS), Santos-Jundiaí (EFSJ), Mogiana (CMEF) e Araraquarense.

A Companhia Paulista de Estradas de Ferro (CPEF) começou a operar em 1872 e foi extinta em 1971, quando foi incorporada à companhia estatal FEPASA, atualmente também extinta. Ela chegou a transportar 12.000.000 de passageiros em 1955. Esta empresa foi a responsável pela introdução do eucalipto no Brasil, principalmente para a confecção de seus dormentes. Veja sua rede:


(em 1960)

A Estrada de Ferro Sorocabana (EFS) esteve em atividade de 1875 a 1971, quando, então, foi extinta e incorporada à FEPASA (Ferrovias Paulistas SA). Em 1998, a FEPASA foi transferida para a União que, posteriormente, a transferiu para a RFFSA (Rede Ferroviária Federal SA) que, posteriormente, foi concedida para a iniciativa privada, onde está até hoje. Veja sua rede:



A Estrada de Ferro Santos a Jundiaí (EFSJ) iniciou suas atividades como a inglesa São Paulo Railway, em 1867,  e passou a ter esse nome em 1946, quando foi estatizada, e foi extinta em 1996, quando passou ao regime de concessão dado à MRS Logística (Malha Regional Sudeste Logística). Veja a atual rede da MRS Logística:


A Companhia Mogiana de Estradas de Ferro (CMEF), criada em 1872, com sede na cidade de Campinas-SP, permaneceu em atividade de 1875 a 1971, quando foi extinta e incorporada à FEPASA. Seus trilhos abrangiam os estados de São Paulo e Minas Gerais. Veja sua rede:


A Estrada de Ferro Araraquara (EFA) iniciou a construção de sua rede (linha tronco) em 1896, a partir da cidade de Araraquara-SP em direção ao interior (noroeste). Atualmente, está linha tronco possui 421 km de extensão, ligando Araraquara a Santa Fé do Sul-SP. Até 1973, essa linha tronco chegava à estação de Presidente Vargas, em Rubinéia. Porém, com a construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, o trecho final da linha, em Rubinéia, foi inundado, sendo desativado. Esta linha tronco foi ligada à linha da Ferronorte em 1998. A Ferronorte liga atualmente Santa Fé do Sul-SP a Rondonópolis-MT, numa extensão de 755 km. Em 1999, o tronco Araraquara-Santa Fé do Sul foi concedido à Ferroban. Atualmente, a concessão do transporte de carga dessa ferrovia foi adquirida pela América Latina Logística, empresa que  incorporou a Ferroban em 2006. Veja a linha tronco da EFA (linha verde):



Atualmente, toda a rede ferroviária paulista transporta apenas cargas. Conheço apenas dois pequenos trechos ferroviários paulistas que transportam pessoas (turistas): trecho Campinas-Jaguariuna e um trecho em Campos de Jordão. Em Campinas existe atualmente também um bonde elétrico turístico que contorna a Lagoa do Taquaral.

[continua]

Marcadores: , , , , , , ,


terça-feira, março 26, 2024

 

Austrália: Melbourne, anos 1800s

1. Melbourne Exhibition Building, 1880, com majestoso lago.

2.  Terminal de Melbourne, meados de 1800, com poste wireless.

3. Primeiro bonde elétrico wireless, entre Bridge Road Richmond e Spencer Street via Flinders Street, 11 Novembro 1885.

4. Melbourne, final dos 1800s, com bonde e postes wireless e arquitetura antiquitech.

5. Elizabeth Street, Melbourne, 1800s, com bonde wireless e arquitetura antiquitech.





 

Marcadores: , , , , ,


quinta-feira, março 07, 2024

 

Rio de Janeiro: Praça XV e Ilha Fiscal

Fonte: https://diariodorio.com/evento-debate-melhorias-e-projeta-novas-oportunidades-para-o-centro-do-rio/

Curiosidades: As antenas triangulares sobre o bonde VLT e em três postes à esquerda e um, à direita, atrás do VLT... Ilha Fiscal = gerador de energia eletromagnética atmosférica...

Ilha Fiscal (ao fundo), vista da Praça XV, com VLT - Foto Daniel Martins
 

Marcadores: , , , , , ,


domingo, janeiro 21, 2024

 

Rio Antigo


Na foto acima, da cidade do Rio de Janeiro antiga, vemos vários bondes elétricos sem fio. Qual a função do alto poste, à esquerda, com uma "plataforma" em seu topo: antena para distribuição gratuita wireless de energia elétrica? Note, também, as grandes janelas das construções, para captação mais eficiente de energia atmosférica. Eis outra foto do Rio antigo, mostrando a arquitetura antiquitech daquela época:





 

Marcadores: , , , , ,


quinta-feira, dezembro 28, 2023

 

Wonderful New York in the early 1900s: Bondes elétricos sem fio


https://www.youtube.com/watch?v=FWtWJAmHuc8
San Francisco, 1906: https://www.youtube.com/watch?v=sHkc83XA2dY [See plaque at end of video, in terminal: Erected AD 896, correct date! Not 1896 !

Marcadores: , , ,


terça-feira, dezembro 26, 2023

 

Austrália: Bondes elétricos sem fio


Até o final da Primeira Guerra Mundial, muitos locais do planeta tinham bondes elétricos sem alimentação por fios elétricos, pois a alimentação elétrica vinha pelo ar, de forma gratuita e wireless. A Austrália é um dos países em que circulavam esses tipos de bondes. Essa tecnologia (tipo Tesla) foi proibida pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial (para poder cobrar pela energia elétrica guiada por fios e gerada em locais bem específicos, controlados por eles). A grande revolução que ocorrerá em 2024 será a possibilidade de geração distribuída de energia elétrica (geração doméstica de energia livre, gratuita e não poluente, via tecnologia Tesla); esta revolução será maior do que a revolução ocorrida pela introdução da computação distribuída (dos computadores pessoais e internet), ao invés dos centros de computação, nos anos 1980: mais soberania e liberdade individual para todos!




Note poste à direita com inúmeras antenas para distribuição wireless gratuita de energia elétrica.

Note poste à esquerda com muitas antenas para distribuição wireless gratuita de energia elétrica.





Marcadores: , , , , , ,


terça-feira, dezembro 05, 2023

 

São Paulo - 1928


Foto da Av. São João, com edifício Martinelli em construção à esquerda. Note que os dois bondes elétricos que cruzam a avenida são sem fios elétricos de alimentação. 



Marcadores: , , ,


sábado, outubro 28, 2023

 

Distribuição sem fio de energia elétrica


Até o início do século XX, uma benevolente Antiga Ordem Mundial (Tartária) possuía uma tecnologia para distribuição sem fio (e gratuita) de energia elétrica gerada pelas formas como as construções públicas e privadas eram feitas, com grandes arcos, portas, janelas e domos dessas construções (antiquitech).

Acima, tem-se uma foto da Rua Riachuelo, no bairro da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro em 1912. No centro da foto, nota-se um alto poste com uma antena no topo para distribuição sem fio e gratuita da energia elétrica. Note as contruções, com os grandes arcos ("do triunfo") da Lapa e a grande quantidade de grandes portas e janelas, tudo feito para captação de energia da atmosfera. Note, também, a presença de uma antena wireless DENTRO de um dos arcos da Lapa. Note, também, a presença de trilhos de bondes elétricos SEM a presença de fiação elétrica suspensa, uma indicação de que os bondes que por aí circulavam eram do tipo sem fio (wireless). Note, no entanto, que o bonde elétrico que na foto circula sobre os arcos da Lapa é do tipo que USA fiação elétrica suspensa. As duas tecnologias conviveram simultaneamente durante certo tempo.

Esta tecnologia de distribuição sem fio e gratuita da energia elétrica foi eliminada pela malévola Nova Ordem Mundial, que a substituiu pela distribuição de energia através de fios elétricos, para poder COBRAR essa energia da população escravizada. A técnica de geração gratuita (e distribuída) da energia elétrica foi abolida, para gerar essa escravização na população. A geração de energia elétrica passou a ser feita em pontos concentrados específicos, controlados pelos escravizadores.

Veja no endereço abaixo uma foto de um bonde elétrico wireless na Broadway de New York em 1912:

https://youtu.be/A8T-fgLh6es?t=172

https://youtu.be/85WMpJMv8aA?t=180

https://youtu.be/85WMpJMv8aA?t=254

e na Broadway de 1921, cheia de bondes elétricos wireless:

https://youtu.be/A8T-fgLh6es?t=297

Note os postes de iluminação na 5th Ave. da New York de 1912: todos com luzes acesas durante o dia devido à iluminação durante as 24 horas do dia via energia atmosférica livre distribuída gratuitamente pela cidade:

https://youtu.be/A8T-fgLh6es?t=336

https://youtu.be/A8T-fgLh6es?t=354  (em 1910)

https://youtu.be/hZ1OgQL9_Cw?t=100 (em 1911, com bondes e trens wireless)

Ônibus elétrico wireless para turismo na New York de 1905:

https://youtu.be/X72cDMRO0ac?t=561

A foto abaixo foi tirada na Rua Direita, na cidade de São Paulo, no ano de 1898. Note a presença de um poste com uma antena para distribuição de energia elétrica em seu topo (à esquerda), à direita um prédio funcionando como uma usina elétrica (domo com antena no topo, paredes com frisos horizontais) e, no centro, um bonde elétrico sem fio que usa essa energia elétrica distribuída gratuitamente para a atmosfera:


Abaixo, uma foto de um trecho da Rua do Carmo (a partir de 1948 chamada de Rua Roberto Simonsen) no ano de 1910. Ao fundo, nota-se a torre cônica do Convento de Santa Tereza, demolido no início do século 20. Note, também, a presença de dois altos postes com antenas no topo para distribuição sem fio de energia elétrica, usada pelo bonde sem fio mostrado ao fundo.






Marcadores: , , , , , , , ,


sexta-feira, setembro 15, 2023

 

São Paulo Antiga

 


Na foto acima, vemos a Rua Barão de Itapetininga, no centro da cidade de São Paulo, vista a partir do Teatro Municipal, por volta de 1910. Note os postes, sem fios, mas com antenas no seu topo para distribuição gratuita e sem fio de energia elétrica para toda a população, tecnologia atualmente proibida em todo o mundo.

Na foto abaixo, vemos a Av. Paulista, na cidade de São Paulo, em 1898. Note já a presença de poste com antena simples no topo para distribuição gratuita de energia elétrica.


Na foto abaixo, vemos a Rua 15 de novembro, na cidade de São Paulo, em 1906. Note dois detalhes: muitas antenas em postes, para distribuição wireless de energia, e a presença de trilhos de bondes (wireless) no chão mas sem a fiação elétrica de alimentação suspensa.



Vista ampliada da primeira foto, agora mostrando o Teatro Municipal (recém inaugurado) à direita:


Na foto abaixo, temos a vista do vale do Anhangabaú pouco antes da inauguração do Teatro Municipal (à direita na foto). O fotógrafo enfocou os fundos do casario do Conde Prates, herdeiro da chácara do Barão de Itapetininga, que ocoupou o vale até ser arruado em 1876. Em frente ao Municipal (à esquerda na foto) tem-se o Teatro São José, o viadoto do Chá pontilhado de transuentes e com três bondes elétricos, aparentemente wireless (sem utilizar fiação elétrica suspensa):

Foto da Av. Paulista, em 1905, com um bonde elétrico wireless:


Vista da atual rua General Carneiro, por volta de 1867. Note, à direita, três postes com antenas wireless no topo (sem fios elétricos passando por eles) e um bonde elétrico que, pela minha análise, parece também ser wireless (sem alimentação por fios elétricos suspensos):

Viaduto Santa Efigênica, na cidade de São Paulo, em 1913. Note os postes com antenas wireless e o bonde wireless:

Onde está a fiação elétrica desses bondes elétricos trafegando na antiga rua Líbero Badaró, na cidade de São Paulo?:

Uma foto da cidade de São Paulo de 1917: Hotel Suisso situado no Largo do Paissandu, nº 38. Três curiosidades nesta foto (em sequência): um bonde elétrico sem fio, um girocarro de duas rodas e um carro (elétrico?) de quatro rodas bem primitivo.


Uma foto da cidade de São Paulo de 1916: vista da Igreja de Santa Efigênia. Notar: vários postes com antenas no topo, para distribuição gratuita e sem fio da energia elétrica gerada pela usina elétrica chamada Igreja de Santa Efigênica e usada pelo bonde elétrico sem fio circulando à esquerda da foto (na Rua Santa Efigênia). O poste de iluminação pública, visto em primeiro plano, provavelmente tinha sua luz gerada pela energia livre gerada pela usina elétrica próxima, e não era um "lampião de gás", que também existiu no passado:


Foto de São Paulo de 1913: viaduto de Santa Efigênia, com a igreja de Santa Efigência ao fundo. Note: três bondes elétricos sem fio circulando pelo viaduto; presença de uma sequência de postes com antenas em forma de tridentes em seus topos, para a distribuição gratuita e sem fio de energia elétrica atmosférica:





Marcadores: , , , , ,


sexta-feira, agosto 18, 2023

 

New York - 1930




 Note a chegada em cena de um bonde (tram, street-car) wireless. O vídeo não carregou. Acima tentativa de colar cena onde aparece o bonde.

Marcadores: , , ,


domingo, maio 14, 2023

 

Em algum lugar do passado - 5


O ano de 1.953 foi bastante movimentado na minha vida. Saimos de Três Lagoas e fomos, inicialmente, para a cidade de São Paulo, morar no bairro Parada Inglesa. A palavra "Parada" referia-se à parada de bondes (em um bairro que tinha um morador inglês famoso), veículo de transporte muito comum naquela época. Existiam dois tipos de bondes elétricos (com fiação elétrica suspensa), nessa época, pertencentes à CMTC (Companhia Municipal de Transportes Coletivos), que eram pintados de vermelho (ou, posteriormente, alaranjado): o bonde com aberturas laterais e o bonde com fechamento nas laterais, chamados pelo povo de "Camarão":




Na Parada Inglesa, minha mãe me fez uma fantasia de pirata, para eu brincar no carnaval:


Logo depois do carnaval, fomos para  Araraquara, na casa de minha avó Maria (mãe de minha mãe), onde fiquei a maior parte de 1.953 cursando o meu pré-primário. Minha querida avó:


Minha irmã (por parte de mãe) Ivone, nessa época, em frente da casa de minha avó:
Eu segurando o Frete, o cachorrinho salsicha "paqueiro" da minha avó:

Nessa época, minha avó tomava leite de cabra, que ela tratava em frente da casa dela. Ela também tomava um "café" diferente: eram grãos de milho que ela torrava e depois moía. Lembro de ter comido um maracujá doce que madurou junto de uma cerca de bambu da casa dela.

Nessa ocasião também aprontei algumas travessuras: meu avô tinha algumas caixas de abelhas para produzir mel. Um dia eu fui mexer com uma vara na entrada de uma das caixas e fui picado perto do olho, que acabou inchando e fechando. Outra ocasião, fui atravessar com pressa uma cerca de arame farpado e fiz um corte profundo no meu joelho esquerdo. Tenho até hoje um vestígio desta cicatriz (a terceira, depois do Rio de Janeiro e Mato Grosso).

 Nessa época eu tinha muita dor de garganta (amídalas inflamadas). Para combater isso, costumava fazer gargarejo de água salgada com limão. Depois do gargarejo, costumava chupar uma bala Chita, para tirar o gosto ruim da boca. Chita era o nome da macaca nos filmes de Tarzan...

Minha tia Noêmia (irmã mais nova de minha mãe) costumava me ajudar nas tarefas escolares. Aqui ela estava ao lado de minha mãe:

Neste ano, meu pai comprou o livro do Louis Kuhne (A Nova Ciência de Curar), por indicação de uma colega de minha avó, D. Bicota. Em dezembro desse mesmo ano, fomos todos nós (eu e meus pais) para Maceió - AL.

Também, nesse ano, nasceu no interior do Estado de São Paulo, na cidade de Viradouro, uma criança do sexo feminino que viria, mais tarde, se tornar minha esposa...


Marcadores: , ,


domingo, abril 23, 2023

 

Vídeos do Mundo em 1896 (som adicionado)


Note, no vídeo acima, a incoerência entre as construções magestosas e o transporte feito apenas por tração animal. Uma explicação para isso: o dilúvio de lama (destruição da Tartária), que ocorreu no início do século 19, não destruiu todas as grandes construções, mas eliminou praticamente todos os meios de transporte. No entanto, algumas tecnologias sobreviveram a esse dilúvio. Uma delas foi o bonde (street car): note, nos vídeos, que a maioria dos bondes, em 1896, eram puxados por cavalos, mas em algumas filmagens dessa época vemos bonde movido a vapor (início dos vídeos), movido a fiação elétrica (como hoje) e bondes sem fio (wireless), provavelmente movidos a energia livre. Os bondes wireless aparecem em torno de 18:00 e 25:00 do vídeo acima.

Marcadores: , , , , , , , ,


sábado, março 18, 2023

 

Girocarros e Girobondes


Antes da Primeira Guerra Mundial (1914) existiam carros e bondes (gyro street-cars) estabilizados por giroscópios, tendo apenas rodas dianteiras e traseiras alinhadas.

 











Marcadores: , , , ,


This page is powered by Blogger. Isn't yours?