domingo, agosto 11, 2024

 

Acidente Aéreo no Brasil

Sáb. 10 ago. 2024 Wolverine: “Acabei de saber sobre o acidente de avião (da Voepass) que ocorreu no Brasil ontem, onde 62 pessoas morreram. Dessas 62 pessoas, quatro eram Baleias (pessoas que recebem muito dinheiro do programa GESARA) do Grupo Precatorias, que morreram naquele acidente. Estou começando a me perguntar se não foi um acidente.”

Ofereço minhas condolências aos Patriotas que morreram no acidente de avião no Brasil. Descobri isso por volta da 1 da manhã, que as pessoas no avião eram 3 baleias soberanas e o resto eram gerentes mas, no total, 7 pessoas que faziam parte do processo de Redenção (RV) no Brasil, estando indo para lá por propósitos humanitários para receber bênçãos para ajudar milhares de pessoas. Imagine o tipo de pessoas que eles receberiam para ajudar milhares de pessoas, e eles eram bem conhecidos na comunidade de RV, isso parte meu coração. Charlie Ward voa pelo mundo todo e também MarkZ está voando para todos os lugares, muitos lugares, e nada aconteceu. Vejo isso como um acidente e não como sabotagem, mas posso estar errado.

Em termos de eu voar, eu não estou mais voando. Minha esposa disse para eu não voar. Vou ficar sempre em terra firme. Estarei sob NDA quando isso acontecer. Acabei de fazer arranjos com as pessoas que eu deveria ver, mas decidi não voar por uma questão de segurança, mas ainda assim, quando isso acontecer, estarei sob NDA e vocês não ouvirão mais falar de mim. Eu deveria fazer algo muito importante lá embaixo (na América do Sul?) – não posso contar a vocês, e decidi não contar por uma questão de segurança. Mas ainda assim, quando isso acontecer, estarei sob NDA e vocês não ouvirão mais falar de mim. Deixarei a sala para Carpathia. Meu trabalho estará feito. Fiz tudo o que pude para ajudar todos vocês e minha consciência está limpa.

Minha opinião: Atualmente, existe tecnologia que pode controlar o voo de qualquer avião. O uso de aviões não tripulados (drones) nas guerras atuais é uma prova disso. Obviamente, esse controle pode ser usado, pelos seres das sombras, para causar acidentes aéreos. Atualmente, os veículos de transporte terrestres também podem ser controlados à distância, podendo ser a fonte de acidentes rodoviários. Neste tempo atual de guerra entre luz e trevas, o mais seguro é minimizar o número de viagens, aéreas e terrestres.

NDA = Acordo de Não Divulgação

Fonte: https://amg-news.com/bombshell-report-judy-byington-sky-event-pending-us-dollar-has-collapsed-34-satanic-structures-to-be-destroyed-blackout-necessary-dark-to-light-checkmate-restored-republic-via-a-gcr-update-as/

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quarta-feira, maio 15, 2024

 

Guerras às Ferrovias no Brasil

O imperador brasileiro D. Pedro II era um entusiasta das inovações tecnológicas que surgiram durante seu reinado. Foi o priméiro fotógrafo do Brasil, e introduziu a telefonia no país logo após sua invenção por G. Bell. As ferrovias também receberam o seu apoio entusiasta.  A primeira ferrovia brasileira foi inaugurada em 1854, entre o Porto de Mauá e a cidade de Fragoso (estendida posteriormente até Petrópolis), no Rio de Janeiro, sendo idealizada pelo empresário e banqueiro Irineu Evangelista de Souza, muito conhecido pelo título de Barão de Mauá. Até a primeira metade do Século XX, a capilaridade da malha ferroviária brasileira, urbana (via bondes) e intermunicipal, era enorme, excedendo os 40.000 quilômetros de extensão. Aí, então, começou uma guerra para destruir o transporte de pessoas e cargas SOBRE OS TRILHOS JÁ INSTALADOS! 

Na minha experiência pessoal, na década de 1950, eu viajei muitas vezes de trem elétrico entre as cidades de São Paulo e Araraquara usando a Companhia Paulista de Estradas de Ferro, com seus carros pintados de azul e branco. Na cidade de São Paulo, usei muito os bondes elétricos da CMTC durante a década de 1960. Fiz também uma viagem de trem movido a vapor d'água ("Maria Fumaça") entre Niterói e Santa Maria Madalena (interior do Rio de Janeiro) em meados do século passado. Na década de 1960, em Mongaguá-SP, eu observava trens se deslocando entre Santos e Itanhaém. Todas essas coisas foram desativadas, destruídas e não substituídas por novas ferrovias, mas substituídas por transporte rodoviário, muito mais oneroso como meio de transporte de grandes quantidades de pessoas e cargas.

Fui também testemunha e usuário de um sistema de transporte inédito no Brasil, na cidade de Araraquara-SP. Em 27 de dezembro de 1959 foi inaugurado, pelo prefeito de Araraquara Rômulo Lupo (proprietário da indústria Meias Lupo), um sistema de ônibus elétricos (trólebus). A partir daí, TODO o transporte público araraquarense passou a ser feito exclusivamente pelos trólebus da CTA (Companhia Trólebus de Araraquara), com veículos confortáveis, silenciosos e sem poluição, fabricados pela empresa brasileira Villares. Esse sistema chegou a ter uma extensão de 118,3 km, um tráfego anual de 3.002.000 de passageiros (1998) e 46 mil passageiros transportados por dia (em 1979). A sede e garagem dos ônibus ficava no bairro da Fonte Luminosa. Esse sistema foi desativado em 11 de novembro de 2000.

Eis uma vista parcial das ferrovias existentes no país:


Um exemplo: A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM), com 355 km no atual Estado de Rondônia (antigo Território de Guaporé), foi inaugurada em 1912, para diminuir o custo do transporte de borracha, e em 1º de julho de 1972, por decreto do ex-presidente Emílio Garrastazu Médici, a EFMM foi definitivamente desativada e virou sucata.


No Estado de São Paulo, por exemplo, tínhamos cinco grandes redes ferroviárias (todas extintas atualmente): Cia. Paulista (CP), Sorocabana (EFS), Santos-Jundiaí (EFSJ), Mogiana (CMEF) e Araraquarense.

A Companhia Paulista de Estradas de Ferro (CPEF) começou a operar em 1872 e foi extinta em 1971, quando foi incorporada à companhia estatal FEPASA, atualmente também extinta. Ela chegou a transportar 12.000.000 de passageiros em 1955. Esta empresa foi a responsável pela introdução do eucalipto no Brasil, principalmente para a confecção de seus dormentes. Veja sua rede:


(em 1960)

A Estrada de Ferro Sorocabana (EFS) esteve em atividade de 1875 a 1971, quando, então, foi extinta e incorporada à FEPASA (Ferrovias Paulistas SA). Em 1998, a FEPASA foi transferida para a União que, posteriormente, a transferiu para a RFFSA (Rede Ferroviária Federal SA) que, posteriormente, foi concedida para a iniciativa privada, onde está até hoje. Veja sua rede:



A Estrada de Ferro Santos a Jundiaí (EFSJ) iniciou suas atividades como a inglesa São Paulo Railway, em 1867,  e passou a ter esse nome em 1946, quando foi estatizada, e foi extinta em 1996, quando passou ao regime de concessão dado à MRS Logística (Malha Regional Sudeste Logística). Veja a atual rede da MRS Logística:


A Companhia Mogiana de Estradas de Ferro (CMEF), criada em 1872, com sede na cidade de Campinas-SP, permaneceu em atividade de 1875 a 1971, quando foi extinta e incorporada à FEPASA. Seus trilhos abrangiam os estados de São Paulo e Minas Gerais. Veja sua rede:


A Estrada de Ferro Araraquara (EFA) iniciou a construção de sua rede (linha tronco) em 1896, a partir da cidade de Araraquara-SP em direção ao interior (noroeste). Atualmente, está linha tronco possui 421 km de extensão, ligando Araraquara a Santa Fé do Sul-SP. Até 1973, essa linha tronco chegava à estação de Presidente Vargas, em Rubinéia. Porém, com a construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, o trecho final da linha, em Rubinéia, foi inundado, sendo desativado. Esta linha tronco foi ligada à linha da Ferronorte em 1998. A Ferronorte liga atualmente Santa Fé do Sul-SP a Rondonópolis-MT, numa extensão de 755 km. Em 1999, o tronco Araraquara-Santa Fé do Sul foi concedido à Ferroban. Atualmente, a concessão do transporte de carga dessa ferrovia foi adquirida pela América Latina Logística, empresa que  incorporou a Ferroban em 2006. Veja a linha tronco da EFA (linha verde):



Atualmente, toda a rede ferroviária paulista transporta apenas cargas. Conheço apenas dois pequenos trechos ferroviários paulistas que transportam pessoas (turistas): trecho Campinas-Jaguariuna e um trecho em Campos de Jordão. Em Campinas existe atualmente também um bonde elétrico turístico que contorna a Lagoa do Taquaral.

[continua]

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quinta-feira, maio 02, 2024

 

Visita Marítima


Porta-aviões nuclear da Marinha dos EUA visitará o Porto do Rio

A visita oficial ocorrerá de 15 a 24 de maio como parte da operação Southern Seas 2024, envolvendo cooperação entre as marinhas dos EUA, Brasil e países vizinhos


Um espetáculo naval está prestes a chegar às águas cariocas. Quatro navios de guerra da Marinha dos Estados Unidos estão a caminho do Rio, encabeçados pelo porta-aviões USS George Washington, movido por propulsão nuclear. A visita oficial está marcada para ocorrer entre os dias 15 e 24 de maio, como parte da operação Southern Seas (Mares do Sul) 2024, que reunirá esforços conjuntos da Marinha dos Estados UnidosMarinha do Brasil e de nações vizinhas.

A operação Southern Seas é mais do que uma exibição de poder militar; é uma série de simulações de combate que serão executadas nas costas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, envolvendo uma variedade de navios, helicópteros e aviões. O evento também marca os 200 anos de relações diplomáticas entre o Brasil e os Estados Unidos.

Entre as atrações mais esperadas está a visita pública ao Porto do Rio do majestoso USS George Washington, uma embarcação que não pisa em solo brasileiro há nove anos, durante uma edição anterior da mesma operação.

Embaixada dos Estados Unidos no Brasil divulgou um comunicado enfatizando os aspectos de intercâmbio e cooperação planejados para o Southern Seas 2024. A expectativa é que especialistas de diferentes países parceiros tenham a oportunidade de observar de perto as operações do porta-aviões, além de promoverem diálogos estratégicos e trocas de conhecimento.

Lançado ao mar em 1990, o USS George Washington é uma verdadeira cidade flutuante, com 333 metros de comprimento e equipado com dois reatores nucleares, motores a diesel e turbinas a vapor. Com capacidade para mais de 6.000 tripulantes e cerca de 90 aeronaves, entre aviões e helicópteros, o porta-aviões é uma demonstração impressionante do poderio naval dos Estados Unidos. A operação Southern Seas 2024 estará sob a égide da 4ª Frota da Marinha dos Estados Unidos, subordinada ao Comando Sul dos Estados Unidos, responsável por conduzir operações militares em todo o continente americano.

Fonte: https://diariodorio.com/porta-avioes-nuclear-da-marinha-dos-eua-visitara-o-porto-do-rio/?utm_campaign=News+Di%C3%A1ria&utm_content=Porta-avi%C3%B5es+nuclear+da+Marinha+dos+EUA+visitar%C3%A1+o+Porto+do+Rio+-+Di%C3%A1rio+do+Rio+de+Janeiro&utm_medium=email&utm_source=dinamize&utm_term=News%2C+02%2F05%2F2024

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quinta-feira, março 07, 2024

 

Censura


Há várias semanas, o governo brasileiro está exercendo censura na internet, impedindo a divulgação de informações pela plataforma Rumble. Eis a mensagem divulgada por essa plataforma:

Rumble

NOTICE TO USERS IN BRAZIL

Because of Brazilian government demands to remove creators from our platform, Rumble is currently unavailable in Brazil. We are challenging these government demands and hope to restore access soon.

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quarta-feira, fevereiro 28, 2024

 

O Índio Brasileiro


MoroNum país tropicalAbençoado por Deus
E bonito por natureza, mas que beleza...
Canção: País Tropical

A linha do Equador cruza o Brasil na região norte, onde localiza-se a maior floresta do mundo: a Floresta Amazônica, "o pulmão do mundo". Em 1500, quando os europeus portuguêses aqui chegaram, já encontraram os habitantes nativos deste local tropical: os índios brasileiros.

Os índios brasileiros possuíam particularidades interessantes: 1. andavam todos nús e, portanto, não bloqueavam a respiração epidérmica, algo muito salutar; 2. usavam cabelos compridos e, portanto, estavam melhor conectados eletromagneticamente com o ambiente natural (cabelo é uma antena eletromagnética filamentar), captando maior energia para o seu corpo, quando comparado com as pessoas de cabelos curtos (por isso, em média, as mulheres atuais vivem mais que os homens); 3. possuíam um costume extranho aos europeus: tomavam banho todos os dias, em seus rios e praias; 4. possuíam uma tecnologia pouco conhecida no mundo: dormiam em redes, muito mais adequadas do que camas, em uma região tropical. Esta tecnologia foi transferida para a África, quando os portugueses passaram a trazer mão de obra africana para o Brasil, já que os índios não aceitaram trabalhar para os invasores de sua terra. 5. andavam todos descalços, mantendo, portanto, um contato permanente com a energia vivificante da Mãe Terra, como é feito por todos os seres vivos não humanos (animais e vegetais).

Temos muitas lições a aprender dos índios brasileiros...

 

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terça-feira, fevereiro 13, 2024

 

Brasil - Alemanha

Brasil e Alemanha têm relações bilaterais há quase 200 anos. A Alemanha é o país mais industrializado e a maior economia da Europa. A Alemanha é o principal parceiro brasileiro na Europa. Em 2022, a corrente comercial teuto-brasileira foi de US$ 19 bilhões. O Brasil é tradicionalmente deficitário no comércio com a Alemanha, e, em 2022, o déficit foi de US$ 6,5 bilhões. As exportações brasileiras à Alemanha, no mesmo ano, totalizaram US$ 6,26 bilhões. A pauta de exportações do Brasil para a Alemanha, no entanto, é relativamente concentrada, com os 3 maiores grupos de produtos exportados (café verde, farelos de soja e minério de cobre) somando 54% do total. Ademais, o Brasil é origem de apenas 0,6% dos produtos comprados por esse país europeu.

As importações do Brasil com origem na Alemanha são fortemente diversificadas, com participação significativa de grupos de produtos de maior valor agregado, destacando-se químicos, medicamentos e autopeças. Em 2022, elas foram de US$ 12,8 bilhões. Dentre os produtos comprados pelo Brasil da Alemanha, destaca-se o avanço nas compras de fertilizantes. Esse crescimento, deve-se aos impactos da eclosão do conflito entre Rússia e Ucrânia.

Investimentos alemães no Brasil:  A Alemanha é fonte tradicional de investimentos para o Brasil. Segundo o Ministério das Relações Exteriores (MRE), desde as primeiras décadas do século XX, capitais alemães ajudaram a alavancar o desenvolvimento industrial brasileiro. Nas décadas de 1960 e 1970, a criação do moderno parque industrial do Brasil coincidiu com o início do processo de internacionalização das empresas alemãs. Ainda segundo o MRE, as cerca de 1600 empresas alemãs hoje instaladas no Brasil respondem por 8-10% do PIB industrial brasileiro, sendo São Paulo uma das maiores concentrações industriais alemã fora da Alemanha.  

O estoque de IED (Investimento Estrangeiro Direto) da Alemanha no Brasil cresceu US$ 5,1 bilhões em 2021, o que representa um aumento de 24% em relação ao ano de 2020, o que reflete a recuperação econômica do Brasil pós-pandemia. Em termos comparativos, a Alemanha ocupa a 10ª posição no ranking de investidores no Brasil e foi a 4º economia europeia que mais aumentou o estoque de IED no Brasil em 2021, atrás apenas de Reino Unido, Noruega e França.  

Na perspectiva dos projetos recentemente anunciados, destacam-se o projeto da Stadler na construção da maior planta de triagem mecânica de reciclagem do Brasil no valor de US$ 105 milhões, estima-se que gere 150 novos empregos formais em Jaboatão dos Guararapes – PE; e o projeto da NETZSCH da nova fábrica de bombas helicoidais no valor de US$ 101 milhões em Ribeirão Souto – SC, estima-se que o investimento gere 300 novos empregos.

Investimentos brasileiros na Alemanha: O estoque de IED brasileiro na Alemanha cresceu US$ 408 milhões em 2021, o que representa um aumento de 61% em relação a 2020. Em termos comparativos, a Alemanha subiu para a 27ª posição no ranking de destino de estoque brasileiro no exterior, considerando a ótica do Investidor Imediato. 

Na perspectiva dos projetos brasileiros anunciados na Alemanha, destacam-se as aberturas de centros de P&D pela WEG, J&F Investimentos, Zdrax e Iochpe-Maxion, as quais somaram US$ 243 milhões em investimentos, e o novo centro de dados do Nubank em Berlim com valor estimado de US$ 161 milhões em 2018. Nas fusões e aquisições, a WEG, do setor de fabricação de transformadores, adquiriu a Antriebe em 2014 

Algumas empresas alemãs no Brasil:

1. Volkswagen, construção de veículos automotores.

2. Bayer, indústria farmacêutica e de produtos agrícolas.

3. ThyssenKrupp, maior empresa de elevadores do Brasil.

4. Mannesmann, atuante nas áreas de mineração e siderurgia em Minas Gerais, Atualmente, pertence à empresa francesa Vallourec.

5. Condor Syndikat, primeira empresa aérea do Brasil, em 1927.

O ano de 1927 é o marco da aviação comercial brasileira. A primeira empresa no Brasil a transportar passageiros foi a Condor Syndikat, no hidroavião "Atlântico", ainda com a matrícula alemã D-1012 que, em 1º de janeiro de 1927 transportou, do Rio de Janeiro para Florianópolis, o então Ministro da Viação e Obras PúblicasVítor Konder. A 22 de fevereiro, iniciava-se a primeira linha regular, a chamada "Linha da Lagoa", entre Porto AlegrePelotas e Rio Grande. Em junho de 1927, era fundada a Viação Aérea Rio-Grandense (Varig), sendo transferido para a nova empresa o avião "Atlântico", que recebeu o prefixo nacional P-BAAA. A 1º de dezembro do mesmo ano, a Condor Syndikat, que acabara de inaugurar sua linha Rio - Porto Alegre, foi nacionalizada, com o nome de Sindicato Condor Limitada, sendo rebatizada, durante a II Guerra Mundial, com o nome de Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul (absorvida nos anos 80 pela Varig).


Imigração: A chegada dos primeiros imigrantes alemães aconteceu no reinado de Dom Pedro I, em um programa organizado para desenvolver a agricultura e ocupar o Sul do país. Em 1824 foi fundada a primeira colônia alemã, a São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Ao longo de 100 anos, cerca de 250 mil imigrantes entraram no Brasil - número menor que o de italianos e japoneses. Nos anos 30, o fluxo de alemães aumentou em razão do nazismo. Em São Paulo, os alemães (judeus em sua maioria) se fixaram em bairros como Bom Retiro e Santo Amaro, e se concentraram em atividades comerciais e industriais.



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segunda-feira, fevereiro 12, 2024

 

VALSAS BRASILEIRAS - (LP COMPLETO)

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domingo, fevereiro 11, 2024

 

Forte Estrela - Brasil


Este forte estrela (sempre tinham água por perto), chamado de Forte dos Reis Magos, está localizado na cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte:


Este outro forte estrela, chamado de Real Forte Príncipe da Beira, está localizado no estado de Rondônia:



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terça-feira, janeiro 09, 2024

 

SAUDADE DE MATAO - MARIO ZAN

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SAUDADE DE OURO PRETO - MARY TEREZINHA

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quarta-feira, janeiro 03, 2024

 

Crianças de Montese-Itália cantando a Canção do Expedicionário-2015! Par...

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Almir Sater - Tocando em Frente

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Roberto Carlos - Aquele Beijo Que Te Dei (Áudio Oficial)

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Índia - Cascatinha e Inhana

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Histórias do Brasil


Tenho lido, recentemente, vários livros sobre a história do Brasil [1][2][3]. Vejamos algumas informações encontradas nestes livros e em outras fontes.

Após ser oficialmente descoberto pela esquadra portuguesa de Pedro Álvares Cabral, em 22 de abril de 1500, o Brasil teve vários ciclos econômicos. O primeiro, de 1500 a 1530, foi o Ciclo do Pau-Brasil, do qual se extraía pigmentos para o tingimento de tecidos, usando a floresta nativa recem descoberta. O segundo ciclo, de 1530 ao final do século XVII (anos 1600), ocorreu o Ciclo da Cana-de-açucar. Durante estes dois ciclos, a capital do Brasil ficava na cidade de Salvador (no atual Estado da Bahia). No terceiro ciclo econômico, do final do século XVII ao final do século XVII (anos 1700), tivemos o Ciclo do Ouro (encontrado nos Estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso), quando, então, a capital brasileira passou de Salvador para a cidade do Rio de Janeiro. O quarto ciclo econômico, durante o período imperial do século XIX (anos 1800), foi o Ciclo do Café, no qual tornou-se o maior produtor e exportador de café  do planeta, que perdura até os dias atuais. Esse ciclo, com o café como principal produto gerado no país, terminou com a crise de 1929. Tivemos também um Ciclo da borracha (1879 - 1912 e 1942 - 1945), caracterizado pela extração e comercialização do látex destinado à produção de borracha. No século XX, o Brasil passou a ter uma economia bastante diversificada (agricultura, indústria, comércio e serviços) e sua agropecuária passou a alimentar atualmente mais de 10% da população mundial.

Politicamente, temos os seguintes perídos no Brasil; Período colonial (1500 a 1808), Período da monarquia portuguesa (1808, chegada de D. João VI ao Brasil até 1822), Período imperial (de 1822 a 1889, dos imperadores D. Pedro I e D. Pedro II) e o Período republicano (de 1889 até hoje).

No Ciclo do ouro, os mineradores de ouro odiavam o pagamento de imposto chamado "quinto" (20% da produção de ouro, recolhido nas casas de fundição do ouro), daí surgindo a expressão atual de mandar uma pessoa para o "quinto dos infernos", quando não a queremos por perto.

A economia colonial brasileira teve início seguindo o modelo português usado nas ilhas da Madeira e de São Tomé: cultivo da cana-de-açúcar, construção de engenhos e uso de mão de obra escrava. Começava, assim, a rendosa empresa de caça ao indígena, e com ela o tráfico de "negros da terra" - termo utilizado para diferenciá-los dos negros africanos, que, aliás, começaram a chegar em profusão por volta de 1550 -, a fim de abastecer os núcleos de colonização. Cabe aqui uma observação: os escravos negros africanos eram capturados, na África, por negros africanos. Os navios negreiros dos brancos iam lá apenas comprar esses negros já aprisionados. Os construtores de engenhos eram os "engenheiros", palavra usada hoje em dia para designar pessoas que trabalham em muitas áreas de atividade.

Encerra-se o primeiro século da presença lusa em terra brasileira, com a colonização de parte do litoral e de pequenas áreas da terra adentro. Notícias fabulosas sobre minas de ouro e pedras preciosas ensejam expedições rumo ao sertão. A criação de gado, por sua vez, estimulava ainda mais a ocupação interiorana. Trazidos de Cabo Verde, os bovinos encontraram aqui terras de pastagens sem fim. Surgem os currais da Bahia. As reses, seguindo livremente depósitos salinos e barreiras de beiras de rio, espraiaram-se na direção do Nordeste e da atual Minas Gerais.

[continua]

Referências:

[1]  Mary Del Priore e Renato Venancio, Uma Breve Historia do Brasil, Editora Planeta do Brasil Ltda., 2016. ISBN: 978-85-422-0761-3.

[2]  Javier Moro, O Império é Você, Editora Planeta do Brasil Ltda., 2012. ISBN: 978-85-7665-804-7.

[3]  Lilia Moritz Schwarcz, As Barbas do Imperador - D. Pedro II, um monarca dso trópicos, Companhia das Letras, 2012. ISBN: 978-85-7164-837-1.

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quinta-feira, dezembro 28, 2023

 

Produção de nióbio


 O Brasil é o maior produtor mundial de nióbio, respondendo por mais de 90% da oferta mundial, seguido pelo Canadá e Austrália. O país detém mais de 98% das reservas conhecidas de nióbio no mundo.

Países que mais produzem nióbio

RankPaísProdução de nióbio (toneladas métricas)
1Brasil40.000
2Canadá4.167
3Austrália200
4Ruanda80
5Nigéria35
6Moçambique29

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quarta-feira, dezembro 27, 2023

 

Produção de carne de frango

 

Brasil lidera ranking mundial de exportação de carne de frango

O país é responsável por 35% das exportações totais do produto no mercado global e vende para mais de 150 nações

OBrasil é líder na exportação mundial de carne de frango desde 2004 e detém, hoje, 35% desse mercado. Só no ano passado, o país produziu 14,3 milhões de toneladas de carne de frango. Deste total, 32% foram exportados para mais de 150 nações, gerando uma receita de US$ 7,6 bilhões.

De janeiro a julho, já foram mais de 2,8 milhões de toneladas de carne de frango exportadas e US$ 5,6 bilhões gerados em receita, número 33,3% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.

De acordo com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a demanda pelo produto brasileiro no mercado global pode ser atribuída aos cuidados sanitários e sustentáveis empregados pelos produtores, que se dedicam para entregar produtos de qualidade. Tem também outros incentivos, como o Projeto Setorial Brazilian Chicken, que apoia 64 empresas, 45 delas focadas apenas na avicultura, para promover os produtos de aves e suínos no exterior. São mais de 80 ações que vão desde levar os produtores para exporem em feiras internacionais até ativações com embaixadores. O programa é desenvolvido pela ApexBrasil em parceria com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Os principais destinos de exportação da carne de frango são a China e os Emirados Árabes Unidos. No caso dos países árabes, a produção segue parâmetros de qualidade da cultura islâmica, que exige a chamada certificação Halal, obtida por auditoria do processo de abate inspecionado por câmaras árabes no Brasil. Cerca de 70% das exportações são cortes, como peito, coxas e sobrecoxas e até pés e asas, vendidos para a China a preço superior à de partes mais nobres, como o peito.

Embora este seja o 7º produto mais exportado do Brasil, mais de 67,8% da produção da carne de frango é destinada ao consumo interno.

De acordo com a ABPA, neste ano o país assume o posto de segundo maior produtor de frango no mundo. Além de contribuir com a segurança alimentar aqui e do mundo, o setor movimenta uma grande cadeia econômica. Segundo a ABPA, a cadeia de produção envolve cerca de 4 milhões de empregos diretos e indiretos. São cerca de 500 mil pessoas trabalhando nas agroindústrias e 100 mil famílias produzindo nas granjas.

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Produção de laranja

 

Brasil tem liderança mundial na produção de laranja e suco de laranja

(09/08/2022)

O relatório de julho sobre a citricultura mundial emitido e divulgado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) mostram que o Brasil tem a liderança mundial na produção de laranja e suco de laranja, enquanto a China domina na produção de tangerinas e toranjas e o México continua sendo o principal produtor de limões e limas.

A produção mundial de laranja para a safra de 2021/22 está estimada em 1,2 bilhões de caixas de 40,8 kg, um aumento de 44,1 milhões de caixas de 40,8 kg em relação ao ano anterior. O clima favorável no Brasil e na Turquia levou a colheitas maiores, compensando a produção do Egito, União Europeia (UE) e Estados Unidos, que foram menores nesse período.

Já a produção de suco de laranja está prevista para ser 12% maior, subindo para 1,6 milhões de toneladas. Os principais produtores de suco de laranja são Brasil (1,1 milhões de toneladas), Estados Unidos (190.000 toneladas), México (170.000 toneladas), União Europeia (62.000 toneladas) e África do Sul (28.000 toneladas).

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Economia do Brasil

 

Economia do Brasil Atual

A economia brasileira atual é diversificada e abrange os três setores: primário, secundário e terciário. O País há muito abandonou a monocultura ou o direcionamento unicamente para um tipo de indústria.

Hoje, a economia brasileira é baseada na produção agrícola, o que faz do Brasil um dos principais exportadores de soja, frango e suco de laranja do mundo. Ainda é líder na produção de açúcar e derivados da cana, celulose e frutas tropicais.

Igualmente, possui uma importante indústria de carne, com a criação e abate de animais, ocupando o posto de terceiro produtor mundial de carne bovina.

Confira os dados da EcoAgro, de 2012, sobre a agroindústria brasileira:

dados da EcoAgro, de 2012

Em termos de indústria de transformação, o Brasil se destaca na produção de peças para abastecimento dos setores automotivos e aeronáuticos.

Da mesma forma é um dos principais produtores de petróleo do mundo, dominando a exploração de petróleo em águas profundas. Mesmo assim é destaque na produção de minério de ferro.


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Produção de açucar

 


O AÇÚCAR ESTÁ EM ALTA NO MUNDO!

“O açúcar está em alta no mundo e essa é uma ótima notícia para o Brasil, que é o maior produtor e exportador mundial do produto. Com o aumento da demanda, o País pode aproveitar para colher os frutos dessa recuperação e se posicionar como um líder na transição energética. Para isso, é importante que o Brasil aproveite as oportunidades que se apresentam, especialmente na forma de investimentos estrangeiros. O País tem um setor sucroenergético forte e com um perfil alinhado às alternativas para a produção de energia renovável”.

 

Nos últimos anos, produtores de açúcar enfrentaram quedas recorrentes nos preços, provocadas por aumentos na oferta. A geração de excedentes derrubou as cotações do contrato de açúcar número 11 na Bolsa de Nova York (ICE Futures), que operou abaixo de 11 centavos de dólar por libra-peso (ou US$ 242,508/tonelada) nos anos de 2015, 2016, 2018 e 2020. Esse cenário causou turbulência no mercado do açúcar.

 

No entanto, há sinais de esperança no horizonte. A safra atual evolui em novo cenário. Está animadora para o setor sucroenergético, com o preço do açúcar em alta nos mercados internacionais, apresentando tendência para se manter acima de 27 centavos/libra-peso (US$ 595,247/t), possivelmente também no próximo ano. Com essa reviravolta importante, vamos analisar os fatores impulsionando essa mudança e seus possíveis impactos.

 

O açúcar é um produto essencial, cujo alcance se estende muito além dos limites dos armários de nossas cozinhas. Desempenha um papel crucial na indústria alimentar, presente em aproximadamente 80% dos alimentos processados e numa impressionante variedade de mais de 100 mil diferentes produtos, segundo estimativas apresentadas pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura). No entanto, não se trata apenas de satisfazer nossa vontade de comer doces. O açúcar também deixa sua marca em produtos de higiene pessoal, medicamentos, produtos para animais de estimação, cosméticos, produtos químicos e corantes industriais. Sua versatilidade não tem limites.

 

Ao contrário de outros produtos, como a soja, a procura de açúcar está espalhada por vários países. Enquanto a soja é usada principalmente como fonte de proteína e óleo, o açúcar tem um apelo mais universal como fonte barata de energia. É uma necessidade básica que gera uma infinidade de empregos, especialmente nos países em desenvolvimento, onde é produzido a partir da cana. Com cerca de 110 países envolvidos na produção de açúcar, os desafios de coordenação da produção e dos preços são grandes. Felizmente, a existência de mercados de futuros robustos, como a venerada Bolsa de Nova York, proporciona consolo. O seu poder de internalizar os choques globais de preços capacita os países produtores de açúcar a enfrentarem as tempestades que ameaçam as suas doces ambições. Esta interligação global também significa que os países fortemente dependentes das exportações de açúcar são vulneráveis aos choques internacionais nos preços. O Brasil, por exemplo, funciona como um importante player no mercado mundial de açúcar. Apesar do seu tamanho e influência, o País está sujeito aos caprichos dos preços internacionais. Sem um fato novo definir uma mudança estrutural nesse mercado, nada impede que, de dois a três anos, os preços voltem aos baixos níveis de 2020.

 

A diferença entre oferta e demanda no mercado mundial na presente temporada parece baixa para um aumento tão expressivo nos preços, sugerindo que, ao contrário do que se diz, o mercado internacional de açúcar não é “tão bem consolidado e relativamente estável”. A ISO (Organização Internacional do Açúcar) estima um consumo em 2023/24 da ordem de 176,9 milhões de toneladas, contra uma produção de 174,84 milhões de toneladas. A reviravolta veio, portanto, de uma queda na produção em relação ao consumo nas últimas temporadas mundiais, que deve resultar em um déficit de 2,118 milhões de toneladas. Além do déficit entre produção e consumo global, acredita-se que a demanda por importação, de 64,373 milhões de toneladas, supera a disponibilidade para exportações, estimada em 61,559 milhões de toneladas. 

 

Faz todo sentido considerar que, no caso brasileiro, a demanda internacional é tão importante ou até mais que a do mercado interno na definição do patamar de preços no nosso mercado. O País exporta de 35 a 38% do comércio global de açúcar, um volume bem acima do consumo doméstico. Este último não é baixo, vem se mantendo próximo a 10 milhões de toneladas, o que o posiciona como o segundo maior país consumidor de açúcar, depois da Índia. Na presente safra, o Brasil deve produzir 40 milhões de toneladas de açúcar, de forma que a sua exportação atenderia quase metade da demanda mundial por importação de açúcar. Como o mercado interno absorve um volume menor que o do externo, mudanças nos preços do açúcar no mercado internacional afetam a indústria açucareira brasileira de maneira mais expressiva.

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