segunda-feira, maio 26, 2008
A Terra Oca - 27
O Grande Dilúvio
Existem muitas teorias para explicar como surgiu o grande dilúvio bíblico e onde foi parar a água que sumiu após esse evento. Os Taylors, em [1], explicam essa ocorrência combinando suas explicações teóricas sobre o processo de formação da Terra oca com algumas afirmações apresentadas no capítulo Gênesis da Bíblia.
Em nossas postagens anteriores, baseadas em [1], verificamos que a Terra está, há muito tempo, em um processo de expansão, sem aumento de massa. Neste tipo de processo, há um aumento da região oca e um concomitante estreitamento da parede planetária. Este afinamento da espessura da parede planetária tornou, cada vez mais provável o surgimento de uma rachadura na parede planetária que ocasionasse, de forma aleatória, uma conexão física do mundo interno com a superfície externa onde vivemos agora. Esse cataclisma aleatório poderia ocorrer em qualquer instante.
Por que a conexão da superfície interna com a superfície externa da Terra iria gerar um cataclisma? Qual seria o resultado final desse cataclisma? Respondendo esta última pergunta primeiro, diríamos que o resultado final seria uma situação de equilíbrio (equalização) que se estabeleceria entre esses dois mundos, o oco interno e a região acima da superfície externa da Terra.
Quais as situações distintas existentes entre o oco e a região acima da superfície externa da Terra, antes de qualquer conexão entre essas duas regiões? A parede planetária, desde sua aparição, sempre expeliu gases para fora de sua massa [processo conhecido cientificamente como outgassing], em direção ao oco e em direção ao exterior, onde estamos. A região do oco, no entanto, possui um volume muito menor do que aquele presente acima da superfície externa do planeta. Portanto, a pressão do ar no oco isolado ficou muito maior do que a pressão do ar aqui na superfície externa. Nas duas superfícies, interna e externa, surgiram oceanos de água. Portanto, um canal que fosse aberto entre essa duas superfícies iria inicialmente trazer as águas oceânicas do interior para o exterior devido à maior pressão existente no interior, até a equalização das pressões atmosféricas. Logo após a saída das águas interiores haveria um certo refluxo de água novamente para o interior planetário, estabelecendo-se desta forma a situação de equilíbrio permanente.
Os homídeos do interior planetário (que chamamos de "deuses") sabiam tudo o que foi relatado acima e resolveram tornar um "evento aleatório" (o cataclisma) em um "evento determinístico", como hora certa para ocorrer. Portanto, planejaram o cataclisma com antecedência e tomaram as medidas preventivas que julgaram adequadas antes da ocorrência do evento cataclísmico. Que fizeram?
Os deuses cavaram vários túneis ligando a superfície interna com a externa. Durante o tempo de escavação, tomaram e armazenaram amostras genéticas de todos os animais presentes na superfície externa para serem recriados após a matança causada pelo cataclisma (simbolicamente representado pela Arca de Noé com os casais de todos os animais aqui presentes, algo impossível fisicamente, óbvio).
Após tudo pronto, as tampas dos túneis de interconexão entre as superfícies (canais) foram abertas alagando toda a superfície do mundo de fora, algo que conhecemos como o Grande Dilúvio. Após a saída da água interna, saiu o ar interno (que tinha maior pressão que o ar externo). Essas duas situações estão mostradas graficamente nas Figs. 14.1 e 14.2 abaixo, de [1]. (Obs: duplo clique na figura aumenta sua definição em página separada)

[continua]
Referência:
[1] Kevin & Matthew Taylor, The Land of No Horizon, website: www.tlonh.com, 2001.
Em nossas postagens anteriores, baseadas em [1], verificamos que a Terra está, há muito tempo, em um processo de expansão, sem aumento de massa. Neste tipo de processo, há um aumento da região oca e um concomitante estreitamento da parede planetária. Este afinamento da espessura da parede planetária tornou, cada vez mais provável o surgimento de uma rachadura na parede planetária que ocasionasse, de forma aleatória, uma conexão física do mundo interno com a superfície externa onde vivemos agora. Esse cataclisma aleatório poderia ocorrer em qualquer instante.
Por que a conexão da superfície interna com a superfície externa da Terra iria gerar um cataclisma? Qual seria o resultado final desse cataclisma? Respondendo esta última pergunta primeiro, diríamos que o resultado final seria uma situação de equilíbrio (equalização) que se estabeleceria entre esses dois mundos, o oco interno e a região acima da superfície externa da Terra.
Quais as situações distintas existentes entre o oco e a região acima da superfície externa da Terra, antes de qualquer conexão entre essas duas regiões? A parede planetária, desde sua aparição, sempre expeliu gases para fora de sua massa [processo conhecido cientificamente como outgassing], em direção ao oco e em direção ao exterior, onde estamos. A região do oco, no entanto, possui um volume muito menor do que aquele presente acima da superfície externa do planeta. Portanto, a pressão do ar no oco isolado ficou muito maior do que a pressão do ar aqui na superfície externa. Nas duas superfícies, interna e externa, surgiram oceanos de água. Portanto, um canal que fosse aberto entre essa duas superfícies iria inicialmente trazer as águas oceânicas do interior para o exterior devido à maior pressão existente no interior, até a equalização das pressões atmosféricas. Logo após a saída das águas interiores haveria um certo refluxo de água novamente para o interior planetário, estabelecendo-se desta forma a situação de equilíbrio permanente.
Os homídeos do interior planetário (que chamamos de "deuses") sabiam tudo o que foi relatado acima e resolveram tornar um "evento aleatório" (o cataclisma) em um "evento determinístico", como hora certa para ocorrer. Portanto, planejaram o cataclisma com antecedência e tomaram as medidas preventivas que julgaram adequadas antes da ocorrência do evento cataclísmico. Que fizeram?
Os deuses cavaram vários túneis ligando a superfície interna com a externa. Durante o tempo de escavação, tomaram e armazenaram amostras genéticas de todos os animais presentes na superfície externa para serem recriados após a matança causada pelo cataclisma (simbolicamente representado pela Arca de Noé com os casais de todos os animais aqui presentes, algo impossível fisicamente, óbvio).
Após tudo pronto, as tampas dos túneis de interconexão entre as superfícies (canais) foram abertas alagando toda a superfície do mundo de fora, algo que conhecemos como o Grande Dilúvio. Após a saída da água interna, saiu o ar interno (que tinha maior pressão que o ar externo). Essas duas situações estão mostradas graficamente nas Figs. 14.1 e 14.2 abaixo, de [1]. (Obs: duplo clique na figura aumenta sua definição em página separada)

[continua]
Referência:
[1] Kevin & Matthew Taylor, The Land of No Horizon, website: www.tlonh.com, 2001.
Marcadores: dilúvio, terra oca
