sábado, maio 04, 2024

 

Doença é Batalha !

 

Você não está doente, o seu corpo está apenas combatendo as trilhas químicas (ar envenenado), a radiação poluente (radiação envenenada), a água fluoretada (água envenenada) e a sua alimentação envenenada (terra envenenada). Todos os quatro elementos básicos (ar, fogo=radiação solar, água e terra) que sustentam nossa saúde estão sendo sistemática e propositalmente degradados para nos prejudicar. A doença é a reação do nosso corpo para se proteger contra esses ataques!

"A vida só vem da vida e da morte só vem (doenças e) morte"

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segunda-feira, fevereiro 12, 2024

 

Ascensão: A Luta pela Libertação

Todo o nosso mundo físico da terceira dimensão (3D) e o nosso mundo astral da quarta dimensão (4D) - que acessamos após a morte - foi dominado por entidades trevosas que nos escravisou em um ciclo interminável de reencarnações, denominado de Roda de Samsara. Essa escravidão foi conseguida pelo envenenamento e poluição da terra, água, ar e energia radiante (poluição eletromagnética), combinados com uma enorme propaganda negativa e mentirosa. Nosso objetivo, portanto, deveria ser um contínuo aumento de nossa frequência vibratória corporal, para atingirmos a quinta dimensão (5D), através do fenômeno de Ascensão, levando para essa dimensão superior o nosso atual corpo físico, agora imortalizado e livre da prisão montada nas dimensões 3D e 4D pelos trevosos. Como fazer isso? 

O envenenamento e poluição do meio ambiente e de nossa alimentação, combinados com uma propaganda negativa (guerras, pandemias, mortes, desastres, doenças, etc), tem o objetivo de diminuir nossa frequência vibratória corporal, nos afastando da quinta dimensão e do processo de ascensão.

O cozimento dos alimentos crus diminui a sua frequência vibratória original e nós, quando os ingerimos cozidos, diminuimos também a nossa frequência vibratória corporal, objetivo dos trevosos.

Nosso combate à propaganda maléfica, que tende a diminuir nossa vibração, pode ser feito pela prática da meditação, que eleva nossa vibração. Nosso corpo divino, quando não atrapalhado (via meditação e jejum, por exemplo), tem a tendência natural de elevar sua vibração.

Quanto mais alta nossa vibração, melhor nos sentimos. Após as várias horas de nosso jejum diário noturno, nós nos sentimos bem melhor do que quando nos deitamos para dormir. Podemos continuar aumentando nossa vibração passando a fazer também jejuns diurnos. Quando nos sentimos bem praticando sexo, é porque nossa frequência corporal se elevou.

Quando estamos no mundo físico 3D, aprendemos e evoluimos com as nossas experiências. Porém, quando passamos ao mundo astral 4D, após a morte, somos induzidos a voltar ao mundo 3D (reencarnação) com toda a consciência de nossa evolução anterior apagada pelos trevosos. Esta é a grande sacanagem dos trevosos, na 4D, que visa zerar (aniquilar) nossa evolução pretérita, nos fazendo reiniciar do zero a cada nova reencarnação e gerar a nossa interminável Roda de Samsara de passeios entre 3D e 4D, nos impedindo de evoluirmos (ascensionarmos) para a 5D. Mestres ascensionados são aqueles que conseguiram atingir níveis acima de 5D e, portanto, sairam da prisão chamada Samsara.

Para aumentar nossa frequência (e saúde) em direção à 5D, deveríamos minimizar o uso de calçados, de roupas, de óleos vegetais (soja, milho, girassol, canola, etc. substituindo-os por óleo de côco, de abacate ou de oliva extra virgem), de glúten (pãos, bolachas, cervejas, molhos, salsicha, pizza, etc), da quantidade de comida bucal ingerida e maximizar nosso contato com a terra (aterramento, com pés descalços), com água (pratique natação, por exemplo), com ar puro (nosso principal alimento, na forma gasosa) e com a energia vivificante do sol. O otimismo, assim como nossas emoções positivas (amor, alegria, confiança, etc), também aumentam nossa frequência, enquanto que o pessimismo (com ódio, rancor, medo, dúvida, insegurança, etc) reduzem nossa vibração corporal, nos afastando da 5D.

Lembrar que todo excesso (de trabalho, de descanso, de comida, de alegria, de tristeza, etc) é prejudicial à nossa saúde e, portanto, diminui nossa frequência vibratória.

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domingo, janeiro 21, 2024

 

Rumo ao Zero

 

Nossa vida e saúde irão melhorar consideravelmente se conseguirmos minimizar ou zerar uma série de fatores.

1. Tensão (voltagem elétrica) zero: todos os seres do reino vegetal e animal, com exceção do ser humano, mantêm um contato físico permanente com a terra ou a água, para conseguirem viver neste planeta. Existe, portanto, uma tensão elétrica nula entre esses seres e o meio ambiente que os envolve. O homem inventou uma sociedade que o isola permanentemente do solo terrestre: durante o dia se isola usando calçados e durante a noite se isola dormindo em uma cama. Apenas se aterra na hora que vai tomar banho, quando então se sente muito bem. Procure se aterrar (reduzir a zero sua tensão elétrica) durante o dia (andando descalço ou com calçado que propicia aterramento) e durante a noite (durma no chão ou numa cama, mas usando um artifício para aterrar o corpo). Note que quase 100% das pessoas morrem em cima de uma cama mortuária... 

2. Gravidade zero: Com o tempo, nossos corpos acabam incapazes de acompanhar a demanda constante da gravidade. Imagine que você seja solicitado a usar uma mochila pesada por uma hora. Ao final, você ficará mais do que feliz em tirá-la. Agora imagine que você não poder tirar? Seu corpo se adaptará da melhor maneira possível, mas eventualmente entrará em colapso mais rapidamente. Essa quebra levará a uma vida útil mais curta. Isso significa que você morrerá mais rápido se nunca conseguir tirar a mochila. Agora imagine que a gravidade basicamente faz isso com o seu corpo, mas de uma forma menos óbvia porque você nasceu nela e nunca conheceu nada melhor. A verdadeira questão aqui é…  evoluiríamos para viver sem gravidade? Se sim, isso aumentará ou encurtará nossas vidas? Podemos colocar nosso corpo em um ambiente de gravidade zero? Sim, colocando nosso corpo dentro de uma piscina, mar, rio, banheira, etc. Leonard Orr [1]: "Meu amigo Igor Tscharkovsky passou trinta dias em uma piscina (com água, obviamente), 24 horas por dia. Não apenas curou suas enfermidades, como também se converteu em um gênio". Lembrar que nosso corpo foi gerado durante nove meses em um ambiente de gravidade zero, na piscina de água (líquido amniótico) conhecida como útero materno. Uma situação curiosa de gravidade zero ocorre quando o ser humano consegue colocar seu corpo na condição de levitação.

3. Roupa zero: nós respiramos através de nossos pulmões e, também, através de toda nossa pele. Portanto, quanto menos roupas (e calçados) usarmos, melhor será a oxigenação vivificante de nosso corpo. Se você mora sozinho(a), transforme sua residência em um campo de nudismo.

4. Consumo zero de energia elétrica: nossa sociedade está totalmente viciada em energia elétrica. Sua geração, transmissão e consumo gera uma enorme poluição eletromagnética na atmosfera terrestre. Esta poluição causa inúmeros problemas de saúde. Podemos minimizar esta poluição em nossa residência desligando o disjuntor no painel elétrico de nossa residência (nos períodos em que isso for possível), levando a uma redução da conta de energia elétrica (e médica) e uma maior facilidade de dormir durante a noite.

5. Comida zero: diariamente, durante nosso sono, praticamos o jejum, não ingerindo alimentos sólidos e líquidos pela boca. Devido ao nosso jejum noturno, levantamos nos sentindo melhor do que quando fomos deitar. Com cuidado, podemos estender o jejum noturno para o período diurno, para nos sentirmos ainda melhores. Se chegarmos a ficar sem alimentação bucal permanentemente, iremos nos transformar em respirantistas (breatharians), nos alimentando apenas de ar, através de nossas narinas e pele [2].

6. Energia do Ponto Zero [ZPE, Zero Point Energy]: esta também é chamada de "energia do vácuo", e está presente em todos os pontos do universo. Esta energia está disponível livre e gratuitamente para todos, e poderá ser captada por aparelhos não poluentes domésticos, inaugurando a revolução social da geração distribuída de energia elétrica, dispensando o atual sistema de geração de energia elétrica em pontos concentrados (usinas elétricas), distantes da nossa residência.

Referências:

[1] Leonard Orr, Manual de Sanación,  Tercera Edicion, Editorial Las Acacias, Buenos Aires, 2005. ISBN: 987-97580-2-1.

[2] Jasmuheen, Viver de Luz: A fonte de alimento para o novo milênio, Editora Aquariana, São Paulo, pg. 128, 2000.

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terça-feira, junho 20, 2023

 

Quando você for dormir


Em vista do prejuízo que a poluição eletromagnética ambiental causa ao nosso organismo, convém tomar alguns cuidados com o nosso ambiente doméstico ao irmos dormir, para termos um sono mais tranquilo e restaurador. Eis algumas sugestões:

1. Desligue o sistema Wi-Fi de sua casa.

2. Desligue o seu telefone celular.

3. Desligue o seu telefone sem fio.

4. Durma aterrado: Existe várias formas de fazer isso. A mais simples, e que você pode implementar ainda hoje, é dormir no chão, ao lado da sua cama (e não em cima dela). Você, como pessoa observadora, já deve ter notado que praticamente 100 % das pessoas morrem deitados em cima de uma cama ! Outra forma de aterramento, mais complicada, é você colocar um fio condutor entre seus pés e uma barra metálica enterrada no solo do seu quintal.

5. Se puder, faça algo ainda mais radical: desligue o disjuntor na sua caixa de eletricidade de sua residência (zerando o seu consumo de energia elétrica), na hora de ir dormir.

Bom sono !

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segunda-feira, fevereiro 08, 2021

 

O Abraço Apertado da Morte

 

A característica principal de um gênio é expressar verdades profundas com expressões curtas e simples. Albert Einstein, por exemplo, relacionou a energia E de uma certa massa m de matéria por E=mc2, onde c é a velocidade da luz no vácuo e que a energia E de um fóton eletromagnético (fotão, em português de Portugal) é dado por E=hf, onde f é a frequência da onda eletromagnética fotônica e h é a constante de Planck. Mas estaremos aqui comentando sobre um outro gênio, chamado Jesus Cristo. Em uma explicação de como recuperar a saúde [1],[2] ele cunhou a seguinte frase: "A vida só vem da vida, e da morte só vem morte". Vou explicitar esta frase da seguinte forma: "A saúde (física e mental) e a vida só vem de coisas vivas, e de coisas mortas só vem doenças (dores) e morte (a doença final)".

Vamos tirar algumas conclusões desta frase de Jesus. Uma árvore é um organismo vivo e tem sua vida suportada pelo solo onde está inserida. Logo, o solo terrestre (a terra sob nossos pés) é algo vivo. Um peixe vivo é sustentado vivo pela água viva que o rodeia permanentemente. Todos os animais vivos que respiram são sustentados vivos pelo ar vivo que os rodeiam (não podemos passar 5 minutos sem respirar esse ar vivo, caso contrário morremos). Finalmente, a luz solar sustenta todas as formas de vida deste planeta. Jesus chama esses quatro fatores de "Anjos", algo vivo, naturalmente. Conclusão: o planeta Terra é, literalmente, um organismo vivo, que alguns chamam de Gaia. Todos os animais dormem sobre uma árvore (ou vegetação) ou sobre o solo (ou na água) e, portanto, sobre uma substância viva. Os seres humanos dormem (e morrem) sobre uma substância morta chamada cama. Eu tive um colega de trabalho M. que me contou que à noite ele ia com a esposa dormir: ela deitava na cama e ele deitava no chão (vivo), ao lado da cama, por que isso lhe trazia algumas vantagens para sua saúde (não me lembro dos detalhes). Não me lembro, também, do sábio que lhe sugeriu esta prática. Também é muito curioso que a mulher brasileira campeã de longevidade [3], Maria do Carmo Gerônimo que viveu 129 anos, nunca usou calçado, sempre teve contato dos pés com o solo vivo. O país com maior longevidade das pessoas é o Japão, onde existe a tradição de se andar descalço dentro de casa. Um detalhe interessante: se ficarmos descalços, estaremos nos protegendo da poluição eletromagnética ambiental, pois nosso corpo irá funcionar como um pára-raios, levando a poluição eletromagnética presente para o solo terrestre. A nossa vida precisa ser sustentada por coisas vivas. A vacina é uma coisa morta!

O elástico é um elemento morto. Várias peças do nosso vestiário são feitas com elástico. Vamos começar com o sutiã. Levantamento estatístico prova [4] que quanto mais horas diárias a mulher usa o sutiã, maior a probabilidade de ter câncer de mama. Mulher que não usa sutiã tem a mesma probabilidade de ter câncer de mama que os homens (algo extremamente raro). Outro local usual de se usar elástico é na cintura, com cuecas, calcinhas e cintos (com elástico ou não) para não deixar a calça cair. Como consequência, ganhamos vários problemas nessa região, como prisão de ventre, diverticulite, câncer e miomas no útero, câncer e hiperplasia da próstata, problemas na bexiga, rins, pâncreas,fígado, etc. Para a calça (e as meias) não cair, poderia se usar um apetrecho que caiu em desuso: o suspensório (e as "ligas" das mulheres). As meias atuais são todas com elástico e não contribuem para a saúde desta parte do corpo. A maior parte das roupas usadas para ginástica e esporte são coladas ao corpo por tecidos elásticos. Um grande abraço apertado da morte.

Se comermos três refeições mortas por dia (desjejum, almoço e janta) estaremos cavando nossa sepultura no cemitério.

Referências:

[1] Neste blog:  http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2016/08/a-vida-so-vem-da-vida-e-da-morte-so-vem.html

[2] Postagem de 16 de março de 2007 deste blog: Receita de Jesus para a Imortalidade Física

[3] Neste blog:  http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2009/09/os-supercentenarios-brasileiros.html

[4] Postagem deste blog: O Sutiã Assassino, https://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2005/04/o-suti-assassino.html

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sábado, maio 05, 2018

 

Uma Proteção contra Poluição Eletromagnética (pouco divulgada)


O uso de meios naturais gratuitos e eficientes para melhorar a saúde são pouco divulgados, por não oferecer um meio de se obter lucros financeiros com eles. É o caso, por exemplo, das terapias usando o Sol [1], a superfície da Terra [2], a ingestão da própria urina [3], técnicas de respiração [4],[5],[6],[7] e jejum [8].

Nossa atual sociedade está totalmente dependente da eletricidade. A geração, transmissão e o uso dessa eletricidade na indústria, comércio, escolas, hospitais, instituições públicas e em nossas residências gera uma enorme quantidade de poluição eletromagnética que prejudica nossa saúde. A poluição eletromagnética que geramos em nossas residências (chamada de eletricidade suja) pode ser parcialmente reduzida se tomarmos alguns cuidados, como não termos em casa telefones sem fio (usar apenas telefones com fio), desligarmos o roteador Wi-Fi quando não estivermos usando a internet, desligar os disjuntores da casa ao ir dormir, etc. No entanto, as fontes de poluição eletromagnética fora de nossas residências não podem ser amenizadas, tais como, torres de celulares e de telecomunicações, linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão, medidores inteligentes de consumo de energia elétrica dos nossos vizinhos, etc. Algumas técnicas podem ser usadas para diminuir a poluição eletromagnética externa aos nossos lares, como pintar com tinta condutiva as paredes da casa e aterrando-as (para blindar a casa dessas radiações), usar mosquiteiro condutivo para dormir, etc. No entanto, sempre haverá um certo grau de neblina eletromagnética tóxica presente no nosso ambiente doméstico durante boa parte do dia. Será que podemos fazer algo para que esse ruído eletromagnético não atue negativamente sobre nosso corpo? Sim, podemos fazer algo muito simples para nos isolarmos dessa praga eletromagnética. O que é?

Antes de dar a resposta a essa pergunta, vamos reproduzir alguns trechos da Referência [2].

O Sr. Clint Ober era um engenheiro executivo de uma empresa de TV a cabo. Portanto, ele sabia que a interferência estática  na transmissão de sinais era causada pelo acúmulo de campos eletromagnéticos que não estivessem adequadamente aterrados. Ele se perguntou se algo semelhante ocorreria com as pessoas e foi enquanto ele estava investigando essa possibilidade que ele tomou conhecimento do fato intrigante de que as pessoas que viviam logo abaixo de linhas elétricas de alta tensão geralmente sofriam de uma grande quantidade de doenças [como leucemia, por exemplo, em um estudo feito na Suécia] causadas pela proximidade delas da interferência elétrica, enquanto os animais, na mesma proximidade, não tinham esse problema.

O que está acontecendo aqui? O que tem de tão especial em animais, que eles ficam imunes desta forma? Isto tornou-se um desafio para ele, mas um dia ele teve uma inspiração: não existia nada de especial com os animais, a diferença era que os animais estavam em contato direto com a terra quase 24h/7dias por semana, enquanto os seres humanos estão isolados da terra através do piso das construções e pelos sapatos com solas sintéticas. Eureca! Animais não usam calçados, vivem, portanto, sempre aterrados!

Ficou claro o problema? Existe uma semelhança entre o corpo humano e um cabo de TV a cabo. O cabo da TV tem centenas de canais de informação fluindo através dele. Similarmente, o nosso corpo tem quilômetros de nervos, sangue, vasos e outros canais que conduzem sinais elétricos. Quando a nossa pele é aterrada, isso evita a entrada de "ruído" (poluição eletromagnética) para dentro do nosso corpo, o que poderia perturbar a sinalização fisiológica correta, correspondente à boa saúde.

Portanto, a resposta para a pergunta proposta inicialmente acima é: para ficar blindado de todo ruído eletromagnético ambiente, gerado no nosso lar ou externamente, basta aterrar o seu corpo! Basta tirar os calçados, ficar descalço sobre o solo terrestre. Se você está dentro de casa, basta levar o "referencial terra" [9] para dentro da sua casa.

Problema resolvido!

Referências:
[1] Andreas Moritz, Heal Yourself with Sunlight: Use the Sun's Medicinal Powers to Help Cure Cancer, Heart Disease, Diabetes, Arthritis, Infectious Diseases, and Much More! Your Health is in Your Hands, Ener-chi Wellness Press, 2010. ISBN: 978-0-9821801-9-8. 
[2] James Edgar, Grounding Therapy: Nature's most POWERFUL health secret Rediscovered!, Wyeland Publishing, 2014. 
[3] Martha M. Christy, Your Own Perfect Medicine: The Incredible Proven Natural Miracle Cure That Medical Science Has Never Revealed!, Future Med., Inc., Arizona-USA, 1994. ISBN: 0-9632091-1-6. 
[4] Jasmuheen, Viver de Luz (Living on Light), Editora Aquariana, São Paulo, 2000. ISBN: 85-7217-084-2. 
[5] Chandra Shekhar Kumar, Drink Air Therapy to Kill Diabetes: A Path To Self-Cure and Immortality, Ancient Kriya Yoga Mission, 2015. 
[6] Breatharian Studies, Complete Science of Breatharianism, The Book Shed Publ., 2015.
[7] Russell Symonds (Yogi Shaktivirya), Breatharianism, Ionized Water and Pranic Nourishment, 2016.
[8] Thierry de Lestrade, Jejum: Uma nova terapia?, L&PM Editores, Porto Alegre-RS, 2015. ISBN: 978.85.254.3172-1.
[9] Postegem anterior deste blog: Medição do Aterramento Corporal,  http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2018/04/medicao-do-aterramento-corporal.html

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domingo, abril 29, 2018

 

Medição do Aterramento Corporal


Comprei um multímetro digital [Modelo DT9205A] para medir o grau de aterramento de meu corpo dentro de casa (no meu escritório, onde está meu computador). O meu "ponto terra" (plano terra) de referência (onde fica ligado um dos eletrodos do multímetro, na escala de voltagem AC) é uma placa metálica, no meu escritório, que possui um fio elétrico conectado a ela, em uma extremidade, e na outra extremidade esse fio está conectado a uma barra metálica enfiada no solo de meu quintal. O outro eletrodo do voltímetro (multímetro na posição de medição de voltagem) estará sempre sendo segurado pela minha mão direita. O chão do meu escritório é do tipo piso frio cerâmico comum. Estarei medindo a voltagem intereletrodos em várias situações: usando (ou não) chinelo com solas de borracha, usando (ou não) meias comuns de algodão e com os pés descalços (sem chinelo e sem meia), estando eu em pé ou sentado em uma cadeira. 

Eis as medidas obtidas [as duas primeiras, sem contato com meu corpo]:

1. Os dois eletrodos do voltímetro em contato com o plano de terra: tensão = 0,005 V (= 5 mV); teoricamente, este valor deveria ser 0 mV; talvez esses 5 mV seja um erro residual do aparelho de medição. Observação: esse valor de 5 mV é bem estável, não variando com o tempo.

2. Um eletrodo do voltímetro em contato com a terra e o outro solto em cima da cadeira: neste a caso, a tensão medida oscila em torno de 0,200 V (= 200 mV), mostrando que existe um certo ruído (poluição) eletromagnético no ar ambiente de meu escritório.

3. Situação: (com chinelo, nos dois pés)+(com meia, nos dois pés)+(pisando fora do plano terra). Medidas obtidas: tensão= 1,260 V = 1.200 mV (estando em pé), tensão= 1,180 V (sentado na cadeira).

4. Situação: (sem chinelo)+(com meia)+(fora do plano terra). Medidas: tensão= 0,090 V (= 90 mV) (em pé), tensão= 0,110 V (sentado).

5. Situação: (sem chinelo)+(sem meia)+(fora do plano terra). Medidas: 0,060 V (em pé), 0,060 V (sentado).

6. Situação: (com chinelo)+(com meia)+(dentro do plano terra). Medidas: 2,800 V (em pé), 1,400 V (sentado).

7. Situação: (sem chinelo)+(com meia)+(dentro do plano terra). Medidas: 0,050 V (em pé), 0,040 V (sentado).

8. Situação: (sem chinelo)+(sem meia)+(dentro do plano terra). Medidas: 0,006 V (em pé), 0,006 V (sentado).

Observação: todas as medidas, nas situações de 3 a 8, apresentam uma certa oscilação de valores, devido à presença de ruído eletromagnético no ambiente.

Conclusões:
1. O uso de meias nos pés não atrapalha muito o aterramento do corpo, pois as tensões medidas ficam entre 90 e 40 mV, em todas as situações acima. Eis, portanto, o esclarecimento do por que o Japão é o país campeão de longevidade no planeta: os japoneses, ao chegar em casa, possuem a tradição de andar descalço (talvez usando meias) dentro de casa. Como a China e a Coreia (com o mesmo biotipo humano) não possuem essa tradição, elas perdem para o Japão no quesito "longevidade". Vamos imitar o Japão, para vivermos mais e com mais saúde?
2. Andar descalço ou apenas com meias é uma forma de se blindar (se proteger) contra a poluição eletromagnética (eletricidade suja) presente no lar ou no ambiente de trabalho. Esse ruído eletromagnético no ambiente em que estivermos será desviado por nosso corpo (condutor) para o solo, algo parecido com um pára-raios.

[continua]

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