sábado, maio 05, 2018

 

Uma Proteção contra Poluição Eletromagnética (pouco divulgada)


O uso de meios naturais gratuitos e eficientes para melhorar a saúde são pouco divulgados, por não oferecer um meio de se obter lucros financeiros com eles. É o caso, por exemplo, das terapias usando o Sol [1], a superfície da Terra [2], a ingestão da própria urina [3], técnicas de respiração [4],[5],[6],[7] e jejum [8].

Nossa atual sociedade está totalmente dependente da eletricidade. A geração, transmissão e o uso dessa eletricidade na indústria, comércio, escolas, hospitais, instituições públicas e em nossas residências gera uma enorme quantidade de poluição eletromagnética que prejudica nossa saúde. A poluição eletromagnética que geramos em nossas residências (chamada de eletricidade suja) pode ser parcialmente reduzida se tomarmos alguns cuidados, como não termos em casa telefones sem fio (usar apenas telefones com fio), desligarmos o roteador Wi-Fi quando não estivermos usando a internet, desligar os disjuntores da casa ao ir dormir, etc. No entanto, as fontes de poluição eletromagnética fora de nossas residências não podem ser amenizadas, tais como, torres de celulares e de telecomunicações, linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão, medidores inteligentes de consumo de energia elétrica dos nossos vizinhos, etc. Algumas técnicas podem ser usadas para diminuir a poluição eletromagnética externa aos nossos lares, como pintar com tinta condutiva as paredes da casa e aterrando-as (para blindar a casa dessas radiações), usar mosquiteiro condutivo para dormir, etc. No entanto, sempre haverá um certo grau de neblina eletromagnética tóxica presente no nosso ambiente doméstico durante boa parte do dia. Será que podemos fazer algo para que esse ruído eletromagnético não atue negativamente sobre nosso corpo? Sim, podemos fazer algo muito simples para nos isolarmos dessa praga eletromagnética. O que é?

Antes de dar a resposta a essa pergunta, vamos reproduzir alguns trechos da Referência [2].

O Sr. Clint Ober era um engenheiro executivo de uma empresa de TV a cabo. Portanto, ele sabia que a interferência estática  na transmissão de sinais era causada pelo acúmulo de campos eletromagnéticos que não estivessem adequadamente aterrados. Ele se perguntou se algo semelhante ocorreria com as pessoas e foi enquanto ele estava investigando essa possibilidade que ele tomou conhecimento do fato intrigante de que as pessoas que viviam logo abaixo de linhas elétricas de alta tensão geralmente sofriam de uma grande quantidade de doenças [como leucemia, por exemplo, em um estudo feito na Suécia] causadas pela proximidade delas da interferência elétrica, enquanto os animais, na mesma proximidade, não tinham esse problema.

O que está acontecendo aqui? O que tem de tão especial em animais, que eles ficam imunes desta forma? Isto tornou-se um desafio para ele, mas um dia ele teve uma inspiração: não existia nada de especial com os animais, a diferença era que os animais estavam em contato direto com a terra quase 24h/7dias por semana, enquanto os seres humanos estão isolados da terra através do piso das construções e pelos sapatos com solas sintéticas. Eureca! Animais não usam calçados, vivem, portanto, sempre aterrados!

Ficou claro o problema? Existe uma semelhança entre o corpo humano e um cabo de TV a cabo. O cabo da TV tem centenas de canais de informação fluindo através dele. Similarmente, o nosso corpo tem quilômetros de nervos, sangue, vasos e outros canais que conduzem sinais elétricos. Quando a nossa pele é aterrada, isso evita a entrada de "ruído" (poluição eletromagnética) para dentro do nosso corpo, o que poderia perturbar a sinalização fisiológica correta, correspondente à boa saúde.

Portanto, a resposta para a pergunta proposta inicialmente acima é: para ficar blindado de todo ruído eletromagnético ambiente, gerado no nosso lar ou externamente, basta aterrar o seu corpo! Basta tirar os calçados, ficar descalço sobre o solo terrestre. Se você está dentro de casa, basta levar o "referencial terra" [9] para dentro da sua casa.

Problema resolvido!

Referências:
[1] Andreas Moritz, Heal Yourself with Sunlight: Use the Sun's Medicinal Powers to Help Cure Cancer, Heart Disease, Diabetes, Arthritis, Infectious Diseases, and Much More! Your Health is in Your Hands, Ener-chi Wellness Press, 2010. ISBN: 978-0-9821801-9-8. 
[2] James Edgar, Grounding Therapy: Nature's most POWERFUL health secret Rediscovered!, Wyeland Publishing, 2014. 
[3] Martha M. Christy, Your Own Perfect Medicine: The Incredible Proven Natural Miracle Cure That Medical Science Has Never Revealed!, Future Med., Inc., Arizona-USA, 1994. ISBN: 0-9632091-1-6. 
[4] Jasmuheen, Viver de Luz (Living on Light), Editora Aquariana, São Paulo, 2000. ISBN: 85-7217-084-2. 
[5] Chandra Shekhar Kumar, Drink Air Therapy to Kill Diabetes: A Path To Self-Cure and Immortality, Ancient Kriya Yoga Mission, 2015. 
[6] Breatharian Studies, Complete Science of Breatharianism, The Book Shed Publ., 2015.
[7] Russell Symonds (Yogi Shaktivirya), Breatharianism, Ionized Water and Pranic Nourishment, 2016.
[8] Thierry de Lestrade, Jejum: Uma nova terapia?, L&PM Editores, Porto Alegre-RS, 2015. ISBN: 978.85.254.3172-1.
[9] Postegem anterior deste blog: Medição do Aterramento Corporal,  http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2018/04/medicao-do-aterramento-corporal.html

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terça-feira, dezembro 26, 2017

 

Nosso Corpo Eletromagnético


Todos nós somos seres eletromagnéticos envolvidos pelo nosso próprio campo eletromagnético. Numerosos estudos provaram que os nossos corpos são afetados pelos campos eletromagnéticos gerados pelo ser humano. A interferência entre esses campos (naturais e artificiais) pode ser benéfica ou, na maioria das vezes, maléfica ao nosso organismo. Os campos eletromagnéticos artificiais dos dispositivos sem fio rompe os nossos ciclos e ritmos naturais, e pode causar numerosos problemas relacionados à saúde.

A tecnologia atual está mudando rapidamente e o governo não consegue se manter atualizado (gerando normas de segurança) com essas mudanças tecnológicas, o que resulta em controles de segurança e geração de normas que estão geralmente defasados ou que são aprovados sem o devido cuidado. Para nos proteger e às nossas famílias da eletroneblina, precisamos tomar as precauções adequadas.

A poluição sem fio atual irá um dia escalar até uma situação epidêmica, que afetará todo o planeta. Precisamos tirar os sistemas WiFi de nossas escolas e substituí-los por conexões seguras, eficientes e com fio. Precisamos evitar que antenas para telefonia celular sejam instaladas onde nós somos mais vulneráveis: nas áreas residenciais, próximas a hospitais e próximas de escolas. Precisamos substituir os medidores inteligentes digitais sem fio pelos antigos medidores analógicos com fio, para evitar ser coberto por radiação de radiofrequência a toda hora do dia e da noite, durante todo o ano.

Nossos corpos são sistemas bioelétricos, regulados por sinais bioelétricos internos. Portanto, a exposição a campos eletromagnéticos artificiais irá interferir com os processos biológicos do nosso corpo, causando consequências sérias e indesejáveis para a saúde com o passar do tempo.

A eletroneblina (neblina eletromagnética) é uma combinação de vários campos eletromagnéticos artificiais gerados por ondas de rádio provenientes de múltiplos dispositivos sem fio (e de sistemas com fio que emitem sinais eletromagnéticos, com a fiação da sua casa e linhas de alta tensão de 50/60 Hz) que transmitem ao mesmo tempo e em uma mesma área. A neblina eletromagnética é como uma poluição do ar, exceto que nós não a podemos ver. E é aí que reside o problema fundamental.

Fonte consultada:
Holly Manion e Alfred Pacheco, EMF Health Alert: The #1 Guide for Reducing Electromagnetic Pollution in Your Home for Better Sleep, Better Focus, and Better Health, EMF Health Alert, 2013.

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sexta-feira, setembro 29, 2017

 

O Perigo Invisível: A Radiação Eletromagnética Espúria no Ar !


Trechos selecionados e adaptados do livro [1] da Dra. Ariel Policano.

O primeiro vilão, por introduzir poluição eletromagnética no nosso lar (e que está se tornando cada vez mais presente na nossa sociedade), é o medidor "inteligente" (em inglês, smart meter) do nosso consumo doméstico (e no comércio e indústria) de eletricidade. A palavra "inteligente" significa literalmente que esse equipamento também faz uma "espionagem" de como é feito o consumo da eletricidade no imóvel onde ele é instalado. Esta informação pode se tornar uma fonte adicional de recursos financeiros para a empresa distribuidora de eletricidade, quando ela vende esta informação (espionagem) para outras empresas que se interessam por este tipo de informação, que deveria ser sigilosa. O equipamento de medição deveria apenas medir a eletricidade total consumida (como é feito com os medidores analógicos atuais) e não incluir como essa eletricidade é consumida, algo que é feito pelos novos medidores digitais "inteligentes".

Se você não conseguir evitar a instalação do medidor inteligente digital no seu imóvel (principalmente no seu lar, onde você dorme durante a noite), existe uma forma de reduzir drasticamente a radiação eletromagnética (EMR) emitida por ele e que acaba chegando ao interior do seu lar. É um dispositivo simples, chamado Smart Meter Guard (veja como construir um dispositivo similar no seu lar, pesquisando no Youtube), que cria uma gaiola de Faraday em torno do medidor, atenuando fortemente a radiação de microonda emitida pelo medidor. Não se engane com o projeto simples desse dispositivo: os fios da tela metálica são projetados de uma forma específica para amortecer a emissão de rádio-frequência (RF) do medidor inteligente. No entanto, o medidor ainda consegue transmitir um sinal apropriado para a companhia fornecedora da eletricidade. Pesquisa feita, mostrando a geração de altos níveis de campos eletromagnéticos (EMF) fora do medidor e que penetram dentro das casas, mostram reduções quase a zero de EMF após a colocação dessa proteção em torno do medidor.

O segundo vilão invisível (eletromagnético) no seu lar é o seu telefone sem fio. A base de carga desse telefone é como uma torre de telefonia celular instalada dentro do seu lar e está emitindo forte poluição eletromagnética dentro de sua residência (e até fora dela) 24 horas por dia nos 7 dias da semana. Troque imediatamente o seu telefone sem fio por um telefone com fio. 

Um outro dispositivo tão poluidor quanto o telefone sem fio é o roteador WiFi, que usamos para conectar vários computadores pelo ar com a internet (sem usar cabeamento). Tipicamente, esses roteadores costumam ficar ligados dia e noite. O roteador ligado à noite é particularmente perigoso, pois precisamos ter um período de restauração corporal durante o sono. Desligue o roteador WiFi durante o período que você vai dormir (e também enquanto não usa o computador durante o dia), e perceba como o seu sono vai ficar muito mais tranquilo (principalmente se você também se livrar do seu telefone sem fio).

Quando se considera a poluição eletromagnética a que se é exposto, é importante levar em consideração quanto é o tempo de exposição. Os secadores de cabelo são conhecidos por emitir altos campos (EMF), mas a preocupação com eles é reduzida por causa do curto período de tempo que a pessoa o usa por dia (a não ser que você seja uma cabeleireira). A verdade perturbadora é que a exposição à radiofrequência (geradas artificialmente) pode simplesmente não ser segura para o ser humano em qualquer intensidade. Você pode até se adaptar à poluição eletromagnética, mas isso ocorrerá em prejuízo de seu corpo.

O país da Suécia listou os campos eletromagnéticos (EMF) como um carcinogênico Classe 2; ela também lista o tabaco neste mesmo nível carcinogênico. A razão para isso é que eles revisaram os dados de mais de 500.000 pessoas e as distâncias relativas de suas residências das linhas aéreas de transmissão de alta tensão. Quanto mais próximos os lares das pessoas eram das linhas de alta tensão, maior a incidência de câncer naquela área. No final, essas emanações EMF causaram quatro vezes a quantidade normal de câncer nas crianças e três vezes a quantidade nos adultos. Portanto, sua residência deveria ficar longe de linhas de transmissão de alta tensão (e, também, longe de grandes antenas de transmissão de sinais de telecomunicações: rádio, televisão, telefonia celular, etc).Os transformadores para abaixar a tensão (a ser enviada aos lares), colocados no alto de postes públicos, geram campos elétricos elevados e é melhor também ficar o mais longe possível deles.

Se você tem um forno de microonda, use-o o mais raramente possível (veja o prejuízo causado aos alimentos pelo forno de microonda, em [2]). O melhor seria jogá-lo fora! Veja esta experiência da Dra. Ariel [1] a esse respeito: ela comprou um aparelho medidor de EMF e ligou um pequeno forno de microonda em um apartamento (ajustado para 45 segundos). Ao ligar o forno, o medidor deu uma leitura de 95.000 uW/m2 em todo o apartamento! Não dava para remediar a situação perigosa se afastando do aparelho ligado - a não ser que você saísse do apartamento enquanto a comida estava cozinhando! Esses níveis estão bem acima daqueles que causam prejuízo ao DNA humano, descrito no BioInitiative Report. Para dar uma ideia: 1.000 uW/m2 de exposição à radiação de microondas causa mudanças na função do sistema imunológico; 5.000 uW/m2 causa uma queda nos linfócitos NK, chamados de células matadoras naturais, consideradas ter um importante papel na proteção do corpo contra o câncer. Lembre-se, neste pequeno forno de microonda citado, quando o botão ON foi ligado, a radiação no ambiente subiu para 95.000 uW/m2.

Você pode ficar curioso(a) sobre como é possível ser legal comprar um forno de microonda com essas preocupações sobre segurança. O que ocorre é o seguinte: a indústria, incluindo a indústria de telefones celulares, está muito além da consciência pública em termos do lobby que eles fazem. Eles têm tido muito sucesso fazendo o governo permitir padrões de "segurança" que estão bem acima dos estudos que comprovam prejuízo no BioInitiative Report. Para ter uma ideia disso, considere estes padrões de "segurança"; o limiar para prejuízo ao DNA humano, de acordo com o BioInitiative Report, é 3,4 uW/m2. O limiar definido pela indústria de telefones celulares, nos EUA e Canadá, é 1.000.000 uW/m2. Agora, qual é, na sua opinião, o número mais realista?

Remova o seu relógio (e rádio, às vezes) eletrônico do seu criado mudo ao lado da cama. Substitua-o por um despertador alimentado por bateria (ou pilhas). 

Uma das melhores coisas que você pode fazer para se manter saudável é ficar descalço (fazer o "aterramento" do seu corpo) por 10 a 15 minutos todos os dias! Descalço significa colocar seus pés sobre a terra, a grama ou até sobre concreto. Nas férias, vá andar descalço na praia! Praticamente, durante toda a sua vida os seus pés têm sido bloqueados da energia curativa da Terra.

Se você mora em um bairro muito poluído, eletromagneticamente falando, você pode se proteger usando materiais adequados de blindagem eletromagnética, tais como:

1. Tecidos especiais: tecidos contendo certos materiais e metais (como fibras de cobre ou prata) que bloqueiam (refletem) as ondas de RF que penetram em sua residência através das paredes e janelas. Com esse tipo de tecido pode-se confeccionar coberturas para dosséis de camas (e mosqueteiros), o que deve melhorar seu sono noturno, e inclusive confeccionar roupas blindadas para vestir (roupas bloqueadoras de radiação).

2. Filmes transparentes de blindagem para janelas de vidro.

3. Tintas blindantes:  para pintar as paredes (internas ou externas) da sua casa com uma tinta contendo material condutivo (para refletir os EMF incidentes, formando uma "gaiola de Faraday") ou material absorvente [3] (para absorver o EMF incidente). 

4. Filtros para tomadas elétricas [4], que reduzem os transientes (sinais elétricos com frequências acima da senoide pura de 60 Hz (ou 50 Hz, em certos países) fornecida ao seu lar) que chegam àquela tomada específica, reduzindo assim a eletricidade suja enviada ao meio ambiente via radiação.

Referências:
[1] Dra. Ariel Policano, EMF Protection: How to Stop Harmful EMF, EMR (including Cell Phone Radiation), & Dirty Electricity - The Invisible Threat, Inspired Toucan Media LLC Publisher, 2013.
[2]  http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2006/04/gua-aquecida-no-forno-de-microondas.html
[3] www.noem.co/pt/ 
[4] https://greenwavefilters.com

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domingo, setembro 03, 2017

 

Eletricidade Suja: Poluição Eletromagnética, Saúde e Doenças


Atualmente, vivemos em um mundo/sociedade dependente da eletricidade e o nosso corpo físico é um mecanismo bio-eletromagnético. Usamos eletricidade nos transportes (elevador, carro, caminhão, ônibus, navio, aeronaves), nos sistemas de comunicações (telefones fixo, móvel e celular, rádio, televisão, computador+impressora+roteadores wi-fi, torres de transmissão e recepção), linhas de transmissão de alta tensão e transformadores, iluminação pública e doméstica, equipamentos médicos (raio-X, tomografia, ressonância magnética, etc), equipamentos domésticos (geladeira, freezer, máquina de lavar e secar, ventilador e ar condicionado, liquidificador, centrífuga e multiprocessador, chuveiro elétrico, forno elétrico e de microonda, radiorelógio, carregadores de tablets e telefones celulares) e medidores inteligentes digitais (smart meters) de energia elétrica, que estão sendo instalados pelas companhias de energia elétrica. O problema com todos esses equipamentos que conectamos a uma tomada elétrica (ou bocais de lâmpadas) é que eles "sujam" (com componentes de alta frequência) o sinal AC (corrente alternada) de 60 Hz (ou 50 Hz, em alguns países) que recebemos da companhia de energia elétrica. Esses sinais de eletricidade suja (dirty electricity) são radiados (emitidos) e conduzidos pela nossa rede elétrica doméstica e banha nosso corpo com sinais eletromagnéticos danosos à nossa saúde, 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Com o passar do tempo, a nossa saúde acabará ruindo, devido à interferência eletromagnética negativa entre o meio ambiente poluído e o nosso corpo físico eletromagnético [o que pode ser comprovado, por exemplo, através de eletroencefalograma (EEG), eletrocardiograma (ECG), etc].

Existe uma alta probabilidade que a maioria das "doenças da civilização", incluindo doenças cardiovasculares, cânceres, leucemia, diabetes e suicídios, não são causadas apenas pelo estilo de vida da pessoa, mas por certos aspectos físicos da nossa eletricidade, que são invisíveis aos nossos olhos. Portanto, as "guerras" contra o câncer e as doenças cardiovasculares estão fadadas ao fracasso, pois um fator etiológico crítico não está sendo reconhecido. Nos EUA (USA) existe uma alta correlação entre a eletrificação desse país e o forte aumento de casos de leucemia infantil e vários tipos de câncer (como câncer feminino de mama) [1]. 

 

O grande volume da eletrônica moderna e de aparelhos nos lares e em outros lugares tem aumentado numa taxa estonteante. Apesar desta proliferação de dispositivos elétricos ter tornado nossas vidas mais eficientes e conveniente, ela tem também contribuído para uma forma potencialmente danosa de eletro-poluição conhecida como eletricidade suja [2].

Eletricidade suja é energia eletromagnética não-utilizada que é criada por muitos dispositivos elétricos durante sua operação. Ela é causada pela interrupção no fluxo normal da potência AC (corrente alternada) de 60 Hz, que viaja através dos fios e sistemas elétricos nas casas e outras construções. Essas interrupções resultam em picos de tensão, assim como variações de frequência (também chamadas de transientes de voltagem de alta frequência) que se combina com a voltagem inicial para formar um campo eletromagnético complexo e potencialmente perigoso.

Como os dispositivos eletrônicos contribuem para gerar eletricidade suja? Muita eletrônica moderna e aparelhos incluem transformadores que convertem a potência AC na fiação duma construção para a potência DC (de corrente contínua) necessária para poder funcionar a eletrônica e os aparelhos. Durante este processo de conversão, ocorre interrupções no fluxo da corrente elétrica. Além disso, muitos dispositivos eletrônicos modernos (ex., chaves para diminuição da luz, lâmpadas de luz fluorescente compactas,  equipamentos que usam fontes de potência chaveadas) usam a potência de uma forma mais complicada que os dispositivos e a eletrônica "de antigamente". Esses novos dispositivos são projetados para operar com fluxo de corrente elétrica interrompido. Ao invés de sacar potência continuamente, eles fazem isso intermitentemente em quantidades variáveis e em uma frequência elevada, primariamente para serem mais eficientes. Enquanto isso pode economizar energia, isso envolve interrupções frequentes no fluxo de corrente elétrica. Por exemplo, uma lâmpada compacta fluorescente economiza energia se ligando e se desligando repetidamente, milhares de vezes por segundo. Interrupções regulares como essas criam transientes (i.e., picos de voltagem e variações de frequência) que "suja" a eletricidade normal que flui ao longo dos fios condutores.

Que acontece à eletricidade suja, uma vez que ela é gerada? A eletricidade suja criada por dispositivos elétricos dentro de uma construção é circulada através dessa construção e até para outras construções (casas, edifícios) na vizinhança, através da fiação. Ela também é radiada (emitida) para o meio ambiente próximo, via tomada elétricas, dispositivos eletrônicos e cabos/fios, expondo os seres humanos e animais dentro dessas construções à poluição eletromagnética. 

Os cientistas identificaram conexões entre a eletricidade suja e uma grande variedade de problemas físicos, emocionais e cognitivos, incluindo:

* asma
* câncer
* diabetes
* fadiga crônica
* dores de cabeça
* desordens do sono
* problemas de humor

A redução da eletricidade suja do ambiente resulta em melhor saúde e bem-estar geral. Eis algumas coisas que podem ser feitas para reduzir sua eletricidade suja:

* Evite instalar lâmpadas fluorescentes compactas, lâmpadas fluorescentes comuns (não-compactas) e lâmpadas halógenas de baixa tensão. Use lâmpadas LED (light emitting diodes, em inglês) que são uma solução mais saudável, mais segura e mais "verde" para a iluminação do seu lar. Elas não emitem radiação tóxica e não contêm mercúrio (presente nas lâmpadas fluorescentes).

* Mantenha despertador (rádio-relógio) e outros dispositivos eletrônicos (como telefones celulares) afastados de sua cama. Desligue telefones sem fio e roteadores wi-fi das tomadas enquanto estiver dormindo e dê preferência para despertador operado por bateria (ou o despertador mecânico, de antigamente, a corda).

* Mova sofás, camas, poltronas, etc para longe das paredes onde existe fiação elétrica embutida na parede e de onde existe painel elétrico (local dos disjuntores) ou grandes aparelhos (como refrigerador, freezer) no outro lado da parede. Considere a possibilidade de desligar todos os disjuntores de sua residência quando for dormir.

* Recarregue seu telefone celular durante o dia. Na hora de dormir, desconecte o carregador do celular da tomada.

* Desligue e tire da tomada computadores, impressoras, estações de video games e outros aparelhos eletrônicos quando não os tiver usando.

* Substitua sua televisão antiga e seu monitor de computador por modelos LED/LCD, que emitem menos radiação eletromagnética.

* Evite instalar rede wireless na sua residência se possível. É melhor utilizar conexão com fio para acessar a internet. Pelo menos, desligue a sua rede wireless quando você não a está usando, principalmente quando você for dormir.

* Use telefone com fio, ao invés de telefone sem fio. Se você não pode passar sem telefone sem fio, tente limitar o seu tempo de uso e tire da tomada a base durante a noite.

* Reduza o uso de telefone celular. Só converse o estritamente necessário com ele e, se possível, não o encoste na cabeça (use o speakerphone, se tiver). Desligue o celular quando não o estiver usando, principalmente de noite, quando você estiver dormindo. Não durma com seu celular debaixo do travesseiro e não o leve no bolso quando ele estiver ligado.

* Nunca use seu computador laptop no seu colo ou próximo aos seus órgãos internos. Campos magnéticos são radiados pela base desses computadores.

* Se desfaça de seu forno de microondas. Se você não pode viver sem ele, fique a pelo menos 3 metros dele enquanto ele estiver em operação e o desligue da tomada quando não estiver em uso.

* Em cada tomada elétrica de sua casa instale um "filtro de linha". Este equipamento é usado normalmente como um benjamim, transformando uma tomada em várias tomadas (tipicamente, 4 ou mais). Ele evita (filtra) que componentes elétricos de frequências elevadas circulem pela fiação de sua casa, gerados pelos equipamentos conectados ao seu benjamim. 

* Se possível, evite que a companhia de energia elétrica instale medidor inteligente (smart meter) na sua residência, substituindo o medidor mecânico atual. Este medidor inteligente polui eletromagneticamente a sua casa e, além disso, espiona (daí a palavra "inteligente") a sua casa

* Lembre-se que seu carro moderno tem bastante "eletrônica embarcada", o que o torna um ambiente não muito saudável....

[continua]

Referências:
[1] Samuel Milham, Dirty Electricity: Electrification and Diseases of Civilization, Second Edition, iUniverse Press, 2012. ISBN: 978-1-938908-19-4. 
[2] www.dirtyelectricity.net/dirty-electricity/

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