domingo, junho 18, 2023

 

Distúrbio de Ansiedade


O “distúrbio de ansiedade”, que aflige hoje um sexto da humanidade, não existia antes da década de 1860, quando os fios do telégrafo circundaram pela primeira vez a Terra. Nenhum indício disso aparece na literatura médica antes 1866.

Referência:  Arthur Firstenberg, The Invisible Rainbow: A History of Electricity and Life, Chelsea Green Pub., 2020. ISBN: 978-1-64502-009-7.

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sábado, maio 05, 2018

 

Uma Proteção contra Poluição Eletromagnética (pouco divulgada)


O uso de meios naturais gratuitos e eficientes para melhorar a saúde são pouco divulgados, por não oferecer um meio de se obter lucros financeiros com eles. É o caso, por exemplo, das terapias usando o Sol [1], a superfície da Terra [2], a ingestão da própria urina [3], técnicas de respiração [4],[5],[6],[7] e jejum [8].

Nossa atual sociedade está totalmente dependente da eletricidade. A geração, transmissão e o uso dessa eletricidade na indústria, comércio, escolas, hospitais, instituições públicas e em nossas residências gera uma enorme quantidade de poluição eletromagnética que prejudica nossa saúde. A poluição eletromagnética que geramos em nossas residências (chamada de eletricidade suja) pode ser parcialmente reduzida se tomarmos alguns cuidados, como não termos em casa telefones sem fio (usar apenas telefones com fio), desligarmos o roteador Wi-Fi quando não estivermos usando a internet, desligar os disjuntores da casa ao ir dormir, etc. No entanto, as fontes de poluição eletromagnética fora de nossas residências não podem ser amenizadas, tais como, torres de celulares e de telecomunicações, linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão, medidores inteligentes de consumo de energia elétrica dos nossos vizinhos, etc. Algumas técnicas podem ser usadas para diminuir a poluição eletromagnética externa aos nossos lares, como pintar com tinta condutiva as paredes da casa e aterrando-as (para blindar a casa dessas radiações), usar mosquiteiro condutivo para dormir, etc. No entanto, sempre haverá um certo grau de neblina eletromagnética tóxica presente no nosso ambiente doméstico durante boa parte do dia. Será que podemos fazer algo para que esse ruído eletromagnético não atue negativamente sobre nosso corpo? Sim, podemos fazer algo muito simples para nos isolarmos dessa praga eletromagnética. O que é?

Antes de dar a resposta a essa pergunta, vamos reproduzir alguns trechos da Referência [2].

O Sr. Clint Ober era um engenheiro executivo de uma empresa de TV a cabo. Portanto, ele sabia que a interferência estática  na transmissão de sinais era causada pelo acúmulo de campos eletromagnéticos que não estivessem adequadamente aterrados. Ele se perguntou se algo semelhante ocorreria com as pessoas e foi enquanto ele estava investigando essa possibilidade que ele tomou conhecimento do fato intrigante de que as pessoas que viviam logo abaixo de linhas elétricas de alta tensão geralmente sofriam de uma grande quantidade de doenças [como leucemia, por exemplo, em um estudo feito na Suécia] causadas pela proximidade delas da interferência elétrica, enquanto os animais, na mesma proximidade, não tinham esse problema.

O que está acontecendo aqui? O que tem de tão especial em animais, que eles ficam imunes desta forma? Isto tornou-se um desafio para ele, mas um dia ele teve uma inspiração: não existia nada de especial com os animais, a diferença era que os animais estavam em contato direto com a terra quase 24h/7dias por semana, enquanto os seres humanos estão isolados da terra através do piso das construções e pelos sapatos com solas sintéticas. Eureca! Animais não usam calçados, vivem, portanto, sempre aterrados!

Ficou claro o problema? Existe uma semelhança entre o corpo humano e um cabo de TV a cabo. O cabo da TV tem centenas de canais de informação fluindo através dele. Similarmente, o nosso corpo tem quilômetros de nervos, sangue, vasos e outros canais que conduzem sinais elétricos. Quando a nossa pele é aterrada, isso evita a entrada de "ruído" (poluição eletromagnética) para dentro do nosso corpo, o que poderia perturbar a sinalização fisiológica correta, correspondente à boa saúde.

Portanto, a resposta para a pergunta proposta inicialmente acima é: para ficar blindado de todo ruído eletromagnético ambiente, gerado no nosso lar ou externamente, basta aterrar o seu corpo! Basta tirar os calçados, ficar descalço sobre o solo terrestre. Se você está dentro de casa, basta levar o "referencial terra" [9] para dentro da sua casa.

Problema resolvido!

Referências:
[1] Andreas Moritz, Heal Yourself with Sunlight: Use the Sun's Medicinal Powers to Help Cure Cancer, Heart Disease, Diabetes, Arthritis, Infectious Diseases, and Much More! Your Health is in Your Hands, Ener-chi Wellness Press, 2010. ISBN: 978-0-9821801-9-8. 
[2] James Edgar, Grounding Therapy: Nature's most POWERFUL health secret Rediscovered!, Wyeland Publishing, 2014. 
[3] Martha M. Christy, Your Own Perfect Medicine: The Incredible Proven Natural Miracle Cure That Medical Science Has Never Revealed!, Future Med., Inc., Arizona-USA, 1994. ISBN: 0-9632091-1-6. 
[4] Jasmuheen, Viver de Luz (Living on Light), Editora Aquariana, São Paulo, 2000. ISBN: 85-7217-084-2. 
[5] Chandra Shekhar Kumar, Drink Air Therapy to Kill Diabetes: A Path To Self-Cure and Immortality, Ancient Kriya Yoga Mission, 2015. 
[6] Breatharian Studies, Complete Science of Breatharianism, The Book Shed Publ., 2015.
[7] Russell Symonds (Yogi Shaktivirya), Breatharianism, Ionized Water and Pranic Nourishment, 2016.
[8] Thierry de Lestrade, Jejum: Uma nova terapia?, L&PM Editores, Porto Alegre-RS, 2015. ISBN: 978.85.254.3172-1.
[9] Postegem anterior deste blog: Medição do Aterramento Corporal,  http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2018/04/medicao-do-aterramento-corporal.html

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domingo, abril 29, 2018

 

Medição do Aterramento Corporal


Comprei um multímetro digital [Modelo DT9205A] para medir o grau de aterramento de meu corpo dentro de casa (no meu escritório, onde está meu computador). O meu "ponto terra" (plano terra) de referência (onde fica ligado um dos eletrodos do multímetro, na escala de voltagem AC) é uma placa metálica, no meu escritório, que possui um fio elétrico conectado a ela, em uma extremidade, e na outra extremidade esse fio está conectado a uma barra metálica enfiada no solo de meu quintal. O outro eletrodo do voltímetro (multímetro na posição de medição de voltagem) estará sempre sendo segurado pela minha mão direita. O chão do meu escritório é do tipo piso frio cerâmico comum. Estarei medindo a voltagem intereletrodos em várias situações: usando (ou não) chinelo com solas de borracha, usando (ou não) meias comuns de algodão e com os pés descalços (sem chinelo e sem meia), estando eu em pé ou sentado em uma cadeira. 

Eis as medidas obtidas [as duas primeiras, sem contato com meu corpo]:

1. Os dois eletrodos do voltímetro em contato com o plano de terra: tensão = 0,005 V (= 5 mV); teoricamente, este valor deveria ser 0 mV; talvez esses 5 mV seja um erro residual do aparelho de medição. Observação: esse valor de 5 mV é bem estável, não variando com o tempo.

2. Um eletrodo do voltímetro em contato com a terra e o outro solto em cima da cadeira: neste a caso, a tensão medida oscila em torno de 0,200 V (= 200 mV), mostrando que existe um certo ruído (poluição) eletromagnético no ar ambiente de meu escritório.

3. Situação: (com chinelo, nos dois pés)+(com meia, nos dois pés)+(pisando fora do plano terra). Medidas obtidas: tensão= 1,260 V = 1.200 mV (estando em pé), tensão= 1,180 V (sentado na cadeira).

4. Situação: (sem chinelo)+(com meia)+(fora do plano terra). Medidas: tensão= 0,090 V (= 90 mV) (em pé), tensão= 0,110 V (sentado).

5. Situação: (sem chinelo)+(sem meia)+(fora do plano terra). Medidas: 0,060 V (em pé), 0,060 V (sentado).

6. Situação: (com chinelo)+(com meia)+(dentro do plano terra). Medidas: 2,800 V (em pé), 1,400 V (sentado).

7. Situação: (sem chinelo)+(com meia)+(dentro do plano terra). Medidas: 0,050 V (em pé), 0,040 V (sentado).

8. Situação: (sem chinelo)+(sem meia)+(dentro do plano terra). Medidas: 0,006 V (em pé), 0,006 V (sentado).

Observação: todas as medidas, nas situações de 3 a 8, apresentam uma certa oscilação de valores, devido à presença de ruído eletromagnético no ambiente.

Conclusões:
1. O uso de meias nos pés não atrapalha muito o aterramento do corpo, pois as tensões medidas ficam entre 90 e 40 mV, em todas as situações acima. Eis, portanto, o esclarecimento do por que o Japão é o país campeão de longevidade no planeta: os japoneses, ao chegar em casa, possuem a tradição de andar descalço (talvez usando meias) dentro de casa. Como a China e a Coreia (com o mesmo biotipo humano) não possuem essa tradição, elas perdem para o Japão no quesito "longevidade". Vamos imitar o Japão, para vivermos mais e com mais saúde?
2. Andar descalço ou apenas com meias é uma forma de se blindar (se proteger) contra a poluição eletromagnética (eletricidade suja) presente no lar ou no ambiente de trabalho. Esse ruído eletromagnético no ambiente em que estivermos será desviado por nosso corpo (condutor) para o solo, algo parecido com um pára-raios.

[continua]

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sexta-feira, setembro 29, 2017

 

O Perigo Invisível: A Radiação Eletromagnética Espúria no Ar !


Trechos selecionados e adaptados do livro [1] da Dra. Ariel Policano.

O primeiro vilão, por introduzir poluição eletromagnética no nosso lar (e que está se tornando cada vez mais presente na nossa sociedade), é o medidor "inteligente" (em inglês, smart meter) do nosso consumo doméstico (e no comércio e indústria) de eletricidade. A palavra "inteligente" significa literalmente que esse equipamento também faz uma "espionagem" de como é feito o consumo da eletricidade no imóvel onde ele é instalado. Esta informação pode se tornar uma fonte adicional de recursos financeiros para a empresa distribuidora de eletricidade, quando ela vende esta informação (espionagem) para outras empresas que se interessam por este tipo de informação, que deveria ser sigilosa. O equipamento de medição deveria apenas medir a eletricidade total consumida (como é feito com os medidores analógicos atuais) e não incluir como essa eletricidade é consumida, algo que é feito pelos novos medidores digitais "inteligentes".

Se você não conseguir evitar a instalação do medidor inteligente digital no seu imóvel (principalmente no seu lar, onde você dorme durante a noite), existe uma forma de reduzir drasticamente a radiação eletromagnética (EMR) emitida por ele e que acaba chegando ao interior do seu lar. É um dispositivo simples, chamado Smart Meter Guard (veja como construir um dispositivo similar no seu lar, pesquisando no Youtube), que cria uma gaiola de Faraday em torno do medidor, atenuando fortemente a radiação de microonda emitida pelo medidor. Não se engane com o projeto simples desse dispositivo: os fios da tela metálica são projetados de uma forma específica para amortecer a emissão de rádio-frequência (RF) do medidor inteligente. No entanto, o medidor ainda consegue transmitir um sinal apropriado para a companhia fornecedora da eletricidade. Pesquisa feita, mostrando a geração de altos níveis de campos eletromagnéticos (EMF) fora do medidor e que penetram dentro das casas, mostram reduções quase a zero de EMF após a colocação dessa proteção em torno do medidor.

O segundo vilão invisível (eletromagnético) no seu lar é o seu telefone sem fio. A base de carga desse telefone é como uma torre de telefonia celular instalada dentro do seu lar e está emitindo forte poluição eletromagnética dentro de sua residência (e até fora dela) 24 horas por dia nos 7 dias da semana. Troque imediatamente o seu telefone sem fio por um telefone com fio. 

Um outro dispositivo tão poluidor quanto o telefone sem fio é o roteador WiFi, que usamos para conectar vários computadores pelo ar com a internet (sem usar cabeamento). Tipicamente, esses roteadores costumam ficar ligados dia e noite. O roteador ligado à noite é particularmente perigoso, pois precisamos ter um período de restauração corporal durante o sono. Desligue o roteador WiFi durante o período que você vai dormir (e também enquanto não usa o computador durante o dia), e perceba como o seu sono vai ficar muito mais tranquilo (principalmente se você também se livrar do seu telefone sem fio).

Quando se considera a poluição eletromagnética a que se é exposto, é importante levar em consideração quanto é o tempo de exposição. Os secadores de cabelo são conhecidos por emitir altos campos (EMF), mas a preocupação com eles é reduzida por causa do curto período de tempo que a pessoa o usa por dia (a não ser que você seja uma cabeleireira). A verdade perturbadora é que a exposição à radiofrequência (geradas artificialmente) pode simplesmente não ser segura para o ser humano em qualquer intensidade. Você pode até se adaptar à poluição eletromagnética, mas isso ocorrerá em prejuízo de seu corpo.

O país da Suécia listou os campos eletromagnéticos (EMF) como um carcinogênico Classe 2; ela também lista o tabaco neste mesmo nível carcinogênico. A razão para isso é que eles revisaram os dados de mais de 500.000 pessoas e as distâncias relativas de suas residências das linhas aéreas de transmissão de alta tensão. Quanto mais próximos os lares das pessoas eram das linhas de alta tensão, maior a incidência de câncer naquela área. No final, essas emanações EMF causaram quatro vezes a quantidade normal de câncer nas crianças e três vezes a quantidade nos adultos. Portanto, sua residência deveria ficar longe de linhas de transmissão de alta tensão (e, também, longe de grandes antenas de transmissão de sinais de telecomunicações: rádio, televisão, telefonia celular, etc).Os transformadores para abaixar a tensão (a ser enviada aos lares), colocados no alto de postes públicos, geram campos elétricos elevados e é melhor também ficar o mais longe possível deles.

Se você tem um forno de microonda, use-o o mais raramente possível (veja o prejuízo causado aos alimentos pelo forno de microonda, em [2]). O melhor seria jogá-lo fora! Veja esta experiência da Dra. Ariel [1] a esse respeito: ela comprou um aparelho medidor de EMF e ligou um pequeno forno de microonda em um apartamento (ajustado para 45 segundos). Ao ligar o forno, o medidor deu uma leitura de 95.000 uW/m2 em todo o apartamento! Não dava para remediar a situação perigosa se afastando do aparelho ligado - a não ser que você saísse do apartamento enquanto a comida estava cozinhando! Esses níveis estão bem acima daqueles que causam prejuízo ao DNA humano, descrito no BioInitiative Report. Para dar uma ideia: 1.000 uW/m2 de exposição à radiação de microondas causa mudanças na função do sistema imunológico; 5.000 uW/m2 causa uma queda nos linfócitos NK, chamados de células matadoras naturais, consideradas ter um importante papel na proteção do corpo contra o câncer. Lembre-se, neste pequeno forno de microonda citado, quando o botão ON foi ligado, a radiação no ambiente subiu para 95.000 uW/m2.

Você pode ficar curioso(a) sobre como é possível ser legal comprar um forno de microonda com essas preocupações sobre segurança. O que ocorre é o seguinte: a indústria, incluindo a indústria de telefones celulares, está muito além da consciência pública em termos do lobby que eles fazem. Eles têm tido muito sucesso fazendo o governo permitir padrões de "segurança" que estão bem acima dos estudos que comprovam prejuízo no BioInitiative Report. Para ter uma ideia disso, considere estes padrões de "segurança"; o limiar para prejuízo ao DNA humano, de acordo com o BioInitiative Report, é 3,4 uW/m2. O limiar definido pela indústria de telefones celulares, nos EUA e Canadá, é 1.000.000 uW/m2. Agora, qual é, na sua opinião, o número mais realista?

Remova o seu relógio (e rádio, às vezes) eletrônico do seu criado mudo ao lado da cama. Substitua-o por um despertador alimentado por bateria (ou pilhas). 

Uma das melhores coisas que você pode fazer para se manter saudável é ficar descalço (fazer o "aterramento" do seu corpo) por 10 a 15 minutos todos os dias! Descalço significa colocar seus pés sobre a terra, a grama ou até sobre concreto. Nas férias, vá andar descalço na praia! Praticamente, durante toda a sua vida os seus pés têm sido bloqueados da energia curativa da Terra.

Se você mora em um bairro muito poluído, eletromagneticamente falando, você pode se proteger usando materiais adequados de blindagem eletromagnética, tais como:

1. Tecidos especiais: tecidos contendo certos materiais e metais (como fibras de cobre ou prata) que bloqueiam (refletem) as ondas de RF que penetram em sua residência através das paredes e janelas. Com esse tipo de tecido pode-se confeccionar coberturas para dosséis de camas (e mosqueteiros), o que deve melhorar seu sono noturno, e inclusive confeccionar roupas blindadas para vestir (roupas bloqueadoras de radiação).

2. Filmes transparentes de blindagem para janelas de vidro.

3. Tintas blindantes:  para pintar as paredes (internas ou externas) da sua casa com uma tinta contendo material condutivo (para refletir os EMF incidentes, formando uma "gaiola de Faraday") ou material absorvente [3] (para absorver o EMF incidente). 

4. Filtros para tomadas elétricas [4], que reduzem os transientes (sinais elétricos com frequências acima da senoide pura de 60 Hz (ou 50 Hz, em certos países) fornecida ao seu lar) que chegam àquela tomada específica, reduzindo assim a eletricidade suja enviada ao meio ambiente via radiação.

Referências:
[1] Dra. Ariel Policano, EMF Protection: How to Stop Harmful EMF, EMR (including Cell Phone Radiation), & Dirty Electricity - The Invisible Threat, Inspired Toucan Media LLC Publisher, 2013.
[2]  http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2006/04/gua-aquecida-no-forno-de-microondas.html
[3] www.noem.co/pt/ 
[4] https://greenwavefilters.com

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sexta-feira, setembro 22, 2017

 

Os Suicídios no Brasil - 1


Vejamos algumas informações liberadas hoje [1] sobre este assunto.

Taxa de casos entre indígenas é três vezes maior do que a média da população. O Ministério da Saúde passa a divulgar esses dados em formato de boletim epidemiológico, como de dengue e gripe. Todos os dias, em média, 30 pessoas tiram a própria vida no Brasil. Entre 2011 e 2015, houve 55.649 casos do tipo no país - média de 11 mil casos por ano, segundo dados divulgados neste quinta-feira (21) pelo Ministério da Saúde. A variação, ano a ano (de 2011 a 2015), está mostrada no gráfico acima, assim como uma estatística associada. O problema tem avançado no decorrer do tempo.

O problema atinge, na maior parte, homens (79% dos casos), cuja taxa de ocorrência é de 8,7 suicídios por 100 mil habitantes. Já entre as mulheres é de 2,4/100 mil habitantes. Incluindo homens e mulheres, a taxa de suicídios no Brasil (estatística da ONU[2]) é de 6,3/100 mil habitantes (e, não, os 5,5/100 mil, como reportado em [1]).

No Brasil, o suicídio é a quarta maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos - a principal são agressões. Proporcionalmente, no entanto, o problema atinge mais os idosos. A taxa de mortalidade por suicídio entre pessoas com mais de 70 anos chega a 8,9 a cada 100 mil habitantes entre 2011 e 2015. Entre os jovens de 20 a 29 anos, esta taxa é de 6,8 casos a cada 100 mil habitantes. Os povos indígenas são os mais vulneráveis: se entre brancos a taxa de mortes por suicídio é de 5,9 a cada 100 mil habitantes, entre indígenas esta taxa chega a 15,2, de 2011 a 2015. A faixa etária mais atingida entre os indígenas é a de crianças de 10 a 19 anos: representam 45% dos casos indígenas.

Os casos de suicídio são espalhados por todo o Brasil. No entanto, proporcionalmente, a região Sul é a mais afetada: concentra 23% dos casos, mas com apenas 14% da população do país. Três dos quatro municípios com as piores taxas do país estão no estado do Rio Grande do Sul: Foquetinha (78,7 casos por 100 mil habitantes), Travesseiro (55,8) e André da Rocha (52,4). O outro município entre os mais incidentes incidentes é Taipas do estado do Tocantins, com taxa de 57 casos por 100 mil habitantes. A região mais afetada por suicídios é o Sudeste, com 38% dos casos registrados no país.

Entre 2011 e 2016, foram 48.204 tentativas de suicídio no país, sendo 58% delas por envenenamento ou intoxicação, 6,5% por objeto cortante e 6% por enforcamento. São as mulheres quem mais tentam tirar a própria vida: 69% dos casos. Em 31% dos casos, elas tentaram o ato mais de uma vez - entre os homens, a reincidência é de 20% (já que eles são mais bem sucedidos na primeira tentativa).

Comentário Final: Como já comentei em outra postagem deste blog (clique no Marcador suicídio, desta postagem), há uma tendência geral (no Brasil e em todos os outros países) de aumento da taxa de suicídios nas regiões mais frias (com o aumento da latitude norte ou sul). Por isso, o Rio Grande do Sul é o estado com a situação mais grave. No mundo, o pais campeão em suicídios é a Lituânia (segundo estatística da ONU), um país europeu de inverno muito rigoroso. Por que isso ocorre? Por causa da diminuição da radiação solar (algo sadio) com o aumento da latitude. A incidência de vários tipos de cânceres também aumenta ao nos afastarmos do equador (com o aumento da latitude). Porém, certamente existem outros fatores que contribuem com o aumento dos suicídios. Na minha opinião, um desses fatores é a poluição eletromagnética (inclusive devido à eletricidade suja, no lar e no local de trabalho): quanto mais neblina eletromagnética nociva, mais perturbação mental (devido à maior interferência com as ondas cerebrais normais) e, consequentemente, maior número de suicídios. No Brasil, por exemplo, o índice muito maior de suicídios nos índios, pode ser devido ao uso crescente de telefones celulares entre eles. Quanto menor a idade, mais intenso é o efeito da radiação do celular na cabeça da pessoa: daí o maior índice de suicídio entre as crianças indígenas na faixa de 10 a 19 anos.

PS: Hoje (27.02.2018) saiu outra reportagem [3] sobre suicídios entre índios do Brasil. O índio Waritaxi Iwyraru Karajá, 56 anos,  perdeu três filhos por suicídio (um filho com 21 anos e uma filha grávida de 24 anos). O filho de Iwraru Karajá, 52 anos, cacique da aldeia Watau, tinha 25 anos quando se matou em 2016. A maioria dos casos de suicídios indígenas envolve jovens do sexo masculino, entre 11 e 25 anos. Meu comentário: entre a população não-indígena a taxa de suicídios é maior entre adultos mais idosos e na população indígena é maior entre os jovens do sexo masculino. Maior suicídio entre adultos mais idosos é algo esperado, devido à declínio da saúde nesta faixa etária. Mas, entre os índios, isso não acontece, ficando a maior taxa de suicídios entre os jovens do sexo masculino. Portanto, para identificar por que isso ocorre, deve-se verificar qual a diferença de estilo de vida entre índio idoso e índio jovem. Índio idoso não tem contato com aparelhos eletrônicos da civilização (principalmente telefone celular), mas índio jovem (principalmente do sexo masculino) certamente tem um maior contato com esses instrumentos que emitem radiação eletromagnética que interfere com o funcionamento do corpo, principalmente na cabeça. Além disso, os jovens índios costumam usar mais calçados que seus pais adultos, o que perturba ainda mais sua saúde. Outro aspecto fundamental: os índios jovens geralmente vão à escola, e os adultos não! A escola é uma prisão, que retira a liberdade das crianças, algo difícil de suportar pelos pequenos índios livres. Em todo o mundo, nos últimos anos, tem aumentado o número de suicídios de crianças que vão à escola [4]!
 
Referências:
[1] Thiago Amâncio, País registra 30 suicídios ao dia; idosos e índios lideram, Jornal Folha de S. Paulo, Caderno Cotidiano, pg. B6, 22 de setembro de 2017. 
[2]  http://apps.who.int/gho/data/node.sdg.3-4-viz-2?lang=en
[3] Rodrigo Vargas, Cresce suicídio entre índios carajás em MT, Jornal Folha de S. Paulo, Caderno Poder, pg. A6, 27 de fevereiro de 2018. 
[4] David Icke, Everything you need to know but have never been told, David Icke Books, pp. 269-274, novembro 2017. ISBN: 978-1-5272-0726-4.

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domingo, setembro 03, 2017

 

Eletricidade Suja: Poluição Eletromagnética, Saúde e Doenças


Atualmente, vivemos em um mundo/sociedade dependente da eletricidade e o nosso corpo físico é um mecanismo bio-eletromagnético. Usamos eletricidade nos transportes (elevador, carro, caminhão, ônibus, navio, aeronaves), nos sistemas de comunicações (telefones fixo, móvel e celular, rádio, televisão, computador+impressora+roteadores wi-fi, torres de transmissão e recepção), linhas de transmissão de alta tensão e transformadores, iluminação pública e doméstica, equipamentos médicos (raio-X, tomografia, ressonância magnética, etc), equipamentos domésticos (geladeira, freezer, máquina de lavar e secar, ventilador e ar condicionado, liquidificador, centrífuga e multiprocessador, chuveiro elétrico, forno elétrico e de microonda, radiorelógio, carregadores de tablets e telefones celulares) e medidores inteligentes digitais (smart meters) de energia elétrica, que estão sendo instalados pelas companhias de energia elétrica. O problema com todos esses equipamentos que conectamos a uma tomada elétrica (ou bocais de lâmpadas) é que eles "sujam" (com componentes de alta frequência) o sinal AC (corrente alternada) de 60 Hz (ou 50 Hz, em alguns países) que recebemos da companhia de energia elétrica. Esses sinais de eletricidade suja (dirty electricity) são radiados (emitidos) e conduzidos pela nossa rede elétrica doméstica e banha nosso corpo com sinais eletromagnéticos danosos à nossa saúde, 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Com o passar do tempo, a nossa saúde acabará ruindo, devido à interferência eletromagnética negativa entre o meio ambiente poluído e o nosso corpo físico eletromagnético [o que pode ser comprovado, por exemplo, através de eletroencefalograma (EEG), eletrocardiograma (ECG), etc].

Existe uma alta probabilidade que a maioria das "doenças da civilização", incluindo doenças cardiovasculares, cânceres, leucemia, diabetes e suicídios, não são causadas apenas pelo estilo de vida da pessoa, mas por certos aspectos físicos da nossa eletricidade, que são invisíveis aos nossos olhos. Portanto, as "guerras" contra o câncer e as doenças cardiovasculares estão fadadas ao fracasso, pois um fator etiológico crítico não está sendo reconhecido. Nos EUA (USA) existe uma alta correlação entre a eletrificação desse país e o forte aumento de casos de leucemia infantil e vários tipos de câncer (como câncer feminino de mama) [1]. 

 

O grande volume da eletrônica moderna e de aparelhos nos lares e em outros lugares tem aumentado numa taxa estonteante. Apesar desta proliferação de dispositivos elétricos ter tornado nossas vidas mais eficientes e conveniente, ela tem também contribuído para uma forma potencialmente danosa de eletro-poluição conhecida como eletricidade suja [2].

Eletricidade suja é energia eletromagnética não-utilizada que é criada por muitos dispositivos elétricos durante sua operação. Ela é causada pela interrupção no fluxo normal da potência AC (corrente alternada) de 60 Hz, que viaja através dos fios e sistemas elétricos nas casas e outras construções. Essas interrupções resultam em picos de tensão, assim como variações de frequência (também chamadas de transientes de voltagem de alta frequência) que se combina com a voltagem inicial para formar um campo eletromagnético complexo e potencialmente perigoso.

Como os dispositivos eletrônicos contribuem para gerar eletricidade suja? Muita eletrônica moderna e aparelhos incluem transformadores que convertem a potência AC na fiação duma construção para a potência DC (de corrente contínua) necessária para poder funcionar a eletrônica e os aparelhos. Durante este processo de conversão, ocorre interrupções no fluxo da corrente elétrica. Além disso, muitos dispositivos eletrônicos modernos (ex., chaves para diminuição da luz, lâmpadas de luz fluorescente compactas,  equipamentos que usam fontes de potência chaveadas) usam a potência de uma forma mais complicada que os dispositivos e a eletrônica "de antigamente". Esses novos dispositivos são projetados para operar com fluxo de corrente elétrica interrompido. Ao invés de sacar potência continuamente, eles fazem isso intermitentemente em quantidades variáveis e em uma frequência elevada, primariamente para serem mais eficientes. Enquanto isso pode economizar energia, isso envolve interrupções frequentes no fluxo de corrente elétrica. Por exemplo, uma lâmpada compacta fluorescente economiza energia se ligando e se desligando repetidamente, milhares de vezes por segundo. Interrupções regulares como essas criam transientes (i.e., picos de voltagem e variações de frequência) que "suja" a eletricidade normal que flui ao longo dos fios condutores.

Que acontece à eletricidade suja, uma vez que ela é gerada? A eletricidade suja criada por dispositivos elétricos dentro de uma construção é circulada através dessa construção e até para outras construções (casas, edifícios) na vizinhança, através da fiação. Ela também é radiada (emitida) para o meio ambiente próximo, via tomada elétricas, dispositivos eletrônicos e cabos/fios, expondo os seres humanos e animais dentro dessas construções à poluição eletromagnética. 

Os cientistas identificaram conexões entre a eletricidade suja e uma grande variedade de problemas físicos, emocionais e cognitivos, incluindo:

* asma
* câncer
* diabetes
* fadiga crônica
* dores de cabeça
* desordens do sono
* problemas de humor

A redução da eletricidade suja do ambiente resulta em melhor saúde e bem-estar geral. Eis algumas coisas que podem ser feitas para reduzir sua eletricidade suja:

* Evite instalar lâmpadas fluorescentes compactas, lâmpadas fluorescentes comuns (não-compactas) e lâmpadas halógenas de baixa tensão. Use lâmpadas LED (light emitting diodes, em inglês) que são uma solução mais saudável, mais segura e mais "verde" para a iluminação do seu lar. Elas não emitem radiação tóxica e não contêm mercúrio (presente nas lâmpadas fluorescentes).

* Mantenha despertador (rádio-relógio) e outros dispositivos eletrônicos (como telefones celulares) afastados de sua cama. Desligue telefones sem fio e roteadores wi-fi das tomadas enquanto estiver dormindo e dê preferência para despertador operado por bateria (ou o despertador mecânico, de antigamente, a corda).

* Mova sofás, camas, poltronas, etc para longe das paredes onde existe fiação elétrica embutida na parede e de onde existe painel elétrico (local dos disjuntores) ou grandes aparelhos (como refrigerador, freezer) no outro lado da parede. Considere a possibilidade de desligar todos os disjuntores de sua residência quando for dormir.

* Recarregue seu telefone celular durante o dia. Na hora de dormir, desconecte o carregador do celular da tomada.

* Desligue e tire da tomada computadores, impressoras, estações de video games e outros aparelhos eletrônicos quando não os tiver usando.

* Substitua sua televisão antiga e seu monitor de computador por modelos LED/LCD, que emitem menos radiação eletromagnética.

* Evite instalar rede wireless na sua residência se possível. É melhor utilizar conexão com fio para acessar a internet. Pelo menos, desligue a sua rede wireless quando você não a está usando, principalmente quando você for dormir.

* Use telefone com fio, ao invés de telefone sem fio. Se você não pode passar sem telefone sem fio, tente limitar o seu tempo de uso e tire da tomada a base durante a noite.

* Reduza o uso de telefone celular. Só converse o estritamente necessário com ele e, se possível, não o encoste na cabeça (use o speakerphone, se tiver). Desligue o celular quando não o estiver usando, principalmente de noite, quando você estiver dormindo. Não durma com seu celular debaixo do travesseiro e não o leve no bolso quando ele estiver ligado.

* Nunca use seu computador laptop no seu colo ou próximo aos seus órgãos internos. Campos magnéticos são radiados pela base desses computadores.

* Se desfaça de seu forno de microondas. Se você não pode viver sem ele, fique a pelo menos 3 metros dele enquanto ele estiver em operação e o desligue da tomada quando não estiver em uso.

* Em cada tomada elétrica de sua casa instale um "filtro de linha". Este equipamento é usado normalmente como um benjamim, transformando uma tomada em várias tomadas (tipicamente, 4 ou mais). Ele evita (filtra) que componentes elétricos de frequências elevadas circulem pela fiação de sua casa, gerados pelos equipamentos conectados ao seu benjamim. 

* Se possível, evite que a companhia de energia elétrica instale medidor inteligente (smart meter) na sua residência, substituindo o medidor mecânico atual. Este medidor inteligente polui eletromagneticamente a sua casa e, além disso, espiona (daí a palavra "inteligente") a sua casa

* Lembre-se que seu carro moderno tem bastante "eletrônica embarcada", o que o torna um ambiente não muito saudável....

[continua]

Referências:
[1] Samuel Milham, Dirty Electricity: Electrification and Diseases of Civilization, Second Edition, iUniverse Press, 2012. ISBN: 978-1-938908-19-4. 
[2] www.dirtyelectricity.net/dirty-electricity/

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