sexta-feira, setembro 14, 2018
O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 3
Abaixo trechos da Referência [1] e sequência de [2].
O raio X da morte
A radiação ionizante produzida pelos aparelhos de raio X, entre eles a mamografia e a tomografia computadorizada (TC), faz com que elétrons sejam expulsos de suas órbitas e se desprendam de seus átomos ou moléculas. Esse processo torna os elétrons reativos e danosos, pois causam danos às células do corpo, produzindo radicais livres que podem facilmente danificar o DNA e comprometer as capacidades reprodutivas das células.
A radiação ionizante pode também danificar diretamente o DNA, ionizando ou danificando suas moléculas (quebras das fitas duplas), contribuindo assim para as mutações, translocações cromossômicas e fusões genéticas, de acordo com o Centro de Pesquisas Radiológicas do Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova York.
Ao danificar as células, a radiação ionizante pode, em seguida, causar o câncer. E se este, um mecanismo de cura, for incapaz de corrigir ou reparar o dano, pode sobrevir a morte. A maioria dos cientistas acredita que a morte resultante seja causa direta do câncer em vez da radiação; mas o câncer não passa da tentativa de o organismo lidar com o dano causado pela radiação, para se salvar.
A TC é a que mais contribui para a exposição radioativa clínica na população americana, sendo particularmente danosa às crianças, como explica o NCI: "O risco de desenvolver um câncer por radiação pode ser muito mais elevado para uma criança do que para um adulto exposto à mesma TC".
As crianças, de fato, são dez vezes mais sensíveis à radiação do que os adultos, tornando-se bem mais propensas a ter leucemia e outros tipos de câncer. No caso da leucemia, o período mínimo entre a exposição radioativa e o surgimento da doença (período de latência) é de dois anos.
Em outras palavras, pais zelosos que levam os filhos para fazer tomografias, por qualquer motivo, podem estar brincando com a vida deles. Precisamos pesar os riscos de uma complicação menor e um potencial incerto de leucemia e outros tipos de câncer. Uma opção menos arriscada para dores de estômago ou um trauma craniano leve seriam as ultrassonografias, tão eficazes quanto uma TC para o diagnóstico de muitas doenças. Isso não significa que o ultrassom seja 100% seguro. A renomada pesquisadora médica Alice Stewart também descobriu que fetos expostos a ultrassons pré-natais tinham taxas elevadas de leucemia juvenil. Contudo, o risco é ainda menor do que os potentes raios X das TCs, que causam leucemia, como se descobriu nos anos 1950.
Um estudo de 2011 descobriu que um bebê tem oito vezes mais risco de sofrer um câncer fatal causado por uma TC do abdômen do que um adulto na faixa de 50 anos. Só as TCs causarão quase 30 mil casos desnecessários de câncer por ano, levando a cerca de 14.500 mortes, de acordo com outro estudo publicado nos Archives of Internal Medicine, de 2009.
Lembre-se: uma TC do tórax tem cem vezes mais radiação do que um raio X. Isso pode ser bastante para causar um dano irreversível no DNA e nas células de artérias coronárias já inflamadas. Há, também, um grande risco dos raios X dentários. Deve-se procurar maneiras alternativas de detectar problemas dentários. De acordo com uma pesquisa publicada, os raios X dentários podem causar tumores cerebrais malignos. Em última análise, a radiação ionizante não é segura para ninguém.
A radiação ionizante pode também danificar diretamente o DNA, ionizando ou danificando suas moléculas (quebras das fitas duplas), contribuindo assim para as mutações, translocações cromossômicas e fusões genéticas, de acordo com o Centro de Pesquisas Radiológicas do Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova York.
Ao danificar as células, a radiação ionizante pode, em seguida, causar o câncer. E se este, um mecanismo de cura, for incapaz de corrigir ou reparar o dano, pode sobrevir a morte. A maioria dos cientistas acredita que a morte resultante seja causa direta do câncer em vez da radiação; mas o câncer não passa da tentativa de o organismo lidar com o dano causado pela radiação, para se salvar.
A TC é a que mais contribui para a exposição radioativa clínica na população americana, sendo particularmente danosa às crianças, como explica o NCI: "O risco de desenvolver um câncer por radiação pode ser muito mais elevado para uma criança do que para um adulto exposto à mesma TC".
As crianças, de fato, são dez vezes mais sensíveis à radiação do que os adultos, tornando-se bem mais propensas a ter leucemia e outros tipos de câncer. No caso da leucemia, o período mínimo entre a exposição radioativa e o surgimento da doença (período de latência) é de dois anos.
Em outras palavras, pais zelosos que levam os filhos para fazer tomografias, por qualquer motivo, podem estar brincando com a vida deles. Precisamos pesar os riscos de uma complicação menor e um potencial incerto de leucemia e outros tipos de câncer. Uma opção menos arriscada para dores de estômago ou um trauma craniano leve seriam as ultrassonografias, tão eficazes quanto uma TC para o diagnóstico de muitas doenças. Isso não significa que o ultrassom seja 100% seguro. A renomada pesquisadora médica Alice Stewart também descobriu que fetos expostos a ultrassons pré-natais tinham taxas elevadas de leucemia juvenil. Contudo, o risco é ainda menor do que os potentes raios X das TCs, que causam leucemia, como se descobriu nos anos 1950.
Um estudo de 2011 descobriu que um bebê tem oito vezes mais risco de sofrer um câncer fatal causado por uma TC do abdômen do que um adulto na faixa de 50 anos. Só as TCs causarão quase 30 mil casos desnecessários de câncer por ano, levando a cerca de 14.500 mortes, de acordo com outro estudo publicado nos Archives of Internal Medicine, de 2009.
Lembre-se: uma TC do tórax tem cem vezes mais radiação do que um raio X. Isso pode ser bastante para causar um dano irreversível no DNA e nas células de artérias coronárias já inflamadas. Há, também, um grande risco dos raios X dentários. Deve-se procurar maneiras alternativas de detectar problemas dentários. De acordo com uma pesquisa publicada, os raios X dentários podem causar tumores cerebrais malignos. Em última análise, a radiação ionizante não é segura para ninguém.
Referências:
[1] Andreas Moritz, O câncer não é
uma doença, é um mecanismo de cura. Descubra a razão oculta do câncer,
cure suas causas profundas e melhore sua saúde como nunca!, Madras Editora, 2018. ISBN: 978-85-370-1125-6.
[2] Postagem "O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 2", deste blog: Saúde Perfeita: O Câncer não é uma Doença, é um Mecanismo de Cura - 2
Marcadores: cancer, feto, leucemia, mamografia, morte, radiação ionizante, raio X, tomografia, ultrassom
domingo, setembro 03, 2017
Eletricidade Suja: Poluição Eletromagnética, Saúde e Doenças
Atualmente, vivemos em um mundo/sociedade dependente da eletricidade e o nosso corpo físico é um mecanismo bio-eletromagnético. Usamos eletricidade nos transportes (elevador, carro, caminhão, ônibus, navio, aeronaves), nos sistemas de comunicações (telefones fixo, móvel e celular, rádio, televisão, computador+impressora+roteadores wi-fi, torres de transmissão e recepção), linhas de transmissão de alta tensão e transformadores, iluminação pública e doméstica, equipamentos médicos (raio-X, tomografia, ressonância magnética, etc), equipamentos domésticos (geladeira, freezer, máquina de lavar e secar, ventilador e ar condicionado, liquidificador, centrífuga e multiprocessador, chuveiro elétrico, forno elétrico e de microonda, radiorelógio, carregadores de tablets e telefones celulares) e medidores inteligentes digitais (smart meters) de energia elétrica, que estão sendo instalados pelas companhias de energia elétrica. O problema com todos esses equipamentos que conectamos a uma tomada elétrica (ou bocais de lâmpadas) é que eles "sujam" (com componentes de alta frequência) o sinal AC (corrente alternada) de 60 Hz (ou 50 Hz, em alguns países) que recebemos da companhia de energia elétrica. Esses sinais de eletricidade suja (dirty electricity) são radiados (emitidos) e conduzidos pela nossa rede elétrica doméstica e banha nosso corpo com sinais eletromagnéticos danosos à nossa saúde, 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Com o passar do tempo, a nossa saúde acabará ruindo, devido à interferência eletromagnética negativa entre o meio ambiente poluído e o nosso corpo físico eletromagnético [o que pode ser comprovado, por exemplo, através de eletroencefalograma (EEG), eletrocardiograma (ECG), etc].
Existe uma alta probabilidade que a maioria das "doenças da civilização", incluindo doenças cardiovasculares, cânceres, leucemia, diabetes e suicídios, não são causadas apenas pelo estilo de vida da pessoa, mas por certos aspectos físicos da nossa eletricidade, que são invisíveis aos nossos olhos. Portanto, as "guerras" contra o câncer e as doenças cardiovasculares estão fadadas ao fracasso, pois um fator etiológico crítico não está sendo reconhecido. Nos EUA (USA) existe uma alta correlação entre a eletrificação desse país e o forte aumento de casos de leucemia infantil e vários tipos de câncer (como câncer feminino de mama) [1].

Existe uma alta probabilidade que a maioria das "doenças da civilização", incluindo doenças cardiovasculares, cânceres, leucemia, diabetes e suicídios, não são causadas apenas pelo estilo de vida da pessoa, mas por certos aspectos físicos da nossa eletricidade, que são invisíveis aos nossos olhos. Portanto, as "guerras" contra o câncer e as doenças cardiovasculares estão fadadas ao fracasso, pois um fator etiológico crítico não está sendo reconhecido. Nos EUA (USA) existe uma alta correlação entre a eletrificação desse país e o forte aumento de casos de leucemia infantil e vários tipos de câncer (como câncer feminino de mama) [1].

O grande volume da eletrônica moderna e de aparelhos nos lares e em outros lugares tem aumentado numa taxa estonteante. Apesar desta proliferação de dispositivos elétricos ter tornado nossas vidas mais eficientes e conveniente, ela tem também contribuído para uma forma potencialmente danosa de eletro-poluição conhecida como eletricidade suja [2].
Eletricidade suja é energia eletromagnética não-utilizada que é criada por muitos dispositivos elétricos durante sua operação. Ela é causada pela interrupção no fluxo normal da potência AC (corrente alternada) de 60 Hz, que viaja através dos fios e sistemas elétricos nas casas e outras construções. Essas interrupções resultam em picos de tensão, assim como variações de frequência (também chamadas de transientes de voltagem de alta frequência) que se combina com a voltagem inicial para formar um campo eletromagnético complexo e potencialmente perigoso.
Como os dispositivos eletrônicos contribuem para gerar eletricidade suja? Muita eletrônica moderna e aparelhos incluem transformadores que convertem a potência AC na fiação duma construção para a potência DC (de corrente contínua) necessária para poder funcionar a eletrônica e os aparelhos. Durante este processo de conversão, ocorre interrupções no fluxo da corrente elétrica. Além disso, muitos dispositivos eletrônicos modernos (ex., chaves para diminuição da luz, lâmpadas de luz fluorescente compactas, equipamentos que usam fontes de potência chaveadas) usam a potência de uma forma mais complicada que os dispositivos e a eletrônica "de antigamente". Esses novos dispositivos são projetados para operar com fluxo de corrente elétrica interrompido. Ao invés de sacar potência continuamente, eles fazem isso intermitentemente em quantidades variáveis e em uma frequência elevada, primariamente para serem mais eficientes. Enquanto isso pode economizar energia, isso envolve interrupções frequentes no fluxo de corrente elétrica. Por exemplo, uma lâmpada compacta fluorescente economiza energia se ligando e se desligando repetidamente, milhares de vezes por segundo. Interrupções regulares como essas criam transientes (i.e., picos de voltagem e variações de frequência) que "suja" a eletricidade normal que flui ao longo dos fios condutores.
Que acontece à eletricidade suja, uma vez que ela é gerada? A eletricidade suja criada por dispositivos elétricos dentro de uma construção é circulada através dessa construção e até para outras construções (casas, edifícios) na vizinhança, através da fiação. Ela também é radiada (emitida) para o meio ambiente próximo, via tomada elétricas, dispositivos eletrônicos e cabos/fios, expondo os seres humanos e animais dentro dessas construções à poluição eletromagnética.
Os cientistas identificaram conexões entre a eletricidade suja e uma grande variedade de problemas físicos, emocionais e cognitivos, incluindo:
* asma
* câncer
* diabetes
* fadiga crônica
* dores de cabeça
* desordens do sono
* problemas de humor
A redução da eletricidade suja do ambiente resulta em melhor saúde e bem-estar geral. Eis algumas coisas que podem ser feitas para reduzir sua eletricidade suja:
* Evite instalar lâmpadas fluorescentes compactas, lâmpadas fluorescentes comuns (não-compactas) e lâmpadas halógenas de baixa tensão. Use lâmpadas LED (light emitting diodes, em inglês) que são uma solução mais saudável, mais segura e mais "verde" para a iluminação do seu lar. Elas não emitem radiação tóxica e não contêm mercúrio (presente nas lâmpadas fluorescentes).
* Mantenha despertador (rádio-relógio) e outros dispositivos eletrônicos (como telefones celulares) afastados de sua cama. Desligue telefones sem fio e roteadores wi-fi das tomadas enquanto estiver dormindo e dê preferência para despertador operado por bateria (ou o despertador mecânico, de antigamente, a corda).
* Mova sofás, camas, poltronas, etc para longe das paredes onde existe fiação elétrica embutida na parede e de onde existe painel elétrico (local dos disjuntores) ou grandes aparelhos (como refrigerador, freezer) no outro lado da parede. Considere a possibilidade de desligar todos os disjuntores de sua residência quando for dormir.
* Recarregue seu telefone celular durante o dia. Na hora de dormir, desconecte o carregador do celular da tomada.
* Desligue e tire da tomada computadores, impressoras, estações de video games e outros aparelhos eletrônicos quando não os tiver usando.
* Substitua sua televisão antiga e seu monitor de computador por modelos LED/LCD, que emitem menos radiação eletromagnética.
* Evite instalar rede wireless na sua residência se possível. É melhor utilizar conexão com fio para acessar a internet. Pelo menos, desligue a sua rede wireless quando você não a está usando, principalmente quando você for dormir.
* Use telefone com fio, ao invés de telefone sem fio. Se você não pode passar sem telefone sem fio, tente limitar o seu tempo de uso e tire da tomada a base durante a noite.
* Reduza o uso de telefone celular. Só converse o estritamente necessário com ele e, se possível, não o encoste na cabeça (use o speakerphone, se tiver). Desligue o celular quando não o estiver usando, principalmente de noite, quando você estiver dormindo. Não durma com seu celular debaixo do travesseiro e não o leve no bolso quando ele estiver ligado.
* Nunca use seu computador laptop no seu colo ou próximo aos seus órgãos internos. Campos magnéticos são radiados pela base desses computadores.
* Se desfaça de seu forno de microondas. Se você não pode viver sem ele, fique a pelo menos 3 metros dele enquanto ele estiver em operação e o desligue da tomada quando não estiver em uso.
* Em cada tomada elétrica de sua casa instale um "filtro de linha". Este equipamento é usado normalmente como um benjamim, transformando uma tomada em várias tomadas (tipicamente, 4 ou mais). Ele evita (filtra) que componentes elétricos de frequências elevadas circulem pela fiação de sua casa, gerados pelos equipamentos conectados ao seu benjamim.
* Se possível, evite que a companhia de energia elétrica instale medidor inteligente (smart meter) na sua residência, substituindo o medidor mecânico atual. Este medidor inteligente polui eletromagneticamente a sua casa e, além disso, espiona (daí a palavra "inteligente") a sua casa
* Lembre-se que seu carro moderno tem bastante "eletrônica embarcada", o que o torna um ambiente não muito saudável....
[continua]
Referências:
[1] Samuel Milham, Dirty Electricity: Electrification and Diseases of Civilization, Second Edition, iUniverse Press, 2012. ISBN: 978-1-938908-19-4.
[2] www.dirtyelectricity.net/dirty-electricity/
Referências:
[1] Samuel Milham, Dirty Electricity: Electrification and Diseases of Civilization, Second Edition, iUniverse Press, 2012. ISBN: 978-1-938908-19-4.
[2] www.dirtyelectricity.net/dirty-electricity/
Marcadores: dirty electricity, doença, eletricidade suja, equipamentos domésticos, iluminação, leucemia, medidores inteligentes, saúde, sinal eletromagnético, sistemas de comunicação, smart meters, transporte
segunda-feira, junho 01, 2015
Amamentação e Leucemia
Amamentar pode reduzir risco de leucemia infantil

A alimentação de bebês com leite materno durante pelo menos seis
meses pode reduzir o risco de leucemia infantil, aponta a revisão de
pesquisas já publicadas sobre o tema.
O estudo aparece na edição desta segunda-feira do Journal of the American Medical Association (Jama) Pediatrics.
A investigação sugere que os bebês que foram amamentados têm 19%
menos risco de desenvolver câncer no sangue do que aqueles alimentados
com leite em pó, ou que foram alimentados por um período mais curto.
"Os inúmeros benefícios potenciais de saúde preventiva do leite
materno devem ser comunicados abertamente ao público em geral - não
apenas às mães - para que a amamentação seja mais aceita socialmente e
facilitada", de acordo com o estudo dirigido por Efrat Amitay e Lital
Keinan-Boker, da Universidade de Haifa, em Israel.
Essa pesquisa teve como base a revisão de 18 estudos já publicados
relacionados ao aleitamento e à leucemia. Este é o câncer mais comum na
infância, correspondendo a cerca de 30% dos tipos de câncer pediátricos.
Marcadores: amamentação, leucemia
terça-feira, julho 07, 2009
Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)
"Nada acontece (ou deixa de acontecer) por mero acaso"
Esta condição significa um aumento anormal do tamanho (hipertrofia) da próstata masculina. O médico urologista costuma detectar e acompanhar esta situação através de um "exame de toque", que consiste em introduzir o dedo dele no seu ânus por um curto espaço de tempo. Você percebe a situação anormal desta glândula por uma saída menos livre da urina durante a micção e por ter que levantar várias vezes, à noite, para urinar. Com o aumento do tamanho da próstata, ela passa a comprimir o canal da uretra, dificultando a micção (podendo, até, bloquear completamente a passagem da urina, em situação extrema), e comprime a bexiga - o depósito da urina - fazendo você querer urinar mais vezes, devido ao volume menor disponível no reservatório da bexiga. Esta última condição pode fazer com que seu sono noturno não seja completamente reparador. Como você percebe isso? É quando a cama fica extremamente gostosa na hora em que você precisa levantar. Neste caso, tire uma pequena soneca após o almoço, para compensar esta deficiência de repouso noturno.
Para as pessoas que levantam várias vezes à noite para urinar (aliviando, desta forma, a pressão na bexiga) aqui vai uma sugestão: coma e beba pouco (ou nada) na janta (ou última refeição do dia); desta forma, será minimizada a sua produção de urina e, também, minimizada a necessidade de você ter que interromper o descanso noturno para ir ao banheiro. No entanto, sempre que a urina pedir passagem para fora do corpo, devemos atender esta solicitação imediatamente, pois, em geral, a preguiça é o caminho mais curto para o cemitério...
Obviamente, se o aumento da próstata continuar progredindo continuamente, a hiperplasia prostática benigna vira um câncer de próstata maligno. A HPB não é uma doença genética, não nascemos com ela. A pessoa que a desenvolve tem apenas uma propensão a desenvolvê-la, provavelmente por motivos cármicos. Portanto, a HPB (como todas as doenças não-genéticas) pode ser eliminada, alterando-se hábitos de vida prejudiciais ao corpo, e, em particular, à próstata. Quais são estes atos danosos à nossa saúde?
Um ponto importante é o meio ambiente em que vivemos. Obviamente, ambientes poluídos prejudicam nossa saúde. Na Suécia foi feito um levantamento epidemiológico na população daquele país e constatou-se que aumentava significativamente a incidência de leucemia infantil (um tipo de câncer) em crianças que moravam próximo de linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão (poluição eletromagnética). A poluição química do ar também é extremamente prejudicial ao nosso corpo, sendo responsável por um considerável aumento da mortalidade das pessoas, conforme pude constatar em uma pesquisa particular. Em vilarejos pequenos, em altas altitudes (como em Vilcabamba-Equador), onde o ar é puro, praticamente é desconhecida a HPB. Nesses locais pequenos, o nível de estresse (tensão emocional) costuma ser, também, bastante reduzido, o que é favorável à manutenção da saúde. Todas as emoções negativas (estresse, raiva, medo, preocupação, ansiedade, etc) contribuem para o surgimento de cânceres, em geral, e, portanto, para a HPB, em particular. Logo, um bom tratamento psicológico pode ser proveitoso para tentar reverter a HPB.
O fator patogênico mais importante no surgimento de qualquer tipo de problema orgânico é a nossa alimentação. Alimentação viva (não cozida) proporciona saúde e alimentação morta (cozida) nos encaminha para as doenças e para a morte. A medicina chinesa dispões de algumas ferramentas para tentar reverter a HPB, com o uso de acupuntura, moxabustão (aquecimento de certos pontos da acupuntura com um bastão aquecido de artemísia, processo normalmente chamado de moxa) e certos fitoterápicos (como o chá misto Yo Guei Wan).
A próstata está associada à atividade sexual masculina. Portanto, vale a pena investigar se sua atividade sexual está sendo praticada de forma adequada, de forma benéfica para a sua próstata.
Da mesma forma como o sutiã aumenta a probabilidade de câncer de seio nas mulheres, o uso de cintos e cuecas (bloqueio circulatório na região da próstata) aumenta suas chances de ter uma HPB ou um câncer de próstata (ou de útero, no caso das mulheres, pelo uso de cintos e calcinhas).
Esta condição significa um aumento anormal do tamanho (hipertrofia) da próstata masculina. O médico urologista costuma detectar e acompanhar esta situação através de um "exame de toque", que consiste em introduzir o dedo dele no seu ânus por um curto espaço de tempo. Você percebe a situação anormal desta glândula por uma saída menos livre da urina durante a micção e por ter que levantar várias vezes, à noite, para urinar. Com o aumento do tamanho da próstata, ela passa a comprimir o canal da uretra, dificultando a micção (podendo, até, bloquear completamente a passagem da urina, em situação extrema), e comprime a bexiga - o depósito da urina - fazendo você querer urinar mais vezes, devido ao volume menor disponível no reservatório da bexiga. Esta última condição pode fazer com que seu sono noturno não seja completamente reparador. Como você percebe isso? É quando a cama fica extremamente gostosa na hora em que você precisa levantar. Neste caso, tire uma pequena soneca após o almoço, para compensar esta deficiência de repouso noturno.
Para as pessoas que levantam várias vezes à noite para urinar (aliviando, desta forma, a pressão na bexiga) aqui vai uma sugestão: coma e beba pouco (ou nada) na janta (ou última refeição do dia); desta forma, será minimizada a sua produção de urina e, também, minimizada a necessidade de você ter que interromper o descanso noturno para ir ao banheiro. No entanto, sempre que a urina pedir passagem para fora do corpo, devemos atender esta solicitação imediatamente, pois, em geral, a preguiça é o caminho mais curto para o cemitério...
Obviamente, se o aumento da próstata continuar progredindo continuamente, a hiperplasia prostática benigna vira um câncer de próstata maligno. A HPB não é uma doença genética, não nascemos com ela. A pessoa que a desenvolve tem apenas uma propensão a desenvolvê-la, provavelmente por motivos cármicos. Portanto, a HPB (como todas as doenças não-genéticas) pode ser eliminada, alterando-se hábitos de vida prejudiciais ao corpo, e, em particular, à próstata. Quais são estes atos danosos à nossa saúde?
Um ponto importante é o meio ambiente em que vivemos. Obviamente, ambientes poluídos prejudicam nossa saúde. Na Suécia foi feito um levantamento epidemiológico na população daquele país e constatou-se que aumentava significativamente a incidência de leucemia infantil (um tipo de câncer) em crianças que moravam próximo de linhas de transmissão de energia elétrica de alta tensão (poluição eletromagnética). A poluição química do ar também é extremamente prejudicial ao nosso corpo, sendo responsável por um considerável aumento da mortalidade das pessoas, conforme pude constatar em uma pesquisa particular. Em vilarejos pequenos, em altas altitudes (como em Vilcabamba-Equador), onde o ar é puro, praticamente é desconhecida a HPB. Nesses locais pequenos, o nível de estresse (tensão emocional) costuma ser, também, bastante reduzido, o que é favorável à manutenção da saúde. Todas as emoções negativas (estresse, raiva, medo, preocupação, ansiedade, etc) contribuem para o surgimento de cânceres, em geral, e, portanto, para a HPB, em particular. Logo, um bom tratamento psicológico pode ser proveitoso para tentar reverter a HPB.
O fator patogênico mais importante no surgimento de qualquer tipo de problema orgânico é a nossa alimentação. Alimentação viva (não cozida) proporciona saúde e alimentação morta (cozida) nos encaminha para as doenças e para a morte. A medicina chinesa dispões de algumas ferramentas para tentar reverter a HPB, com o uso de acupuntura, moxabustão (aquecimento de certos pontos da acupuntura com um bastão aquecido de artemísia, processo normalmente chamado de moxa) e certos fitoterápicos (como o chá misto Yo Guei Wan).
A próstata está associada à atividade sexual masculina. Portanto, vale a pena investigar se sua atividade sexual está sendo praticada de forma adequada, de forma benéfica para a sua próstata.
Da mesma forma como o sutiã aumenta a probabilidade de câncer de seio nas mulheres, o uso de cintos e cuecas (bloqueio circulatório na região da próstata) aumenta suas chances de ter uma HPB ou um câncer de próstata (ou de útero, no caso das mulheres, pelo uso de cintos e calcinhas).
Marcadores: acupuntura, câncer, leucemia, moxabustão, poluição, próstata, sexo




