segunda-feira, junho 01, 2015

 

Amamentação e Leucemia

Amamentar pode reduzir risco de leucemia infantil




A alimentação de bebês com leite materno durante pelo menos seis meses pode reduzir o risco de leucemia infantil, aponta a revisão de pesquisas já publicadas sobre o tema.

O estudo aparece na edição desta segunda-feira do Journal of the American Medical Association (Jama) Pediatrics.

A investigação sugere que os bebês que foram amamentados têm 19% menos risco de desenvolver câncer no sangue do que aqueles alimentados com leite em pó, ou que foram alimentados por um período mais curto.

"Os inúmeros benefícios potenciais de saúde preventiva do leite materno devem ser comunicados abertamente ao público em geral - não apenas às mães - para que a amamentação seja mais aceita socialmente e facilitada", de acordo com o estudo dirigido por Efrat Amitay e Lital Keinan-Boker, da Universidade de Haifa, em Israel.

Essa pesquisa teve como base a revisão de 18 estudos já publicados relacionados ao aleitamento e à leucemia. Este é o câncer mais comum na infância, correspondendo a cerca de 30% dos tipos de câncer pediátricos.

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quinta-feira, março 17, 2011

 

Obesidade Infantil


A obesidade infantil triplicou na África nos últimos 20 anos. Situação semelhante deve estar acontecendo em todos os continentes. Há, também, uma epidemia de obesidade em todas a faixas etárias. Quando eu era criança, encontrar outra criança obesa aqui no Brasil era uma raridade... hoje é a coisa mais fácil de se achar...

A Organização Mundial da Saúde (OMS ou WHO), um órgão da Organização das Nações Unidas (ONU ou UNO), informou ontem que o número de crianças acima do peso na África subiu de 4 milhões em 1990 para 13,5 milhões em 2010. Esse problema atinge 8,5% da população com menos de cinco anos.

Dieta ruim, sedentarismo e baixas taxas de amamentação ao seio são os principais motivos apontados.

O maior consumo de comida industrializada, com alto conteúdo de açúcar e gordura e baixo teor nutritivo, também contribui para essa tendência.

Algo que é pouco explicitado: o sedentarismo contribui também para uma má respiração, o que compromete a saúde... veja a minha postagem "As Bases da Saúde", de 14 de março de 2011, para identificar os fatores principais envolvidos na preservação da saúde.

Fonte: Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C12, 17 de março de 2011.

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terça-feira, agosto 11, 2009

 

Câncer e Amamentação


Amamentar reduz risco de câncer de mama

A amamentação reduz em 59% o risco de desenvolver câncer de mama em mulheres com histórico familiar desta doença. A conclusão é de um estudo norte-americano da Universidade da Carolina do Norte. Os autores analisaram dados de mais de 60.000 mulheres. Entre as que tinham mãe ou irmãs com a doença, o risco do tumor foi menor nas que haviam amamentado seus filhos. O benefício não teve relação com a duração do período de aleitamento. Os autores ainda não sabem quais mecanismos promovem este efeito.

Fonte: Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 11 de agosto de 2009.

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domingo, maio 31, 2009

 

Amamentar mais Tempo protege Bebê de Obesidade Infantil


Bebês amamentados por mais tempo e que têm alimentação mais saudável no primeiro ano de vida, desenvolvem menor quantidade de gordura corporal na infância, segundo um estudo da Universidade de Southampton, no Reino Unido.

Outras pesquisas já haviam tentado fazer a mesma relação, mas os resultados eram controversos. Intuitivamente já se sabia que o aleitamento estava relacionado à obesidade infantil, mas não havia comprovação científica.

Foram coletadas informações de 536 bebês aos seis e aos 12 meses de idade. Em um segundo momento, foi definida a composição corporal das mesmas crianças aos quatro anos de idade. As crianças que receberam o leite materno por mais tempo tiveram menos gordura corporal aos quatro anos. Entre as 87 crianças obesas ou com sobrepeso, a amamentação durou cerca de dois meses, enquanto que, para as 449 restantes, estendeu-se por pouco mais de quatro.

A pesquisa também indicou que, independentemente do tempo de aleitamento, as crianças que tiveram uma dieta de desmame com frutas, vegetais e carnes cozidas tinham mais massa corporal magra no corpo.

Os resultados podem ajudar a derrubar a crença de que o leite materno pode engordar o bebê. O ganho de peso no início pode ser muito grande, mas depois, aproximadamente aos quatro anos, o corpo da criança regula esse valor.

A alimentação inadequada nos primeiros anos de vida influencia na quantidade de gordura corporal durante a infância, trazendo consequências futuras. É mais provável que um indivíduo obseso ou com sobrepeso nessa idade mantenha essa condição durante o resto da vida.

Isso acontece porque as células de gordura do nosso corpo se formam dos cinco aos sete anos de idade. Esse número, então, permanece o mesmo ao longo da vida, mas a quantidade de gordura dentro dessas células pode variar. Os adultos com maior quantidade de células de gordura estariam mais propensos a acumular massa gorda.

Fonte: Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 30 de maio de 2009.

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