quarta-feira, junho 17, 2015

 

A Doença chamada Menstruação


Em toda a Natureza, o sexo feminino é superior ao sexo masculino. Apenas na raça humana esta regra é alterada, chamando-se o sexo feminino de "sexo frágil". No entanto, esta denominação não é correta, já que em todos os países do mundo [1], a mulher vive, em média, mais que os homens e, portanto, existem muito mais viúvas que viúvos em todos os países. Aqui no Brasil, por exemplo, as mulheres vivem, em média, mais de 7 anos a mais que os homens [2]. Todos nós sabemos que as meninas começam a se desenvolver mais cedo (ficando mais altas) que os meninos, até a época em que começam as hemorragias periódicas chamadas de menstruação. Com o fluxo sanguíneo menstrual, a adolescente perde os elementos cálcio e fósforo, que são necessários para a formação dos ossos, fazendo com que elas acabem crescendo menos que os rapazes, que não sofrem desta hemorragia periódica (apenas algumas hemorragias esporádicas pelo nariz). Apesar da desvantagem da menstruação, as mulheres ainda vivem mais que os homens, em média.

Outra característica patológica do sexo feminino da raça humana são os seios grandes. Os seios femininos deveriam ser pequenos, e deveriam aumentar de volume apenas por ocasião do parto, para amamentar os recém-nascidos. No entanto, em nossa sociedade é moda elegante ter seios volumosos e muitas mulheres procuram aumentá-los ainda mais através de implantes de silicone e injeções salinas [3]. Para segurar esse maior volume, é comum o uso de sutiãs, instrumento que contribui para o surgimento de câncer de mama nas mulheres [4]. O câncer de mama é muito mais comum em mulheres que possuem seios grandes, e muito menos frequente em mulheres de seios pequenos. Mulheres de seios pequenos tem a mesma probabilidade de câncer de mama que a probabilidade de câncer de seio que os homens, algo quase nulo.

Que a menstruação é um processo patológico prejudicial à mulher pode ser visto pelo desconforto físico e mental que ela causa, quando ocorre, como a conhecida TPM (tensão pré-menstrual). A menstruação não precisa acontecer enquanto a mulher está no seu período fértil da vida. Ela ocorre devido a um condicionamento social errado imposto às mulheres por uma sociedade machista. O fato de que existem registros médicos de inúmeras mulheres que viveram vidas longas e saudáveis e tiveram muitos filhos sem menstruar uma única vez nas suas vidas, é uma indicação que esta perda de sangue perfeitamente bom, o mesmo que flui na circulação geral do corpo, não é algo necessário para a saúde ou a fertilidade, como é usualmente suposto [5]; e os muitos casos registrados de mulheres que se livraram desta hemorragia adotando uma dieta e modo de vida naturais, indica que a menstruação é algo não natural e, portanto, é uma penalidade que se paga pela violação de leis naturais.

Na Referência [5], o autor informa que encontrou uma jovem mulher que disse a ele confidencialmente algo singular: ela tinha se separado recentemente do seu marido e também tinha começado uma dieta crua de frutas, consistindo basicamente de saladas de frutas. Ela disse que após deixar seu marido e adotar essa dieta, a sua menstruação desapareceu completamente. Ela também acrescentou que ela tomava banhos frios todos os dias do mês. Isto era a primeira vez que ele ouvia tal coisa, pois ele acreditava que a menstruação era um aspecto necessário da fisiologia feminina entre a puberdade e a menopausa. Pouco depois, ele encontrou outra jovem mulher que disse a ele que quando ela adotou uma dieta vegetariana, ela parou de menstruar por um ano, mas a menstruação voltou quando ela voltou a ter uma dieta com carne.

A menstruação envolve uma terrível perda de hormônios sexuais femininos, que estão presentes no sangue menstrual em até seis vezes a concentração deles presente na circulação geral do organismo. É esta perda contínua de hormônios sexuais durante três décadas de menstruação que traz a menopausa e seus efeitos posteriores, causando o envelhecimento da mulher e a perda da sua juventude e da beleza. Por esta razão, a menstruação traz os sintomas da senilidade e da velhice. A partir disso, podemos concluir que se uma mulher se livrar dessa hemorragia debilitante, ela iria preservar sua juventude para sempre, como foi o caso de uma francesa famosa, Ninon de L'Enclos, que, com a idade de 90 anos parecia-se como uma mulher jovem e era tão bonita que muitos pretendentes pediam sua mão em casamento. Isto ela conseguiu através de uma dieta especial que a livrou da menstruação, que é a chave do rejuvenescimento feminino.

Contrário à crença de que o cérebro do homem é maior do que o da mulher, o cérebro da mulher é, relativo ao peso total de seu corpo, um quarto mais pesado do que o do homem. É um erro julgar a superioridade mental de um organismo vivo com base no peso absoluto do cérebro, pois, nesse caso, o elefante tem um cérebro maior e, portanto, deveria ser muito mais esperto que o homem. O peso relativo do cérebro da mulher, sendo 25% maior do que o do homem, isso iria fazer ela o sexo mentalmente superior, apesar de que na nossa presente sociedade patriarcal, não são dadas a elas as oportunidades dadas ao sexo masculino que é relativamente inferior. Porém, o que é mais forte: a "intuição feminina" ou a "intuição masculina"? 

O organismo feminino vem ao mundo com maior vitalidade que o masculino; durante o período de gestação sua tenacidade superior pela vida resulta no fato de que existem menos abortos espontâneos femininos do que masculinos. Também na ocasião do parto existem menos morte de fêmeas, enquanto durante a infância existe uma menor incidência de doenças e mortes. Vindo ao mundo com maior vitalidade, o organismo feminino acaba superando o masculino em longevidade.

Durante a infância a menina é mentalmente superior ao menino. A sua glândula tireoide, que possui três lóbulos, enquanto a do sexo masculino possui apenas dois, leva ela a ter um desenvolvimento precoce, tanto do corpo como do cérebro, já que ambos estão sob o domínio da tireoide. Estimou-se que o cérebro feminino desenvolve-se, a partir do nascimento, quatro vezes mais do que a taxa masculina, entre outras coisas, por receber a influência catalisadora da maior quantidade de hormônios da tireoide ricos em iodo, que controlam o desenvolvimento e a diferenciação das células cerebrais, pois está provado que quando esse hormônio está deficiente, ocorre a idiotia. Como resultado, a menina com a idade de sete anos alcança uma capacidade cerebral que o menino apenas alcança com a idade de quatorze anos.

O crescimento mais rápido do cérebro feminino durante a infância não apenas termina prematuramente com o começo das menstruações, como também para completamente alguns anos mais tarde, enquanto o cérebro masculino que está crescendo mais devagar continua a se desenvolver até a idade de trinta anos. Esta parada não natural de crescimento do cérebro feminino, como um resultado da menstruação, permite ao cérebro masculino, relativamente inferior, finalmente suplantar e exceder o cérebro feminino em desenvolvimento e capacidade, levando à superioridade mental do sexo masculino sobre o feminino, que não existiria se não houvesse a presença da desvantagem menstrual, que, na sua ausência, levaria o crescimento do cérebro feminino a suplantar amplamente aquele do cérebro masculino. Será que os homens, através de falsos ensinamentos religiosos (o pecado original de Eva) e médicos, impuseram a menstruação sobre as mulheres para evitar que elas se tornassem mentalmente superiores e para mantê-las em um estado de subjugação sexual? A igreja católica, por exemplo, matava na fogueira as mulheres mais inteligentes (chamando-as de "bruxas" e que, provavelmente, não menstruavam) durante a Idade Média, para evitar a supremacia das mulheres sobre os homens. Todas as mulheres extraordinárias da história estiveram relativamente livres dessa drenagem vital do sexo delas. Elas ou menstruavam pouco ou não menstruavam, como foi o caso de Joana d'Arc, como ficou provado por exames médicos durante o seu julgamento por feitiçaria, que a levou a ser queimada na fogueira como uma bruxa, por esta razão.

Existe uma Teoria da Menstruação de Gerson [Sobrevivência a um período de acasalamento primitivo]: o ciclo menstrual (também chamado de "regra", mas que não deveria ser regra) representa a continuação de um ciclo de acasalamento primitivo associado à Lua. Em época primitiva, a lua cheia - com sua alta claridade - encorajava andar durante a noite, enquanto que a escuridão (durante as outras fases da lua) proibia essas andanças, de tal forma que grupos errantes de homens capturavam e estupravam as mulheres nos períodos de lua cheia, gerando grandes traumas físicos e mentais. A origem da hemorragia menstrual, e o medo, a dor e a depressão ligadas a isso (origem da TPM), é devido a esse estupro mensal violento feito pelos homens que invadiam os povoados. Em outras palavras, nesta teoria a menstruação surgiu como uma hemorragia causada pelo estupro. Essa hemorragia gradualmente tornou-se um hábito adquirido e foi transmitido de mãe para filha, assim como a hemofilia. A perda de sangue lunarmente periódica que ocorria como resultado da relação sexual, posteriormente passou a ocorrer sem haver relação sexual, mas no período em ela poderia ter acontecido.

Em comunidades em que ambos os sexos são (ou eram) tratados de forma igualitária, o sexo feminino sempre se destaca. Na antiga Grécia, existia o Oráculo de Delfos ("Conheça a ti mesmo"), consultado por todos, em que as mulheres (sacerdotisas chamadas de pitonisas) eram as cabeças mais privilegiadas. Historiadores registraram que entre os antigos gauleses, as mulheres eram mais fortes que os homens, e elas lutavam com os romanos lado a lado com os homens. As gaulesas eram também mais altas que os homens. Entre os antigos teutões (antigos alemães), que reconheciam e praticavam a igualdade de direito dos sexos, as mulheres também eram mais altas e fortes que os homens e lutavam contra os romanos com igual ferocidade. Esqueletos encontrados delas, mostram que algumas atingiam mais de dois metros de altura.

As antigas Amazonas, aquelas mulheres emancipadas da antiguidade, de cuja existência histórica não há mais dúvidas, e que viviam separadas da companhia de homens, renunciando ao casamento como sendo escravidão sexual e lutando até a morte para não se submeter a isso, não menstruavam, o que indica que a origem da menstruação é a submissão sexual da mulher ao homem.

Hoje em dia, é comum que mulheres atletas (com muito boa saúde!) não menstruarem (situação chamada de amenorréia). Isso costuma ser visto pela classe médica como algo negativo, mas a verdade é justamente o oposto, conforme podemos concluir das informações fornecidas acima nesta postagem. Pelo exposto, também poderíamos concluir que a menstruação é uma doença psicossomática.

Referências:
[1] https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_life_expectancy
[2] https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_expectativa_de_vida#Unidades_federativas_do_Brasil_por_expectativa_de_vida
[3] Giuliana Vallone, Implante a jato, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Equilíbrio, pg. B7, 16 de junho de 2015.
[4] http://www.saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2005/04/o-suti-assassino.html 
[5] Raymond W. Bernard, The Physiological Enigma of Woman.

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terça-feira, março 15, 2011

 

Sol e Câncer de Mama


O contato da radiação solar com a nossa pele é um fator essencial para preservar a nossa saúde. A falta de nossa exposição ao Sol pode levar a um grande número de doenças. No artigo abaixo [1] apresenta-se um dos efeitos negativos, o câncer de mama.

mulher no sol Estudo: Câncer de Mama   Vitamina D em Combinação Com Exposição ao Sol é a Chave para a PrevençãoNaturalNews

Anos atrás pesquisadores já haviam descoberto uma profunda ligação entre o câncer de mama e os baixos níveis de vitamina D. As mulheres com os níveis mais baixos desta vitamina têm o maior risco de câncer de mama e as que estão morrendo de Metástase são ainda mais deficientes de vitamina D. Os cientistas teorizaram que a vitamina D tem propriedades anti-câncer que influenciam o crescimento celular, diferenciação de células saudáveis e a morte celular programada (apoptose).

No entanto, quando os investigadores observaram somente os níveis de ingestão dietética de vitamina D e o risco de câncer de mama, suas conclusões foram por vezes inconsistentes. Então o que está acontecendo? A vitamina D tem definitivamente o potencial de prevenir doenças malignas da mama ou não? Um extenso e potencialmente revolucionário estudo francês parece ter a resposta: a chave para a prevenção do câncer de mama pode estar em ingerir maiores quantidades de vitamina D por meio de dieta e de suplementos combinados com a exposição regular e direta ao sol.

A nova pesquisa, chefiada por Pierre Engel do INSERM (Institut National de la Santé et de la Recherche Medicale), investigou dados combinados de um estudo de uma década envolvendo 67.721 mulheres francesas na pós-menopausa. A análise concluiu com provas inequívocas e surpreendentes que, enquanto a vitamina D desempenha um papel na redução do risco de câncer de mama, a adição de exposição adequada ao sol é o fator que substancialmente reduziu ainda mais o risco.

Os cientistas descobriram que as mulheres que vivem em locais mais ensolarados do sul da França, como Provence, tinha apenas cerca de metade do risco de câncer de mama do que mulheres residentes em latitudes menos ensolaradas, tais como Paris. Mesmo as mulheres que tiveram menor ingestão de vitamina D, mas que tiveram bastante exposição ao sol tiveram 32 por cento menos risco de câncer de mama do que suas contrapartes que vivem em latitudes menos ensolaradas da França. Além do mais, as mulheres que consumiram a maior quantidade de vitamina D em via dieta de alimentos e e de suplementos e que tiveram regular e generosa exposição ao sol, tiveram a proteção mais significativa contra o desenvolvimento de câncer de mama.

Em seu estudo, que acaba de ser publicado na revistaCancer Epidemiology Biomarkers and Prevention, a equipe francesa concluiu que uma quantidade mínima de vitamina D, obtida tanto pelo sol e pela dieta, “…é necessária para prevenir o câncer de mama, e esse limite é particularmente difícil de alcançar em mulheres pós-menopáusicas em latitudes onde a qualidade da luz do sol é insuficiente para a produção de vitamina D “.

Eles também observaram que a ingestão mínima de vitamina D para reduzir o risco de câncer de mama pode variar de acordo com a capacidade individual de cada mulher de metabolizar e sintetizar a vitamina da dieta e da exposição ao sol. Os pesquisadores disseram ainda que a mulher média americana e francesa tem baixos níveis de vitamina D e tende a ter pouca exposição ao sol. Os cientistas recomendaram “deve haver um incentivo pelas agências de alimentação e de saúde para um aumento geral de vitamina D“.

Participe do debate em nosso fórum de discussoes!

Fontes:
Estudo Jan/2011: Joint Effects of Dietary Vitamin D and Sun Exposure on Breast Cancer Risk: Results from the French E3N Cohort
Estudo Set/2010: Serum 25(OH) vitamin D and risk of breast cancer: a nested case-control study from the French E3N cohort.
Estudo de 2008: Serum 25-hydroxyvitamin D and risk of post-menopausal breast cancer—results of a large case–control study
Natural News: Breast cancer breakthrough: vitamin D in combination with sun exposure is key to prevention

Artigo retirado de:

[1] http://blog.antinovaordemmundial.com/2011/01/estudo-cancer-de-mama-vitamina-d-em-combinacao-com-exposicao-ao-sol-e-a-chave-para-a-prevencao/

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sábado, março 12, 2011

 

Laticínios é Veneno!


A ingestão de leite de vaca e seus derivados prejudica os seres humanos, principalmente adultos. No artigo abaixo [1] mostra-se que os laticínios estão relacionados a câncer de mama (seio) nas mulheres e, possivelmente, a câncer de próstata nos homens. Alergias e corizas também estão fortemente vinculadas ao consumo de leite, seus derivados e alimentos que contenham esses elementos. Para não correr risco, evite o consumo rotineiro de laticínios e de alimentos que contenham leite no seu preparo.

É uma história real!

Esta é a história da professora Jane Plant, geoquímica e chefe científica do British Geological Survey — uma prestigiada instituição pública britânica que se dedica à investigação em matéria de Geologia — e pode constituir um significativo exemplo para muitas mulheres, já que ela sobreviveu a 5 tumores mamários e às práticas médicas convencionais para tratar o câncer. E fê-lo, segundo ela mesma afirma, de uma forma muito simples, eliminando todos os lácteos de sua dieta. A sua história é parecida à de muitas outras mulheres. Sentiu o mesmo pânico quando lhe diagnosticaram câncer de mama e confiante no bem saber e fazer dos oncólogos submeteu-se a uma mastectomía e à irradiação dos ovários porque lhe disseram que assim provocava-se a menopausa, suprimia-se a produção de estrogénio e se poderia curar o câncer.

Mas tudo resultou falso. De fato, o câncer reproduziu-se até 4 vezes. Sofri a amputação de uma mama, submeteram-me a radioterapia e a uma quimioterapia muito dolorosa.

Vieram os mais eminentes especialistas do meu país mas no meu íntimo estava certa que estava enfrentando a morte.

E estive quase a ponto de “atirar a toalha”, conta a professora Plant no seu livro “Your life in your hands” (A Tua Vida Nas Tuas Mãos) onde relata a sua própria experiência e explica como chegou à ideia que acabou por salvar a sua vida: Teve origem numa viajem de meu marido à China — conta em sua obra — comecei a pensar que a minha enfermidade era virtualmente inexistente em tal país.

De fato, só uma em cada 10.000 mulheres morre de câncer de mama na China enquanto que só no Reino Unido os números oficiais falam de uma em cada 12.

Então o meu marido — que também é cientista — e eu mesma, começámos a investigar sobre a forma de vida e alimentação dos orientais até que chegamos à ideia que me salvou a vida: as mulheres chinesas não tinham câncer de mama nem os homens desenvolviam tumores prostáticos porque são incapazes de tolerar o leite e, portanto, não o tomam. E mais, sabemos que os chineses são incapazes de compreender a preocupação ocidental por tomar leite de vaca.

Eles nunca o utilizam e muito menos para amamentar os seus bebés! E se páras para pensar, não pode ser uma simples casualidade que, mais de 70% da população mundial tenha sido incapaz de digerir a lactose. Hoje creio que a natureza tenta avisar-nos a tempo, de que estamos comendo um alimento errado.

Quando Jane Plant escreveu tudo isto, estava a fazer quimioterapia ao seu quinto tumor mamário. E foi então quando decidiu suprimir por completo a ingestão de lácteos, incluindo todos os alimentos que contêm algo de leite: sopas, biscoitos, pastéis, margarinas, etc. E que sucedeu? — Em só uns dias - refere em seu livro — o tumor começou a encolher.

Duas semanas depois da minha 2ª sessão de quimioterapia e uma semana depois de haver suprimido o leite e seus derivados, o tumor começou a picar-me. Logo abrandou e começou a minguar. Umas seis semanas depois havia desaparecido.

De fato, meu oncologista, do Charing Cross — Hospital de Londres, não pôde reprimir um exclamar maravilhado: “Não o encontro!” quando examinou a zona onde havia estado o meu tumor.

Pelo visto, não esperava que alguém com um câncer tão avançado — pois já havia invadido o meu sistema linfático — pudesse sobreviver.

Felizmente, aquele oncologista conseguiu superar seu cepticismo inicial e na atualidade, recomenda uma dieta sem lácteos aos seus pacientes.

Convencida de que deixar de tomar lácteos era o que lhe havia salvado a vida, Jane Plant decidiu partilhar os seus conhecimentos e sua experiência no livro mencionado acima. E de imediato, mais de 60 mulheres afligidas de câncer de mama se puseram em contacto com ela para pedir-lhe conselho.

E seus tumores também desapareceram!

Ainda que não tenha sido fácil aceitar que uma substancia tão “natural” como o leite pudesse ter tais repercussões desastrosas para a saúde —explica Plant — agora não tenho dúvida de que a relação entre os produtos lácteos e o câncer de mama é similar à que existe entre o tabaco e o câncer de pulmão.

Mas não só isso porque, por exemplo, já em 1989 o Dr. Daniel Cramer da Universidade de Harvard, determinou que estes produtos estão implicados na aparição do câncer dos ovários. E os dados sobre o câncer da próstata conduzem a conclusões similares.

A própria Organização Mundial de Saúde (OMS), afirma que o número de homens que padecem deste câncer na China, é de 0,5 por cada 10.000 enquanto que no Reino Unido o número é 70 vezes maior. A chave está pois, sem dúvida, no consumo de lácteos.

Para a professora Plant, o leite de vaca é um grande alimento... mas só para os bezerros! E afirma, convencida, que a natureza não o destinou para ser consumido por nenhuma outra espécie! De fato, estou convencida — conclui — de que salvei a minha vida por deixar de consumir leite de vaca e seus derivados.

Só desejo que a minha experiência possa servir a mais mulheres e homens que, sem o saberem, podem estar, ou virem a estar, enfermos por causa dos lácteos que consomem.

Em seu livro, para além de detalhes da sua própria experiência e dados interessantes sobre suas investigações acerca dos efeitos do leite de vaca sobre nossa saúde, reconhecem-se uma série de recomendações nutricionais que se resumem em alimentar-se basicamente de leite de soja, chá de ervas, sementes de sésamo, tofú, nozes, muita fruta e verduras frescas.

Fontes:
[1] http://terapiafloralon-line.blogspot.com/
2.
www.janeplant.com/

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terça-feira, setembro 28, 2010

 

O Celibato e a Barriga

"Amor só de mãe", frase popular.

Os celibatários começam a mudar seu interesse das mulheres para a comida. Você pode olhar para os saniássins indianos (e as estátuas de budas), os assim chamados mahatmas, e você sempre os achará muito gordos, com barrigas enormes. E a razão é que toda a sexualidade deles perverteu-se. Eles começaram a focar a libido no alimento.

Comida e sexo estão profundamente relacionados, muito intimamente relacionados, desde o comecinho da vida encarnada. A comida é necessária para a sobrevivência do indivíduo e o sexo é necessário para a sobrevivência das espécies. O sexo é exatamente como a comida para as espécies e a comida é como sexo para o indivíduo. Sem comida o indivíduo morrerá, sem o sexo as espécies morrerão.

Se você começa a reprimir sua sexualidade, então, o escape natural é do amor para o almoço! Isso não é coincidência. Olhe para uma fotografia de Swami Shivananda Maharaj. Toda a sua vida ele falou sobre iôga e meditação, mas vendo seu retrato, parece que ele esteve apenas comendo e comendo o tempo todo. Ele não podia andar - ficou gordo demais. Não podia erguer suas próprias mãos - elas ficaram tão pesadas que duas pessoas tinham que carregar suas mãos!

Portanto, não se torne muito interessado em almoço, isso pode ser perigoso. A menos que o celibato aconteça por conta própria, naturalmente, como uma consequência de profunda consciência-alerta, ele vai ficar focado numa coisa, ou noutra - vai descobrir um escape. E a comida está muito próxima.

A criança, desde a mais tenra idade, torna-se associada à idéia de comida e amor. Eles se tornam quase que dois aspectos da mesma moeda, porque ele recebe amor da mãe e também o alimento da mãe. O seu objeto de amor e o seu objeto de alimento é o mesmo, a mãe. Não somente a mãe, mas principalmente o seu seio: ela recebe o alimento do seio e, também, o calor e o sentimento de amor.

Há uma diferença: quando a mãe ama o filho, o seio tem uma sensação diferente e uma vibração diferente. A mãe tem um grande prazer com a criança alimentando-se no seu seio - é um estímulo à sexualidade da mãe. Se a mãe está realmente apaixonada pelo filho, ela chega quase a uma alegria orgástica. Seus seios são muito sensíveis - eles são a zona mais erótica do corpo dela. Ela começa a se excitar e a criança começa a sentir isso. A criança começa a tomar ciência do fenômeno de que a mãe está tendo prazer. Ela não está simplesmente alimentando-a, ela está tendo prazer naquilo.

Mas quando a mãe dá o seio apenas por necessidade, então, o seio é frio - não há o calor nele. A mãe está sem vontade, está com pressa. Ela quer acabar logo com a mamada, tão rapidamente quanto possível, e a criança sente isso. Fica muito aparente que a mãe está fria, não está amando, não tem calor. Ela não é realmente uma mãe. O filho parece indesejado, ele sente-se indesejado. A criança se sente desejada somente quando a mãe tem prazer com a criança alimentando-se no seu seio, quando aquilo se torna quase um relacionamento amoroso, quase um relacionamento orgástico. Somente então a criança sente o amor da mãe, sente-se necessária à mãe. E ser necessário à mãe é ser necessário à existência através da mãe. Seja qual for a sua idéia sobre a mãe, essa vai ser a sua idéia sobre o mundo.

Uma criança que não foi amada pela mãe, vai sentir-se alienada na existência - ela se sentirá um forasteiro, um estranho. Ela não pode crer em Deus, não pode confiar na existência. Se ela não pôde nem ao menos confiar na mãe, como pode confiar em mais alguém? A confiança torna-se impossível. Ela duvida, ela suspeita - ela fica continuamente em guarda, com medo, apavorada. Ela encontra inimigos, competidores, em toda parte. Ela tem medo de ser esmagada e destruída o tempo todo. O mundo não parece ser um lar para ela, absolutamente. Ela não pode ser religiosa.

A religião nasce, o primeiro vislumbre religioso acontece à criança, no seu relacionamento com a mãe. Se este relacionamento está envenenado, então, algo bem na fonte está envenenado. Então, torna-se muito difícil levar religião à criança. Então, ela precisa de grande psicoterapia, então, ela precisa de um longo, longo, e árduo processo doloroso de retorno, de modo que ela possa desenredar todas as suas memórias horrorosas, de modo que ela possa se livrar de todas as suas velhas associações. A menos que isso aconteça, ela não se sintonizará com nenhuma abordagem religiosa em direção à existência.

O ateísmo nasce do relacionamento - do primeiro relacionamento, da primeira familiaridade -, e este é com a mãe, principalmente com o seio da mãe. Se a mãe está feliz, se tem prazer na amamentação, então, o filho jamais comerá demais, porque ele confia - ele sabe que a mãe está sempre presente. Sempre que ele estiver com fome, suas necessidades serão satisfeitas. Ele jamais come demasiadamente.

A criança bem-amada permanece saudável. Ela não é nem magra, nem gorda - mantém o equilíbrio. Mas, se a mãe é fria, se a mãe está ali sem querer estar, então, a criança começa a engordar demasiadamente, porque ela sente medo - quem sabe se depois a mãe estará ali, ou não? Ela se enche em sua capacidade máxima; a barriga começa a crescer.

Todas as crianças pobres têm barrigas grandes pela simples razão de que sua mãe tem de sair para o trabalho o dia todo - elas sentem falta da mãe. Ela pode voltar à noite - cansada, exausta, sem disposição para o amor ou para o calor do afeto. O filho parecerá uma carga. E uma vez que a associação da criança tiver passado do amor para a comida, então toda a sua vida será uma complexidade desnecessária.

Não é por acaso que, na Índia, onde o celibato foi proposto durante séculos, exaltado por séculos, as pessoas se tornaram viciadas em comida. Tantos molhos que você não encontrará em nenhum outro lugar do mundo, e tantas espécies de comida! A razão é que a vida amorosa das pessoas está faminta e elas têm de preenchê-las de algum modo, estufando-se de algum modo com comida.

Fonte:
Osho, Zen - A Transmissão Especial, Madras Editora, 1999. ISBN 85-7374-182-1.

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quinta-feira, fevereiro 04, 2010

 

Preguiça e Depressão

"Dos sete pecados capitais, o pior é a preguiça"

A preguiça aumenta a probabilidade de depressão. E depressão mata. Veja a informação abaixo [1].

Exercícios reduzem o risco de depressão em câncer

Mulheres com câncer de mama que se exercitam regularmente têm menos risco de sofrer de depressão. Essa é a conclusão de um estudo realizado na Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos. Os autores entrevistaram 1.399 mulheres seis meses após o diagnóstico e, novamente, depois de 18 meses.

Os pesquisadores constataram que mulheres que se exercitavam (não tinham preguiça!) durante pelo menos duas horas por semana tinham 42% menos risco de sofrer da doença. O benefício observado foi relacionado a todos os tipos de atividade física.

Outra conclusão do estudo é que o consumo regular de chá, especialmente o chá verde, também teve uma associação com menor risco de depressão. O artigo foi publicado no "Journal of Clinical Oncology"

Referência:
[1] Jornal Folha de S. Paulo, Caderno Equilíbrio, pg. 11, 4 de fevereiro de 2010

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quarta-feira, fevereiro 03, 2010

 

Câncer e Axilas


A principal causa de câncer de mama (seio) é o uso de anti-perspirante.

A maioria dos produtos usados nas axilas ("suvaco") contra o mau cheiro do suor nessas regiões é uma combinação de desodorante com anti-perspirante (este geralmente contém o elemento químico alumínio). Vá no seu banheiro e confira: desodorante não tem problema, anti-perspirante tem.

Por que? O corpo humano possui algumas áreas preferenciais que ele usa para expulsar toxinas: atrás dos joelhos, atrás das orelhas, área das virilhas, e as axilas. As toxinas são expulsas na forma de perspiração (suor).

Anti-perspirantes, como o nome claramente indica, evita que você perspire (sue), dessa forma inibindo o corpo de expulsar as toxinas através das axilas.

Essas toxinas não desaparecem por um passe de mágica. Neste caso, o corpo as depositam nos nódulos linfáticos em baixo dos braços, já que ele não consegue suá-las para fora do corpo.

Quase todos os tumores cancerosos de seio ocorrem no quadrante superior externo da área do seio (mama). Isto é precisamente onde os nódulos linfáticos estão localizados.

Os homens têm menos probabilidade (mas não estão isentos) de desenvolver câncer de seio devido ao uso de anti-perspirantes porque a maior parte do produto anti-perspirante acaba ficando nos pelos das axilas e não fica aplicado diretamente na pele daquela região.

As mulheres que aplicam o anti-perspirantes logo após barbear as axilas aumentam mais ainda o risco porque o barbeamento causa cortes imperceptíveis na pele que permite a entrada dos produtos químicos no corpo a partir da área das axilas.

A segunda maior causa de câncer de seio em mulheres é o uso de sutiãs (com bordas de arame, para realçar o seio, aqueles que são muito apertados), conforme já explicamos no passado neste blog. A circulação nos seios e em baixo dos braços fica reduzida ou mesmo cortada nesses casos, restringindo a remoção pelo sistema linfático das toxinas corporais, a principal causa de câncer.

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quarta-feira, dezembro 02, 2009

 

Câncer de Mama


Muitas vezes os métodos usados para fazer o diagnóstico de uma doença cooperam para o agravamento da doença. É o caso, por exemplo, do método atual de fazer diagnóstico de câncer de mama utilizando a radiação ionizante chamada de raio-X, conforme informado no artigo abaixo [1].

Radiação eleva risco em mulher com histórico

A radiação das mamografias e dos exames usando raios-X aumentam o risco de mulheres com histórico familiar ou predisposição genética desenvolverem câncer de mama. A constatação é de um estudo holandês com dados de 12 mil mulheres com alto risco para a doença.

Os pesquisadores aconselham que as pacientes com este perfil (ideal: todas as pacientes!), especialmente as que têm menos de 30 anos, procurem outros diagnósticos, como ressonância magnética (ou ainda melhor, usar termografia, um método passivo!).

Mulheres que foram expostas à radiação da mamografia ou do raio-X antes dos 20 anos e as que passaram por ao menos cinco exames, tiveram 2,5 vezes mais chances de ter câncer de mama.

Segundo Robert Smith, da American Cancer Society, os riscos da radiação em mulheres jovens já são conhecidos (mas não é amplamente divulgado para o público, não é mesmo Mr. Smith?).

Referência:
[1] Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 2 de dezembro de 2009.

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terça-feira, agosto 11, 2009

 

Câncer e Amamentação


Amamentar reduz risco de câncer de mama

A amamentação reduz em 59% o risco de desenvolver câncer de mama em mulheres com histórico familiar desta doença. A conclusão é de um estudo norte-americano da Universidade da Carolina do Norte. Os autores analisaram dados de mais de 60.000 mulheres. Entre as que tinham mãe ou irmãs com a doença, o risco do tumor foi menor nas que haviam amamentado seus filhos. O benefício não teve relação com a duração do período de aleitamento. Os autores ainda não sabem quais mecanismos promovem este efeito.

Fonte: Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 11 de agosto de 2009.

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sexta-feira, julho 17, 2009

 

As Mamas dos Homens


Não é da natureza humana masculina o desenvolvimento das mamas em qualquer época de sua vida. No entanto, se você for a uma praia ou a uma piscina, você irá ver uma grande porcentagem de adultos e até crianças, do sexo masculino, com os seios bem salientes. Por que isso ocorre? Porque o nosso corpo armazena o seu material tóxico em muitas partes do nosso organismo, e as mamas é um desses locais de acúmulo de toxinas. Até nas mulheres, seios volumosos naturalmente (sem implante artificial de silicone) é sinal de excesso de toxinas no corpo (portanto, com maior probabilidade de ter câncer no seio). O normal é o seio feminino apenas se avolumar no período da gravidez. Portanto, se você for um ser humano do sexo masculino e já está com seios hipertrofiados, tome esse fato como um alerta de que o acúmulo de material tóxico em seu corpo já está excessivo.

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sábado, junho 27, 2009

 

Câncer de Seio

"A época de consertar o telhado é quando o sol está brilhando", John F. Kennedy

Em outras palavras, é melhor prevenir o surgimento de uma doença no seu corpo do que tentar curá-la após ela se manifestar. As recomendações abaixo podem contribuir para prevenir o surgimento de câncer de mama/seio ou, se ele já se manifestou, pode contribuir para fazer ele regredir.

Tradicionalmente, tem-se recomendado o auto-exame do seio como uma forma simples de diagnóstico para as mulheres detectarem qualquer coisa de anormal em seus seios. Ele é auto explicativo, pois você simplesmente apalpa seus seios regularmente, procurando detectar qualquer caroço suspeito. Se você encontrar algo não usual, você provavelmente será encaminhada para uma estratégia de diagnóstico convencional, usando a técnica da mamografia (gerando um mamograma).

Infelizmente, para se obter um mamograma usa-se radiação ionizante com uma dose relativamente alta, que pode contribuir para o desenvolvimento do câncer de seio. A mamografia expõe o seu corpo a uma radiação que pode ser 1.000 vezes maior do que aquela usada para tirar o raio-X do tórax, que todos nós sabemos que tem o risco de causar câncer. Na mamografia os seus seios são comprimidos fortemente, o que pode levar a um espalhamento perigoso das células cancerosas, se elas existirem. E, se você acabar fazendo uma biópsia, isto também pode ter conseqüências adversas. Se eu fosse uma mulher, eu não usaria esses procedimentos já que existem opções muito mais seguras disponíveis [1].

Minha opção favorita é a termografia, que mede a radiação do calor infravermelho que emana naturalmente do seu corpo e traduz esta informação em imagens anatômicas.

É útil focar nos fatores que contribuem para o surgimento do câncer de seio. A terapia de reposição hormonal (TRH) era aceita como um procedimento seguro, mas a uns 10 anos atrás ficou provado que ela aumenta drasticamente o seu risco de ter câncer no seio.

Um estudo fez a descoberta surpreendente que a TRH, ou apenas com estrogênio ou com estrogênio-mais-progestina estava associada com um aumento de 70% no risco de câncer de seio, quando a terapia foi feita por 5 anos dentro dos 6 anos precedentes do diagnóstico do câncer.

Isto também é verdadeiro para as pílulas de controle da natalidade (pílulas anticoncepcionais). Elas são hormônios sintéticos que podem ser até pior que o Premarin. Portanto, é recomendável evitar o uso de pílulas anticoncepcionais assim como as abordagens tradicionais de TRH. Os hormônios bioidênticos é uma alternativa mais segura e não parecem contribuir para o câncer de seio como as suas contrapartes sintéticas.

Dois outros importantes componentes relacionados ao câncer de seio são:

Seus níveis de vitamina D: Se você elevar seus níveis de vitamina D para cerca de 60 a 80 ng/ml, isso irá virtualmente eliminar o seu risco de ter câncer de seio. O câncer de seio é particularmente sensível à vitamina D, portanto é muito importante você monitorar regularmente a sua condição de vitamina D com um teste adequado. Existem muitas variáveis que evitam que seu corpo otimize a vitamina D gerada pela sua exposição ao sol, e não existe outro caminho para determinar os seus níveis senão através de testes laboratoriais, usando um laboratório de boa reputação.

Seus níveis de insulina em jejum: É importante lembrar que seu nível de insulina em jejum devem ser tomados após 8 a 12 horas de jejum. Idealmente a sua insulina deve estar em torno de 2 ou 3. Quanto maior o seu nível, pior a situação. Pacientes com câncer de seio com altos níveis de insulina no sangue estão mais sujeitos a morrer dessa doença. Pesquisadores descobriram que os níveis de insulina podem prever se o câncer de mama de uma mulher tem mais probabilidade de aparecer novamente após a terapia.

Outras medidas preventivas incluem comer e dormir corretamente. Na alimentação você precisa tomar cuidado com as gorduras que você ingere. Praticamente, todas as pessoas precisam aumentar sua ingestão das gorduras saudáveis de ômega-3. Além disso, deve-se eliminar todas as gorduras trans (gorduras processadas e aquecidas), pois a combinação da deficiência de ômega-3 com um excesso de gorduras de baixa qualidade tipo ômega-6 é um desastre, com relação à produção de câncer de seio que é sensível à vitamina D.

Primeiro, certifique-se que você está dormindo em um local com escuridão completa. Se você precisar de uma luz para ir ao banheiro à noite, use uma lanterna de luz vermelha. A luz vermelha tem um comprimento de onda em torno de 600 nanometros que não estimula a sua glândula pineal e, com isso, perturba a sua produção de melatonina. Se você usa um despertador elétrico, evite aqueles que usam luzes LED azuis, pois são os piores, já que elas estimulam a sua glândula pineal e interrompe a produção de melatonina.

A segunda parte consiste em expor a si mesmo à claridade brilhante do sol durante o dia. É a combinação destas duas estratégias que irá otimizar a produção natural de melatonina pelo seu corpo, o que irá certamente reduzir o seu risco de desenvolver câncer de seio.

Além disso, as emoções quase sempre constituem um fator relevante no surgimento de qualquer tipo de câncer, e devem ser tratadas adequadamente.

Outro fator que contribui para o surgimento de câncer no seio, que já comentamos anteriormente neste blog, é o uso de sutiãs [2]. O uso desse apetrecho leva a um bloqueio da circulação linfática na região do seio, o que aumenta a probabilidade de câncer naquela região. Foi verificado que quanto mais horas diárias uma mulher usa sutiã, maior a sua probabilidade de ter câncer no seio. Mulheres que não usam sutiã têm a mesma probabilidade de ter câncer de seio que os homens.

Referências:

[1] http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/06/27/Stop-Read-This-BEFORE-You-Get-that-Mammogram.aspx

[2] http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2005/04/o-suti-assassino.html


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quinta-feira, março 08, 2007

 

Apague a Luz: A Luz que Mata !


Vários estudos populacionais têm mostrado uma clara ligação entre a exposição de mulheres à luz durante a noite e a incidência de câncer no seio [sobre este problema, em particular, vide também a postagem de 20.abr.05, "O Sutiã Assassino", neste blog]. Uma ligação semelhante foi mostrada para o câncer de próstata em homens. O risco aumenta muito para:


1. Pessoas que não vão dormir antes de 1:30 horas.
2. Pessoas com os quartos de dormir mais iluminados.
3. Pessoas que trabalham à noite (quanto mais tempo trabalhar à noite, maior o risco).

O estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute (USA) conclui que isto ocorre como resultado da supressão crônica de melatonina - um hormônio anti-câncer que é produzido pelo nosso corpo apenas quando estamos no escuro.

Como podemos combater este mal? Estudos sobre sono mostram que 9,5 horas de sono é o ideal para o ser humano, com pelo menos 3,5 horas antes da meia-noite. Isso significa irmos para a cama entre 20 e 21 horas e levantar lá pelas 6 horas da manhã. Se isso não for possível para você, vá para cama o mais cedo possível, levante o mais cedo possível; você pode começar tentando antecipar de 15 a 30 minutos sua ida para a cama, por exemplo. Já ajuda! Outro ponto crítico é deixar o quarto completamente escuro, eliminando as luzes dos paineis dos aparelhos eletrônicos [ex: luz de "stand by" do televisor, etc] e a luz da iluminação pública que entra no seu quarto de dormir [use cortinas para bloquear essa iluminação]. Se nada disso for possível para você, procure compensar o prejuízo melhorando outros aspectos de sua vida [1].

Um bom sono reparador para todos, Rui.

Referência:
[1] Blog Perfect Health: http://perfecthealth-rui.blogspot.com






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