sexta-feira, dezembro 22, 2023

 

O Milagre dos Alimentos Vivos

 O Milagre dos

Alimentos Vivos

Dra. Kirstine Nolfi
HUMLEGAARDEN
para uma alimentação saudável

Sumário

1  Introdução
2  Minha experiência com os alimentos vivos
    2.1  Médico, cura-te a ti mesmo!
    2.2  Converti-me em médica que tenta curar os pacientes ... e fui condenada
    2.3  Curando sem medicamentos
3  Detalhes sobre a alimentação regeneradora
    3.1  Nenhuma leucocitose com alimentos crus
    3.2  O equilíbrio ácido-básico
    3.3  Como fazemos a transição
    3.4  Valor nutritivo da alimentação crua
    3.5  Como envelhecemos prematuramente
4  Benefícios da alimentação viva
    4.1  Gravidez e maternidade felizes
    4.2  Crianças sadias
    4.3  O adulto e o idoso
    4.4  Contra as doenças
    4.5  No animal
5  Virtudes do alho
6  Para deixar de ser obeso
    6.1  Obesidade e superalimentação
    6.2  Superalimentação por alimentos empobrecidos
7  A alimentação crua em condições específicas
    7.1  O sistema nervoso, o alcoolismo, o fumo e a diabete
    7.2  O câncer
    7.3  A debilidade cardíaca
    7.4  Carência de minerais e doenças
    7.5  O que pensar dos medicamentos químicos
8  Solo, alimento e saúde
    8.1  A vida em Humlegaarden
    8.2  Regeneração do solo
9  Resultados obtidos
    9.1  Acne
    9.2  Angina do peito
    9.3  Asma
    9.4  Câncer
    9.5  Diabete
    9.6  Difteria
    9.7  Hidropisia (acúmulo anormal de líquido)
    9.8  Hipertensão
    9.9  Menstruação
    9.10  Obesidade
    9.11  Poliartrite
    9.12  Prisão de ventre
    9.13  Tumor cerebral
10  Conclusão

1  Introdução

     Este livro valioso apresenta a experiência da médica Kirstine Nolfi - uma das mais eminentes defensoras da saúde pública na Dinamarca - com o poder de cura dos alimentos vivos. O relato do sucesso da alimentação crua no seu sanatório naturista, o "Humlegaarden", foi traduzido para diversas línguas e agora é oferecido pela equipe da TAPS aos leitores de língua portuguesa.

     Nascida em 1881, a Dra. Kirstine Nolfi formou-se em medicina em 1907 e passou os doze anos seguintes trabalhando no Hospital Comunitário em Copenhague e em diversos hospitais infantis na Dinamarca. Teve consultório próprio em Copenhague e foi reconhecida como especialista em doenças infantis.

     A partir de 1945, dirigiu o Sanatório de Crudivorismo Humlegaarden, na Dinamarca.

     Escreveu apenas dois pequenos livros sobre a sua experiência, que foram traduzidos em diversas línguas.

     As experiências dessa famosa médica dinamarquesa, venerada por seus pacientes agradecidos como a nenhuma outra, não podem ser esquecidas. Consideramos quase uma obrigação trazer suas experiências ao público de língua portuguesa.

2  Minha experiência com os alimentos vivos

2.1  Médico, cura-te a ti mesmo!

     O que me motivou como médica a adotar uma alimentação composta exclusivamente de frutas e hortaliças cruas? Isso foi consequência de adoecer de câncer da mama.

     Como de costume, a doença foi precedida por um período de alimentação deficiente e hábitos de vida errados, principalmente nos 12 anos de trabalho no hospital, um período em que sofri constantemente de prisão de ventre e gastrite. Certa vez, quase morri devido a uma hemorragia causada por úlcera gástrica.

     Foi nessa ocasião que aboli carne e peixe de minha alimentação, tornando-me vegetariana. Entretanto, foi bem mais tarde que comecei a comer frutas e hortaliças cruas, aumentando a quantidade gradativamente. Minha digestão melhorou, assim como a saúde, porém, ainda não estava me sentindo realmente bem.

     Após uns 10 anos de uma alimentação que consistia em 50% a 75% de hortaliças e frutas cruas, sentia um cansaço constante, mas não conseguia diagnosticar nenhuma causa definida. Na primavera de 1940, descobri, por acaso, um pequeno nódulo na mama direita. Muito cansada, não dei atenção. Assim, fiquei apavorada quando, cinco semanas mais tarde, descobri, também por acaso, que o tumor havia crescido ao tamanho de um ovo e estava aderido à pele. Somente o câncer age assim.

     Em um Congresso de Oncologia na Finlândia, havia ouvido de um eminente oncologista "O tratamento habitual do câncer é apenas um paliativo, pois não sabemos qual é a sua causa". Portanto, decidi, na hora, que não deveria me submeter a esse tratamento. Mas então, o que fazer? Tinha que tomar providências sérias ou logo iria morrer de câncer. Decidi, então, seguir uma alimentação 100% crua. Com a minha própria vida em jogo, fui obrigada a provar o valor de uma alimentação regular desse tipo.

     Parti em busca da Natureza. Comecei imediatamente. Fui morar em uma barraca, numa pequena ilha do Kattegat e comia exclusivamente alimentos crus. Tomava banhos de sol algumas horas por dia, quando o tempo permitia. Quando o calor era muito forte, mergulhava no mar.

     Durante os dois primeiros meses, continuei muito cansada e o tumor não diminuiu. Foi então que minha recuperação teve início. O tumor diminuiu e comecei a recuperar a energia. Há muitos anos eu não me sentia tão bem.

     Antes, havia consultado o Dr. Hindhede, renomado médico dinamarquês, que recomendou que não me submetesse a uma biópsia. Ambos sabíamos que essa intervenção iria abrir vasos sanguíneos, ajudando o câncer a se espalhar. Portanto, desisti dessa idéia.

     Quando já estava me sentindo bem - após um ano alimentando-me 100% de frutas e hortaliças cruas - voltei à minha alimentação anterior vegetariana de 50% a 75% de alimentos crus. Isso, porém, não deu certo. Três ou quatro meses depois, comecei a sentir dores agudas no seio, no ponto em que o tumor havia aderido à pele. A dor aumentou nas semanas seguintes e percebi que o câncer estava crescendo novamente. Voltei à alimentação 100% crua. A dor passou rapidamente, assim como o cansaço que antecedera o reaparecimento do problema.

2.2  Converti-me em médica que tenta curar os pacientes ... e fui condenada

     Como médica, eu queria usar minha experiência para ajudar os outros. Meu marido e eu construímos, na nossa casa, um solário com capacidade para acomodar quatro ou cinco pessoas no verão seguinte. Todos comíamos alimentação vegetariana 100% crua e os pacientes se recuperaram.

     A alimentação consistia exclusivamente de hortaliças e frutas cruas e tudo correu bem. Entretanto, eram poucos doentes para comprovar a experiência. Compreendi que, para ser comprovada, essa causa teria que ser defendida em condições bem diferentes e em maior escala. Então, vendemos nossa casa em Copenhague e compramos uma propriedade, Humlegaarden, ao sul de Elsinore, onde instalamos um sanatório em 1950.

     Durante esses acontecimentos, as autoridades médicas começaram a notar os bons resultados obtidos com o meu tratamento natural e não gostaram! Quando um dos meus doentes morreu de diabete porque me procurou tarde demais, as autoridades médicas me responsabilizaram pela sua morte, alegando que eu não lhe havia ministrado insulina suficiente.

     Fui intimada a comparecer ao Tribunal de Justiça, embora a autópsia tenha revelado que o fígado do doente não estava mais em condições de funcionar e ele teria morrido de qualquer maneira, mesmo que eu tivesse lhe dado mais insulina.

     O juiz e os dois jurados - um ferreiro e um lavrador - me julgaram culpada e fui proibida de exercer a medicina por um ano. Se os tribunais fossem julgar todos os médicos responsáveis pela morte de seus doentes, nenhum médico teria possibilidade de exercer sua profissão. Se eu tivesse tratado o meu paciente apenas com medicamentos e ele tivesse morrido, nada teria me acontecido. Mas, como eu o estava tratando com métodos naturais, fui condenada.

     Pouco tempo depois, fui novamente acusada, devido ao falecimento de dois doentes - um de câncer e o outro de tuberculose. O doente com câncer não conseguiu seguir a dieta de alimentos vivos devido à guerra, quando frutas e hortaliças cruas eram difíceis de encontrar. A doente tuberculosa morava muito longe de mim e eu a havia visto apenas uma vez; ela, também, não seguiu a dieta dos alimentos vivos e morreu.

     Fui novamente acusada por meus antigos colegas como responsável pelas duas mortes e intimada a comparecer ao tribunal. Dessa vez, o júri era formado por dois homens de idéias avançadas, que se recusaram a me responsabilizar pelo falecimento dos dois doentes. O juiz não concordou com os jurados e ficou do lado dos médicos. Assim, fui julgada culpada de imperícia médica.

     Eu poderia ter recorrido contra a sentença, mas estava muito cansada e exausta de lutar sozinha contra meus antigos colegas, organizados em um poderoso cartel. Por orientação do meu advogado, submeti-me ao acordo que ele havia combinado com o tribunal. Fui forçada a assinar um documento comprometendo-me a nunca mais praticar a medicina na Dinamarca.

2.3  Curando sem medicamentos

     Assim, deixei de tratar meus pacientes com medicamentos e, desde então, os tratei todos com métodos naturais - isto é, com alimentos vivos. Os resultados têm sido impressionantes. O sanatório, Humlegaarden, tem sempre uma lista de espera. Não lamento ter rompido com a profissão médica e estou feliz por ter enveredado pelo caminho da cura natural.

"Muitos doentes ainda acham que existe um medicamento especifico,
milagroso e infalível para cada doença.
Acreditam que não precisam dar muita atenção
à alimentação e ao estilo de vida.
Essa é uma crendice perigosa muito fomentada,
porque é muito difícil pesquisar e eliminar as causas das doenças -
mas muito cômodo controlar apenas os sintomas."

Dr.Mikkel Hindhede

     Graças à perseguição de meus antigos colegas, minha reputação cresceu enormemente em todos os países escandinavos. Essa propaganda foi mais proveitosa do que qualquer propaganda paga. Meus antigos colegas agiram como agentes de propaganda e tenho recebido publicidade grátis em todos os jornais escandinavos.

     Durante a perseguição que sofri, fui chamada de charlatã, mas agora os médicos mudaram de opinião. Aos doentes que lhes comunicam os bons resultados obtidos em meu sanatório, dizem que sou uma boa psicóloga e uma boa pessoa. Eles não querem admitir que os alimentos vivos causaram os bons resultados.

     Tenho certeza de que os alimentos vivos vão se espalhar por todo o mundo e ajudar a livrar a humanidade sofredora de doenças do corpo e da mente.

3  Detalhes sobre a alimentação regeneradora

3.1  Nenhuma leucocitose com alimentos crus

     Devo aqui mencionar a leucocitose fisiológica. O termo é derivado de "leucócito", nome oficial dos glóbulos brancos do sangue. Normalmente, um mm3 de sangue contém 6.000 - mas quando comemos alimentos mortos - principalmente doces e bolos - o número de leucócitos no sangue até triplica, chegando a 18.000 mm3. Como os leucócitos são os defensores do organismo e sempre aparecem quando há perigo, percebemos que o sangue está fortemente envenenado pelos alimentos mortos que comemos. Imaginem o trabalhão que a produção de tantos leucócitos impõe ao organismo várias vezes ao dia. O resultado pode ser uma leucemia fatal.

     O consumo regular de frutas e hortaliças cruas nunca causa leucocitose fisiológica ou digestiva.

     Os produtos naturais constituem uma unidade em que os componentes são equilibrados em proporções exatas. Quando separamos suco e matéria seca, as duas partes se tornam incompletas. Além disso, ao tomar o suco sem salivação e beber mais do que o suco gástrico é capaz de digerir, estamos nutrindo nossa doença e não nossa saúde.

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domingo, janeiro 29, 2023

 

Concepção Imaculada: As Mães Virgens

 A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:


1. O método sexual usual (epigênese), compartilhado com os animais e aceito atualmente pela medicina, em que há a contribuição de substância do homem (esperma), através de um procedimento natural (coito) ou artificial (inseminação artificial).

2. O método não-sexual superior (partenogênese), em que não há qualquer participação do homem no fornecimento de material genético.

Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.

O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].

No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?

A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956: 

"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação: 

"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."

Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".

Eis como se deu a degradação da raça humana:  Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).

A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.

A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos: 

1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!

2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.

3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem. 

4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.

5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.

6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.

Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.

Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.

A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.

A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).

A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética. 

No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.

Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.

Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:

1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.

Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.

Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.

Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.

A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.

Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.

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domingo, novembro 01, 2020

 

A Nave Espacial Lua

Alguns trechos de [1].

A Lua é uma construção artificial (ou um planeta escavado por dentro) que foi lá colocada para controlar a vida na Terra. Existem grandes anomalias na Lua. Não tem campo magnético, mas suas rochas são magnetizadas. Tem um fenômeno conhecido como "mascons" (locais com concentração de massa), que são grandes áreas circulares de invulgarmente elevada densidade, com uma correspondente maior força gravitacional local. Os mascons poderão ser uma espécie de construção artificial. Eles estão em vastas áreas de planície lunar, em local conhecido como "maria", onde se pensou antigamente que seriam os mares da Lua. Os reptilianos controlam a Lua e também estiveram envolvidos nas construções megalíticas da Terra, como Stonehenge.

Existem inúmeras indicações que a Lua é oca e já é fato reconhecido que o seu núcleo é muito menos denso que as suas camadas externas. A camada externa mais fina, com uma espessura entre 2,5 e 5 quilômetros, mas que em certos locais é mais espessa, explica porque é que as crateras da Lua não são tão profundas como deveriam ser, se considerarmos os seus diâmetros. Elas são uniformemente rasas. Os corpos estranhos que se chocam com ela não conseguem penetrar mais fundo, devido a uma "base de cerca de 32 quilômetros de espessura". 

A Lua não é verdadeira, ela é artificial e está a ser usada para controlar a vida no nosso planeta. A Lua tem uma gigantesca influência nas marés - muito mais que o Sol - e como o corpo humano é constituído por cerca de 70% de água, é natural que ela tenha uma grande influência sobre nós, mesmo só neste nível. A Lua dita também grande parte do nosso relacionamento com o tempo e o termo inglês "month" (que significa mês) deveria ser, na realidade, "moonth" (já que Lua é moon, em inglês), um período de tempo que se baseia nos ciclos da Lua. A percepção de que a Lua é uma gigantesca nave espacial é o nó que ata todas as pontas, não só em relação às anomalias lunares, mas também em relação à vida na Terra e à conspiração para escravizar toda a humanidade. A realidade é que os reptilianos na Lua e em bases subterrâneas em Marte (e na Terra), dependem dos humanos e da Terra, para a sua alimentação e para a sua própria sobrevivência. Esta é a principal razão pela qual eles estão tão desesperados a não serem expostos. A água e outros recursos estão constantemente a ser levados deste planeta para a Lua e para Marte, e este não é um fenômeno recente. As antigas lendas Zulus dizem o mesmo.

Os relatos sumérios dos Anunnaki dizem que eles vieram para a Terra para minar ouro e que conceberam a sua população de escravos humanos geneticamente alterados (nós), para fazerem essa tarefa, na África. No início de 2010, o Pakistan Daily publicou uma história que ninguém na imprensa convencional quis pegar. Alegava que vastas quantidades de barras de ouro em todo o mundo, tinham desaparecido, tendo sido substituídas por barras de tungstênio, banhadas a ouro. O tungstênio, aparentemente, tem a mesma densidade que o ouro, até aproximadamente três décimos. O artigo do Pakistan Daily dizia que no tempo da Administração de Bill Clinton, na qual as políticas financeiras eram controladas por Robert E. Rubin (Sionista Rothschild), Larry Summers (Sionista Rothschid) e Allan Greenspan (Sionista Rothschid), mais de 16 mil toneladas métricas de tungstênio foram produzidas numa sofisticada refinaria dos EUA. Subsequentemente, dizia, 640.000 dessas barras de tungstênio receberam o seu banho de ouro e foram enviadas para o reservatório de "ouro" dos EUA, em Fort Knox, onde permanecem até este dia. O artigo dizia que em outubro de 2009, os chineses receberam um carregamento de barras de ouro, para pagar as dívidas, e que o governo pediu que fossem feitos testes muito específicos, para avaliar o seu grau de pureza. Foram feitos quatro buracos pequenos nas barras e o metal foi analisado. Os responsáveis ficaram chocados com a descoberta de que as barras de "ouro" eram falsas. Eram feitas de tungstênio, apenas com uma cobertura de ouro. As barras, segundo continuava o artigo, continham números de série para efeito de monitoração e eles provaram que as barras tinham proveniência nos Estados Unidos e que estavam em Fort Knox há anos. O carregamento consistia alegadamente em 5.600 a 5.700 barras de ouro. A Casa de Rothschild sempre foi a força dominante do mercado de ouro mundial e o preço do ouro era estabelecido diariamente nos gabinetes de N.M. Rothschild, em Londres, desde 1919 até 2004, quando os Rothschild anunciaram que se iam retirar do mercado do ouro. Hum... E se o ouro é essencial para suportar as atividades da Lua? Se assim é, quanto do "ouro" nos gigantescos cofres de todo o mundo, é realmente ouro?

A Lua é um "modus operandi" deste grupo reptiliano. Eles constroem essas gigantescas "esferas" com o objetivo específico de atravessar o Universo e de raptar planetas, tal como o fizeram com a Terra. Os reptilianos conseguem causar o caos geológico quando colocam as suas luas na órbita de um planeta, ou quando as retiram. Foi isso que aconteceu com a "Idade Dourada", que terminou com uma catástrofe biológica e geológica descrita nos relatos antigos e claramente identificada nos registros biológicos e geológicos (Dilúvio, por exemplo). Os antigos culpavam consistentemente os "deuses serpentes" pelo que sucedeu à Terra, mas como é que eles poderiam ter desencadeado tais cataclismos e alterações na Terra? Agora sabemos, pelo menos em parte, porque muitos outros desastres aconteceram com a chegada da Lua. Não existia a Lua na posição que a vemos hoje, em tempos muito antigos. A Lua é uma arma reptiliana. Muitos países do Oriente Médio possuem uma Lua na sua bandeira, cultuando os reptilianos.

Existem muitas lendas por todo o mundo que descrevem a Lua como uma "carruagem" dos deuses e das deusas. Para os xamãs Zulus a Lua é oca e que é a casa de Pitão, ou "Chitauri" - aquilo a que chamo Reptilianos. As lendas dizem que a Lua foi trazida para cá há centenas de gerações atrás, por dois irmãos, Wowane e Mpanku, que eram os líderes dos Reptilianos. Eles eram conhecidos como os "irmãos água" e tinham  pele escamada, como um peixe. Isso corresponde aos relatos Sumérios e Mesopotâmicos sobre os líderes dos Anunnaki, os irmãos Enlil e Enki (Senhor da Terra). O último era conhecido como o deus da água, sob o nome de "Ea". As lendas dizem que a deusa da Lua era Semiramis. Os mitos Zulu dizem que os Reptilianos vêm para a Terra quando a Lua está no seu máximo brilho - a lua cheia, quando abundam os rituais satânicos por todo o mundo e quando as lendas falam em pessoas que se transformam em lobos ou que os vampiros saem à rua.

A adoração do deus Lua, sob nomes como "Sin", "El" e "Allah" faz agora sentido, tal como as inúmeras expressões de adoração à deusa Lua. Trata-se tudo de adoração aos deuses Reptilianos, sediados na Lua, que se estão a se alimentar da energia de milhões de humanos que os adoram sob vários nomes, divindades e símbolos. Passa-se o mesmo com as divindades do Sol; para os Zulus, os Reptilianos têm os olhos tão brilhantes como o Sol. O xamã zulu Credo disse que a Terra era muito diferente antes da Lua chegar. Não havia estações do ano e o planeta estava permanentemente envolvido por um manto de vapor de água. As pessoas não sentiam o forte brilhar do Sol e apenas o conseguiam ver através de uma névoa bem aguada. Essa bolsa de vapor de água caiu para o solo da Terra, com a chegada da Lua, sob a forma de um dilúvio. Isso foi simbolizado pelas bíblicas  chuvas de 40 dias e 40 noites. As lendas Zulu dizem que os Reptilianos manipulam a Terra a partir da Lua, onde "vive a Pitão". Credo diz que a "nave-mãe" dos Reptilianos referida nas lendas Zulu era de fato a Lua e foi para lá que eles foram durante os cataclismos do "Grande Dilúvio" que eles provocaram, ao manipular a Lua. A "Arca" (de Noé) não era um barco, mas sim uma nave voadora que levou as pessoas para a Lua, para esperar que a catástrofe terminasse. Credo disse que os Reptilianos vieram para cá - e estão cá - da Lua, num disco voador. Existem contudo, outros meios de "transporte", tais como o teletransporte. "Os répteis receberam a autoridade para estragar as coisas no Universo", disse Credo. A chegada dos reptilianos e da Lua transformaram tudo na Terra. Alterou a rotação da Terra, o seu ângulo do eixo de rotação e trouxe os sistemas de marés mais intensos, que haviam sido outrora muito mais suaves. As mulheres não tinham a menstruação antes da chegada da Lua. Credo disse que os xamãs africanos acreditam que a Lua impede a Terra de ser demasiado fértil e que a Lua e a Terra estão envolvidas em uma guerra silenciosa - "a Lua, cheia de inveja, é uma má irmã para a Terra!. As lendas dizem que os Reptilianos ameaçaram tirar a Lua se os humanos não fizerem aquilo que lhes é dito. É claro que isso iria provocar uma devastação na Terra.

Existem muitos exemplos de folclore à volta do mundo, que mencionam um "tempo antes da Lua". Os autores gregos antigos, Aristóteles e Plutarco, bem como os autores romanos Apollonius Rhodius e Ovídio, todos mencionam um povo a que chamam Proselenes, estabelecido nas terras da Arcádia, porque os seus antepassados estavam lá desde "antes de existir uma Lua nos Céus". Proselene traduz-se como "antes de Selênia" - Selênia é a deusa Grega da Lua e o nome era muitas vezes aplicado à própria Lua. O escritor romano, Censorinus, referiu-se a um tempo há eras atrás, quando não existia Lua. Uma tribo nativa da Colômbia chamada os "Mozces" lembra-se "de um tempo antes da Lua se tornar na companheira da Terra".

Credo diz que os Zulus acreditam que os humanos vieram de um "mundo por entre as estrelas", ao qual ele chama "Mpalalatsani", na constelação de Orion. Credo diz que Mpalalatsani é um mundo paradisíaco e que, de acordo com a lenda, é um "lugar vermelho, com pedras vermelhas, terra vermelha, areia vermelha e mares vermelhos". É dito que houve "uma grande guerra entre os habitantes de Mpalalatsani e que os sobreviventes foram banidos para a Terra, devido à sua luxúria, ganância e outros comportamentos. Os seres humanos foram outrora andróginos e não havia homens nem mulheres (veja [2], para ver reprodução sem necessidade de homens), mas os Reptilianos instigaram a alteração genética sobre os Mpalalatsani, para dividir os humanos originais em masculino e feminino. Os humanos sobreviventes banidos de Mpalalatsani foram trazidos para a Terra, pelos Reptilianos, na Lua. Nela foram transportados todo o tipo de humanos e os diferentes grupos de humanos foram mantidos em compartimentos secretos, dentro da Lua. As lendas Zulus dizem que uma Consciência superior, conhecida  no culto Zulu como a "Árvore da Vida", quer que os humanos se voltem a ligar consigo próprios e com as "forças superiores", mas os Reptilianos, nas palavras de Credo, "querem mesmo estragar as coisas". A Árvore da Vida é outro conceito universal encontrado em todas as culturas antigas e baseia-se no conceito que toda a vida na Terra (os ramos da vida) está relacionada.

Simbolos no Ídolo de Tiahuanaco registram que a Lua entrou na sua órbita entre 11.500 e 13.000 anos atrás. Isso coincide com as estimativas do período do Grande Dilúvio e com o fim da Atlântida e de Mu. A Lua é a chave para compreender como é que a Humanidade e a vida na Terra tem sido e está a ser manipulada por uma força oculta. Ela é o centro das operações Reptilianas e as suas naves espaciais estão constantemente a viajar entre a Lua e as suas bases subterrâneas na Terra; é um portal interdimensional tecnologicamente gerado, que permite que os Reptilianos da Quarta Densidade, outras entidades e energias, entrem na nossa realidade da Terceira Densidade. A Lua é também um dos locais mais importantes para o programa de genética, que produz as linhagens híbridas-Reptilianas. A monarquia "humana" é na realidade uma "lunarquia", tal como o seu maior sistema de controle, o dinheiro, é luainheiro. O sistema de dinheiro/luainheiro vem da hierarquia Reptiliana na Lua e já foi usado para subjugar muitos "nundos" e pessoas. Os Rothschil são os grandes agentes dos Reptilianos à superfície para os sistemas de controle lunar e subterrâneo.

Referências:

[1] David Icke, Raça Humana Ergue-te (O Leão Já Não Dorme Mais), Título original: Human Race, Get Off Your Knees, Cap. 14: Nave Espacial Lua, Editora Lux-Citania (Portugal), 2010. ISBN: 978-989-8249-15-0.

[2] Postagem deste blog, Concepção Imaculada: As Mães Virgens, de 16 de agosto de 2015:  https://www.blogger.com/blog/post/edit/11296179/7021071494840635048

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sábado, setembro 19, 2015

 

A Menstruação: Causas e Cura


A menstruação é um processo patológico e, como as demais doenças, pode ser evitada e curada, se já estiver presente. A menstruação tem causas físicas e psicológicas.

As causas psicológicas principais têm sido sustentadas por duas instituições: a religião e a medicina. A Bíblia Sagrada é um trabalho de homens e não de mulheres; em suas páginas fica muito claro um esquema engenhoso para escravizar as mulheres. O falso ensinamento religioso feito pelos sacerdotes (padres, pastores, papas, etc) baseado neste documento declara que a mulher fica "impura" (durante a menstruação, Levítico 15:19) e que um "sangue impuro" é eliminado pela "mulher pecadora" (amaldiçoada pelo "pecado original", Gênese 3:6) uma vez por mês, e se esse sangue não for eliminado dessa forma, o "fígado iria explodir". Que grande besteira! Um Deus que é Amor, e não é sádico, nunca iria amaldiçoar eternamente uma de suas principais criações (a mulher) com uma doença periódica que causa tanto sofrimento.

Se nos voltarmos ao mundo médico (que ainda vive na Era das Trevas), somos confrontados com a afirmação enganosa de que "a menstruação é uma função normal". Por mais estranho que isso possa parecer, as mulheres acreditam no que os médicos e sacerdotes dizem sobre sua condição humilhante de "impureza", ao invés de jogar fora essa antiga superstição, descobrir a verdade e se livrarem dessa chamada maldição. Convém lembrar que algo "normal", não é, necessariamente, "correto". Por exemplo: é normal para a maioria das pessoas comer cadáveres de animais (bovino, suíno, frango, peixe, etc), mas, apesar disso, isso não é correto (salutar) para a fisiologia humana.

Devido a esse ensinamento antigo e estúpido, as mulheres foram enganadas para acreditar que seu sexo desafortunado, em algum tempo antigo, cometeu um "pecado básico" (Gen. 3:6) que as levou a sofrer eternamente, sendo escravas dos homens (Gen. 3:16). Um mundo médico estúpido, ainda vinculado a superstições, vê essa função feminina como "normal", quando ela é acompanhada de sintomas penosos de doença como dor intensa, angústia mental e perda de uma grande quantidade de fluido vital.

As conclusões de quem estudou seriamente esse assunto é que, primária e fundamentalmente, a menstruação é uma hemorragia. Nenhuma autoridade da Terra pode manter a posição de que uma hemorragia é natural e normal, independente da parte do corpo em que ela ocorre.

Hemorragia não é uma condição de saúde. Portanto, ela é uma condição de doença. É um estado patológico e é sempre prejudicial e, muitas vezes, perigoso. Hemorragia no útero (menstruação) não é mais normal do que uma hemorragia no cérebro (AVC) ou nos pulmões. Ela é menos perigosa apenas porque o útero é menos vital para o bem estar imediato do corpo do que o cérebro e os pulmões.

A velha teoria de que a menstruação é um processo de limpeza, que livra o corpo feminino de materiais ruins e venenosos, levou alguns a acreditar que a amenorréia (ausência de menstruação) permite a retenção de tais produtos no corpo, e que a amenorréia é portanto prejudicial à saúde da mulher. Nenhuma evidência científica foi colhida para sustentar essa falsa crença e, ao contrário, a evidência clínica é exatamente oposta a isso [1].

Autoridades no assunto afirmam que o sangue menstrual é tão puro quanto o sangue nas outras partes da mulher menstruada. Se o sangue em todo o corpo dessa mulher estivesse em um estado saudável, a condição de saúde iria prevalecer, e não ocorreria a menstruação. É um fluxo de sangue poluído que envenena o corpo até o ponto em que a menstruação aparece, não como uma função normal, mas como um estado doentio; e o sangue menstrual é tão puro, ou tão poluído, quanto o sangue em qualquer parte do corpo. E perder sangue não irá melhorar a saúde da mulher, muito pelo contrário.

A mulher foi enganada (mentiram para ela) durante tanto tempo, que ela pensa que ela está normal quando ela está sofrendo dor, e que ela está saudável quando seu fluido vital está saindo de seu corpo. Esta atitude mental equivocada da mulher é, em parte, a causadora da menstruação. Muitas mulheres que acreditam que estão grávidas, mas na realidade não estão, param de menstruar sem qualquer efeito nocivo para a saúde.

A perda de sangue por qualquer parte do corpo prejudica a saúde de qualquer pessoa, e é um impedimento para as funções naturais e para o metabolismo. Nada, excepto a superstição, poderia ter mantido a mulher longe de fazer um estudo aprofundado dessa questão e de descobrir que o sangue não foi feito para ser perdido pela mulher e nem pelo homem. Nenhuma hemorragia é salutar.

Normalmente, o período menstrual é constituído de duas fases: a primeira fase é a saída de uma substância mucosa da vagina, vinda do útero, de cor clara ou branca, chamada de corrimento vaginal ou leucorréia. Com o passar do tempo, esse corrimento vaginal começa a receber uma coloração vermelha e transforma-se na segunda fase de pura hemorragia, chamada de menstruação. Tanto a menstruação como a leucorréia são condições patológicas e que, tendo um modo de vida apropriado, podem desaparecer permanentemente. Se a leucorréia desaparecer (primeira fase), a menstruação (segunda fase) automaticamente cessa.

Os fluidos perdidos na leucorréia são compostos de substâncias vitais importantes para o corpo. Essas substâncias são valiosas e necessárias para a nutrição do cérebro e dos nervos. Por esta razão, as descargas leucorréicas são desvitalizadoras ao cérebro e nervos. A perda desses fluidos é a causa principal das desordens nervosas e mentais, tão comum nas mulheres que menstruam.

Os corpúsculos mucosos presentes na excreção leucorréica são na realidade corpúsculos de sangue no processo de formação. Isso explica porque a mulher que sofre de leucorréia é frequentemente anêmica.

Várias autoridades afirmam que a condição de leucorréia está vinculada a uma dieta errada. O Dr. Ehret afirma que a leucorréia resulta da ingestão de alimentos que formam muco, particularmente as proteínas animais, tais como carne (carne bovina, suína, frangos, peixes, "frutos do mar", etc), ovos e produtos de laticínio (leite, queijo, iogurte, pudim, bolo, etc). Tanto a leucorréia como a menstruação resultam de uma condição inflamatória do útero que surge como efeito de uma dieta muito rica em proteínas. A maioria da população, por influência médica, tem muito medo de ingerir pouca proteína na sua alimentação, quando, ao contrário, deveria ter bastante cuidado para não ingerir muita proteína.

A cura da leucorréia irá resultar no desaparecimento gradual da menstruação, que é um efeito colateral dela. A perda de cálcio através da leucorréia pré-menstrual abaixa a capacidade do sangue de se coagular, o que resulta na hemorragia menstrual. Além da perda de cálcio, outras substâncias valiosas são perdidas através da leucorréia pré-menstrual. Não se deve interferir diretamente na hemorragia menstrual, mas ela pode ser indiretamente evitada eliminando a leucorréia que a precede.

Os desejos e atos sexuais e um ambiente muito erotizado são causas importantes na ocorrência da menstruação, já que prostitutas vivem em uma condição de quase constante hemorragia, enquanto as freiras enclusuradas e mulheres que vivem sozinhas, possuem cada vez menos menstruações, de tal forma que, às vezes, elas mal deixam uma marca no absorvente íntimo. Como a menstruação está diretamente relacionada com a indulgência sexual, verifica-se que entre as mulheres não casadas (solteiras) o fluxo menstrual possui uma menor duração do que entre as mulheres casadas.

Portanto, a primeira coisa essencial para ter um controle da menstruação é evitar totalmente qualquer ato sexual. Mulheres que vivem em castidade absoluta, longe de qualquer excitação erótica, percebem que suas menstruações acabam ficando tão limitadas que quase não deixa marcas na roupa. Ao contrário, mulheres que desfrutam de muito sexo e prostitutas observam que o fluxo menstrual torna-se muito abundante e dura de dez a quinze dias. Metade de suas existências é uma longa menstruação.

As antigas mulheres  guerreiras Amazonas, viviam separadas e não se casavam com homens, pois considerava isso uma escravidão e, como consequência, não menstruavam. Portanto, isso parece indicar que a origem da menstruação é a sujeição sexual da mulher ao homem. Uma conspiração masculina, feita por sacerdotes e médicos, incutiu na mente feminina que a menstruação é algo normal do seu sexo e que deve ser aceito como algo inevitável. Mentira! Isso foi feito para gerar uma supremacia do homem sobre a mulher em nossa sociedade.

Na nossa sociedade atual, o homem é meramente uma degeneração da mulher. O homem situa-se entre a mulher e o macaco (ele é muito mais peludo que a mulher). O homem é o "sexo fraco", e não a mulher. A mulher é o sexo forte. Isso pode ser constatado por inúmeros fatos. Os bebês natimortos do sexo masculino são de trinta a quarenta porcento mais numerosos que os do sexo feminino [1]. Os bebês femininos têm uma taxa de mortalidade menor que os bebês masculinos. Estatísticas de seguro de vida mostram que é mais difícil cuidar de um menino do que de uma menina, do ponto de vista de saúde. As meninas se desenvolvem mais precocemente que os meninos (ficam mais altas), até começarem as menstruações na puberdade [As menstruações começam na puberdade porque até esta idade a saúde da menina já decaiu muito, havendo um grande desequilíbrio em seus hormônios], quando, então, elas param de crescer (devido à perda de cálcio e outros elementos importantes através do fluxo menstrual) enquanto os meninos, que não menstruam (apenas poucos sangramentos pelo nariz), continuam a crescer e passam as moças em altura. A menstruação traz uma parada prematura e não natural tanto no desenvolvimento físico como mental da mulher; a perda de cálcio e fósforo pára o crescimento do esqueleto e a perda de iodo e lecitina causa também uma interrupção prematura do crescimento do cérebro.

Estatísticas mostram a superioridade feminina sobre a masculina em todas as idades, com exceção do período fértil, período entre a primeira e a última menstruação, que suga sua vitalidade feminina. Assim que a menstruação começa, a superioridade das fêmeas sobre os machos começa a declinar. Mas essa superioridade aumenta novamente quando o período menstrual termina (na menopausa). Este fato científico mostra o efeito degenerativo da menstruação. Após o período das menstruações (na menopausa), a mulher mostra novamente sua superioridade. Quanto mais se avança em idade, mais aparece a predominância numérica das mulheres sobre os homens: existem muito mais viúvas do que viúvos!

As mulheres do campo, que possuem uma dieta menos volumosa que as da cidade e que se exercitam mais com o trabalho e respiram um ar menos viciado, possuem menstruações menos frequentes e menos abundantes.

A menstruação feminina é algo equivalente à emissão seminal nos homens. A menstruação representa uma perda de energia na mulher, assim como a perda de sêmen constitui-se em uma perda de energia para o homem. A menstruação não ocorre nos animais selvagens fêmeas porque os machos perdem pouco sêmen devido a atos reprodutivos infrequentes, limitados a determinadas épocas do ano, enquanto o macho humano tem atividade sexual mais frequente. A menstruação frequente da mulher representa, portanto, uma perda compensatória de vitalidade na mulher para tentar manter um equilíbrio entre os dois sexos, já que sem a perda menstrual, as mulheres iriam rapidamente suplantar os homens, como resultado de suas perdas seminais.

O processo da menstruação não é um processo fisiológico, mas o resultado de uma interferência com a natureza. A menstruação é uma hemorragia, sendo constituída pela ruptura de vasos sanguíneos. Vasos sanguíneos não são feitos para se romperem e, portanto, nenhuma hemorragia é algo natural.

Animais não domésticos (com exceção dos macacos) nunca menstruam, mas quando estão em cativeiro ou quando são cuidados sob condições artificiais de domesticação, sendo alimentados com dieta não natural, descargas menstruais regulares têm sido notadas. Isto tem sido observado em éguas, vacas, ovelhas, porcos, coelhos e cães. Nesses casos, a dieta artificial e a forma de viver devem ser consideradas as causas da menstruação dos animais domésticos, em vista da ausência desse fenômeno entre os membros selvagens da mesma espécie. Logo, muitos estudiosos afirmam que sob condições naturais perfeitas de alimentação e de vida, uma mulher nunca iria menstruar, apesar de ovular normalmente; uma dieta com pouca proteína, constituída de frutas e vegetais, fará a mulher parar de menstruar.

Um fator que agrava a menstruação é uma constipação crônica (prisão de ventre, eliminação deficiente de fezes) que causa uma intoxicação sanguínea. Verifica-se que durante a menstruação, a concentração de ácido úrico (uma toxina) no sangue chega a um máximo. Sabe-se que a constipação é mais intensa no período menstrual e a constipação, obviamente, é um precursor da auto-intoxicação. Quando ocorre a constipação e auto-intoxicação, os locais principais de eliminação ficam sobrecarregados e eliminações suplementares passam a funcionar através das membranas mucosas, como o útero (e o nariz). Alguns investigadores vêem o útero como um órgão de excreção cuja função consiste na eliminação dos produtos prejudiciais do metabolismo. Hipócrates, considerado o Pai da Medicina moderna, disse: "O útero é o esgoto de todos os excrementos que existem no corpo, pois todas as impurezas vão para o útero". Quanto mais imperfeita for a eliminação sistêmica, mais descargas irão sair pelo útero, se a membrana mucosa uterina se constituir no ponto de menor resistência. Uma respiração pulmonar mais intensa pode, portanto, reduzir a menstruação (maior expulsão de toxinas via mucosa do pulmão).

As mudanças inflamatórias na membrana mucosa uterina que levam à hemorragia menstrual são devidas ao excesso de proteínas, pois se sabe que a ingestão excessiva de alimentos proteicos (especialmente de origem animal) é a principal causa da constipação e da autointoxicação. Ehret e outros pesquisadores verificaram que quando as suas pacientes eram colocadas em uma dieta de baixa proteína, elas experimentavam uma redução gradual na quantidade e na frequência da menstruação, até que ela diminuía ao ponto de desaparecer. Havelock Ellis, por exemplo, cita o caso de uma mulher que tinha menstruações prolongadas e doloridas quando tinha uma dieta de carne, enquanto em uma dieta vegetariana a sua menstruação diminuiu ao ponto de desaparecer.

Efeitos similares foram observados no caso de leucorréia (descarga mucosa genital, corrimento vaginal) que desaparece sob uma dieta sem proteínas. Ehret afirma que se o sangue ficar completamente livre de toxinas ácidas através de uma dieta alcalina de vegetais e frutas de baixa proteína, a menstruação irá ocorrer em intervalos progressivamente mais longos de 2, 3, 4 meses, etc, até que ela finalmente desaparece. Ele considera a menstruação como um efeito patológico de uma condição inflamatória da membrana mucosa uterina induzida por uma dieta alta em proteína, e que pela redução desta inflamação por uma dieta alcalina de frutas e vegetais, o fluxo irá gradualmente diminuir em frequência e quantidade, até que ele desaparece. Portanto, não é correta a visão usual de que a menstruação é apenas "uma limpeza mensal", algo que pretende fazer com que as mulheres aceitem esta doença periódica sem reclamar muito (e se manterem submissas ao homem).

A menstruação não é fisiológica, mas sim um processo patológico e que não é necessária para ter boa saúde (e ovular normalmente). Uma mulher não está saudável porque ela menstrua, mas apesar de menstruar. A menstruação é algo não natural e não é necessária para a saúde da mulher. A menstruação é definitivamente prejudicial à saúde da mulher. As estatísticas mostram que, em anos recentes, a desmenorréia (menstruação dolorosa) aumentou muito.

O endocrinologista Dr. Max Schlapp afirma que é no período menstrual que as mulheres epiléticas geralmente têm os seus sintomas. Esse endocrinologista também observou que na menstruação uma glândula importante e visível, a tireóide, torna-se maior ou inchada, e ativa em excesso. Verificou-se que o iodo está presente em maior concentração no sangue menstrual do que no sangue sistêmico. Pode ser por este motivo que a menstruação causa a glândula tireóide secretar em excesso, para tentar compensar esta deficiência de iodo. 

A Prof. Clelia Mosher, no seu livro "Personal Hygiene for Women", diz o seguinte quando escreve sobre os sintomas patológicos da menstruação nas mulheres civilizadas: "A lassidão, dor de cabeça e irritabilidade nervosa que está associada costumeiramente com a função menstrual, pode ser facilmente explicadas por (1) uma queda geral na pressão sanguínea e uma congestão excessiva do útero, o que causa uma deficiência no suprimento apropriado de sangue nos outros órgãos (incluindo a cabeça), e (2) uma inatividade que resulta tanto numa entrada diminuída de oxigênio como também numa eliminação diminuída de dióxido de carbono, dessa forma favorecendo o desenvolvimento desses sintomas indesejados... O aumento periódico da pressão sanguínea local e uma redução da pressão geral do sangue tem sido muito intensificado na mulher por causa de sua inatividade e por seus vestidos justos e por hábitos não saudáveis..."

Das observações acima pode-se concluir que a natureza patológica da menstruação é indiscutível, quando se considera seus efeitos sobre o sistema nervoso e o cérebro. Não existe dúvida que cada descarga menstrual periódica é acompanhada por uma diminuição da energia nervosa e por uma sensível incapacidade mental.

Lombroso descobriu que de 80 mulheres presas por se opor à polícia ou por assalto, apenas 9 não estavam em seu período menstrual. Legrand du Sauille descobriu que de 56 mulheres detidas por roubo, 35 estavam menstruando. O suicídio também é mais provável de acontecer durante esse período. Kugelstein afirma que em todos os casos (107)  de suicídio de mulheres que ele encontrou, o ato foi cometido durante o período menstrual. Entre as doentes mentais (insanas, loucas, dementes, lunáticas), observa-se que o desvio da mentalidade normal torna-se mais acentuado no período menstrual, e frequentemente esta é a única ocasião durante o mês em que as manifestações da anormalidade mental aparece. Uma alta concentração do hormônio sexual feminino tem sido encontrado na descarga mucosa premenstrual (corrimento vaginal, leucorréia), e este hormônio é de importância vital para o cérebro e o sistema nervoso. Um bom número de mulheres nota a aproximação da próxima menstruação pelo aparecimento de sintomas nervosos.

Como nenhuma hemorragia é algo normal, a menstruação é algo anormal.  O modo de viver não natural e a alimentação das mulheres civilizadas são as causas principais das suas hemorragias menstruais excessivas, segundo o Dr. Kisch, que escreve no seu "Sexual Life of Woman": "A quantidade de sangue perdido e a duração do fluxo são menores em mulheres saudáveis e fortes, que têm uma vida regular ativa e ocupada, particularmente nas mulheres do campo e nas mulheres que são pobres e castas, do que nas mulheres fracas e delicadas que levam uma vida sedentária, cuja dieta é abundante e estimulante, e que estão acostumadas a uma existência luxuriante e enervante. Em freiras, por exemplo, a quantidade do fluxo menstrual gradualmente diminui logo após a entrada delas na clausura... Finalmente, o fluxo torna-se extremamente pequeno e dura por apenas um dia".

Uma demonstração notável do fato que um retorno a uma vida mais natural e simples é capaz de causar o desaparecimento da menstruação é a notável cessação da menstruação entre as mulheres da Europa Central durante a guerra mundial. Os médicos alemães ficaram surpresos com a maior prevalência de "amenorréia de guerra" naquela época. A cessação da menstruação foi atribuída à subnutrição, sobrecarga de trabalho, castidade, etc. Assim que os homens retornaram da guerra, com o retorno de um modo de vida mais luxuriante e sedentário, a menstruação retornou.

Apesar da amenorréia poder ser uma consequência de debilidade constitucional, ela também deve ser vista como uma ajuda poderosa para revigorar o corpo feminino e nunca deveria ser combatida como um inimigo.

Quando a menstruação é permitida continuar sem obstáculos, existe uma forte tendência para o desenvolvimento de crescimentos patológicos no útero; então, na ocasião em que a maioria das mulheres atinge a idade de 35 anos, vinte por cento delas já possuem miomas em seus úteros, gerados pela hipertrofia menstrual recorrente da membrana mucosa uterina; já com a idade de 50 anos, quarenta por cento dessas mulheres possuem miomas. A menstruação, de alguma forma, está relacionada a miomas, já que os miomas nunca começam antes do início das menstruações ou após cessarem as menstruações (na menopausa).

O Dr. Herbert Shelton afirma: " A mulher menstrua porque ela não está saudável. Mulheres saudáveis não menstruam. Eu tenho visto (na minha clínica) que a melhora na saúde tem resultado na descontinuidade desse incômodo mensal em tantos casos que eu tenho certeza do que afirmo".

Mulheres que vivem uma existência natural, como as mulheres primitivas, possuem menstruações pequenas e infrequentes quando comparado com as mulheres civilizadas. É portanto claro que um retorno a uma maneira natural de viver e de comer deve causar uma forte redução na menstruação das mulheres civilizadas.

Conhecimento da relação entre comida e menstruação parece ser universal entre as raças primitivas da humanidade, já que essas pessoas impõem um regime dietético estrito durante o período menstrual, proibindo as comidas que eles acreditam que aumentam o fluxo. A principal entre elas são as comidas animais, principalmente a carne; por esta razão, entre muitas tribos, as mulheres são proibidas de comer carne ou qualquer coisa que sangra, já que essas comidas são supostas aumentar a severidade do fluxo. As mulheres Kaffir são proibidas de tomar leite durante a menstruação, enquanto mulheres índias do Orinoco, na América do Sul, são obrigadas a jejuar durante cada período menstrual.

Havelock Ellis refere-se a uma mulher que sofria menstruações profusas e dolorosas quando tinha uma dieta com carne, e notou que quando ela mudou para uma dieta vegetariana, sua menstruação praticamente desapareceu e a dor sumiu.

Dr. Arnold Ehret afirma que a menstruação é devida a uma condição tóxica do sangue resultante de uma dieta de carne de alta proteína, pois ele descobriu que uma purificação do trato intestinal e do sangue através de uma dieta de baixa proteína, composta totalmente de frutas e vegetais crus, causava a menstruação a ocorrer em intervalos cada vez mais espaçados até que finalmente desaparecia.

Dr. Alexander Haig colocou um grupo de mulheres em uma dieta vegetariana "livre de ácido úrico", com o resultado que a menstruação ocorreu em intervalos cada vez mais longos, até que finalmente ela desapareceu. Este método dietético de reduzir a menstruação funciona melhor para mulheres solteiras que vivem em castidade. Mulheres estritamente vegetarianas irão menstruar se expostas à estimulação sexual. Se uma mulher experimenta congestões pélvicas frequentes devida a emoções sexuais que surgem pelo contato com o sexo oposto, ela irá menstruar apesar de sua dieta correta. Por esta razão, as freiras, que normalmente não são vegetarianas, têm menstruações pequenas e curtas, enquanto prostitutas têm hemorragias profusas e prolongadas. Isto indica que o fator sexual é mais importante do que o dietético como causador da menstruação.

Portanto, para eliminação da hemorragia menstrual, uma mulher deveria seguir uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína e, também, evitar toda a excitação sexual que resulta do contato com o sexo oposto. No caso de mulheres casadas, isso iria requerer camas separadas, ou melhor, quartos de dormir separados se a mulher desejar se ver livre desta perda debilitante de sangue que mina sua saúde e traz uma velhice prematura, se for permitida sua continuidade. Uma forma de reduzir a congestão uterina, além da isolação e descanso sexual é a prática diária de banhos frios de assento (ou abdomen inserido numa banheira de água fria), que contrai e reduz o útero, que estaria congestionado e aumentado, e seus vasos sanguíneos. Portanto, uma forma de curar a doença da menstruação é uma combinação de uma dieta vegetariana de baixa proteína, castidade e isolamento sexual e ataduras e banhos frios aplicados na região pélvica. Uma sugestão de povos primitivos é que a mulher menstruada fique na posição horizontal (deitada), o que tende a reduzir a congestão pélvica que resulta da posição vertical, quando a gravidade puxa o suprimento de sangue da parte superior do corpo para a pelvis.

O desejo sexual é influenciado materialmente pela dieta. Em experimentos dietéticos com homens com rações reduzidas, particularmente quando a cota de proteínas foi reduzida, verificou-se uma diminuição acentuada da libido. Durante a Primeira Guerra Mundial, foi observado que a restrição no suprimento de comida foi responsável não só por uma diminuição da libido em homens como também no surgimento mais frequente da amenorréia.

Dr. Alexander Haig verificou que quanto maior a quantidade de ácido úrico no sangue, resultado do maior consumo de carne, mais profusa era a hemorragia menstrual. Verificou também que a concentração de ácido úrico no sangue é máxima logo antes e durante a menstruação. Portanto, ele sugere uma dieta "livre de ácido úrico", que exclui as seguintes comidas que produzem ácido úrico:

1. carne, sopas com carne, peixes, frango e ovos
2. feijões, ervilha, lentilhas e amendoins
3. cogumelos, aspargos, castanha de caju e pistachio
4. trigo e aveia
5. chá, café, cacau, chocolate e bebidas alcoólicas (cerveja)

O que aumenta a pressão do sangue, também aumenta o fluxo menstrual (como, por exemplo, o sal).

O Dr. Schroyer, um ginecologista da Nova Inglaterra, em seu "Doenças das Mulheres", após estudar a influência dos alimentos na menstruação e nas descargas mucosas da leucorréia, concluiu que ambas têm sua origem na condição inflamatória da membrana mucosa uterina (endométrio), devido a toxinas vindas dos intestinos (autointoxicação), e que para reduzir e eliminar essas descargas é necessário destoxificar o sangue (com dieta adequada) e o trato intestinal (com lavagens intestinais).

Sem sombra de dúvida, ficar deitada de costas sem se mexer durante o período menstrual certamente diminui bastante o fluxo. Os povos primitivos faziam provisões para que suas mulheres fizessem isso, enquanto os povos ditos civilizados não fazem isso. Isso é uma triste constatação na nossa civilização dominada pelos homens: as mulheres civilizadas, cuja menstruação é muito mais profusa, dolorosa e frequente do que as mulheres primitivas, são universalmente desprezadas neste período crítico, pois os homens, não tendo experiência pessoal deste fenômeno, estão inclinados a tratar isso com pouco caso. Diferentemente dos povos primitivos mais sábios, nós ainda não acordamos para a necessidade de aprovar a ausência compulsória da escola ou do local de trabalho para as mulheres durante a menstruação.

O Dr. F. Schroyer afirma que a leucorréia tem sua origem em uma dieta errada rica em proteínas, principalmente as de origem animal, pois é da proteína que o muco expelido é formado. Para se livrar dessa condição, ele recomenda uma dieta altamente alcalina de baixa proteína composta basicamente de vegetais, de preferência crus, e de batatas assadas (ao invés de pão de trigo). 

O termo "menstruação" refere-se não apenas a uma descarga de sangue (hemorragia) mas também a um fluxo de secreções mucosas (leucorréia) que precede, acompanha e segue-se após a hemorragia. Os escritores antigos  não consideravam importante a descarga mucosa que acompanha a menstruação, considerando a perda de sangue a causa principal dos sintomas patológicos do período menstrual. No entanto, pesquisas modernas demonstraram que a leucorréia pré-menstrual, ou descarga mucosa, representa uma perda considerável de hormônio sexual feminino presente nela, assim como a emissão seminal masculina representa uma perda de hormônios sexuais masculinos, e que isso, junto com a perda simultânea de cálcio, fosfatos e lecitina, é responsável pelos sintomas neurastênicos que acompanha essa descarga, e que é mais marcante durante o período de maior fluxo mucoso durante o período pré-menstrual, diminuindo à medida que a perda de muco é substituída pela perda de sangue.

O termo "leucorréia" refere-se também a descargas mucosas que ocorrem em outros períodos do mês, além do período menstrual. A leucorréia aumenta com a estimulação sexual, e é mais comum entre mulheres casadas do que entre solteiras. Apesar de sua universalidade, a leucorréia é certamente uma patologia, já que a adoção de uma dieta natural e a aplicação de medidas higiênicas adequadas para suplantar a constipação (prisão de ventre) e a auto-intoxicação, que são normalmente a causa fisiológica dessa doença, irá causar o seu desaparecimento. Lembrar que os fatos mais importantes na cura da leucorréia é evitar o uso de proteínas animais e a estimulação sexual que leva à atividade das glândulas genitais femininas.

Antigamente, a leucorréia e a gonorréia eram classificadas como a mesma doença, conhecida como blenorragia. A única diferença entre ambas é na cor da descarga, que é leitosa no caso da leucorréia e amarelada ou esverdeada no caso da gonorréia. É um fato reconhecido que a gonorréia pode ser contraída como resultado de uma relação sexual durante a menstruação, apesar de ambos os parceiros estarem livres da doença. Este fato, reconhecido desde a antiguidade, levou à proibição das relações sexuais nesse período e ao isolamento das mulheres menstruadas como "impuras" pelo escritor do Velho Testamento. Tanto a leucorréia como a gonorréia são inflamações da membrana mucosa no interior do trato genital feminino. Os ginecologistas afirmam que a maioria das mulheres casadas têm leucorréia, a doença resultando da irritação crônica desse trato devido às práticas sexuais da vida casada. A descarga de uma leucorréia  severa funde-se inperceptivelmente com a gonorréia (agora com a presença do gonococcus), razão para ambas as patologias serem anteriormente chamadas por um nome comum (blenorragia, mencionada acima). Aceita-se hoje que um homem pode contrair gonorréia por relação sexual com uma mulher que tem leucorréia e está livre de infecção venérea, se essa relação ocorre no período menstrual. A dieta pode curar a leucorréia (e consequentemente a gonorréia) e os crescimentos mórbidos do útero (miomas), se for seguida uma dieta crua vegetariana de baixa proteína. Como vimos, a constipação é uma causa básica da leucorréia, que tende a sumir com a citada dieta.

Uma dieta formadora de ácidos leva à leucorréia, assim como a outras inflamações catarrais (resfriado, gripe, etc) das membranas mucosas do corpo. A condição normal do sangue é alcalina. Doença é a manifestação de uma crise de acidose e toxicose no organismo (uma condição de estar ácido ou envenenado). O único tratamento racional para um resfriado ou para qualquer outra doença é limpar os venenos para fora do corpo envenenado através de uma eliminação adequada.

Dr. Tilden afirma que a leucorréia é um processo de eliminação vicária - a excreção, através da mucosa genital, de lixo que os órgãos sobrecarregados de eliminação não conseguem mais processar. Quanto mais imperfeita a eliminação sistêmica, mais descarga haverá do útero. No entanto, deve ser lembrado, como no caso da descarga seminal nos homens, que além da eliminação vicária dos produtos finais albuminosos do metabolismo das proteínas, maior do que os rins podem manipular, estão presentes também nas secreções genitais um certo número de substâncias vitais de alto valor fisiológico, como lecitina, cálcio, fósforo, hormônios sexuais, vitaminas importantes, inclusive vitamina E, etc.

Como os alimentos de origem animal (carnes, ovos e laticínios) têm a maior tendência em gerar muco no corpo e levar a condições catarrais das membranas mucosas, que se manifesta como leucorréia, o primeiro passo para curar os catarros vaginal e uterino é cortar as gorduras e proteínas animais, assim como os grãos que formam ácidos, como o trigo. O Dr. Schoyer aconselha o uso abundante de vegetais verdes crús para a cura de leucorréia. Por outro lado, ele condena os produtos de farinha branca e açucar branco, dizendo "Farinha branca e açucar branco são realmente produtores de veneno. Não existe dúvida que alimentos refinados são, até certo ponto, responsáveis pelo câncer."

As mulheres menstruam porque não estão saudáveis. Mulheres saudáveis não menstruam. Melhorando a saúde este desconforto mensal desaparece. A perda de sangue devido à hemorragia da menstruação é algo patológico e não é necessária para o processo fisiológico da ovulação. Meninas podem e engravidam antes de sua primeira menstruação e mulheres têm engravidado após terem cessado as menstruações (na menopausa). A quantidade de sangue perdida durante a menstruação e a duração do fluxo menstrual é proporcional à perda de vigor físico na mulher. Portanto, deve-se condenar a prática médica usual de tentar promover a menstruação quando ela está ausente (amenorréia). Ao invés da ausência de menstruação  ser uma causa frequente de doença, como popularmente se supõe, a menstruação é devida a doença.

A menstruação é concomitante com a ovulação - o amadurecimento e liberação do óvulo feminino. A menstruação cessa quando há uma melhora acentuada na saúde e nutrição; nesses casos, não existe a parada da ovulação, como comprovada pelas gravidezes subsequentes. Note que na digestão, a quantidade aumentada de sangue no sistema digestivo supre os materiais necessários para a secreção dos fluidos digestivos e para a atividade muscular aumentada dos órgãos da digestão. Assim que a digestão está completa, o sangue extra é devolvido para o resto do sistema. Isto também deveria ocorrer com a ovulação. O sangue extra na pelvis deve suprir os materiais necessários para a ovulação e para as mudanças no útero e, depois disso, todo esse sangue deveria voltar para a circulação geral, e não ser perdido através de uma hemorragia.

Uma mulher deve almejar ficar livre de todas as perdas genitais, tanto de muco como de sangue, para conseguir a máxima conservação de vitalidade, resultando em regenaração e rejuvenescimento. Isto pode ser obtido pela redução da ingestão de proteínas e evitando toda excitação sexual que coloque suas glândulas sexuais em atividade. Como a dor durante o parto (o nascimento do bebê), assim como durante a menstruação, resulta da condição inflamatória do trato genital feminino, quando tal inflamação não ocorre (evidenciado pela ausência da menstruação, no período menstrual), o nascimento de bebês (partos) irão ocorrer sem dor.

É um fato que antes da ocorrência da crise pubertal (na realidade uma perturbação pluriglandular de origem dietética, e não um processo normal como a profissão médica acredita, tanto a menstruação no sexo feminino como as emissões seminais noturnas no sexo masculino são situações patológicas e evitáveis), não existe hemorragia menstrual idependentemente da dieta. Além disso, quando uma mulher se expõe a uma irritação sexual constante no estado de casada, ela irá menstruar independente da sua dieta. Portanto, a causa básica da menstruação, como muitos ginecologistas afirmam, é sexual - e ela pode resultar das emoções sexuais assim como de atos sexuais. O Dr. Guthrie afirma que o fator essencial para evitar a descarga de sangue é evitar a descarga mucosa (leucorréia) que a precede. Tanto fatores dietéticos como sexuais são importantes neste caso.

Ehret mostrou em seus estudos da relação da dieta com a formação de muco, que os alimentos ricos em proteínas, particularmente as proteínas animais (carne, ovos e leite) tendem a promover descargas mucosas de catarro através das membranas mucosas dos órgãos genitais assim como aquelas da cavidade nasal. Ehret descobriu que uma dieta "amucosa" de baixa proteína irá causar o desaparecimento da leucorréia ou descargas mucosas genitais femininas, assim como o desaparecimento das emissões noturnas nos homens. Além disso, tal dieta, consistindo majoritariamente de frutas e vegetais, irá ajudar a se livrar da constipação (prisão de ventre), que é causada principalmente pela putrefação das proteínas animais nos intestinos.

Apesar da dieta ser importante na eliminação tanto da leucorréia como da menstruação pela superação da constipação e pela redução da tendência de formação e descarga de muco, o comportamento sexual também é importante já que ele pode produzir secreção mucosa independente da dieta. Portanto, tanto uma dieta amucosa quanto evitar todas as emoções e estimulações sexuais são essenciais para a superação da menstruação. A drenagem de cálcio do sistema feminino durante o período de fluxo mucoso que precede a menstruação, reduz a capacidade de coagulação do sangue e isso colabora com a hemorragia que se segue.

Quando uma dieta apropriada causa a interrupção da menstruação, isso ocorre porque a mulher também não está exposta às causas sexuais da menstruação. A pequena menstruação das freiras, apesar de viverem com dietas convencionais, em contraste com a menstruação longa e profusa de prostitutas, é uma evidência deste fato. Todo o contato entre sexos, por ação reflexa no útero, tende a trazer a menstruação. Influências emocionais e psicológicas, assim como a força da sugestão, pode fazer a mesma coisa, causando o aparecimento da menstruação na puberdade. Muitos afirmam que a menstruação tem uma origem erótica.

Portanto, a combinação do isolamento sexual com uma dieta vegetariana de baixa proteína (sem laticínios ou ovos) é a forma mais segura de parar a menstruação e conservar sangue e secreções vitais valiosas que seria desperdiçada inutilmente, enquanto apenas a dieta não produzirá este efeito se a mulher ficar exposta a estímulo sexual pelo homem, que provavelmente irá ocorrer se ela vive junto com um homem. As raças civilizadas modernas, mantendo a visão falsa de que a menstruação é natural e necessária, não provê à mulher que menstrua com descanso ou isolamento sexual no período da hemorragia, não se esforçando para reduzi-la e muito menos eliminá-la.

Dr. H. Shelton provou que com a melhoria da saúde e com o tônus e força aumentados dos tecidos da pelvis, apesar da ovulação ocorrer regularmente, não haverá perda de sangue. Ao invés da esterilidade acompanhar a não-ocorrência da menstruação nesses casos, irá ocorrer um aumento da fertilidade.

Existe uma possibilidade de que o período de acasalamento periódico humano poderia ocorrer com uma periodicidade solar ao invés da lunar (mensal), ocorrendo apenas uma vez ao ano, durante a primavera. Entre os esquimós vemos evidência deste ritmo solar no ciclo reprodutivo, pois o período do desejo sexual e menstruação normalmente ocorre apenas uma vez ao ano, durante o verão. Estatísticas mostram que em muitos países o maior número de nascimentos ocorre sempre no mês de fevereiro, correspondendo à  concepção em maio e junho (no hemisfério norte, final da primavera, começo do verão).\ Verifica-se que o  maior número de concepções na Suécia ocorre em junho; na Holanda e França, em maio-junho; na Espanha e Itália, em maio; na Grécia, em abril. Portanto, quanto mais ao sul (na Europa, quanto mais próximo do equador terrestre, menso frio) mais cedo ocorre a concepção, em média.

Parece provável que em tempos remotos, a estação sexual dos humanos era governada pelo Sol, e que com o aumento da civilização ela passou a ter uma periodicidade lunar. Verifica-se também que as insanidades períodicas estão vinculadas a mudanças lunares (pessoas "lunáticas").

Verificou-se que há uma queda acentuada de cálcio logo antes do sangramento menstrual começar (durante o período pré-menstrual da leucorréia). Essa perda de cálcio através da descarga pré-menstrual e menstrual pode explicar a não coagulabilidade do sangue menstrual, já que o cálcio é necessário para a coagulação do sangue.. O sangue ácido não coagula tão facilmente como o sangue alcalino, devido à pouca disponibilidade de cálcio. Verifica-se que o sangue menstrual é ácido enquanto o sangue sistêmico é alcalino. Isto significa que durante o fluxo menstrual, há um acúmulo de ácidos no útero, como se o sangue se livrasse do excesso de ácidos através da descarga menstrual. Isto pode ser a causa do sangue menstrual não coagular enquanto o sangue sistêmico coagula. A perda periódica de cálcio afeta negativamente o desenvolvimento do sistema de ossos, o que explica porque as garotas que começam a menstruar mais cedo param de crescer mais cedo do que aquelas que começam a menstruar mais tarde.

Se a menstruação fosse uma função normal, ela deveria estar presente em todas as mulheres saudáveis. Investigações mostram que a menstruação é acompanhada de fraqueza e doença, ao passo que ela diminui e geralmente desaparece quando a saúde melhora. É a mulher fraca que sofre de menstruação dolorida e prolongada. Quanto mais saudável a mulher, com mais certeza ela se verá livre desta "maldição".

Hemorragia não é uma condição de saúde. Portanto é uma condição de doença. É um estado patológico e é sempre prejudicial, e muito perigoso em alguns casos. Hemorragia no útero (menstruação) não é mais normal que uma hemorragia no nariz, no cérebro ou nos pulmões. Ela é menos perigosa apenas porque o útero é menos vital para o bem estar imediato do corpo. Uma mulher pode viver anos após remover seu útero, mas a morte virá rapidamente após a remoção do cérebro e dos pulmões. O fato de que o útero é menos vital para o bem estar imediato do corpo do que o cérebro e os pulmões, é a única razão para a hemorragia do útero (menstruação) não causar a morte imediata.

A menstruação não causa morte imediata. Ela executa seu trabalho mortal devagar e de forma insidiosa, como um ladrão na calada da noite. Ela suga a vitalidade gradualmente e causa a morte através de degraus imperceptíveis, dando surgimento a muitos sintomas sérios enquanto está destruindo o corpo. Estes sintomas, que são na realidade sinais de perigo, são mal interpretados pela paciente e são tratados erradamente pelo médico estúpido. Se esta condição causasse morte imediata, como resulta da hemorragia em partes mais vitais do corpo, ela seria considerada como perigosa e seria tratada adequadamente.

Não parece possível que uma mulher que pensa corretamente não se pergunte como pode ser um "processo natural" perder muita quantidade do fluido da vida (o sangue) durante cada mês. Nada, a não ser a superstição, pode ter mantido as mulheres afastadas de um estudo profundo desta questão e aprendido que o sangue não deve ser perdido por uma mulher, assim como pelo homem.

Apesar de saber-se da doença que afeta os órgãos femininos de geração (Árvore da Vida), o mundo médico estúpido fala de crianças normais, homens normais e mulheres normais. Como pode existir qualquer "criança normal" no mundo, quando as mães da raça estão praticamente todas sofrendo de desordens que afetam os próprios órgãos e centros que gera, desenvolve e produz uma nova pessoa? E como pode haver adultos normais se eles não são normais quando eles são crianças? Pode criança normal surgir de mães doentes? Toda árvore corrompida dá maus frutos (Mat. 7:17). Uma árvore corrompida (má) não pode dar bons frutos (Mat. 7:18). Esta é uma lei do Universo. Ela não admite exceção. Ela se aplica às mulheres humanas assim como a árvores que produzem frutos. Nós precisamos de boas árvores para ter bons frutos, pois a árvore é conhecida pelo seu fruto (Mat. 12:33). Os defeitos em uma árvore aparecem no fruto dela. Os defeitos em uma mãe aparecem no fruto de seu útero. É um milagre que todas as crianças não sejam mais fracas e não estejam muito mais doentes. Essas crianças de pais doentes, desenvolvem-se em adultos doentes, em que as doenças herdadas são aumentadas progressivamente por seus hábitos próprios prejudiciais. Independente do nome e da natureza da desordem que um homem ou mulher sofra, nenhuma parte ou órgão pode estar fora de ordem sem que todo o corpo esteja em desordem.  

Referência:
[1] Raymond Bernard, The Physiological Enigma of Woman: The Mystery of Menstruation, Literary Licensing (www.LiteraryLicensing.com), USA. ISBN 9781494036430.

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