domingo, janeiro 29, 2023
Concepção Imaculada: As Mães Virgens
A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:
Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.
O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].
No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?
A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956:
"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação:
"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."
Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".
Eis como se deu a degradação da raça humana: Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).
A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.
A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos:
1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!
2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.
3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem.
4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.
5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.
6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.
Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.
Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.
A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.
A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).
A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética.
No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.
Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.
Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:
1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.
Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.
Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.
Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.
A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.
Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.
Marcadores: calvície, clítoris, concepção imaculada, cópula, epigênese, espermatozoide, gravidez, hímen, Lancet, lecitina, loucura, mal de Alzheimer, menstruação, O Cruzeiro, partenogênese, pênis, Pitágoras, útero
quarta-feira, agosto 18, 2021
Concepção Imaculada: As Mães Virgens (repostagem)
A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:
Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.
O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].
No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?
A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956:
"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação:
"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."
Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".
Eis como se deu a degradação da raça humana: Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).
A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.
A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos:
1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!
2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.
3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem.
4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.
5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.
6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.
Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.
Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.
A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.
A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).
A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética.
No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.
Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.
Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:
1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.
Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.
Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.
Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.
A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.
Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.
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quinta-feira, outubro 29, 2020
Cuidado com suas mucosas !
Mucosas são peles bem finas e, portanto, bastante permeáveis do nosso organismo, geralmente sem contato direto com o meio ambiente ao nosso redor. Quando vamos tomar banho, lavando a cabeça, tomamos cuidado para que o shampoo ou sabonete não vá parar no olho, caso contrário uma irritação dolorida e imediata irá acontecer na mucosa ocular presente na pálpebra em contato com o olho, O corpo também expele muco por essa mucosa, que chamamos remela.
As mucosas nasais são responsáveis pelo nosso sentido do olfato. Alguns remédios farmacêuticos são feitos para entrar em contato com essa mucosa, para um efeito rápido em nosso corpo. O corpo também expele muco por essa mucosa, que chamamos ranho, catarro.
A mucosa bucal é responsável pelo nosso sentido do paladar. Em particular, a mucosa sob a língua (SL) é muito usada para colocar comprimidos farmacêuticos para obter resultados rápidos. Por exemplo, o comprimido Patz-SL combate rapidamente a insônia, levando ao sono rapidamente.
A mucosa anal costuma ser usada pra entrar em contato com supositórios, que são inseridos no ânus para combater a prisão de ventre, a falta de evacuação das fezes. Após alguns minutos do contato do supositório com a mucosa anal, geralmente as fezes são expelidas.
As mucosas genitais precisam também de cuidados especiais, para evitar o surgimento de problemas. No homem, o local a ser protegido é o meato urinário. o orifício existente na glande do pênis. Na mulher, o cuidado deve ser com as mucosas existentes na vulva e na vagina. Durante o banho, da mesma forma que protegemos a mucosa ocular dos shampoos e sabonetes, devemos também proteger as mucosas genitais citadas acima do contato direto com shampoos e sabonetes. Se não fizermos isso, ficaremos muito mais sujeitos a problemas nessa região, como infecção urinária e doenças venéreas. Essas observações baseiam-se nas pesquisas de um médico, o Dr. Ben Kim [1]. Para limpar a região genital use apenas água, muita água.
Referência:
[1] Cuidado com o sabonete!, neste blog: http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2008/06/cuidado-com-o-sabonete.html
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segunda-feira, outubro 17, 2016
Cargas Elétricas e Sexualidade
Um humano com um corpo masculino possui um desequilíbrio de cargas elétricas, com um excesso de cargas positivas (yang). Um humano com corpo feminino também possui um desequilíbrio de cargas, com excesso de cargas negativas (yin). Da Física sabemos que corpos com cargas opostas (positiva e negativa) se atraem. Portanto, homem é atraído por mulher e vice-versa. Quando dois corpos com cargas opostas se tocam há uma transferência de cargas entre eles, com uma tendência ao estado neutro (equilíbrio) de cargas. Se a intensidade das cargas positiva e negativa forem iguais, a neutralidade completa será alcançada. É por isso que namorados gostam de se tocar, se beijando, abraçando e andando de mãos dadas. Isto leva a uma situação de maior equilíbrio de cargas elétricas, o que gera um estado de maior conforto para ambos.
Em um corpo condutor esférico, as cargas elétricas se distribuem na superfície de forma uniforme. Se o corpo não for esférico, as cargas não se distribuem uniformemente, se concentrando nas "pontas" (regiões com menor raio de curvatura), o que em Física se chama "poder das pontas". O corpo humano (condutor) não é esférico e, portanto, as cargas superficiais se concentram nas suas "pontas": pés, mãos, cabeça, pênis. Portanto, quando namorados andam de mãos dadas estão colocando em contato pontas com grande concentração de cargas de sinais opostos, o que é muito eficiente na equalização de cargas, levando a um estado mais próximo da neutralidade.
Como dito acima, o estado ideal para nosso corpo é o de neutralidade elétrica. Para tentar conseguir esta condição, um bom hábito é andar com os pés (uma de nossas "pontas") descalços no chão. Isso permite às nossas cargas irem para o solo (aterramento), o que resulta em uma situação muito saudável. Por exemplo, Maria do Carmo Gerônimo sempre viveu descalça e se tornou a campeã brasileira de longevidade (128 anos). O país campeão de longevidade (Japão) talvez tenha conquistado isso por todos andarem descalços dentro de casa. Prefira passar suas férias na praia, onde você pode fazer longas caminhadas descalço nas areias da praia (minha tia curou sua erisipela usando essa tática). Calçados nos isola do solo e nos afasta da neutralidade elétrica: evite essa situação sempre que possível.
Como a cabeça é uma de nossas "pontas" onde se acumulam cargas elétricas, deve-se tomar algum cuidado quando se troca beijos entre o sexo masculino e feminino (que possuem cargas opostas). Meu pai leu uma notícia que um homem (na Austrália, se não me falha a memória) foi parar no hospital ao dar um beijo de despedida na esposa, ao sair para trabalhar: houve uma grande descarga elétrica entre a boca dos dois. Um caso recente, aqui no Brasil, foi uma jovem que matou eletrocutado o namorado ao dar-lhe um beijo [1]. Note, nesses casos, que quem leva a pior é o ser masculino, já que o ser feminino costuma ser sempre o mais saudável. A massagem corporal, quando efetuada por pessoas de sexos (cargas) opostos(as) tem um efeito terapêutico, já que contribui para diminuir a carga total em cada um dos envolvidos.
Um fato interessante, que já ocorreu comigo vária vezes: em dia ensolarado, com baixa umidade do ar, é comum receber-se um choque (ocorrer uma descarga eletrostática de cargas elétricas) ao se tocar a porta metálica condutora do nosso carro, pois o nosso corpo está com grande excesso de cargas eletrostáticas, já que estamos com algum calçado isolante nos pés. Em dias chuvosos, quando a umidade do ar é elevada, esse fenômeno nunca ocorre. Eureka! Quando tomamos banho (descalços) nos livramos de muitas cargas eletrostáticas e nos sentimos muito bem. Logo, fica aqui a sugestão: comesse o dia com um banho e termine o dia com um banho: seu dia será muito melhor e sua noite (sono) será muito melhor, e sua saúde será muito melhor! Faça o teste e comprove. Não acredita? Lembre-se do caso da Maria do Carmo Gerônimo, que "tomava banho" o dia inteiro (andava descalça o dia inteiro) e quebrou o recorde brasileiro de longevidade, 129 anos. Existe também o caso muito interessante de Igor Tscharkovsky [2], relatado por Leonard Orr [3], que se curou de todas suas doenças e virou um gênio, ficando um mês inteiro dentro de uma piscina com água. Quer sugestão de um bom hábito para se divertir? Pratique natação! O brasileiro João Havelange, ex-presidente da FIFA, tinha o hábito de nadar diariamente durante toda sua vida: morreu recentemente com 100 anos de idade...
Da mesma forma que a moça, citada acima, eletrocutou seu namorado com a língua através de um beijo na boca, a inserção do pênis (ao invés da língua) na vagina (ao invés da boca) estabelece um bom contato elétrico entre os parceiros, o que pode causar uma descarga elétrica que pode até ser fatal para os envolvidos, principalmente se a relação for iniciada sem as carícias iniciais (toque usando o tato) que contribui para diminuir a intensidade das cargas eletrostáticas presentes em ambos [Um banho também poderia ser tomado, para produzir esse mesmo efeito]. Morte durante o ato sexual não é algo raro, mas o motivo da morte não costuma ser relacionado diretamente com descargas elétricas (como enfarto, hemorragia, etc), apesar de poder ser essa a causa original da morte.
Referências:
[1] "Menino morre eletrocutado pela língua da namorada durante um beijo" em http://www.g17.com.br/noticia.php?id=584, acessado em 17/10/2016.
[2] http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2015/06/minimize-sua-gravidade.html
[3] Leonard Orr, Manual de Sanación (em espanhol), Editorial Las Acacias, 2005. pg. 32.
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domingo, agosto 16, 2015
Concepção Imaculada: As Mães Virgens
A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:
Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.
O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].
No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?
A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956:
"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação:
"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."
Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".
Eis como se deu a degradação da raça humana: Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).
A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.
A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos:
1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!
2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.
3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem.
4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.
5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.
6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.
Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.
Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.
A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.
A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).
A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética.
No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.
Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.
Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:
1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.
Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.
Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.
Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.
A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.
Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.
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quinta-feira, março 25, 2010
O Sexo e Você
"A paz esteja convosco", cumprimento rotineiro usado por Jesus
Enquanto estamos morando em um corpo físico, adquirimos uma série de hábitos, adequados ou inadequados para a nossa realidade atual. Um dos hábitos que adquirimos é a inserção do pênis masculino na vagina feminina, constituindo o que chamamos de atividade sexual normal. Uma das finalidades dessa atividade é gerar novos corpos físicos, para que novas almas, vindas do Mundo das Almas, tenham uma moradia adequada no palco constituído por este Planeta Terra. Portanto, no mundo físico a penetração fálica na vagina possui uma função bastante adequada nesta realidade. É conveniente registrar, neste ponto, que a atividade sexual normal, para gerar novos corpos físicos, não é a única finalidade do sexo. O sexo pode ser praticado sem ocorrer o orgasmo (que, nos homens, corresponde à ejaculação do esperma), o que costuma ser chamado de transmutação (ou alquimia) sexual. Quem tem orgasmo já recebeu sua recompensa, e quem não atinge o orgasmo, durante o ato sexual, acumula créditos (não dissipando energia vital) no mundo não-físico das energias (das almas).
Quando termina a nossa experiência física no palco do Planeta Terra, ocorre uma transição da realidade física para uma outra realidade não-física (normalmente conhecida como Plano Astral); esta transição recebe o nome de morte, no Plano Físico, e recebe o nome de nascimento no Plano Astral. No entanto, logo após a transição levamos para o plano espiritual os mesmos hábitos que adquirimos durante a nossa experiência no mundo físico. Isto ocorre porque não há saltos na natureza e, portanto, a nossa consciência não é afetada logo após a transição. Portanto, as almas que se acostumaram a fazer sexo usual (pênis inserido na vagina) no mundo físico, irão querer continuar (e poderão continuar) fazendo a mesma coisa quando passarem para a outra realidade (não-física), conhecida como mundo astral. A pergunta que deve ser respondida é esta: tem cabimento, na realidade não-física, continuar a praticar sexo da mesma forma que era feita na realidade física? A resposta é: Não! Por que?
A explicação é a seguinte: A prática do sexo convencional (pênis versus vagina) no plano astral nunca leva à gravidez no ser feminino, diferentemente do que ocorre na realidade física. Se a mulher desse à luz um bebê no plano astral, ela estaria criando uma nova alma, algo que é atribuição exclusiva de Deus criador. Portanto, ejaculação masculina no astral nunca vai engravidar mulher do astral. Deveríamos adaptar nossos hábitos quando passamos de uma realidade (física) para outra (astral): "morto não deve se comportar como vivo..." :)) Veja um relato de alguém ("morto") que foi para o plano astral [1].
Falemos, agora, de nossos amores: beijos, carícias, declarações sussurradas de devoção, essas coisas são tão eternas quanto as serenatas na Terra, e igualmente apreciadas aqui. A penetração durante o ato sexual, contudo, é coisa do passado, pelo menos neste meu nível (do astral superior). Nos níveis inferiores, considerando-se o desejo cego (trazido como hábito do plano físico) e a falta de imaginação que reinam por toda parte, ainda se recorre a esse expediente. Aqui (astral superior), porém, pode-se chegar a uma mistura das energias dos chakras do coração e, quando isso acontece, os amantes são abençoados com um êxtase no qual cada célula do seu corpo parece animada por uma descarga orgástica que se repete até a doce exaustão final.
Quando aos meus jovens amantes suicidas (que ele encontrou lá no plano astral inferior, anteriormente), eles estão sem dúvida aproveitando furiosamente todas as oportunidades para transar da forma convencional, embora eu já lhes tenha dito que neste plano a concepção é impossível. Mas, quando eu (ou outra pessoa qualquer) lhes ensinar a técnica da mistura das energias do chakra do coração, eles sem dúvida mudarão de idéia.
Há também a mistura das energias do chakra da coroa (na cabeça) à disposição daqueles que se sintam suficientemente corajosos para tentar. Digo "corajosos" porque esta experiência pode provocar um êxtase tão esmagador a ponto de suprimir toda a noção de personalidade por muito tempo, experiência que nem todos conseguem suportar. Muitas pessoas querem continuar sendo o que são e esse hábito pode mantê-las indefinidamente por aqui.
Espero que essa delicada discussão sobre a sexualidade no plano astral não tenha chocado ninguém. Desejo, contudo, sacudir o domínio que os religiosos mantiveram sobre as comunicações entre vivos e mortos durante o último século. As almas ingênuas são bem-intencionadas, mas transmitem noções totalmente equivocadas de anjos assexuados planando pelo espaço, reverenciando o Senhor e praticando boas obras - quando, de fato, a maioria delas se entrega à sensualidade, pois a alegria está no ar e não existem restrições nem castigos, podendo-se dar vazão ao desejo.
Nada de doenças, nada de gravidez, nada de vergonha.
Essa descrição da atividade sexual sem penetração fálica é semelhante à atividade sexual dos extraterrestres anunnaki (na forma física!) [2], aqueles seres que modificaram biologicamente o homo erectus e geraram a nossa raça atual de homo sapiens. Os homens anunnaki, na forma física, não possuem pênis para exercer a nossa atividade sexual tradicional. Note que, sempre que se encontra um corpo físico morto de ser extraterrestre hominídio, uma análise anatômica nunca encontra os seus órgãos genitais, na posição em que temos os nossos...
Referências:
[1] Gordon Phinn, Aproveitando cada minuto da vida após a morte: Como desfrutar a vida eterna, Editora Pensamento, 2009.
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