quinta-feira, março 25, 2010
O Sexo e Você
"A quem muito é dado, muito será cobrado", Bíblia
"A paz esteja convosco", cumprimento rotineiro usado por Jesus
Referências:
[1] Gordon Phinn, Aproveitando cada minuto da vida após a morte: Como desfrutar a vida eterna, Editora Pensamento, 2009.
"A paz esteja convosco", cumprimento rotineiro usado por Jesus
Não somos donos de nenhum bem material (imóveis, carro, dinheiro, etc), inclusive de nosso próprio corpo físico, que nos foi dado de presente (pelo Deus criador) e que nós não sabemos como construí-lo. A única coisa que podemos dizer que possuímos é uma alma (eu sou um espírito imortal), que dá vida ao (que anima) nosso corpo físico que estamos utilizando neste momento. Nós somos apenas os gerentes dos bens materiais colocados sob a nossa responsabilidade (guarda), para administrá-los da forma correta (principalmente, nosso corpo físico). Porém, quanto maior o número de objetos sob nossa responsabilidade (inclusive nossos filhos), maior o tempo que será necessário para administrá-los corretamente e menor será o tempo disponível para o nosso lazer. Portanto, a quem muito foi dado, muito será cobrado em tempo de dedicação ao gerenciamento das coisas dadas. Portanto, restrinja seu ímpeto de "possuir" cada vez mais coisas materiais, pois você iria acabar sem tempo para realmente viver (desfrutar) sua vida. Quem vive uma vida mais tranquila (em paz): um caipira bondoso em sua pequena casinha no meio do mato ou a Rainha da Inglaterra?
Enquanto estamos morando em um corpo físico, adquirimos uma série de hábitos, adequados ou inadequados para a nossa realidade atual. Um dos hábitos que adquirimos é a inserção do pênis masculino na vagina feminina, constituindo o que chamamos de atividade sexual normal. Uma das finalidades dessa atividade é gerar novos corpos físicos, para que novas almas, vindas do Mundo das Almas, tenham uma moradia adequada no palco constituído por este Planeta Terra. Portanto, no mundo físico a penetração fálica na vagina possui uma função bastante adequada nesta realidade. É conveniente registrar, neste ponto, que a atividade sexual normal, para gerar novos corpos físicos, não é a única finalidade do sexo. O sexo pode ser praticado sem ocorrer o orgasmo (que, nos homens, corresponde à ejaculação do esperma), o que costuma ser chamado de transmutação (ou alquimia) sexual. Quem tem orgasmo já recebeu sua recompensa, e quem não atinge o orgasmo, durante o ato sexual, acumula créditos (não dissipando energia vital) no mundo não-físico das energias (das almas).
Quando termina a nossa experiência física no palco do Planeta Terra, ocorre uma transição da realidade física para uma outra realidade não-física (normalmente conhecida como Plano Astral); esta transição recebe o nome de morte, no Plano Físico, e recebe o nome de nascimento no Plano Astral. No entanto, logo após a transição levamos para o plano espiritual os mesmos hábitos que adquirimos durante a nossa experiência no mundo físico. Isto ocorre porque não há saltos na natureza e, portanto, a nossa consciência não é afetada logo após a transição. Portanto, as almas que se acostumaram a fazer sexo usual (pênis inserido na vagina) no mundo físico, irão querer continuar (e poderão continuar) fazendo a mesma coisa quando passarem para a outra realidade (não-física), conhecida como mundo astral. A pergunta que deve ser respondida é esta: tem cabimento, na realidade não-física, continuar a praticar sexo da mesma forma que era feita na realidade física? A resposta é: Não! Por que?
A explicação é a seguinte: A prática do sexo convencional (pênis versus vagina) no plano astral nunca leva à gravidez no ser feminino, diferentemente do que ocorre na realidade física. Se a mulher desse à luz um bebê no plano astral, ela estaria criando uma nova alma, algo que é atribuição exclusiva de Deus criador. Portanto, ejaculação masculina no astral nunca vai engravidar mulher do astral. Deveríamos adaptar nossos hábitos quando passamos de uma realidade (física) para outra (astral): "morto não deve se comportar como vivo..." :)) Veja um relato de alguém ("morto") que foi para o plano astral [1].
Falemos, agora, de nossos amores: beijos, carícias, declarações sussurradas de devoção, essas coisas são tão eternas quanto as serenatas na Terra, e igualmente apreciadas aqui. A penetração durante o ato sexual, contudo, é coisa do passado, pelo menos neste meu nível (do astral superior). Nos níveis inferiores, considerando-se o desejo cego (trazido como hábito do plano físico) e a falta de imaginação que reinam por toda parte, ainda se recorre a esse expediente. Aqui (astral superior), porém, pode-se chegar a uma mistura das energias dos chakras do coração e, quando isso acontece, os amantes são abençoados com um êxtase no qual cada célula do seu corpo parece animada por uma descarga orgástica que se repete até a doce exaustão final.
Quando aos meus jovens amantes suicidas (que ele encontrou lá no plano astral inferior, anteriormente), eles estão sem dúvida aproveitando furiosamente todas as oportunidades para transar da forma convencional, embora eu já lhes tenha dito que neste plano a concepção é impossível. Mas, quando eu (ou outra pessoa qualquer) lhes ensinar a técnica da mistura das energias do chakra do coração, eles sem dúvida mudarão de idéia.
Há também a mistura das energias do chakra da coroa (na cabeça) à disposição daqueles que se sintam suficientemente corajosos para tentar. Digo "corajosos" porque esta experiência pode provocar um êxtase tão esmagador a ponto de suprimir toda a noção de personalidade por muito tempo, experiência que nem todos conseguem suportar. Muitas pessoas querem continuar sendo o que são e esse hábito pode mantê-las indefinidamente por aqui.
Espero que essa delicada discussão sobre a sexualidade no plano astral não tenha chocado ninguém. Desejo, contudo, sacudir o domínio que os religiosos mantiveram sobre as comunicações entre vivos e mortos durante o último século. As almas ingênuas são bem-intencionadas, mas transmitem noções totalmente equivocadas de anjos assexuados planando pelo espaço, reverenciando o Senhor e praticando boas obras - quando, de fato, a maioria delas se entrega à sensualidade, pois a alegria está no ar e não existem restrições nem castigos, podendo-se dar vazão ao desejo.
Nada de doenças, nada de gravidez, nada de vergonha.
Essa descrição da atividade sexual sem penetração fálica é semelhante à atividade sexual dos extraterrestres anunnaki (na forma física!) [2], aqueles seres que modificaram biologicamente o homo erectus e geraram a nossa raça atual de homo sapiens. Os homens anunnaki, na forma física, não possuem pênis para exercer a nossa atividade sexual tradicional. Note que, sempre que se encontra um corpo físico morto de ser extraterrestre hominídio, uma análise anatômica nunca encontra os seus órgãos genitais, na posição em que temos os nossos...
Enquanto estamos morando em um corpo físico, adquirimos uma série de hábitos, adequados ou inadequados para a nossa realidade atual. Um dos hábitos que adquirimos é a inserção do pênis masculino na vagina feminina, constituindo o que chamamos de atividade sexual normal. Uma das finalidades dessa atividade é gerar novos corpos físicos, para que novas almas, vindas do Mundo das Almas, tenham uma moradia adequada no palco constituído por este Planeta Terra. Portanto, no mundo físico a penetração fálica na vagina possui uma função bastante adequada nesta realidade. É conveniente registrar, neste ponto, que a atividade sexual normal, para gerar novos corpos físicos, não é a única finalidade do sexo. O sexo pode ser praticado sem ocorrer o orgasmo (que, nos homens, corresponde à ejaculação do esperma), o que costuma ser chamado de transmutação (ou alquimia) sexual. Quem tem orgasmo já recebeu sua recompensa, e quem não atinge o orgasmo, durante o ato sexual, acumula créditos (não dissipando energia vital) no mundo não-físico das energias (das almas).
Quando termina a nossa experiência física no palco do Planeta Terra, ocorre uma transição da realidade física para uma outra realidade não-física (normalmente conhecida como Plano Astral); esta transição recebe o nome de morte, no Plano Físico, e recebe o nome de nascimento no Plano Astral. No entanto, logo após a transição levamos para o plano espiritual os mesmos hábitos que adquirimos durante a nossa experiência no mundo físico. Isto ocorre porque não há saltos na natureza e, portanto, a nossa consciência não é afetada logo após a transição. Portanto, as almas que se acostumaram a fazer sexo usual (pênis inserido na vagina) no mundo físico, irão querer continuar (e poderão continuar) fazendo a mesma coisa quando passarem para a outra realidade (não-física), conhecida como mundo astral. A pergunta que deve ser respondida é esta: tem cabimento, na realidade não-física, continuar a praticar sexo da mesma forma que era feita na realidade física? A resposta é: Não! Por que?
A explicação é a seguinte: A prática do sexo convencional (pênis versus vagina) no plano astral nunca leva à gravidez no ser feminino, diferentemente do que ocorre na realidade física. Se a mulher desse à luz um bebê no plano astral, ela estaria criando uma nova alma, algo que é atribuição exclusiva de Deus criador. Portanto, ejaculação masculina no astral nunca vai engravidar mulher do astral. Deveríamos adaptar nossos hábitos quando passamos de uma realidade (física) para outra (astral): "morto não deve se comportar como vivo..." :)) Veja um relato de alguém ("morto") que foi para o plano astral [1].
Falemos, agora, de nossos amores: beijos, carícias, declarações sussurradas de devoção, essas coisas são tão eternas quanto as serenatas na Terra, e igualmente apreciadas aqui. A penetração durante o ato sexual, contudo, é coisa do passado, pelo menos neste meu nível (do astral superior). Nos níveis inferiores, considerando-se o desejo cego (trazido como hábito do plano físico) e a falta de imaginação que reinam por toda parte, ainda se recorre a esse expediente. Aqui (astral superior), porém, pode-se chegar a uma mistura das energias dos chakras do coração e, quando isso acontece, os amantes são abençoados com um êxtase no qual cada célula do seu corpo parece animada por uma descarga orgástica que se repete até a doce exaustão final.
Quando aos meus jovens amantes suicidas (que ele encontrou lá no plano astral inferior, anteriormente), eles estão sem dúvida aproveitando furiosamente todas as oportunidades para transar da forma convencional, embora eu já lhes tenha dito que neste plano a concepção é impossível. Mas, quando eu (ou outra pessoa qualquer) lhes ensinar a técnica da mistura das energias do chakra do coração, eles sem dúvida mudarão de idéia.
Há também a mistura das energias do chakra da coroa (na cabeça) à disposição daqueles que se sintam suficientemente corajosos para tentar. Digo "corajosos" porque esta experiência pode provocar um êxtase tão esmagador a ponto de suprimir toda a noção de personalidade por muito tempo, experiência que nem todos conseguem suportar. Muitas pessoas querem continuar sendo o que são e esse hábito pode mantê-las indefinidamente por aqui.
Espero que essa delicada discussão sobre a sexualidade no plano astral não tenha chocado ninguém. Desejo, contudo, sacudir o domínio que os religiosos mantiveram sobre as comunicações entre vivos e mortos durante o último século. As almas ingênuas são bem-intencionadas, mas transmitem noções totalmente equivocadas de anjos assexuados planando pelo espaço, reverenciando o Senhor e praticando boas obras - quando, de fato, a maioria delas se entrega à sensualidade, pois a alegria está no ar e não existem restrições nem castigos, podendo-se dar vazão ao desejo.
Nada de doenças, nada de gravidez, nada de vergonha.
Essa descrição da atividade sexual sem penetração fálica é semelhante à atividade sexual dos extraterrestres anunnaki (na forma física!) [2], aqueles seres que modificaram biologicamente o homo erectus e geraram a nossa raça atual de homo sapiens. Os homens anunnaki, na forma física, não possuem pênis para exercer a nossa atividade sexual tradicional. Note que, sempre que se encontra um corpo físico morto de ser extraterrestre hominídio, uma análise anatômica nunca encontra os seus órgãos genitais, na posição em que temos os nossos...
Referências:
[1] Gordon Phinn, Aproveitando cada minuto da vida após a morte: Como desfrutar a vida eterna, Editora Pensamento, 2009.
[2] Maximillien de Lafayette e Ilil Arbel, Anunnaki Ultimatum: End of Time. Autobiography and explosive revelations of a human anunnaki hybrid, Publicado pela Amazon.com Co., 2008.
Marcadores: Alma, Alquimia, chakra, corpo físico, espírito, gerenciamento, paz, penetração, pênis, responsabilidade, sexo, tranquilidade, transmutação, vagina
sábado, maio 16, 2009
A Alquimia na Saúde - 3
O dogma oficial da invariabilidade da matéria (isto é, da não existência da transmutação dos elementos químicos), em Biologia, não funciona. Já é tempo dos cientistas reconhecerem isso. No entanto, é muito importante notar o seguinte.
Existem importantes variações diurnas nas ações biológicas, que obedecem a um ritmo certo e é por isso que os resultados podem variar muito de um pesquisador para outro, se não for anotada a hora local em que foi efetuada a experiência. Isto, talvez, explique porque se obtêm resultados experimentais muito diferentes, conforme se opere sobre a matéria morta ou a matéria viva, pois que somente esta última (matéria viva) é sensível ao ritmo diário do tempo.
A título de exemplo, citamos que uma injeção de anfetaminas se revelou mortal sobre 50% dos ratos utilizados numa experiência, sem levar em conta a hora da injeção. A mesma dose, em certo momento do dia, mata 78% dos animais e, em outro, apenas 6% sucumbe à mesma dose da droga. Esse ritmo diário que toda criação viva, vegetal ou animal, observa é o chamado ciclo circadiano [1].
Dentro de nosso organismo, o cálcio (Ca) pode provir de várias fontes, sendo uma delas pela reação nuclear alquímica de transmutação:
Mg(12) + O(8) ----> Ca(20)
Isso, portanto, estabelece uma ligação entre o Cálcio (Ca) e o Magnésio (Mg), algo que tem sido amplamente estudada por numerosos pesquisadores.
Em 1964, foi conduzida uma pesquisa sobre bezerros, mostrando que, numa dieta alimentar carente de Magnésio (Mg), o esqueleto não se desenvolve; a taxa de cálcio no sangue (calcemia), bem como nos músculos, fica muito baixa (hipocalcemia), o que tem como consequência a convulsão e a morte por convulsão tetânica, se a carência magnesiana for muito prolongada.
Observa-se que a administração de cálcio (Ca) não consegue restabelecer a calcemia normal, enquanto que a ingestão de Magnésio (Mg), quase sempre na forma de Cloreto (Cl-), conduz ao aumento do cálcio no organismo. Foi verificado que, com a ingestão do magnésio, não ocorre uma mobilização do cálcio já existente no organismo, que deixaria o esqueleto e faria subir a concentração de cálcio no sangue e nos músculos e também não há um papel catalisador do magnésio pra fixar o cálcio onde ele é requerido. O que ocorre é a transmutação de magnésio em cálcio via reação nuclear de transmutação a baixa energia, dentro do nosso corpo vivo.
A quantidade de cálcio no interior da célula oscila e se estabiliza em torno de um valor médio e o seu excesso é destruído (via transmutação) a fim de dar Potássio (K) e Hidrogênio (H):
Ca ----> K + H
O hidrogênio é tomado ou restituído ao meio líquido que circunda a mitocôndria (que está dentro da célula) e isso faz variar o valor do pH no interior da célula; assim, o papel do potássio (K) parece ser o de regulador do valor do pH na mitocôndria; quando existe excesso de cálcio (Ca), formado a partir do magnésio (Mg), o valor do pH acaba ficando muito elevado (meio muito alcalino); então, intervém uma enzima que faz converter cálcio em potássio, liberando também o hidrogênio, que faz reduzir o valor do pH (em direção à acidez).
Várias observações permitem concluir que o nosso organismo pode produzir cálcio (Ca) pela transmutação do Silício (Si). Observou-se, também, que, com sílica orgânica, vegetal ou animal, a ação é mais rápida que com o silicato de sódio (inorgânico).
No caso de fraturas de membros, têm sido obtidos resultados espetaculares usando a sílica encontrada naturalmente na Cavalinha, uma plantinha colhida no fim da primavera, quando é mais rica em sílica orgânica. Um médico osteopata informou que [1]: "com extrato de sílica de cavalinha, consegui fazer desaparecer uma espondiloartrose anquilosante muito avançada".
A terapia pela sílica mostra-se muito mais ativa na recalcificação óssea, enquanto a recalcificação muscular, por ser realizada nas mitocôndrias, é mais bem efetuada pela ingestão de magnésio que é, posteriormente, transmutado em cálcio.
Dispomos de um meio extremamente fácil para corrigir as nossas falhas alimentares: basta adicionar Dolomita na nossa alimentação. Estudos efetuados mostram que a ação calcificante do magnésio deve ser "catalisada" pela presença do cálcio e isso é exatamente o que ocorre na Dolomita, onde o cálcio já está associado naturalmente ao magnésio.
A ação da sílica inorgânica descalcifica. Portanto, é essencial que a Dolomita utilizada para fins de complementação alimentar possua teores de sílica inorgânica inferiores a 1%, para não anular a ação esperada do magnésio [1].
O uso do magnésio na alimentação tem uma marcada ação preventiva contra o câncer [1]. Inúmeros trabalhos atestam esse fato. Logo, ao se adicionar Dolomita à alimentação, contribui-se, amplamente, para diminuir a incidência de câncer nas pessoas.
Referência:
[1] Salvatore de Salvo e Mara Teresa de Salvo, A Alquimia da Saúde, Biblioteca 24x7, São Paulo, 2008.
Marcadores: Alquimia, câncer, Cavalinha, Dolomita, magnésio, silício
quinta-feira, maio 14, 2009
A Alquimia na Saúde - 2
2. A deficiência de cálcio em nosso organismo pode causar problemas sérios, como dificuldade em se recuperar de fratura de ossos, dores musculares, osteoporose, etc. Muitos pensam que para recuperar a falta de cálcio (a descalcificação) basta ingerir pílulas de cálcio ou substâncias ricas nesse elemento. Errado!! Por que? Porque o cálcio, para ser útil ao nosso organismo, deve estar presente dentro de nossas células. O problema é que o Cálcio (Ca) não consegue atravessar a membrana celular, nem para entrar, nem para sair [1]; ele é formado diretamente no interior da célula pelas mitocôndrias ali presente, a partir do Magnésio (Mg), que pode entrar para o interior da célula! Portanto, a mitocôndria é o elemento que executa a transmutação alquímica do magnésio em cálcio, no interior de nossas células! Portanto, se você está com sintomas de falta de cálcio, tome magnésio para repor sua deficiência de cálcio!
Por outro lado, se existir cálcio em excesso no nosso organismo, a natureza, não podendo expulsá-lo do interior das células, o destrói transmutando-o em Potássio e Hidrogênio (K + H); o hidrogênio gerado desta forma irá reduzir o valor do pH e o excesso de potássio irá atravessar a membrana celular e sair.
Em geral, o cálcio (Ca) encontrado em excesso no corpo humano vem principalmente do excesso de magnésio (Mg) ingerido; realmente, uma dieta contendo rotineiramente sal grosso ou cloreto de magnésio (MgCl2) pode recalcificar facilmente.
A natureza dispõe de múltiplos mecanismos para compensar a carência que provém, não da falta do elemento químico específico, mas de uma deficiência na produção da enzima que gera esse elemento, via transmutação. Às vezes, por exemplo, a descalcificação é devida à carência da enzima que transmuta o Sódio (Na) em Magnésio (Mg), mas, se for devida à carência da enzima que transmuta Mágnésio (Mg) em Cálcio (Ca) [segundo elo para se chegar ao cálcio], convém recalcificar pelo uso de Potássio (K) e Sílica (Si) orgânica. Assim, em pessoas que se submetem a regimes sem sal e, notadamente, nas que não ingerem Cloretos (Cl-), pode-se produzir uma descalcificação. Neste caso, pode-se recorrer à Sílica, que parece sem contra-indicações dentro de uma faixa de tolerância muito larga, o que permite seu emprego sem controle médico. Disso deriva seu grande interesse em Dietética.
A ação da sílica é rápida; as unhas quebradiças, sinal de uma descalcificação incipiente, ficam normais em questão de 15 dias através do uso de extratos ou chás.
Convém notar que o Dr. Charnot (do Marrocos) [1] observou o efeito inverso da Sílica mineral, que descalcifica os ossos e da Sílica orgânica, que, ao contrário, o recalcifica. Operando com cobaias tuberculosas, ele verificou que a tuberculose é acompanhada de uma descalcificação. Mas, antes do cálcio, o silício desapareceu, o que constitui um indício precoce de descalcificação. Administrando sílica orgânica, constatou-se uma rápida recalcificação das cavernas dos pulmões. Quando a sílica desaparece, o cálcio desaparece do osso. Administrando sílica orgânica, o cálcio volta, devido à transmutação biológica que ocorre em nosso organismo, a baixa energia.
Devemos notar, no entanto, que a formação de cálcio a partir do magnésio, transmutação que ocorre nas mitocôndrias, necessita da presença de um pouco de cálcio inicial nas células, que atuaria como uma espécie de "promotor" (catalisador) da transmutação. Se suprimirmos totalmente o cálcio, não haverá qualquer reação de transmutação. É preciso um mínimo desse elemento, mas é difícil determinar o "quanto" é esse mínimo.
Observa-se que a alimentação humana é carente em magnésio, por causa da industrialização. Comemos sal branco, pão branco, açucar branco, tudo em detrimento de nossa saúde. Somente a administração de magnésio tem como resultado o aumento da taxa de calcemia (nível de cálcio) e o desaparecimento do raquitismo. Parece que as crianças, vítimas da hipocalcemia (nível baixo de cálcio), apresentam uma deficiência de ordem enzimática na transmutação do sódio (Na) em magnésio (Mg), de forma que se precisa fornecer mais magnésio do que o habitual a elas. A mesma coisa deve ser feita para as pessoas que fazem dieta sem sal, para evitar a descalcificação.
A dose média, aceitável por todos, sem inconvenientes, é de 1 grama para cada 10 kg de peso da pessoa, quando se usa Cloreto de Magnésio hexahidratado (MgCl2.6H2O), que pode ser dissolvido em água não calcárea na proporção de 10 g/litro. É melhor tomar um copo grande por dia a 10 g/l do que meio copo a 20 g/l [1].
Pode-se, também, usar Carbonato de Magnésio (MgCO3), que não é higroscópio, mas não se dissolve. Não tendo sabor, diferentemente do Cloreto, que é amargo, pode ser adicionado a sopas, molhos, purês, etc. Se for utilizado o Carbonato anidro, deve-se usar 1 g/25 kg diariamente. Logo, em forma de carbonato, usa-se 2,5 vezes menos do que em forma de cloreto.
Quanto ao magnésio contido nos alimentos, podemos ressaltar que o sal branco não o contém; o sal cinzento tem magnésio, mas é higroscópico e tende a empredar. A embalagem em sacos plásticos impermeáveis elimina esse problema. Os alimentos com forte teor em magnésio são as farinhas de cereais, mais do que os alimentos de carne ou os legumes verdes.
As doses citadas acima são administradas por 10 dias consecutivos, seguindo-se uma pausa de 10 a 20 dias sem consumo, ciclo que deverá durar de um a três meses, conforme o resultado que se obtiver, embora, raramente, seja necessário ultrapassar dois meses.
[continua]
Referência:
[1] Salvatore de Salvo e Mara Teresa de Salvo, A Alquimia da Saúde, Biblioteca 24x7, São Paulo, 2008.
Marcadores: Alquimia, cálcio, enzimas, magnésio, mitocôndrias, transmutação
segunda-feira, maio 04, 2009
A Alquimia na Saúde
A área científica chamada de Química teve sua origem na Alquimia. Após estabelecer-se como uma área científica aceita pela ciência ortodoxa oficial, a Alquimia foi taxada como uma área não-científica, e todos os alquimistas, da antiguidade e da atualidade, foram identificados como charlatões, interessado em enganar as pessoas desavisadas. Não é bem assim, óbvio. Vamos tentar esclarecer esse assunto.
A Química interessa-se por reações químicas. O que ocorre em uma reação química? Certas substâncias (constituídas de diversos tipos de átomos) são colocadas em contato, ocorrendo uma reação que gera outras substâncias (finais) que possuem os mesmos átomos existentes nas substâncias presentes antes da reação. Portanto, numa reação química os diferentes tipos de átomos de todos os elementos químicos (presentes na Tabela Periódica dos elementos químicos) presentes nas substâncias iniciais estarão presentes, em número e tipo, nas substâncias finais (após a reação). A reação química apenas efetua um rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos, para formar as novas substâncias, não afetando o núcleo de qualquer dos átomos envolvidos na reação química, e, portanto, não alterando a identidade de qualquer elemento químico envolvido na reação química. O número de átomos de cada elemento químico se mantém constante durante uma reação química, significando que os átomos anteriores à reação são os mesmos átomos presentes após a reação química. Obviamente, no nosso organismo podem ocorrer reações químicas.
Um outro tipo de manipulação de elementos químicos ocorre na Física Nuclear. Estas manipulações são chamadas de reações nucleares, que leva a uma transformação (mudança) dos núcleos atômicos dos átomos envolvidos, levando ao surgimento de novos elementos químicos após a reação nuclear. Essa mudança de tipo dos elementos químicos é chamada de transmutação química (obtida por meios físicos) podendo ser obtida por uma reação nuclear do tipo fissão nuclear (ruptura dos átomos iniciais) ou fusão nuclear (junção dos átomos iniciais presentes no início da reação nuclear). As reações nucleares, geradoras de transmutações, podem ser realizadas em laboratórios, a um custo muito elevado em termos econômicos e energéticos (requer normalmente grande quantidade de energia), usando máquinas que custam muito caro. Como exemplo, podemos citar a construção do primeiro reator nuclear de fusão operacional visando gerar energia elétrica limpa (em construção no sul da França, usando a estrutura toroidal Tokamak, comum em experimentos de física de plasma) que, por ser extremamente caro, envolveu um consórcio de sete países para viabilizar a sua construção. Este projeto é conhecido como ITER (International Thermonuclear Experimental Reactor), e seus detalhes podem ser vistos em [1]. Geralmente, pesquisas aplicadas muito caras, mas com grande potencial de impacto social, são sempre apoiadas pela Elite Mundial Illuminati, que está interessada no desenvolvimento de facilidades centralizadas, que tiram a independência e liberdade da população, tornando-a escrava destas facilidades (como a energia elétrica fornecida aos domicílios e empresas, gerada em grandes usinas em locais distantes do consumo). Pesquisas aplicadas de baixo custo, também com potencial de grande impacto social, são sempre boicotadas por essa mesma Elite [como o carro ecologicamente correto movido a água ou ar, a fusão nuclear a frio, e geradores elétricos individuais não-poluentes que extraem energia do vácuo (ZPE) com custo quase nulo], permanentemente interessada na escravização (controle) de indivíduos e nações. Um outro exemplo, aqui no Brasil, é a instituição do programa Bolsa Família, que distribui um pouco de dinheiro aos miseráveis do país, tornando-os dependentes, submissos e escravos do governo central. O correto é ensinar a pescar e não distribuir peixes...
Hoje em dia, usualmente a Alquimia está associada à tentativa feita, na antiguidade, de obter a transmutação de chumbo em ouro usando algo misterioso chamado de Pedra Filosofal. Estamos interessados, aqui, na transmutação de elementos químicos que ocorre na área da Biologia. O ponto central, neste caso, é que todos os organismos vivos, do reino animal e vegetal, podem efetuar certas transmutações biológicas a baixa energia, para gerar certos elementos químicos que necessitam para a manutenção correta da sua vida. Normalmente, esta possibilidade é vetada pela biologia científica oficial, apesar dos fatos concretos de transmutação observados na prática.
Algumas transmutações biológicas já comprovadas
1. Como uma transmutação biológica (alquímica) de elementos químicos envolve uma reação nuclear de fissão ou fusão, ela pode ser usada para geração de energia. Com este objetivo, o Exército dos Estados Unidos promoveu uma pesquisa [2] para identificar essas novas fontes biológicas de energia. Os elementos químicos que foram definitivamente comprovados de sofrerem transmutações, via organismos vivos, são de Sódio (Na) para Magnésio (Mg), de Potássio (K) para Cálcio (Ca) e de Manganês (Mn) para Ferro (Fe)
No relatório são feitas algumas referências históricas envolvendo transmutação biológica. Eis algumas: O químico francês Vauquelin, em 1799, observou uma grande quantidade de Cal nas excreções diárias de galinhas. Para determinar de onde provinha essa Cal, deu a uma galinha uma dieta só de aveia. Mediu o Cálcio (Ca) na aveia, deu esta à galinha e, depois, mediu o Cálcio presente nos excrementos e nos ovos da mesma. O elemento químico Cálcio tinha aumentado cinco vezes (por algum processo alquímico no interior da galinha). Vauquelin entendeu que a Cal tinha sido criada, mas não compreendeu como isso tinha sido possível.
Em 1822, Prant, um pesquisador inglês, definiu a transmutação dos elementos, estudando ovos de galinha incubados. Observou quantidades crescentes de Carbonato de Cálcio (CaCO3) dentro dos ovos e determinou que esse composto não era proveniente da casca dos ovos.
Em 1831, Chaubard experimentou com sementes que germinavam na água. Verificou que, nas plantas, apareciam elementos químicos que não estavam presentes nas sementes nem na água.
O japonês Komaki reportou que oito tipos de microorganismos, crescidos em meio ambiente deficiente em Potássio (K), tinham aumentado esse elemento (K), fazendo a conversão de Cálcio (Ca) em Potássio (K), uma reação nuclear de fissão.
Em resumo, foram descobertas transmutações de elementos químicos efetuadas por microorganismos, plantas e animais. Algumas dessas transmutações são de fusão e outras de fissão nucleares.
[continua]
Referências:
[1] http://en.wikipedia.org/wiki/ITER
[2] Salomão Goldfein (pesquisador principal), Report 2247: ENERGY DEVELOPMENT FROM ELEMENTAL TRANSMUTATIONS IN BIOLOGICAL SYSTEMS, Projeto MTL 01901 PMMR-26, U.S. ARMY MOBILITY EQUIPMENT RESEARCH AND DEVELOPMENT COMMAND, Fort Belvoir, Virginia-USA, Maio 1978 [Documento NÃO CLASSIFICADO].
Marcadores: Alquimia, Biologia, Física Nuclear, fissão, fusão, químicas, reação nuclear, reações, transmutação
