Friday, August 17, 2018

 

O Mistério !


A vida nesta dimensão é ALGO que se identifica APENAS com o CORPO FÍSICO e a MENTE, que com ele CO-HABITA! Todos se dirigem ao MEU CORPO, conhecido de todos e atendendo ao digitar a MINHA SENHA! Sumindo o meu corpo, eu SUMO. E o que SOBRAR disso - se sobrar, é ALGO habitante de OUTRA DIMENSÃO, de outro mundo, sem qualquer tipo de INTERAÇÃO com esta DIMENSÃO que estamos vivendo aqui e agora. Então... qual é o problema? O problema está em MANTER VIVO o CORPO FÍSICO! Se houver SENTIDO para isso! Aí é  que se apresenta a madame, a SENHORA dona da BOLA que lhe dirá BOM DIA ou BOM VELÓRIO! Como é a sua graça, madame? Meu nome é ENERGIA e só aceito colóquios e galanteios conhecidas como EMOÇÕES FORTES!

Se NEGATIVAS: ME EXPULSAM!
Se POSITIVAS: ME ATRAEM!

E outros eventos que me enfraquecem continuamente, até o meu afastamento: preocupações, aborrecimentos, tristeza, mágoas, melancolia, ciúme, raiva, inveja, excessos, gula, ...

E outros eventos que me atraem ou que me robustecem e me ligam ainda mais: euforia, alegria, entusiasmo, relax permanente, paz, desligamento, tranquilidade, simplicidade, frugalidade, ...

A escolha é do OPTANTE!

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Wednesday, June 13, 2018

 

O Fluido da Vida


"A vida (e a saúde) só vem da vida (de coisas vivas) e da morte (de coisas mortas) só vem (doenças e) a morte", Jesus [1]

A raça humana atual neste planeta se viciou em ingerir coisas (substâncias) mortas pela boca e, como consequência, elimina regularmente coisas mortas (fezes) pelo ânus. A ingestão habitual desses (chamados) "alimentos" mortos leva às inúmeras doenças que presenciamos todos os dias à nossa volta. Nós temos um corpo físico vivo no qual flui um líquido vivo chamado sangue. Parte deste sangue vivo é filtrado pelos rins, gerando outro fluido vivo chamado urina. Fezes é morta e tóxica; urina é viva e saudável. O livro [2] relata inúmeros casos de recuperação da saúde através da ingestão da própria urina.

Nós somos feitos daquilo que comemos e bebemos, portanto se qualquer órgão nosso se torna doente, isso geralmente significa que o que ingerimos bucalmente estava errado. Existe muito interesse investido em doenças e, conscientemente ou inconscientemente, os médicos apoiam isso. É uma observação muito comum que médicos produzem doenças, seu ganha-pão.

Em uma postagem anterior deste blog [3] vimos que a saúde de nosso corpo requer a ingestão de água e um sal integral (que contém praticamente todos os elementos químicos da natureza). A urina possui esses elementos e muitos outros componentes importantes para o nosso corpo (hormônios, ureia, etc), sendo, portanto, sua ingestão um fator promotor da nossa saúde. Matéria tóxica em quantidade apreciável não é expulsa do corpo através da urina (quase a totalidade das toxinas são encaminhadas ao intestino, via fígado). Mas, certamente, existe em toda urina uma dose homeopática infinitesimal do complexo tóxico particular presente em cada pessoa individual. Se essa dose infinitesimal é retornada ao corpo (bebendo sua própria urina), um anticorpo correspondente, de acordo com os princípios homeopáticos, será produzido (constitui, portanto, uma espécie de vacina natural) e irá, portanto, tender a curar a condição não saudável particular desse indivíduo. 

O que não pode ser curado com as forças do próprio corpo, não pode ser curado por forças fora do próprio corpo. Nas inúmeras curas reportadas em [2], a grande maioria dos tratamentos consistiu em um jejum de vários dias ingerindo apenas a própria urina e água pura. A urina, ao ser reintroduzida no corpo, vai sendo filtrada; ela vai ficando cada vez mais pura ao longo de apenas um dia que se vive apenas com ela e água, se necessário. Este tratamento consegue um sucesso que um jejum apenas com água e sucos de frutas nunca pode atingir.

A maneira mais certa de convidar a malignidade a se instalar no corpo é a mutilação do seio feminino ou outras partes do corpo humano. Eis o caso de uma mulher de meia idade com um crescimento de boa proporção próximo da axila. Dois cirurgiões sugeriram a cirurgia, mas fizeram uma concessão à sugestão da filha desta mulher para que a paciente pudesse descansar e se alimentar muito levemente antes de enfrentar a cirurgia. A operação foi então arranjada para ocorrer no hospital após uma semana. No entanto, como a filha da paciente tinha tido muito benefício de um jejum com urina, ela convenceu a mãe a tentar esse tratamento nesse intervalo. Em cinco dias deste tratamento nenhum traço do crescimento maligno permaneceu. Dois dias após o dia que a paciente deveria se apresentar no hospital para a operação, o médico da família telefonou. Ele estava indignado por ter seu conselho e planejamento desrespeitado desta maneira "independente"; mas quando ele examinou minuciosamente a paciente ele verificou que a condição dela era totalmente normal, não existia nada mais a ser dito. Na época da escrita deste livro ela estava muitos anos mais velha e passava muito bem.

Notar que todas as cirurgias meramente trata dos efeitos e não remove a causa da doença do corpo. O uso excessivo do sal comum (que não é um alimento) é  um estímulo para o câncer (cancro, em Portugal). Verificou-se que existem ao menos doze sais minerais importantes que estão presentes em tecidos e sangue saudáveis (daí a importância do uso do sal rosa do Himalaia). Se o câncer é um crescimento associado a fungo (como tem sido afirmado), então uma conclusão importante pode ser tirada do fato que os agricultores aguam os locais de cogumelos (um fungo) com água morna salgada (com sal comum) e certas soluções aquosas com o objetivo de obter uma colheita abundante. O cloreto de sódio (sal comum de mesa e cozinha) é uma substância necessária - e, portanto, inofensiva - para os tecidos do corpo nas quantidades mínimas que são encontradas em vegetais, saladas, etc., mas certamente é prejudicial quando inserido constantemente no corpo como um condimento. Todas as doenças, de anemia a câncer, se elas não são produzidas por alguma alteração estrutural ou uma causa profunda psicológica, têm suas origens na alimentação errada. 

O efeito que uma pessoa tem ao beber a própria urina é romper as congestões presentes em todas as partes do corpo. No caso de uma paciente, após quatro dias de beber todas as gotas de urina que saiu dela, a urina tornou-se sem sabor, livre de odor e não ofensiva em qualquer sentido desta palavra. Além de bebê-la, a urina pode ser esfregada no corpo (as áreas mais importantes são a face, pés e o pescoço) com excelentes resultados sobre a pele, cabelo e a aparência em geral. Na realidade, a urina é o alimento da pele por excelência e também é um remédio para todo tipo de doenças da pele (ficamos nove meses em contato com o líquido amniótico no ventre materno, algo muito parecido com urina... e a pele do bebê recém-nascido é uma beleza, não?).

A prática de forçar pessoas doentes a comer "para manter a sua força" é responsável por milhares de mortes antecipadas. O alimento não pode ser assimilado por um corpo doente que já está cheio de material de obstrução. A única "comida" para pessoa doente é sua urina, que já circula pelo corpo. Se no tratamento não for usado o jejum de urina, o recomendável é comer apenas uma refeição leve por dia. A vacinação é uma das causas principais do aumento de duas doenças altamente perigosas, o câncer e as doenças do coração. O Dr. Benchetrit critica a prática de empregar preventivos prejudiciais (ou algo que se alega ser preventivo, como as vacinas) contra doenças infecciosas agudas. Os germes mais "mortais" são inofensivos em um corpo sadio. As vacinas, com o tempo, pode produzir aflições crônicas, tais como as doenças do coração.

Uma febre é na realidade um processo curativo da parte da Natureza para queimar certas toxinas no corpo. Portanto, cuidado ao usar anti-térmicos para baixar febres. Os homens deveriam urinar imediatamente após o coito, pois assim o risco de contrair doenças venéreas seria minimizado, já que a urina possui fortes propriedades antisépticas. 

Eis um caso de problema na próstata em estágio inicial. Um cavalheiro idoso começou a ter dificuldade em esvaziar a sua urina. Ele foi aconselhado por um amigo a tentar tomar meio litro de sua própria urina pela manhã ao acordar; isto deveria ser combinado com um desjejum leve, ao invés da refeição completa costumeira. Resultado: em um mês, após iniciar este tratamento, ele estava livre desse problema.

Uma dama desenvolveu um caroço de cor azul de meia polegada de altura no braço, que ela temia que se tornasse maligno. Ela foi aconselhada por um conhecido a tratá-lo com compressas de urina, e em menos de três semanas o caroço caiu, deixando a pele saudável e limpa. 

Forçar comida a um homem ou mulher doente com a desculpa de que a força precisa ser mantida, é o pico da loucura médica. Para um inválido cujos instintos e órgãos se rebelam contra tomar alimento, a comida age como um veneno.

A catarata pode ser tratada sem operação. Eu descobri que em muitos casos, um jejum de urina de 10 dias era suficiente para dissolver o filme que se forma sobre o olho. O jejum mais longo foi um de 28 dias. A catarata não é sempre uma condição isolada. O que precisamos lembrar é que o olho é uma parte do corpo, e portanto ao tratar o corpo como um todo visando outros sintomas, uma condição local pode ser curada sem ter qualquer atenção direta particular focada nela. Tive pacientes que responderam bem à condição de glaucoma após um jejum de urina de cerca de um mês de duração.

No resfriado comum, o procedimento recomendado é fazer jejum com apenas água fria e auto-urina. Nenhum medicamento deve ser tomado. Se este tratamento for seguido, o resfriado irá desaparecer em cerca de 12 horas ou menos. Um jejum apenas com água fria irá curar um resfriado entre 24 e 48 horas.

Quando os animais estão doentes, eles jejuam até que a fome volte. As partes mais importantes para esfregar a urina em nosso corpo são o pescoço, face, cabeça e pés. A causa principal de doença é a falta de substâncias que deveriam estar no corpo e a presença de substâncias que não deveriam estar no corpo. Nós somos feitos daquilo que comemos, portanto se qualquer órgão torna-se doente, isso geralmente significa que o alimento estava errado. Em outras palavras: A causa da doença é uma dieta mal equilibrada.

Algumas pessoas pensam que leite pasteurizado é leite do pasto. Não é nada disso, mas apenas leite fervido que não tem nutrientes. Se você dar esse leite para os bezerros eles morrem. Se você dar ele para ratos eles param de reproduzirem-se. Esse leite é uma forma de controle de nascimento (de natalidade). 

O autor [2] advoga a bebida habitual da própria urina fresca. Ao levantar, um copo deve ser tomado e, novamente, um copo durante o dia. Ele próprio bebe toda urina que sai dele. Ele também sugere apenas uma refeição por dia, ou no máximo duas, que é suficiente para manter a saúde e a força. Uma pessoa pode subsistir durante um tempo extraordinariamente longo bebendo apenas sua própria urina. 

Está a profissão médica trabalhando para o bem estar da nação, ou estão os cidadãos trabalhando para o benefício dos médicos? Quantos pacientes morreram enquanto os médicos estavam preocupados apenas com a etiqueta médica?  O famoso Pasteur, que "fez mais do que qualquer outra pessoa para comercializar a medicina", não era um médico, mas meramente um químico (Moral: médicos não deveriam perseguir pessoas que ajudam a curar pessoas, apesar de não seguir procedimentos convencionais. Um líder chinês (Den C. Pin) disse certa ocasião: "Não interessa a cor do gato; o que importa é que o gato coma o rato"... o que interessa é se o procedimento cura ou não!). É correto que interesses investidos interfiram com o bem estar físico da população? (Quem está ganhando com as campanhas de vacinação?). A grande vantagem da urinoterapia é o fato que ela funciona, é gratuita e pode ser usada tanto por pessoas pobres como por pessoas ricas indistintamente. A urinoterapia é simples e não é específica para uma doença em particular, ela é específica para se ter saúde. Beber a urina autógena todo dia age como uma prevenção contra o fluxo impedido da urina. Isso também facilita a evacuação. E esse remédio valioso é totalmente gratuito (exatamente por causa disso ele não é divulgado, por não poder ser vendido).

Aos médicos é permitido fazer experimentos com os seus pacientes, tanto com drogas como com facas (cirurgias) e agulhas, e se os pacientes morrem, pior para os parentes, já que os médicos não correm qualquer risco, pois são creditados por terem feito o seu melhor com um caso perdido. Você quer correr esse risco?

A melhor medida preventiva contra todas as doenças (contagiosas ou não) é um corpo saudável (e não tomando apenas vacinas). O certo é "ensinar a pescar" (como ficar saudável e liberto) e, não, apenas "dar o peixe" (a vacina, a bolsa família, manter a escravização, etc.). Os homens que fomentam ou são diretamente responsáveis pelas guerras não são seres humanos saudáveis. Júlio César era um epilético, Napoleão morreu de câncer do estômago e Hitler era um neurostênico de um tipo muito pronunciado.

Referências:
[1] Edmond Bordeaux Szekely, O Evangelho Essênio da Paz (Livro 1), Editora Pensamento, Edição 4, 2005. Na página 43 desse livro, Jesus explica o significado do mandamento bíblico "Não matarás (vosso corpo)", onde está inserida a frase citada acima.
[2] John W. Armstrong, The Water of Life - A treatise on urine therapy, The C.W. Daniel Co. Ltd., 2003. ISBN: 0-85032-052-6.
[3]  Postagem deste blog de 04/06/2018: Água e Sal: A Essência da Vida, http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2018/06/agua-e-sal-essencia-da-vida.html

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Monday, August 07, 2017

 

A vida sempre continua


Abaixo trechos deste livro [1] do autor Américo Simões.

Os cuidados para com o corpo físico são tão importantes quanto para com o nosso lado espiritual. Pois dependemos desse físico enquanto na Terra estivermos para cumprir nossa missão de vida, estender a mão ao próximo, ser os braços e pernas de Deus.

O que fazemos contra nós mesmos, no fundo, estamos fazendo contra os nossos entes queridos e contra as pessoas que nos amam de verdade. Não se importar com quem nos ama é uma forma de egoísmo.

Não importa se você trabalha ou não, você precisa se dar férias anualmente. Pelo menos uma vez por ano deve viajar para algum lugar, pois uma viagem renova nossas energias.

A palavra oração é a junção de palavra orar com a palavra ação. Ou seja, nenhuma oração pode surtir efeito na nossa vida se nós não nos pusermos em ação. Quando uma oração não surte efeito, é porque oramos sem agir. Para que a oração tenha êxito, precisamos entrelaçá-la com ações, atitudes cabíveis no dia-a-dia.

Para manter seu físico sempre sadio é necessária uma alimentação sadia, pôr o físico para se exercitar e a mente para relaxar por meio de uma meditação.

A partir do momento que o espírito se adapta ao físico, passa a dominá-lo, o corpo e a alma tornam-se uma coisa só, ao menos enquanto na Terra estiver. Quando o físico se esgota, ele perde o poder de condensar o espírito dentro dele, dá-se, então, o que chamamos de morte. O espírito, então, voltou a ser o que é em essência, um ser, alma, isento desse corpo físico, composto de matéria terrestre, que obteve para encarnar na Terra. A morte é o desmembramento um do outro. A gente enterra somente o corpo morto de uma pessoa. A essência, a consciência daquela pessoa está no espírito e ela não está mais ali, naquele corpo, ela segue agora para o local de onde veio, chamado de plano espiritual ou espaço além da matéria.

O oposto da vida não é a morte. A morte é o oposto do nascimento. Não existe palavra para descrever o oposto da vida, porque vida não tem oposto. Só existe vida o tempo todo no cosmo e eternamente.

O momento de morrer é indolor, por mais que alguém esteja com dor. Por isso os franceses comparam o momento da morte com o orgasmo. O lado de lá é apenas uma extensão do você de agora... Somos eternos, espíritos errantes dentro deste cosmos infinito.

Voltaire disse que o trabalho nos livra de três males: a miséria, o tédio e o vício. E é verdade! Trabalho é intrínseco à vida. Não dá para viver sem trabalhar.

Devemos ajudar financeiramente alguém de modo sadio. Ajudar ser torná-lo um acomodado. Evolução só se consegue quando se assume responsabilidades.

Há pessoas que chegam do lado de lá fragilizados por causa de uma doença carnal que afetou o espírito.

Referência:
[1] Américo Simões Garrido Filho, A vida sempre continua, Barbara Editora, São Paulo, 2012.

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Monday, July 31, 2017

 

O Portal da Morte


O evento que chamamos morte do corpo físico constitui um portal para uma outra dimensão, uma outra realidade. Abaixo apresento algumas passagens de um livro [1] de Geoffrey Hodson que trata desse assunto.

A aproximação da morte

Estão aqueles que morrem conscientes da aproximação da morte? A resposta é: "Geralmente, não". A falta de suprimento de sangue e, portanto, de oxigênio no cérebro, acarreta a inconsciência, um processo semelhante ao sono. Mesmo que tenha havido sofrimento na proximidade da morte, este sofrimento cessa antes do fim.

O que vemos quando o processo da morte é diretamente observado? À medida que a hora da dissolução se aproxima, vemos as forças vitais sendo retiradas das extremidades e centradas no coração e aí visíveis como uma brilhante luz dourada. Depois disso, a sensação nos membros inferiores é grandemente diminuída. Então, quando a morte fica mais próxima, as forças vitais retiram-se para o meio da cabeça, que é a rede da consciência egoica durante a vida física. 

A pessoa que está morrendo pode estar ou não ainda consciente fisicamente. Se inconsciente, no coma que precede a morte, ela será visível à visão clarividente em seu veículo superfísico. Este veículo é construído de matéria muito mais sutil que o éter e, em linhas gerais, lembra quase exatamente o corpo físico; é, de fato, sua contraparte. Ele difere em aparência do físico, pois a substância com a qual é construído tem luz própria, de modo que brilha como se a luz viesse de seu interior, e é cercado por uma atmosfera visível (aura) como luz em constante mudança de cores. Existe uma ciência de correlação dos estados de consciência com as cores da aura.

O cordão prateado

A aura será visível em torno da pessoa agonizante que, fisicamente inconsciente, está então fora de seu corpo físico e flutuando acima dele, mas a ele ligado por uma corrente de forças que brilham com uma delicada luz prateada. Esta corrente flui entre as cabeças do corpo físico e do superfísico, assim ligando-as. Enquanto continuar fluindo há sempre a possibilidade do despertar físico. Uma vez rompida, o que se dá no momento da morte, não há mais possibilidade de retorno. Quando chega o  exato momento da morte, o cordão prateado rompe-se, e o homem ergue-se como se liberado de uma tração gravitacional.

A vida passada é revista

Em quase todos os casos o homem está inconsciente da morte como está do sono. Ele passa, por assim dizer, com um suspiro, deste mundo para o próximo. Geralmente ele está empenhado num processo de revisão, no qual passam ante seus olhos mentais os acontecimentos da vida que acabou, em perspectiva clara, causas e efeitos, sucessos e seus resultados, omissões e suas consequências, sendo vistos e correlatados. Este processo de revisão é muito importante, pois daí destila-se uma certa sabedoria - o fruto da vida encerrada. É por esta razão que deveríamos mental, emocional e fisicamente ficar quietos  na câmara da morte, de modo que, por excesso de pesar, não venhamos a perturbar o ser amado neste importante processo. Ele está agora vivendo em seu corpo mais sutil, o corpo da emoção, e está, portanto, altamente sensível às forças do pensamento e da emoção. Calmamente e com autocontrole, nossos pensamentos devem ser dirigidos para ele, com amor, com bênçãos e votos de progresso interior nos mundos mais sutis.

O despertar após a morte

Finda a revisão, segue-se geralmente um período de completa inconsciência que pode durar de trinta e seis a quarenta e oito horas, variando com o indivíduo. O despertar ocorre e o falecido, frequentemente ainda inconsciente do que aconteceu, olha ao seu redor. Em quase todos os casos algum amigo ou parente espera-o; ou, se não há ninguém para dar-lhe as boas-vindas, então algum membro do grande grupo dos auxiliares cujo trabalho é receber os recém-chegados, vai ter com ele. Tais auxiliares são membros de um grupo altamente treinado para esta função de dar assistência aos novos que chegam. Com as boas-vindas, explicam a mudança, ajudam para que se estabeleçam tão confortavelmente quanto possível. 

Lá não é uma terra estranha

O mundo para o qual nossos amigos foram, e para o qual iremos, não é uma terra estranha, porque vamos lá todas as noites enquanto nosso corpo físico dorme. O sono foi, com muita propriedade, chamado o irmão gêmeo da morte. Enquanto o corpo físico dorme, ficamos despertos no corpo que usaremos após a morte. Nossos sonhos são, em parte, memórias confusas de nossa vida nesse outro mundo, que trazemos de volta ao acordar. A diferença entre o sono e a morte está no fato de que, no sono, o "cordão prateado", que nos liga ao corpo físico, não é partido. Na morte, o cordão é partido, e como não temos mais laço com o corpo físico, não voltamos mais para ele. O mundo superfísico e o estado de consciência em que se ingressa na morte consistem em duas divisões ou planos da natureza: o emocional ou astral, e o mental. 

Influência do temperamento e do caráter

As condições nas quais uma pessoa se encontra depois da morte dependem grandemente de seu temperamento (e crenças) e da natureza da vida que levou no plano físico. Cada um de nós vê o mundo ao seu redor através das janelas de seu temperamento. O indivíduo amigável e alegre, desperta após a morte num mundo alegre, amigável; enquanto o centrado em si mesmo, pode acordar num mundo um tanto isolado, enfadonho e triste - não que esse mundo seja isolado, mas porque o indivíduo egocêntrico não consegue inspirar nem dar amizade. Felizmente, a dor, o enfado e o isolamento que tais pessoas criaram para si próprias, força-as a mudarem de atitude em relação à vida.

O cientista depois da morte

Os recém-chegados revelam uma tendência a procurar, depois da morte, as formas sublimadas que mais os atraíram na Terra. Assim, o investigador científico, cujo ideal na Terra era a procura da verdade, verifica que pode seguir a verdade lá como o fez aqui. Ele verifica também que suas investigações são muito mais frutíferas porque, deixando o mundo de matéria mais densa, está mais consciente na substância mais sutil, e mais próximo do mundo das causas. É na consciência mais elevada e no mundo das causas que residem a verdade e a compreensão. As forças circulantes, das quais o mundo físico é um produto ilusório, são visíveis como tal no mundo que se segue. Os grandes engenheiros do Logos, os Seres que fazem circular essas forças, operando e administrando os processos e as leis da Natureza - as Hostes Angélicas - podem ser vistas em operação, e o investigador científico encontra-se assim numa região em que seu trabalho é muito mais frutífero do que foi na Terra.

Os negócios deixados para trás

Todos que ingressam na morte verificam que o pensamento é uma força poderosa, potente para afetar a vide de outros, bem como um auxílio para si próprio, se ele a usar devidamente. A vida depois da morte pode, certamente, ser o começo de uma liberdade mais admirável, porque as fatigantes necessidades de negócios que, sem dúvida para nosso próprio bem, mantêm-nos atarefados aqui e tendem a acorrentar nossos pensamentos e emoções às coisas materiais, não mais existem. O ramo da alimentação, por exemplo, embora uma das principais causas dos negócios e do esforço pessoal no plano físico, deixa de ter qualquer importância na vida após a morte, porque toda a nutrição de nossos corpos sutis é automaticamente tirada da atmosfera. Lá, como aqui, o ar é carregado com a força vital de Deus, emanada através do Sol, e contém todo o necessário ao sustento nesse mundo. Todo o processo de sua absorção e assimilação é tão inconsciente como o respirar no plano físico. Consequentemente, o alimento não é uma fonte de atividade comercial. A roupa é feita pelo pensamento. Posto que a matéria do próximo mundo responde instantaneamente ao pensamento, pensar-se vestido é ficar vestido. O transporte não depende do trabalho dos outros. Nos mundos superfísicos nos movemos impulsionados pelo pensamento. Pensar alguém num lugar é deslocar-se para esse lugar. A habitação, a quarta das grandes fontes de negócios e de esforço humano no plano físico é também criada, no mundo vizinho, pelo pensamento. Lá, como aqui, as pessoas se reúnem em casas e cidades que são formas-pensamento. A privacidade é tão necessária na vida após a morte quanto na Terra, mas não um abrigo exigido pelo clima, pois as nossas condições climáticas adversas não se reproduzem lá. 

A vida nos mundos intermediários é transitória

Não há permanência em qualquer dessas condições e estados de consciência. Toda pessoa que morre de morte natural passa pelos mundos da emoção e da mente com velocidades variáveis, até que o centro de vida e de percepção, que estivera encarnado no corpo físico, seja retirado para sua fonte, que é o Ego no Corpo Causal. Há exceções, mas esta é a regra geral, e o tempo gasto no mundo astral após a morte depende muito do grau de espiritualidade ou materialismo no caráter e nos interesses do falecido. O ideal, naturalmente, é passar tão rapidamente quanto possível pelos mundos da emoção e do pensamento analítico para ingressar na beatitude da vida celestial e, mais tarde, na completa reabsorção no Eu Superior.

O amor é imortal

Será que o passamento significa a separação final, ou será que, de algum modo e em algum lugar, nós e aqueles a quem amamos nos encontraremos outra vez? A Teosofia afirma que, seguramente, aqueles que se amam irão se encontrar. Nada - nem a morte, nem o renascimento - pode quebrar os laços do verdadeiro amor. O amor é imortal e é, além de tudo, a mais poderosa força do universo. O encontro é, portanto, assegurado de maneira absoluta a todos aqueles que verdadeiramente amam. Se morrermos, poucos meses após a morte, iremos diretamente à presença do ser amado que nos precedeu.

O suicídio

Certos desvios do normal ocorrem em casos de suicídio e morte súbita e prematura. Quando cometidos por motivos abnegados, depois de passado o choque, que geralmente acompanha a morte súbita, a pessoa se acomoda às novas condições descritas anteriormente. Nesses casos, geralmente não há coma, e não há tempo para a pessoa se reajustar gradualmente às novas condições de vida. Aqueles que tomam suas vidas por motivo de fuga, a fim de escapar de condições inaceitáveis, podem mergulhar em inconsciência imediatamente ao deixar o corpo físico, e assim permanecer até o tempo da morte natural. Eles então despertam e se tornam sujeitos às leis e condições apropriadas. É este fato de despertar só quando o termo natural da vida física teria chegado ao fim que sugere haver um tempo fixado para a morte natural de cada um de nós, dependendo parcialmente de nossa conduta.  A experiência daqueles que cometem o terceiro tipo de suicídio é menos invejável ainda. Grosseiros e sensuais, eles deram fim a sua existência física na plenitude da vida, levados pela paixão do medo. Seus desejos fortes os conservam amarrados à Terra. Eles podem ver a réplica em matéria sutil do plano físico e vivem num meio mundo - entre este e o seguinte. Levados por desejos e paixões que não podem satisfazer, procuram, para seu alívio, entrar em lugares de permissividade sensual no plano físico e tentam unir sua consciência com o dos ébrios e sensuais que por aí vivem. Em tais circunstâncias, pessoas do plano físico sentem intensificação de seus desejos, de modo que o relacionamento, mesmo que ignorem tal coisa, pode lhes ser tão prejudicial quanto para as almas amarradas à Terra que procuram satisfação através deles. O suicídio é sempre um erro. Temporariamente o suicídio resolve certos problemas, é verdade, mas também cria outros novos.

O purgatório

A pessoa que morre presa de um vício autocriado sofre muito após a morte física. Ela está então vivendo em seu corpo emocional e, consequentemente, sentindo seus desejos com uma intensidade que lhe era ainda desconhecida quando a matéria do corpo físico os reduzia ou os abafava. Se existe o Inferno em algum lugar, então é nessa condição de ânsia forte e insatisfeita. O inferno não é um lugar; é um estado de consciência, bem como o é o Céu. Alguém pode estar em qualquer um deles, conforme a condição de sua consciência, onde quer que seu corpo esteja. Este sofrimento não é imposto como uma punição após um julgamento por uma autoridade externa; é algo autogerado, como é todo sofrimento e toda alegria. Ambos "colheitas" automáticas de "semeaduras" anteriores. O sofrimento causado por desejo insatisfeito não é algo permanente. O sofrimento post-mortem, resultante de vício não sobrepujado, dura somente o tempo da energia despendida em sua permissividade continuada. Quando isso se extingue, o homem fica livre e entra na vida normal post-mortem. As condições imediatamente além-túmulo podem ser tomadas como purgatoriais. Não se pode admitir acidentes no sentido usual da palavra. Todas as experiências do homem através do ciclo de vida, que consiste na descida ao nascimento, vida física, morte e ascensão ou retorno são autogeradas segundo a lei de causa e efeito. Não é aceita como possível a mais leve injustiça a qualquer ser humano. O homem é seu próprio legislador, o decretador de seu destino físico. A morte súbita pode causar um choque temporário. Uma catástrofe pode causar pânico. O conhecimento dos erros cometidos na Terra e a voz da consciência podem torturar a mente. Pode haver um vício não neutralizado, obrigações não cumpridas, conflitos psicológicos e complexos não resolvidos, desejos profundos nunca satisfeitos, e estes podem causar e causam sofrimento temporário após a morte. Felizmente há auxílio disponível: auxiliares que recebem, confortam e guiam aqueles que necessitam, e eles encontram na vida depois da morte uma continuação e uma extensão dos serviços que prestavam, ou queriam prestar na Terra.

O soldado depois da morte

Às vezes soldados que são mortos assumem a tarefa de ajudar os recém-chegados e, não raro no princípio, dão atendimento a seus próprios camaradas que vêm logo em seguida. No momento da morte normal, o falecido geralmente se empenha numa revisão de sua vida que se extingue. Na morte súbita, entretanto, não há, em muitos casos, nem revisão, nem pausa para descanso. Um instante apenas separa a consciência neste mundo da consciência no próximo. Conhecimento, faculdade, experiência, poderes adicionais e a oportunidade de satisfazer os desejos e as aspirações da vida precedente, que normalmente seria retardado até o próximo renascimento - estas são algumas das vantagens imediatamente adquiridas pelo soldado morto quando ele aceita o privilégio especial do renascimento imediato. A memória instintiva que surge no raro caso da reencarnação chamada de imediata pode ser bastante clara e detalhada, devido ao fenômeno raro de terem sido conservados os corpos astral e mental da última encarnação (pela renúncia ao período celestial ou Devachan), e não terem sido substituídos por outros novos vomo é o caso normal. Normalmente, o período entre vidas variam de 4 a 2.300 anos (geralmente de 4 a 40 anos no plano astral ou "purgatorial", seguido de zero a 2.300 anos no plano mental ou "celestial"), dependendo principalmente da duração da vida e do estágio evolutivo daquela alma. 

Preparação para a morte

Pode alguém fazer planos para sua vida depois da morte do corpo? Certamente que sim, pois a lei de causa e efeito age da vida no físico para a do superfísico. Cada um de nós, portanto, está contínua e diariamente preparando sua vida depois da morte com seus pensamentos, motivos, sentimentos, palavras e ações. Cada um de nós é um filho imortal de Deus. A morte existe apenas para os olhos que a observam e toca apenas o corpo físico, libertando-nos, em grande parte, do poder de cegar que tem a matéria. 

As vestes da alma

A essência do Eu de alguém é independente da existência física, é distinta do seu invólucro físico temporário. Os sete corpos do ser humano são:
- corpo físico
- duplo etérico
- corpo astral ou emocional
- corpo mental inferior, veículo do pensamento concreto
- corpo mental superior, veículo do pensamento abstrato
- veículo da intuição
- veículo da vontade espiritual

Quando o corpo físico é abandonado, o centro de consciência retira-se rápida ou lentamente, de acordo com a condição do morto, através do mundo intermediário ou astral, para gradualmente se estabelecer no corpo mental, o instrumento do pensamento concreto. Este processo finalmente se encerra e o corpo mental é, por sua vez, descartado e a consciência focalizada integralmente no corpo de luz, o corpo causal, o veículo do intelecto. A personalidade autoconsciente do morto como era na Terra, com seus sentimentos superiores, aspirações, afetos e mesmo predileções, ou antes a essência mais elevada de tudo isso, entra no Devachan. Os sentimentos mais sensuais, os desejos e as tendências da personalidade morta não podem experimentar o Devachan. Eles são deixados para trás flutuando na atmosfera da Terra com o seu veículo, o corpo astral e, à medida que este se desintegra, seus elementos vão voltando às fontes de onde foram tirados para formar o corpo. 

Idéias teosóficas

A Verdade deve ser procurada pelo estudo, pela reflexão, pela pureza de vida, pela devoção aos ideais elevados. A crença deve resultar do estudo ou da intuição individual, e deve repousar em conhecimento, não em afirmativa. Procurar remover a ignorância e não puni-la. A morte é um incidente que se repete numa vida sem fim. Reconhecer o Espírito como a si próprio e a mente e o corpo como seus servos.

Referência:
 [1] Geoffrey Hodson, Através do Portal da Morte, Editora Teosófica, 2013. ISBN: 978-85-7922-095-1. www.editorateosofica.com.br.

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Sunday, June 21, 2015

 

O Visível e o Invisível - 2


Tudo o que você consegue ver (ou sentir, com os seus cinco sentidos) no mundo físico, está intrinsicamente conectado com o seu complemento que você não vê (ou sente). Tudo o que você sente está no seu consciente, e tudo que você não sente está no seu inconsciente. Para que algo se manifeste é necessário ocorrer essa divisão entre visível e invisível. Quando você vê uma lâmpada se acender, algo que você não vê precisa estar acontecendo: uma corrente elétrica, que você não vê, precisa estar circulando pelo filamento da lâmpada. Mas esta corrente elétrica invisível pode ser detectada por um aparelho apropriado (um amperímetro).

Seja lá o que se revelar no mundo do conhecimento, a sua parte complementar ficará irrevelada. Quando você fala (audição é acionada), o seu lado negativo do silêncio não é manifestado. Quando você se cala, o lado positivo do silêncio, a fala, não se manifesta. Nada pode manifestar-se, tornar-se conhecido, sem que o oposto, o contrário complementar, esteja simultaneamente presente na forma invisível. Quando algo de positivo se manifesta, o lado negativo fica oculto, e vice-versa - quando surge o negativo, o positivo não aparece. Onde aparecer um lado, o outro terá de estar presente, nem que seja no estado invisível. O fato de se pertencerem os une para sempre.

Portanto, o estado de separação é apenas aparente, porque mesmo que as duas metades complementares estejam separadas e distantes da unidade total, elas não se distanciam uma da outra e tampouco podem abandonar-se. Observe o mundo visível. Ele só pode ser reconhecido porque se separou da unidade, em que o nada e o tudo ainda repousavam um no outro, portanto separou-se da unidade absoluta a que denominamos Deus. Só conseguimos conhecer a criação porque o positivo separou-se do negativo e, então, podemos compará-los. Não existe conhecimento sem que a unidade se divida em duas metades, uma revelada e a outra não - o seu reflexo -, o que possibilita reconhecê-las por comparação.

A criação, o mundo cognoscível, é como uma árvore. À direita dá frutos bons e positivos, e à esquerda, maus e negativos. Ambos os lados pertencem, no entanto, ao mesmo tronco, à mesma unidade. Toda a criação é, então, a árvore do conhecimento do bem e do mal. Somente pela divisão da unidade, que não é boa nem má, mas divina, surgem o bem e o mal. Graças a ela o conhecimento foi possível. Por conseguinte, o mundo cognoscível precisa conter o bem e o mal, caso contrário não é cognoscível nem tampouco possível.

Por ter-se encarnado num corpo, você se tornou um ser cognoscível. Você separou sua consciência do nada e do tudo, separou-a de Deus, do seu eu verdadeiro. Você caiu na multiplicidade, na diferenciação. Você é uma revelação, uma criatura. Você deve usar as qualidades das virtudes na época certa e no lugar apropriado. A mesma virtude que é divina, quando usada no local e na época corretos, torna-se satânica, se empregada no lugar e na época errados. Pois Deus somente cria o bem, a beleza, o amor e a verdade. Não existem qualidades más ou forças maléficas, o que há são qualidades e forças mal empregadas!

O corpo é o resultado e a consequência da separação, ele é apenas a metade visível do seu eu verdadeiro. A outra metade ficou na parte inconsciente, na parte invisível do seu ser. Quando você unir essas duas partes complementares, você poderá reencontrar a unidade divina! É impossível viver a unidade fisicamente - tornar visível, corpórea a metade inconsciente e unir as duas. Isso porque uma consciência não pode dar vida a dois corpos. Se você quiser viver a essência da metade complementar em seu corpo, isso significará a morte. Se o corpo se tornou visível justamente por se ter separado de sua metade complementar, a reunião acarretaria a morte como consequência. Mas você pode viver a unidade divina com sua metade complementar ainda no corpo, mas apenas num estado de consciência!

Enquanto um ser vivo procurar a outra metade do seu ser no lado exterior, no mundo criado e reconhecível, nunca encontrará a unidade, porque sua metade complementar não está neste lado externo, na revelação, separada dele, mas unida a ele, no próprio inconsciente irrevelado. Não poderia existir qualquer ser vivo se a outra metade não estivesse no plano invisível. O oposto de tudo o que você é e revela em sua parte consciente, e que torna manifesto, está contido no seu inconsciente, que, no entanto, também lhe pertence, pois ele também é você. Você não encontrará a metade que lhe complete no exterior; também não a encontrará num homem ou numa mulher de carne e osso. Conseguirá encontrá-la no inconsciente do seu próprio eu. Se unir essas duas metades do seu eu na consciência, você voltará a participar do nada e do tudo, tornando-se idêntico(a) a Deus!

Comer alguma coisa significa "tornar-se idêntico" à coisa comida. Pois você é o resultado do que come, você é o que come. Pelo fato de a sua consciência identificar-se com o corpo, simbolicamente falando, você comeu os frutos da árvore do conhecimento do bem e do mal e tornou-se mortal. O seu corpo físico visível só existe porque existe uma parte complementar energética e invisível que o sustenta. Note que a nossa comida mais importante é o ar que respiramos, pois não podemos passar muitos minutos sem ele. Portanto, para manter a saúde de seu corpo físico, insira pelas narinas apenas ar puro. Se você inserir ar morto, venenoso ou poluído pela narinas, rapidamente você mata o seu corpo, como era feito nas câmaras de gás nazistas.Também para manter a saúde, insira pela boca apenas alimentos (sólidos ou líquidos) vivos, isto é, não cozidos, para se manter sempre vivo. Se cozinharmos um homem vivo em um caldeirão, no final teremos um homem morto, um cadáver cozido, sem vida. Portanto, para manter ou recuperar sua saúde, de forma permanentente, insira ar puro pelas narinas e insira alimentos crus pela boca. E o resto é "conversa mole para boi dormir"...

Fonte consultada:
1. Elisabeth Haich, Iniciação, Círculo do Livro S.A., por cortesia da Editora Pensamento Ltda, São Paulo-SP.

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Saturday, December 25, 2010

 

Eles Continuam entre Nós - 2

"A vida só vem da vida, e da morte só vem morte", Jesus Cristo.

O nosso espírito é eterno, a morte do corpo físico não é o fim. Somos viajantes do cosmos desde que fomos criados à semelhança de Deus. Ao nascermos na Terra, recebemos o corpo de carne, que nos possibilita interagirmos neste planeta, onde estagiamos por tempo determinado, com a finalidade de desenvolvermos nossos potenciais e nos integrarmos às leis cósmicas que regem a vida.

Somos livres para escolher, mas obrigados a colher os resultados das nossas escolhas. Assim, cada um é responsável por tudo quanto lhe acontece. Através de erros e acertos, vamos amadurecendo, evoluindo.

Não dá para avaliar o tempo que cada um vai despender nesse processo, que poderá alongar-se por séculos, conforme a resistência e o ritmo próprio de cada um. Por esse motivo, reencarnamos várias vezes neste mundo físico, só deixando de fazê-lo quando tivermos aprendido tudo o que esta dimensão pode nos oferecer.

Como a evolução é infinita, quem não precisa mais estagiar na Terra, passa a viver em outras dimensões do universo, continuando sua trajetória evolutiva em busca do conhecimento e da harmonia interior.

Tudo isso foi sendo revelado desde o começo de nossa civilização, por meio de profetas que nasceram aqui para ajudar o progresso. Alguns deles eram espíritos elevados em missão de esclarecimento, mas muitos foram expurgados do planeta onde residiam, por terem resistido ao progresso. Desenvolveram o intelecto, a inteligência, mas não os sentimentos, e estavam prejudicando aquela sociedade em que viviam, em que a maioria já havia conquistado o direito a uma vida melhor.

A vida, em sua sabedoria, os tirou do meio mais evoluído a que estavam habituados, onde a tecnologia criou facilidades e bem-estar, fazendo-os reencarnar em um planeta, cuja sociedade estava em estágio primitivo, para que houvesse uma troca salutar entre si.

Ao reencarnar, o espírito esquece suas vidas passadas, mas todas as suas experiências pretéritas continuam gravadas em seu inconsciente.

Dá para imaginar o que sentirá um espírito habituado à luz elétrica, ao transporte moderno, aos recursos de saúde, à presença de pessoas de sentimentos elevados, tendo de viver entre um povo bárbaro, malvado, ignorante? Ter de enfrentar as intempéries, a falta de conforto, guardando dentro de sua alma uma sensação de fracasso, de rejeição e de incapacidade?

Deus, ao criar o universo e os espíritos, estabeleceu leis cósmicas perfeitas que atuam com a finalidade de facilitar o desenvolvimento de todos, conduzindo-os à evolução. Fê-los simples e ignorantes, mas particularizou vocações, que comporiam as novas moradas em que viveriam, nas quais precisariam contar com pessoas para as diferentes atividades sociais a serem desenvolvidas. Colocou dentro de cada um, os potenciais necessários e lhes foi dada uma vocação, para que exercessem suas atividades com amor. Deu-lhes também o livre-arbítrio, para que pudessem fazer suas escolhas e aprender com os correspondentes resultados.

Todavia, ninguém pode permanecer parado, indefinidamente, em um ciclo vicioso. Por isso, foi-lhes concedido um tempo de tolerância para progredir, mas quando alguém se acomoda e ultrapassa esse tempo, a vida interfere, mandando desafios, que vão se tornando cada vez mais intensos e a pessoa é colocada diante de problemas mais graves, até que ceda, reaja e acorde para a realidade.

Esses ensinamentos que os espíritos elevados trazem, fazem-nos perceber a perfeição divina, a sabedoria da vida que nos ama e trabalha sempre em nosso favor.

Apesar de nossas dificuldades em aceitar as mudanças que estão diante de nossos olhos, é fato que elas nos oferecem a dignidade de podermos conquistar o próprio progresso.

Esse respeito que a sabedoria divina demonstra, acreditando que somos capazes de criar uma vida melhor, nos emociona e eleva. Faz-nos sentir que somos deuses e deusas que estamos no caminho da perfeição. Mas, ao mesmo tempo, faz-nos perceber a própria responsabilidade, não só diante de nossas necessidades, mas também em face da preservação do planeta que nos agasalha.

Deus nos deu a vida, mas a Terra ofereceu-nos tudo que necessitamos para estagiarmos aqui. Deu-nos os elementos que formam nosso corpo de carne, o ar que respiramos, vegetais, frutos que nos alimentam, animais que nos servem com dedicação. Cercou-nos de beleza, desde o azul do céu até as profundezas dos mares, onde nossas vistas não alcançam.

Nossa casa planetária, girando no espaço infinito, é um lugar privilegiado, cheio de flores, pássaros que cantam, incentivando-nos à alegria. Olhemos em volta e percebamos toda a glória da vida que nos rodeia, agradecendo por podermos viver aqui.

Desde o início de nossa civilização, os espíritos superiores têm se dedicado a nos chamar a atenção, de todas as formas possíveis, para essa realidade. Eles alegam que quando estivermos prontos, a vida, detentora de tesouros de felicidade, oferecerá o nosso. Para conquistá-lo, é necessário sabermos mais sobre o significado da vida e como ela funciona. Essa conquista também implica amadurecimento e merecimento. Ninguém colocará nas mãos de pessoas iludidas, fora da realidade, uma função que requeira conhecimento e dedicação.

Em uma sociedade onde valores espirituais e éticos estão invertidos, a cultura é dominada por falsas crenças que valorizam as aparências e as pessoas impõem a si mesmas papéis sociais para serem aceitas, é bastante comum a disseminação do sentimento de insegurança. Num contexto assim, as pessoas vivem pressionadas pelo medo - fruto da ignorância e do domínio de religiões que pregam a existência de um Deus que julga, condena, castiga seus filhos e vê o homem como um ser incapaz, eterno pedinte dos favores divinos, dependente e sem capacidade para comandar a sua própria vida.

Para elas, ser humilde é colocar-se sempre em último lugar, sem qualquer ambição. Valorizam a pobreza e veem, sob suspeita, os que têm bens e não aceitam essas imposições. Conceitos assim dificultam o progresso, distorcem a visão da realidade, oprimem, prejudicam o desempenho e conduzem à depressão e à infelicidade.

Os espíritos superiores, há muito tempo, esperam que nos libertemos dessas crenças erradas. Que enxerguemos a vida como ela é: perfeita, exuberante e rica, a oferecer-nos todas as chances de progresso.

Durante essa espera, eles persistem em nos chamar a atenção sobre a continuidade da vida após a morte, na necessidade de aprendermos as leis que regem a vida, a fim de escolhermos melhor nosso caminho.

O sexto sentido é também mais uma capacidade do ser humano. Não é fruto de nenhuma religião. Todo ser humano o possui em graus variados, diferindo de pessoa para pessoa. Sabendo disso, eles envolverm quem tem essa capacidade e transmitem seus ensinamentos. Fazem-no não apenas para abrir os olhos do homem, mas também para confortar aqueles que passam por perdas de entes queridos ou estão vivendo momentos dolorosos e situações difíceis.

A crença na vida após a morte e a certeza de que não estamos sós a enfrentar os problemas neste mundo (contamos sempre com o apoio da nossa sábia e amorosa Equipe de Supervisão individual), além de nos confortar, abrem as portas da eternidade, trazendo a esperança de que um dia tudo ficará em paz.

Fonte: Zibia Gasparetto, Eles continuam entre nós - Vol. 2, Centro de Estudos Vida & Consciência Editora, São Paulo, 2010. ISBN 978-85-7722-121-9.

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Sunday, September 26, 2010

 

O Iceberg

"Quando não se vai pelo amor, vai-se pela dor", Jesus

O iceberg é uma "montanha de gelo" que flutua no mar, próximo aos polos terrestres. A parte externa do iceberg, a que fica acima do nível do mar e que podemos observar diretamente, é muito menor do que a sua parte interna, muito maior e que fica submersa, que fica oculta de nossa visão direta. Devido a essa característica, o movimento do iceberg não se dá devido aos ventos externos (acima do nível do mar) mas devido à presença de correntes marítimas internas (abaixo do nível do mar).

Podemos fazer uma boa analogia do iceberg com a natureza do ser humano. Cada ser humano é constituído por um mundo externo, composto por nossas atitudes e ações, comportamento e aquisições materiais e intelectuais. Esse nosso mundo externo representa também nosso corpo físico, mente e personalidade (nossos papeis sociais). O nosso mundo interno, muito maior que o mundo externo, é constituído por nossos pensamentos, emoções, sentimentos e nosso Eu interior (nosso Eu Verdadeiro). O mundo interno representa também nossa alma. É nesse mundo interno onde reside a nossa felicidade, constituída por nossa alegria interna, paz interior e visão interior.

Quem cria o seu dia? Quem conduz a sua vida? Dependendo da pessoa, pode ser o seu mundo externo ou o seu mundo interno. Mas é importante notar que o que acontece dentro de nós (no nosso mundo interior) irá criar o que acontece fora de nós. Portanto, ao nos melhorar iremos melhorar o mundo que nos rodeia. Nesse sentido, Platão já dizia "Viva de acordo com um desses valores máximos: beleza, verdade, amor, liberdade, justiça, igualdade, paz, e você terá Felicidade".

Quando ocorreu o grande tsunami na Ásia, em 2004, alguns mergulhadores estavam dentro do mar (no mundo interior) e se salvaram, mal percebendo a sua passagem devastadora na superfície. Quando voltaram à superfície verificaram o grande estrago que tinha ocorrido fora, na superfície marítima (mundo externo) pela passagem da grande perturbação conhecida por tsunami. Da mesma forma, quando nos firmamos no nosso mundo interno de forma adequada conseguimos suplantar facilmente as perturbações que ocorrem no mundo externo.

Fonte: Palestra na Brahma Kumaris, proferida por Marcos Adriano Infantozzi, intitulada "Novas inteligências (intelectual, emocional e espiritual) - ferramentas para desenvolver o equilíbrio interno", Campinas - SP, 26.09.10.

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Thursday, March 25, 2010

 

O Sexo e Você

"A quem muito é dado, muito será cobrado", Bíblia
"A paz esteja convosco", cumprimento rotineiro usado por Jesus

Não somos donos de nenhum bem material (imóveis, carro, dinheiro, etc), inclusive de nosso próprio corpo físico, que nos foi dado de presente (pelo Deus criador) e que nós não sabemos como construí-lo. A única coisa que podemos dizer que possuímos é uma alma (eu sou um espírito imortal), que dá vida ao (que anima) nosso corpo físico que estamos utilizando neste momento. Nós somos apenas os gerentes dos bens materiais colocados sob a nossa responsabilidade (guarda), para administrá-los da forma correta (principalmente, nosso corpo físico). Porém, quanto maior o número de objetos sob nossa responsabilidade (inclusive nossos filhos), maior o tempo que será necessário para administrá-los corretamente e menor será o tempo disponível para o nosso lazer. Portanto, a quem muito foi dado, muito será cobrado em tempo de dedicação ao gerenciamento das coisas dadas. Portanto, restrinja seu ímpeto de "possuir" cada vez mais coisas materiais, pois você iria acabar sem tempo para realmente viver (desfrutar) sua vida. Quem vive uma vida mais tranquila (em paz): um caipira bondoso em sua pequena casinha no meio do mato ou a Rainha da Inglaterra?

Enquanto estamos morando em um corpo físico, adquirimos uma série de hábitos, adequados ou inadequados para a nossa realidade atual. Um dos hábitos que adquirimos é a inserção do pênis masculino na vagina feminina, constituindo o que chamamos de atividade sexual normal. Uma das finalidades dessa atividade é gerar novos corpos físicos, para que novas almas, vindas do Mundo das Almas, tenham uma moradia adequada no palco constituído por este Planeta Terra. Portanto, no mundo físico a penetração fálica na vagina possui uma função bastante adequada nesta realidade. É conveniente registrar, neste ponto, que a atividade sexual normal, para gerar novos corpos físicos, não é a única finalidade do sexo. O sexo pode ser praticado sem ocorrer o orgasmo (que, nos homens, corresponde à ejaculação do esperma), o que costuma ser chamado de transmutação (ou alquimia) sexual. Quem tem orgasmo já recebeu sua recompensa, e quem não atinge o orgasmo, durante o ato sexual, acumula créditos (não dissipando energia vital) no mundo não-físico das energias (das almas).

Quando termina a nossa experiência física no palco do Planeta Terra, ocorre uma transição da realidade física para uma outra realidade não-física (normalmente conhecida como Plano Astral); esta transição recebe o nome de morte, no Plano Físico, e recebe o nome de nascimento no Plano Astral. No entanto, logo após a transição levamos para o plano espiritual os mesmos hábitos que adquirimos durante a nossa experiência no mundo físico. Isto ocorre porque não há saltos na natureza e, portanto, a nossa consciência não é afetada logo após a transição. Portanto, as almas que se acostumaram a fazer sexo usual (pênis inserido na vagina) no mundo físico, irão querer continuar (e poderão continuar) fazendo a mesma coisa quando passarem para a outra realidade (não-física), conhecida como mundo astral. A pergunta que deve ser respondida é esta: tem cabimento, na realidade não-física, continuar a praticar sexo da mesma forma que era feita na realidade física? A resposta é: Não! Por que?

A explicação é a seguinte: A prática do sexo convencional (pênis versus vagina) no plano astral nunca leva à gravidez no ser feminino, diferentemente do que ocorre na realidade física. Se a mulher desse à luz um bebê no plano astral, ela estaria criando uma nova alma, algo que é atribuição exclusiva de Deus criador. Portanto, ejaculação masculina no astral nunca vai engravidar mulher do astral. Deveríamos adaptar nossos hábitos quando passamos de uma realidade (física) para outra (astral): "morto não deve se comportar como vivo..." :)) Veja um relato de alguém ("morto") que foi para o plano astral [1].

Falemos, agora, de nossos amores: beijos, carícias, declarações sussurradas de devoção, essas coisas são tão eternas quanto as serenatas na Terra, e igualmente apreciadas aqui. A penetração durante o ato sexual, contudo, é coisa do passado, pelo menos neste meu nível (do astral superior). Nos níveis inferiores, considerando-se o desejo cego (trazido como hábito do plano físico) e a falta de imaginação que reinam por toda parte, ainda se recorre a esse expediente. Aqui (astral superior), porém, pode-se chegar a uma mistura das energias dos chakras do coração e, quando isso acontece, os amantes são abençoados com um êxtase no qual cada célula do seu corpo parece animada por uma descarga orgástica que se repete até a doce exaustão final.

Quando aos meus jovens amantes suicidas (que ele encontrou lá no plano astral inferior, anteriormente), eles estão sem dúvida aproveitando furiosamente todas as oportunidades para transar da forma convencional, embora eu já lhes tenha dito que neste plano a concepção é impossível. Mas, quando eu (ou outra pessoa qualquer) lhes ensinar a técnica da mistura das energias do chakra do coração, eles sem dúvida mudarão de idéia.

Há também a mistura das energias do chakra da coroa (na cabeça) à disposição daqueles que se sintam suficientemente corajosos para tentar. Digo "corajosos" porque esta experiência pode provocar um êxtase tão esmagador a ponto de suprimir toda a noção de personalidade por muito tempo, experiência que nem todos conseguem suportar. Muitas pessoas querem continuar sendo o que são e esse hábito pode mantê-las indefinidamente por aqui.

Espero que essa delicada discussão sobre a sexualidade no plano astral não tenha chocado ninguém. Desejo, contudo, sacudir o domínio que os religiosos mantiveram sobre as comunicações entre vivos e mortos durante o último século. As almas ingênuas são bem-intencionadas, mas transmitem noções totalmente equivocadas de anjos assexuados planando pelo espaço, reverenciando o Senhor e praticando boas obras - quando, de fato, a maioria delas se entrega à sensualidade, pois a alegria está no ar e não existem restrições nem castigos, podendo-se dar vazão ao desejo.

Nada de doenças, nada de gravidez, nada de vergonha.

Essa descrição da atividade sexual sem penetração fálica é semelhante à atividade sexual dos extraterrestres anunnaki (na forma física!) [2], aqueles seres que modificaram biologicamente o homo erectus e geraram a nossa raça atual de homo sapiens. Os homens anunnaki, na forma física, não possuem pênis para exercer a nossa atividade sexual tradicional. Note que, sempre que se encontra um corpo físico morto de ser extraterrestre hominídio, uma análise anatômica nunca encontra os seus órgãos genitais, na posição em que temos os nossos...

Referências:
[1] Gordon Phinn, Aproveitando cada minuto da vida após a morte: Como desfrutar a vida eterna, Editora Pensamento, 2009.
[2] Maximillien de Lafayette e Ilil Arbel, Anunnaki Ultimatum: End of Time. Autobiography and explosive revelations of a human anunnaki hybrid, Publicado pela Amazon.com Co., 2008.

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Friday, February 26, 2010

 

Alimentação Física e Mental


Temos um corpo físico para cumprir a nossa "missão de vida". A nossa missão de vida é facilitar a vida de todos os seres vivos que cruzam o nosso caminho, durante a nossa existência encarnada. Para isso, precisamos interagir, de forma amorosa, com todas as pessoas ao nosso redor. Para cumprir adequadamente a nossa missão de vida, precisamos ter um corpo físico em boas condições de saúde. Portanto, uma de nossas obrigações, enquanto encarnados, é manter nosso corpo físico em boas condições operacionais, com saúde. A saúde do corpo físico depende de dois tipos de alimentações: a alimentação bucal e a alimentação mental. A alimentação bucal correta para manter a nossa vida encarnada é uma alimentação viva e, portanto, crua (não industrializada). Como Jesus já dizia: "A vida (e a saúde) só vem da vida, e da morte só vem (doenças e) morte". Comer alimentação morta (cozida) três vezes ao dia (no café da manhã, almoço e janta) é um processo de suicídio, muito comum hoje em dia. A alimentação mental é constituída de pensamentos que cultivamos rotineiramente em nossa cabeça, que geram emoções correspondentes e que, finalmente, somatizam-se no corpo físico. Maus pensamentos (raiva, medo, pessimismo, etc) somatizam-se em doenças do corpo e podem, dessa forma, também levar à morte do corpo físico. Bons pensamentos (de amor, por exemplo) contribuem para manter o corpo físico com saúde. Devemos usar nosso livre arbítrio para selecionar adequadamente os alimentos físicos e mentais para preservar nosso corpo para que possamos cumprir a contento a missão que viemos executar neste mundo tridimensional. Apenas complementando: a nossa principal alimentação viva é gasosa, constituída pelo ar que respiramos através de nossas narinas e por toda a nossa pele.

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Thursday, May 28, 2009

 

Por que você nasceu?


Foi dado de presente a você um corpo físico, para você fazer alguma coisa com ele. Muitos dizem que essa coisa é a sua "missão de vida". Qual seria, então, a sua missão de vida? Uma possível resposta seria: foi dado a você um corpo físico para você usar ele para pagar toda a sua "dívida cármica", que você acumulou em todas as suas encarnações anteriores, e que você ainda não conseguiu pagar! Como se acumula dívida cármica? Cometendo erros ("pecados") continuamente ao longo da vida. Portanto, de tempos em tempos é importante fazermos uma auto-análise para identificar que aspectos de nossa vida precisam ser aperfeiçoados, para evitar o acúmulo desse carma negativo. A nossa condição atual é um retrato fiel de toda a nossa bagagem cármica acumulada no nosso passado, nesta e em nossas vidas encarnadas anteriores...

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Friday, February 16, 2007

 

Pare de Morrer e Viva para Sempre - 4


A Natureza Espiritual do Corpo Físico


Até que nós reconheçamos e utilizemos a nossa herança divina, nós continuaremos a nos comportar como bestas estúpidas levadas para o matadouro.

A Vida Eterna em um corpo físico redimido é nosso direito de nascença; não é algo acima e além de nós que nós precisamos batalhar para alcançar. Está dentro de nossa natureza espiritual neste exato momento, esperando para ser reconhecida, utilizada e apreciada. Continuar a habitar na escuridão, se afastando da Luz, é uma grande tristeza para o Espírito Santo.

Jesus, o Protótipo da humanidade redimida, ensinou e demonstrou este fato da vida eterna e mesmo na sua época foi rejeitado e desrespeitado. Por que ele foi rejeitado, condenado e crucificado? Porque as autoridades religiosas daquele tempo, assim como hoje, ou não podiam ou não queriam aprender nada novo. Seus olhos e mentes estavam voltados para o passado distante: eles praticavam o culto aos antepassados. Inclusive hoje, muitos de nós está sedento de pedaços da teologia antiga ao invés de se deliciar com o maná dos céus que nós está sendo providenciado diariamente.

Todos nós vivemos em um "mundo" de nossa própria criação e ele muda diariamente e, mesmo, de hora-em-hora quando nós adicionamos ou subtraimos coisas de nossa consciência total. E é importante frisar que é tão importante subtrair [coisas erradas] quanto é adicionar [coisas boas].

A Bíblia Sagrada é o LIVRO DA VIDA - não um manual de coveiros. Eu pesquisei as Escrituras cuidadosamente e não consegui encontrar qualquer registro de que Jesus ou qualquer outro grande mestre ensinador tenha dito que você tem que morrer para atingir a salvação ou a vida eterna. A vida é aqui e agora; não algum dia, algum lugar, de alguma forma.

A vida É; a morte não é. Deus se revelou para Moisés como EU SOU, uma força que revigora constantemente e que não pode ser exaurida, como exemplificada pelo arbusto ardente que não era consumido pelas chamas. Como podem Jesus, Moisés ou qualquer outro mestre iluminado estarem interessados com algo que exista apenas por um curto período de tempo e, então, some na não-existência?

A mais positiva afirmação ou declaração que alguém pode fazer é EU SOU; não eu posso ser, ou eu seria, ou eu devo ser; mas EU SOU.

Nós precisamos sempre ter o instrumento ou o "corpo" correto para funcionar em todos os planos de atividades. Coisas espirituais são percebidas espiritualmente apenas com o espírito. Os objetos físicos são concebidos através da facilidade do órgão físico da visão, transmitidos para as nossas faculdades mentais através do cérebro e então esses estímulos são analizados e ordens são dadas aos nossos órgãos físicos através do funcionamento de nosso sistema nervoso, tanto química como eletricamente. Todo nosso organismo físico é um complexo maravilhoso de recepção, percepção e reação. Nenhum homem mortal pode sequer conceber e construir tal mecanismo maravilhoso. Portanto paremos imediatamente de menosprezar e falar falsidades sobre o nosso organismo físico.

A nossa vida é a nossa religião, independente da nossa afiliação religiosa que tenhamos. A pior imagem gravada que nós podemos criar é a Imagem do Túmulo que nos espera - invevitável e inescapável. Esta é a pedra do túmulo de Adão e é a nossa também enquanto nós aceitarmos isso como natural, desejável ou inevitável. Você não pode aceitar a Vida - eternamente e triunfalmente - se não negar a imagem gravada da morte.

Não existe uma divisão clara e precisa entre a natureza e operação do espírito e do corpo. O Homem é primeiramente, no fim e sempre uma criação espiritual, e apesar de parecer existir uma grande diferença entre espírito, mente e matéria, na realidade eles têm todos a mesma essência, apesar de serem diferentes na manifestação.

Nós somos espírito, sempre temos sido e sempre seremos (a não ser que deliberadamente e continuamente nós optemos pela morte) - EU SOU. Este livro, na realidade, é uma comunicação espiritual, escrita por um espírito, a cerca do espírito e dirigido para a consideração espiritual de outros espíritos encarnados.

Quando Jesus tinha 12 anos ele disse que ele precisava estar ligado com os Negócios do Pai. O único negócio de nosso Deus Pai é expressar vida eterna e nós precisamos reconhecer essa nossa oportunidade e obrigação de tomar parte deste "negócio".

Existem três forças cósmicas trabalhando no universo a cada momento: geração, degeneração e regeneração. No Gênesis, a Geração é atribuída aos Elohim, a Degeneração a Adão após a Queda no corpo físico, e a Regeneração - o Filho - após o ministério de Jesus, o Homem Redimido. Quando você e eu (o Filho) na Consciência Crística observamos o Pai - o Espírito da Vida Divina - trabalhando e reconhecemos e aceitamos Seu Amor, então você imita o que você vê e expressa a vida eterna. A vida é criada e sustentada pelo amor do Espírito da Vida Divina no plano espiritual. Todas as coisas são formadas nos planos celestiais antes que elas sejam feitas visíveis no plano físico. O problema é que a nossa visão espiritual foi obscurecida pela mente mortal da massa e nós podemos apenas ter um leve vislumbre da mecânica de operação no plano físico e não conseguimos entender a origem espiritual e a motivação. Nós demos a nós memos o nome de animal e agimos de acordo com isso. Nós sofremos de amnésia espiritual; nós esquecemos quem e o que nós realmente somos.

Todos nós precisamos de Clarividência - visão clara - que vai muito além da conotação psíquica ordinária.

Deus é - Eu Sou. Porque Deus existe - nós existimos. E quanto mais claramente nós entendamos esta afirmação do relacionamento eterno entre Deus, o Pai, e Nós - o Filho - mais rápido nós todos poderemos exigir o nosso direito de nascença - a Vida Eterna.

[continua]

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