domingo, fevereiro 05, 2023
Repressão e Transformação
Fonte: Osho, Entregue-se ao amor, Editora Rideel, 2006.
O homem é o único ser que consegue reprimir suas energias - ou que consegue transformá-las. Nenhum outro ser consegue fazer isso. A repressão e a transformação existem como dois aspectos de um fenômeno que o homem pode fazer em relação a si mesmo.
As árvores existem, os animais existem, os pássaros existem, mas não podem fazer nada em relação às suas existências - eles são parte da existência, não podem sair dela. Estão tão envolvidos em suas energias que não podem se separar. O homem pode fazer isso, ele pode fazer qualquer coisa a respeito de si mesmo. Pode observar a si mesmo a distância - pode olhar para suas próprias energias como se elas fossem separadas dele. Ou ele pode reprimi-las ou transformá-las. A repressão apenas significa tentar esconder certas energias que estão presentes - sem permitir que elas tenham seu ser, sem permissão que elas se manifestem. A transformação significa transformar, mudar as energias em direção a uma nova dimensão.
Por exemplo, o sexo está lá. Existe alguma coisa no sexo que faz com que você se envergonhe dele. Essa vergonha não surge apenas de algo que a sociedade ensinou a você. Em todas as partes do mundo muitos tipos de sociedades existem, já existiram, mas nenhuma sociedade humana aceita o sexo com facilidade. Existe algo no fenômeno do sexo que o deixa envergonhado, culpado. O que é?
Primeiro, o sexo mostra a você sua mais profunda dependência. Mostra que mais alguém é necessário para o seu prazer. Sem mais esse alguém, esse prazer não é possível. Então você depende, sua independência é perdida. Isso fere seu ego. Por isso, quanto mais egoísta é uma pessoa, mais contra o sexo ela é. Seus famosos santos são contra o sexo - não porque o sexo é ruim, mas por causa de seus egos. Eles não conseguem aceitar a ideia de tornarem-se dependentes de alguém, implorar por alguma coisa a alguém. O sexo fere o ego, acima de tudo.
Em segundo lugar, no próprio fenômeno do sexo, a possibilidade de rejeição existe - a outra pessoa pode rejeitá-lo. Não é certeza se você será aceito ou rejeitado; o outro pode dizer não. E essa é a rejeição mais profunda que existe, quando você se aproxima de alguém por amor e essa pessoa o rejeita. Essa rejeição cria o medo. O ego diz que é melhor não tentar do que ser rejeitado.
A dependência, a rejeição, a possibilidade de rejeição... e ainda mais profundo, no sexo você se torna como os animais. Isso fere muito o ego humano, porque, então, não há diferença entre um cachorro fazendo amor e você fazendo amor. Qual é a diferença? De repente, você fica como os animais, e todos os pregadores, moralistas, ficam dizendo ao homem: "Não seja um animal! Não seja como os animais!". Essa é a maior condenação possível.
Em nenhuma outra coisa você é tão parecido com os animais quanto no sexo, porque em nenhuma outra coisa você é natural - em todo o resto, você pode ser pouco natural. Isso acontece quando você está comendo. Criamos tanta sofisticação em relação ao ato de comer que você não come como os animais, mas sim em mesas, com boas maneiras à mesa, com a cultura, a etiqueta que você tem ao comer, o que diferencia você dos animais.
Os animais gostam de comer sozinhos. Por isso, a sociedade cria na mente de todas as pessoas que comer sozinho não é bom. Divida, coma com a família, coma com os amigos, convide pessoas. Nenhum animal se interessa por convidados, por amigos, pela família. Sempre que um animal está comendo, ele não quer que ninguém se aproxime; ele quer ficar sozinho. Se um homem quiser comer sozinho, as pessoas dirão que ele parece um animal, que não gosta de dividir. Seu hábito de comer é natural, não sofisticado. Em relação aos alimentos, criamos tanta sofisticação que a fome se tornou menos importante. Nenhum animal se importa com o gosto. A fome é uma necessidade básica - quando a fome é saciada, o animal fica satisfeito. Mas não o homem - como se a fome não fosse o mais importante; como se outra coisa fosse mais importante. Mais importante é o gosto, mais importante são as maneiras, mais importante é como você come, não é o que você come.
Em tudo, o homem já criou seu próprio mundo artificial. Os animais andam pelados - é por isso que não queremos andar sem roupas. E se alguém fica nu, de repente, ele atinge toda nossa sociedade, atinge as raízes. É por isso que existe um antagonismo tão grande contra as pessoas nuas do mundo todo.
Se você andar nu pela rua, não está ferindo ninguém, não está causando violência, é absolutamente inocente. Mas, imediatamente, a polícia virá, a vizinhança inteira vai ficar agitada. Você será preso, apanhará e irá para a cadeia. Mas não fez nada! Um crime acontece quando você faz alguma coisa prejudicial. Você não fez nada. Simplesmente andou nu! Por que a sociedade fica tão brava? A sociedade não fica tão brava nem com um assassino. É estranho. Mas um homem nu... e a sociedade fica completamente irada.
É por que o assassinato ainda é algo humano. Nenhum animal assassina. Eles matam para comer, mas não assassinam. E nenhum animal mata os seres de sua própria espécie, só o homem. Então é humano, a sociedade consegue aceitar. Mas a nudez, a sociedade não consegue aceitar - porque, repentinamente, o homem nu faz com que as pessoas se lembrem que são animais. Mesmo escondido atrás de roupas, o animal está ali, nu, o animal nu está ali, o macaco nu está ali.
Você se opõe ao homem nu não porque ele está nu, mas porque ele o deixa consciente de sua nudez, seu ego é ferido. Vestido, o homem não é um animal. Com seus modos ao comer, com suas maneiras, o homem não é um animal. Com a linguagem, a moralidade, a filosofia, a religião, o homem não é um animal. A coisa mais religiosa que existe é ir a uma igreja, a um templo, rezar. Por que isso é tão religioso? Porque nenhum animal vai à igreja e nenhum animal reza; isso é absolutamente humano. Ir a um templo rezar, isso torna a distinção absoluta, a distinção de que você não é um animal.
Mas o sexo é uma atividade animal. Seja lá como você faz, seja lá como você o esconde, seja lá o que cria ao redor dele, o fato em si permanece animal. E quando você faz sexo, se torna como os animais. Por causa desse fato, muitas pessoas não gostam de sexo. Não podem se tornar totalmente animais, seus egos não permitem isso.
Então ego e sexo, esse é o conflito. Quanto mais egoísta uma pessoa é, mais contrária ela é ao sexo. Quanto menos egoísta uma pessoa é, mais envolvida ela fica no sexo. Mas até mesmo as menos egoístas sentem uma culpa - sentem menos, mas ainda sentem que alguma coisa está errada. Quando uma pessoa se envolve profundamente no sexo, o ego é perdido, e conforme o ego vai desaparecendo, o medo toma conta de você.
Existe o medo, e por causa desse medo o amor se torna quase impossível. E o medo é real - porque, quando você perde o ego, quase fica maluco; você fica selvagem e qualquer coisa pode acontecer. Reprima, ou permita apenas aquilo que não coloca você em perigo - apenas uma parte que sempre possa ser controlada - e você permanece no controle.
A repressão existe como uma proteção, como um guarda-costas, como uma medida de segurança, e as religiões têm usado essa medida de segurança. Elas exploraram esse medo do sexo e deixaram você mais medroso. Eles criaram um medo interno. Tornaram o sexo o pecado básico, e eles dizem: a menos que o sexo desapareça, você não conseguirá entrar no reino de Deus. Eles têm razão até certo ponto, mas, ainda assim, estão errados. Eu também digo que, a menos que o sexo desapareça, você não conseguirá entrar no reino de Deus. Mas o sexo desaparece apenas quando você o aceita totalmente - não o reprime, mas o transforma.
O sexo é a energia mais vital. Não lute com ela - será uma perda de vida e de tempo - prefira transformá-la. Mas como fazer isso? Se você entender o medo, então pode entender a pista, o que pode ser feito.
O medo existe porque você sente que o controle será perdido, e quando o controle se perde, você não pode fazer nada. Eu ensino a você um novo controle: o controle de testemunhar, não o controle de uma mente manipuladora, mas o controle de testemunhar. E eu digo a você que esse controle é o máximo possível, e esse controle é tão natural que você nunca sente que está controlando. O controle acontece espontaneamente com o testemunhar.
Movimente-se no sexo, mas seja uma testemunha. A única coisa que se deve lembrar é: eu devo encontrar o processo todo, devo enxergar através dele, devo permanecer uma testemunha, não devo ser inconsciente. Então, não há perigo no que é selvagem; o selvagem é belo. Na verdade, apenas um homem selvagem pode ser belo. Uma mulher que não seja selvagem não pode ser bela - pois quanto mais selvagem, mais viva.
Mas o problema é, não fique inconsciente. Se ficar inconsciente, ficará sob forças inconscientes, ficará sob as forças do karma. Tudo o que você fez no passado está acumulado aqui. Esse condicionamento acumulado pode prendê-lo e levá-lo a certas direções que serão perigosas para você e para os outros. Mas se você permanecer uma testemunha, esse condicionamento anterior não pode interferir.
Portanto, todo o método, todo o processo de se tornar uma testemunha é o processo de transformar a energia sexual. Ao entrar no sexo, permaneça em alerta. Seja lá o que estiver acontecendo, observe, veja tudo, não perca nada. Seja lá o que estiver acontecendo em seu corpo, em sua mente, em sua energia interior, um novo circuito está sendo criado, a eletricidade corporal está se movendo de uma maneira nova, de um novo modo circular; agora a energia corporal se tornou uma só com o parceiro, com a esposa. E agora um circuito interno é criado - você pode senti-lo. Se estiver atento, pode senti-lo. Sentirá que se tornou um veículo de uma energia vital em movimento.
Permaneça em alerta. Logo conseguirá perceber que, quanto mais o circuito é criado, mais os pensamentos caem; eles caem como folhas amarelas de uma árvore. Os pensamentos caem... a mente fica cada vez mais vazia. Permaneça em alerta e logo verá que você está aqui, mas não existe o ego. Não pode dizer eu. Alguma coisa maior do que você aconteceu. Você e seu parceiro(a) se dissolveram numa energia maior.
Mas essa fusão não deve se tornar inconsciente; caso contrário, você perderá o essencial. Assim, será um belo ato sexual, mas não uma transformação. É belo, não há nada de errado nele, mas não é transformação. E se for inconsciente, você sempre se moverá da mesma maneira. Constantemente, vai querer ter essa experiência. A experiência é bela, mas se tornará uma rotina. E todas as vezes que você a tiver, mais desejo será criado. Quanto mais você a tem, mais a deseja, e você passa a viver em um círculo vicioso. Você não cresce, apenas dá voltas.
Dar voltas é ruim, porque, nesse caso, o crescimento não acontece. A energia é simplesmente desperdiçada. Mesmo que a experiência seja boa, a energia é desperdiçada, porque muito mais era possível. Estava no canto - uma guinada e muito mais seria possível. Com a mesma energia o divino poderia ser alcançado. Com a mesma energia, o êxtase é possível, e você gasta essa energia em experiências momentâneas. E pouco a pouco, essas experiências se tornam tediosas, porque quando alguma coisa é constantemente repetida, ela se torna tediosa. Quando a novidade termina, o tédio aparece.
Se você permanecer em alerta, verá: primeiro, mudanças de energia no corpo; segundo, o sumiço dos pensamentos da mente; e, terceiro, o sumiço do ego do coração. Essas três coisas têm de ser observadas, com cuidado. E quando o terceiro tiver acontecido, a energia sexual se tornará energia meditativa. Você não está mais no sexo. Você pode estar deitado com sua amada, seus corpos unidos, mas você não está mais ali - foi transportado para um novo mundo.
Se você seguir a repressão, será um típico ser humano: falso, superficial, raso por dentro; apenas um boneco, não autêntico, não de verdade. Se você não seguir a repressão, mas a indulgência, ficará como um animal - belo, mais belo do que o tão famoso homem civilizado, mas como os animais - não alerta, não consciente, não consciente da possibilidade de crescimento do potencial humano.
Se você transformar a energia, então se transformará em divino. E lembre-se, quando digo divino, ambas as coisas estão implícitas. O animal selvagem com sua beleza total de ser está lá. Este animal selvagem não é rejeitado e negado. Ele está lá - mais rico, porque está mais alerta. Então, toda a selvageria está lá e a beleza dela, e tudo que a civilização está tentando forçar está lá, mas espontâneo, não forçado. Quando a energia é transformada, a natureza e Deus se encontram dentro de você - a natureza com sua beleza. Deis com a graça total.
Isso é o que significa ser um sábio. Um sábio quer dizer o encontro da natureza e do divino, uma reunião da criatura com o criador, um encontro do corpo com a alma, um encontro daquilo que está abaixo e daquilo que está acima, um encontro da terra e do céu.
Lao Tzu diz: "O Tao acontece quando a terra e o céu se encontram. Esse é o encontro".
Testemunhar é a fonte principal. Mas será difícil se tornar uma testemunha no ato sexual se você não estiver tentando uma testemunha nos outros atos de sua vida. Por isso, tente o dia todo, caso contrário, você vai se decepcionar. Se não conseguir se tornar uma testemunha enquanto anda pela estrada, não tente se enganar, não conseguirá se tornar uma testemunha enquanto estiver fazendo amor. Se estiver andando em uma estrada, um processo tão simples e você não consegue se tornar uma testemunha, você fica inconsciente. Como poderá ser uma testemunha enquanto estiver fazendo amor? O processo é muito profundo, você ficará inconsciente.
Tente - andando na estrada, pense: vou me lembrar que estou andando, andando, andando. Depois de alguns segundos, você terá esquecido. Outra coisa aparece em sua mente, você seguiu outra direção, se esqueceu totalmente; E, de repente, você se lembra: eu me esqueci. Então, se um ato tão pequeno quanto andar não for consciente, vai ser difícil fazer do amor uma meditação consciente.
Então tente com coisas simples, com atividades simples. Enquanto estiver comendo, tente. Enquanto estiver andando, tente. Enquanto estiver conversando, ouvindo, tente. Tente em todos os lugares. Faça disso um constante murmúrio por dentro: deixe que seu corpo e sua mente saibam que você está fazendo um esforço para se manter em alerta; e um dia, durante o amor, o testemunhar acontecerá. E quando acontecer, o êxtase acontecerá - o primeiro contato com o divino terá ocorrido a você. Desse momento em diante, o sexo não será sexo. Mais cedo ou mais tarde, o sexo desaparecerá. Esse desaparecimento dá a você o brahmacharya - e você se torna um celibatário.
Os monges nos mosteiros católicos, ou os monges que seguem o tradicional jainismo, ou os outros tipos de monges são apenas celibatários no modo de dizer, porque a mente deles continua fazendo amor - mais do que a mente das outras pessoas. Para eles o sexo se torna cerebral, que é a pior coisa que pode acontecer, porque é pervertido. Se você pensa em sexo, é preversão. Fazer amor é natural; pensar nisso, estar constantemente envolvido nisso em sua mente, é uma perversão. Os tão famosos monges são seres pervertidos, porque eles escolheram o caminho da repressão, que é o caminho errado, que não leva a lugar nenhum.
A transformação tem de acontecer através do outro, o outro participará dela. A repressão rejeita o outro, é contra o outro. O outro tem de ser destruído. Aceite a vida como ela é e tente ficar atento.
Marcadores: amor, brahmacharya, comer, Deus, ego, egoismo, karma, medo, nudez, nudismo, Osho, perversão, repressão, sexo, transformação, transmutação
terça-feira, julho 10, 2018
O homem morre pela boca
Se comida mata, será que podemos viver sem comer? Pode-se provar cientificamente que isto é possível [1], fazendo uso apenas de ar, água e sol.
O ser humano evoluiu para metabolizar a energia da fonte mais abundante no planeta - o sol. Fotopigmentos absorvem radiação (como a solar). Existe uma vasta gama de fotopigmentos, sendo a clorofila aquele que está envolvido na fotossíntese das plantas. Nos humanos a melanina está envolvida no fotometabolismo. A melanina é como a clorofila, exceto que é muito mais eficiente na absorção da luz solar. Isto ocorre porque a melanina é preta, absorvendo todo o espectro eletromagnético da luz visível e também boa parte do espectro eletromagnético invisível.
Nos humanos, a melanina é um pigmento presente na pele (eumelanina), no cérebro (neuromelanina) e no cabelo (feomelanina). A pele escura indica a sua presença, e um bronzeamento pelo sol é o resultado do acúmulo da melanina. Recentemente, descobriu-se que a melanina possui a capacidade de separar a molécula de água em seus componentes de hidrogênio biatômico e oxigênio, usando a luz solar como um catalizador. Portanto, a energia do sol é absorvida e usada para romper a molécula de água de uma forma metabólicamente útil, pois os grânulos de melanina se acoplam fortemente às mitocôndrias das células. Como o H² é a menor molécula não-polar, ela pode se difundir facilmente pelo corpo como uma forma de energia.
A melanina absorve energia com 99,9% de eficiência e essa energia absorvida é efetivamente usada para decompor a molécula de água. A nossa pele age essencialmente como um reator nuclear que alimenta hidrogênio e oxigênio para uma célula de combustível a hidrogênio, a mitocôndria. Teoricamente, os humanos poderiam viver com nada mais do que água rica em nutrientes, ar e luz solar. Tal dieta pode ser uma terapia eficiente para o câncer.
As células cancerosas precisam de um excesso de glucose para poder manter sua malignidade; portanto, reduzindo a glucose disponível (via dieta de água+ar+sol=jejum) isso irá desativar o tumor. Pesquisa já demonstrou que uma dieta cetogênica, com restrição da ingestão de carboidratos (glucose), é efetiva contra tumores. Células cancerosas podem morrer de fome com uma dieta de água e sol.
Os fótons do sol não são a única fonte de luz para os humanos. Existe também os biofótons de nosso corpo, emissões ultra-fracas de fótons (emitidos por todos os organismos vivos), na faixa de 200 a 800 nm. A energia de um fóton [Efóton] é igual à constante de Planck [h] vezes a velocidade da luz [c] dividida pelo comprimento de onda [ λ ] da radiação: Efóton = hc/λ .
Os biofótons são liberados, no nosso corpo, a uma taxa entre 1 e 1.000 fótons por segundo por cm2. Isso significa entre 10 e 10.000 fótons por cm3 (centímetro cúbico). Isso significa que, em qualquer momento, a emissão total de biofótons do corpo é algo entre 700.000 a 700.000.000 por segundo, para uma pessoa de 70 kg. Isso significa que centenas de milhares de moléculas de água poderão se romper a cada segundo para gerar energia. Isso é uma quantidade bem substancial de energia. Essa energia biofotônica emitida pelo corpo humano poderia, teoricamente, ser convertida numa quantidade significativa de energia metabólica útil.
Nossa pele também produz vitamina D naturalmente com a presença da luz do sol.
Nós também temos um gene que produz vitamina C, mas ele está inativo na maioria dos adultos, provavelmente devido à abundância da vitamina C na dieta que consumimos. Os humanos podem fabricar vitamina C quando os nutrientes se tornam escassos. Uma prova da adaptabilidade dos animais à escassez nutricional vem do biologista francês Louis Kervran. Ele descobriu que galinhas completamente privadas de cálcio, um nutriente vital, mas às quais foi dado potássio, de alguma forma continuaram gerando ovos que continham cálcio! Kervran concluiu que as galinhas, de alguma forma (por transmutação a baixa energia), transmutavam o potássio abundante no cálcio que era encontrado nos ovos. Os organismos biológicos podem transmutar os elementos (encontrados na tabela periódica) - tema da área das transmutações biológicas - o que significa mudar a composição nuclear (do núcleo atômico) dos elementos [algo que se julgava possível apenas com a utilização de grandes quantidades de energia, nos reatores nucleares com, por exemplo, a transmutação de urânio em plutônio]. Portanto, a produção do gás hidrogênio, via energia do sol, pode ter um papel importante na transmutação biológica. H2 é também o melhor anti-oxidante conhecido.
A terapia com H2 na retina tem demonstrado benefícios terapêuticos consistentes; essa exposição a H2 pode ser conseguida naturalmente pela luz solar ativando a melanina retinal. Considerando isso, talvez o sol não seja o monstro carcinogênico que se propala hoje em dia.
Na realidade, pode-se culpar os protetores solares pelo aumanto da taxa de cânceres. Em 1935, o risco de melanoma era de 1 em 500. Hoje em dia o risco de melanoma é de 1 em 55. É importante notar que os protetores solares foram introduzidos e comercializados em massa a partir de 1950.
Apesar de a melanina ser importante como um protetor solar, suas implicações bioquímicas, via radiolização das moléculas de água, são muito mais importantes.
Existem benefícios no jejum. Por exemplo, ratos que foram forçados a jejuar viveram, em média, cerca de 50% mais do que os ratos que comeram à vontade. Isto é extraordinário, mostrando o enorme impacto de se abster de comida. Além disso, quando a comida não está sendo digerida, o fluxo de sangue pode ser alocado para fora do intestino, para aumentar a eficiência dos outros órgãos do corpo.
Portanto, como tudo isso se liga ao respirantismo? Não é o respirantismo consumir apenas ar, sem qualquer ingestão bucal? A resposta pode estar nas nuvens. A quantidade de água que requeremos pode ser inalada. Locais elevados poderia permitir você respirar nas nuvens (formada de água), como ao viver em Machu Pichu. O Buda atingiu a iluminação após 49 dias de jejum. A Jesus Cristo foi oferecido um poder sem limite e o reinado sobre a Terra após 40 dias de jejum. Na Bíblia [João 4:31-32] tem-se: Entretanto os discípulos instavam com ele, dizendo: "Come algo, Mestre". Mas ele respondeu-lhes: "Eu tenho um alimento para comer que vós não conheceis". Também na Bíblia [Mateus 17:20-21] tem-se: "...se tiverdes fé como um grão de mostarda, podereis dizer a este monte: - Muda-te daqui para ali, - e ele mudar-se-á e nada vos será impossível. Mas esta casta (de má influência) não se expulsa senão com oração e jejum".
No Gênesis da Bíblia, foi o ato de comer que causou a queda da humanidade para um mundo de morte e decaimento [Gênesis 2:17]: "...mas da Árvore da Ciência do Bem e do Mal (remédios da Medicina?) não comerás, porque no dia em que dela comeres, você certamente morrerá". Essa árvore da ciência do bem e do mal pode ser um simbolismo para o mundo material, mas não podemos refutar o fato de que foi o ato de comer que causou o estado de queda da humanidade. Após este ato ser cometido, diz-se que a mulher agora iria ter o nascimento de bebês de forma dolorosa, exatamente como nós conhecemos hoje em dia. Por que o nascimento de crianças apenas ocorreu após o ato de comer? Isso ocorreu porque quando nós começamos a "comer" da forma como fazemos hoje, isso nos levou à decadência. Como a morte veio após comer, a procriação tornou-se necessária, caso contrário a raça humana neste planeta iria se tornar extinta após a morte de todos eles. A procriação biológica tornou-se necessária porque a morte veio da comida.
A ciência contemporânea apoia essa noção. A principal teoria sobre por que os humanos envelhecem é exatamente isso, o nosso próprio metabolismo. É teorizado que nós morremos por causa do metabolismo dos alimentos. A Teoria do Envelhecimento via Radical Livre Mitocondrial [MFRTA: Mitochondrial Free Radical Theory of Aging] propõe que os radicais livres mitocondriais produzidos como subprodutos durante o metabolismo normal, causam dano oxidativo. Segundo a MFRTA, o acúmulo desse dano oxidativo é a principal força motriz no processo de envelhecimento.
A fotossíntese humana é a pedra angular que o intelecto humano tem estado esquecendo-se desde a queda de Adão e Eva. A fonte da juventude exige beber água, mas com abstinência de comida; tal abstinência provavelmente interrompe o nosso envelhecimento.
Ao humano original (encarnação plena de Deus) foi permitido comer da Árvore da Vida (comer coisas vivas?), mas isso pode estar se referindo a uma alimentação espiritual. Jesus separa "comer" nas formas espiritual e material. Por exemplo [João 6:27]: "Procurai não tanto o alimento que perece, mas o alimento que dura para a vida eterna".
Referência:
[1] Breatharian Studies, Complete Science of Breatharianism: Metabolic Energy from The Sun in the Form of ATP, Publicado por The Book Shed, ISBN: 978-1-943392-02-5.
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quinta-feira, março 25, 2010
O Sexo e Você
"A paz esteja convosco", cumprimento rotineiro usado por Jesus
Enquanto estamos morando em um corpo físico, adquirimos uma série de hábitos, adequados ou inadequados para a nossa realidade atual. Um dos hábitos que adquirimos é a inserção do pênis masculino na vagina feminina, constituindo o que chamamos de atividade sexual normal. Uma das finalidades dessa atividade é gerar novos corpos físicos, para que novas almas, vindas do Mundo das Almas, tenham uma moradia adequada no palco constituído por este Planeta Terra. Portanto, no mundo físico a penetração fálica na vagina possui uma função bastante adequada nesta realidade. É conveniente registrar, neste ponto, que a atividade sexual normal, para gerar novos corpos físicos, não é a única finalidade do sexo. O sexo pode ser praticado sem ocorrer o orgasmo (que, nos homens, corresponde à ejaculação do esperma), o que costuma ser chamado de transmutação (ou alquimia) sexual. Quem tem orgasmo já recebeu sua recompensa, e quem não atinge o orgasmo, durante o ato sexual, acumula créditos (não dissipando energia vital) no mundo não-físico das energias (das almas).
Quando termina a nossa experiência física no palco do Planeta Terra, ocorre uma transição da realidade física para uma outra realidade não-física (normalmente conhecida como Plano Astral); esta transição recebe o nome de morte, no Plano Físico, e recebe o nome de nascimento no Plano Astral. No entanto, logo após a transição levamos para o plano espiritual os mesmos hábitos que adquirimos durante a nossa experiência no mundo físico. Isto ocorre porque não há saltos na natureza e, portanto, a nossa consciência não é afetada logo após a transição. Portanto, as almas que se acostumaram a fazer sexo usual (pênis inserido na vagina) no mundo físico, irão querer continuar (e poderão continuar) fazendo a mesma coisa quando passarem para a outra realidade (não-física), conhecida como mundo astral. A pergunta que deve ser respondida é esta: tem cabimento, na realidade não-física, continuar a praticar sexo da mesma forma que era feita na realidade física? A resposta é: Não! Por que?
A explicação é a seguinte: A prática do sexo convencional (pênis versus vagina) no plano astral nunca leva à gravidez no ser feminino, diferentemente do que ocorre na realidade física. Se a mulher desse à luz um bebê no plano astral, ela estaria criando uma nova alma, algo que é atribuição exclusiva de Deus criador. Portanto, ejaculação masculina no astral nunca vai engravidar mulher do astral. Deveríamos adaptar nossos hábitos quando passamos de uma realidade (física) para outra (astral): "morto não deve se comportar como vivo..." :)) Veja um relato de alguém ("morto") que foi para o plano astral [1].
Falemos, agora, de nossos amores: beijos, carícias, declarações sussurradas de devoção, essas coisas são tão eternas quanto as serenatas na Terra, e igualmente apreciadas aqui. A penetração durante o ato sexual, contudo, é coisa do passado, pelo menos neste meu nível (do astral superior). Nos níveis inferiores, considerando-se o desejo cego (trazido como hábito do plano físico) e a falta de imaginação que reinam por toda parte, ainda se recorre a esse expediente. Aqui (astral superior), porém, pode-se chegar a uma mistura das energias dos chakras do coração e, quando isso acontece, os amantes são abençoados com um êxtase no qual cada célula do seu corpo parece animada por uma descarga orgástica que se repete até a doce exaustão final.
Quando aos meus jovens amantes suicidas (que ele encontrou lá no plano astral inferior, anteriormente), eles estão sem dúvida aproveitando furiosamente todas as oportunidades para transar da forma convencional, embora eu já lhes tenha dito que neste plano a concepção é impossível. Mas, quando eu (ou outra pessoa qualquer) lhes ensinar a técnica da mistura das energias do chakra do coração, eles sem dúvida mudarão de idéia.
Há também a mistura das energias do chakra da coroa (na cabeça) à disposição daqueles que se sintam suficientemente corajosos para tentar. Digo "corajosos" porque esta experiência pode provocar um êxtase tão esmagador a ponto de suprimir toda a noção de personalidade por muito tempo, experiência que nem todos conseguem suportar. Muitas pessoas querem continuar sendo o que são e esse hábito pode mantê-las indefinidamente por aqui.
Espero que essa delicada discussão sobre a sexualidade no plano astral não tenha chocado ninguém. Desejo, contudo, sacudir o domínio que os religiosos mantiveram sobre as comunicações entre vivos e mortos durante o último século. As almas ingênuas são bem-intencionadas, mas transmitem noções totalmente equivocadas de anjos assexuados planando pelo espaço, reverenciando o Senhor e praticando boas obras - quando, de fato, a maioria delas se entrega à sensualidade, pois a alegria está no ar e não existem restrições nem castigos, podendo-se dar vazão ao desejo.
Nada de doenças, nada de gravidez, nada de vergonha.
Essa descrição da atividade sexual sem penetração fálica é semelhante à atividade sexual dos extraterrestres anunnaki (na forma física!) [2], aqueles seres que modificaram biologicamente o homo erectus e geraram a nossa raça atual de homo sapiens. Os homens anunnaki, na forma física, não possuem pênis para exercer a nossa atividade sexual tradicional. Note que, sempre que se encontra um corpo físico morto de ser extraterrestre hominídio, uma análise anatômica nunca encontra os seus órgãos genitais, na posição em que temos os nossos...
Referências:
[1] Gordon Phinn, Aproveitando cada minuto da vida após a morte: Como desfrutar a vida eterna, Editora Pensamento, 2009.
Marcadores: Alma, Alquimia, chakra, corpo físico, espírito, gerenciamento, paz, penetração, pênis, responsabilidade, sexo, tranquilidade, transmutação, vagina
quinta-feira, maio 14, 2009
A Alquimia na Saúde - 2
2. A deficiência de cálcio em nosso organismo pode causar problemas sérios, como dificuldade em se recuperar de fratura de ossos, dores musculares, osteoporose, etc. Muitos pensam que para recuperar a falta de cálcio (a descalcificação) basta ingerir pílulas de cálcio ou substâncias ricas nesse elemento. Errado!! Por que? Porque o cálcio, para ser útil ao nosso organismo, deve estar presente dentro de nossas células. O problema é que o Cálcio (Ca) não consegue atravessar a membrana celular, nem para entrar, nem para sair [1]; ele é formado diretamente no interior da célula pelas mitocôndrias ali presente, a partir do Magnésio (Mg), que pode entrar para o interior da célula! Portanto, a mitocôndria é o elemento que executa a transmutação alquímica do magnésio em cálcio, no interior de nossas células! Portanto, se você está com sintomas de falta de cálcio, tome magnésio para repor sua deficiência de cálcio!
Por outro lado, se existir cálcio em excesso no nosso organismo, a natureza, não podendo expulsá-lo do interior das células, o destrói transmutando-o em Potássio e Hidrogênio (K + H); o hidrogênio gerado desta forma irá reduzir o valor do pH e o excesso de potássio irá atravessar a membrana celular e sair.
Em geral, o cálcio (Ca) encontrado em excesso no corpo humano vem principalmente do excesso de magnésio (Mg) ingerido; realmente, uma dieta contendo rotineiramente sal grosso ou cloreto de magnésio (MgCl2) pode recalcificar facilmente.
A natureza dispõe de múltiplos mecanismos para compensar a carência que provém, não da falta do elemento químico específico, mas de uma deficiência na produção da enzima que gera esse elemento, via transmutação. Às vezes, por exemplo, a descalcificação é devida à carência da enzima que transmuta o Sódio (Na) em Magnésio (Mg), mas, se for devida à carência da enzima que transmuta Mágnésio (Mg) em Cálcio (Ca) [segundo elo para se chegar ao cálcio], convém recalcificar pelo uso de Potássio (K) e Sílica (Si) orgânica. Assim, em pessoas que se submetem a regimes sem sal e, notadamente, nas que não ingerem Cloretos (Cl-), pode-se produzir uma descalcificação. Neste caso, pode-se recorrer à Sílica, que parece sem contra-indicações dentro de uma faixa de tolerância muito larga, o que permite seu emprego sem controle médico. Disso deriva seu grande interesse em Dietética.
A ação da sílica é rápida; as unhas quebradiças, sinal de uma descalcificação incipiente, ficam normais em questão de 15 dias através do uso de extratos ou chás.
Convém notar que o Dr. Charnot (do Marrocos) [1] observou o efeito inverso da Sílica mineral, que descalcifica os ossos e da Sílica orgânica, que, ao contrário, o recalcifica. Operando com cobaias tuberculosas, ele verificou que a tuberculose é acompanhada de uma descalcificação. Mas, antes do cálcio, o silício desapareceu, o que constitui um indício precoce de descalcificação. Administrando sílica orgânica, constatou-se uma rápida recalcificação das cavernas dos pulmões. Quando a sílica desaparece, o cálcio desaparece do osso. Administrando sílica orgânica, o cálcio volta, devido à transmutação biológica que ocorre em nosso organismo, a baixa energia.
Devemos notar, no entanto, que a formação de cálcio a partir do magnésio, transmutação que ocorre nas mitocôndrias, necessita da presença de um pouco de cálcio inicial nas células, que atuaria como uma espécie de "promotor" (catalisador) da transmutação. Se suprimirmos totalmente o cálcio, não haverá qualquer reação de transmutação. É preciso um mínimo desse elemento, mas é difícil determinar o "quanto" é esse mínimo.
Observa-se que a alimentação humana é carente em magnésio, por causa da industrialização. Comemos sal branco, pão branco, açucar branco, tudo em detrimento de nossa saúde. Somente a administração de magnésio tem como resultado o aumento da taxa de calcemia (nível de cálcio) e o desaparecimento do raquitismo. Parece que as crianças, vítimas da hipocalcemia (nível baixo de cálcio), apresentam uma deficiência de ordem enzimática na transmutação do sódio (Na) em magnésio (Mg), de forma que se precisa fornecer mais magnésio do que o habitual a elas. A mesma coisa deve ser feita para as pessoas que fazem dieta sem sal, para evitar a descalcificação.
A dose média, aceitável por todos, sem inconvenientes, é de 1 grama para cada 10 kg de peso da pessoa, quando se usa Cloreto de Magnésio hexahidratado (MgCl2.6H2O), que pode ser dissolvido em água não calcárea na proporção de 10 g/litro. É melhor tomar um copo grande por dia a 10 g/l do que meio copo a 20 g/l [1].
Pode-se, também, usar Carbonato de Magnésio (MgCO3), que não é higroscópio, mas não se dissolve. Não tendo sabor, diferentemente do Cloreto, que é amargo, pode ser adicionado a sopas, molhos, purês, etc. Se for utilizado o Carbonato anidro, deve-se usar 1 g/25 kg diariamente. Logo, em forma de carbonato, usa-se 2,5 vezes menos do que em forma de cloreto.
Quanto ao magnésio contido nos alimentos, podemos ressaltar que o sal branco não o contém; o sal cinzento tem magnésio, mas é higroscópico e tende a empredar. A embalagem em sacos plásticos impermeáveis elimina esse problema. Os alimentos com forte teor em magnésio são as farinhas de cereais, mais do que os alimentos de carne ou os legumes verdes.
As doses citadas acima são administradas por 10 dias consecutivos, seguindo-se uma pausa de 10 a 20 dias sem consumo, ciclo que deverá durar de um a três meses, conforme o resultado que se obtiver, embora, raramente, seja necessário ultrapassar dois meses.
[continua]
Referência:
[1] Salvatore de Salvo e Mara Teresa de Salvo, A Alquimia da Saúde, Biblioteca 24x7, São Paulo, 2008.
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segunda-feira, maio 04, 2009
A Alquimia na Saúde
A área científica chamada de Química teve sua origem na Alquimia. Após estabelecer-se como uma área científica aceita pela ciência ortodoxa oficial, a Alquimia foi taxada como uma área não-científica, e todos os alquimistas, da antiguidade e da atualidade, foram identificados como charlatões, interessado em enganar as pessoas desavisadas. Não é bem assim, óbvio. Vamos tentar esclarecer esse assunto.
A Química interessa-se por reações químicas. O que ocorre em uma reação química? Certas substâncias (constituídas de diversos tipos de átomos) são colocadas em contato, ocorrendo uma reação que gera outras substâncias (finais) que possuem os mesmos átomos existentes nas substâncias presentes antes da reação. Portanto, numa reação química os diferentes tipos de átomos de todos os elementos químicos (presentes na Tabela Periódica dos elementos químicos) presentes nas substâncias iniciais estarão presentes, em número e tipo, nas substâncias finais (após a reação). A reação química apenas efetua um rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos, para formar as novas substâncias, não afetando o núcleo de qualquer dos átomos envolvidos na reação química, e, portanto, não alterando a identidade de qualquer elemento químico envolvido na reação química. O número de átomos de cada elemento químico se mantém constante durante uma reação química, significando que os átomos anteriores à reação são os mesmos átomos presentes após a reação química. Obviamente, no nosso organismo podem ocorrer reações químicas.
Um outro tipo de manipulação de elementos químicos ocorre na Física Nuclear. Estas manipulações são chamadas de reações nucleares, que leva a uma transformação (mudança) dos núcleos atômicos dos átomos envolvidos, levando ao surgimento de novos elementos químicos após a reação nuclear. Essa mudança de tipo dos elementos químicos é chamada de transmutação química (obtida por meios físicos) podendo ser obtida por uma reação nuclear do tipo fissão nuclear (ruptura dos átomos iniciais) ou fusão nuclear (junção dos átomos iniciais presentes no início da reação nuclear). As reações nucleares, geradoras de transmutações, podem ser realizadas em laboratórios, a um custo muito elevado em termos econômicos e energéticos (requer normalmente grande quantidade de energia), usando máquinas que custam muito caro. Como exemplo, podemos citar a construção do primeiro reator nuclear de fusão operacional visando gerar energia elétrica limpa (em construção no sul da França, usando a estrutura toroidal Tokamak, comum em experimentos de física de plasma) que, por ser extremamente caro, envolveu um consórcio de sete países para viabilizar a sua construção. Este projeto é conhecido como ITER (International Thermonuclear Experimental Reactor), e seus detalhes podem ser vistos em [1]. Geralmente, pesquisas aplicadas muito caras, mas com grande potencial de impacto social, são sempre apoiadas pela Elite Mundial Illuminati, que está interessada no desenvolvimento de facilidades centralizadas, que tiram a independência e liberdade da população, tornando-a escrava destas facilidades (como a energia elétrica fornecida aos domicílios e empresas, gerada em grandes usinas em locais distantes do consumo). Pesquisas aplicadas de baixo custo, também com potencial de grande impacto social, são sempre boicotadas por essa mesma Elite [como o carro ecologicamente correto movido a água ou ar, a fusão nuclear a frio, e geradores elétricos individuais não-poluentes que extraem energia do vácuo (ZPE) com custo quase nulo], permanentemente interessada na escravização (controle) de indivíduos e nações. Um outro exemplo, aqui no Brasil, é a instituição do programa Bolsa Família, que distribui um pouco de dinheiro aos miseráveis do país, tornando-os dependentes, submissos e escravos do governo central. O correto é ensinar a pescar e não distribuir peixes...
Hoje em dia, usualmente a Alquimia está associada à tentativa feita, na antiguidade, de obter a transmutação de chumbo em ouro usando algo misterioso chamado de Pedra Filosofal. Estamos interessados, aqui, na transmutação de elementos químicos que ocorre na área da Biologia. O ponto central, neste caso, é que todos os organismos vivos, do reino animal e vegetal, podem efetuar certas transmutações biológicas a baixa energia, para gerar certos elementos químicos que necessitam para a manutenção correta da sua vida. Normalmente, esta possibilidade é vetada pela biologia científica oficial, apesar dos fatos concretos de transmutação observados na prática.
1. Como uma transmutação biológica (alquímica) de elementos químicos envolve uma reação nuclear de fissão ou fusão, ela pode ser usada para geração de energia. Com este objetivo, o Exército dos Estados Unidos promoveu uma pesquisa [2] para identificar essas novas fontes biológicas de energia. Os elementos químicos que foram definitivamente comprovados de sofrerem transmutações, via organismos vivos, são de Sódio (Na) para Magnésio (Mg), de Potássio (K) para Cálcio (Ca) e de Manganês (Mn) para Ferro (Fe)
No relatório são feitas algumas referências históricas envolvendo transmutação biológica. Eis algumas: O químico francês Vauquelin, em 1799, observou uma grande quantidade de Cal nas excreções diárias de galinhas. Para determinar de onde provinha essa Cal, deu a uma galinha uma dieta só de aveia. Mediu o Cálcio (Ca) na aveia, deu esta à galinha e, depois, mediu o Cálcio presente nos excrementos e nos ovos da mesma. O elemento químico Cálcio tinha aumentado cinco vezes (por algum processo alquímico no interior da galinha). Vauquelin entendeu que a Cal tinha sido criada, mas não compreendeu como isso tinha sido possível.
Em 1822, Prant, um pesquisador inglês, definiu a transmutação dos elementos, estudando ovos de galinha incubados. Observou quantidades crescentes de Carbonato de Cálcio (CaCO3) dentro dos ovos e determinou que esse composto não era proveniente da casca dos ovos.
Em 1831, Chaubard experimentou com sementes que germinavam na água. Verificou que, nas plantas, apareciam elementos químicos que não estavam presentes nas sementes nem na água.
O japonês Komaki reportou que oito tipos de microorganismos, crescidos em meio ambiente deficiente em Potássio (K), tinham aumentado esse elemento (K), fazendo a conversão de Cálcio (Ca) em Potássio (K), uma reação nuclear de fissão.
Em resumo, foram descobertas transmutações de elementos químicos efetuadas por microorganismos, plantas e animais. Algumas dessas transmutações são de fusão e outras de fissão nucleares.
[continua]
Referências:
[1] http://en.wikipedia.org/wiki/ITER
[2] Salomão Goldfein (pesquisador principal), Report 2247: ENERGY DEVELOPMENT FROM ELEMENTAL TRANSMUTATIONS IN BIOLOGICAL SYSTEMS, Projeto MTL 01901 PMMR-26, U.S. ARMY MOBILITY EQUIPMENT RESEARCH AND DEVELOPMENT COMMAND, Fort Belvoir, Virginia-USA, Maio 1978 [Documento NÃO CLASSIFICADO].
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sexta-feira, abril 10, 2009
Transmutações Biológicas a Baixa Energia
O tema de transmutação de elementos químicos em outros, a baixa energia (com uso de baixa quantidade de energia), é muito importante para entendermos uma série de acontecimentos na história humana neste planeta. Na sociedade moderna, esse tema ficou em evidência em 1989, através dos cientistas Martin Fleischmann e Stanley Pons da Universidade de Utah, nos Estados Unidos. Eles apresentaram ao mundo o que ficou conhecido como Fusão a Frio, uma reação química, na temperatura ambiente, em que se liberava energia através da transmutação de um elemento químico em outro (elementos com núcleos atômicos diferentes) contidos em um tubo de ensaio. Isso era feito de forma não-poluente (como é comum nas reações de fusão) e, principalmente, com baixo custo. Este último detalhe (baixo custo) abria a possibilidade de cada cidadão ter a sua máquina de gerar energia elétrica em sua residência. Isto foi o estopim para que os manipuladores do mundo ficassem em alerta e começassem uma campanha de desmoralização dos dois citados cientistas (via ciência oficial), que, desse modo, cairam no ostracismo. Os manipuladores não deixam que nenhuma forma não-poluente e barata de gerar energia chegue às mãos da população, para poder continuar sua ditadura de controle/escravização da população através da venda contínua de energia elétrica gerada em suas grandes usinas centralizadas e controladas por eles. Para se perceber claramente esse tipo de manipulação, os manipuladores apoiam, desde meados do Século XX, o desenvolvimento da técnica de Fusão Nuclear a Alta Energia (uma transmutação usando plasma aquecido a temperaturas extremamente elevadas) para gerar energia elétrica. Esta técnica é tão cara que atualmente existe um consórcio de várias nações participando da construção da primeira usina nuclear a fusão do mundo (diferente das usinas nucleares atuais, que usam fissão nuclear, e são igualmente muito caras para se construir e extremamente perigosas ao meio ambiente, devido ao seu lixo radioativo gerado).
Na Antiguidade, a Alquimia também estava interessada na transmutação de elementos químicos, tendo conseguido a transmutação de chumbo em ouro. A interpretação filosófica desta transmutação alquímica é de os alquimistas estavam interessados em transformar o homem bruto, de chumbo, em um homem melhorado, de ouro, usando a Pedra Filosofal (o pênis rijo masculino, na relação sexual) em "A Grande Obra" (transmutar sua essência, sem ejacular seu sêmen). Vejamos, agora, detalhes das transmutações biológicas, ao invés das transmutações físicas.
Na década de 1950 do Século XX, o professor francês Louis Kervran descobriu o que pode ser considerado um dos mais significativos avanços no campo da química [1]. Em consequência disso, ele e o professor Komaki, da Universidade de Tóquio, no Japão, foram indicados para o Prêmio Nobel, em 1977. As reações que o prof. Kervan apresentava não eram reações químicas e, sim, nucleares (isto é, com alteração do núcleo atômico, que constitui, portanto, uma transmutação de elementos químicos).
O prof. Kervran suatentava que qualquer organismo vivo, vegetal ou animal, qualquer fio de erva, qualquer minhoca ou qualquer galinha era capaz de efetuar as "reações nucleares", sem necessidade de utilizar as tremendas quantidades de energia que são necessárias para operar os ciclotrons, os sincrociclotrons e outras máquinas do gênero (como os reatores de fusão, em construção). As galinhas, por exemplo, colocam ovos com composição química muito diferente da comida que ingerem. Isso leva, no caso humano, à falácia divulgada pela grande mídia de que temos que comer/beber exatamente os elementos químicos que irão compor o nosso corpo. A verdade é que o nosso corpo sintetiza os elementos químicos de que necessita a partir de outros elementos químicos, via processo de transmutação a baixa energia!
Salvatore de Salvo informa [1] que, usando transmutações biológicas a baixa energia, uma fratura, uma osteoporose ou a Doença de Paget podem ser tratadas com sucesso com qualquer substância capaz de produzir Cálcio (Ca) dentro do nosso organismo. E o prof. Kervran aponta três dessas substâncias: o Magnésio (Mg), o Silício (Si) e o Potássio (K). O Magnésio (Mg) pode ser ingerido na forma de cloreto ou carbonato. Como o cloreto de magnésio (MgCl2) tem um sabor amargo horrível, Salvatore de Salvo recomenda a utilização da técnica de Kervran com o carbonato de magnésio (MgCO3), um pó branco, leve, sem sabor e sem odor, que pode ser encontrado nas boas farmácias. A dosagem podem ser encontrada no citado livro [1]. Para reforçar o efeito do magnésio, quando se pretende um tratamento mais rápido e efetivo, pode-se tomar, uma vez ao dia, um copo de chá de Cavalinha, uma erva que contém bastante Silício, sempre por dez dias e interrompendo-se por dez dias. A ação do Potássio (K) também pode ajudar. Basta tomar um ou dois comprimidos de cloreto de potássio (KCl) efervescente por semana. Os pecuaristas também podem se beneficiar muito se usarem as transmutações biológicas a baixa energia. Seus lucros vão aumentar muito...
Referência:
[1] Salvatore de Salvo e Mara Teresa de Salvo, Novos Segredos da Boa Saúde, pp. 19-30, Editado pela Biblioteca 24x7, Seven System Internacional Ltda., novembro 2008.
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