sexta-feira, abril 19, 2024

 

As Leis da Vida - 2

  Fonte: Luiz Gasparetto e Lúcio Morigi, Calunga revela As Leis da Vida, Gráfica Vida e Consciência, 2015. ISBN: 978-85-7722-443-2

2. Lei da Transformação: TUDO MUDA

Nada é estático no universo. Nada é constante no universo. A única coisa constante é a Lei. Tudo se transforma, tudo está em movimento, tudo é sempre novo. Quer você queira quer não, tudo vai mudar na sua vida, seja o momento bom ou seja ele ruim. Tudo é momentâneo, tudo é circunstancial.

Se tudo é único e tudo muda, o que passou passou. Sinto muito, mas aquele momento maravilhoso que você teve foi único e não vai se repetir. Aquele sofrimento não vai mais acontecer daquela forma. Poderá ser semelhante, se você não mudar suas crenças e atitudes, mas não será igual.

O que isso quer dizer? Que o novo sempre vem, que o passado já era, que o passado virou ilusão. Por isso o lamento faz tão mal. Quem canta seus males espanta e quem lamenta seus males aumenta.

E por essa razão a saudade é tão prejudicial. Ter uma boa lembrança de momentos da infância ou da juventude, beleza. Você se sente bem, conta para os outros e até ri.

Mas ficar sofrendo de saudade? Ficar se lamentando daquilo que ocorreu? Sabe aquela pessoa que adora contar um drama por que passou? Quem gosta de ficar enaltecendo o passado está preso lá. E quem está preso não vai pra frente. Assim, o presente, que é real, onde podemos realmente transformar, construir algo positivo, é anulado, e o futuro, que depende do presente, estará comprometido.

Tudo muda. Você já não é mais o mesmo de um minuto atrás. O universo todo é só movimento. Se tudo muda, a memória é apenas uma ilusão. O que você guardou de ruim ou de bom da infância não conta mais nada, a não ser que você fique alimentando aquilo com o lamento, aí conta para o pior. Você guardou o fato com a cabeça que tinha na ocasião, nas circunstâncias que havia na época.

Hoje, porém, a sua cabeça é outra, as circunstâncias são outras e nada daquilo existe mais, a não ser na sua memória, como um arquivo de computador, tomando o espaço destinado a novos projetos. Mande tudo isso para a lixeira e delete também o que estiver na lixeira. Esvazie a memória para dar lugar ao novo.

Você quer guardar alguma coisa do passado? Então, guarde só as fotografias, que é para de vez em quando você se reunir com as amigas e morrer de rir das roupas, dos cabelos, de como você era magra.

A cabeça que você tinha no passado era para ser exatamente aquela que foi. Tudo o que você fez ou deixou de fazer foi perfeito. Você fez o que sabia. Não era para ser diferente. Então, é insensatez ficar se lamentando, pois, por se tratar de uma ilusão, perjudica o presente e, consequentemente, seu avanço.

Há um motivo para você querer repetir. É para se sentir segura. Quando se conhece o terreno em que se está pisando, há mais segurança. Na verdade é uma falsa segurança, porque o terreno não é mais o mesmo, já mudou. Então, você vai repetir e vai se dar mal porque vem a desilusão.

Perceba a grande variabilidade, a grande diversidade da vida, e você quer repetir? Não quer mudar? Tem gente que muda para melhorar e tem gente que não muda para não piorar.  A situação não está boa, mas é melhor não mexer porque pode piorar. Em qual dos casos você se encaixa? O acomodado, o avesso a mudanças, sempre vai ter uma vida medíocre.

Outra grande ilusão é querer planejar o futuro. Isso é tão ilusório quanto viver do passado. Hoje você tem uma cabeça, no próximo mês ela não será mais a mesma.

Quando percebemos que tudo é único, que tudo muda, não vamos mais nos segurar em nada nem em ninguém. Desapego não é dispor de bens materiais. Desapego é não se prender a ideias, a nada, a ninguém. Quem se apega fica parado, presa e não progride em nenhuma área da vida.

Desapego é a faculdade de não se prender às ideias, não tem nada a ver com a utilização de bens materiais. Sem dúvida, é preciso ter bom senso para lidar com as posses materiais para que elas não o dominem. Porém, não é o fato de ter posses que caracteriza o apego, mas o fato de estar preso ao mental da coletividade, ao mental inferior, onde ressoam muitas crenças de pessoas segundo as quais a materialidade é tudo, desconsiderando a existência do espiritual.

Desapego é a faculdade de mudar a frequência do aparelho mental, do mental inferior para o Mental Superior.  A alegria é a boa sintonia da frequência da Alma. O desânimo e a tristeza são decorrentes de pensamentos e ideias características do mental inferior, onde abundam as ilusões.

Apegada é a pessoa que está dominada pelo senso comum, pela mente coletiva, pelo mental inferior, como por exemplo a que cultiva as seguintes ideias: só o que conta é o material; sou mulher, portanto posso isso, não posso aquilo; isso é imoral, aquilo não; sou pai, por isso devo proceder assim; sou casado, por isso não posso isso, aquilo; sou empresário, por isso tenho que me comportar assim, assim; sou religioso, por isso devo e não devo fazer isso, aquilo.

Quando você estiver num momento bom, curta aquilo intensamente, porque vai mudar. Quando estiver passando por um momento ruim, relaxe, porque aquilo também vai mudar. Logo, querer controlar é pura falta de bom senso, pois como é possível controlar algo que, com certeza, vai mudar?

Então largue, relaxe. Largue o passado para não sofrer de angústia. Largue o futuro para não ter ansiedade. Tudo isso interfere negativamente no presente e atrapalha o processo de materialização daquilo que você tanto deseja. O passado é coisa da mente que atrapalha o espírito a agir.

O espírito só entra em ação no processo de materialização quando a mente não interfere. Espírito e mente não ocupam o mesmo espaço. Os dois não se misturam. Ou é um ou é outro. O espírito sempre obedece. Como ele é sutil, sempre cede espaço para algo mais denso. Dessa forma, largue, ceda, não resista, para que seu espírito possa agir.

Se tudo se transforma, se tudo muda, qual a razão de você se apegar a alguém, a algo, aos fatos, às ideias? Não faz nenhum sentido, não é mesmo? Apego é só uma ilusão na sua fantasia. É querer tornar sua uma coisa que não é. Você não tem nada, senão aquilo que está dentro de você.

Quando a gente gosta de alguém ou de algo, é a alma de verdade gostando desse alguém ou de alguma coisa. A alma sente um fenômeno de identificação. Eu sou a coisa e a coisa sou eu, de tão familiar que é o sentimento de gostar, o sentimento do amor. É tão familiar que a alma acha que é essa coisa.

Então, ela sente que tem ou faz todo o esforço para ter, mas como não tem, como isso não é possível, porque tudo passa, tudo é independente, a gente tem sempre uma grande desilusão. Desse modo, não confunda o sentimento de empatia com o objeto ou a pessoa amada, com posse. Você só tem o sentimento, a empatia. Você não pode nem nunca poderá ter nada.

Todas as coisas materiais que você usufrui são temporárias, porque tudo se decompõe, tudo se transforma, ainda mais com a aceleração da tecnologia. Na hora está aqui, tem seu valor e você usufrui. Você tem um aparelho que toca música. Você tem o uso dele até o dia em que o aparelho não for mais utilizável. Aí acabou. Só fica o resto do sabor, e este também acaba.

O que fica? Ficam as transformações que o sabor lhe fez. Você ficou mais suave por causa da música, você desenvolveu sensibilidade, desenvolveu aspectos do seu espírito. Há um acréscimo de habilidades. Essas habilidades você tem. Como as desenvolveu, não tem nem mesmo memória, pois ela fica corrompida e perdida, porque tudo passa. A consciência só tem consistência no aqui e agora, depois ela dissolve, deixando o espaço para o novo (para evitar cristalizar conceitos errados?). Nunca mais seremos os mesmos. Não há jeito de voltar, de segurar. 

Ninguém é filho de ninguém, e ninguém é de ninguém. Tudo é passageiro e circunstancial. Todos somos apenas companheiros de jornada. Tudo muda e você quer continuar segurando. Porém, tem um lado bom disso tudo: seja qual for a sua dor, saiba que ela vai acabar, que ela vai se transformar.

"Ah, mas pode ficar pior". Geralmente, não! Geralmente vai ficar melhor. Quando a função disciplinar da dor acaba, transforma você, então ela deixa de existir. As coisas boas também. Elas fazem as coisas que precisam fazer em você e somem. Aquela alegria, o amor por alguém vão embora, porque você se enjoa daquilo, pois a mesmice deixa tudo muito igual. Somem pelo fato de não haver mais diferenças, contrastes.

A lei é o agora. Quanto mais sua mente estrutura seu funcionamento dentro da lei, mais sábio você se torna, mais poderoso, mais firme e mais forte para fazer o que você quer. Essa é a evolução. Quanto mais desapegado você for, mais amoroso, mais generoso você se torna. Amor é uma coisa de dentro para fora. Você gosta por gostar, porque o gostar já está na sua alma. É espntâneo. O gostar não depende de nada exterior a você. "Ai, eu gosto de gostar!"

Ao se prender aos fatos, às pessoas, às ideias, você está impedindo seu espírito de realizar aquilo que você quer. Você sai da lei do destino, qual seja, que há um propósito divino em cada um, pleno de realizações. Então, deixe ir, deixe passar. Aquelas circunstâncias não exitem mais. São tão-somente uma interpretação sua.

A realidade está fluindo de acordo com as pessoas e as crenças delas, nas pessoas em grupos afinizados, como na família (daí as "doenças hereditárias"...), numa cidade, num país. As afinidades constroem uma realidade que faz as pessoas se unirem a ela desta ou daquela maneira.

Na Terra, em que todo mundo é fruto do coletivo, poucos são os que têm força de ser originais, de ser si mesmos. O mundo é dos fortes. Forte não é aquele que sabe dar porrada. Forte é aquele que tem capacidade de bancar e tem firmeza. Quem é assim escreve seu destino.

Toda transformação ocorre em ciclos. Como tudo é periódico, os  ciclos são evolutivos, como se fossem ciclos superpostos que não se encontram, como numa espiral. A transformação é que gera os ciclos. Ela impulsiona para as desigualdades. Por isso o clima mudou. O ciclo é outro. Vai mudar, nunca vai se repetir. Esse ciclo parece que é igual, mas nunca é, é só semelhante.

As transformações seguem. Você está se transformando. Por isso, se você quer que as transformações fluam com graça, com leveza, com prazer, e que se desenvolvam, não tente mudar. Quando você tenta mudar, você atrapalha o fluxo natural. Tudo que é forçado emperra. As mudanças vêm naturalmente.

Se, por um lado, a diferença pode prevalecer, por outro, nossa tentativa é de permanecer. A gente quer permanecer para se sentir segura. A gente não quer que nada mude para ficar segura, mas é uma falsa segurança. Segurança verdadeira é caminhar com as mudanças.

Quer ficar segura? Caminhe com as mudanças. Jamais se prenda a nada, jamais fique demais com uma ideia, jamais fique demais com uma pessoa, a não ser que esteja ganhando. Varie. Você pode gostar e viver com certa frequência, mas varie. Flua com os instintos. Flua com o novo. Quanto mais você permitir ver tudo novo, mais você vai fluir com suavidade nas transformações. Isso significa juventude.

A juventude pode estar num idoso, naquele que tem disposição, um mecanismo físico em ordem, uma saúde que não precisa de cuidados médicos. Esse tipo de indivíduo, embora tenha sofrido as transformações normais da matéria, sofreu-as com suavidade.

Há idoso com 90, 100, 105 anos que continuam fumando e permanecem inteiraços. O que é isso? É a juventude. O conceito verdadeiro de juventude é a capacidade de se transformar, de seguir as transformações com tal abertura e leveza, que se renova constantemente.

O que falta nesses idosos que estão doentes é motivação, é dança, é ação, é alegria, é interesse, é largar o que acreditaram e começar a aprender tudo de novo. Uma nova paixão é extraordinária, um novo interesse, nem que seja pelos gatos, rejuvenesce.

Portanto, tudo que a pessoa experimenta de novo a mantém fluindo com suavidade. Fluir no tempo com suavidade é juventude interior, e o interior reflete no exterior. Quando alguém morre e vai para o astral num bagaço, por causa da vida que teve, chegando lá com lucidez, melhora. A transformação que a morte produz é sempre uma experiência que ajuda muito a se renovar. Por que?

Porque tem que largar tudo, tem que repensar uma série de dúvidas,porque a vida continua. Então, a pessoa vai se renovando, senão o espírito vai se apagando. Dessa forma, a gente sente que o melhor é fluir com as mudanças.

Por outro lado, aquela pessoa que fica encalhada vai se cansando, vai se deformando, envelhecendo e perdendo a aparência jovem. O povo, em geral, não gosta do novo. Gosta de novidade que não mexa com ela, porque distrai,mas mudar sua rotina, não.

Só se dá bem na vida quem segue o exemplo dela, qual seja, a constante renovação, a constante transformação, a apreciação do novo, pois a vida abomina a mesmice, e quem não estiver de acordo com ela está contra ela. A mesmice é amiga da indiferença, que anula os contrastes, e sem contrastes não há consciência, não há vida.

Sobre o arrependimento de ter feito (ou não) algo no passado: Tudo se transforma no universo. Não há nada estático, mas as pessoas insistem em segurar um passado que já virou ilusão, o qual as impede de progredir na vida, porque aquilo fica lá tomando espaço para o novo se estabelecer. Não há como voltar ao passado para refazer o que foi feito. Então, o jeito é largar o passado pra lá, mesmo porque, segundo a lei da perfeição, tudo que foi feito foi perfeito.

Sobre preocupação com o futuro: Preocupar-se com o futuro faz tão mal quanto ficar ligado no passado. O espaço no subconsciente que a pessoa precisa para plantar o novo e edificar um bom presente, e assim ter um futuro melhor, é tomado por essas crenças ilusórias de que o futuro precisa ser garantido hoje. A pessoa que vive no futuro, prejudica o seu presente. Nada é garantido pela sua mente. Não são os pais que vão garantir o futuro dos filhos. Os filhos terão o futuro deles de acordo com as crenças e escolhas deles.

Tudo muda, tudo se transforma, porque o arbítrio, as escolhas mudam a todo instante e são elas que vão moldar o futuro. A atitude tem que ser exatamente o contrário, se a pessoa quiser ter um futuro melhor que o presente. É viver no aqui e agora, sentir o presente e não se pré-ocupar. Desta forma, o presente fica bom e o futuro também fica bom. É preciso deixar o futuro nas mãos do espírito e confiar, porque o espírito, esse sim, garante tudo, já que ele tem todas as respostas e todas as soluções.

Sobre não gostar de mudanças e o novo trazer insegurança: A pessoa que tem esse tipo de atitude, que no fundo é uma crença muito negativa, não tem o direito de esperar nada de bom da vida. É uma adepta da mesmice, do conformismo. Essa sensação de segurança é totalmente falsa, ilusória. Ela não sabe, mas já está desistindo de viver.

A visita do tédio não demora, depois vem o sentimento de inutilidade, em seguida a depressão, e vai precisar compensar isso com psicotrópicos. Ela fica de frente contra a lei da transformação, em que nada é estático, tudo muda, tudo se transforma e o novo sempre vem. Essa pessoa é uma verdadeira estátua.

A vida só segue aquilo que a gente manda. Só se sente seguro quem se adapta ao novo, às mudanças (aprender a usar um computador, por exemplo), porque o espírito é um eterno insatisfeito. Ele sempre quer o melhor do melhor do melhor. E para melhorar é preciso mudar.

Sobre a pessoa apegada às coisas, aos filhos, à família: Quando tomamos consciência de que nada é estático, de que tudo muda e se transforma, de que tudo é único, não vamos mais nos segurar em nada, nem em ninguém.

No entanto, as pessoas têm um conceito equivocado sobre o desapego. Desapego não é dispor de bens materiais, dispor de companhias agradáveis, de coisas prazerosas da vida, do conforto. Aliás, ter tudo isso é um sinal de prosperidade.

Desapego é não se prender a idéias, a nada, a ninguém. Quem se apega fica parada, presa e não progride em nenhuma área da vida, já que tudo muda. Desapego é a faculdade de não se prender às ideias. O pensamento vive de ideias e imagens. O ser humano não é uma ideia e nem uma imagem.

Desapego não tem nada a ver com a posse e o manejo de bens materiais. Sem dúvida, é preciso ter bom senso para lidar com as posses para que elas não dominem a gente.

Não é o fato de ter posses que caracteriza o apego, mas o fato de estar presa ao mental da coletividade, o mental inferior, onde ressoam muitas crenças de pessoas, segundo as quais a materialidade é tudo, desconsiderando a existência do espiritual.

O apego se caracteriza pela submissão da pessoa à mente coletiva, como a que cultiva idéias como: "só o que conta é o material; sou mulher, portanto posso isso, não posso aquilo; isso é imoral, aquilo não; sou pai, por isso devo proceder assim; sou casado, por isso não posso isso, aquilo".

Tudo são ideias, pensamentos. Se perguntarem às pessoas quem elas são, vão dizer um monte de pensamentos a respeito delas mesmas: "Sou isso porque faço isso, nasci em tal família, estudei aquilo, trabalho lá, tenho tal religião". Acham que têm um elo com o que fazem, com o que foram, com a família, com o trabalho, mas é tudo ilusão.

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terça-feira, abril 16, 2024

 

As Leis da Vida - 2

 Fonte: Luiz Gasparetto e Lúcio Morigi, Calunga revela As Leis da Vida, Gráfica Vida e Consciência, 2015. ISBN: 978-85-7722-443-2

2. Lei da Transformação: TUDO MUDA

Nada é estático no universo. Nada é constante no universo. A única coisa constante é a Lei. Tudo se transforma, tudo está em movimento, tudo é sempre novo. Quer você queira quer não, tudo vai mudar na sua vida, seja o momento bom ou seja ele ruim. Tudo é momentâneo, tudo é circunstancial.

Se tudo é único e tudo muda, o que passou passou. Sinto muito, mas aquele momento maravilhoso que você teve foi único e não vai se repetir. Aquele sofrimento não vai mais acontecer daquela forma. Poderá ser semelhante, se você não mudar suas crenças e atitudes, mas não será igual.

O que isso quer dizer? Que o novo sempre vem, que o passado já era, que o passado virou ilusão. Por isso o lamento faz tão mal. Quem canta seus males espanta e quem lamenta seus males aumenta.

E por essa razão a saudade é tão prejudicial. Ter uma boa lembrança de momentos da infância ou da juventude, beleza. Você se sente bem, conta para os outros e até ri.

Mas ficar sofrendo de saudade? Ficar se lamentando daquilo que ocorreu? Sabe aquela pessoa que adora contar um drama por que passou? Quem gosta de ficar enaltecendo o passado está preso lá. E quem está preso não vai pra frente. Assim, o presente, que é real, onde podemos realmente transformar, construir algo positivo, é anulado, e o futuro, que depende do presente, estará comprometido.

Tudo muda. Você já não é mais o mesmo de um minuto atrás. O universo todo é só movimento. Se tudo muda, a memória é apenas uma ilusão. O que você guardou de ruim ou de bom da infância não conta mais nada, a não ser que você fique alimentando aquilo com o lamento, aí conta para o pior. Você guardou o fato com a cabeça que tinha na ocasião, nas circunstâncias que havia na época.

Hoje, porém, a sua cabeça é outra, as circunstâncias são outras e nada daquilo existe mais, a não ser na sua memória, como um arquivo de computador, tomando o espaço destinado a novos projetos. Mande tudo isso para a lixeira e delete também o que estiver na lixeira. Esvazie a memória para dar lugar ao novo.

Você quer guardar alguma coisa do passado? Então, guarde só as fotografias, que é para de vez em quando você se reunir com as amigas e morrer de rir das roupas, dos cabelos, de como você era magra.

A cabeça que você tinha no passado era para ser exatamente aquela que foi. Tudo o que você fez ou deixou de fazer foi perfeito. Você fez o que sabia. Não era para ser diferente. Então, é insensatez ficar se lamentando, pois, por se tratar de uma ilusão, perjudica o presente e, consequentemente, seu avanço.

Há um motivo para você querer repetir. É para se sentir segura. Quando se conhece o terreno em que se está pisando, há mais segurança. Na verdade é uma falsa segurança, porque o terreno não é mais o mesmo, já mudou. Então, você vai repetir e vai se dar mal porque vem a desilusão.

Perceba a grande variabilidade, a grande diversidade da vida, e você quer repetir? Não quer mudar? Tem gente que muda para melhorar e tem gente que não muda para não piorar.  A situação não está boa, mas é melhor não mexer porque pode piorar. Em qual dos casos você se encaixa? O acomodado, o avesso a mudanças, sempre vai ter uma vida medíocre.

Outra grande ilusão é querer planejar o futuro. Isso é tão ilusório quanto viver do passado. Hoje você tem uma cabeça, no próximo mês ela não será mais a mesma.

Quando percebemos que tudo é único, que tudo muda, não vamos mais nos segurar em nada nem em ninguém. Desapego não é dispor de bens materiais. Desapego é não se prender a ideias, a nada, a ninguém. Quem se apega fica parado, presa e não progride em nenhuma área da vida.

Desapego é a faculdade de não se prender às ideias, não tem nada a ver com a utilização de bens materiais. Sem dúvida, é preciso ter bom senso para lidar com as posses materiais para que elas não o dominem. Porém, não é o fato de ter posses que caracteriza o apego, mas o fato de estar preso ao mental da coletividade, ao mental inferior, onde ressoam muitas crenças de pessoas segundo as quais a materialidade é tudo, desconsiderando a existência do espiritual.

Desapego é a faculdade de mudar a frequência do aparelho mental, do mental inferior para o Mental Superior.  A alegria é a boa sintonia da frequência da Alma. O desânimo e a tristeza são decorrentes de pensamentos e ideias características do mental inferior, onde abundam as ilusões.

Apegada é a pessoa que está dominada pelo senso comum, pela mente coletiva, pelo mental inferior, como por exemplo a que cultiva as seguintes ideias: só o que conta é o material; sou mulher, portanto posso isso, não posso aquilo; isso é imoral, aquilo não; sou pai, por isso devo proceder assim; sou casado, por isso não posso isso, aquilo; sou empresário, por isso tenho que me comportar assim, assim; sou religioso, por isso devo e não devo fazer isso, aquilo.

Quando você estiver num momento bom, curta aquilo intensamente, porque vai mudar. Quando estiver passando por um momento ruim, relaxe, porque aquilo também vai mudar. Logo, querer controlar é pura falta de bom senso, pois como é possível controlar algo que, com certeza, vai mudar?

Então largue, relaxe. Largue o passado para não sofrer de angústia. Largue o futuro para não ter ansiedade. Tudo isso interfere negativamente no presente e atrapalha o processo de materialização daquilo que você tanto deseja. O passado é coisa da mente que atrapalha o espírito a agir.

O espírito só entra em ação no processo de materialização quando a mente não interfere. Espírito e mente não ocupam o mesmo espaço. Os dois não se misturam. Ou é um ou é outro. O espírito sempre obedece. Como ele é sutil, sempre cede espaço para algo mais denso. Dessa forma, largue, ceda, não resista, para que seu espírito possa agir.

Se tudo se transforma, se tudo muda, qual a razão de você se apegar a alguém, a algo, aos fatos, às ideias? Não faz nenhum sentido, não é mesmo? Apego é só uma ilusão na sua fantasia. É querer tornar sua uma coisa que não é. Você não tem nada, senão aquilo que está dentro de você.

Quando a gente gosta de alguém ou de algo, é a alma de verdade gostando desse alguém ou de alguma coisa. A alma sente um fenômeno de identificação. Eu sou a coisa e a coisa sou eu, de tão familiar que é o sentimento de gostar, o sentimento do amor. É tão familiar que a alma acha que é essa coisa.

Então, ela sente que tem ou faz todo o esforço para ter, mas como não tem, como isso não é possível, porque tudo passa, tudo é independente, a gente tem sempre uma grande desilusão. Desse modo, não confunda o sentimento de empatia com o objeto ou a pessoa amada, com posse. Você só tem o sentimento, a empatia. Você não pode nem nunca poderá ter nada.

Todas as coisas materiais que você usufrui são temporárias, porque tudo se decompõe, tudo se transforma, ainda mais com a aceleração da tecnologia. Na hora está aqui, tem seu valor e você usufrui. Você tem um aparelho que toca música. Você tem o uso dele até o dia em que o aparelho não for mais utilizável. Aí acabou. Só fica o resto do sabor, e este também acaba.

O que fica? Ficam as transformações que o sabor lhe fez. Você ficou mais suave por causa da música, você desenvolveu sensibilidade, desenvolveu aspectos do seu espírito. Há um acréscimo de habilidades. Essas habilidades você tem. Como as desenvolveu, não tem nem mesmo memória, pois ela fica corrompida e perdida, porque tudo passa. A consciência só tem consistência no aqui e agora, depois ela dissolve, deixando o espaço para o novo (para evitar cristalizar conceitos errados?). Nunca mais seremos os mesmos. Não há jeito de voltar, de segurar. 

Ninguém é filho de ninguém, e ninguém é de ninguém. Tudo é passageiro e circunstancial. Todos somos apenas companheiros de jornada. Tudo muda e você quer continuar segurando. Porém, tem um lado bom disso tudo: seja qual for a sua dor, saiba que ela vai acabar, que ela vai se transformar.

"Ah, mas pode ficar pior". Geralmente, não! Geralmente vai ficar melhor. Quando a função disciplinar da dor acaba, transforma você, então ela deixa de existir. As coisas boas também. Elas fazem as coisas que precisam fazer em você e somem. Aquela alegria, o amor por alguém vão embora, porque você se enjoa daquilo, pois a mesmice deixa tudo muito igual. Somem pelo fato de não haver mais diferenças, contrastes.

A lei é o agora. Quanto mais sua mente estrutura seu funcionamento dentro da lei, mais sábio você se torna, mais poderoso, mais firme e mais forte para fazer o que você quer. Essa é a evolução. Quanto mais desapegado você for, mais amoroso, mais generoso você se torna. Amor é uma coisa de dentro para fora. Você gosta por gostar, porque o gostar já está na sua alma. É espntâneo. O gostar não depende de nada exterior a você. "Ai, eu gosto de gostar!"

Ao se prender aos fatos, às pessoas, às ideias, você está impedindo seu espírito de realizar aquilo que você quer. Você sai da lei do destino, qual seja, que há um propósito divino em cada um, pleno de realizações. Então, deixe ir, deixe passar. Aquelas circunstâncias não exitem mais. São tão-somente uma interpretação sua.

A realidade está fluindo de acordo com as pessoas e as crenças delas, nas pessoas em grupos afinizados, como na família (daí as "doenças hereditárias"...), numa cidade, num país. As afinidades constroem uma realidade que faz as pessoas se unirem a ela desta ou daquela maneira.

Na Terra, em que todo mundo é fruto do coletivo, poucos são os que têm força de ser originais, de ser si mesmos. O mundo é dos fortes. Forte não é aquele que sabe dar porrada. Forte é aquele que tem capacidade de bancar e tem firmeza. Quem é assim escreve seu destino.

Toda transformação ocorre em ciclos. Como tudo é periódico, os  ciclos são evolutivos, como se fossem ciclos superpostos que não se encontram, como numa espiral. A transformação é que gera os ciclos. Ela impulsiona para as desigualdades. Por isso o clima mudou. O ciclo é outro. Vai mudar, nunca vai se repetir. Esse ciclo parece que é igual, mas nunca é, é só semelhante.

As transformações seguem. Você está se transformando. Por isso, se você quer que as transformações fluam com graça, com leveza, com prazer, e que se desenvolvam, não tente mudar. Quando você tenta mudar, você atrapalha o fluxo natural. Tudo que é forçado emperra. As mudanças vêm naturalmente.

Se, por um lado, a diferença pode prevalecer, por outro, nossa tentativa é de permanecer. A gente quer permanecer para se sentir segura. A gente não quer que nada mude para ficar segura, mas é uma falsa segurança. Segurança verdadeira é caminhar com as mudanças.

Quer ficar segura? Caminhe com as mudanças. Jamais se prenda a nada, jamais fique demais com uma ideia, jamais fique demais com uma pessoa, a não ser que esteja ganhando. Varie. Você pode gostar e viver com certa frequência, mas varie. Flua com os instintos. Flua com o novo. Quanto mais você permitir ver tudo novo, mais você vai fluir com suavidade nas transformações. Isso significa juventude.

A juventude pode estar num idoso, naquele que tem disposição, um mecanismo físico em ordem, uma saúde que não precisa de cuidados médicos. Esse tipo de indivíduo, embora tenha sofrido as transformações normais da matéria, sofreu-as com suavidade.

Há idoso com 90, 100, 105 anos que continuam fumando e permanecem inteiraços. O que é isso? É a juventude. O conceito verdadeiro de juventude é a capacidade de se transformar, de seguir as transformações com tal abertura e leveza, que se renova constantemente.

O que falta nesses idosos que estão doentes é motivação, é dança, é ação, é alegria, é interesse, é largar o que acreditaram e começar a aprender tudo de novo. Uma nova paixão é extraordinária, um novo interesse, nem que seja pelos gatos, rejuvenesce.

Portanto, tudo que a pessoa experimenta de novo a mantém fluindo com suavidade. Fluir no tempo com suavidade é juventude interior, e o interior reflete no exterior. Quando alguém morre e vai para o astral num bagaço, por causa da vida que teve, chegando lá com lucidez, melhora. A transformação que a morte produz é sempre uma experiência que ajuda muito a se renovar. Por que?

Porque tem que largar tudo, tem que repensar uma série de dúvidas,porque a vida continua. Então, a pessoa vai se renovando, senão o espírito vai se apagando. Dessa forma, a gente sente que o melhor é fluir com as mudanças.

Por outro lado, aquela pessoa que fica encalhada vai se cansando, vai se deformando, envelhecendo e perdendo a aparência jovem. O povo, em geral, não gosta do novo. Gosta de novidade que não mexa com ela, porque distrai,mas mudar sua rotina, não.

Só se dá bem na vida quem segue o exemplo dela, qual seja, a constante renovação, a constante transformação, a apreciação do novo, pois a vida abomina a mesmice, e quem não estiver de acordo com ela está contra ela. A mesmice é amiga da indiferença, que anula os contrastes, e sem contrastes não há consciência, não há vida.

Sobre o arrependimento de ter feito (ou não) algo no passado: Tudo se transforma no universo. Não há nada estático, mas as pessoas insistem em segurar um passado que já virou ilusão, o qual as impede de progredir na vida, porque aquilo fica lá tomando espaço para o novo se estabelecer. Não há como voltar ao passado para refazer o que foi feito. Então, o jeito é largar o passado pra lá, mesmo porque, segundo a lei da perfeição, tudo que foi feito foi perfeito.

Sobre preocupação com o futuro: Preocupar-se com o futuro faz tão mal quanto ficar ligado no passado. O espaço no subconsciente que a pessoa precisa para plantar o novo e edificar um bom presente, e assim ter um futuro melhor, é tomado por essas crenças ilusórias de que o futuro precisa ser garantido hoje. A pessoa que vive no futuro, prejudica o seu presente. Nada é garantido pela sua mente. Não são os pais que vão garantir o futuro dos filhos. Os filhos terão o futuro deles de acordo com as crenças e escolhas deles.

Tudo muda, tudo se transforma, porque o arbítrio, as escolhas mudam a todo instante e são elas que vão moldar o futuro. A atitude tem que ser exatamente o contrário, se a pessoa quiser ter um futuro melhor que o presente. É viver no aqui e agora, sentir o presente e não se pré-ocupar. Desta forma, o presente fica bom e o futuro também fica bom. É preciso deixar o futuro nas mãos do espírito e confiar, porque o espírito, esse sim, garante tudo, já que ele tem todas as respostas e todas as soluções.

Sobre não gostar de mudanças e o novo trazer insegurança: A pessoa que tem esse tipo de atitude, que no fundo é uma crença muito negativa, não tem o direito de esperar nada de bom da vida. É uma adepta da mesmice, do conformismo. Essa sensação de segurança é totalmente falsa, ilusória. Ela não sabe, mas já está desistindo de viver.

A visita do tédio não demora, depois vem o sentimento de inutilidade, em seguida a depressão, e vai precisar compensar isso com psicotrópicos. Ela fica de frente contra a lei da transformação, em que nada é estático, tudo muda, tudo se transforma e o novo sempre vem. Essa pessoa é uma verdadeira estátua.

A vida só segue aquilo que a gente manda. Só se sente seguro quem se adapta ao novo, às mudanças (aprender a usar um computador, por exemplo), porque o espírito é um eterno insatisfeito. Ele sempre quer o melhor do melhor do melhor. E para melhorar é preciso mudar.

Sobre a pessoa apegada às coisas, aos filhos, à família: Quando tomamos consciência de que nada é estático, de que tudo muda e se transforma, de que tudo é único, não vamos mais nos segurar em nada, nem em ninguém.

No entanto, as pessoas têm um conceito equivocado sobre o desapego. Desapego não é dispor de bens materiais, dispor de companhias agradáveis, de coisas prazerosas da vida, do conforto. Aliás, ter tudo isso é um sinal de prosperidade.

Desapego é não se prender a idéias, a nada, a ninguém. Quem se apega fica parada, presa e não progride em nenhuma área da vida, já que tudo muda. Desapego é a faculdade de não se prender às ideias. O pensamento vive de ideias e imagens. O ser humano não é uma ideia e nem uma imagem.

Desapego não tem nada a ver com a posse e o manejo de bens materiais. Sem dúvida, é preciso ter bom senso para lidar com as posses para que elas não dominem a gente.

Não é o fato de ter posses que caracteriza o apego, mas o fato de estar presa ao mental da coletividade, o mental inferior, onde ressoam muitas crenças de pessoas, segundo as quais a materialidade é tudo, desconsiderando a existência do espiritual.

O apego se caracteriza pela submissão da pessoa à mente coletiva, como a que cultiva idéias como: "só o que conta é o material; sou mulher, portanto posso isso, não posso aquilo; isso é imoral, aquilo não; sou pai, por isso devo proceder assim; sou casado, por isso não posso isso, aquilo".

Tudo são ideias, pensamentos. Se perguntarem às pessoas quem elas são, vão dizer um monte de pensamentos a respeito delas mesmas: "Sou isso porque faço isso, nasci em tal família, estudei aquilo, trabalho lá, tenho tal religião". Acham que têm um elo com o que fazem, com o que foram, com a família, com o trabalho, mas é tudo ilusão.

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terça-feira, março 28, 2023

 

Ondas da Vida

 

Fonte: https://www.rumormillnews.com/cgi-bin/forum.cgi?read=219861

As novas frequências virão em ondas

Cada onda separada por alguns anos

À medida que nosso DNA original é restaurado,
o corpo responde e velhos hábitos, como dietas carnívoras, desaparecem

Depois de algumas ondas, a restauração estará completa

Qualquer coisa que não combine com a nova estrutura se autodestruirá

Cada onda será como uma forte emoção
Que leva uma parte de nós
Mas deposita tesouros que nunca imaginamos

Sai a ingenuidade, a frustração, a raiva, o desespero.
Entra a sabedoria, o discernimento e o gozo da vida.

Como nossas emoções, o ritmo da vida é natural
Expansão e contração

Emoções subconscientes não reconhecidas não irão mais comandar nossos assuntos diários
E teremos domínio sobre elas

As emoções são o nosso sistema de navegação
Que nos dizem onde estamos no mar da vida

Precisamos experimentar plenamente uma ampla gama de emoções
Para conhecer a riqueza do sentimento
E dar compreensão à nossa alma

Quando abraçamos todas as nossas emoções, não temos mais medo delas,
as abraçamos com amor próprio

Ao infundir amor em nossas emoções desagradáveis,
nós as transformamos em nossos companheiros bem-vindos

Quando nossas emoções nos dão alegria
Podemos ficar no positivo

Quando projetamos uma emoção desejada
Projetamos uma realidade desejada

Imagine frequências de amor entrando e combinando com poderosas emoções subconscientes
que estão se revelando

Imagine-se não mais preocupado em ficar sobrecarregado com reações emocionais
porque você está em paz com elas

Quando alinhamos a intenção com poderosas emoções positivas,
a manifestação ocorre

E somos bombardeados com oportunidades,
pois a sincronicidade ocorre todos os dias.

Nós nos amamos em uma realidade superior!

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domingo, fevereiro 05, 2023

 

Repressão e Transformação


 Fonte: OshoEntregue-se ao amor, Editora Rideel, 2006.

O homem é o único ser que consegue reprimir suas energias - ou que consegue transformá-las. Nenhum outro ser consegue fazer isso. A repressão e a transformação existem como dois aspectos de um fenômeno que o homem pode fazer em relação a si mesmo.

As árvores existem, os animais existem, os pássaros existem, mas não podem fazer nada em relação às suas existências - eles são parte da existência, não podem sair dela. Estão tão envolvidos em suas energias que não podem se separar. O homem pode fazer isso, ele pode fazer qualquer coisa a respeito de si mesmo. Pode observar a si mesmo a distância - pode olhar para suas próprias energias como se elas fossem separadas dele. Ou ele pode reprimi-las ou transformá-las. A repressão apenas significa tentar esconder certas energias que estão presentes - sem permitir que elas tenham seu ser, sem permissão que elas se manifestem. A transformação significa transformar, mudar as energias em direção a uma nova dimensão.

Por exemplo, o sexo está lá. Existe alguma coisa no sexo que faz com que você se envergonhe dele. Essa vergonha não surge apenas de algo que a sociedade ensinou a você. Em todas as partes do mundo muitos tipos de sociedades existem, já existiram, mas nenhuma sociedade humana aceita o sexo com facilidade. Existe algo no fenômeno do sexo que o deixa envergonhado, culpado. O que é?

Primeiro, o sexo mostra a você sua mais profunda dependência. Mostra que mais alguém é necessário para o seu prazer. Sem mais esse alguém, esse prazer não é possível. Então você depende, sua independência é perdida. Isso fere seu ego. Por isso, quanto mais egoísta é uma pessoa, mais contra o sexo ela é. Seus famosos santos são contra o sexo - não porque o sexo é ruim, mas por causa de seus egos. Eles não conseguem aceitar a ideia de tornarem-se dependentes de alguém, implorar por alguma coisa a alguém. O sexo fere o ego, acima de tudo.

Em segundo lugar, no próprio fenômeno do sexo, a possibilidade de rejeição existe - a outra pessoa pode rejeitá-lo. Não é certeza se você será aceito ou rejeitado; o outro pode dizer não. E essa é a rejeição mais profunda que existe, quando você se aproxima de alguém por amor e essa pessoa o rejeita. Essa rejeição cria o medo. O ego diz que é melhor não tentar do que ser rejeitado.

A dependência, a rejeição, a possibilidade de rejeição... e ainda mais profundo, no sexo você se torna como os animais. Isso fere muito o ego humano, porque, então, não há diferença entre um cachorro fazendo amor e você fazendo amor. Qual é a diferença? De repente, você fica como os animais, e todos os pregadores, moralistas, ficam dizendo ao homem: "Não seja um animal! Não seja como os animais!". Essa é a maior condenação possível.

Em nenhuma outra coisa você é tão parecido com os animais quanto no sexo, porque em nenhuma outra coisa você é natural - em todo o resto, você pode ser pouco natural. Isso acontece quando você está comendo. Criamos tanta sofisticação em relação ao ato de comer que você não come como os animais, mas sim em mesas, com boas maneiras à mesa, com a cultura, a etiqueta que você tem ao comer, o que diferencia você dos animais.

Os animais gostam de comer sozinhos. Por isso, a sociedade cria na mente de todas as pessoas que comer sozinho não é bom. Divida, coma com a família, coma com os amigos, convide pessoas. Nenhum animal se interessa por convidados, por amigos, pela família. Sempre que um animal está comendo, ele não quer que ninguém se aproxime; ele quer ficar sozinho. Se um homem quiser comer sozinho, as pessoas dirão que ele parece um animal, que não gosta de dividir. Seu hábito de comer é natural, não sofisticado. Em relação aos alimentos, criamos tanta sofisticação que a fome se tornou menos importante. Nenhum animal se importa com o gosto. A fome é uma necessidade básica - quando a fome é saciada, o animal fica satisfeito. Mas não o homem - como se a fome não fosse o mais importante; como se outra coisa fosse mais importante. Mais importante é o gosto, mais importante são as maneiras, mais importante é como você come, não é o que você come.

Em tudo, o homem já criou seu próprio mundo artificial. Os animais andam pelados - é por isso que não queremos andar sem roupas. E se alguém fica nu, de repente, ele atinge toda nossa sociedade, atinge as raízes. É por isso que existe um antagonismo tão grande contra as pessoas nuas do mundo todo.

Se você andar nu pela rua, não está ferindo ninguém, não está causando violência, é absolutamente inocente. Mas, imediatamente, a polícia virá, a vizinhança inteira vai ficar agitada. Você será preso, apanhará e irá para a cadeia. Mas não fez nada! Um crime acontece quando você faz alguma coisa prejudicial. Você não fez nada. Simplesmente andou nu! Por que a sociedade fica tão brava? A sociedade não fica tão brava nem com um assassino. É estranho. Mas um homem nu... e a sociedade fica completamente irada.

É por que o assassinato ainda é algo humano. Nenhum animal assassina. Eles matam para comer, mas não assassinam. E nenhum animal mata os seres de sua própria espécie, só o homem. Então é humano, a sociedade consegue aceitar. Mas a nudez, a sociedade não consegue aceitar - porque, repentinamente, o homem nu faz com que as pessoas se lembrem que são animais. Mesmo escondido atrás de roupas, o animal está ali, nu, o animal nu está ali, o macaco nu está ali.

Você se opõe ao homem nu não porque ele está nu, mas porque ele o deixa consciente de sua nudez, seu ego é ferido. Vestido, o homem não é um animal. Com seus modos ao comer, com suas maneiras, o homem não é um animal. Com a linguagem, a moralidade, a filosofia, a religião, o homem não é um animal. A coisa mais religiosa que existe é ir a uma igreja, a um templo, rezar. Por que isso é tão religioso? Porque nenhum animal vai à igreja e nenhum animal reza; isso é absolutamente humano. Ir a um templo rezar, isso torna a distinção absoluta, a distinção de que você não é um animal.

Mas o sexo é uma atividade animal. Seja lá como você faz, seja lá como você o esconde, seja lá o que cria ao redor dele, o fato em si permanece animal. E quando você faz sexo, se torna como os animais. Por causa desse fato, muitas pessoas não gostam de sexo. Não podem se tornar totalmente animais, seus egos não permitem isso.

Então ego e sexo, esse é  o conflito. Quanto mais egoísta uma pessoa é, mais contrária ela é ao sexo. Quanto menos egoísta uma pessoa é, mais envolvida ela fica no sexo. Mas até mesmo as menos egoístas sentem uma culpa - sentem menos, mas ainda sentem que alguma coisa está errada. Quando uma pessoa se envolve profundamente no sexo, o ego é perdido, e conforme o ego vai desaparecendo, o medo toma conta de você.

Existe o medo, e por causa desse medo o amor se torna quase impossível. E o medo é real - porque, quando você perde o ego, quase fica maluco; você fica selvagem e qualquer coisa pode acontecer. Reprima, ou permita apenas aquilo que não coloca você em perigo - apenas uma parte  que sempre possa ser controlada - e você permanece no controle.

A repressão existe como uma proteção, como um guarda-costas, como uma medida de segurança, e as religiões têm usado essa medida de segurança. Elas exploraram esse medo do sexo e deixaram você mais medroso. Eles criaram um medo interno. Tornaram o sexo o pecado básico, e eles dizem: a menos que o sexo desapareça, você não conseguirá entrar no reino de Deus. Eles têm razão até certo ponto, mas, ainda assim, estão errados. Eu também digo que, a menos que o sexo desapareça, você não conseguirá entrar no reino de Deus. Mas o sexo desaparece apenas quando você o aceita totalmente - não o reprime, mas o transforma.

O sexo é a energia mais vital. Não lute com ela - será uma perda de vida e de tempo - prefira transformá-la. Mas como fazer isso? Se você entender o medo, então pode entender a pista, o que pode ser feito.

O medo existe porque você sente que o controle será perdido, e quando o controle se perde, você não pode fazer nada. Eu ensino a você um novo controle: o controle de testemunhar, não o controle de uma mente manipuladora, mas o controle de testemunhar. E eu digo a você que esse controle é o máximo possível, e esse controle é tão natural que você nunca sente que está controlando. O controle acontece espontaneamente com o testemunhar.

Movimente-se no sexo, mas seja uma testemunha. A única coisa que se deve lembrar é: eu devo encontrar o processo todo, devo enxergar através dele, devo permanecer uma testemunha, não devo ser inconsciente. Então, não há perigo no que é selvagem; o selvagem é belo. Na verdade, apenas um homem selvagem pode ser belo. Uma mulher que não seja selvagem não pode ser bela - pois quanto mais selvagem, mais viva.

Mas o problema é, não fique inconsciente. Se ficar inconsciente, ficará sob forças inconscientes, ficará sob as forças do karma. Tudo o que você fez no passado está acumulado aqui. Esse condicionamento acumulado pode prendê-lo e levá-lo a certas direções que serão perigosas para você e para os outros. Mas se você permanecer uma testemunha, esse condicionamento anterior não pode interferir.

Portanto, todo o método, todo o processo de se tornar uma testemunha é o processo de transformar a energia sexual. Ao entrar no sexo, permaneça em alerta. Seja lá o que estiver acontecendo, observe, veja tudo, não perca nada. Seja lá o que estiver acontecendo em seu corpo, em sua mente, em sua energia interior, um novo circuito está sendo criado, a eletricidade corporal está se movendo de uma maneira nova, de um novo modo circular; agora a energia corporal se tornou uma só com o parceiro, com a esposa. E agora um circuito interno é criado - você pode senti-lo. Se estiver atento, pode senti-lo. Sentirá que se tornou um veículo de uma energia vital em movimento.

Permaneça em alerta. Logo conseguirá perceber que, quanto mais o circuito é criado, mais os  pensamentos caem; eles caem como folhas amarelas de uma árvore. Os pensamentos caem... a mente fica cada vez mais vazia. Permaneça em alerta e logo verá que você está aqui, mas não existe o ego. Não pode dizer eu. Alguma coisa maior do que você aconteceu. Você e seu parceiro(a) se dissolveram numa energia maior.

Mas essa fusão não deve se tornar inconsciente; caso contrário, você perderá o essencial. Assim, será um belo ato sexual, mas não uma transformação. É belo, não há nada de errado nele, mas não é transformação. E se for inconsciente, você sempre se moverá da mesma maneira. Constantemente, vai querer ter essa experiência. A experiência é bela, mas se tornará uma rotina. E todas as vezes que você a tiver, mais desejo será criado. Quanto mais você a tem, mais a deseja, e você passa a viver em um círculo vicioso. Você não cresce, apenas dá voltas.

Dar voltas é ruim, porque, nesse caso, o crescimento não acontece. A energia é simplesmente desperdiçada. Mesmo que a experiência seja boa, a energia é desperdiçada, porque muito mais era possível. Estava no canto - uma guinada e muito mais seria possível. Com a mesma energia o divino poderia ser alcançado. Com a mesma energia, o êxtase é possível, e você gasta essa energia em experiências momentâneas. E pouco a pouco, essas experiências se tornam tediosas, porque quando alguma coisa é constantemente repetida, ela se torna tediosa. Quando a novidade termina, o tédio aparece.

Se você permanecer em alerta, verá: primeiro, mudanças de energia no corpo; segundo, o sumiço dos pensamentos da mente; e, terceiro, o sumiço do ego do coração. Essas três coisas têm de ser observadas, com cuidado. E quando o terceiro tiver acontecido, a energia sexual se tornará energia meditativa. Você não está mais no sexo. Você pode estar deitado com sua amada, seus corpos unidos, mas você não está mais ali - foi transportado para um novo mundo.

Se você seguir a repressão, será um típico ser humano: falso, superficial, raso por dentro; apenas um boneco, não autêntico, não de verdade. Se você não seguir a repressão, mas a indulgência, ficará como um animal - belo, mais belo do que o tão famoso homem civilizado, mas como os animais - não alerta, não consciente, não consciente da possibilidade de crescimento do potencial humano.

Se você transformar a energia, então se transformará em divino. E lembre-se, quando digo divino, ambas as coisas estão implícitas. O animal selvagem com sua beleza total de ser está lá. Este animal selvagem não é rejeitado e negado. Ele está lá - mais rico, porque está mais alerta. Então, toda a selvageria está lá e a beleza dela, e tudo que a civilização está tentando forçar está lá, mas espontâneo, não forçado. Quando a energia é transformada, a natureza e Deus se encontram dentro de você - a natureza com sua beleza. Deis com a graça total.

Isso é o que significa ser um sábio. Um sábio quer dizer o encontro da natureza e do divino, uma reunião da criatura com o criador, um encontro do corpo com a alma, um encontro daquilo que está abaixo e daquilo que está acima, um encontro da terra e do céu.

Lao Tzu diz: "O Tao acontece quando a terra e o céu se encontram. Esse é o encontro".

Testemunhar é a fonte principal. Mas será difícil se tornar uma testemunha no ato sexual se você não estiver tentando uma testemunha nos outros atos de sua vida. Por isso, tente o dia todo, caso contrário, você vai se decepcionar. Se não conseguir se tornar uma testemunha enquanto anda pela estrada, não tente se enganar, não conseguirá se tornar uma testemunha enquanto estiver fazendo amor. Se estiver andando em uma estrada, um processo tão simples e você não consegue se tornar uma testemunha, você fica inconsciente. Como poderá ser uma testemunha enquanto estiver fazendo amor? O processo é muito profundo, você ficará inconsciente.

Tente - andando na estrada, pense: vou me lembrar que estou andando, andando, andando. Depois de alguns segundos, você terá esquecido. Outra coisa aparece em sua mente, você seguiu outra direção, se esqueceu totalmente; E, de repente, você se lembra: eu me esqueci. Então, se um ato tão pequeno quanto andar não for consciente, vai ser difícil fazer do amor uma meditação consciente.

Então tente com coisas simples, com atividades simples. Enquanto estiver comendo, tente. Enquanto estiver andando, tente. Enquanto estiver conversando, ouvindo, tente. Tente em todos os lugares. Faça disso um constante murmúrio por dentro: deixe que seu corpo e sua mente saibam que você está fazendo um esforço para se manter em alerta; e um dia, durante o amor, o testemunhar acontecerá. E quando acontecer, o êxtase acontecerá - o primeiro contato com o divino terá ocorrido a você. Desse momento em diante, o sexo não será sexo. Mais cedo ou mais tarde, o sexo desaparecerá. Esse desaparecimento dá a você o brahmacharya - e você se torna um celibatário.

Os monges nos mosteiros católicos, ou os monges que seguem o tradicional jainismo, ou os outros tipos de monges são apenas celibatários no modo de dizer, porque a mente deles continua fazendo amor - mais do que a mente das outras pessoas. Para eles o sexo se torna cerebral, que é a pior coisa que pode acontecer, porque é pervertido. Se você pensa em sexo, é preversão. Fazer amor é natural; pensar nisso, estar constantemente envolvido nisso em sua mente, é uma perversão. Os tão famosos monges são seres pervertidos, porque eles escolheram o caminho da repressão, que é o caminho errado, que não leva a lugar nenhum.

A transformação tem de acontecer através do outro, o outro participará dela. A repressão rejeita o outro, é contra o outro. O outro tem de ser destruído. Aceite a vida como ela é e tente ficar atento.

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segunda-feira, fevereiro 23, 2009

 

O Velho deve morrer para surgir o Novo


O importante é perceber que o velho e o novo são apenas etapas de uma mesma vida! A lagarta deve morrer para surgir a borboleta, a semente deve morrer para surgir a árvore e nossos velhos hábitos devem morrer para que surjam novos hábitos, mais condizentes com a nossa ascensão a realidades mais elevadas. Essas "mortes" são, na realidade, transformações naturais da vida eterna que não devem ser impedidas por nossa teimosia em permanecer na nossa atual "zona de conforto". Em geral, temos preguiça de efetuar mudanças, preferindo a comodidade sem esforço, o que quase sempre nos leva à morte compulsória indesejada. Deixe o velho ir e dê boas vindas ao novo. Não oponha resistência a essa transformação.

Olhando para a nossa sociedade atual, percebemos que o velho está desmoronando e o novo está surgindo. Devemos deixar que isso aconteça, não tentando salvar o velho. Qual é a velha ordem? É a ordem das 13 famílias illuminati que nos trouxe guerras, genocídios, pandemias, terremotos e furacões induzidos pelo HAARP, trilhas químicas venenosas nos nossos céus, servidão econômica, espalhamento dos crimes sexuais – a lista é interminável.

Ela é a ordem dos Bilderbergers, do Council on Foreign Relations, da Trilateral Commission e suas outras equivalentes em outras partes do mundo. É a ordem que tem controlado o setor militar, os setores industrial e financeiro, a política, a educação, a medicina e a mídias por décadas, talvez séculos ou milênios.

Eu prevejo [1] que os membros líderes deste estado secreto, do complexo militar-industrial, do governo das sombras – não interessa como você o chame – logo verão a si mesmos presos e colocados atrás das grades.

Toda a “Nova Ordem Mundial” – que tentou nos acorrentar a todos e mandar um enorme número de nós para a morte em uma Terceira Guerra Mundial, através de pestilências fabricadas em laboratório (AIDS, urânio empobrecido, etc), campos de extermínio da FEMA, ou por outros meios – está na eminência de cair no precipício.

Estamos vendo o colapso completo de tal ordem. Devemos permitir que toda essa oligarquia caia com ela, de tal forma que nunca mais vejamos ela levantar novamente. Quando fizermos isso, nós então veremos o nascimento de uma nova era que não terá qualquer ligação com a anterior.

Poderíamos falar dessa nova era de muitas formas. Uma das palavras usadas para descrevê-la é terminantemente proibida ser usada por políticos e jornalistas, mas eu a irei usar aqui: NESARA.

“NESARA” significa “National Economic Security and Reformation Act”. É uma medida que fica entre os arranjos econômicos que têm prevalecido até hoje e uma economia totalmente sem dinheiro, que teremos dentro de alguns anos. Alguns políticos e jornalistas estão usando a expressão “o Ato da Reforma” como uma palavra código para NESARA.

Entre seus autores estão Ron Paul e Dennis Kucinich. O trabalho para trazer o NESARA para a realidade já demorou muitos anos, mas agora estamos no limiar do seu anúncio.

NESARA impõe uma prosperidade global. Ela promete a paz mundial. Ela traz um mundo sem fronteiras. Ninguém sabe a data exata na qual NESARA será declarada publicamente mas essa ato é real e já passou pelo Congresso norte-americano, foi assinado e tornou-se lei através de Bill Clinton no ano 2000, e aguarda o anúncio pelo presidente Obama.

Quando for anunciado, cada homem, mulher e criança irá receber fundos suficientes para banir permanentemente o toque da pobreza em suas vidas. Leis equivalentes ao NESAR irão rapidamente aparecer e postas em prática em todas as nações da Terra.

No entanto, NESARA é apenas a primeira de uma série de medidas que aguardam o momento apropriado antes de ser reveladas que permitirão aliviar condições tais como má saúde, dificuldades de transporte, poluição, etc.

O presidente Obama já assinou, ou logo estará assinando, uma ordem executiva liberando a tecnologia anti-gravidade (AGT = Anti-Gravity Technology) para o mundo, tal que veículos podem ser construídos que não dependa mais de combustível (do petróleo ou álcool). Os illuminati têm mantido os segredos da AGT longe do público.

Mesmo sem essa ordem executiva, nós já poderíamos agora estar dirigindo nossos carros utilizando água (na realidade, o gás hidrogênio extraído da água). Estaríamos nesta condição se os illuminati não tivessem assassinado o inventor do carro movido a água.

Você não vê? Nunca houve necessidade do petróleo do Oriente Médio. Nunca existiu falta de combustível. A crise de energia tem sido apenas uma das muitas manipulações dos illuminati.

A liberação da AGT é uma de vários desenvolvimentos espetaculares que irão ocorrer para tirar este mundo das dificuldades atuais que enfrentamos e que nos levarão a uma nova era que a maioria de nós praticamente não consegue imaginar.


O aspecto confuso desta situação é que nós estamos vendo uma estrutura cair enquanto uma segunda emerge. Se ficarmos desacorçoados ou em pânico pela queda da estrutura econômica insalvável, corrupta além de qualquer reparo, então nós podemos falhar em ver os sinais da emergência da segunda e melhor estrutura que está começando a emergir.


Observe a queda do regime corrupto. Observe o julgamento do grupo de elite que precisa ser responsabilizado por seus crimes. Nós precisamos remover os agentes das trevas que têm tirado o dinheiro das pessoas, tentado colocar a população na escravidão, e tentado reservar o poder e a riqueza para eles próprios.

Se não fizermos isso, eles irão minar e destruir os arranjos novos e funcionais através de suas alavancas de controle de poder e de comunicação em nossa sociedade.


Mas também saiba que uma nova estrutura está sendo erigida por pessoas boas e honestas, neste exato momento, e que ela irá nos tirar desta época de dificuldades. Eu prevejo que estes novos arranjos irão fazer disso um Céu na Terra.

Referência:

[1] Steve Beckow em http://www.opednews.com/articles/2/We-Must-Have-Accounability-by-Steve-Beckow-090212-485.html



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