terça-feira, julho 16, 2024

 

AULA 2: Como vencer os MEDOS e a PROCRASTINAÇÃO, e ter mais CONFIANÇA pr...

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quinta-feira, julho 11, 2024

 

O Monge e o Tigre

 O Jovem Monge e o Tigre

Era uma vez, em um mosteiro budista nas montanhas, um jovem monge chamado Tenzin. Ele era conhecido por sua diligência em suas práticas e por seu coração gentil. No entanto, Tenzin tinha um medo profundo de tigres, um medo que ele carregava desde a infância após ouvir histórias terríveis sobre ataques de tigres.

Um dia, o abade do mosteiro, percebendo o medo de Tenzin, decidiu que era hora de ajudar o jovem a enfrentar sua fobia. Ele chamou Tenzin para uma conversa e disse: "Tenzin, a coragem não é a ausência de medo, mas a capacidade de agir apesar do medo. Amanhã, você partirá para a floresta para meditar. Lá, você aprenderá a enfrentar e superar seus medos."

Tenzin, embora apavorado, sabia que a ordem do abade era uma oportunidade para crescer. Na manhã seguinte, ele partiu com um coração pesado, mas determinado. A floresta era densa e misteriosa, cheia de sons desconhecidos. Tenzin encontrou uma clareira e sentou-se para meditar, tentando acalmar sua mente e coração.

À medida que o sol se punha, Tenzin ouviu um rugido distante que fez seu coração disparar. Ele sabia que um tigre estava por perto. Seu primeiro impulso foi fugir, mas ele lembrou-se das palavras do abade e permaneceu imóvel, tentando encontrar coragem dentro de si.

O tigre se aproximou lentamente da clareira, seus olhos brilhando na penumbra. Tenzin sentiu o medo crescer, mas em vez de sucumbir a ele, ele respirou fundo e olhou para o tigre com um olhar sereno. Ele começou a recitar um mantra, concentrando-se na energia de compaixão e paz que estava tentando cultivar.

Para sua surpresa, o tigre parou e sentou-se, observando-o com curiosidade. A respiração de Tenzin se acalmou e ele continuou sua meditação, sentindo uma conexão inexplicável com o animal. O tempo passou e o tigre, satisfeito, levantou-se e desapareceu na floresta.

Tenzin voltou ao mosteiro no dia seguinte, compartilhando sua experiência com o abade. O abade sorriu e disse: "Você viu, Tenzin, a verdadeira coragem é encontrar paz dentro de si mesmo diante do perigo. O tigre sentiu sua serenidade e respondeu a ela."

A partir daquele dia, Tenzin não tinha mais medo dos tigres. Ele aprendeu que a coragem não é a ausência de medo, mas a capacidade de enfrentar e transcender os próprios temores com um coração tranquilo e uma mente clara.

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terça-feira, junho 11, 2024

 

Quiroga - 5842

 NOSSA ÚNICA INIMIGA

A estupidez brutal de nossa humanidade desconhece limites, se aprimora criativamente a cada dia e a cada geração em nome de preservar as divisões, os confrontos e preservar a dinâmica mediante a qual o medo continue sendo a nota dominante da “boa educação”, porque, pensa a brutalidade ignorante, sem medo, a que futuro nossa humanidade poderia aspirar?

Essa brutalidade desconhece rótulos, serpenteia livremente nos subterrâneos de todas as ideologias, que se confrontam com selvageria, ungidas cada uma com suas razões supremas para se destruírem mutuamente, metendo medo umas às outras.

O medo é a triste experiência de nossa humanidade, que gostaria de confirmar diariamente sua majestade criativa, mas que precisa conviver intimamente com a vulnerabilidade que o medo lhe outorga, e que a torna manipulável, porque uma pessoa sem medo é livre para fazer o que quiser, e é, por isso, a coisa mais temida de nossa civilização, onde já se viu que alguém se atreva a viver sem medo, destemidamente?

O medo é utilizado de todas as formas e maneiras para sermos induzidos a desejar isso ou aquilo, serpenteando na publicidade, ao subliminarmente sugerir que sem o produto que deve ser adquirido por nós o mais rapidamente possível, ficaríamos impossibilitados de escalarmos classes sociais.

O medo tem uma única função, oprimir, e a opressão deveria ser nossa única inimiga, independentemente do rótulo que adotar.

O medo que sentimos nos torna oprimidos, mas também é pelo medo que sentimos que nós oprimimos, intimidando nossos semelhantes da mesma forma com que nos sentimos oprimidos e intimidados.

Carência e abundância são experiências contrastantes, que fazem parte do ritmo cotidiano e que, também, se comportam como ciclos. Sua consciência administra a relação entre os contrastes, nunca se esqueça disso.



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sexta-feira, abril 05, 2024

 

Pensamento do dia


"As pessoas comuns acreditarão em qualquer coisa se estiverem assustadas. Mas as pessoas com pensamento crítico procurarão o engano e encontrarão a verdade através da cortina de fumaça do medo. Ouça os pensadores críticos, não os reatores medrosos"

Dra. Suzanne Humphries

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sexta-feira, dezembro 08, 2023

 

Emoções e Saúde


A felicidade deveria ser o estado normal de saúde do ser humano. Alegria e felicidade são essenciais para a saúde. Pouco adianta seguir uma dieta perfeita, se seu estado mental for tal que pejudique e impeça a digestão. Melancolia e rabugice levam a uma sepultura precoce.

Emoções e sensações devem normalmente serem traduzidas para ações. Se forem cultivadas por si mesmas, sem nenhum propósito além disso, enfraquecem e destroem tanto a mente quanto o corpo. Emoções intensas e sentimentalismo funcionam da mesma maneira que as bebidas alcoólicas e têm os mesmos resultados malignos.

As emoções religiosas, muitas vezes usadas como fonte de emoções prazerosas, são muito destrutivas para o sistema nervoso. Elas resultaram em insanidade em muitos casos. Qualquer religião que leve ao emocionalismo, à histeria, ao transe, à catalepsia, etc. não é religião, mas mania. São Paulo admoestou todos os cristãos a exercitarem o “espírito de uma mente sã”.

O autocontrole é a grande lei da higiene mental, e quem não aprendeu a controlar as suas emoções está permitindo que elas encurtem a sua vida. Tenha em mente que emoções falsas, sejam elas de arte, música, amor ou de alguma outra natureza, são tão enfraquecedoras quanto as emoções religiosas.

O medo é a mais destrutiva de todas as emoções. Ele entorpece e paralisa o corpo e desperdiça energia nervosa como poucas outras coisas fazem. Muitas vezes tem sido a causa de morte súbita em indivíduos fracos. Há uma semelhança impressionante entre um grande medo e o congelamento. Em ambos os casos o rosto fica pálido, os dentes batem, o corpo treme (arrepios), fica contraído e curvado, o peito fica contraído, a respiração é lenta e vem em suspiros curtos.

O medo também é usado como uma arma psicológica poderosa para controlar a população: veja, por exemplo, a disseminação de medo da pandemia que foi feita na população global para que aceitassem tomar a vacina venenosa da covid-19 [que possui veneno de cobra, para induzir os coágulos sanguíneos].

O medo afeta muito o coração. Em um caso de morte de um animal, por medo, presenciado por mim, o coração foi rompido.

O estômago deixa de funcionar sob o medo. Muitas experiências mostraram que o medo interfere e prejudica as funções das glândulas que secretam os sucos digestivos. Observe o ressecamento da boca, por causa da secreção salivar suspensa, com o medo.

Não só os músculos e glândulas envolvidos na digestão são prejudicados pelo medo, mas também os músculos e glândulas de todo o corpo. Os seres humanos, devido aos seus sistemas nervosos mais organizados, são mais rápida e profundamente afetados pelas emoções do que os gatos ou outros animais, e os resultados são mais abrangentes.

Como outro exemplo dos efeitos do medo sobre a secreção, há o conhecido embranquecimento dos cabelos naqueles que ficaram profundamente chocados pelo medo ou por algum grande horror. Homens condenados à morte muitas vezes ficam com cabelos grisalhos em poucos dias [caso famoso: Maria Antonieta embranqueceu os cabelos na véspera de ser guilhotinada]. Essa perda de cor do cabelo se deve à suspensão da secreção de minúsculas glândulas na raiz do cabelo. O medo causa essa suspensão. O medo muitas vezes resulta numa descarga súbita e involuntária do conteúdo dos intestinos e da bexiga ("se cagou de medo"). A apreensão causa micção frequente e muitas vezes produz diarreia.

Há muitas coisas que as pessoas temem – a morte, o “além”, o “fim do mundo”, a pobreza, a escuridão e mil e uma coisas. Contudo, não faz diferença nos resultados do medo o que a pessoa teme.

A preocupação é um pequeno medo. Prejudica a secreção e excreção e deprime todas as funções do corpo. As secreções são alteradas e a nutrição prejudicada. Os venenos se acumulam no corpo. Nenhuma das funções do corpo é desempenhada adequadamente sob tal estado de espírito. O apetite fica prejudicado e a digestão fica enfraquecida.

O açúcar aparece frequentemente na urina durante estados emocionais, excitação nervosa ou após um choque profundo. Mesmo uma leve tensão nervosa, como a que acompanha a realização de um exame na escola ou na faculdade, pode causar o aparecimento de açúcar na urina. Também pode causar diarreia, micção frequente e perda de apetite.

O ciúme é uma curiosa combinação de medo, raiva e desejo de ter e manter. Não há dúvida de que é uma manifestação estritamente natural e normal, encontrada entre os animais inferiores. A pessoa ciumenta tem medo de perder, fica zangada com a ideia de perder e deseja ter e manter aquilo que teme estar prestes a ser perdido. A pessoa ciumenta geralmente sofre todos os tormentos do Inferno de Dante e muitas vezes causa o mesmo sofrimento aos outros.

A pessoa ciumenta desenvolve rapidamente um ódio intenso por aqueles que teme, e isto, somado ao medo, à raiva e à autopiedade já presentes, forma uma poderosa combinação de emoções destrutivas que prejudicam todas as forças e funções da vida. Muitas vezes baseia-se em coisas imaginárias ou numa visão unilateral da vida. Tende, quando não controlado pela razão e pela inteligência, a ampliar enormemente toda injustiça real ou imaginária. A inveja é verdadeiramente um fogo consumidor.

Sabemos que as emoções são frequentemente a causa dos distúrbios das glândulas endócrinas. A raiva está entre as emoções que têm maior efeito sobre essas glândulas.

O estado mental das criaturas solitárias é difícil de descrever, mas seus efeitos no corpo são facilmente aparentes. Elas não recuperam a saúde até que sejam educadas para superar a autopiedade. Elas não aproveitam a vida. Elas não apreciam seus alimentos. Tudo o que comem discorda delas. Seus intestinos nunca funcionam adequadamente. Elas nunca dormem bem. Elas são vítimas de introspecção constante. Estão continuamente descobrindo novos sintomas, novas dores, novas preocupações. Elas têm uma vida miserável, de fato. E sua miséria se deve ao fato de que sentem pena de si mesmas e desejam que os outros também sintam pena delas.

[continua]

Fonte consultada:

Herbert M. Shelton,  Living Life to Live It Longer, Health Research Mokelumne Hill, California, 1962.

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terça-feira, outubro 31, 2023

 

Confiança no caminho


Se você puder confiar, uma coisa ou outra sempre irá acontecer e ajudará no seu crescimento. Suas necessidades serão supridas. Tudo aquilo que for necessário numa determinada época, ser-lhe-á dado, nunca antes. Você somente o recebe quando precisa, e não há sequer um único momento de atraso. Quando você o necessita, você o recebe, imediatamente, instantaneamente! Essa é a beleza da confiança. Pouco a pouco você vai aprendendo como a existência dá a você, como a existência cuida de você. Você não está vivendo em uma existência indiferente. Ela não o ignora. Você está preocupado desnecessariamente; tudo é provido. Uma vez que você descubra a chave de perceber isso, toda preocupação desaparece.

Abaixo vão algumas observações de Osho sobre o conto sufi chamado Mojud: O Homem com a Vida Inexplicável.

Acreditando no impossível, o impossível torna-se possível

Na realidade, as coisas são impossíveis somente porque você não tem a coragem de acreditar. Cada pensamento pode tornar-s uma coisa, e tudo que acontece dentro da consciência pode criar sua realidade externa. Tudo que acontece exteriormente precisa primeiro acontecer interiormente. A semente está absorta no interior e a árvore manifesta-se no exterior.

Se você tem um coração que confia, nada é impossível. Mas você precisa ter um coração confiante. Uma mente confiante não adiantará, porque estruturalmente a mente não pode confiar. Ela é incapaz de confiar. A mente só pode duvidar, desconfiar; a dúvida é algo natural para a mente, é intrínsica à mente. A cabeça nada pode fazer a não ser duvidar. Para a mente, crer não é possível, a mente pode apenas duvidar. A dúvida cresce da mente como as folhas crescem das árvores.

A crença surge no coração. O coração não pode duvidar, só pode confiar. Assim, quando digo que crer pode tornar coisas impossíveis em possíveis, refiro-me a crer pelo coração - um coração inocente, o coração de uma criança que não sabe como dizer "não", que conhece apenas o "sim" - mas não o "sim" contra o "não".

Não que a criança diga "não" por dentro e "sim" por fora, pois isso é da cabeça. Essa é a maneira da cabeça, sim por fora, não por dentro, não por fora, sim por dentro. A cabeça é esquizofrênica. Nunca é total e una.

Quando o coração diz "sim" ele simplesmente diz "sim". Não existe conflito, não existe divisão. O coração está integrado com seu sim; essa é a verdadeira crença, confiança. É um fenômeno do coração. Não é um pensamento, mas um sentimento, e essencialmente, nem mesmo um sentimento, mas um estado de ser. No início, a confiança é um sentimento; em seu florescimento final é um estado de ser.

As chamadas "crenças" permanecem na cabeça, nunca se tornam seus sentimentos, e não podem se tornar seu ser. E a menos que algo se torne seu ser, ele é apenas um sonho inútil. É um desperdício de energia.

Mas, para crer, é necessário arriscar. Você ficará surpreso ao saber disso: a dúvida é muito covarde. Comumente se ouve que as pessoas corajosas duvidam e que as covardes crêem. Isso também é verdade, num certo sentido. A crença mental é covarde, e você conhece apenas os que crêem mentalmente, assim isso corresponde à realidade. Se você entrar nas mesquitas, nas igrejas, nos templos, os encontrará cheios de covardes. Mas a crença real não é covarde, e sim uma grande coragem; ela é heróica.

A dúvida vem do medo; então como pode ser valente? A dúvida está enraizada no medo. Ela cresce porque existe um desejo ardente de defender a si mesmo,de proteger a si mesmo, de estar seguro. Você pode confiar somente se estiver pronto para penetrar na insegurança, no inexplorado, para navegar no desconhecido sem mapa algum. Confiança significa imensa coragem, e somente uma pessoa corajosa pode ser religiosa, porque somente uma pessoa corajosa pode dizer "sim".

Dúvida é defesa. E mesmo que você seja defendido por ela, você permanece estagnado, não pode se mover - porque cada movimento traz medo, porque cada movimento é um movimento para o desconhecido, para o não-familiar. A dúvida é um subproduto do medo, lembre-se disso.

Então o que é crer? Crer é um subproduto do amor. Somente aqueles que sabem amar sabem crer. O amor vem do coração, e a crença também. A dúvida vem da cabeça, e o medo também. A pessoa que vive na cabeça permanece covarde. Na verdade, por ser covarde, ele mora na cabeça. Ela tem medo de mover-se para o coração porque nunca sabe onde ele a levará.

O coração é um aventureiro, o explorador dos mistérios, o descobridor de tudo que está oculto. O coração está sempre em peregrinação. Ele nunca se satisfaz... tem um descontentamento interno, um descontentamento espiritual. O coração nunca se acomoda em lugar algum. Está profundamente apaixonado pelo movimento, pelo dinamismo.

O coração somente se satisfaz quando chega ao supremo, além do qual não há objetivo. O mundano não pode satisfazê-lo. O coração nunca é convencional, está sempre em revolução. Está sempre saltando de um estado a outro. Está sempre tateando, sempre arriscando. Está sempre disposto a arriscar tudo que tem pelo desconhecido. Seu desejo é conhecer aquilo que verdadeiramente é; e Deus nada mais é do que isto.

O coração anseia pela aventura, pelo perigo, pelo inexplorado, pelo desconhecido, pelo inseguro. Ele almeja a experiência oceânica; quer se dissolver, desaparecer na totalidade. A cabeça é receosa, receia morrer, desaparecer.

Quando você confia, seu inconsciente começa a revelar muitas coisas para você. Ele revela a si mesmo apenas para a mente confiante, para o ser confiante, para a consciência confiante. Religião é a fragrância desta confiança... impecável, absoluta.

O ateísmo é um ato de fraqueza, de impotência. Ele é decadente. Uma sociedade torna-se ateísta somente quando está morrendo, quando perdeu o vigor e a juventude. Quando uma sociedade é jovem, viva e vigorosa, ela almeja o desconhecido, anseia pelo perigo. Ela tenta viver perigosamente, porque essa é a única maneira de verdadeiramente viver.

O ateísmo é sempre covarde. A pessoa realmente corajosa com certeza se tornará religiosa, e a pessoa religiosa certamente é corajosa. Assim, se você encontrar uma pessoa religiosa covarde, então saiba que algo está errado. Uma pessoa covarde não pode ser religiosa. Sua religião nada mais é que uma defesa, uma armadura. Seu sim não está vindo do amor e da coragem, seu sim está vindo do medo. Se fosse possível dizer  não, ela diria não. Seu sim está vindo porque a morte está presente, a doença está presente, o perigo está presente. Assim, ela pensa: "O que tenho a perder? Por que não crer? Por que não orar?" Sua oração é falsa, sua oração nada mais é que uma expressão do medo. O medo a leva ao templo, à igreja e ao sacerdote.

Dizer "não" é dizer não às próprias raízes. Se a árvore diz não à terra, qual será seu destino? Ela estará cometendo suicídio. Se a árvore diz não ao sol, qual será seu destino? Ela estará cometendo suicídio. A árvore não pode dizer não ao sol, não pode dizer não à terra. Ela tem que dizer sim ao sol, à terra, aos ventos, às nuvens. Tem que permanecer continuamente numa atitude de sim. Só então pode florescer, permanecer verde e viva, crescer.

O homem está enraizado na existência. Dizer "não" é envenenar seu próprio sistema. Para  quem você está dizendo não? - para sua própria terra, para seu próprio céu, para seu próprio sol. Você começará a ficar paralizado.  A pessoa realmente corajosa olha ao redor, sente, vê que "Sou parte desta totalidade." Percebendo isso, relaxa no sim, permanece no fluxo. E, pelo seu sim, está pronta a arriscar qualquer coisa, tudo que for necessário.

Procurando, buscando Deus, a verdade, a felicidade suprema, surge várias vezes este momento - arriscar. Toda astúcia estará contra isso. A mente inteira estará contra isso. É melhor arriscar tudo. Se houver apenas uma possibilidade muito, muito pequena de obter amor, mesmo assim deve-se arriscar tudo. E deve-se arriscar tudo repetidamente, muitas vezes, antes que se alcance o amor supremo, Deus.

Comumente procuramos e buscamos Deus apenas dentro de limites: aquilo que é permitido pelas nossas atuais condições, sem nada arriscar. Você está ganhando dinheiro, está tendo sucesso na vida, pode dispensar uma hora para o templo ou para a meditação. De vez em quando pode orar também. Ou pelo menos durante a noite, antes de ir para a cama, pode repetir a mesma oração por dois minutos ecair no sono, e sentir-se muito bem porque está "praticando religião".

Religião não é praticar, é ser. Ou está presente por vinte e quatro horas em seu ser, espalhada por todo ele, ou não está, de forma alguma. Apenas uma oração noturna, antes de ir para a cama, é uma espécie de tapeação que você está fazendo consigo mesmo.

Esse tipo de religião parcial não ajuda. A pessoa tem que estar nela totalmente, e os covardes não podem fazer isso. Assim, deixe-me lembrá-lo: religião é apenas para os valentes, para os vigorosos, para aqueles que têm a alma forte. Não é para os fracos, não é para aqueles que estão sempre negociando. Não é para a mente negociante, é para os jogadores que podem arriscar.

Todo homem é um homem de brilhantes perspectivas, porque todo homem tem Deus como seu florescimento supremo

[continua]

Referência: Osho,  Mojud : O Homem com a Vida Inexplicável, Editora Madras.

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quarta-feira, outubro 11, 2023

 

Medo do Amor


O amor sempre gera medo, porque o amor é a morte, uma morte maior do que a morte comum, que todos conhecem.

Em uma morte comum, o corpo morre, mas não se trata de uma morte realmente. O corpo é como um vestido: quando está ultrapassado e velho, a pessoa o troca por um novo. Não se trata de morte, é apenas uma mudança: uma mudança de vestido ou uma mudança de residência. Mas a pessoa continua, a mente continua, exatamente a mesma velha mente em corpos novos, exatamente o mesmo velho vinho em garrafas novas. Muda a forma, mas não a mente, muda o formato, mas não a mente. Portanto, a morte comum não é uma morte real, o amor, sim, é uma morte real: o corpo não morre, mas a mente morre, o corpo continua a ser o mesmo, mas o ego desaparece.

Se a pessoa ama, ela vai ter que abandonar todos os conceitos que tem sobre si mesma. Se a pessoa ama, não pode ser o ego, porque o ego não permitirá que ame. Eles são antagônicos. Se escolher o ego, não poderá escolher o amor. Se escolher o amor, terá que abandonar o ego. Daí o medo.

Um medo maior do que a morte se apodera da pessoa sempre que ela está apaixonada. É por isso que o amor desapareceu do mundo. Raramente, muito raramente, é que acontece o fenômeno em que o amor ataca.

O que chamam de amor é apenas uma moeda falsa: as pessoas a inventaram porque é muito difícil viver sem amor. É difícil porque, sem amor, a vida não tem poesia. Sem amor, a árvore existe, mas nunca há flores. Sem amor, as pessoas não podem dançar, não podem comemorar, não podem se sentir agradecidas, não podem orar. Sem amor, os templos são apenas casas comuns, e, com amor, uma casa comum é transformada, transfigurada em um templo. Sem amor, resta às pessoas somente possibilidades, gestos vazios.

Com amor, pela primeira vez, a pessoa se torna substancial. Com amor, pela primeira vez, surge nela a alma. O ego cai, mas surge a alma.

É impossível viver sem amor, então a humanidade criou um truque. A humanidade inventou um truque, um artifício. O artifício é o seguinte: vier um falso amor, de modo que o ego continue por conta própria. Nada é mudado, e a pessoa pode jogar o jogo de estar apaixonada: ela pode continuar pensando que ama, pode continuar acreditando que ama. Mas ao olhar para o seu amor vai ver o que acontece com ela. Nada além de sofrimento, nada além do inferno, nada além de conflito, briga, violência.

As pessoas devem examinar profundamente suas relações amorosas. Elas se parecem mais com relações de ódio do que de amor. É melhor chamá-las de relações de ódio do que de relações de amor. Entretanto, tendo em vista que todo mundo vive da mesma maneira, as pessoas ninca têm percepção disso. Todo mundo carrega a moeda falsa, e as pessoas nunca têm percepção disso. A verdadeira moeda do amor é muito cara: só se pode comprá-la ao custo de perder a si mesmo. Não existe outra maneira.

Portanto, a questão é bastante relevante.

O ego é uma entidade falsa, apenas uma noção, uma nuvem no céu do ser, apenas fumaça, nada substancial, um sonho. O amor exige que a pessoa abandone aquilo que ela não tem, e o amor está pronto para lhe dar aquilo que ela tem e que sempre teve. O amor dá a ela sua alma de volta, enquanto o ego continua a esconder a pessoa de sua alma. E o medo está lá. O medo é natural, mas é preciso ir, apesar do medo.

Seja corajosa, não seja covarde. A verdadeira coragem do ser é testada somente quando surge o amor. A pessoa nunca sabe de que tipo de coragem ela é feita antes de amar. Na vida comum, no mercado, fazendo isto e aquilo, no mundo da ambição e da política do poder, a verdadeira coragem nunca é realmente testada. Nunca ninguém passa pelo fogo.

O amor é o fogo.

Fonte: Osho, O livro do ego: Liberte-se da ilusão, Editora BestSeller, Rio de Janeiro, 2022. ISBN: 978-85-7684-710-6. 


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sábado, setembro 16, 2023

 

O Medo


Todos os medos são subprodutos da identificação. O homem ama uma mulher e, com o amor, vem o medo na mesma proporção: ela pode deixá-lo, ela pode já ter deixado alguém para ficar com ele. Há um precedente, e talvez ela faça o mesmo com ele. O medo existe, ele sente um nó no estômago. Está apegado demais.

Qual o problema se o mundo acabar? O fim do mundo significa o fim de todos os problemas, o fim de toda perturbação, o fim de todo nó no estômago. Não vejo o problema. Mas eu sei que todos têm muito medo.

Mas a questão é a mesma: o medo é parte da mente. A mente é covarde, e tem de ser covarde, porque não tem nenhuma essência, é vazia e oca, tem medo de tudo. E, basicamente, tem medo de que um dia o indivíduo tenha consciência. Isso vai ser realmente o fim do mundo!

Não é o fim do mundo, mas o fato de o indivíduo tornar-se consciente, e chegar a um estado de meditação em que a mente tenha de desaparecer, é o medo básico da mente. É por causa desse medo que a mente mantém as pessoas distantes da meditação.

O indivíduo pode não estar ciente disso, mas sua mente realmente teme chegar perto de qualquer coisa que possa criar maior conscientização. Esse vai ser o início do fim da mente. Vai ser a morte da mente.

Porém, para o indivíduo, não há medo. A morte da mente será o renascimento dele, o início da vida realmente. Ele deve ficar feliz, deve alegrar-se com a morte da mente, porque não pode existir maior liberdade.

A mente é uma prisão.

A consciência está em sair da prisão, ou em perceber que nunca esteve na prisão, mas apenas pensando que estava. Todos os medos desaparecem.

Nada pode ser tirado de mim. Eu posso ser morto, mas estarei vendo isso acontecer, de modo que o que está sendo morto não sou eu, não é a minha consciência.

A maior descoberta da vida, o tesouro mais precioso, é da consciência. Sem isso o ser humano está fadado a ficar no escuro, cheio de medo. E vai continuar criando novos medos, não há fim para isso. Viverá com medo, morrerá com medo, e nunca será capaz de experimentar a liberdade. E a liberdade foi seu potencial o tempo todo. A qualquer momento o ser humano poderia tê-la reivindicado, mas nunca reivindicou.

É a sua responsabilidade.

Fonte: Osho, O livro do ego: Liberte-s da ilusão, Editora BestSeller, Rio de Janeiro, 2022. ISBN: 978-85-7684-710-6.

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segunda-feira, julho 31, 2023

 

Pensamento

 

“Eu costumava ter medo do escuro, até que aprendi que eu sou a luz, e o escuro tem medo de mim”

Efésios 5:8

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domingo, julho 30, 2023

 

Vida e Morte

 


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sexta-feira, abril 14, 2023

 

Clones e Nova Terra

 

Jeshua: Existem clones?

Quem pode ser salvo?

JJK:  Toda alma pode ser “salva”?

SANANDA:  Não, porque salvar uma alma pressupõe que ela esteja disposta a sair de um caminho escolhido e dar a volta por cima. Existem almas que são completamente devotadas ao déspota destrutivo. Essas almas estão sendo reestruturadas, sendo sopradas de volta à unidade. No devido tempo, eles terão uma nova oportunidade de experimentar a si mesmos como seres humanos. Eles iniciam um novo ciclo de encarnação entrando em um nível inferior de consciência.

JJK:  Como punição?

SANANDA:  Como uma nova oportunidade – porque toda alma que falhou desenvolve um desejo urgente de um dia fazer melhor, fazer certo e ascender à luz no final como um mestre deste plano. Assim ninguém se perde, é um desvio – um grande desvio!

Todo ser humano tem uma alma?

JJK:  O que acontece com esses seres que não têm alma alguma? Ou todo ser humano tem uma alma?

SANANDA:  Esta terra é povoada por clones humanos sem alma. Externamente, eles não são diferentes dos humanos, e é por isso que são difíceis de reconhecer. No entanto, para aqueles que podem ver o sutil, essa distinção pode ser vista claramente.

Os clones não têm aura. Eles emitem um campo eletromagnético frio que não produz cores. Essa luz branca e fria é a assinatura dessas entidades. Eles foram criados artificialmente e servem apenas a um propósito: tirar as pessoas de seu caminho divino. Como isso acontece? Você experimenta isso em todos os lugares. Política, religião e economia são os planos em que esses seres se movem.

Muitos de seus “designers” e “líderes” não carregam nada de humano neles e não têm nada de humano neles.

É fácil para eles agir de forma desumana. A injustiça e a arbitrariedade tentam as pessoas inspiradas a deixar o caminho da luz. Eles desenvolvem medos estranhos a uma pessoa sã, medos dos quais os príncipes das trevas se alimentam. Os clones humanos eram os coletores das energias do medo.

Chegou o momento em que essas estruturas também não podem mais se sustentar.

As forças que até agora controlaram esse processo de infiltração estão diminuindo. Os príncipes das trevas devem deixar a terra e morrer com eles, incluindo aqueles que os serviram e os ajudaram.

JJK:  Termina e isso significa que muitos seres vão morrer…

SANANDA:  Muitíssimos seres deixarão este mundo, muitíssimos! A Nova Terra é povoada por pessoas com alma.

Somente aqueles que são habitados por dentro encontrarão um lugar aqui, porque a Nova Terra é um lugar de vivacidade, veracidade e amor.

O reino da paz na terra clama por outro ser humano – por seres humanos que estejam dispostos a se curar na luz divina e que tenham um verdadeiro anseio por unidade e conhecimento.

Sua ascensão significa a descida daqueles que usaram a roda do tempo a seu favor, desatentos às almas dos homens. Este jogo realmente acabou.

Viva e ame, espere o inesperado e tenha certeza: a VIDA triunfará e haverá LUZ nesta TERRA.

eu sou SANANDA

**Canal: Jahn J Kassl

**Tradução para o inglês por EraofLight.com

** Fonte

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quinta-feira, fevereiro 16, 2023

 

Fim do Filme está chegando

 

Saint Germain: Chegando ao Fim do Filme

Eu sou Saint Germain. Venho para estar com você neste momento, nestes momentos que continuam a evoluir e mudar, e trazer o próximo momento, e no momento seguinte depois disso. É um processo contínuo que nunca termina.

Este processo em que você está, este processo de ascensão agora, nunca termina. Sim, você vai ascender. Você passará totalmente pelo processo de ascensão e chegará ao ponto em que ascenderá. Mas a que você ascende? Você sobe para o próximo nível. Mas então há outro nível depois disso, e outro nível, e outro nível. É uma jornada contínua, sem fim. Nunca termina até que você alcance a Divindade mais uma vez, a Fonte de Deus, e você perceba plena e completamente que você é essa Fonte de Deus. Mas por enquanto, apenas veja as coisas não como elas são, não como elas são dentro da ilusão, mas como você quer que elas sejam, como você as está criando para serem.

Saiba que a cabala, as forças das trevas, estão chegando ao fim com suas rédeas. Eles não podem parar o que está por vir, mesmo que continuem tentando. Eles vão continuar a trazer outra parte de seu plano. Mas a próxima parte de seu plano será a última a que chegarão, talvez seu suspiro final. É como se o navio deles tivesse navegado e, enquanto navega, será destruído porque não pode se sustentar nas frequências vibracionais mais altas.

Vocês mesmos são capazes de se sustentar nessas frequências mais altas porque têm aumentado sua vibração, ao contrário das forças das trevas que continuam a manter a vibração baixa dentro de si e tentam mantê-la baixa para todos os outros por meio do medo. e raiva, e todo o desespero. Eles tentam manter todos nisso. Mas eles estão perdendo a noção disso. E mais e mais pessoas estão se afastando desse alcance. Eles estendem a mão e tentam retê-lo, mas você está se afastando cada vez mais, você, sendo o você coletivo. A consciência coletiva do homem está se afastando de seu alcance.

Então pense sobre isso. Saiba disso. Isso é o que está acontecendo e continuará a acontecer enquanto a vida continua a evoluir e gira em torno das experiências pelas quais todos estão passando agora. E sim, de fato, olhe para isso como um filme ou uma série de TV de longa duração, como foi mencionado em sua discussão. Uma longa série de TV que nunca termina. Embora chegue ao fim em algum momento. Parece que neste momento é interminável.

Mas chegará ao fim e, em seguida, um novo começo. Um novo começo. De certa forma, você cria a nova série de TV. A série que você quer ter. A série que tem amor, vida, risadas e alegria. E sem mais medo, sem mais raiva, sem mais desespero. Essa é a velha maneira. Isso é o que você tinha quando estava confortável dentro dessa sua zona de conforto. Mas você não está mais confortável nisso. Você se afastou dessa zona de conforto e está criando uma nova zona de conforto para si mesmo.

As pessoas querem se sentir confortáveis? Sim, claro que sim. Mas as pessoas também precisam saber que precisam se agarrar à mudança em suas vidas e permitir a mudança. E a mudança, meus amigos, está realmente sobre vocês agora. Mudança que chegará a um ponto em que atingirá aquele crescendo de que tantas vezes se falou. A cúspide, chegando ao fim, como você quiser ver. O fim do filme, ou o fim desta série de TV. Está chegando. Você está nesse processo agora. E todos vocês são necessários neste momento para serem aqueles que trazem a verdade adiante da maneira que puderem.

Eu sei que continuamos a falar sobre isso repetidamente sobre espalhar a verdade, mas é para isso que você veio aqui. Isso é o que todos vocês vieram fazer. Para encontrar a verdade primeiro dentro de si mesmo, para lembrar dentro de si quem você é e, então, como puder, espalhar a verdade para todos que estiverem prontos para ouvir. E se eles não estiverem prontos para ouvir, siga em frente.

De fato, sua discussão 'perdoe, esqueça e siga em frente' é muito importante neste momento. Isso é o que você deve continuar a fazer. Perdoe a si mesmo, perdoe os outros por qualquer coisa que eles possam ter feito a você e depois esqueça. Esqueça o passado. Esqueça, deixe ir, porém você precisa trabalhar com isso, para chegar ao ponto onde você está agora no momento, em cada momento dado seguindo em frente. E então, quando você faz isso, você está deixando ir. Você está seguindo em frente. Passando para o próximo capítulo do seu filme, ou sua série de TV, ou seu livro, da maneira que você quiser ver.

Mas é  sua  criação agora, não a criação das forças das trevas que tentam prendê-lo à  criação delas. Não mais. Sua  criação agora.

Eu sou Saint Germain e os deixo agora em paz, amor e unidade. E que você continue a abandonar a velha programação e abrace a nova programação que está se movendo dentro de você agora neste momento.

**Canal: James McConnell

**Fonte 2

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