Quem pode ser salvo?
JJK: Toda alma pode ser “salva”?
SANANDA: Não, porque salvar uma alma pressupõe que ela esteja disposta a sair de um caminho escolhido e dar a volta por cima. Existem almas que são completamente devotadas ao déspota destrutivo. Essas almas estão sendo reestruturadas, sendo sopradas de volta à unidade. No devido tempo, eles terão uma nova oportunidade de experimentar a si mesmos como seres humanos. Eles iniciam um novo ciclo de encarnação entrando em um nível inferior de consciência.
JJK: Como punição?
SANANDA: Como uma nova oportunidade – porque toda alma que falhou desenvolve um desejo urgente de um dia fazer melhor, fazer certo e ascender à luz no final como um mestre deste plano. Assim ninguém se perde, é um desvio – um grande desvio!
Todo ser humano tem uma alma?
JJK: O que acontece com esses seres que não têm alma alguma? Ou todo ser humano tem uma alma?
SANANDA: Esta terra é povoada por clones humanos sem alma. Externamente, eles não são diferentes dos humanos, e é por isso que são difíceis de reconhecer. No entanto, para aqueles que podem ver o sutil, essa distinção pode ser vista claramente.
Os clones não têm aura. Eles emitem um campo eletromagnético frio que não produz cores. Essa luz branca e fria é a assinatura dessas entidades. Eles foram criados artificialmente e servem apenas a um propósito: tirar as pessoas de seu caminho divino. Como isso acontece? Você experimenta isso em todos os lugares. Política, religião e economia são os planos em que esses seres se movem.
Muitos de seus “designers” e “líderes” não carregam nada de humano neles e não têm nada de humano neles.
É fácil para eles agir de forma desumana. A injustiça e a arbitrariedade tentam as pessoas inspiradas a deixar o caminho da luz. Eles desenvolvem medos estranhos a uma pessoa sã, medos dos quais os príncipes das trevas se alimentam. Os clones humanos eram os coletores das energias do medo.
Chegou o momento em que essas estruturas também não podem mais se sustentar.
As forças que até agora controlaram esse processo de infiltração estão diminuindo. Os príncipes das trevas devem deixar a terra e morrer com eles, incluindo aqueles que os serviram e os ajudaram.
JJK: Termina e isso significa que muitos seres vão morrer…
SANANDA: Muitíssimos seres deixarão este mundo, muitíssimos! A Nova Terra é povoada por pessoas com alma.
Somente aqueles que são habitados por dentro encontrarão um lugar aqui, porque a Nova Terra é um lugar de vivacidade, veracidade e amor.
O reino da paz na terra clama por outro ser humano – por seres humanos que estejam dispostos a se curar na luz divina e que tenham um verdadeiro anseio por unidade e conhecimento.
Sua ascensão significa a descida daqueles que usaram a roda do tempo a seu favor, desatentos às almas dos homens. Este jogo realmente acabou.
Viva e ame, espere o inesperado e tenha certeza: a VIDA triunfará e haverá LUZ nesta TERRA.
eu sou SANANDA
**Canal: Jahn J Kassl
**Tradução para o inglês por EraofLight.com
** Fonte
Marcadores: Alma, aura, clones, energia, Jesus, medo, Sananda, terra
O evento que chamamos morte
do corpo físico constitui um portal para uma outra dimensão, uma outra
realidade. Abaixo apresento algumas passagens de um livro [1] de
Geoffrey Hodson que trata desse assunto.
A aproximação da morte
Estão
aqueles que morrem conscientes da aproximação da morte? A resposta é:
"Geralmente, não". A falta de suprimento de sangue e, portanto, de
oxigênio no cérebro, acarreta a inconsciência, um processo semelhante ao
sono. Mesmo que tenha havido sofrimento na proximidade da morte, este
sofrimento cessa antes do fim.
O
que vemos quando o processo da morte é diretamente observado? À medida
que a hora da dissolução se aproxima, vemos as forças vitais sendo
retiradas das extremidades e centradas no coração e aí visíveis como uma
brilhante luz dourada. Depois disso, a sensação nos membros inferiores é
grandemente diminuída. Então, quando a morte fica mais próxima, as
forças vitais retiram-se para o meio da cabeça, que é a rede da
consciência egoica durante a vida física.
A
pessoa que está morrendo pode estar ou não ainda consciente
fisicamente. Se inconsciente, no coma que precede a morte, ela será
visível à visão clarividente em seu veículo superfísico. Este veículo é
construído de matéria muito mais sutil que o éter e, em linhas gerais,
lembra quase exatamente o corpo físico; é, de fato, sua contraparte. Ele
difere em aparência do físico, pois a substância com a qual é
construído tem luz própria, de modo que brilha como se a luz viesse de
seu interior, e é cercado por uma atmosfera visível (aura) como luz em
constante mudança de cores. Existe uma ciência de correlação dos estados
de consciência com as cores da aura.
O cordão prateado
A
aura será visível em torno da pessoa agonizante que, fisicamente
inconsciente, está então fora de seu corpo físico e flutuando acima
dele, mas a ele ligado por uma corrente de forças que brilham com uma
delicada luz prateada. Esta corrente flui entre as cabeças do corpo
físico e do superfísico, assim ligando-as. Enquanto continuar fluindo há
sempre a possibilidade do despertar físico. Uma vez rompida, o que se
dá no momento da morte, não há mais possibilidade de retorno. Quando
chega o exato momento da morte, o cordão prateado rompe-se, e o homem
ergue-se como se liberado de uma tração gravitacional.
A vida passada é revista
Em
quase todos os casos o homem está inconsciente da morte como está do
sono. Ele passa, por assim dizer, com um suspiro, deste mundo para o
próximo. Geralmente ele está empenhado num processo de revisão, no qual
passam ante seus olhos mentais os acontecimentos da vida que acabou, em
perspectiva clara, causas e efeitos, sucessos e seus resultados,
omissões e suas consequências, sendo vistos e correlatados. Este
processo de revisão é muito importante, pois daí destila-se uma certa
sabedoria - o fruto da vida encerrada. É por esta razão que deveríamos
mental, emocional e fisicamente ficar quietos na câmara da morte, de
modo que, por excesso de pesar, não venhamos a perturbar o ser amado
neste importante processo. Ele está agora vivendo em seu corpo mais
sutil, o corpo da emoção, e está, portanto, altamente sensível às forças
do pensamento e da emoção. Calmamente e com autocontrole, nossos
pensamentos devem ser dirigidos para ele, com amor, com bênçãos e votos
de progresso interior nos mundos mais sutis.
O despertar após a morte
Finda
a revisão, segue-se geralmente um período de completa inconsciência que
pode durar de trinta e seis a quarenta e oito horas, variando com o
indivíduo. O despertar ocorre e o falecido, frequentemente ainda
inconsciente do que aconteceu, olha ao seu redor. Em quase todos os
casos algum amigo ou parente espera-o; ou, se não há ninguém para
dar-lhe as boas-vindas, então algum membro do grande grupo dos
auxiliares cujo trabalho é receber os recém-chegados, vai ter com ele.
Tais auxiliares são membros de um grupo altamente treinado para esta
função de dar assistência aos novos que chegam. Com as boas-vindas,
explicam a mudança, ajudam para que se estabeleçam tão confortavelmente
quanto possível.
Lá não é uma terra estranha
O
mundo para o qual nossos amigos foram, e para o qual iremos, não é uma
terra estranha, porque vamos lá todas as noites enquanto nosso corpo
físico dorme. O sono foi, com muita propriedade, chamado o irmão gêmeo
da morte. Enquanto o corpo físico dorme, ficamos despertos no corpo que
usaremos após a morte. Nossos sonhos são, em parte, memórias confusas de
nossa vida nesse outro mundo, que trazemos de volta ao acordar. A
diferença entre o sono e a morte está no fato de que, no sono, o "cordão
prateado", que nos liga ao corpo físico, não é partido. Na morte, o
cordão é partido, e como não temos mais laço com o corpo físico, não
voltamos mais para ele. O mundo superfísico e o estado de consciência em
que se ingressa na morte consistem em duas divisões ou planos da
natureza: o emocional ou astral, e o mental.
Influência do temperamento e do caráter
As
condições nas quais uma pessoa se encontra depois da morte dependem
grandemente de seu temperamento (e crenças) e da natureza da vida que
levou no plano físico. Cada um de nós vê o mundo ao seu redor através
das janelas de seu temperamento. O indivíduo amigável e alegre, desperta
após a morte num mundo alegre, amigável; enquanto o centrado em si
mesmo, pode acordar num mundo um tanto isolado, enfadonho e triste - não
que esse mundo seja isolado, mas porque o indivíduo egocêntrico não
consegue inspirar nem dar amizade. Felizmente, a dor, o enfado e o
isolamento que tais pessoas criaram para si próprias, força-as a mudarem
de atitude em relação à vida.
O cientista depois da morte
Os
recém-chegados revelam uma tendência a procurar, depois da morte, as
formas sublimadas que mais os atraíram na Terra. Assim, o investigador
científico, cujo ideal na Terra era a procura da verdade, verifica que
pode seguir a verdade lá como o fez aqui. Ele verifica também que suas
investigações são muito mais frutíferas porque, deixando o mundo de
matéria mais densa, está mais consciente na substância mais sutil, e
mais próximo do mundo das causas. É na consciência mais elevada e no
mundo das causas que residem a verdade e a compreensão. As forças
circulantes, das quais o mundo físico é um produto ilusório, são
visíveis como tal no mundo que se segue. Os grandes engenheiros do
Logos, os Seres que fazem circular essas forças, operando e
administrando os processos e as leis da Natureza - as Hostes Angélicas -
podem ser vistas em operação, e o investigador científico encontra-se
assim numa região em que seu trabalho é muito mais frutífero do que foi
na Terra.
Os negócios deixados para trás
Todos
que ingressam na morte verificam que o pensamento é uma força poderosa,
potente para afetar a vide de outros, bem como um auxílio para si
próprio, se ele a usar devidamente. A vida depois da morte pode,
certamente, ser o começo de uma liberdade mais admirável, porque as
fatigantes necessidades de negócios que, sem dúvida para nosso próprio
bem, mantêm-nos atarefados aqui e tendem a acorrentar nossos pensamentos
e emoções às coisas materiais, não mais existem. O ramo da alimentação,
por exemplo, embora uma das principais causas dos negócios e do esforço
pessoal no plano físico, deixa de ter qualquer importância na vida após
a morte, porque toda a nutrição de nossos corpos sutis é
automaticamente tirada da atmosfera. Lá, como aqui, o ar é carregado com
a força vital de Deus, emanada através do Sol, e contém todo o
necessário ao sustento nesse mundo. Todo o processo de sua absorção e
assimilação é tão inconsciente como o respirar no plano físico.
Consequentemente, o alimento não é uma fonte de atividade comercial. A
roupa é feita pelo pensamento. Posto que a matéria do próximo mundo
responde instantaneamente ao pensamento, pensar-se vestido é ficar
vestido. O transporte não depende do trabalho dos outros. Nos mundos
superfísicos nos movemos impulsionados pelo pensamento. Pensar alguém
num lugar é deslocar-se para esse lugar. A habitação, a quarta das
grandes fontes de negócios e de esforço humano no plano físico é também
criada, no mundo vizinho, pelo pensamento. Lá, como aqui, as pessoas se
reúnem em casas e cidades que são formas-pensamento. A privacidade é tão
necessária na vida após a morte quanto na Terra, mas não um abrigo
exigido pelo clima, pois as nossas condições climáticas adversas não se
reproduzem lá.
A vida nos mundos intermediários é transitória
Não
há permanência em qualquer dessas condições e estados de consciência.
Toda pessoa que morre de morte natural passa pelos mundos da emoção e da
mente com velocidades variáveis, até que o centro de vida e de
percepção, que estivera encarnado no corpo físico, seja retirado para
sua fonte, que é o Ego no Corpo Causal. Há exceções, mas esta é a regra
geral, e o tempo gasto no mundo astral após a morte depende muito do
grau de espiritualidade ou materialismo no caráter e nos interesses do
falecido. O ideal, naturalmente, é passar tão rapidamente quanto
possível pelos mundos da emoção e do pensamento analítico para ingressar
na beatitude da vida celestial e, mais tarde, na completa reabsorção no
Eu Superior.
O amor é imortal
Será
que o passamento significa a separação final, ou será que, de algum
modo e em algum lugar, nós e aqueles a quem amamos nos encontraremos
outra vez? A Teosofia afirma que, seguramente, aqueles que se amam irão
se encontrar. Nada - nem a morte, nem o renascimento - pode quebrar os
laços do verdadeiro amor. O amor é imortal e é, além de tudo, a mais
poderosa força do universo. O encontro é, portanto, assegurado de
maneira absoluta a todos aqueles que verdadeiramente amam. Se morrermos,
poucos meses após a morte, iremos diretamente à presença do ser amado
que nos precedeu.
O suicídio
Certos
desvios do normal ocorrem em casos de suicídio e morte súbita e
prematura. Quando cometidos por motivos abnegados, depois de passado o
choque, que geralmente acompanha a morte súbita, a pessoa se acomoda às
novas condições descritas anteriormente. Nesses casos, geralmente não há
coma, e não há tempo para a pessoa se reajustar gradualmente às novas
condições de vida. Aqueles que tomam suas vidas por motivo de fuga, a
fim de escapar de condições inaceitáveis, podem mergulhar em
inconsciência imediatamente ao deixar o corpo físico, e assim permanecer
até o tempo da morte natural. Eles então despertam e se tornam sujeitos
às leis e condições apropriadas. É este fato de despertar só quando o
termo natural da vida física teria chegado ao fim que sugere haver um
tempo fixado para a morte natural de cada um de nós, dependendo
parcialmente de nossa conduta. A experiência daqueles que cometem o
terceiro tipo de suicídio é menos invejável ainda. Grosseiros e
sensuais, eles deram fim a sua existência física na plenitude da vida,
levados pela paixão do medo. Seus desejos fortes os conservam amarrados à
Terra. Eles podem ver a réplica em matéria sutil do plano físico e
vivem num meio mundo - entre este e o seguinte. Levados por desejos e
paixões que não podem satisfazer, procuram, para seu alívio, entrar em
lugares de permissividade sensual no plano físico e tentam unir sua
consciência com o dos ébrios e sensuais que por aí vivem. Em tais
circunstâncias, pessoas do plano físico sentem intensificação de seus
desejos, de modo que o relacionamento, mesmo que ignorem tal coisa, pode
lhes ser tão prejudicial quanto para as almas amarradas à Terra que
procuram satisfação através deles. O suicídio é sempre um erro.
Temporariamente o suicídio resolve certos problemas, é verdade, mas
também cria outros novos.
O purgatório
A
pessoa que morre presa de um vício autocriado sofre muito após a morte
física. Ela está então vivendo em seu corpo emocional e,
consequentemente, sentindo seus desejos com uma intensidade que lhe era
ainda desconhecida quando a matéria do corpo físico os reduzia ou os
abafava. Se existe o Inferno em algum lugar, então é nessa condição de
ânsia forte e insatisfeita. O inferno não é um lugar; é um estado de
consciência, bem como o é o Céu. Alguém pode estar em qualquer um deles,
conforme a condição de sua consciência, onde quer que seu corpo esteja.
Este sofrimento não é imposto como uma punição após um julgamento por
uma autoridade externa; é algo autogerado, como é todo sofrimento e toda
alegria. Ambos "colheitas" automáticas de "semeaduras" anteriores. O
sofrimento causado por desejo insatisfeito não é algo permanente. O
sofrimento post-mortem, resultante de vício não sobrepujado, dura
somente o tempo da energia despendida em sua permissividade continuada.
Quando isso se extingue, o homem fica livre e entra na vida normal post-mortem. As condições imediatamente além-túmulo podem ser tomadas como purgatoriais. Não se pode admitir acidentes
no sentido usual da palavra. Todas as experiências do homem através do
ciclo de vida, que consiste na descida ao nascimento, vida física, morte
e ascensão ou retorno são autogeradas segundo a lei de causa e efeito.
Não é aceita como possível a mais leve injustiça a qualquer ser humano. O
homem é seu próprio legislador, o decretador de seu destino físico. A
morte súbita pode causar um choque temporário. Uma catástrofe pode
causar pânico. O conhecimento dos erros cometidos na Terra e a voz da
consciência podem torturar a mente. Pode haver um vício não
neutralizado, obrigações não cumpridas, conflitos psicológicos e
complexos não resolvidos, desejos profundos nunca satisfeitos, e estes
podem causar e causam sofrimento temporário após a morte.
Felizmente há auxílio disponível: auxiliares que recebem, confortam e
guiam aqueles que necessitam, e eles encontram na vida depois da morte
uma continuação e uma extensão dos serviços que prestavam, ou queriam
prestar na Terra.
O soldado depois da morte
Às
vezes soldados que são mortos assumem a tarefa de ajudar os
recém-chegados e, não raro no princípio, dão atendimento a seus próprios
camaradas que vêm logo em seguida. No momento da morte normal, o
falecido geralmente se empenha numa revisão de sua vida que se extingue.
Na morte súbita, entretanto, não há, em muitos casos, nem revisão, nem
pausa para descanso. Um instante apenas separa a consciência neste mundo
da consciência no próximo. Conhecimento, faculdade, experiência,
poderes adicionais e a oportunidade de satisfazer os desejos e as
aspirações da vida precedente, que normalmente seria retardado até o
próximo renascimento - estas são algumas das vantagens imediatamente
adquiridas pelo soldado morto quando ele aceita o privilégio especial do
renascimento imediato. A memória instintiva que surge no raro caso da
reencarnação chamada de imediata pode ser bastante clara e detalhada,
devido ao fenômeno raro de terem sido conservados os corpos astral e
mental da última encarnação (pela renúncia ao período celestial ou Devachan),
e não terem sido substituídos por outros novos vomo é o caso normal.
Normalmente, o período entre vidas variam de 4 a 2.300 anos (geralmente
de 4 a 40 anos no plano astral ou "purgatorial", seguido de zero a 2.300
anos no plano mental ou "celestial"), dependendo principalmente da
duração da vida e do estágio evolutivo daquela alma.
Preparação para a morte
Pode
alguém fazer planos para sua vida depois da morte do corpo? Certamente
que sim, pois a lei de causa e efeito age da vida no físico para a do
superfísico. Cada um de nós, portanto, está contínua e diariamente
preparando sua vida depois da morte com seus pensamentos, motivos,
sentimentos, palavras e ações. Cada um de nós é um filho imortal de
Deus. A morte existe apenas para os olhos que a observam e toca apenas o
corpo físico, libertando-nos, em grande parte, do poder de cegar que
tem a matéria.
As vestes da alma
A
essência do Eu de alguém é independente da existência física, é
distinta do seu invólucro físico temporário. Os sete corpos do ser
humano são:
- corpo físico
- duplo etérico
- corpo astral ou emocional
- corpo mental inferior, veículo do pensamento concreto
- corpo mental superior, veículo do pensamento abstrato
- veículo da intuição
- veículo da vontade espiritual
Quando
o corpo físico é abandonado, o centro de consciência retira-se rápida
ou lentamente, de acordo com a condição do morto, através do mundo
intermediário ou astral, para gradualmente se estabelecer no corpo
mental, o instrumento do pensamento concreto. Este processo finalmente
se encerra e o corpo mental é, por sua vez, descartado e a consciência
focalizada integralmente no corpo de luz, o corpo causal, o veículo do
intelecto. A personalidade autoconsciente do morto como era na Terra,
com seus sentimentos superiores, aspirações, afetos e mesmo predileções,
ou antes a essência mais elevada de tudo isso, entra no Devachan. Os sentimentos mais sensuais, os desejos e as tendências da personalidade morta não podem experimentar o Devachan.
Eles são deixados para trás flutuando na atmosfera da Terra com o seu
veículo, o corpo astral e, à medida que este se desintegra, seus
elementos vão voltando às fontes de onde foram tirados para formar o
corpo.
Idéias teosóficas
A
Verdade deve ser procurada pelo estudo, pela reflexão, pela pureza de
vida, pela devoção aos ideais elevados. A crença deve resultar do estudo
ou da intuição individual, e deve repousar em conhecimento, não em
afirmativa. Procurar remover a ignorância e não puni-la. A morte é um
incidente que se repete numa vida sem fim. Reconhecer o Espírito como a
si próprio e a mente e o corpo como seus servos.
Referência:
[1] Geoffrey Hodson, Através do Portal da Morte, Editora Teosófica, 2013. ISBN: 978-85-7922-095-1. www.editorateosofica.com.br.
Marcadores: amor, aura, caráter, coma, cordão prateado, cores, corpo físico, corpo superfísico, morte, purgatório, revisão da vida, soldado, suicídio, temperamento, verdade
"No início era o Verbo (som)", João 1.
Frequentemente, o nosso corpo astral é confundido com a nossa aura. O corpo astral é a parte mais importante e eterna de nós, porque a nossa consciência está inserida nele. Por outro lado, a vibração da aura termina quando o nosso corpo físico morre. O corpo astral é eterno; a duração de seua vida é de cerca de 10e22 (número 1 seguido de 22 zeros) anos, que se aproxima do tempo de vida do Universo. O corpo astral é uma massa eletrônica que contém cerca de 4e21 (número 4 seguido de 21 zeros) elétrons (eletrões, em Portugal). Os físicos ainda irão descobrir que os elétrons no nosso corpo astral possuem uma capacidade de memória tremenda, e eles têm informação e inteligência que controla todas as funções de nossa mente e do nosso corpo, incluindo todos os processos de cura.
Este corpo astral é, na realidade, o verdadeiro "nós". Usando um jargão de computação, o nosso corpo físico é o hardware, equipado com sensores, transmissores, receptores e atuadores, e o corpo astral eletrônico contém o software, a memória, o armazenamento de dados, assim como a consciência e o livre arbítrio do operador, que decide o que fazer.
É possível que os nossos corpos físicos sejam imperfeitos, ou fiquem doentes, simplesmente porque nós ainda não desenvolvemos nossa consciência para construir e controlá-los de uma forma melhor. O objetivo final é ser capaz de conscientemente controlar a atividade de cada célula do nosso corpo físico e, em particular, regenerar (rejuvenescer) elas quando quiser. Se nós conseguirmos isso, nós iremos ser jovens para sempre e dependerá de nós quando e como nós desejamos mudar os nossos corpos físicos. Também nós teremos uma liberdade completa para estar ou no corpo físico (necessário como uma ferramenta, se você deseja ajudar os outros) ou se juntar à Fonte de consciência, permanecendo em seu corpo astral. Imagine a alegria e a diversão que nós poderemos ter então. Isto não é um sonho. Isto é realidade. Existem apenas duas coisas que podem prejudicar a informação armazenada em nosso corpo astral e nos machucar por muitas vidas futuras: drogas e ruído sonoro alto.
Fonte:Maximillien de Lafayette, Ulema Code and Language of the World Beyond. Secret Doctrine of the Anunnaki and Extraterrestrials, Publicação www.amazon.com, 25 de julho de 2008.Marcadores: aura, corpo astral
Se nós somos supostamente a coroação da criação divina, então porque, aparentemente, estamos privados do poder de voar? Se os humildes pássaros e abelhas fazem isso, então por que nós não podemos? É muito fácil voar em seus sonhos, mas isso ocorre porque você não tem que levar o seu corpo físico pesado (o seu corpo astral, deslocado durante os sonhos, é bem mais leve que o seu corpo físico). Iogues, santos e outros adeptos têm conseguido levitar, mas isso é apenas o primeiro passo. Existem lendas antigas de mestres chineses que foram capazes de levantar vôo com o corpo durante combates, mas apenas por períodos curtos de tempo. Atualmente, filmes como The Matrix estão insinuando ser possível essa habilidade. Aumentando a intensidade da aura ou do campo magnético em torno de você, através do jejum (respirantismo) ou por técnicas de respiração (pranayama), parece ser a chave para isso. Quando a aura está suficientemente forte, ela pode, literalmente, levantá-lo do chão e até mesmo servir como um tipo de embarcação ou nave. Na literatura ocultista, isso é chamado de Merkaba, ou corpo de luz, que pode transportá-lo para qualquer parte do universo. Ele é composto de dois tetraedros em contra-rotação, isto é, girando em sentidos opostos (constituídos por seus corpos mental e emocional) e se parece com um disco voador quando está totalmente ativado. Os Atlantes ativavam os seus merkabas regularmente, mas nós perdemos ou esquecemos de como fazer isso desde aquela época. Portanto, sim, você pode voar, ou melhor dizendo, se teletransportar, mas primeiro você precisa redespertar essa habilidade.
Fonte: http://www.librarising.com/conspiracy/myth.html
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