Monday, May 04, 2009
A Alquimia na Saúde
A área científica chamada de Química teve sua origem na Alquimia. Após estabelecer-se como uma área científica aceita pela ciência ortodoxa oficial, a Alquimia foi taxada como uma área não-científica, e todos os alquimistas, da antiguidade e da atualidade, foram identificados como charlatões, interessado em enganar as pessoas desavisadas. Não é bem assim, óbvio. Vamos tentar esclarecer esse assunto.
A Química interessa-se por reações químicas. O que ocorre em uma reação química? Certas substâncias (constituídas de diversos tipos de átomos) são colocadas em contato, ocorrendo uma reação que gera outras substâncias (finais) que possuem os mesmos átomos existentes nas substâncias presentes antes da reação. Portanto, numa reação química os diferentes tipos de átomos de todos os elementos químicos (presentes na Tabela Periódica dos elementos químicos) presentes nas substâncias iniciais estarão presentes, em número e tipo, nas substâncias finais (após a reação). A reação química apenas efetua um rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos, para formar as novas substâncias, não afetando o núcleo de qualquer dos átomos envolvidos na reação química, e, portanto, não alterando a identidade de qualquer elemento químico envolvido na reação química. O número de átomos de cada elemento químico se mantém constante durante uma reação química, significando que os átomos anteriores à reação são os mesmos átomos presentes após a reação química. Obviamente, no nosso organismo podem ocorrer reações químicas.
Um outro tipo de manipulação de elementos químicos ocorre na Física Nuclear. Estas manipulações são chamadas de reações nucleares, que leva a uma transformação (mudança) dos núcleos atômicos dos átomos envolvidos, levando ao surgimento de novos elementos químicos após a reação nuclear. Essa mudança de tipo dos elementos químicos é chamada de transmutação química (obtida por meios físicos) podendo ser obtida por uma reação nuclear do tipo fissão nuclear (ruptura dos átomos iniciais) ou fusão nuclear (junção dos átomos iniciais presentes no início da reação nuclear). As reações nucleares, geradoras de transmutações, podem ser realizadas em laboratórios, a um custo muito elevado em termos econômicos e energéticos (requer normalmente grande quantidade de energia), usando máquinas que custam muito caro. Como exemplo, podemos citar a construção do primeiro reator nuclear de fusão operacional visando gerar energia elétrica limpa (em construção no sul da França, usando a estrutura toroidal Tokamak, comum em experimentos de física de plasma) que, por ser extremamente caro, envolveu um consórcio de sete países para viabilizar a sua construção. Este projeto é conhecido como ITER (International Thermonuclear Experimental Reactor), e seus detalhes podem ser vistos em [1]. Geralmente, pesquisas aplicadas muito caras, mas com grande potencial de impacto social, são sempre apoiadas pela Elite Mundial Illuminati, que está interessada no desenvolvimento de facilidades centralizadas, que tiram a independência e liberdade da população, tornando-a escrava destas facilidades (como a energia elétrica fornecida aos domicílios e empresas, gerada em grandes usinas em locais distantes do consumo). Pesquisas aplicadas de baixo custo, também com potencial de grande impacto social, são sempre boicotadas por essa mesma Elite [como o carro ecologicamente correto movido a água ou ar, a fusão nuclear a frio, e geradores elétricos individuais não-poluentes que extraem energia do vácuo (ZPE) com custo quase nulo], permanentemente interessada na escravização (controle) de indivíduos e nações. Um outro exemplo, aqui no Brasil, é a instituição do programa Bolsa Família, que distribui um pouco de dinheiro aos miseráveis do país, tornando-os dependentes, submissos e escravos do governo central. O correto é ensinar a pescar e não distribuir peixes...
Hoje em dia, usualmente a Alquimia está associada à tentativa feita, na antiguidade, de obter a transmutação de chumbo em ouro usando algo misterioso chamado de Pedra Filosofal. Estamos interessados, aqui, na transmutação de elementos químicos que ocorre na área da Biologia. O ponto central, neste caso, é que todos os organismos vivos, do reino animal e vegetal, podem efetuar certas transmutações biológicas a baixa energia, para gerar certos elementos químicos que necessitam para a manutenção correta da sua vida. Normalmente, esta possibilidade é vetada pela biologia científica oficial, apesar dos fatos concretos de transmutação observados na prática.
Algumas transmutações biológicas já comprovadas
1. Como uma transmutação biológica (alquímica) de elementos químicos envolve uma reação nuclear de fissão ou fusão, ela pode ser usada para geração de energia. Com este objetivo, o Exército dos Estados Unidos promoveu uma pesquisa [2] para identificar essas novas fontes biológicas de energia. Os elementos químicos que foram definitivamente comprovados de sofrerem transmutações, via organismos vivos, são de Sódio (Na) para Magnésio (Mg), de Potássio (K) para Cálcio (Ca) e de Manganês (Mn) para Ferro (Fe)
No relatório são feitas algumas referências históricas envolvendo transmutação biológica. Eis algumas: O químico francês Vauquelin, em 1799, observou uma grande quantidade de Cal nas excreções diárias de galinhas. Para determinar de onde provinha essa Cal, deu a uma galinha uma dieta só de aveia. Mediu o Cálcio (Ca) na aveia, deu esta à galinha e, depois, mediu o Cálcio presente nos excrementos e nos ovos da mesma. O elemento químico Cálcio tinha aumentado cinco vezes (por algum processo alquímico no interior da galinha). Vauquelin entendeu que a Cal tinha sido criada, mas não compreendeu como isso tinha sido possível.
Em 1822, Prant, um pesquisador inglês, definiu a transmutação dos elementos, estudando ovos de galinha incubados. Observou quantidades crescentes de Carbonato de Cálcio (CaCO3) dentro dos ovos e determinou que esse composto não era proveniente da casca dos ovos.
Em 1831, Chaubard experimentou com sementes que germinavam na água. Verificou que, nas plantas, apareciam elementos químicos que não estavam presentes nas sementes nem na água.
O japonês Komaki reportou que oito tipos de microorganismos, crescidos em meio ambiente deficiente em Potássio (K), tinham aumentado esse elemento (K), fazendo a conversão de Cálcio (Ca) em Potássio (K), uma reação nuclear de fissão.
Em resumo, foram descobertas transmutações de elementos químicos efetuadas por microorganismos, plantas e animais. Algumas dessas transmutações são de fusão e outras de fissão nucleares.
[continua]
Referências:
[1] http://en.wikipedia.org/wiki/ITER
[2] Salomão Goldfein (pesquisador principal), Report 2247: ENERGY DEVELOPMENT FROM ELEMENTAL TRANSMUTATIONS IN BIOLOGICAL SYSTEMS, Projeto MTL 01901 PMMR-26, U.S. ARMY MOBILITY EQUIPMENT RESEARCH AND DEVELOPMENT COMMAND, Fort Belvoir, Virginia-USA, Maio 1978 [Documento NÃO CLASSIFICADO].
Labels: Alquimia, Biologia, Física Nuclear, fissão, fusão, químicas, reação nuclear, reações, transmutação
Tuesday, November 27, 2007
As Potencialidades do Hélio-3
Reproduzo abaixo algumas informações divulgadas pelo Dr. Gerald Kulcinski, do Nuclear Fusion Institute da University of Winsconsin - USA, presentes no vídeo [1] referenciado abaixo.
O melhor elemento químico para ser usado em reação de fusão é o Hélio-3 (este é um elemento leve, oposto ao urânio usado nos reatores nucleares atuais de fissão, que é um elemento pesado). Na fusão de dois átomos de He-3 gera-se energia, sem a formação de qualquer lixo radioativo. No entanto, a Terra é muito pobre em He-3, mas o Sol é abundante nesse elemento e o expele constantemente na forma de "vento solar". Este vento solar possui partículas carregadas eletricamente, o que leva à deflexão das partículas de He-3 (presentes nesse vento solar) dos corpos celestes solares que possuem campo magnético, como a Terra. Também esse vento solar é absorvido na atmosfera dos corpos celestes que têm atmosfera, como a Terra. Fazendo uma análise de todos os corpos celestes do sistema solar, o único corpo celeste que recebe, sem impedimento, o vento solar é a nossa Lua. Portanto, o He-3 tem sido depositado na superfície lunar por milhões de anos e a superfície de nosso satélite é muito rica em hélio-3 (como pôde ser constatado pelo exame das rochas lunares trazidas para a Terra durante o Projeto Apolo). A extração dele pode ser feita facilmente, aquecendo-se o material do solo lunar acima de 600 graus Celsius. Posteriormente, ele poderia ser liqüefeito e transportado para a Terra (alguns estudiosos garantem que a raça humana já está minerando, há anos, He-3 na Lua). A quantidade de hélio-3 na Lua pode fornecer energia elétrica para a Terra por milhares de anos, via reatores de fusão usando este elemento. Uma ou duas viagens Lua-Terra (via nave espacial) poderia fornecer toda a energia elétrica consumida por ano nos EUA.
Pode-se usar o He-3 nos processos de fusão para diminuir o tempo de vida de todo o lixo radioativo produzido pela humanidade e, portanto, eliminar todo o problema de poluição radioativa do planeta.
Já existe um reator estacionário de fusão em operação na University of Winsconsin, usando deutério (isótopo do hidrogênio) e hélio-3, produzindo uma potência contínua de 1 mW, algo muito pequeno. Porém, em compensação, esse dispositivo é muito pequeno e muito barato.
Referência:
[1] http://one.revver.com/watch/458826/nuclear-fusion-helium-3/
Labels: fusão, hélio-3, lua, radioatividade
