sexta-feira, fevereiro 09, 2018

 

Leite, Queijo, Iogurte e Manteiga


LEITE
Como todos sabemos, o leite de diferentes animais mamíferos difere consideravelmente em sua composição química. O que nos induz a pensar que o leite de vaca é adequado às necessidades humanas? Mesmo com um grande esforço de imaginação, em que nos assemelhamos às vacas? Por que, em vez disso, não nos fixamos no leite de cabra, cadela, lhamas ou leite de porca? É muito simples. Nenhum desses outros animais se revelou comercialmente lucrativo [1][2].

Nascemos com a glândula timo, que excreta uma enzima necessária à digestão do leite materno. Por volta dos quatro anos de idade, a maioria das crianças começa a perder o uso dessa enzima. Na puberdade, ela se torna virtualmente inativa. Então, o timo se reduz ao tamanho de um grão de ervilha e fica aparentemente inútil para a digestão.

Curiosamente, o homem é o único mamífero que bebe leite depois de desmamado. Estudos numerosos indicam que tal consumo, na realidade, não nos é benéfico e que nosso consumo de leite e seus derivados (laticínios) traz sérias consequências para toda a vida. Sendo o leite homogeneizado e pasteurizado, o principal ingrediente que nos ajuda a digerir pelo menos seu teor gorduroso, a lecitina, é destruído pelo processo de aquecimento, junto com as possíveis proteínas.

Uma vez que não digerimos o leite e seus derivados, não podemos obter dele qualquer nutriente para nosso organismo.

Só absorvemos tudo de ruim que existe neste "alimento", fonte de anemia, alergias, falta de coordenação motora e muitos outros problemas. Fica a pergunta: em que o neném se assemelha a um bezerro?

A teoria de que o leite de vaca é uma boa fonte de cálcio, já foi por água a baixo. O leite, por ter difícil digestão enzimática no ser humano, não é mais indicado contra a osteoporose. Na verdade, o leite de vaca prejudica a absorção de outro mineral essencial ao perfeito metabolismo ósseo, que é o magnésio. A deficiência de magnésio está ligada à osteoporose. Duas colheres de sopa de sementes de gergelim (ou tahine) por dia contém mais cálcio do que dois copos de leite e podem ser totalmente absorvidas pelo organismo, uma vez que são digeridas com rapidez. E não tem contra indicações.

Além disso, há cálcio suficiente nas plantas para permitir que cavalos, vacas, elefantes, hipopótamos e girafas desenvolvam seus enormes esqueletos. A quantidade de cálcio absorvida pelo intestino é determinada pela necessidade do nosso corpo. Se todo o cálcio contido nos alimentos fosse absorvido pelas células intestinais, teríamos uma sobrecarga de cálcio no organismo. Por isso, não faz sentido dar cálcio em tabletes para uma pessoa que apresenta sinais de osteoporose. A osteoporose se cura através da mudança do estilo de vida. Se a pessoa já consumiu leite e queijo a vida toda e teve osteoporose, está mais do que provado que o leite é maléfico para o ser humano.

A ciência já sabe que a cada três meses nosso corpo forma um novo esqueleto e é esse o tempo que se precisa para se curar da osteoporose com um novo estilo de vida. A ciência também sabe que a pele se renova todo mês, o fígado a cada seis semanas, enfim, o nosso corpo se renova a cada quatro ou cinco anos. Só depende de nós termos um corpo sempre saudável.

O açúcar refinado, para ser digerido no organismo, precisa de muito cálcio e magnésio. Recentemente, cientistas do Governo da Grã-Bretanha, descobriram que as principais marcas de leite em pó à venda no país, contém altas doses de italatos, substância que afeta a fertilidade. Segundo o Ministério da Agricultura britânico, em testes com animais, o italatos reduzem o tamanho dos testículos e a capacidade de produção de espermatozoides. Os pesquisadores suspeitam que estas substâncias também prejudiquem a fertilidade feminina.

QUEIJO

Para fabricar-se um quilo de queijo são necessários 20 litros de leite. Se já é difícil, senão impossível, digerir o leite, pense no que o queijo representa para o seu pobre estômago. Quanto mais duro o queijo, pior para digerir. Outro ponto negativo: o queijo é fortemente carregado de sal químico. Se você nunca comeu queijo sem sal, compreenderá o motivo: é como comer borracha. No queijo tem uma substância denominada tiramina, capaz de desencadear uma forte dor de cabeça


MANTEIGA

Para fabricar-se um litro de manteiga são necessários muitos litros de leite de vaca. Não é difícil concluir que o resultado final (a manteiga) também constitui um pesado ônus para o estômago, da mesma forma que o queijo.


IOGURTE

Ele é aclamado como o alimento que nos emagrece, nos torna saudáveis e nos fará viver eternamente. O iogurte foi colocado em um pedestal pelos "homens" dos tempos modernos. Se o consumo de leite está em declínio, o do iogurte sobe como um foguete e a indústria de laticínios conta alegremente seus lucros. O iogurte puro já tem pouco valor nutritivo, acrescente adoçantes ou frutas e quaisquer possíveis vantagens do iogurte natural são destruídas dez vezes mais.

Lembre-se de que o queijo e o iogurte também são proteínas e, portanto, a adição de frutas, açúcar ou vegetais nos mesmos (queijo com goiabada...), os tornarão indigeríveis. Mesmo uma gota será o suficiente para que fiquem retidos em seu estômago, provocando prisão de ventre.

Referências:
[1] Roberto Filizzola, Em Nome da Vida Saudável: saiba porque ficamos doentes, OR Produtor Editorial Independente, Rio de Janeiro, agosto 2000, 3ª Edição. ISBN: 85-900828-1-4.
[2] Leite - O veneno mortal, http://www.curaeascensao.com.br/alimentacao_saude/alimentos/alimentos13.html

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sábado, maio 16, 2009

 

A Alquimia na Saúde - 3


O dogma oficial da invariabilidade da matéria (isto é, da não existência da transmutação dos elementos químicos), em Biologia, não funciona. Já é tempo dos cientistas reconhecerem isso. No entanto, é muito importante notar o seguinte.

Existem importantes variações diurnas nas ações biológicas, que obedecem a um ritmo certo e é por isso que os resultados podem variar muito de um pesquisador para outro, se não for anotada a hora local em que foi efetuada a experiência. Isto, talvez, explique porque se obtêm resultados experimentais muito diferentes, conforme se opere sobre a matéria morta ou a matéria viva, pois que somente esta última (matéria viva) é sensível ao ritmo diário do tempo.

A título de exemplo, citamos que uma injeção de anfetaminas se revelou mortal sobre 50% dos ratos utilizados numa experiência, sem levar em conta a hora da injeção. A mesma dose, em certo momento do dia, mata 78% dos animais e, em outro, apenas 6% sucumbe à mesma dose da droga. Esse ritmo diário que toda criação viva, vegetal ou animal, observa é o chamado ciclo circadiano [1].

Dentro de nosso organismo, o cálcio (Ca) pode provir de várias fontes, sendo uma delas pela reação nuclear alquímica de transmutação:

Mg(12) + O(8) ----> Ca(20)

Isso, portanto, estabelece uma ligação entre o Cálcio (Ca) e o Magnésio (Mg), algo que tem sido amplamente estudada por numerosos pesquisadores.

Em 1964, foi conduzida uma pesquisa sobre bezerros, mostrando que, numa dieta alimentar carente de Magnésio (Mg), o esqueleto não se desenvolve; a taxa de cálcio no sangue (calcemia), bem como nos músculos, fica muito baixa (hipocalcemia), o que tem como consequência a convulsão e a morte por convulsão tetânica, se a carência magnesiana for muito prolongada.

Observa-se que a administração de cálcio (Ca) não consegue restabelecer a calcemia normal, enquanto que a ingestão de Magnésio (Mg), quase sempre na forma de Cloreto (Cl-), conduz ao aumento do cálcio no organismo. Foi verificado que, com a ingestão do magnésio, não ocorre uma mobilização do cálcio já existente no organismo, que deixaria o esqueleto e faria subir a concentração de cálcio no sangue e nos músculos e também não há um papel catalisador do magnésio pra fixar o cálcio onde ele é requerido. O que ocorre é a transmutação de magnésio em cálcio via reação nuclear de transmutação a baixa energia, dentro do nosso corpo vivo.

A quantidade de cálcio no interior da célula oscila e se estabiliza em torno de um valor médio e o seu excesso é destruído (via transmutação) a fim de dar Potássio (K) e Hidrogênio (H):

Ca ----> K + H

O hidrogênio é tomado ou restituído ao meio líquido que circunda a mitocôndria (que está dentro da célula) e isso faz variar o valor do pH no interior da célula; assim, o papel do potássio (K) parece ser o de regulador do valor do pH na mitocôndria; quando existe excesso de cálcio (Ca), formado a partir do magnésio (Mg), o valor do pH acaba ficando muito elevado (meio muito alcalino); então, intervém uma enzima que faz converter cálcio em potássio, liberando também o hidrogênio, que faz reduzir o valor do pH (em direção à acidez).

Várias observações permitem concluir que o nosso organismo pode produzir cálcio (Ca) pela transmutação do Silício (Si). Observou-se, também, que, com sílica orgânica, vegetal ou animal, a ação é mais rápida que com o silicato de sódio (inorgânico).

No caso de fraturas de membros, têm sido obtidos resultados espetaculares usando a sílica encontrada naturalmente na Cavalinha, uma plantinha colhida no fim da primavera, quando é mais rica em sílica orgânica. Um médico osteopata informou que [1]: "com extrato de sílica de cavalinha, consegui fazer desaparecer uma espondiloartrose anquilosante muito avançada".

A terapia pela sílica mostra-se muito mais ativa na recalcificação óssea, enquanto a recalcificação muscular, por ser realizada nas mitocôndrias, é mais bem efetuada pela ingestão de magnésio que é, posteriormente, transmutado em cálcio.

Dispomos de um meio extremamente fácil para corrigir as nossas falhas alimentares: basta adicionar Dolomita na nossa alimentação. Estudos efetuados mostram que a ação calcificante do magnésio deve ser "catalisada" pela presença do cálcio e isso é exatamente o que ocorre na Dolomita, onde o cálcio já está associado naturalmente ao magnésio.

A ação da sílica inorgânica descalcifica. Portanto, é essencial que a Dolomita utilizada para fins de complementação alimentar possua teores de sílica inorgânica inferiores a 1%, para não anular a ação esperada do magnésio [1].

O uso do magnésio na alimentação tem uma marcada ação preventiva contra o câncer [1]. Inúmeros trabalhos atestam esse fato. Logo, ao se adicionar Dolomita à alimentação, contribui-se, amplamente, para diminuir a incidência de câncer nas pessoas.


Referência:
[1] Salvatore de Salvo e Mara Teresa de Salvo, A Alquimia da Saúde, Biblioteca 24x7, São Paulo, 2008.


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quinta-feira, maio 14, 2009

 

A Alquimia na Saúde - 2


2.
A deficiência de cálcio em nosso organismo pode causar problemas sérios, como dificuldade em se recuperar de fratura de ossos, dores musculares, osteoporose, etc. Muitos pensam que para recuperar a falta de cálcio (a descalcificação) basta ingerir pílulas de cálcio ou substâncias ricas nesse elemento. Errado!! Por que? Porque o cálcio, para ser útil ao nosso organismo, deve estar presente dentro de nossas células. O problema é que o Cálcio (Ca) não consegue atravessar a membrana celular, nem para entrar, nem para sair [1]; ele é formado diretamente no interior da célula pelas mitocôndrias ali presente, a partir do Magnésio (Mg), que pode entrar para o interior da célula! Portanto, a mitocôndria é o elemento que executa a transmutação alquímica do magnésio em cálcio, no interior de nossas células! Portanto, se você está com sintomas de falta de cálcio, tome magnésio para repor sua deficiência de cálcio!

Por outro lado, se existir cálcio em excesso no nosso organismo, a natureza, não podendo expulsá-lo do interior das células, o destrói transmutando-o em Potássio e Hidrogênio (K + H); o hidrogênio gerado desta forma irá reduzir o valor do pH e o excesso de potássio irá atravessar a membrana celular e sair.

Em geral, o cálcio (Ca) encontrado em excesso no corpo humano vem principalmente do excesso de magnésio (Mg) ingerido; realmente, uma dieta contendo rotineiramente sal grosso ou cloreto de magnésio (MgCl2) pode recalcificar facilmente.

A natureza dispõe de múltiplos mecanismos para compensar a carência que provém, não da falta do elemento químico específico, mas de uma deficiência na produção da enzima que gera esse elemento, via transmutação. Às vezes, por exemplo, a descalcificação é devida à carência da enzima que transmuta o Sódio (Na) em Magnésio (Mg), mas, se for devida à carência da enzima que transmuta Mágnésio (Mg) em Cálcio (Ca) [segundo elo para se chegar ao cálcio], convém recalcificar pelo uso de Potássio (K) e Sílica (Si) orgânica. Assim, em pessoas que se submetem a regimes sem sal e, notadamente, nas que não ingerem Cloretos (Cl-), pode-se produzir uma descalcificação. Neste caso, pode-se recorrer à Sílica, que parece sem contra-indicações dentro de uma faixa de tolerância muito larga, o que permite seu emprego sem controle médico. Disso deriva seu grande interesse em Dietética.

A ação da sílica é rápida; as unhas quebradiças, sinal de uma descalcificação incipiente, ficam normais em questão de 15 dias através do uso de extratos ou chás.

Convém notar que o Dr. Charnot (do Marrocos) [1] observou o efeito inverso da Sílica mineral, que descalcifica os ossos e da Sílica orgânica, que, ao contrário, o recalcifica. Operando com cobaias tuberculosas, ele verificou que a tuberculose é acompanhada de uma descalcificação. Mas, antes do cálcio, o silício desapareceu, o que constitui um indício precoce de descalcificação. Administrando sílica orgânica, constatou-se uma rápida recalcificação das cavernas dos pulmões. Quando a sílica desaparece, o cálcio desaparece do osso. Administrando sílica orgânica, o cálcio volta, devido à transmutação biológica que ocorre em nosso organismo, a baixa energia.

Devemos notar, no entanto, que a formação de cálcio a partir do magnésio, transmutação que ocorre nas mitocôndrias, necessita da presença de um pouco de cálcio inicial nas células, que atuaria como uma espécie de "promotor" (catalisador) da transmutação. Se suprimirmos totalmente o cálcio, não haverá qualquer reação de transmutação. É preciso um mínimo desse elemento, mas é difícil determinar o "quanto" é esse mínimo.

Observa-se que a alimentação humana é carente em magnésio, por causa da industrialização. Comemos sal branco, pão branco, açucar branco, tudo em detrimento de nossa saúde. Somente a administração de magnésio tem como resultado o aumento da taxa de calcemia (nível de cálcio) e o desaparecimento do raquitismo. Parece que as crianças, vítimas da hipocalcemia (nível baixo de cálcio), apresentam uma deficiência de ordem enzimática na transmutação do sódio (Na) em magnésio (Mg), de forma que se precisa fornecer mais magnésio do que o habitual a elas. A mesma coisa deve ser feita para as pessoas que fazem dieta sem sal, para evitar a descalcificação.

A dose média, aceitável por todos, sem inconvenientes, é de 1 grama para cada 10 kg de peso da pessoa, quando se usa Cloreto de Magnésio hexahidratado (MgCl2.6H2O), que pode ser dissolvido em água não calcárea na proporção de 10 g/litro. É melhor tomar um copo grande por dia a 10 g/l do que meio copo a 20 g/l [1].

Pode-se, também, usar Carbonato de Magnésio (MgCO3), que não é higroscópio, mas não se dissolve. Não tendo sabor, diferentemente do Cloreto, que é amargo, pode ser adicionado a sopas, molhos, purês, etc. Se for utilizado o Carbonato anidro, deve-se usar 1 g/25 kg diariamente. Logo, em forma de carbonato, usa-se 2,5 vezes menos do que em forma de cloreto.

Quanto ao magnésio contido nos alimentos, podemos ressaltar que o sal branco não o contém; o sal cinzento tem magnésio, mas é higroscópico e tende a empredar. A embalagem em sacos plásticos impermeáveis elimina esse problema. Os alimentos com forte teor em magnésio são as farinhas de cereais, mais do que os alimentos de carne ou os legumes verdes.

As doses citadas acima são administradas por 10 dias consecutivos, seguindo-se uma pausa de 10 a 20 dias sem consumo, ciclo que deverá durar de um a três meses, conforme o resultado que se obtiver, embora, raramente, seja necessário ultrapassar dois meses.

[continua]

Referência:
[1] Salvatore de Salvo e Mara Teresa de Salvo, A Alquimia da Saúde, Biblioteca 24x7, São Paulo, 2008.

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