sábado, maio 16, 2009
A Alquimia na Saúde - 3
O dogma oficial da invariabilidade da matéria (isto é, da não existência da transmutação dos elementos químicos), em Biologia, não funciona. Já é tempo dos cientistas reconhecerem isso. No entanto, é muito importante notar o seguinte.
Existem importantes variações diurnas nas ações biológicas, que obedecem a um ritmo certo e é por isso que os resultados podem variar muito de um pesquisador para outro, se não for anotada a hora local em que foi efetuada a experiência. Isto, talvez, explique porque se obtêm resultados experimentais muito diferentes, conforme se opere sobre a matéria morta ou a matéria viva, pois que somente esta última (matéria viva) é sensível ao ritmo diário do tempo.
A título de exemplo, citamos que uma injeção de anfetaminas se revelou mortal sobre 50% dos ratos utilizados numa experiência, sem levar em conta a hora da injeção. A mesma dose, em certo momento do dia, mata 78% dos animais e, em outro, apenas 6% sucumbe à mesma dose da droga. Esse ritmo diário que toda criação viva, vegetal ou animal, observa é o chamado ciclo circadiano [1].
Dentro de nosso organismo, o cálcio (Ca) pode provir de várias fontes, sendo uma delas pela reação nuclear alquímica de transmutação:
Mg(12) + O(8) ----> Ca(20)
Isso, portanto, estabelece uma ligação entre o Cálcio (Ca) e o Magnésio (Mg), algo que tem sido amplamente estudada por numerosos pesquisadores.
Em 1964, foi conduzida uma pesquisa sobre bezerros, mostrando que, numa dieta alimentar carente de Magnésio (Mg), o esqueleto não se desenvolve; a taxa de cálcio no sangue (calcemia), bem como nos músculos, fica muito baixa (hipocalcemia), o que tem como consequência a convulsão e a morte por convulsão tetânica, se a carência magnesiana for muito prolongada.
Observa-se que a administração de cálcio (Ca) não consegue restabelecer a calcemia normal, enquanto que a ingestão de Magnésio (Mg), quase sempre na forma de Cloreto (Cl-), conduz ao aumento do cálcio no organismo. Foi verificado que, com a ingestão do magnésio, não ocorre uma mobilização do cálcio já existente no organismo, que deixaria o esqueleto e faria subir a concentração de cálcio no sangue e nos músculos e também não há um papel catalisador do magnésio pra fixar o cálcio onde ele é requerido. O que ocorre é a transmutação de magnésio em cálcio via reação nuclear de transmutação a baixa energia, dentro do nosso corpo vivo.
A quantidade de cálcio no interior da célula oscila e se estabiliza em torno de um valor médio e o seu excesso é destruído (via transmutação) a fim de dar Potássio (K) e Hidrogênio (H):
Ca ----> K + H
O hidrogênio é tomado ou restituído ao meio líquido que circunda a mitocôndria (que está dentro da célula) e isso faz variar o valor do pH no interior da célula; assim, o papel do potássio (K) parece ser o de regulador do valor do pH na mitocôndria; quando existe excesso de cálcio (Ca), formado a partir do magnésio (Mg), o valor do pH acaba ficando muito elevado (meio muito alcalino); então, intervém uma enzima que faz converter cálcio em potássio, liberando também o hidrogênio, que faz reduzir o valor do pH (em direção à acidez).
Várias observações permitem concluir que o nosso organismo pode produzir cálcio (Ca) pela transmutação do Silício (Si). Observou-se, também, que, com sílica orgânica, vegetal ou animal, a ação é mais rápida que com o silicato de sódio (inorgânico).
No caso de fraturas de membros, têm sido obtidos resultados espetaculares usando a sílica encontrada naturalmente na Cavalinha, uma plantinha colhida no fim da primavera, quando é mais rica em sílica orgânica. Um médico osteopata informou que [1]: "com extrato de sílica de cavalinha, consegui fazer desaparecer uma espondiloartrose anquilosante muito avançada".
A terapia pela sílica mostra-se muito mais ativa na recalcificação óssea, enquanto a recalcificação muscular, por ser realizada nas mitocôndrias, é mais bem efetuada pela ingestão de magnésio que é, posteriormente, transmutado em cálcio.
Dispomos de um meio extremamente fácil para corrigir as nossas falhas alimentares: basta adicionar Dolomita na nossa alimentação. Estudos efetuados mostram que a ação calcificante do magnésio deve ser "catalisada" pela presença do cálcio e isso é exatamente o que ocorre na Dolomita, onde o cálcio já está associado naturalmente ao magnésio.
A ação da sílica inorgânica descalcifica. Portanto, é essencial que a Dolomita utilizada para fins de complementação alimentar possua teores de sílica inorgânica inferiores a 1%, para não anular a ação esperada do magnésio [1].
O uso do magnésio na alimentação tem uma marcada ação preventiva contra o câncer [1]. Inúmeros trabalhos atestam esse fato. Logo, ao se adicionar Dolomita à alimentação, contribui-se, amplamente, para diminuir a incidência de câncer nas pessoas.
Referência:
[1] Salvatore de Salvo e Mara Teresa de Salvo, A Alquimia da Saúde, Biblioteca 24x7, São Paulo, 2008.
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