domingo, abril 16, 2023

 

Hipnose via Rádio, Televisão e Cinema


Cuidado! Sua mente pode ser condicionada hipnoticamente através de sons e imagens, muitas vezes tornados invisíveis à nossa mente consciente pela tecnologia, indo diretamente para nossa mente incosnciente.

É um mundo maravilhoso - e perigoso - no qual vivemos hoje, graças à ciência. O perigo surge pelo fato que as criações da ciência não possui uma consciência. O ser humano precisa suprir isso.

 https://www.youtube.com/watch?v=W7ZRmKnkFJA

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segunda-feira, janeiro 08, 2018

 

Enquanto Dormes


Trechos do livro de Leni W. Saviscki [1]

Jesus disse: "Nenhum fio de cabelo cai de vossas cabeças sem que o Pai o saiba". Tudo o que acontece no plano físico, primeiro se concretiza no Astral. Aquilo que chamamos de "desgraça", na verdade foi um mal necessário. O que realmente tem valor e é imortal é o espírito, onde reside a vida. Quem estava naquele momento dentro da aeronave que caiu? Inocentes? Não, ou então a Lei Divina seria como a dos homens, injusta e falível.  Agruparam-se naquele momento no avião todos os espíritos que precisavam passar por aquela experiência, para seu aprendizado, seja por resquícios cármicos trazidos de vivências passadas ou por freio necessário à vivência atual. Tal fato fica claro quando se descobre que algumas pessoas que viajariam  naquele voo, por algum motivo, o perderam, ou quando se noticia que, milagrosamente, alguém sobreviveu ao desastre. Sendo assim, o responsável pelas nossas desgraças ou pelas nossas conquistas somos nós mesmos, ninguém mais. Da Terra se leva a vida que ali se levou e, consequentemente, cada um terá o desencarne da maneira como é necessário.  Muito sofrimento seria evitado se todos abrissem os ouvidos e compreendessem que a vida é imortal; que a chamada morte é somente uma passagem em que se perde o uniforme usado na Terra e que, do outro lado, continuamos vivos e atuantes.

Algumas vezes a mente física consegue captar e trazer à tona boa parte da sabedoria gravada em seu inconsciente, região onde guardamos toda nossa história de vida, desde que adquirimos consciência na forma hominal, senão antes disso. 

Como não existem penas perpétuas nem castigo divino, pois Deus é Pai e não carrasco, também podemos curar as feridas que trazemos em nós, curando as feridas dos outros, antes que a Lei nos pegue endividados e precisemos ressarcir com a mesma moeda ("olho por olho, dente por dente"). O objetivo da reencarnação não é voltar para pagar contas atrasadas, mas aprender a lição ignorada anteriormente e, dessa forma, desapegar do ego, auxiliando a todos a fazer o mesmo a fim de ajudar a melhorar o mundo. É desse jeito que ressarcimos, total ou parcialmente, o nosso saldo devedor.

O corpo físico é o templo que abriga nosso espírito na Terra; por isso, deve ser respeitado e bem cuidado. Porém, sendo templo, não é divindade. Quando os valores se invertem e esquecemos do que é imortal para endeusar somente o que é perecível, estamos nos condenando a perder os dois, pois no momento em que se devolve à terra o que é da terra (via morte), o espírito, que continua vivo, sente-se à deriva, já que perdeu seu comandante. E quem deve comandar nossa existência é nosso espírito, exercício que deve ser aprendido ainda pela grande maioria. 

O espírito que desencarna não se transforma em santo, muito menos em fantasma. Não desaparece nem evapora. Apenas se despe do uniforme carnal que não lhe serve mais, para seguir em corpo fluídico, invisível aos nossos olhos físicos. Mas esse "seguir" não significa que todos que morrem conseguem imediatamente se desvincular do plano terreno. Para os que têm essa dificuldade, são necessários atenção e tempo especial dos socorristas, que, por sua vez, necessitam do auxílio imprescindível dos encarnados, principalmente dos familiares e amigos, nas primeiras horas pós-morte. 

Qualquer dor que causamos ontem vem bater na nossa porta hoje, em busca de ressarcimento. Por isso, não existem vítimas diante das leis supremas. Existem, sim, devedores com saldo negativo, trazido do Além-túmulo. A melhor fórmula medicamentosa existente em nosso mundo é o perdão, pois por meio dele conseguimos nos libertar de um fardo do passado. 

Nós, espíritos desencarnados, quando autorizados pela Grande Energia, temos a plasticidade de um corpo astral modificável na aparência e na forma, porém mantendo sempre a essência e o objetivo de nossa missão, que é o que realmente interessa. A casa de caridade que trabalha com a espiritualidade, seja ela um terreiro de umbanda ou outro templo qualquer, é um hospital de almas. Para lá se encaminham os necessitados de cura para suas dores emocionais, mentais ou espirituais e, por que não, também físicas. O ser humano atual não sabe mais parar, muito menos introspectar-se, razão pela qual também sofre. O espelho disso são os consultórios médicos e terapêuticos sempre lotados e, da mesma forma, os centros espiritualistas. As pessoas não se conhecem porque não se olham e, se o fazem, não se enxergam. Resta então buscar alguém que lhes diga o que está errado nelas ou que lhes receite um remédio, um alívio. Mas, para certas dores, não há calmante; há, sim, mudanças de atitude a serem feitas, ou seja, uma reeducação. Quando silenciamos nossa mente e conseguimos nos conectar com nosso "eu" superior, já terapeutizamos, com esse gesto, cinquenta por cento de nossas dores. Nessa condição de quietude, nos tornamos aptos e acessíveis aos espíritos que ali estão presentes para o auxílio fraterno.

Todos nós temos um mestre interior muito sábio e, quando aprendemos a ouvi-lo, nos surpreendemos com as mudanças positivas que ocorrerão em nossa existência. As entidades que ali estão são seres dispostos ao auxílio, mas acima de tudo aprenderam a respeitar o livre-arbítrio do outro e por isso só podem ajudar a quem estiver apto a receber essa ajuda. Nem Jesus curou a todos, mas somente aqueles que tinham fé e merecimento. Quando os templos entenderem que não se ajuda "resolvendo" o problema do sofredor, mas que é preciso fazê-lo compreender como se processa a autocura, as filas de sofredores diminuirão, dos dois lados da vida.

Se existe um crime que se possa praticar contra a evolução de um ser, é lhe negar informações, é deixar de ensiná-lo, de lhe apontar o caminho. Por outro lado, cuidado com a imposição. É preciso respeitar o livre-arbítrio e, se um espírito se nega ao aprendizado, nada lhe imponha, mas também não o carregue no colo. É assim que o Grande Pai faz com Seus filhos: dá a todos as mesmas oportunidades e os deixa livres para escolher, isentando-se no entanto de estancar sua dor se esta foi sua escolha. 

O objetivo da luz não é "combater" as trevas, mas sempre foi e sempre será, enquanto essa dualidade habitar nosso mundo, transmutá-la, mesmo porque não podemos prescindir do auxílio paradoxal do Astral inferior que, fustigando muitos seres, os estimula à evolução. Apesar da aparência caótica de nosso mundo físico e astral na atualidade terrena, o time da luz atua com melhor e mais qualificado número de seres, o que está exigindo das trevas tremendo esforço e desgaste de suas falanges, facilitando o socorro dos dissidentes cansados da luta. 

Erros passados são vento que já foi embora e a cada dia o Sol nasce de novo, trazendo vida e esperança. Ninguém tem o poder de mudar o outro, mas pode e deve mudar a si próprio e que essa mudança seja sempre para melhor. E a melhor maneira de ensinar é pelo exemplo. Quanto mais cedo nos aperfeiçoarmos, mais cedo sairemos da roda reencarnatória. Mas enquanto nela estiverem, abençoem o corpo físico que lhes permite adquirir novos aprendizados e ao mesmo tempo drenar os desajustes cármicos do corpo espiritual.

Todas as criaturas humanas reencarnadas no planeta têm os mesmos direitos e deveres em relação ao dinheiro. Ele existe para assegurar aos homens a evolução. Seu objetivo é nobre e salutar, mas para isso precisa que ele se movimente de mão em mão, assegurando o progresso e a evolução. Sendo a moeda a retribuição do esforço, do trabalho, do suor do homem, ela é abençoada. Muitas vezes as pessoas amaldiçoam o dinheiro, acusando-o das desgraças humanas, seja na falta dele ou no excesso, quando isso lhes causa transtornos, como o sequestro, o roubo, o latrocínio etc. Porém, a ele não podemos culpar, mas sim ao mau uso dele pelo homem, ainda muito egoísta. Tanto não sabe mover essa energia, aquele que o despreza, como aquele que o endeusa; aquele que não o valoriza quando o tem, gastando com coisas supérfluas, como aquele que o retém de maneira abusiva. A Lei da Ação e Reação, que equilibra o Universo, nos revela que o miserável de hoje pode ter sido o mau rico de ontem. O rico de hoje o é por merecimento ou por provação, e, dependendo de como agirá com essa energia,criará seu amanhã. Na matemática da vida, existem dois conjuntos de operações carmáticas e perigosas: a subtração e a adição são carmáticas, ou seja, o "tirar dos outros para acumular para si". Duas, no entanto, são evolutivas e benéficas: o dividir e o multiplicar, ou seja, "distribuindo os dons que me são confiados eu, consequentemente, os multiplico", promovendo o progresso. O homem, nos dias de hoje, em seu materialismo desenfreado, na sua ganância de "ter" em detrimento do "ser", esqueceu sua origem divina e nisso reside todo o seu equívoco. O deus-dinheiro tornou-se o único objetivo de todas as lutas e conquistas, a despeito de que "o que veio do pó, ao pó retornará". O que é perene e eterno é seu espírito e não seu corpo. Do outro lado da cortina que divisa a vida material da espiritual, a moeda é outra. Para lá, cada um vai levar "a vida que viveu na Terra". Enganam-se as criaturas que pensam que o dinheiro tudo compra e lhes dá poder acima do bem e do mal. Acima de nós, há um poder maior e absoluto que a tudo comanda, que visa somente ao bem de todos e que está atento e podendo interferir quando o livre-arbítrio dos homens extrapola os limites permitidos. Ismael, um preposto de Jesus, na condição de espírito evoluído,foi conclamado pelo Mestre para ser o anjo tutela do Brasil, a pátria do Cruzeiro do Sul, comandando esse projeto de luz. Esta terra é abençoada, pois apesar de todas as distorções e do egoísmo de alguns homens, nossa gente é pacífica e trabalhadora. As religiões aqui se multiplicam, dando suporte à fé e levando o Evangelho ao coração daqueles que os têm humildes.

Para crer é preciso conhecer. A ignorância e o bitolamento de ideias só recebem incentivo das trevas. Façamos um mundo melhor nos melhorando. A dor não tem só objetivo de resgatar ou drenar erros pretéritos, mas é, principalmente, a oportunidade de um "acordar" os nossos talentos ocultos, a capacidade interior que jaz escondida e que, por meio dela, pode vir à tona. Quando aproveitada como ensinamento, o resultado é  um salto evolutivo; é o crescimento do espírito que passa a compreender a necessidade de se manter no bem. O valor da voz, sendo ela um dos sentidos divinos dados ao homem, deveria ser usada somente para construir, jamais para destruir. 

Além da paz, busque a sabedoria. O homem não erra porque é ruim, mas porque é ignorante. Ignorante das leis, do amor, da vida. Enquanto o espírito não se educa, e isso quase sempre ocorre na dor, ele continua a se encarcerar, seja na carne ou fora dela. O modelo de prisão usado pelos homens, na sua maioria, não educa nem salva ninguém. Ela tem sido uma faculdade do crime, onde quem entra no primário sai de lá diplomado. Além disso, ninguém está lá injustamente. A Lei da Ação e Reação realiza a justiça independentemente das leis humanas. A mesma dor que os animais sentem, quando aprisionados e maltratados, sente o homem. 

O morto não morreu, pois somos todos imortais. A vida palpita ainda mais viva do lado de lá, onde estão os chamados mortos. A interferência existente entre os  dois mundos é muito maior do que a maioria dos homens supõem. Tudo que existe, pré-existe além da matéria. Nada se perde, tudo se renova. O planejamento sideral prevê com séculos de antecedência todos os acontecimentos que se desenrolarão no plano físico, incentivando sempre o progresso. Tudo o que o homem já conhece não significa nada diante daquilo que ele ainda virá a conhecer.

Referência:
[1] Leni W. Saviscki, Enquanto Dormes, Editora do Conhecimento, 2010. ISBN: 978-85-7618-196-5.

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domingo, junho 21, 2015

 

O Visível e o Invisível - 2


Tudo o que você consegue ver (ou sentir, com os seus cinco sentidos) no mundo físico, está intrinsicamente conectado com o seu complemento que você não vê (ou sente). Tudo o que você sente está no seu consciente, e tudo que você não sente está no seu inconsciente. Para que algo se manifeste é necessário ocorrer essa divisão entre visível e invisível. Quando você vê uma lâmpada se acender, algo que você não vê precisa estar acontecendo: uma corrente elétrica, que você não vê, precisa estar circulando pelo filamento da lâmpada. Mas esta corrente elétrica invisível pode ser detectada por um aparelho apropriado (um amperímetro).

Seja lá o que se revelar no mundo do conhecimento, a sua parte complementar ficará irrevelada. Quando você fala (audição é acionada), o seu lado negativo do silêncio não é manifestado. Quando você se cala, o lado positivo do silêncio, a fala, não se manifesta. Nada pode manifestar-se, tornar-se conhecido, sem que o oposto, o contrário complementar, esteja simultaneamente presente na forma invisível. Quando algo de positivo se manifesta, o lado negativo fica oculto, e vice-versa - quando surge o negativo, o positivo não aparece. Onde aparecer um lado, o outro terá de estar presente, nem que seja no estado invisível. O fato de se pertencerem os une para sempre.

Portanto, o estado de separação é apenas aparente, porque mesmo que as duas metades complementares estejam separadas e distantes da unidade total, elas não se distanciam uma da outra e tampouco podem abandonar-se. Observe o mundo visível. Ele só pode ser reconhecido porque se separou da unidade, em que o nada e o tudo ainda repousavam um no outro, portanto separou-se da unidade absoluta a que denominamos Deus. Só conseguimos conhecer a criação porque o positivo separou-se do negativo e, então, podemos compará-los. Não existe conhecimento sem que a unidade se divida em duas metades, uma revelada e a outra não - o seu reflexo -, o que possibilita reconhecê-las por comparação.

A criação, o mundo cognoscível, é como uma árvore. À direita dá frutos bons e positivos, e à esquerda, maus e negativos. Ambos os lados pertencem, no entanto, ao mesmo tronco, à mesma unidade. Toda a criação é, então, a árvore do conhecimento do bem e do mal. Somente pela divisão da unidade, que não é boa nem má, mas divina, surgem o bem e o mal. Graças a ela o conhecimento foi possível. Por conseguinte, o mundo cognoscível precisa conter o bem e o mal, caso contrário não é cognoscível nem tampouco possível.

Por ter-se encarnado num corpo, você se tornou um ser cognoscível. Você separou sua consciência do nada e do tudo, separou-a de Deus, do seu eu verdadeiro. Você caiu na multiplicidade, na diferenciação. Você é uma revelação, uma criatura. Você deve usar as qualidades das virtudes na época certa e no lugar apropriado. A mesma virtude que é divina, quando usada no local e na época corretos, torna-se satânica, se empregada no lugar e na época errados. Pois Deus somente cria o bem, a beleza, o amor e a verdade. Não existem qualidades más ou forças maléficas, o que há são qualidades e forças mal empregadas!

O corpo é o resultado e a consequência da separação, ele é apenas a metade visível do seu eu verdadeiro. A outra metade ficou na parte inconsciente, na parte invisível do seu ser. Quando você unir essas duas partes complementares, você poderá reencontrar a unidade divina! É impossível viver a unidade fisicamente - tornar visível, corpórea a metade inconsciente e unir as duas. Isso porque uma consciência não pode dar vida a dois corpos. Se você quiser viver a essência da metade complementar em seu corpo, isso significará a morte. Se o corpo se tornou visível justamente por se ter separado de sua metade complementar, a reunião acarretaria a morte como consequência. Mas você pode viver a unidade divina com sua metade complementar ainda no corpo, mas apenas num estado de consciência!

Enquanto um ser vivo procurar a outra metade do seu ser no lado exterior, no mundo criado e reconhecível, nunca encontrará a unidade, porque sua metade complementar não está neste lado externo, na revelação, separada dele, mas unida a ele, no próprio inconsciente irrevelado. Não poderia existir qualquer ser vivo se a outra metade não estivesse no plano invisível. O oposto de tudo o que você é e revela em sua parte consciente, e que torna manifesto, está contido no seu inconsciente, que, no entanto, também lhe pertence, pois ele também é você. Você não encontrará a metade que lhe complete no exterior; também não a encontrará num homem ou numa mulher de carne e osso. Conseguirá encontrá-la no inconsciente do seu próprio eu. Se unir essas duas metades do seu eu na consciência, você voltará a participar do nada e do tudo, tornando-se idêntico(a) a Deus!

Comer alguma coisa significa "tornar-se idêntico" à coisa comida. Pois você é o resultado do que come, você é o que come. Pelo fato de a sua consciência identificar-se com o corpo, simbolicamente falando, você comeu os frutos da árvore do conhecimento do bem e do mal e tornou-se mortal. O seu corpo físico visível só existe porque existe uma parte complementar energética e invisível que o sustenta. Note que a nossa comida mais importante é o ar que respiramos, pois não podemos passar muitos minutos sem ele. Portanto, para manter a saúde de seu corpo físico, insira pelas narinas apenas ar puro. Se você inserir ar morto, venenoso ou poluído pela narinas, rapidamente você mata o seu corpo, como era feito nas câmaras de gás nazistas.Também para manter a saúde, insira pela boca apenas alimentos (sólidos ou líquidos) vivos, isto é, não cozidos, para se manter sempre vivo. Se cozinharmos um homem vivo em um caldeirão, no final teremos um homem morto, um cadáver cozido, sem vida. Portanto, para manter ou recuperar sua saúde, de forma permanentente, insira ar puro pelas narinas e insira alimentos crus pela boca. E o resto é "conversa mole para boi dormir"...

Fonte consultada:
1. Elisabeth Haich, Iniciação, Círculo do Livro S.A., por cortesia da Editora Pensamento Ltda, São Paulo-SP.

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