domingo, abril 16, 2023

 

Hipnose via Rádio, Televisão e Cinema


Cuidado! Sua mente pode ser condicionada hipnoticamente através de sons e imagens, muitas vezes tornados invisíveis à nossa mente consciente pela tecnologia, indo diretamente para nossa mente incosnciente.

É um mundo maravilhoso - e perigoso - no qual vivemos hoje, graças à ciência. O perigo surge pelo fato que as criações da ciência não possui uma consciência. O ser humano precisa suprir isso.

 https://www.youtube.com/watch?v=W7ZRmKnkFJA

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quarta-feira, julho 28, 2010

 

Verdade e Hipnose

"O pior cego é aquele que não quer enxergar", ditado popular.
"Temos dois tipos de sonhos: os da noite e os de dia. Nunca estamos completamente acordados, pois estamos hipnotizados", G. Gurdjieff.

George Gurdjieff é um dos mestres mais importantes de nossa era.

Ele é único sob muitos aspectos: ninguém no mundo contemporâneo se expressa como ele. Ele é quase como um outro Bodhidharma ou Chuang Tzu, aparentemente absurdo, mas na realidade dando excelentes indicações para a libertação da consciência humana. Ele costumava dizer: "Você está numa prisão". Às vezes mergulhava ainda mais fundo na realidade e, em vez de dizer "Você está numa prisão", dizia "Você é a prisão". O que é mais verdadeiro.

Se você quiser sair da prisão - ou, melhor dizendo, se não quiser ser uma prisão -, a primeira coisa a fazer é dar-se conta de que está numa prisão... ou de que é uma prisão. É algo que deve ser sempre lembrado como um dos primeiros princípios de todo aquele que estiver em busca da verdade.

A tendência da mente humana é negar as coisas feias, esconder o que não quer que os outros saibam - e esconder de tal maneira, em camadas tão profundas do inconsciente, que a própria pessoa deixa de ter consciência dessas coisas! Desse modo, mantém sua personalidade superficial.

Gurdjieff tem uma história a esse respeito...

Havia um mágico que vivia numa floresta densa e tinha muitas ovelhas, que eram seu único alimento. No meio da floresta, ele mantinha todas aquelas ovelhas somente para matá-las diariamente, uma a uma. Naturalmente, as ovelhas tinham muito medo dele e costumavam correr pela floresta, temendo que qualquer dia fosse o seu dia de morrer. As companheiras que eu tinha já se foram, não se pode confiar... Por puro medo, elas costumavam fugir para muito longe, entrando profundamente pela floresta. E todo dia era uma canseira tentar encontrá-las.

Finalmente, o mágico recorreu a um truque. Ele hipnotizava as ovelhas, dizendo-lhes: "Você é uma exceção; todo mundo pode ser morto, mas não você. Você não é uma ovelha comum; você tem um privilégio divino". Para as outras dizia: "Vocês não são ovelhas; são leões, tigres, lobos. Só as ovelhas são mortas. Não precisam esconder-se na floresta; seria muito embaraçoso um leão se escondendo na floresta com medo de ser morto - só as ovelhas são mortas". Dessa forma, ele conseguia hipnotizar todas as ovelhas.

Chegava inclusive a dizer para algumas delas: "Vocês são homens, seres humanos, e os seres humanos não se matam uns aos outros. Vocês são exatamente como eu (ser humano). Nunca tenham medo nem tentem fugir por medo". Desde esse dia, nenhuma ovelha voltou a fugir para se esconder na floresta, embora todas elas vissem diariamente que uma delas era abatida e morta (como vemos todos os dias, não é mesmo?). Mas é claro que todas pensavam: ela deve ser uma ovelha; eu sou um tigre, um leão, um ser humano. Eu sou especial e excepcional, tenho um privilégio divino... Eram essas as histórias que o mágico botava em suas cabeças.

Gurdjieff afirma que, se não nos conscientizarmos da primeira coisa - de que estamos numa prisão, que somos a prisão -, não existe esperança de liberdade. Se você já acredita que é livre, é por ser uma ovelha hipnotizada que pensa ser um leão - excepcional, não é preciso ter medo -, que acredita inclusive que é um ser humano (divino). Você continua vendo outras ovelhas serem mortas, mas ainda está sob efeito da hipnose, sem tomar consciência de sua condição concreta. Ser livre, quando já sabemos que somos livres, não constitui problema.

Todas as religiões juntas, talvez involuntariamente, geraram um tremendo estado hipnótico. As pessoas acreditam ter almas imortais. Não estou dizendo que você não tem, mas apenas que não sabem em que acreditam. E, como acreditam que têm uma alma imortal, nunca descobrem que já a têm. Disseram-lhes: "Vocês são o reino de Deus"... e é tão cômodo e consolador acreditar nisso. Mas não existe uma maneira de buscar e tentar descobrir se essa crença hipotética tem algum fundo de verdade, ou é apenas um truque hipnótico usado pela sociedade (pelos manipuladores da sociedade) para mantê-lo livre do medo da morte, da doença, da velhice, da solidão (e manter você disponível para ser sacrificado, quando for conveniente).

O seu Deus pode ser apenas uma hipnose psicológica. Não é uma descoberta sua. Isso é verdade: até aqui, é a absoluta verdade. Ele (Deus) foi implantado em sua mente e, como você continua acreditando nele, a sua crença impede qualquer aventura de busca da verdade.

Geralmente, estão sempre lhe dizendo que, se não acreditar, você não encontrará. Mas a verdade é exatamente o contrário. A crença é uma barreira para se encontrar a verdade, não é uma ponte. Os que acreditam nunca encontram, pois sequer se dão ao trabalho de buscar; não há necessidade, "já sabem"...

Você está numa prisão e se julga livre.

Você está preso a grilhões, mas acha que são apenas adornos. É um escravo (numa sociedade escravagista), mas lhe disseram que você é apenas humilde, simples, que é assim que deve ser uma pessoa religiosa como você. Você está cercado de muitas estratégias hipnóticas desenvolvidas pela sociedade ao longo das eras. E essas estratégias hipnóticas são a causa essencial da sua ignorância, do seu sofrimento, da sua falta de esclarecimento (de suas doenças físicas e mentais).

De modo que a primeira coisa a ter em mente é que você está numa prisão. A partir do momento em que você reconhece que está numa prisão, você já não pode mais tolerá-la. Ninguém a tolera; ela vai contra a sua dignidade humana. Você começará a encontrar maneiras de sair dela. Começará a conhecer pessoas que já se libertaram. Pode começar a buscar ajuda além das muralhas, pois lá fora existem pessoas capazes de oferecer todo tipo de ajuda. Mas elas não serão de ajuda alguma se você acreditar que já está vivendo em absoluta liberdade.

Se você acredita que essa prisão é a sua casa, seria naturalmente absurdo pensar em se livrar dela. Você acredita que o muro que o mantém prisioneiro é uma proteção para você. Estaria portanto fora de questão fazer um buraco na parede para escapar, ou encontrar uma escada, ou ainda buscar ajuda lá fora. Pode até ser lançada uma corda lá de fora, ou providenciada uma escada, mas isso só teria valia se for reconhecido o principal: que você está numa prisão. George Gurdjieff estava constantemente insistindo: "É a principal coisa a entender. Sem isso, não pode haver avanço para o esclarecimento. Se você acha que é livre, você não pode escapar".

Fonte: Osho, Encontros com pessoas notáveis, Editora Academia, São Paulo, 2009.


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terça-feira, março 18, 2008

 

Nossos 2 Tipos de Sonhos


Gurdjieff nos informa que temos dois tipos de sonhos. O primeiro tipo é aquele que temos quando vamos dormir; este tipo não tem maiores conseqüências, pois seus problemas (pesadelos, por exemplo) terminam quando acordamos do nosso período normal de sono. O segundo tipo de sonho é aquele que temos após acordarmos de nosso período normal de sono; este "sonhar acordado" é um sonho hipnótico que nos molda todos os atos que temos, no chamado "período de vigília"; esta situação hipnótica nos foi impingida desde o nosso nascimento pela sociedade que nos cerca, começando pelos pais e, posteriormente, se estendendo para os amigos, professores, parentes, conhecidos, grande mídia, etc.

Você pode pensar que estou exagerando neste aspecto, e que você possui um total livre arbítrio para enfrentar o seu meio livremente. Mas não é bem assim. Tome, por exemplo, o nosso sentido da visão. Nós não enxergamos com os olhos: a informação visual passa a existir para nós apenas após sua decodificação por um lugar do cérebro (local totalmente escuro! Uma câmara escura...) chamado de córtex visual. Porém, durante o trajeto dos olhos até o córtex visual, a informação luminosa sofre uma edição (uma auto-censura) de acordo com os conceitos que aceitamos como verdadeiros desde o nosso nascimento (nossos pré-conceitos). Essa edição das imagens visuais pode ser bastante severa. Quem assistiu o filme "Quem somos nós?", por exemplo, irá lembrar-se do fato ocorrido com os índios, quando da chegada de Cristóvão Colombo na América: os índios não conseguiam ver, inicialmente, as enormes caravelas de Colombo, estacionadas próximas da praia! Os índios nunca tinham visto uma caravela e, porisso, não conseguiam enxergá-las, apesar de estarem em frente às suas vistas; a edição visual era total no trajeto entre os olhos e o córtex cerebral desses índios. Esse tipo de acontecimento continua ocorrendo rotineiramente hoje em dia conosco; alguém que não acredita, piamente, em discos voadores, pode ter dificuldade em os enxergar, apesar de estarem na sua presença. Certos objetos conhecidos, que tenham um buraco ocasional, podem ser enxergados sem esse buraco, devido a essa nossa edição visual; um editor/revisor pode detectar facilmente erros ortográficos que um escritor tinha certeza que não existiam na sua redação (pois o escritor realmente as palavras erradas, escritas por ele, da forma certa); etc etc.

Quando conseguimos acordar de nossos sonhos hipnóticos (e de nossos sonhos normais do período normal de sono) podemos passar a ter o que é conhecido como sonhos lúcidos, em que a realidade que nos cerca passa a ser percebida de uma forma mais real, consciente e verdadeira. Algo parecido com a vivência de um desdobramento astral consciente.

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segunda-feira, dezembro 03, 2007

 

Terapia via Regressão


A primeira coisa que devemos nos lembrar é que
qualquer terapia pode ter, como conseqüência de sua aplicação, resultados positivos ou negativos. Portanto, a chamada Terapia de Regressão a Vidas Passadas não foge a esta regra e, portanto, pode gerar resultados positivos e negativos, dependendo de vários fatores, como o estado atual do paciente e a qualidade do terapeuta de TVP (Terapia de Vidas Passadas) escolhido. Para evitar uma possível indução inadequada do terapêuta, a pessoa pode tentar lançar mão de uma técnica de auto-regressão, que poderia ocorrer de forma espontânea. Outro ponto interessante, e pouco comentado, é que o nosso "deslocamento temporal" (via mente) pode ser feito em direção ao passado (regressão) ou em direção ao futuro (progressão temporal), conforme nos alerta o jovem Aldomon Ferreira em um vídeo [1].

No citado vídeo, Aldomon cita dois casos de regressão que poderiam gerar resultados negativos se o paciente não estiver bem equilibrado atualmente: um caso poderia ser aquele em que o paciente descobre que em muitas vidas passadas ele foi uma pessoa má; neste caso ele pode concluir que nesta vida ela (a pessoa) é má porque "ela é assim" e, nesta situação, não irá colher resultados positivos para melhorar sua vida atual; um outro caso seria aquele em que a pessoa descobre, via regressão, que a sua vida anterior foi muito boa, muito melhor do que a vida atual, e, então, pode desejar morrer para poder passar a viver melhor, já que sua atual vida, por comparação, é muito ruim. Se a pessoa que faz a regressão for equilibrada, ela pode fazer uma junção das experiências vividas nas vidas passadas com as experiências na atual encarnação, obtendo um resultado positivo com essa terapia.

Afinal, qual é a idéia na qual se baseia a terapia de (regressão a) vidas passadas? Basicamente é que, se você relembrar (reviver) as experiências (geralmente traumáticas) ocorridas em vidas passadas, você poderá corrigir certos problemas que estão ocorrendo em sua vida atual, melhorando sua qualidade de vida nesta encarnação, pela remoção de certos bloqueios atuais herdados de vidas anteriores. Um ponto interessante a ser frisado, é que a regressão pode não se estender a vidas vividas em encarnações anteriores (usando a mesma consciência ou alma), mas apenas regredir no tempo até a nossa infância, nosso nascimento ou na gravidez de nossa mãe atual. A regressão ao período de nascimento (nesta atual encarnação) é um ponto central da técnica de Renascimento (Rebirthing), divulgada por Leonard Orr, que afirma que todos nós temos um "trauma de nascimento", que se não for curado a tempo nos leva à morte (para o cemitério...). A técnica de renascimento envolve um controle adequado da respiração, para induzir a regressão temporal até a data de nosso nascimento.

Atualmente, a técnica mais utilizada para induzir a regressão a vidas passadas é a hipnoterapia. Se a pessoa acredita em reencarnação, a experiência de regressão consolida a idéia de que a vida é eterna e que somos, portanto, imortais (pelo menos a nível de alma ou consciência, que serve como elo de ligação entre todas as nossas vidas). Logo, a vida eterna não é algo que você precise trabalhar muito para conseguir obter em algum tempo num futuro muito distante. Você já é imortal neste exato momento! É nessa ocasião que você compreende que a morte não é uma coisa verdadeiramente importante e permanente, mas pode ser considerada como uma mera ilusão. A morte pode ser considerada como um período de férias de verão, entre os nossos períodos escolares (períodos em que estamos encarnados, estudando na Escola Terra) [2].

O efeito positivo da regressão pode ser resumido na seguinte idéia: afinal, por que manter armazenado os traumas vividos em vidas passadas, que estão infernizando nossa atual encarnação? Afinal, nós não sobrevivemos a todos esses traumas (inclusive à morte) e estamos aqui e agora vivinhos para contar essas nossas histórias? Portanto, esses traumas não deveriam ser tão traumáticos (essa é uma possível aceitação mental, que pode dissolver os problemas atuais causados por traumas do passado).

[continua]

Referências:
[1] http://video.google.com/videoplay?docid=7260994550799808769&q=Aldomon+Ferreira&total=13&start=0&num=10&so=0&type=search&plindex=0
[2] Florence Wagner McClain, A Verdade Sobre Regressão a Vidas Passadas, Mauad Editora Ltda., 2004.

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sexta-feira, novembro 02, 2007

 

A Hipnose como Clínica Terapêutica

Hipnoterapia é o uso terapêutico da hipnose, ou o tratamento de uma doença com o uso de técnicas hipnóticas.

É uma espécie de psicoterapia, que facilita a sugestão, a reeducação ou a análise por meio da hipnose.

Perguntas mais comuns

Hipnose, estado hipnótico ou transe hipnótico é um estado alterado de consciência, a pessoa hipnotizada não está dormindo, ela está em concentração profunda e com a memória ampliada e focada com mais precisão. Ao contrário do que se pensa, há muita atividade em todo o córtex cerebral durante a hipnose.

Não, definitivamente. Hipnose é um fenômeno neurofisiológico legítimo, onde o funcionamento do cérebro possui características muito especiais. Tais características, únicas, podem ser verificadas por alterações em eletroencefalograma no decorrer de todo estado hipnótico e visivelmente por manifestações não presentes em outros estados de consciência, como rigidez muscular completa, anestesia, hipermnésia (reforço da memória) e determinados tipos de alterações de percepção. A hipnoterapia usa as vantagens de trabalhar com o cérebro neste estado para ajudar as pessoas.

Uma pessoa hipnotizada pode lembrar-se com mais detalhes de situações passadas (regressão de memória) que explicam suas dificuldades emocionais e/ou sociais do presente e, desta forma, otimizar seu tratamento terapêutico, pois, uma das dificuldades dos procedimentos terapêuticos tradicionais é lidar com o “esquecimento” de determinados fatos do passado que atrasam o desenvolvimento da terapia.

Não funciona desta maneira. O cérebro da pessoa está sempre pronto para desperta-la se ocorrer algo ofensivo, que seja contra sua moral ou costumes.

É muito difícil hipnotizar uma pessoa que não queira cooperar ou que não confie no hipnólogo, pois, a função do cérebro é sempre proteger e não se expor a qualquer tipo de situação desconhecida. O tipo de atividade cerebral que ocorre quando uma pessoa está sendo ameaçada, oprimida, assustada ou desconfiada, inviabiliza o transe hipnótico que possa ter alguma utilidade terapêutica. É certo que existe uma porcentagem pequena da população que tem uma sensibilidade muito grande à indução hipnótica, e essas são as maiores “vítimas” dos hipnotizadores circenses, pois esses, pela prática, identificam tais pessoas numa platéia e sempre as escolhem para fazer as apresentações, que não tem objetivo terapêutico algum. Por outro lado, existe uma outra porcentagem, também pequena, da população que é insensível à maior parte das técnicas de indução hipnótica.

Não. Se algo ocorrer e a pessoa não for trazida do transe, ela continuará em processo de relaxamento até chegar o sono comum, cochilará por algum tempo e acordará normalmente; ou fará o processo inverso. Todo este processo é concluído em minutos.

Apenas se o profissional não possuir um treinamento, tanto teórico quanto prático, feito de forma responsável. Não é aconselhável a uma pessoa com problemas emocionais participar de hipnose de palco (shows de hipnotismo), pois, o hipnotizador não lida com a técnica de maneira a ajudar as pessoas ou lidar com eventos de catarse (uma espécie de explosão emocional que tende a ocorrer durante o transe), sua função é meramente circense.

Sim. A hipnose é hoje legalmente reconhecida e utilizada no Brasil por profissionais de Medicina, Odontologia, de Psicologia, do Sindicato dos Terapeutas e possui diversas outras associações profissionais sérias em todo o mundo que estudam e utilizam a hipnose como ferramenta produtiva em seus campos de trabalho.

Não. A hipnose é uma ferramenta que deve ser usada dentro de um processo terapêutico muito mais amplo; hipnotizar a pessoa e apenas eliminar determinados sintomas, simplesmente, sem investigar a causa de tais sintomas, não resolve seus problemas e pode até mesmo disfarçar (ou deflagrar) um problema maior.

Em alguns casos sim, especialmente naquele grupo de pessoas mais sensíveis a indução hipnótica. Mas este tipo de terapia, apenas sintomática, é improdutiva e irresponsável. Muitas vezes os sintomas apresentados por clientes são apenas como “a ponta do iceberg”. É necessário toda uma investigação para que a correta aplicação de técnicas pertinentes seja oferecida. A terapia não busca o simples alívio dos sintomas, mas sim a investigação das causas dos problemas para que os sintomas não mais ocorram nem se transformem em outros piores. Muitas vezes uma mera “dorzinha” é associada, num evento de regressão de memória, à memórias tristes da infância ou relacionamentos mal solucionados.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipnoterapia

Para Saber Mais:
http://www.fasterhealingwithhypnosis.com/
http://www.fasterhealingwithhypnosis.com/newsletters/2007-11.htm

Meu Testemunho: Minha esposa perdeu o medo de dirigir automóvel usando hipnose.

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