segunda-feira, outubro 17, 2016

 

Cargas Elétricas e Sexualidade


Um ser divino e perfeito está em equilíbrio total, inclusive em equilíbrio elétrico, tendo igual quantidade de cargas elétricas positivas e negativas, constituindo um corpo neutro em cargas e, portanto, está em uma situação andrógina. Na tradição hindu, existe um ser cultuado como deus, chamado Krishna: ao se olhar seu corpo azulado, não consegue-se identificar, pela aparência, se esse ser é do sexo masculino ou feminino, devido ao seu alto grau de divindade. Quando crianças humanas nascem - e nos seus primeiros meses - existe uma forma de androgenia presente, não sendo fácil identificar o sexo dessas crianças, já que elas estão ainda bem equilibradas, vibrando ainda em uma frequência quase divina. Seres extraterrestres presentes no planeta, como os grays (cinzas), também apresentam alto grau de androgenia, devido ao seu maior grau de evolução, quando comparado ao nosso.

Um humano com um corpo masculino possui um desequilíbrio de cargas elétricas, com um excesso de cargas positivas (yang). Um humano com corpo feminino também possui um desequilíbrio de cargas, com excesso de cargas negativas (yin). Da Física sabemos que corpos com cargas opostas (positiva e negativa) se atraem. Portanto, homem é atraído por mulher e vice-versa. Quando dois corpos com cargas opostas se tocam há uma transferência de cargas entre eles, com uma tendência ao estado neutro (equilíbrio) de cargas. Se a intensidade das cargas positiva e negativa forem iguais, a neutralidade completa será alcançada. É por isso que namorados gostam de se tocar, se beijando, abraçando e andando de mãos dadas. Isto leva a uma situação de maior equilíbrio de cargas elétricas, o que gera um estado de maior conforto para ambos.

Em um corpo condutor esférico, as cargas elétricas se distribuem na superfície de forma uniforme. Se o corpo não for esférico, as cargas não se distribuem uniformemente, se concentrando nas "pontas" (regiões com menor raio de curvatura), o que em Física se chama "poder das pontas". O corpo humano (condutor) não é esférico e, portanto, as cargas superficiais se concentram nas suas "pontas": pés, mãos, cabeça, pênis. Portanto, quando namorados andam de mãos dadas estão colocando em contato pontas com grande concentração de cargas de sinais opostos, o que é muito eficiente na equalização de cargas, levando a um estado mais próximo da neutralidade.

Como dito acima, o estado ideal para nosso corpo é o de neutralidade elétrica. Para tentar conseguir esta condição, um bom hábito é andar com os pés (uma de nossas "pontas") descalços no chão. Isso permite às nossas cargas irem para o solo (aterramento), o que resulta em uma situação muito saudável. Por exemplo, Maria do Carmo Gerônimo sempre viveu descalça e se tornou a campeã brasileira de longevidade (128 anos). O país campeão de longevidade (Japão) talvez tenha conquistado isso por todos andarem descalços dentro de casa. Prefira passar suas férias na praia, onde você pode fazer longas caminhadas descalço nas areias da praia (minha tia curou sua erisipela usando essa tática). Calçados nos isola do solo e nos afasta da neutralidade elétrica: evite essa situação sempre que possível. 

Como a cabeça é uma de nossas "pontas" onde se acumulam cargas elétricas, deve-se tomar algum cuidado quando se troca beijos entre o sexo masculino e feminino (que possuem cargas opostas). Meu pai leu uma notícia que um homem (na Austrália, se não me falha a memória) foi parar no hospital ao dar um beijo de despedida na esposa, ao sair para trabalhar: houve uma grande descarga elétrica entre a boca dos dois. Um caso recente, aqui no Brasil, foi uma jovem que matou eletrocutado o namorado ao dar-lhe um beijo [1]. Note, nesses casos, que quem leva a pior é o ser masculino, já que o ser feminino costuma ser sempre o  mais saudável. A massagem corporal, quando efetuada por pessoas de sexos (cargas) opostos(as) tem um efeito terapêutico, já que contribui para diminuir a carga total em cada um dos envolvidos.

Um fato interessante, que já ocorreu comigo vária vezes: em dia ensolarado, com baixa umidade do ar, é comum receber-se um choque (ocorrer uma descarga eletrostática de cargas elétricas) ao se tocar a porta metálica condutora do nosso carro, pois o nosso corpo está com grande excesso de cargas eletrostáticas, já que estamos com algum calçado isolante nos pés. Em dias chuvosos, quando a umidade do ar é elevada, esse fenômeno nunca ocorre. Eureka! Quando tomamos banho (descalços) nos livramos de muitas cargas eletrostáticas e nos sentimos muito bem. Logo, fica aqui a sugestão: comesse o dia com um banho e termine o dia com um banho: seu dia será muito melhor e sua noite (sono) será muito melhor, e sua saúde será muito melhor! Faça o teste e comprove. Não acredita? Lembre-se do caso da Maria do Carmo Gerônimo, que "tomava banho" o dia inteiro (andava descalça o dia inteiro) e quebrou o recorde brasileiro de longevidade, 129 anos. Existe também o caso muito interessante de Igor Tscharkovsky [2], relatado por Leonard Orr [3], que se curou de todas suas doenças e virou um gênio, ficando um mês inteiro dentro de uma piscina com água. Quer sugestão de um bom hábito para se divertir? Pratique natação! O brasileiro João Havelange, ex-presidente da FIFA, tinha o hábito de nadar diariamente durante toda sua vida: morreu recentemente com 100 anos de idade... 

Da mesma forma que a moça, citada acima, eletrocutou seu namorado com a língua através de um beijo na boca, a inserção do pênis (ao invés da língua) na vagina (ao invés da boca) estabelece um bom contato elétrico entre os parceiros, o que pode causar uma descarga elétrica que pode até ser fatal para os envolvidos, principalmente se a relação for iniciada sem as carícias iniciais (toque usando o tato) que contribui para diminuir a intensidade das cargas eletrostáticas presentes em ambos [Um banho também poderia ser tomado, para produzir esse mesmo efeito]. Morte durante o ato sexual não é algo raro, mas o motivo da morte não costuma ser relacionado diretamente com descargas elétricas (como enfarto, hemorragia, etc), apesar de poder ser essa a causa original da morte.


Referências:
[1]  "Menino morre eletrocutado pela língua da namorada durante um beijo" em http://www.g17.com.br/noticia.php?id=584, acessado em 17/10/2016.
[2] http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2015/06/minimize-sua-gravidade.html
[3]  Leonard Orr, Manual de Sanación (em espanhol), Editorial Las Acacias, 2005. pg. 32.

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quarta-feira, junho 10, 2015

 

Minimize sua Gravidade


A regra é:  quanto maior a força da gravidade, maior o desgaste do corpo físico. Logo, se você pretende ter uma vida longa e saudável, maximize o tempo que você fica em um ambiente de gravidade reduzida. Como fazer isso? Abaixo vão algumas sugestões.

Quando você pretende descansar, você procura colocar seu corpo na posição horizontal, já que desta forma há uma minimização da força da gravidade ao longo de todo seu corpo, no local em que você se encontra. É também por isso que você prefere dormir deitado, e não sentado em uma confortável poltrona. Já percebi que quando levanto à noite para ir ao banheiro, minha respiração e meus batimentos cardíacos ficam mais fortes, por eu estar lutando contra a gravidade ao me levantar. Uma curiosidade: há informações de que nosso planeta Terra é oco, e que na sua superfície interna a gravidade é bem menor do que aqui na superfície externa onde vivemos. Como consequência, as pessoas da superfície interna vivem uma vida bem mais longa e saudável do que nós aqui na superfície externa. Aqui na superfície externa, onde se concentram a maioria das pessoas centenárias? A maior densidade de centenários ocorre em pequenos vilarejos (com baixa poluição atmosférica) em regiões altas e montanhosas (com baixa gravidade), como em Vilcabamba, no Equador. Próximo da Cordilheira do Himalaia, certamente existem muitos longevos (Hunzas, etc)...

A gravidade é máxima ao nível do mar. Acima e abaixo desse nível a gravidade diminui. Se você observar quem são as pessoas campeãs de longevidade, verá que geralmente são mulheres pobres (comem pouco) que moram no interior do país, longe do litoral. No caso do Brasil, por exemplo, são Maria do Carmo Jerônimo (129 anos) e Maria Olívia da Silva (130 anos), ambas vivendo no interior do país, onde a gravidade é menor que no litoral. Se você morar no litoral, o que você pode fazer para compensar a maior gravidade aí existente? A resposta está no treinamento de astronautas. Antes de os astronautas serem enviados para viagens espaciais ao redor da Terra, onde a gravidade é muito baixa (microgravidade), eles são treinados, aqui na superfície, em locais que simulam ambiente de gravidade zero: ficam se exercitando em grandes piscinas de água, usando vestimenta apropriada (escafandro). Portanto, se você mora no litoral vá tomar banho de mar todos os dias, pois no mar o seu corpo fica submetido a um ambiente com pouca gravidade! Existe até um processo de terapia por água do mar (talassoterapia [1]), que sugere até você tomar alguns goles dessa água.

Se você tiver um pouco mais de recursos financeiros, talvez você possa nadar todos os dias em alguma piscina que possua água não venenosa (que não use cloro para higienização, mas apenas ozônio). Enquanto você está na piscina, você está em um ambiente de gravidade reduzida, para o seu corpo, o que é salutar. Veja um trecho interessante de um livro [2] de Leonard Orr: "Meu amigo Igor Tscharkovsky passou trinta dias em uma piscina (com água, obviamente), 24 horas por dia. Não apenas curou suas enfermidades, como também se converteu em um gênio". Pessoas que se dedicam à natação desde a adolescência, possuem vida longa e saudável, como, por exemplo, aqui no Brasil, a nadadora Maria Lenk [3], que morreu com 92 anos, o ex-nadador João Havelange [4], que foi por muito tempo o presidente da FIFA, e que está ainda vivo aos 99 anos de idade, etc. No mundo, por exemplo, temos o caso de Jaring Timmerman [5], ainda nadando aos 105 anos de idade. Existem clínicas que possuem pequenos tanques de flutuação (flutuários, geralmente, usando sais de Epsom para melhorar a flutuação) onde você pode marcar sessões de flutuação (ambiente de gravidade zero) para melhorar sua saúde. Uma outra atividade muito salutar praticada em piscinas chama-se hidroginástica. Obviamente, pessoas com excesso de peso terão maiores problemas de saúde devido ao efeito da gravidade. Dizem que os dinossauros desapareceram devido a isso...

Os índios brasileiros tinham (será que ainda têm?) uma prática muito salutar de tomar seu banho diário em um rio perto de sua aldeia. Esta prática de banho diário foi passada aos europeus que aqui aportaram na época do Brasil colônia. Se você mora em um local que possui um rio não poluido por perto (como na região amazônica), procure imitar nossos índios.

Você também pode instalar uma banheira em sua casa (uma mini-piscina) para tomar seus banhos diários nela, e colher os benefícios desta prática. Resumindo: para viver por longo tempo com boa saúde, coma pouco, more em um local elevado e entre dentro d'água todos os dias. 

PS: O jornal Folha de São Paulo [6] noticiou hoje (12.06.2015) que morreu um grande brasileiro, Aldo Weber Vieira da Rosa, fundador do INPE (ex-CNAE) e ex-presidente do CNPq, aos 96 anos de idade, no dia 08.06.2015. Veja um trecho da reportagem: "Sempre bem-humorado e irrequieto, dotado de uma erudição enciclopédica, Rosa foi esportista desde a juventude. Com quase 91 anos, quebrou 37 recordes internacionais na categoria Masters de natação e teve seu nome incluído no Hall da Fama. Além de consolidar a sua carreira como pesquisador e nadador, foi em solo norte-americano que formou a sua família..."  

Referências:

[1] https://pt.wikipedia.org/wiki/Talassoterapia
[2] Leonard Orr, Manual de Sanación,  Tercera Edicion, Editorial Las Acacias, Buenos Aires, 2005. ISBN: 987-97580-2-1.
[3]  https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Lenk
[4]  https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Havelange
[5]http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2014/01/nadador-de-104-anos-comprova-relacao-entre-exercicio-e-longevidade.html
[6] "Pioneiro na Aeronáutica brasileira, Aldo Rosa morre aos 96", Jornal Folha de S. Paulo, pg. B5, Seção Ciência+/saúde, 12 de junho de 2015.

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