quinta-feira, março 15, 2018

 

Saúde? Gravidade Zero e Tensão Elétrica Zero!


Como estou interessado em saúde, fui pesquisar os locais onde existe a maior densidade de pessoas centenárias no planeta Terra. Descobri que essas pessoas ficam em Vilcabamba, no Equador, e na região do povo Hunza, no Paquistão. Nesses locais vivem pessoas pobres de dinheiro e ricas de saúde. Esses locais ficam em regiões montanhosas de alta altitude. A força da gravidade é máxima ao nível do mar, decrescendo abaixo e acima deste nível. Quanto maior a gravidade a que o nosso corpo está submetido, maior o desgaste físico, supondo todas as demais condições idênticas. Logo, pessoas que vivem em locais de maior altitude tendem a viver mais, com as demais condições idênticas. Este é um dos motivos que proporciona longevidade aos moradores de Vilcabamba e aos Hunzas. Sendo isso verdade, o ideal é vivermos o maior tempo possível em um ambiente de gravidade zero, para maximizar este efeito salutar no nosso corpo, certo? Como podemos fazer isso?

Existe uma lei da física (da área de hidráulica) descoberta por um grego chamado Arquimedes (aquele que saiu pelado gritando repetidamente Eureka!) que resolve o nosso problema de gravidade zero para nosso corpo. Basta colocar seu corpo em um local com grande volume de água: mar, lago, rio, piscina ou banheira. Quando você entra nesses locais o seu corpo flutua, sentindo uma gravidade zero (Arquimedes estava numa banheira quando descobriu a famosa lei da hidráulica que se aplica neste caso: o corpo sofre um empuxo de baixo para cima - contra a força da gravidade - igual ao peso do líquido deslocado. Como nosso corpo é predominantemente água....gravidade líquida igual a zero). Você mora no litoral? Tome banho de mar todos os dias. Você é um habitante do interior? Vá tomar banho no rio ou na lagoa próxima. Você tem um pouco mais de dinheiro? Vá nadar numa piscina ou compre e use uma banheira. Você terá uma vida mais longa e saudável, se não se descuidar dos outros fatores que entram na equação vital. Quer alguns exemplos? A nadadora brasileira Maria Lenk viveu 92 anos, João Havelange, que nadava diariamente morreu com 100 anos, a atriz nadadora norte-americana Esther Williams viveu 91 anos, etc. Veja um trecho interessante de um livro [1] de Leonard Orr: "Meu amigo Igor Tscharkovsky passou trinta dias em uma piscina (com água, obviamente), 24 horas por dia. Não apenas curou suas enfermidades, como também se converteu em um gênio".

Que significa "tensão elétrica zero"? Significa uma diferença de potencial elétrico igual a zero entre nosso corpo e o planeta Terra. Como se obtém isso? Colocando nosso corpo em contato elétrico físico com a Terra. Em outras palavras: aterrando o nosso corpo! A forma mais fácil de fazer isso é andando descalço sobre a superfície terrestre condutiva, durante o dia. Pode-se também dormir aterrado: basta ligar um fio condutor entre um eletrodo metálico [2] colado à sua pele (por exemplo, na sola dos pés) até uma haste metálica enterrada no quintal de sua casa [ou no sistema de pára-raios do prédio onde mora].Neste caso, seu sono será muito mais reparador, além de resolver inúmeros outros problemas de saúde [3]. Quer algumas provas do efeito saudável do aterramento? A campeã brasileira de longevidade, Maria do Carmo Gerônimo viveu 129 anos, andando sempre descalça. O país campeão de longevidade é o Japão, onde as pessoas têm o costume de andar descalças dentro de casa. Minha tia Stela, que mora no interior e tem erisipela, elimina seus sintomas desta doença após três dias de andar descalça nas areias úmidas da praia.

Se combinarmos gravidade zero com tensão zero, teremos uma condição super saudável, certo? Existem formas simples de fazer isso: tomar um banho de mar (a água do mar é muito condutiva e está em contato íntimo com o solo condutivo do oceano, certo?), um banho no rio, na lagoa ou na piscina feita de concreto (piscina de plástico isola sua água da superfície condutiva da Terra). É devido a isso que pessoas que têm o hábito de nadar (ou praticar hidroginástica) acabam tendo boa saúde e vivendo bastante.

Referências:
[1] Leonard Orr, Manual de Sanación,  Tercera Edicion, Editorial Las Acacias, Buenos Aires, 2005. ISBN: 987-97580-2-1.
[2] Eu, por exemplo, uso o "Eletrodo para Monitorização - Espuma 2223BRQ" (auto-adesivo) da empresa 3M, que é usado normalmente para obter ECG (eletrocardiogramas), EEG (eletroencefalogramas), etc. Isso mostra que nosso corpo é um sistema elétrico e, como todo circuito elétrico, deve ser aterrado para funcionar corretamente (ter saúde). 
[3]  Clinton Ober, Stephen T. Sinatra e Martin Zucker, Earthing: The most important health discovery ever!, 2ª Edição, Basic Health Publishers, 2014. ISBN: 978-1-59120-710-8. Observação: Na primeira edição desse livro, o título terminava com um ponto de interrogação (?) mas, na segunda edição, esse transformou-se em um ponto de exclamação (!), pois agora tem-se a certeza de que o aterramento (earthing) realmente é a maior descoberta na área de saúde humana.

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sexta-feira, julho 22, 2016

 

A Prisão Nossa de Cada Dia


Conheça e pratique a Verdade, e ela nos libertará da prisão em que fomos colocados como escravos. Como isso aconteceu? Desde que nascemos no mundo físico (na terceira dimensão, 3D) só nos foi contado mentiras, mantidas pela Tradição, que nós aceitamos como verdades. Nós, como ignorantes ("burros"), aceitamos essas "estórias da carochinha" (mentiras) como verdades absolutas. É natural que um burro faça burradas, isto é, que um ignorante cometa erros. O livre-arbítrio do ignorante permite que ele escolha cometer inúmeros erros. A consequência de praticar inúmeros erros é uma vida cheia de problemas, como  uma saúde debilitada. Por que somos ignorantes, burros? Porque fomos manipulados geneticamente por uma raça extraterrestre (Anunnaki), que adoramos como Deus: tínhamos 12 hélices no DNA e acabamos ficando com apenas duas! Com isso, nossos sentidos, na fisicalidade, ficaram restritos a apenas cinco: visão, audição, gustação, olfato e tato. As religiões foram inventadas por esses seres malignos, para cultuar um Deus (eles!) que é todo Amor e Justiça, oniciente, onipresente e onipotente (pode fazer tudo). Como que esse Deus, que é todo amor e justiça, além de ter o poder de fazer tudo que quer (onipotente), faz com que nossas vidas sejam um rosário de coisas ruins, de sofrimento, doenças e dor? Porque esse Deus que adoramos é um capeta que nos manipula por diversão, da mesma forma que um menino ("Deus") destrói um formigueiro ("seres humanos") por pura diversão, sem qualquer remorso. Como que esse Deus sádico (e seus comandados) que adoramos consegue nos maltratar continuamente sem que nós nos revoltemos? Nos contando mentiras misturadas com algumas verdades.

O ser humano é multidimensional, possuindo energia no mundo físico (terceira dimensão, 3D), no mundo astral (4D), na quinta dimensão, etc. Quando "vivemos" no mundo físico, a nossa consciência está focada apenas na 3D; quando "morremos" no plano físico, a nossa consciência passa a atuar na 4D (mundo astral). O nosso problema é que somos escravos na prisão construída nas terceira e quarta dimensão do planeta Terra: ao morrermos na terceira dimensão somos expulsos para a quarta dimensão (astral) e ao morrermos no astral somos enviados de volta para a terceira dimensão (para um novo corpo físico) e assim sucessivamente, em um processo infinito de reencarnações sucessivas (roda de Sansara). Mente-se dizendo que essas reencarnações sucessivas levam a uma evolução humana: não há evolução quando você está permanentemente na cadeia como escravo de um deus vingativo!

Como os seres diabólicos construíram a prisão aqui na Terra e nos colocaram nela como escravos? Com dois estratagemas: muito sexo e muita comida (alimentação bucal)! Deus, o nosso criador original, não é apenas masculino ou apenas feminino. Nós, como criações suas, também tínhamos essa mesma característica, éramos andróginos/hermafroditas e nos reproduzíamos por partenogênese. Aí vieram nossos escravizadores e separaram os seres humanos em dois sexos, masculino e feminino. Com isso começou a escravização, com cada ser dependendo do sexo oposto para se sentir completo, bem.

A outra forma de escravização está associada à nossa alimentação bucal. Onde está a privada de Deus? Onde ele deposita sua urina e fezes? Obviamente, Deus não tem privada pois ele não urina nem defeca. Nós, como filhos de Deus, também não urinávamos e nem defecávamos inicialmente e, portanto, não poluíamos o meio ambiente em que habitávamos. A nossa alimentação era nasal, e não bucal. Em outras palavras, alimentávamos apenas através do ar que respirávamos pelas narinas. No nosso corpo, as partes mais importantes estão duplicadas. Temos apenas uma boca, um estômago, um pênis, uma vagina, mas temos dois braços, duas pernas, dois ouvidos, dois olhos, duas narinas, dois pulmões. Portanto, o uso das narinas/pulmões é muito mais importante que o uso do estômago: podemos passar apenas alguns minutos sem respirar, mas podemos passar muitos dias sem colocar alimentos sólidos ou líquidos no estômago.

Para mim, os budistas estão totalmente equivocados com aquela mania de raspar todos os fios de cabelo da cabeça: isso é uma forma de emburrecer as pessoas, tornando-as ainda mais escravas de um deus/diabo que construiu nossa prisão na 3D-4D. Para você ter uma ideia, Satanás é o nome de um anunnaki que infernizou a vida do personagem bíblico Jó! A bíblia sagrada conta que Sansão perdeu as forças (energia) quando a Dalila cortou o cabelo dele, que ele não cortava desde o nascimento. Por que isso ocorre? Porque os fios de cabelo são antenas eletromagnéticas que captam energia (e informação) do meio ambiente: quanto mais comprido o fio de cabelo, mais eficiente a captação da energia! Porisso, em todos os países do mundo (na atualidade!) as mulheres vivem mais do que os homens (em média); veja a estatística da ONU a esse respeito. Outro ponto pouco conhecido: pouco antes da Segunda Guerra Mundial, Maria Orsic fundou a sociedade secreta alemã VRIL; ela e suas sócias tinham cabelos extremamente longos e, com isso, conseguiram captar informações que levaram à construção dos discos voadores alemães (e nazistas) durante a Segunda Guerra Mundial. Não caia na arapuca de cortar o cabelo curto e evite o emburrecimento.

Como comentei acima, as duas principais técnicas "divinas" de nossa escravização são muito apreciadas por todos: sexo e comida. Meu pai uma vez me contou a seguinte estória: "um diabinho foi reclamar com seu chefe (o diabão), que não estava conseguindo prejudicar uma pessoa muito virtuosa. Aí o diabão (muito sabido) disse ao diabinho: "Induza ela a ter muito sexo (ou masturbação) e comer muita comida". Isso funcionou muito bem, e o diabinho ficou muito feliz". Não há corpo físico que aguente por muito tempo os hábitos de muito excesso de sexo (relação sexual ou masturbação) ou muita alimentação bucal. Veja: uma campeã brasileira de longevidade foi Maria do Carmo Jerônimo, que viveu 129 anos. Características dela: foi escrava (provavelmente, aprendeu a comer sempre pouco, como minha avó materna) e teve apenas uma filha (provavelmente, teve pouco sexo); além disso, sempre estava com os pés descalços no chão (algo que aprendeu do tempo da escravidão)...


 "Conheça a verdade e ela te libertará (da prisão)"

Vamos direto ao assunto. Considere inicialmente os pontos:

1. Vivemos como escravos em uma prisão constituída pela "roda das reencarnações" (sansara). Estamos vivendo na fisicalidade (terceira dimensão, 3D); quando morremos passamos a viver no mundo astral (quarta dimensão, 4D). Quando estamos na 4D somos induzidos a voltar (involuir!) para a 3D. Esta é a prisão: uma ida-e-vinda interminável entre a 3D e 4D.

2. Uma pessoa (como nós) perguntou a um grande mestre: "Qual a diferença entre eu e você?". Resposta do grande mestre: "A diferença é que eu me lembro de TODAS as minhas encarnações e você não se lembra nem da sua última".

3. Foi permitido aos Patriarcas da atual humanidade viverem muitos anos (próximo de mil anos) para que pudessem desenvolver as ciências.

A prisão (escravização) começou a ser criada com o surgimento de dois sexos na raça humana. No início só existia um sexo (o feminino!) que se reproduzia por partenogênese [1]. O sexo masculino surgiu como uma degradação do sexo feminino: menor longevidade, infertilidade, atrofia das mamas, hipertrofia do clitóris (passou a ser chamado de pênis), etc. Por que houve a degenerescência? Porque a raça humana (feminina) passou a acreditar e a praticar uma MENTIRA: que a nossa alimentação original (nasal, respiração via narinas e pulmões) deveria ser complementada com alimentação bucal. No nosso corpo, as partes duplicadas são mais importantes que as não-duplicadas: temos DOIS olhos, duas narinas, dois pulmões, mas somente UMA boca, um estômago, um pênis, uma vagina. Portanto, respirar e ver é mais importante que comida bucal e falar. Podemos viver apenas alguns minutos sem respirar, mas podemos passar muitos dias sem inserir substâncias ("alimentos" sólidos e líquidos) pela boca. Coma pouco e viva muito: minha avó materna, que sempre comeu muito pouco, viveu 100 anos. Vivendo pouco, não temos tempo para evoluírmos (lembre-se dos nossos Patriarcas!) e ficamos como burros na prisão. Todo alimento que inserimos pela boca, o corpo joga fora na forma de urina e fezes. Alimentando-se apenas com ar, as fístulas do ânus e do meato urinário se cicatrizarão (sumirão), por não terem mais utilidade. Deus não tem privada e nós também não precisaríamos ter. Com isso não poluiríamos o mundo.

Uma rápida pesquisa na internet mostrará que a raça humana na Terra já desenvolveu instrumentos -  motos, carros, naves espaciais, geradores de energia elétrica - que funcionam ilimitadamente com energia extraída do vácuo ["vacuum energy", "zero point energy", "free energy"], com poluição ZERO! Todas essas invenções são mantidas em segredo pelos controladores de nossa sociedade humana na superfície do planeta. Por que? Porque alguém sabido(a) poderia fazer a pergunta: "Será que o ser humano, que construiu essas máquinas que funcionam eternamente e com poluição zero, também não tem um corpo físico (muito mais sofisticado!) que poderia funcionar eternamente sem poluir nada?". A resposta é um estrondoso SIM! Via alimentação nasal (respiração), sem alimentação bucal.

Quem construiu e é o dono da nossa prisão? É o deus da bíblia sagrada e seus comparsas. Quando estivermos na 4D, devemos fazer uso de nossa SOBERANIA individual (relativa a todos os temas que nos afeta), combinada com nosso livre-arbítrio, para não aceitar involuir para a 3D (perdendo CONSCIÊNCIA de todas as nossas experiências de encarnações passadas, voltando a novamente cagar nas calças, como bebê!). Aceitar apenas ir para a 5D (para continuar a EVOLUIR sempre e continuamente!), e nunca INVOLUIR para a 3D.

Somos como passarinhos em uma gaiola: se os passarinhos (nós) nasceram e viveram sempre na gaiola (prisão), mesmo abrindo a porta da gaiola (opção de liberdade), os passarinhos não sairão da gaiola, se não perderem o medo do desconhecido (da liberdade). No nosso caso, se não nos livrarmos das mentiras (que geraram convicções e apegos) que nos contaram desde que nascemos na 3D.


Como deixei implícito acima, todos os problemas humanos de saúde física e mental estão associados a apenas DUAS causas básicas: sexo e comida. Os construtores e guardas da nossa prisão 3D-4D (Deus-Demônio, o Deusmônio e seus colaboradores) fizeram com que todos nós tirássemos muito prazer desses dois aspectos da vida, e distorceram o seu uso, visando que morrêssemos o mais cedo possível e, dessa forma, não tivéssemos tempo para evoluir e, portanto, continuarmos emburrecidos e presos na prisão 3D-4D.

Sobre o sexo: a prática excessiva de relação sexual e da masturbação diminui a energia vital da pessoa, que irá faltar para manter as atividades automáticas do corpo físico em seu melhor nível, como o sistema imunológico que, quando debilitado, proporciona o surgimento de inúmeras doenças, como aids, câncer, etc. Quando o homem ejacula em uma relação sexual usual, ele perde muita energia vital. É por isso que o Taoismo e a Gnose recomendam que o homem não ejacule durante as relações sexuais: dessa forma ele preserva sua saúde e aumenta a sua longevidade! Desconfio que o sexo usual praticado entre homem e mulher aqui na 3D é mais um mecanismo artificial inventado pelos donos da prisão para manter os escravos (nós) permanentemente na prisão: esse sexo leva à gravidez da mulher, que desta forma puxa seres da 4D para a fisicalidade 3D (mecanismo de involução). Se a gravidez fosse um mecanismo natural, a gravidez deveria ocorrer em todas as dimensões, como resultado da atividade sexual naquela dimensão! Mas, na 4D, pode-se ter atividade sexual irrestrita, sem que isso cause uma gravidez e a consequente puxada  de seres da 5D para a 4D. Algo muito suspeito!


Sobre a comida: se inserirmos substâncias ("comida") pela boca, nós transformamos nosso corpo físico em uma máquina de poluição do Universo, através de nossa urina e fezes. É óbvio que a alimentação bucal não foi feita para os seres humanos deste planeta: a nossa alimentação básica deveria ser nasal, respirando o ar atmosférico. Na realidade, a nossa sobrevivência física neste planeta deveria envolver os quatro elementos: AR (via respiração), ÁGUA (extraída da umidade do ar, via respiração), FOGO (captada do Sol, gerando vitamina D) e TERRA (ficando descalço com o pé no chão). Duvido que os mestres ascensionados (como um Saint Germain, por exemplo) tenha uma privada em que descarregue sua urina e fezes!! Porque TODOS eles "escondem o jogo" e não nos esclarecem sobre esse "pulo do gato" (não usar a alimentação bucal, viver de luz, "viver de brisa")?? Pensem bastante sobre isso!

Sobre os complementos: 


1. Se você consultar as estatísticas da ONU (Organização das Nações Unidas) verá que o país campeão de longevidade é o Japão. Por que esse país (e não China ou Coreia, com o mesmo biotipo)? Porque os japoneses têm o hábito de andarem descalços dentro de casa! Não acreditam que seja isso? A Maria do Carmo Gerônimo, campeã brasileira de longevidade (129 anos), sempre andou descalça, com os pés no chão. Coincidência? Tenho uma tia (Stela, de Araraquara) que possui uma doença grave nas pernas, chamada erisipela (pele muito irritada, com dor): quando vai à praia e passa a andar descalça na areia, depois de 3 dias os sintomas de erisipela desaparecem; quando volta para Araraquara (onde fica sempre calçada) os sintomas reaparecem! Atribui-se a Jesus: "A vida só vem da vida e da morte só vem morte" [2]. Andar o tempo todo sobre uma coisa morta (seus calçados) só pode trazer as doenças e a morte a longo prazo.


2. Quanto maior a força da gravidade, maior o desgaste do seu corpo físico. Portanto, procure morar em um lugar elevado (próximo ao pico de uma montanha, como a Evelyn): ao nível do mar a força da gravidade é máxima! A campeã Maria do Carmo Jerônimo sempre morou no interior (Minas Gerais); a única vez que veio ao litoral e viu o mar foi quando o papa João Paulo II visitou o Brasil. Se você pesquisar as localidades onde ocorrem a maior densidade de pessoas centenárias verificará que são povoados em locais elevados, como Vilcabamba, no Equador. Há poucos dias, um brasileiro chamado João Havelange (que foi por muitos anos presidente da FIFA) morreu com 100 anos de idade. Por que ele viveu tanto tempo? Porque ele foi um atleta das piscinas na juventude, e nadou até poucos anos antes de morrer. Como isso se relaciona com longevidade? Quando seu corpo está dentro da piscina, ele fica sujeito a gravidade zero e minimiza o seu desgaste. Os astronautas, antes de serem mandados ao espaço (onde a gravidade é quase zero), treinam em piscinas! A vantagem adicional para morar próximo ao pico de uma montanha é que nessa região há uma maior densidade de energia, devido ao que os físicos chamam de "poder das pontas": cargas elétricas se concentram mais (gerando maior densidade energética) próximo de pontas de objetos condutores: uma pessoa em pé e descalço também constitui uma ponta na superfície terrestre, assim como um pênis ereto...
3. Evite a constante mutilação de seu corpo: não corte (mutile) seu cabelo, pois eles são antenas eletromagnéticas que captam energia (e informação) do meio ambiente; quanto maior o comprimento da antena (do fio de cabelo), maior a sua eficiência de captação de energia e informação: lembre-se da história de Sansão e Dalila e da Maria Orsic; veja o cabelão do sábio chamado Drunvalo Melchizedek (procure no YouTube) e da sábia Evelyn Levy. Minha vó materna também chegou aos 100 anos, sem nunca cortar os cabelos. Os budistas se emburrecem mais e ficam mais escravos do Deusmônio raspando todo o cabelo da cabeça; não caia nessa...
Pensem sobre os pontos acima e tirem suas próprias conclusões...

Referências:

[1] Postagem "Concepção Imaculada: As Mães Virgens", no blog http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br

[2] Edmond Bordeaux Szekely, O Evangelho Essênio da Paz - Livro I, Editora Pensamento, São Paulo, 2005.

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quarta-feira, junho 10, 2015

 

Minimize sua Gravidade


A regra é:  quanto maior a força da gravidade, maior o desgaste do corpo físico. Logo, se você pretende ter uma vida longa e saudável, maximize o tempo que você fica em um ambiente de gravidade reduzida. Como fazer isso? Abaixo vão algumas sugestões.

Quando você pretende descansar, você procura colocar seu corpo na posição horizontal, já que desta forma há uma minimização da força da gravidade ao longo de todo seu corpo, no local em que você se encontra. É também por isso que você prefere dormir deitado, e não sentado em uma confortável poltrona. Já percebi que quando levanto à noite para ir ao banheiro, minha respiração e meus batimentos cardíacos ficam mais fortes, por eu estar lutando contra a gravidade ao me levantar. Uma curiosidade: há informações de que nosso planeta Terra é oco, e que na sua superfície interna a gravidade é bem menor do que aqui na superfície externa onde vivemos. Como consequência, as pessoas da superfície interna vivem uma vida bem mais longa e saudável do que nós aqui na superfície externa. Aqui na superfície externa, onde se concentram a maioria das pessoas centenárias? A maior densidade de centenários ocorre em pequenos vilarejos (com baixa poluição atmosférica) em regiões altas e montanhosas (com baixa gravidade), como em Vilcabamba, no Equador. Próximo da Cordilheira do Himalaia, certamente existem muitos longevos (Hunzas, etc)...

A gravidade é máxima ao nível do mar. Acima e abaixo desse nível a gravidade diminui. Se você observar quem são as pessoas campeãs de longevidade, verá que geralmente são mulheres pobres (comem pouco) que moram no interior do país, longe do litoral. No caso do Brasil, por exemplo, são Maria do Carmo Jerônimo (129 anos) e Maria Olívia da Silva (130 anos), ambas vivendo no interior do país, onde a gravidade é menor que no litoral. Se você morar no litoral, o que você pode fazer para compensar a maior gravidade aí existente? A resposta está no treinamento de astronautas. Antes de os astronautas serem enviados para viagens espaciais ao redor da Terra, onde a gravidade é muito baixa (microgravidade), eles são treinados, aqui na superfície, em locais que simulam ambiente de gravidade zero: ficam se exercitando em grandes piscinas de água, usando vestimenta apropriada (escafandro). Portanto, se você mora no litoral vá tomar banho de mar todos os dias, pois no mar o seu corpo fica submetido a um ambiente com pouca gravidade! Existe até um processo de terapia por água do mar (talassoterapia [1]), que sugere até você tomar alguns goles dessa água.

Se você tiver um pouco mais de recursos financeiros, talvez você possa nadar todos os dias em alguma piscina que possua água não venenosa (que não use cloro para higienização, mas apenas ozônio). Enquanto você está na piscina, você está em um ambiente de gravidade reduzida, para o seu corpo, o que é salutar. Veja um trecho interessante de um livro [2] de Leonard Orr: "Meu amigo Igor Tscharkovsky passou trinta dias em uma piscina (com água, obviamente), 24 horas por dia. Não apenas curou suas enfermidades, como também se converteu em um gênio". Pessoas que se dedicam à natação desde a adolescência, possuem vida longa e saudável, como, por exemplo, aqui no Brasil, a nadadora Maria Lenk [3], que morreu com 92 anos, o ex-nadador João Havelange [4], que foi por muito tempo o presidente da FIFA, e que está ainda vivo aos 99 anos de idade, etc. No mundo, por exemplo, temos o caso de Jaring Timmerman [5], ainda nadando aos 105 anos de idade. Existem clínicas que possuem pequenos tanques de flutuação (flutuários, geralmente, usando sais de Epsom para melhorar a flutuação) onde você pode marcar sessões de flutuação (ambiente de gravidade zero) para melhorar sua saúde. Uma outra atividade muito salutar praticada em piscinas chama-se hidroginástica. Obviamente, pessoas com excesso de peso terão maiores problemas de saúde devido ao efeito da gravidade. Dizem que os dinossauros desapareceram devido a isso...

Os índios brasileiros tinham (será que ainda têm?) uma prática muito salutar de tomar seu banho diário em um rio perto de sua aldeia. Esta prática de banho diário foi passada aos europeus que aqui aportaram na época do Brasil colônia. Se você mora em um local que possui um rio não poluido por perto (como na região amazônica), procure imitar nossos índios.

Você também pode instalar uma banheira em sua casa (uma mini-piscina) para tomar seus banhos diários nela, e colher os benefícios desta prática. Resumindo: para viver por longo tempo com boa saúde, coma pouco, more em um local elevado e entre dentro d'água todos os dias. 

PS: O jornal Folha de São Paulo [6] noticiou hoje (12.06.2015) que morreu um grande brasileiro, Aldo Weber Vieira da Rosa, fundador do INPE (ex-CNAE) e ex-presidente do CNPq, aos 96 anos de idade, no dia 08.06.2015. Veja um trecho da reportagem: "Sempre bem-humorado e irrequieto, dotado de uma erudição enciclopédica, Rosa foi esportista desde a juventude. Com quase 91 anos, quebrou 37 recordes internacionais na categoria Masters de natação e teve seu nome incluído no Hall da Fama. Além de consolidar a sua carreira como pesquisador e nadador, foi em solo norte-americano que formou a sua família..."  

Referências:

[1] https://pt.wikipedia.org/wiki/Talassoterapia
[2] Leonard Orr, Manual de Sanación,  Tercera Edicion, Editorial Las Acacias, Buenos Aires, 2005. ISBN: 987-97580-2-1.
[3]  https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Lenk
[4]  https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Havelange
[5]http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2014/01/nadador-de-104-anos-comprova-relacao-entre-exercicio-e-longevidade.html
[6] "Pioneiro na Aeronáutica brasileira, Aldo Rosa morre aos 96", Jornal Folha de S. Paulo, pg. B5, Seção Ciência+/saúde, 12 de junho de 2015.

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sexta-feira, novembro 14, 2008

 

Sobre a Longevidade

"O ar é o nosso alimento mais importante. Não podemos passar 5 minutos sem ele"

Se uma pessoa tem boa saúde e sabe como preservá-la, acaba vivendo muitos anos, podendo passar dos 100 anos de idade. No planeta Terra, os locais com maior densidade de centenários são regiões bem elevadas, geralmente acima de 1.500 metros acima do nível do mar. Que ocorre nessas regiões? O ar é puríssimo, pois todas as principais fontes poluidoras do planeta estão abaixo desta altura. Abaixo reproduzo um artigo [1] sobre os habitantes de Vilcabamba, no Equador, onde existe uma grande comunidade de centenários.

Don José Medina (foto acima) parou de beber aos 106 anos de idade. De vez em quando, ainda toma "um puro" (aguardente), mas não mais de um por dia. Ainda fuma, mas muito menos do que quando "era jovem" - ali pelos 70 anos. Agora, aos 112 anos, ainda não conseguiu largar o chamico, um cigarro feito com uma erva alucinógena.

Medina sempre viveu em Vilcabamba, um povoado com cerca de 4.000 habitantes no interior do Equador (650 km ao sul da capital, Quito). As condições sanitárias do local são um desastre - na maioria das casas, não há esgoto nem água encanada. Seus habitantes fumam, bebem álcool, comem muito sal, tomam muito café, usam drogas (ervas). E são um dos povos com maior proporção de pessoas centenárias no mundo - cerca de dez vezes mais do que a média mundial. Centenários e saudáveis.


Por ali, é comum encontrar-se idosos com 110, 120 anos de idade. Lêem sem óculos, conservam os dentes originais. A maioria ainda trabalha e tem vida sexual ativa. Os cabelos ficam brancos quando atingem certa idade, mas depois voltam à cor natural que tinham na juventude, sem explicação (note os cabelos pretos do José Medina aos 112 anos, acima). E, ao contrário da maioria dos lugares do mundo, os homens vivem aqui mais do que as mulheres.

"Alguma coisa estranha acontece em Vilcabamba", diz o médico e escritor argentino Ricardo Coler, um entre tantos profissionais que foram à cidade em busca de uma explicação. Sobre esse mistério, ele escreveu o livro "Eterna Juventud - Vivir 120 Años" (Editora Planeta, sem previsão de lançamento no Brasil), em que relata histórias como a de José Medina.

São várias as teorias que tentam explicar a longevidade saudável dos habitantes de Vilcabamba. Cientistas norte-americanos afirmaram que era a composição da água que bebem. Franceses atribuíram o fato ao clima da região. Outros dizem que é o ar, a alimentação saudável à base de milho, batata, vegetais e pouca carne ou a vida tranqüila que levam. Nenhuma dessas explicações foi totalmente comprovada até hoje.

"Estudei a água de Vilcabamba, e sua composição se parece bastante com a água que se bebe em Buenos Aires", diz Coler, que também exclui a possibilidade de a longevidade ser genética. "Até os cachorros vivem mais por aqui, cerca de 25 anos. Ninguém ainda descobriu a causa, senão já teria ficado rico".

Há também algumas teorias pseudocientíficas, que vinculam os efeitos benéficos de Vilcabamba à eletricidade no ar ou à possível presença de discos voadores (ovnis) e de extraterrestres.

Seja qual for a explicação, a fama de Vilcabamba atrai todo tipo de gente. O comediante mexicano Cantinflas (1911-1993) passou o ano de 1968 na cidade, onde teria se curado de problemas cardíacos. Uma ex-executiva da NASA fundou ali uma espécie de spa new age que promove hábitos saudáveis.

Um ex-astronauta e um general do exército americano também estão entre os que circulam pela Avenida Eterna Juventud, a principal da cidade. Todos, acredita Coler, vão atrás de 40 anos a mais de vida.

"Por isso, além dos cientistas, chegam os multimilionários, os crentes, os políticos, os messiânicos. Vêm para conseguir esses 40 anos, como antes se ia por ouro no velho oeste ou por petróleo no Oriente Médio", conta.

"O Século 19 foi o século dos antibióticos, o Século 20 foi o das doenças cardiovasculares e do câncer, e o Século 21 é o da longevidade", diz Coler, ao justificar por que crê que Vilcabamba é a Meca desta época em que ser saudável é fundamental.

É difícil explicar o caso de Vilcabamba, já que, na maioria dos países, o aumento da expectativa de vida está relacionado com a melhoria da qualidade de vida, dos serviços de saúde pública e do saneamento básico, argumenta Naira Lemos, presidente do departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, em São Paulo [2].

Naira cita o caso do Brasil, onde hoje há cerca de 25 mil centenários registrados. Este número é subestimado, segundo ela, já que muitos centenários não usam o serviço público de saúde ou não têm documentos que comprovem a sua idade.

No Brasil, as pessoas com mais de cem anos de idade estão concentradas nas regiões Sul e Sudeste. "Aqui, a longevidade está relacionada às condições sócio-econômicas e à qualidade de vida", afirma.

Por isso, ela acredita que a causa para os anos a mais dos vilcabambenses poderia ser, por exemplo, genética. "Se o meio não favorece (ledo engano), é possível que a explicação seja intrinsica, e não extrínseca, à própria população".

O problema é que Vilcabamba carrega em si uma contradição. Apesar de viverem 120 anos e de não ficarem doentes, a conduta de seu povo está distante de ser regrada e a preocupação com a saúde passa longe de suas roças, puros e chamicos. O chamico é uma planta tóxica e alucinógena, também chamada de erva do diabo, que antigamente era usada por xamãs e indicada para acalmar dores fortes, como a do parto. "Seus primeiros efeitos podem ser comparados com os da maconha; depois de algumas tragadas, somam-se os da cocaína", explica Coler. "Traz alucinações, pensamentos fantásticos, perda de memória, excitação e fúria". Em Vilcabamba, virou hábito diário.

"Aos amantes da virtude é insuportável que os vilcabambenses vivam mais tempo e em melhores condições que os que não têm vícios. Parece injusto", afirma Coler. "Nada do que eles fazem é recomendável".

Um médico que foi estudar aquele povoado saiu de lá sem grandes conclusões e a única mensagem que deixou para aqueles habitantes foi: "Não comam sal". Os longevos, é claro, ignoraram o conselho.

Como agir sem regras a seguir? É difícil, acredita Coler, numa época em que a medicina ocupa o lugar muito parecido com o que já teve a igreja. "Se você segue suas vontades, paga com a doença. Sempre estão o castigando com o que você faz. Quem pode discutir hoje um conselho médico? Se a medicina diz, é verdade".

"Dizer que é normal e que todo mundo envelhece, mesmo que não pareça, é uma forma de se pensar. Uma posição filosófica", argumenta Coler no seu livro. "Será a doença mais difundida de todas, mas é uma doença. Parece que em Vilcabamba há uma espécie de antídoto que produz uma melhora". "Então os 120 anos que até agora são um limite, podem se converter em 150. Velhice e morte deixarão de ser palavras absolutas", acredita.

Em Vilcabamba, conta Coler, as pessoas não sofrem durante anos com doenças. Um dia, sentem-se mal e morrem. "Gostaria que meu pai pudesse ter tido uma velhice como a de um deles. Seria bom se todos os problemas de idade não se estendessem, se juntassem por um período curto no final da vida", afirma Coler, que, enquanto conhecia os saudáveis idosos equatorianos, tinha que administrar as idas ao hospital e as enfermeiras dos pais, "apenas" octogenários, mas doentes e dependentes.

Para ele, quando - e se - a fórmula da fonte da juventude do povoado equatoriano for descoberta, talvez ela até possa ser distribuída. Mas, enquanto a água e o ar vilcabambenses não chegam pelo correio, é melhor prevenir.

"O que hoje funciona é a prevenção. Mar prevenir muito tem algo de perverter um pouco", escreve Coler. "Tomara que em Vilcabamba exista outra possibilidade, a de viver mais sem se mortificar tanto".

Outros locais com concentração de centenários

Vilcabamba é conhecida como a cidade com maior concentração de centenários do Ocidente. Mas, do outro lado do mundo, há povoados que partilham essa mesma condição.

Em Hunza, no norte do Paquistão, a longevidade é atribuída ao consumo de damascos, que abundam na região. Os damascos são usados de todas as maneiras, como azeite, geléia, fresco ou seco.

A Abkházia, província da ex-URSS (União Soviética), que recentemente esteve na berlinda devido a um conflito armado regional, também é conhecida pela idade elevada de seus cidadãos. Um deles, Shirali Muslimov, teria chegado aos 168 anos de idade, dizem, graças ao iogurte que os habitantes do lugar costumam consumir diariamente.

Já o povo de Ogimi, um povoado na ilha japonesa de Okinawa, põe no prato a goya, uma verdura amarga que teria poderes curativos.

Os moradores de Ogimi, conta o médico e escritor Ricardo Coler, que também esteve por lá, "são alunos excelentes na hora de cumprir conselhos médicos", conhecem a medicina preventiva, fazem exercícios e praticam o budismo. "São o oposto de Vilcabamba", diz o médico, mas vivem menos que no povoado equatoriano.

Os outros povos centenários não cultivam muitos hábitos recomendáveis. Em Hunza, Abkházia e Vilcabamba são os homens que vivem mais e gostam de se gabar de sua proezas sexuais com mulheres mais novas. Os três lugares ficam a mais de 1.500 metros de altura. Já Ogimi está ao nível do mar.

O que os quatro locais têm em comum é a grande distância dos centros urbanos (portanto, ar puro), o fato de que seus idosos não se aposentam e a comida escassa.

"Hoje, há apenas uma coisa que comprovadamente garante que se viva mais: comer menos!", afirma Ricardo Coler. "Não comer menos do que se come, mas comer 30% menos do que deveria. Os longevos são sempre gente pequenina e magrinha".

Referências:
[1] http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u467278.shtml
[2] Caderno Equilíbrio, Jornal Folha de São Paulo, pg. 9, 13 de novembro de 2008

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