domingo, janeiro 29, 2023
Concepção Imaculada: As Mães Virgens
A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:
Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.
O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].
No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?
A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956:
"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação:
"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."
Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".
Eis como se deu a degradação da raça humana: Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).
A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.
A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos:
1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!
2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.
3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem.
4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.
5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.
6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.
Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.
Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.
A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.
A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).
A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética.
No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.
Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.
Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:
1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.
Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.
Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.
Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.
A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.
Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.
Marcadores: calvície, clítoris, concepção imaculada, cópula, epigênese, espermatozoide, gravidez, hímen, Lancet, lecitina, loucura, mal de Alzheimer, menstruação, O Cruzeiro, partenogênese, pênis, Pitágoras, útero
quarta-feira, agosto 18, 2021
Concepção Imaculada: As Mães Virgens (repostagem)
A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:
Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.
O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].
No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?
A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956:
"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação:
"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."
Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".
Eis como se deu a degradação da raça humana: Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).
A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.
A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos:
1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!
2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.
3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem.
4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.
5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.
6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.
Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.
Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.
A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.
A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).
A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética.
No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.
Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.
Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:
1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.
Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.
Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.
Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.
A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.
Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.
Marcadores: calvície, clítoris, coito, concepção imaculada, cópula, epigênese, espermatozoide, gravidez, hímen, Lancet, lecitina, loucura, mal de Alzheimer, O Cruzeiro, partenogênese, pênis, Pitágoras, útero
sexta-feira, julho 22, 2016
A Prisão Nossa de Cada Dia
O ser humano é multidimensional, possuindo energia no mundo físico (terceira dimensão, 3D), no mundo astral (4D), na quinta dimensão, etc. Quando "vivemos" no mundo físico, a nossa consciência está focada apenas na 3D; quando "morremos" no plano físico, a nossa consciência passa a atuar na 4D (mundo astral). O nosso problema é que somos escravos na prisão construída nas terceira e quarta dimensão do planeta Terra: ao morrermos na terceira dimensão somos expulsos para a quarta dimensão (astral) e ao morrermos no astral somos enviados de volta para a terceira dimensão (para um novo corpo físico) e assim sucessivamente, em um processo infinito de reencarnações sucessivas (roda de Sansara). Mente-se dizendo que essas reencarnações sucessivas levam a uma evolução humana: não há evolução quando você está permanentemente na cadeia como escravo de um deus vingativo!
Como os seres diabólicos construíram a prisão aqui na Terra e nos colocaram nela como escravos? Com dois estratagemas: muito sexo e muita comida (alimentação bucal)! Deus, o nosso criador original, não é apenas masculino ou apenas feminino. Nós, como criações suas, também tínhamos essa mesma característica, éramos andróginos/hermafroditas e nos reproduzíamos por partenogênese. Aí vieram nossos escravizadores e separaram os seres humanos em dois sexos, masculino e feminino. Com isso começou a escravização, com cada ser dependendo do sexo oposto para se sentir completo, bem.
A outra forma de escravização está associada à nossa alimentação bucal. Onde está a privada de Deus? Onde ele deposita sua urina e fezes? Obviamente, Deus não tem privada pois ele não urina nem defeca. Nós, como filhos de Deus, também não urinávamos e nem defecávamos inicialmente e, portanto, não poluíamos o meio ambiente em que habitávamos. A nossa alimentação era nasal, e não bucal. Em outras palavras, alimentávamos apenas através do ar que respirávamos pelas narinas. No nosso corpo, as partes mais importantes estão duplicadas. Temos apenas uma boca, um estômago, um pênis, uma vagina, mas temos dois braços, duas pernas, dois ouvidos, dois olhos, duas narinas, dois pulmões. Portanto, o uso das narinas/pulmões é muito mais importante que o uso do estômago: podemos passar apenas alguns minutos sem respirar, mas podemos passar muitos dias sem colocar alimentos sólidos ou líquidos no estômago.
Para mim, os budistas estão totalmente equivocados com aquela mania de raspar todos os fios de cabelo da cabeça: isso é uma forma de emburrecer as pessoas, tornando-as ainda mais escravas de um deus/diabo que construiu nossa prisão na 3D-4D. Para você ter uma ideia, Satanás é o nome de um anunnaki que infernizou a vida do personagem bíblico Jó! A bíblia sagrada conta que Sansão perdeu as forças (energia) quando a Dalila cortou o cabelo dele, que ele não cortava desde o nascimento. Por que isso ocorre? Porque os fios de cabelo são antenas eletromagnéticas que captam energia (e informação) do meio ambiente: quanto mais comprido o fio de cabelo, mais eficiente a captação da energia! Porisso, em todos os países do mundo (na atualidade!) as mulheres vivem mais do que os homens (em média); veja a estatística da ONU a esse respeito. Outro ponto pouco conhecido: pouco antes da Segunda Guerra Mundial, Maria Orsic fundou a sociedade secreta alemã VRIL; ela e suas sócias tinham cabelos extremamente longos e, com isso, conseguiram captar informações que levaram à construção dos discos voadores alemães (e nazistas) durante a Segunda Guerra Mundial. Não caia na arapuca de cortar o cabelo curto e evite o emburrecimento.
Como comentei acima, as duas principais técnicas "divinas" de nossa escravização são muito apreciadas por todos: sexo e comida. Meu pai uma vez me contou a seguinte estória: "um diabinho foi reclamar com seu chefe (o diabão), que não estava conseguindo prejudicar uma pessoa muito virtuosa. Aí o diabão (muito sabido) disse ao diabinho: "Induza ela a ter muito sexo (ou masturbação) e comer muita comida". Isso funcionou muito bem, e o diabinho ficou muito feliz". Não há corpo físico que aguente por muito tempo os hábitos de muito excesso de sexo (relação sexual ou masturbação) ou muita alimentação bucal. Veja: uma campeã brasileira de longevidade foi Maria do Carmo Jerônimo, que viveu 129 anos. Características dela: foi escrava (provavelmente, aprendeu a comer sempre pouco, como minha avó materna) e teve apenas uma filha (provavelmente, teve pouco sexo); além disso, sempre estava com os pés descalços no chão (algo que aprendeu do tempo da escravidão)...
"Conheça a verdade e ela te libertará (da prisão)"
Vamos direto ao assunto. Considere inicialmente os pontos:
1. Vivemos como escravos em uma prisão constituída pela "roda das reencarnações" (sansara). Estamos vivendo na fisicalidade (terceira dimensão, 3D); quando morremos passamos a viver no mundo astral (quarta dimensão, 4D). Quando estamos na 4D somos induzidos a voltar (involuir!) para a 3D. Esta é a prisão: uma ida-e-vinda interminável entre a 3D e 4D.
2. Uma pessoa (como nós) perguntou a um grande mestre: "Qual a diferença entre eu e você?". Resposta do grande mestre: "A diferença é que eu me lembro de TODAS as minhas encarnações e você não se lembra nem da sua última".
3. Foi permitido aos Patriarcas da atual humanidade viverem muitos anos (próximo de mil anos) para que pudessem desenvolver as ciências.
A prisão (escravização) começou a ser criada com o surgimento de dois sexos na raça humana. No início só existia um sexo (o feminino!) que se reproduzia por partenogênese [1]. O sexo masculino surgiu como uma degradação do sexo feminino: menor longevidade, infertilidade, atrofia das mamas, hipertrofia do clitóris (passou a ser chamado de pênis), etc. Por que houve a degenerescência? Porque a raça humana (feminina) passou a acreditar e a praticar uma MENTIRA: que a nossa alimentação original (nasal, respiração via narinas e pulmões) deveria ser complementada com alimentação bucal. No nosso corpo, as partes duplicadas são mais importantes que as não-duplicadas: temos DOIS olhos, duas narinas, dois pulmões, mas somente UMA boca, um estômago, um pênis, uma vagina. Portanto, respirar e ver é mais importante que comida bucal e falar. Podemos viver apenas alguns minutos sem respirar, mas podemos passar muitos dias sem inserir substâncias ("alimentos" sólidos e líquidos) pela boca. Coma pouco e viva muito: minha avó materna, que sempre comeu muito pouco, viveu 100 anos. Vivendo pouco, não temos tempo para evoluírmos (lembre-se dos nossos Patriarcas!) e ficamos como burros na prisão. Todo alimento que inserimos pela boca, o corpo joga fora na forma de urina e fezes. Alimentando-se apenas com ar, as fístulas do ânus e do meato urinário se cicatrizarão (sumirão), por não terem mais utilidade. Deus não tem privada e nós também não precisaríamos ter. Com isso não poluiríamos o mundo.
Uma rápida pesquisa na internet mostrará que a raça humana na Terra já desenvolveu instrumentos - motos, carros, naves espaciais, geradores de energia elétrica - que funcionam ilimitadamente com energia extraída do vácuo ["vacuum energy", "zero point energy", "free energy"], com poluição ZERO! Todas essas invenções são mantidas em segredo pelos controladores de nossa sociedade humana na superfície do planeta. Por que? Porque alguém sabido(a) poderia fazer a pergunta: "Será que o ser humano, que construiu essas máquinas que funcionam eternamente e com poluição zero, também não tem um corpo físico (muito mais sofisticado!) que poderia funcionar eternamente sem poluir nada?". A resposta é um estrondoso SIM! Via alimentação nasal (respiração), sem alimentação bucal.
Quem construiu e é o dono da nossa prisão? É o deus da bíblia sagrada e seus comparsas. Quando estivermos na 4D, devemos fazer uso de nossa SOBERANIA individual (relativa a todos os temas que nos afeta), combinada com nosso livre-arbítrio, para não aceitar involuir para a 3D (perdendo CONSCIÊNCIA de todas as nossas experiências de encarnações passadas, voltando a novamente cagar nas calças, como bebê!). Aceitar apenas ir para a 5D (para continuar a EVOLUIR sempre e continuamente!), e nunca INVOLUIR para a 3D.
Somos como passarinhos em uma gaiola: se os passarinhos (nós) nasceram e viveram sempre na gaiola (prisão), mesmo abrindo a porta da gaiola (opção de liberdade), os passarinhos não sairão da gaiola, se não perderem o medo do desconhecido (da liberdade). No nosso caso, se não nos livrarmos das mentiras (que geraram convicções e apegos) que nos contaram desde que nascemos na 3D.
Como deixei implícito acima, todos os problemas humanos de saúde física e mental estão associados a apenas DUAS causas básicas: sexo e comida. Os construtores e guardas da nossa prisão 3D-4D (Deus-Demônio, o Deusmônio e seus colaboradores) fizeram com que todos nós tirássemos muito prazer desses dois aspectos da vida, e distorceram o seu uso, visando que morrêssemos o mais cedo possível e, dessa forma, não tivéssemos tempo para evoluir e, portanto, continuarmos emburrecidos e presos na prisão 3D-4D.
Sobre o sexo: a prática excessiva de relação sexual e da masturbação diminui a energia vital da pessoa, que irá faltar para manter as atividades automáticas do corpo físico em seu melhor nível, como o sistema imunológico que, quando debilitado, proporciona o surgimento de inúmeras doenças, como aids, câncer, etc. Quando o homem ejacula em uma relação sexual usual, ele perde muita energia vital. É por isso que o Taoismo e a Gnose recomendam que o homem não ejacule durante as relações sexuais: dessa forma ele preserva sua saúde e aumenta a sua longevidade! Desconfio que o sexo usual praticado entre homem e mulher aqui na 3D é mais um mecanismo artificial inventado pelos donos da prisão para manter os escravos (nós) permanentemente na prisão: esse sexo leva à gravidez da mulher, que desta forma puxa seres da 4D para a fisicalidade 3D (mecanismo de involução). Se a gravidez fosse um mecanismo natural, a gravidez deveria ocorrer em todas as dimensões, como resultado da atividade sexual naquela dimensão! Mas, na 4D, pode-se ter atividade sexual irrestrita, sem que isso cause uma gravidez e a consequente puxada de seres da 5D para a 4D. Algo muito suspeito!
Sobre a comida: se inserirmos substâncias ("comida") pela boca, nós transformamos nosso corpo físico em uma máquina de poluição do Universo, através de nossa urina e fezes. É óbvio que a alimentação bucal não foi feita para os seres humanos deste planeta: a nossa alimentação básica deveria ser nasal, respirando o ar atmosférico. Na realidade, a nossa sobrevivência física neste planeta deveria envolver os quatro elementos: AR (via respiração), ÁGUA (extraída da umidade do ar, via respiração), FOGO (captada do Sol, gerando vitamina D) e TERRA (ficando descalço com o pé no chão). Duvido que os mestres ascensionados (como um Saint Germain, por exemplo) tenha uma privada em que descarregue sua urina e fezes!! Porque TODOS eles "escondem o jogo" e não nos esclarecem sobre esse "pulo do gato" (não usar a alimentação bucal, viver de luz, "viver de brisa")?? Pensem bastante sobre isso!
Sobre os complementos:
1. Se você consultar as estatísticas da ONU (Organização das Nações Unidas) verá que o país campeão de longevidade é o Japão. Por que esse país (e não China ou Coreia, com o mesmo biotipo)? Porque os japoneses têm o hábito de andarem descalços dentro de casa! Não acreditam que seja isso? A Maria do Carmo Gerônimo, campeã brasileira de longevidade (129 anos), sempre andou descalça, com os pés no chão. Coincidência? Tenho uma tia (Stela, de Araraquara) que possui uma doença grave nas pernas, chamada erisipela (pele muito irritada, com dor): quando vai à praia e passa a andar descalça na areia, depois de 3 dias os sintomas de erisipela desaparecem; quando volta para Araraquara (onde fica sempre calçada) os sintomas reaparecem! Atribui-se a Jesus: "A vida só vem da vida e da morte só vem morte" [2]. Andar o tempo todo sobre uma coisa morta (seus calçados) só pode trazer as doenças e a morte a longo prazo.
Referências:
[1] Postagem "Concepção Imaculada: As Mães Virgens", no blog http://saudeperfeitarfs.
[2] Edmond Bordeaux Szekely, O Evangelho Essênio da Paz - Livro I, Editora Pensamento, São Paulo, 2005.
Marcadores: alimentação, amor, Anunnaki, comida, consciência, Deus, justiça, Maria do Carmo Jerônimo, Maria Orsic, mentira, onipotente, partenogênese, prisão, privada, reencarnação, religião, sexo, verdade, Vilcabamba
domingo, junho 19, 2016
Mulheres são mais saudáveis que homens
Referências:
[1] Seminários Folha: Saúde em recessão, pg. 10, Jornal Folha de S. Paulo, 17 de junho de 2016.
[2] Blog Saúde Perfeita: Por que a mulher vive mais que o homem?, http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2005/04/por-que-mulher-vive-mais-que-o-homem.html
[3] Blog Saúde Perfeita: Concepção Imaculada: As Mães Virgens, http://saudeperfeitarfs.blogspot.com.br/2015/08/concepcao-imaculada-as-maes-virgens.html
[4] http://diariodebiologia.com/2015/06/filhos-da-talidomida-o-medicamento-que-foi-considerado-uma-grande-tragedia-na-medicina-nos-anos-50/
Marcadores: deformações genéticas, estatística, homens, longevidade, mulheres, partenogênese, saúde, talidomida
domingo, agosto 16, 2015
Concepção Imaculada: As Mães Virgens
A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:
Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.
O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].
No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?
A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956:
"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação:
"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."
Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".
Eis como se deu a degradação da raça humana: Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).
A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.
A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos:
1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!
2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.
3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem.
4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.
5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.
6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.
Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.
Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.
A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.
A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).
A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética.
No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.
Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.
Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:
1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.
Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.
Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.
Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.
A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.
Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.
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quarta-feira, julho 01, 2015
O Concílio de Niceia e Jesus Cristo
No Concílio de Niceia, selecionou-se apenas uma parte dos ensinamentos de Apolônio, aqueles que não conflitavam com os hábitos do imperador romano que convocou o concílio. O imperador gostava de comer carne e Apolônio, como um essênio, era vegetariano. Portanto, o ensinamento vegetariano de Apolônio foi eliminado da Bíblia Sagrada. O imperador gostava de tomar vinho e Apolônio não bebia bebidas alcoólicas. Logo, beber vinho é permitido na Bíblia Sagrada; até os padres católicos atualmente bebem vinho durante a missa que ministram. O imperador gostava de bacanais, portanto a contenção sexual não é enfatizada na Bíblia. A reencarnação não é um assunto que agrada aos poderosos, portanto também foi eliminado desse documento. Para evitar que descobrissem o plágio (o mítico Jesus no lugar do verdadeiro Apolônio), foram queimados todos os documentos que faziam menção a Apolônio de Tiana; o incêndio mais conhecido foi o da Biblioteca de Alexandria. No entanto, antes da queima dessa biblioteca, foi tirada de lá, e enviada para um lugar seguro do Oriente, uma obra de Flávio Filóstrato [1], intitulada "A Vida de Apolônio de Tiana", encomendada pela imperatriz Júlia Domna, esposa do imperador romano Septimus Severus. Esta obra nos chegou até os dias de hoje...
Referência:
[1] https://pt.wikipedia.org/wiki/Fil%C3%B3strato
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