segunda-feira, abril 24, 2023

 

3 razões assustadoras para abandonar a folha de alumínio (e o que usar em vez disso)

 

Você provavelmente está ficando um pouco cansado das pessoas dizendo que as coisas que você come ou usa há anos fazem mal à sua saúde. Alguns você aceitou; você faz o possível para ficar longe do glúten e come orgânicos quando pode. Alguns você escolheu estrategicamente ignorar; seu sorvete favorito à base de leite  , por exemplo, ou aquela frigideira antiaderente supostamente tóxica que faz as melhores panquecas.

Mas aqui está um que você provavelmente deve evitar como uma praga: papel alumínio. Acredite ou não, toda vez que você usa papel alumínio na cozinha, está prejudicando seriamente sua saúde. Aqui estão três razões para manter a folha de alumínio fora de sua cozinha e algumas alternativas mais saudáveis ​​para usar em seu lugar.

1. A folha de alumínio é uma neurotoxina

O alumínio tem sido examinado pela comunidade científica por seu papel potencial como uma neurotoxina. Os pesquisadores afirmam que, devido ao fato de o alumínio não ter função fisiológica no corpo humano, ele tem o potencial de causar efeitos prejudiciais significativos quando consumido.

Essa teoria foi inequivocamente comprovada quando um estudo de 2014 mostrou que um homem de 66 anos que morreu com a doença de Alzheimer tinha um teor de alumínio significativamente elevado em seu cérebro, após oito anos de exposição ocupacional. Embora o estudo tenha observado que foi o sistema respiratório que foi exposto ao pó de alumínio, agora sabemos que existe uma ligação direta entre a ingestão de alumínio e a  doença de Alzheimer , um distúrbio neurológico debilitante.

Também permanece o fato de que a folha de alumínio não é totalmente inerte; alimentos cozidos ou preparados nele demonstraram ter níveis significativamente mais altos de alumínio do que se fossem preparados em outro meio. A conclusão é simples: a folha de alumínio tem o potencial de causar efeitos neurotóxicos, incluindo a doença de Alzheimer.

2. A folha de alumínio pode contribuir para doenças ósseas

A pesquisa mostra que o alumínio de fontes como papel alumínio pode aumentar o risco de uma pessoa desenvolver doenças ósseas. Um estudo que examinou o efeito da hemodiálise, que causa acúmulo de alumínio no sangue, descobriu que 37% dos pacientes em diálise desenvolveram doença óssea associada ao alumínio. Os proponentes do estudo concluíram que “a ingestão oral de alumínio a longo prazo em pacientes em hemodiálise resulta em alta prevalência de doença óssea associada ao alumínio”. Foi teorizado que o alumínio afeta direta ou indiretamente a produção de osteoblastos, o que, por sua vez, leva à perda óssea.

A chave aqui é aquela pequena declaração sobre “ingestão oral de alumínio a longo prazo”. Muitos argumentariam que usar folha de alumínio regularmente por anos equivaleria à ingestão oral de alumínio a longo prazo. Isso significa que usar papel alumínio na cozinha pode contribuir para doenças ósseas.

3. Folha de alumínio pode promover fibrose pulmonar

Usar papel alumínio para preparar, armazenar ou cozinhar alimentos pode aumentar o risco de uma pessoa desenvolver fibrose pulmonar, uma forma de doença pulmonar. Um estudo que realizou a análise do tecido pulmonar de nove trabalhadores expostos ao óxido de alumínio encontrou níveis alarmantes de alumínio no tecido pulmonar, sugerindo que a exposição ao alumínio contribuiu para o desenvolvimento de fibrose pulmonar.

Embora a folha de alumínio possa não contribuir para doenças pulmonares na mesma proporção que inalar óxidos de alumínio, ainda existe um risco muito real de que cozinhar com folha de alumínio possa causar fibrose pulmonar e outras doenças pulmonares.

Por que o alumínio pode estar se infiltrando nos alimentos que você come?

Em um estudo de 2012 , uma equipe de professores de engenharia da Universidade de Ain Shams, no Cairo, examinou as diferentes maneiras pelas quais a folha de alumínio e outros utensílios de cozinha interagem com os alimentos. A lixiviação de compostos nocivos de alumínio era de longe a mais alta quando alimentos ácidos como suco de limão ou tomate entravam em contato com a folha de alumínio, e isso era frequentemente exacerbado pelo uso de especiarias.

Em essência, a folha de alumínio não é inerte. Quando exposto a certos alimentos, foi demonstrado que libera uma porção de seus compostos metálicos nos alimentos, após o que as pessoas os ingerem. A partir daqui, pode acumular-se no sangue, músculos e órgãos e contribuir para todos os tipos de problemas de saúde. A ciência está apenas começando a entender o quão negativas essas consequências podem ser.

O ônus é simples: mantenha a folha de alumínio fora da cozinha e bem longe da comida que você come. Aqui estão algumas alternativas mais saudáveis ​​para cozinhar e armazenar seus alimentos que não terão nenhum efeito prejudicial à saúde.

Alternativas mais saudáveis ​​à folha de alumínio

Pessoalmente, nunca fui muito fã de papel alumínio e panelas de alumínio. Se eu quiser guardar comida na geladeira ou na despensa, quase sempre usarei recipientes de vidro. O vidro é completamente inerte e não transfere nenhum produto químico ou metal nocivo para os alimentos, por mais ácidos que sejam. Desta forma, também minimizamos o desperdício, pois o vidro pode ser usado várias vezes... ao contrário da folha de alumínio!

Para cozinhar, onde se pode usar papel alumínio para envolver batatas assadas ou peixes, eu simplesmente usei um prato de cerâmica com tampa. O efeito é exatamente o mesmo, só que a cerâmica não libera compostos em nossa comida! E para assar, uso vidro ou assadeira de silicone de alta qualidade que não requer nenhum tipo de revestimento. Esses materiais são muito mais agradáveis ​​de usar, costumam produzir pratos de maior qualidade e não geram resíduos em excesso. Isso é um ganha-ganha, se você me perguntar!

—Liivi Hess

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domingo, janeiro 29, 2023

 

Concepção Imaculada: As Mães Virgens

 A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:


1. O método sexual usual (epigênese), compartilhado com os animais e aceito atualmente pela medicina, em que há a contribuição de substância do homem (esperma), através de um procedimento natural (coito) ou artificial (inseminação artificial).

2. O método não-sexual superior (partenogênese), em que não há qualquer participação do homem no fornecimento de material genético.

Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.

O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].

No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?

A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956: 

"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação: 

"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."

Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".

Eis como se deu a degradação da raça humana:  Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).

A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.

A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos: 

1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!

2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.

3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem. 

4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.

5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.

6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.

Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.

Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.

A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.

A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).

A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética. 

No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.

Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.

Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:

1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.

Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.

Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.

Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.

A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.

Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.

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quarta-feira, agosto 18, 2021

 

Concepção Imaculada: As Mães Virgens (repostagem)

 A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:


1. O método sexual usual (epigênese), compartilhado com os animais e aceito atualmente pela medicina, em que há a contribuição de substância do homem (esperma), através de um procedimento natural (coito) ou artificial (inseminação artificial).

2. O método não-sexual superior (partenogênese), em que não há qualquer participação do homem no fornecimento de material genético.

Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.

O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].

No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?

A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956: 

"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação: 

"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."

Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".

Eis como se deu a degradação da raça humana:  Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).

A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.

A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos: 

1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!

2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.

3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem. 

4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.

5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.

6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.

Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.

Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.

A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.

A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).

A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética. 

No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.

Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.

Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:

1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.

Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.

Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.

Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.

A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.

Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.

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domingo, março 13, 2016

 

Cuidado com o Alumínio !

Aluminio_01Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio... Este metal, quando em excesso no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo e vai sufocar a raiz dos cabelos. Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa, vai perder muito cabelo. Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).

Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose.

Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais... E também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais (frigidez e impotência).

Aluminio_03Para o Dr. Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligo-elementos na fisiologia e na patologia, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância. Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos: anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação
.
Atualmente se utiliza a biorressonância para avaliar o nível do alumínio e outros metais. O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no consultório ou na casa do paciente.

E de onde vem o alumínio para o organismo? Das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo.

Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas, devido à proibição do governo italiano. É que as panelas de alumínio contaminam a comida intensamente. Para você ter uma idéia: pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido.

Isso só ao preparar a comida. Se a comida ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar.

Viu por que vale a pena trocar de panelas? Mas não é só.

Aluminio_02Sabe, as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje tão difundidas no Brasil? Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais. Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes!!! mais alumínio do que se estivesse na garrafa.

E, além do alumínio, foram demonstrados pelo mesmo estudo mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde nessas latinhas, como o manganês, que causa o mal de Parkinson, o cádmio, que causa psicoses, o chumbo, que é tão encontrado no organismo de muitos assassinos, e outros. Que tal? Prefira as garrafas, tá? Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro. Naquela época, Napoleão III, imperador da França, pagou 150 mil libras esterlinas por um jogo de talheres de alumínio.

Esse metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas.

Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem. Nestes, pode causar paralisia dos membros posteriores, o que leva ao sacrifício precoce dos animais. Em suma, o alumínio é muito útil... porém mortal.

Dr. Sérgio Teixeira
R. Visc. Pirajá 608 s/609 Ipanema,
Rio de Janeiro, RJ
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Fonte:  http://www.yogavital.net/aluminio-util-e-mortal.html
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COMO O ALUMÍNIO AFETA A SUA SAÚDE


O alumínio é o terceiro elemento mais abundante da crosta terrestre, sendo precedido apenas pelo silício e pelo oxigênio. No homem, sua toxidade está reconhecidamente associada à várias complicações clínicas, destacando-se as doenças cerebrais como Mal de Alzheimer e Doença de Parkinson.

O alumínio se deposita em maior quantidade no cérebro e depois nos pulmões e nos ossos.

Diversas doenças são associadas as taxas elevadas de alumínio no organismo:

1. DOENÇAS CEREBRAIS
O alumínio tem sido associado a diversas doenças cerebrais. Segundo o órgão oficial americano, “Public Health Service Agency for Toxic Substances and Disease Registry (ATSDR)”, o alumínio causa desde efeitos discretos como diminuição da atenção e da concentração, diagnosticadas apenas através de testes, sendo seguido de sintomas neurológicos subjetivos até um comprometimento mais severo da capacidade psicomotora e cognitiva, podendo ser responsável pelo desencadear de quadros Demenciais, Mal de Alzheimer e Mal de Parkinson.

a. MAL DE ALZHEIMER
A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade. Nesta doença ocorre o declínio persistente, em múltiplos domínios das funções cognitivas e não cognitivas. O declínio das funções cognitivas é caracterizado pela dificuldade progressiva em reter memórias recentes, adquirir novos conhecimentos, fazer cálculos numéricos e julgamentos de valor, manter-se alerta, expressar-se na linguagem adequada, manter a motivação e outras capacidades superiores. Perder funções não cognitivas significa apresentar distúrbios de comportamento que vão da apatia ao isolamento e à agressividade.

O Mal de Alzheimer, que é uma demência precoce, afeta cerca de 26 milhões de pessoas no mundo e cerca de 500 mil no Brasil.  Embora existam casos esporádicos em pessoas de 50 anos, e a prevalência na faixa etária de 60 a 65 anos esteja abaixo de 1%, a partir dos 65 anos ela praticamente duplica a cada cinco anos. Depois dos 85 anos de idade, atinge 30 a 40% da população.
A doença de Alzheimer é uma doença multifatorial, causada por fatores genéticos e ambientais. Em pessoas predispostas geneticamente, o alumínio é certamente o fator ambiental mais importante no desencadear dessa doença segundo estudos recentes.

O papel do alumínio no Alzheimer tem sido estudado nos últimos 40 anos. Embora os resultados dos estudos ainda não sejam conclusivos, uma vez que essa doença é provavelmente devida a múltiplos fatores,  o papel do alumínio vem sendo cada vez mais enfatizado. Nas autópsias, foi encontrado uma quantidade muito maior de alumínio no cérebro de pessoas portadoras do Mal de Alzheimer falecidas, inclusive com teor maior de alumínio nas regiões do cérebro mais comprometidas, em relação ao cérebro de pessoas falecidas que não haviam apresentado nenhuma doença cerebral. Estudos epidemiológicos também evidenciaram uma incidência maior de casos de Alzheimer em regiões aonde o teor de alumínio na água é maior.

Alguns pesquisadores têm encontrado evidências de que o uso prolongado de desodorantes com antiperspirantes, que são produtos que contem uma grande quantidade de alumínio, está associado a uma chance maior de desenvolver o Mal de Alzheimer.

b. MAL DE PARKINSON
A Doença de Parkinson é devida à degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância negra. Essas células produzem uma substância chamada dopamina, que conduz as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo. A falta ou diminuição da dopamina afeta os movimentos do paciente. Os sintomas motores mais comuns são: tremor, rigidez muscular, acinesia e alterações posturais. Entretanto, manifestações não motoras também podem ocorrer, tais como: comprometimento da memória, depressão, alterações do sono e distúrbios do sistema nervoso autônomo.

A doença de Parkinson é uma das condições neurológicas mais freqüentes e sua causa permanece desconhecida. As estatísticas disponíveis revelam que a prevalência da doença de Parkinson na população é de 150 a 200 casos por 100.000 habitantes e a cada ano surgem 20 novos casos por 100.000 habitantes. Alguns estudos tem associado essa doença a intoxicação por alumínio, tanto a maior frequência da doença de Parkinson em países onde as taxas de alumínio na água são maiores, quanto as lesões cerebrais causadas pela intoxicação pelo alumínio.

c. ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA – ELA
A ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA (ELA), também designada por doença de Lou Gehrig e doença de Charcot,  é uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal, caracterizada pela degeneração dos neurônios motores, as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos.

Alguns estudos tem associado essa doença a intoxicação por alumínio, devido a sua maior frequencia em países onde as taxas de alumínio na água são maiores, e as maiores taxas de alumínio nas regiões afetadas do cérebro de pessoas falecidas devido a Esclerose Lateral Amiotrófica.

d. EFEITOS NEUROLÓGICOS NA INFÂNCIA
Perda de memória, fadiga, depressão e alterações comportamentais e do aprendizado foram relatadas em crianças, assim como anemia microcítica e doenças ósseas.

O alumínio, devido ao comprometimento cerebral que causa, tem sido associado a HIPERATIVIDADE INFANTIL E AO DEFICIT DE ATENÇÃO.

e. DEMÊNCIA
Pacientes submetidos a diálise realizada com água contendo alumínio e utilizando antiácidos a base de alumínio podem desenvolver um quadro demencial, que pode ser agudo ou crônico. No quadro agudo, o início da neurotoxicidade pode ser abrupto e caracterizado por confuão mental, convulsões, coma e morte. Os quadros crônicos são caracterizados pela perda gradual da capacidade motora, da fala e das funções cognitivas.

2. DOENÇAS ÓSSEAS
A  osteoporose no adulto e fragilidade óssea na infância e na adolescência são doenças que podem ter como um dos fatores a intoxicação pelo alumínio.

O alumínio aumenta a mobilização do fosfato ósseo causando uma perda de cálcio nos ossos. Na infância e na adolescência que são períodos de formação e crescimento ósseo, o alumínio pode causar ossos mais fracos com osteopenia e até mesmo fraturas. No adulto pode ser responsável pela perda óssea com conseqüente aumento da osteopenia e da osteoporose.

3. OBESIDADE
Um estudo realizado em 2007, no Canadá, reuniu evidências de que o alumínio interfere no mecanismo mitocondrial de produção de energia causando obesidade.

4. GRAVIDEZ  E ALEITAMENTO
O alumínio atravessa a barreira placentária indo da mãe para o bebê em formação. O alumínio também passa para o bebê através do leite materno. A presença do alumínio no cérebro em formação pode ter efeitos profundamente danosos.

5. CANCER
O organismo americano especializado em pesquisas sobre o câncer, “The International Agency for Research on Cancer (IARC)”, considera o alumínio como um cancerígeno para o ser humano.

FONTES DE ALUMÍNIO
O ar, desodorantes anti-transpirantes (ricos em alumínio), cosméticos, aditivos alimentares, chá, a água , alimentos cozidos em panelas de alumínio, são fontes de alumínio que podem ocasionar uma intoxicação.

a. ALIMENTOS
Nos alimentos a concentração mais elevada de alumínio é encontrada em conservas de picles e de queijos, além do fermento.

Em relação aos alimentos enlatados os estudos são controversos, mas estudos já documentaram um aumento expressivo na quantidade de alumínio presente em bebidas enlatadas, estocadas em recipientes de alumínio, como refrigerantes, cervejas e chá. Assim, a questão permanece controversa, pois neste estudo os autores concluíram que as pessoas que utilizam freqüentemente bebidas enlatadas podem estar consumindo quantidades de alumínio consideravelmente elevadas.

b. PANELAS
Os utensílios de alumínio utilizados no preparo dos alimentos, principalmente as panelas, podem ser uma fonte importante de intoxicação.  Os estudos indicam que vários são os fatores que influenciam a migração do alumínio do utensílio para os alimentos: a qualidade da liga de alumínio utilizada pela indústria, o tempo de uso do utensílio, o tempo da duração da cocção dos alimentos, o pH do alimento e a presença de sal ou açúcar, entre outros. Sabe-se que a presença de sal ou de açúcar, durante o cozimento dos alimentos, faz com que uma quantidade maior de alumínio se desloque da panela para o alimento.

Os alimentos ácidos, como por exemplo o tomate, incorporam uma quantidade maior de alumínio da panela durante o seu cozimento. O café também, quando feito em um utensílio de alumínio também incorpora uma quantidade significativa deste metal. As panelas novas transferem uma quantidade maior de alumínio para os alimentos do que as panelas mais desgastadas. Entretanto, quando o tempo se prolonga para 15 ou 30 minutos de fervura, tanto as panelas novas quanto as usadas transferem alumínio na mesma quantidade para os alimentos.

Com relação ao tipo de panela, foi demonstrado que formas de bolo não acarretam aumento no consumo diário desse metal. O mesmo não se pode dizer quando o utensílio analisado é a panela de pressão, nesta há um acréscimo muito significante na quantidade final de alumínio. Já utensílios como frigideiras e panelas comuns, apresentam semelhança no que diz respeito à liberação de alumínio nos alimentos. Neste caso, o fator diferencial mais expressivo é o próprio alimento, utilizado na preparação, do que o tipo do utensílio propriamente dito.

Outro fator que merece destaque é o da composição da liga de alumínio utilizada pela indústria, que pode ser de 2 tipos principais: 1) alumínio/silício/ferro e, 2) alumínio/silício/manganês. Os utensílios feitos com liga contendo manganês liberam uma maior quantidade de alumínio nos alimentos, quando comparados com a liga contendo ferro.

c. ÁGUA
A água também pode conter alumínio dependendo da sua origem e tratamento. Em muitas cidades o alumínio é utilizado como floculante no tratamento da água para torná-la potável. Além disso, nos últimos anos, um acréscimo no conteúdo de alumínio ocorreu nas águas em decorrência da chuva ácida.

Por outro lado, pacientes com insuficiência renal crônica estão constantemente expostos a altos níveis de alumínio através da água utilizada na diálise e, muitos destes apresentando efeitos decorrentes desta exposição: anemia, osteomalácia e encefalopatia.

d. MEDICAMENTOS
Medicamentos como antiácidos, contendo hidróxido de alumínio, podem também contribuir para um aumento na ingestão de alumínio pelos usuários destas drogas. O uso de antiácidos contendo alumínio foi associado com a maior incidência de mal de Parkinson e um estudo científico realizado nos USA.

O alumínio também é encontrado em alguns medicamentos, como por exemplo nas aspirinas tamponadas (aspirinas que apresentam uma proteção para o estômago).

Algumas vacinas contém alumínio.

COMO O ALUMÍNIO ENTRA NO NOSSO ORGANISMO
O ALUMÍNIO presente na água e nos alimentos é absorvido pelo nosso sistema digestivo indo para o sangue. Cerca de  70 a 90% do alumínio absorvido é excretada na urina e nas fezes, sendo que o restante é depositada no cérebro, pulmões e ossos. O alumínio pode também entrar no organismo pela respiração do ar contaminado, ou através da pele.

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desod2aTodo dia seu corpo está exposto ao alumínio! Por que você deveria ser ciente isso?

A exposição ao alumínio de longo prazo pode aumentar o risco da doença de Alzheimer em 60% [Fonte: 1].
 
Absorver qualquer quantidade de alumínio é prejudicial. Mas a maneira como entra no seu corpo faz a diferença. Alumínio entra no seu corpo quando você respira, come ou bebe. Mas dessa maneira só uma fração é absorvida pelo seu corpo, porque os seus pulmões, estômago, e rins trabalham em conjunto para eliminar mais de 95% do alumínio ingerido.

Mas alumínio aplicado sobre a pele pode alcançar níveis tóxicos. Pode acontecer através de um produto que a maioria de nós usa diariamente. Isso acontece quando você aplica antitranspirante ou desodorante.
Alumínio é um ingrediente importante na maioria dos antitranspirantes de marca. Enquanto você aplicar apenas uma pequena quantidade de antitranspirante sobre a sua pele, diariamente, pode resultar em exposição crônica ao alumínio. E justamente isso pode levar ao mal de Alzheimer.

Dr. Al Sears citou um estudo, mostrando que o corpo humano esta retendo 40% de alumínio que contorna as vias naturais de eliminação, como os rins [Fonte: 2].

E evidentemente o alumínio permanece no corpo durante 15 dias depois de usar um antitranspirante [Fonte: 3].

Agora ficou mais evidente que a exposição de longo prazo ao alumínio pode causar no cérebro não apenas doenças neurológicas, mais também reais danos neurodegenerativos [Fonte: 4, 5].

Em 2003, o órgão governamental dos EUA responsável pelo controle dos alimentos públicos (Food and Drug Administration - FDA) publicou um estudo que concluía que os antitranspirantes são seguros. Não deixe isso causar uma falsa sensação de segurança. Existe uma ligação entre a ingestão de alumínio e a doença de Alzheimer - ao contrário do que a FDA consta.

A maioria dos antitranspirantes comerciais contêm alumínio, e é por isso não deveríamos usá-los. Especialmente em um pais tropical como no Brasil, queremos ter certeza de manter um cheiro fresquinho e natural. Aqui tem três alternativas recomendadas:
  • Bicarbonato de sódio e água: Misture a metade de uma colher de chá de bicarbonato de sódio com um pouco de água e aplicar na área das axilas. Bicarbonato de sódio pode neutralizar as bactérias que causam odor. Uma aplicação pode durar até 24 horas. (Comentário do tradutor: Este método foi comprovado no calor do nordeste brasileiro. Funciona mesmo e bem!)
  • Sal de Rocha: Esses sais são eficazes em parar odor de até dois dias inteiros. Você deveria ter certeza de obter os sais produzidos totalmente naturais e feitos de sais minerais. Estos tipos não são absorvidos pela pele, o que impede a acumulação de toxinas. Elas também permitem que o seu corpo a suar pra fora as toxinas que já estão em seu corpo normalmente.
  • As alternativas naturais feitos com óleos essenciais: Muitos dos meus pacientes usam estes. Tente encontrar aqueles que estão feitos a base de óleos naturais de plantas. Você também pode fazer-los sozinho em casa, se você preferir. Basta misturar um pouco do seu óleo favorito com uma pequena quantidade de álcool. Você pode então colocar a mistura em um frasco de perfume antigo e usá-lo como um spray. Existem muitos óleos que você pode escolher, incluindo ciprestes, alfazema ou flor de laranjeira. Alguns dos mais populares antitranspirantes naturais no mercado também usam cera de abelha derretida e manteiga de cacau nos produtos tipo stick. Estes são suaves sobre a pele e pode mascarar o odor de corpo durante um dia inteiro.
Tradução livre de um artigo publicado por Dr. Al Sears em inglês (aqui).
Veja também outros artigos:
Fontes citado pelo autor:
  1. Jansson, Erik T. "Aluminum Exposure and Alzheimer's Disease." Journal of Alzheimer's Disease 3 (2001): 541-549. 9 Jan. 2008.
  2. Brown RO, Morgan LM, Bhattacharya SK, Johnson PL, Minard G, Dickerson RN. "Potential aluminum exposure from parenteral nutrition in patients with acute kidney injury." Ann Pharmacother. 42(10):1410-5. Oct, 2008.
  3. Rodella LF, Ricci F, Borsani E, Stacchiotti A, Foglio E, Favero G, Rezzani R, Mariani C, Bianchi R. "Aluminium exposure induces Alzheimer's disease-like histopathological alterations in mouse brain." Histol Histopathol. 433-9. 23 Apr. 2008.
  4. Flarend, R, T Bin, D Elmore, and S L. Hemb. "A Preliminary Study of the Dermal Absorption of Aluminum From Antiperspirants Using Aluminium-26." Food and Chemical Toxicology 39 (2001): 163-168. 22 Jan. 2008.
  5. Exley, C, and M M. Esiri. "Severe Cerebral Cognophilic Angiopathy Coincident with Increased Brain Aluminium in a Resident of Camelford, Cornwall, UK." Journal of Neurology, Neurosurgery, and Psychiatry 77 (2006): 877-879. 18 Jan. 2008.

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