quarta-feira, agosto 14, 2024

 

Antônio Delfim Netto



Morreu em São Paulo, no dia 12 de agosto de 2024, o economista (acadêmico e político) Antônio Delfim Netto, aos 96 anos de idade. Gosto de analisar a vida de pessoas longevas, pois, geralmente, podemos tirar conclusões impotantes para um viver mais saudável. Delfim era, e sempre foi, gordo. Como regra geral, pessoas gordas vivem pouco. Delfim foi uma exceção a esta regra. Certamente, ele compensou essa deficiência com algum hábito de vida que colaborou com a sua saúde. Um outro dado relevante é que Delfim Netto morreu com bastante cabelo na cabeça, nunca ficou calvo, e nunca se casou. 

Quando nascem, meninos e meninas possuem muito cabelo na cabeça. As meninas, como regra geral, mantêm os cabelos até a morte, nunca ficam calvas. Já os meninos, a partir da adolescência começam, em muitos casos, a ter problemas capilares, perdendo cabelo e ficando calvos (carecas). Como Deus não previlegiou as mulheres no setor capilar, com relação aos homens, existe algum hábito masculino prejudicial à saúde que não é compartilhado pelas mulheres. Outro dado relevante é que as mulheres, em todos os países do mundo, sem exceção, vivem, em média, mais que os homens (existem muito mais viúvas do que viúvos no mundo). Portanto, quais são os hábitos femininos saudáveis que fazem com que elas vivam mais tempo que os homens, sem ficarem carecas?

Na minha opinião, são dois os fatores principais que fazem as mulheres viverem mais tempo que os homens, e fazem também os homens viverem mais tempo, se imitarem as mulheres nesses quesitos. Primeiro ponto: em todos os países do mundo, sem exceção, as mulheres têm, em média, cabelos mais compridos que os homens. Como isso contribui para a maior longevidade? A Bíblia dá uma dica: Sansão perdeu as forças quando Dalila cortou seus longos cabelos, que nunca tinham sido cortados desde o seu nascimento. Jesus também tinha cabelos longos. A explicação científica é a seguinte: os cabelos são antenas eletromagnéticas filamentares cuja eficiência de captação da energia ambiental aumenta com o maior comprimento do fio de cabelo. Portanto, idealmente, mantidas todas as outras variáveis iguais (alimentação, exercícios, hábitos de vida), viverá mais quem mantiver os cabelos mais longos.

Mas o Delfim Netto nunca teve cabelos longos, sempre os teve curtinhos! É aqui que entra o segundo fator fundamental para a longevidade: sexo. Os homens ficam calvos porque praticam o sexo de forma diferente das mulheres: o homem é ativo e a mulher é passiva. Mais especificamente: o homem, na sua atividade, costuma ejacular sêmen para fora de si (uma perda enorme de energia), o que não acontece com as mulheres. É por causa disso que os homens ficam calvos e as mulheres não. Tenho informações, de fonte segura, que Delfim Netto era homossexual passivo. Homens não devem evitar sexo, apenas devem evitar ejacular durante as relações sexuais.

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segunda-feira, fevereiro 27, 2023

 

Os Cabelos


"Nada ocorre por acaso, tudo tem uma finalidade" 

Deus, ao projetar o corpo humano, resolveu colocar cabelos (e barbas, no caso dos homens) na cabeça desses seres por algum motivo muito relevante, que a maioria de nós desconhece. Não damos muita importância para isso, e a moda atual nos humanos da Terra é, no caso dos homens, raspar a barba e cortar os cabelos, deixando-os bem curtos. No entanto, o maior mensageiro da humanidade, chamado Jesus Cristo, sempre ostentou cabelos e barbas longos, não é mesmo? Haveria uma razão especial para isso? Certamente que sim! Todos os pelos de nosso corpo funcionam como antenas eletromagnéticas, captando (e emitindo) energia do (para o) meio ambiente. Pessoas que estudaram o funcionamento de antenas eletromagnéticas filamentares sabem que essas estruturas perdem eficiência quando seus comprimentos são diminuídos: nos carros que usavam antenas eletromagnéticas filamentares telescópicas (de comprimento ajustável), quando se diminuia o comprimento dessa antena, diminuia proporcionalmente a qualidade do sinal da estação de rádio sintonizada (devido à menor captação da energia presente no ambiente e emitida pela estação sintonizada). Portanto, ao cortarmos ou arrancarmos nossos pelos, diminuímos nossa sintonia com Deus (com a energia presente no meio ambiente que nos cerca)! Todos nós já ouvimos falar sobre a famosa intuição feminina, mas a intuição masculina é muito menos famosa. Por que? Porque, em geral, as mulheres possuem cabelos mais compridos do que os homens e, portanto, captam com mais eficiência os sinais presentes no ambiente. Como esses sinais do ambiente possuem também energia, as mulheres captam mais energia do ambiente do que os homens e, como consequência, vivem, em média, bem mais que os homens em todos os países do planeta Terra, pois tudo (inclusive o nosso corpo) é sustentado por energia. Em praticamente todos os países do mundo, os recrutas das forças armadas têm os seus cabelos e barbas (e bigodes) cortados. Por que? Porque quem tem pelos compridos costuma pensar antes de agir e as pessoas de pelos curtos costumam agir antes de pensar. E é isso que as forças armadas querem: autômatos, que dizem sempre "Sim, senhor", que cumpram as ordens recebidas sem questioná-las. Líderes políticos e religiosos barbudos (tipo Fidel Castro, Bin Laden, talibans, judeus ortodoxos, siks e sadhus indianos, etc) não são bem vistos na sociedade escravagista em que vivemos, pois eles não estão seguindo a regra usual imposta aos escravos da sociedade (todos nós). Na Bíblia, além de Jesus Cristo, várias outras pessoas interessadas na elevação espiritual também deixaram crescer cabelos e barbas, como Sansão e João Batista. Com relação a Sansão, o telepata, a Bíblia dá mais uma informação interessante: quando Dalila cortou seus longos cabelos (todo enrolado em tranças) ele perdeu as suas forças e foi facilmente subjugado e tornou-se cego (como nós...).

Pessoas interessadas em maior aproximação com Deus, costumam deixar os pelos crescerem, como os judeus ortodoxos, o clero russo cristão ortodoxo, os Siks (indianos que usam turbante, para esconder cabelos e barbas compridos), os sadhus (homens santos da Índia), muitos mestres gurus (como Osho, etc), cientistas famosos (Einstein, Darwin, etc), etc As doenças genéticas, aquelas com as quais já nascemos, são devidas à nossa bagagem cármica acumulada devida a erros que cometemos em encarnações passadas. No entanto, problemas físicos que desenvolvemos após o nascimento são devidos aos nossos hábitos prejudiciais que estamos praticando na atual encarnação. Em outras palavras, nós colhemos tudo o que plantamos, nesta e nas vidas passadas. Observando a sociedade vemos que as mulheres praticamente nunca ficam carecas, ao passo que nos homens a incidência da calvície é bastante comum. Certamente, Deus ao construir macho e fêmea da espécie humana, não privilegiou a mulher com maior fortaleza nos cabelos (todas as outras espécies animais não apresentam este desequilíbrio entre macho e fêmea). Logo após o nascimento, meninos e meninas são todos cabeludos. Com o tempo, os meninos podem se tornar adultos calvos, devido a algum hábito prejudicial masculino que o sexo feminino não pratica! Qual é esse hábito? Ejaculação! As pessoas do sexo masculino costumam ficar calvas na sua juventude, após começarem a ejacular. Ao ejacularem, as pessoas do sexo masculino perdem uma quantidade apreciável de energia vital (energia suficiente para gerar um grande quantidade de vidas, bilhões de espermatozóides em uma única ejaculação masculina!). Numa relação sexual normal, o homem perde essa energia vital e a mulher recebe essa energia perdida pelo homem! Esse desequilíbrio energético habitual leva à calvície masculina, com o passar do tempo. Que indícios nós temos para apoiar esta afirmação? Nunca vi um andarilho de beira de estrada careca, são todos cabeludos: andarilho tem poucas relações sexuais. A maioria dos homens homossexuais passivos (que rebem um pênis, mas não usam seu próprio pênis na relação sexual) vão para o túmulo com a cabeça cheia de cabelos: caso, por exemplo, do finado estilista/deputado Clodovil Hernandez. Pessoas gordas geralmente não gostam de sexo (a gordura é, inconscientemente, uma espécie de couraça de proteção contra o sexo oposto): homens gordos geralmente são cabeludos; se, além disso, forem homossexuais passivos, mais cabeludos ainda (caso do nosso ex-ministro da fazenda/deputado Delfin Neto).

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domingo, janeiro 29, 2023

 

Concepção Imaculada: As Mães Virgens

 A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:


1. O método sexual usual (epigênese), compartilhado com os animais e aceito atualmente pela medicina, em que há a contribuição de substância do homem (esperma), através de um procedimento natural (coito) ou artificial (inseminação artificial).

2. O método não-sexual superior (partenogênese), em que não há qualquer participação do homem no fornecimento de material genético.

Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.

O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].

No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?

A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956: 

"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação: 

"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."

Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".

Eis como se deu a degradação da raça humana:  Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).

A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.

A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos: 

1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!

2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.

3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem. 

4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.

5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.

6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.

Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.

Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.

A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.

A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).

A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética. 

No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.

Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.

Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:

1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.

Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.

Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.

Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.

A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.

Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.

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quarta-feira, agosto 18, 2021

 

Concepção Imaculada: As Mães Virgens (repostagem)

 A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:


1. O método sexual usual (epigênese), compartilhado com os animais e aceito atualmente pela medicina, em que há a contribuição de substância do homem (esperma), através de um procedimento natural (coito) ou artificial (inseminação artificial).

2. O método não-sexual superior (partenogênese), em que não há qualquer participação do homem no fornecimento de material genético.

Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.

O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].

No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?

A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956: 

"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação: 

"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."

Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".

Eis como se deu a degradação da raça humana:  Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).

A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.

A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos: 

1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!

2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.

3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem. 

4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.

5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.

6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.

Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.

Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.

A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.

A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).

A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética. 

No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.

Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.

Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:

1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.

Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.

Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.

Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.

A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.

Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.

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domingo, agosto 16, 2015

 

Concepção Imaculada: As Mães Virgens


A mulher pode engravidar e dar à luz crianças sadias através de dois métodos:

1. O método sexual usual (epigênese), compartilhado com os animais e aceito atualmente pela medicina, em que há a contribuição de substância do homem (esperma), através de um procedimento natural (coito) ou artificial (inseminação artificial).

2. O método não-sexual superior (partenogênese), em que não há qualquer participação do homem no fornecimento de material genético.

Na teoria atualmente aceita da epigênese, a mulher engravida devido à junção do óvulo feminino com o esperma masculino, gerando um feto que se desenvolve e gera a criança que nasce neste mundo.

O processo de partenogênese mais conhecido, aqui no Ocidente, é o que resultou no nascimento de Jesus Cristo, gerado imaculadamente pela Virgem Maria, segundo ensina a Igreja Católica Apostólica Romana. A Igreja Católica já sabia, na ocasião em que optou pela concepção imaculada de Jesus, que o processo de partenogênese era raro mas já existia desde um longínquo passado, gerando pessoas especiais. Foi através desse mesmo processo que nasceram: Gautama Buda, na Índia, Zoroastro na Pérsia e Pitágoras na Grécia; antes disso, o salvador hindu Krishna foi imaculadamente produzido por sua mãe virgem Devaki. Até Platão e Alexandre, o Grande, teriam tido concepção imaculada, assim como Apolônio de Tiana (o verdadeiro Jesus Cristo). Hipócrates, considerado o Pai da medicina moderna, nos informa que sua mãe costumava lhe contar, que ela não tinha tido relação carnal com seu pai por cerca de dois anos antes do seu nascimento, o que lhe confere uma concepção imaculada via partenogênese [1].

No entanto, a partenogênese (concepção imaculada) não ocorreu apenas no passado remoto. Em 1955, dezenove mães virgens (que produziram filhos sem a participação de um pai) se apresentaram na Inglaterra e foram analisadas por um comitê médico de alta competência. Os resultados dessa pesquisa foram apresentados no periódico médico "Lancet", órgão oficial da Associação Médica Britânica. A conclusão foi que o nascimento virgem, ou partenogênese humana, é fisiologicamente possível e que realmente ocorreu em algumas das mulheres estudadas. Isso significa que um novo organismo humano pode ser gerado a partir de apenas um ovo feminino e que um progenitor masculino e o espermatozoide não são essenciais no processo reprodutivo humano. A pergunta importante que devemos responder é: quais as condições necessárias para haver nascimento de crianças sem a necessidade de pais (via partenogênese) e por que isso não ocorre com maior frequência na atualidade?

A mais famosa das dezenove "mães virgens" da Inglaterra foi a Sra. Emmimarie Jones, uma mulher alemã residindo na Inglaterra na ocasião, que deu à luz uma filha perfeitamente saudável chamada Mônica, que não tinha pai. Este caso foi bem detalhado no periódico médico Lancet da Associação Médica Britânica. Mais tarde foi descrito numa série de três artigos no "O Cruzeiro", uma revista brasileira popular (atualmente extinta), com o título "O Caso de uma Criança sem um Pai". Por seis meses os pesquisadores médicos da Inglaterra submeteram a Sra. Jones e a sua filha a exames complicados, os resultados dos quais confirmaram a alegação da Sra. Jones que sua criança não tinha pai. O texto abaixo é extraído do artigo de "O Cruzeiro" de 18 de agosto de 1956: 

"É possível criar uma criança sem a participação de um homem, diretamente ou indiretamente? Um grupo de médicos da Inglaterra eminentemente qualificados para responder essa questão [veja a lista nominal desses pesquisadores na Referência [1]] conduziu uma série de exames 'misteriosos' e complicados em Londres durante um período de seis meses, em um esforço para responder essa questão. A pessoa objeto dessas investigações foi uma jovem mulher alemã de trinta anos e sua filha de onze anos de idade. Os resultados iniciais deste estudo foram tão intrigantes que eles levaram os médicos a continuar suas pesquisas e a publicar um relatório oficial, que apareceu na Lancet, da qual nós tiramos a citação: 

"'Nós empregamos todos os métodos experimentais conhecidos pela ciência médica. Nós não pudemos provar que qualquer homem tenha participado na concepção desta criança. Nós não conseguimos achar qualquer evidência para contradizer a afirmação de que a garota Mônica foi produzida por sua mãe sem um pai. Isso, portanto, constitui o primeiro caso autêntico na história da ciência que prova a possibilidade da partenogênese humana (Nascimento Virgem)."

Charles Darwin lançou uma teoria de "Evolução das Espécies", em que enfatizava a "sobrevivência dos mais fortes". No entanto, o que não foi dito foi que nesta luta pela sobrevivência os "mais fortes" ficaram "mais fracos", com a saúde mais abalada e pior do que a geração anterior de seus pais! Portanto, ao longo das eras houve uma "Involução (degradação,degeneração) da Raça Humana".

Eis como se deu a degradação da raça humana:  Inicialmente só existia uma raça, apenas de supermulheres (mães virgens), que se reproduziam partenogeneticamente, gerando crianças apenas do sexo feminino. A "lenda" das mulheres guerreiras Amazonas fundamenta-se neste período de nossa história. Com o passar do tempo, essas mulheres começaram a ter uma vida mais desvinculada da Natureza e começaram a parir filhas degeneradas com alguns traços masculinos, as hermafroditas. Continuando a ter uma vida parcialmente afastada da Natureza (uma vida parcialmente "artificial", e, portanto, "errada"), essas supermulheres, agora já bem degradadas, começaram a parir filhas normais e filhas totalmente degeneradas, que hoje consideramos o sexo masculino. Nestas filhas degeneradas (=filhos do sexo masculino), os ovários desceram para fora do corpo (formando os dois testículos), sendo segurados por um saco (escroto); o clítoris se hipertrofiou formando o que conhecemos como pênis; etc. Hoje, temos a condição degradada de dois sexos na raça humana, sendo o sexo feminino menos degradado do que o sexo masculino, pois o sexo feminino ainda consegue gerar descendentes, enquanto o sexo masculino é totalmente esteril, devido à sua maior degradação da superraça feminina original. Note que, no sexo masculino atual, os seios ainda estão presentes, apesar de se encontrarem em uma forma atrofiada, mas que, antigamente, eram funcionais, como são os atuais seios do sexo feminino. Uma maior degradação do sexo masculino só pode ser encontrada se formos para os animais (macacos peludos).

A tradição hindu nos informa o processo de degeneração humana da seguinte forma (após a existência de dois sexos, o feminino e o masculino): Na Idade de Ouro, a humanidade vivia em castidade, sendo que homens e mulheres nasciam de mães virgens, através de partenogênese; devido à castidade, o corpo humano estava tão carregado de energia elétrica que a concepção ocorria sem relação sexual (coito, cópula), pela passagem de radiação eletromagnética sutil entre os dois sexos, sem contato físico entre os corpos (o que na Física chamamos "ação à distância"). Na Idade da Prata, com uma certa degradação da raça humana (por seu desvio das leis da Natureza), a geração era ainda por partenogênese, mas agora era necessário o contato físico entre os corpos (para a transferência de cargas elétricas), mas ainda não havia relação sexual, via coito. A partir da Idade do Cobre, a fecundação geralmente só acontece se houver a cópula entre os sexos, devido à maior degradação da raça.

A Natureza sempre procura facilitar o processo de reprodução de todas as espécies, tornando essa atividade sempre prazerosa, sem dor e sem prejuízo para a saúde dos participantes no ato da concepção. Mas para a espécie humana, com as suas práticas sexuais atuais, essa regra parece não se aplicar (mas, certamente, se aplicam!). Vejamos alguns fatos: 

1. A mulher virgem tem um grande incômodo na sua primeira relação sexual, porque a entrada de sua vagina está bloqueada por uma membrana chamada hímen. Para que o pênis masculino possa entrar na vagina esta membrana precisa ser rompida, o que costuma ser algo dolorido e que causa uma hemorragia no local. Às vezes, esta membrana precisa ser rompida por um método cirúrgico para permitir uma cópula normal. Por outro lado, nos animais superiores (os primatas, em particular) as fêmeas não possuem hímen, o que facilita a cópula, indicando que ela é correta para a reprodução desses animais. Como a mulher possui hímen, uma barreira contra a cópula, a Natureza está indicando que idealmente existe uma forma superior de reprodução reservada ao ser humano, sem necessidade de dor ou prejuízo à saúde, que se chama partenogênese, sendo a epigênese (que envolve o coito) reservada para os animais. Nenhum fisiologista jamais explicou a contento porque existe uma membrana (hímen) selando os órgãos genitais femininos e os protegendo contra os ingressos de substâncias do exterior (sêmen, por exemplo), mas agora você sabe a razão!

2. O homem que tem relações sexuais (via coito) frequentes acaba prejudicando sua saúde, pois a lecitina presente nas suas ejaculações é necessária para a constituição e funcionamento correto do cérebro e de todo o sistema nervoso. Com a ejaculação frequente o homem pode ter inúmeros problemas de saúde: demência, Alzheimer, calvície, fraqueza muscular, prostração, epilepsia, etc. Homem só fica calvo após começar a ejacular na puberdade! A história mostra que gênios são homens que ejaculam pouco (ou que nunca ejaculam). Se ejacular fosse normal para o homem (na prática da epigênese), isso não iria afetar sua saúde, como um galo, que ejacula em inúmeras galinhas, e não tem sua saúde afetada por isso (pois a epigênese é adequada para a sua espécie). Medições mostram que pessoas insanas (loucos de hospícios) têm cerca de metade da lecitina na composição de seus cérebros do que os indivíduos normais.

3. Mulheres que têm relações sexuais muito frequentes (seria algo natural no caso de epigênese), como no caso de prostitutas, tendem a ficar estéreis, não conseguindo mais gerar filhos. Isso porque o espermatozoide tem um efeito que prejudica o organismo feminino. Investigações sobre a causa da esterilidade de mulheres revelaram a presença de uma toxina (espermatotoxina) no sangue da mulher resultante da absorção do sêmen masculino pelas paredes mucosas do trato vaginal feminino. Esta toxina tem um efeito prejudicial nos ovários, causando a esterilidade. A esterilidade de prostitutas é, portanto, explicada como devido ao acúmulo desse veneno no sangue delas. Em tal caso, a abstinência de relações sexuais, que leva ao desaparecimento dessa toxina, pode restaurar a fertilidade da mulher. Obviamente, se a epigênese (teoria atualmente aceita pela medicina) fosse a prática adequada ao ser humano, a mulher não ficaria estéril por receber muito sêmen do homem. 

4. Existem certos fatos relacionados à estrutura dos órgãos genitais feminino que indicam que eles são naturalmente inimigos da entrada do espermatozoide e de sua existência continuada por lá. O mais evidente desses é o efeito venenoso das secreções ácidas vaginais sobre os espermatozoides, que são destruídos por elas como se eles fossem bactérias patogênicas. Do começo ao fim, os espermatozoides encontram o trato genital feminino não adequado para sua recepção, o primeiro tratamento não-favorável sendo a natureza altamente ácida das secreções vaginais. Em seguida, existe uma corrente ciliar para baixo gerada pelos pequenos cílios existentes dentro das trompas de Falópio que se opõem aos movimentos ascendentes dos epermatozoides do útero para os ovários. Como consequência dessa resistência, os espermatozoides não conseguem chegar aos ovários, mas param a dois terços do caminho nesta trompa, onde a fertilização é suposta ocorrer. Isso é estranho que ocorra nesse local, em vista do perigo da gravidez tubária.

5. O orgasmo masculino costuma ocorrer antes do orgasmo feminino, o que causa o sêmen ser ejaculado na vagina ao invés de diretamente dentro do útero feminino, como ocorre no caso do animal (particularmente no caso dos bovinos), o que leva o sêmen entrar em contato com a secreção ácida da vagina, algo prejudicial aos espermatozoides, ao invés de entrar em contato direto com as secreções uterinas alcalinas. Quando o ato sexual é feito de forma natural, o sêmen passa diretamente do pênis para o útero e não fica sujeito ao ataque pela secreção ácida da vagina. Entre as raças civilizadas, a ejaculação masculina é prematura, levando o orgasmo masculino a ocorrer antes do feminino, enquanto que entre as raças primitivas e do Oriente, o homem leva três vezes mais tempo para atingir o orgasmo que no mundo civilizado. Isso torna o ato sexual civilizado algo não natural (contra a concepção), já que o orgasmo feminino vindo após o masculino irá tender a varrer para fora o sêmen depositado na vagina. A ejaculação precoce masculina é um sintoma patológico que está associado a uma excitação nervosa excessiva e à constipação intestinal.

6. Que o coito entre seres humanos é algo não fisiológico é ainda indicado pela existência (na fêmea humana) de dois grandes obstáculos que atrapalham o seu desempenho: o hímen e o orifício uterino (a boca do útero fica coberta por um tampão de muco que atrapalha a passagem do espermatozoide da vagina para o útero), ambos estando normalmente não perfurados em uma virgem. É significativo que a mulher é a única fêmea mamífera que possui um hímen bem desenvolvido; e ela é a única em que o primeiro coito é um ato doloroso e com hemorragia. Até a fêmeas dos macacos não tem hímen. Em uma mulher virgem, a entrada do útero está fechada com um tampão de muco, de tal forma que nem um espermatozoide consegue passar da vagina para o interior do útero. Apenas após a experiência do orgasmo esta passagem se alarga suficientemente para permitir a entrada do espermatozoide. Mas uma mulher perfeitamente casta e virgem nunca experimenta um orgasmo, mesmo durante o coito. Isto significa que os espermatozoides introduzidos em sua vagina será envenenado lá pelas secreções vaginais ácidas e nunca irá ganhar entrada em seu útero. Existem muitos casos registrados de mulheres que estavam casadas por vários anos antes de experimentarem um orgasmo, que foi seguido pelo nascimento de sua primeira criança. Em um caso particular, uma mulher casou-se antes dos vinte anos e teve dois maridos. Com a idade de 40 anos ela experimentou o seu primeiro orgasmo, o que resultou na sua primeira gravidez.

Portanto, pelos motivos acima, existe razões para acreditar que a existência do hímen na mulher indica que outro método, além do coito, foi fisiologicamente preparado para a fertilização humana. Todos os organismos vivos são construídos de tal forma que o ato da reprodução é algo atrativo e sem dor. A existência do hímen iria aparentemente violar tal lei, se algum outro método de fertilização não fosse possível e preparado para a mulher. O fato de que a mulher tem um hímen interferindo com o coito, enquanto que os animais não o possuem, parecem indicar que a cópula é natural para o animal, mas não o é para a mulher, para a qual a Natureza preparou a reprodução de uma maneira diferente e não dolorosa.

Existem muitas teorias para explicar a concepção feminina. De acordo com Pitágoras, o ovo - e apenas o ovo - é a semente do futuro embrião, e requer apenas um estímulo externo (normalmente suprido pelo homem, mas que também pode ser suprido por outros meios) para iniciar o seu desenvolvimento. Durante o coito uma emanação ou radiação vem do cérebro e sistema nervoso do homem penetrando no corpo da mulher e ativando o desenvolvimento do ovo, assim como o calor da luz do sol na primavera causa a germinação das sementes no solo. Pitágoras afirma, portanto, que a concepção pode ocorrer sem a união dos órgãos sexuais e sem a passagem do fluido seminal do homem para a mulher. Tudo o que era necessário era que essa radiação nervosa fosse transmitida. Esta teoria, que forma a base da teoria da "Aura Seminalis", prevaleceu desde 500 a.C. até a metade do século dezenove.

A Teoria Espermatista começa com os escritores do Velho Testamento que se fixam nesta falsa teoria de reprodução, afirmando que a criança vem da "semente" do pai ou progenitor masculino. Galeno, que difundiu esta teoria, afirmava que o sêmen continha sementes que se desenvolviam em embriões após ser depositado dentro da mulher.

A Teoria Ovista afirma que todos nós somos produzidos inteiramente de ovos, que se desenvolve em embriões e fetos, após serem excitados para crescer pelo estímulo suprido pelo homem (i.e., uma excitação nervosa comunicada pelo cérebro feminino aos ovários, que causa a ruptura dos folículos de Graaf e libera a ova que começa a se desenvolver, o espermatozoide nada tendo a ver com este processo).

A Teoria da "Aura Seminalis", a futura criança vem inteiramente do ovo em desenvolvimento e do sangue materno, o homem suprindo apenas um estímulo vital que inicia esse desenvolvimento. Este estímulo é concebido como uma "aura" ou radiação que é transmitida do homem para a mulher durante o coito. A transmissão dessa "radiação" é algo possível, já que todas as células vivas, incluindo os espermatozoides, possuem características elétricas e emitem energia eletromagnética. 

No início do Século 20, o pesquisador Jacques Loed, através de muitos experimentos feitos nos laboratórios biológicos da Universidade da Califórnia, mostrou ser falsa a Teoria da Epigênese (atualmente aceita pela medicina), demonstrando que para a fertilização ocorrer, nem o núcleo do esperma e nem o próprio espermatozoide precisa entrar no ovo, nem inclusive precisa estar na proximidade do ovo. Tudo o que é necessário é que uma enzima emitida pelo espermatozoide aja na membrana externa do ovo. Apenas a enzima é suficiente para produzir a fertilização, sem a presença do espermatozoide. Ele também mostrou que um ovo não fertilizado pode começar a se desenvolver para formar um organismo vivo por outros meios, distinto do usual no qual ele é ativado pelo espermatozoide, como, por exemplo, soluções alcalinas, raios ultra-violetas e outros estímulos, capazes de fazer ovos não fertilizados se desenvolverem sem o espermatozoide estar presente. Os experimentos de Loeb mostraram que uma alta alcalinidade, ao invés de alta acidez, do sangue favorece a ocorrência da partenogênese. Os trabalhos de Loeb podem ser considerados uma nova teoria ovista e permitem a ocorrência de partenogênese artificial.

Na Grécia antiga, houve uma época em que as mulheres começaram a afirmar que seus filhos foram concebidos pelos deuses (eram literalmente "filhos de Deus"), não tendo participação de homens. O rei da época ficou muito irritado com esses fatos e baixou um decreto dizendo que qualquer mulher que afirmasse que seu filho fosse concebido através dos deuses seria executada. Obviamente, a mulher que se encaixava nessa situação (gestação partenogênica) parou de afirmar a verdade e elegeram um homem como responsável por sua gestação. Hoje em dia, a condição partenogênica ainda existe nas mulheres, que se manifesta através de cistos dermoides, que ao invés de ser manifestações patológicas e anormais, são situações iguais a outros fetos, com a particularidade de que ao invés de surgir a partir de uma ova fertilizada, eles surgem de ovas não fertilizadas; e se os seus crescimentos não fossem interrompidos pela faca do cirurgião, elas poderiam alcançar a maturidade e terem nascido como crianças vivas, como aconteceu no caso das crianças saudáveis produzidas pelas "mães virgens" da Inglaterra, citado no início desta postagem.

Para que a partenogênese ocorra com mais frequência, a mulher precisa ter uma ótima saúde (ter sangue alcalino, e não ácido, como é o caso usual). Nesta situação, a partenogênese pode se iniciar com a cooperação de vários estímulos:

1. Inicialmente, deve ter uma alimentação que torne seu sangue alcalino (e não ácido, como usual).
2. Concepção através da exposição à radiação solar (Lembrar da ativação por raios ultravioletas, feita por Loeb; a radiação ultravioleta UVB do sol gera vitamina D no corpo humano, algo descoberto pela ciência, o que pode colaborar neste caso).
3. Concepção através da radiação eletromagnética emitida pelo ser humano.
4. Concepção através do vento e da chuva.

Como uma mulher poderia se preparar para se tornar capaz de gerar filhos partenogeneticamente? Como os organismos inferiores podem se reproduzir por partenogênese quando eles desfrutam de boa nutrição e de mais exposição abundante ao sol, mas requerem fertilização sexual quando essas duas condições faltam, nós podemos supor que o mesmo deve ser verdade para as mulheres. O primeiro passo para alcançar um estado superior de nutrição é parar a perda menstrual, já que não há nada que depaupera mais nutricionalmente o sangue da mulher do que isso. Também a respiração yoga (pranayama), pelo seu efeito de aumentar a alcalinidade do sangue, deve elevar a capacidade da mulher para a partenogênese. E como uma dieta estritamente vegetariana de baixa proteína, junto com uma vida de estrita castidade, ajudam uma mulher a se ver livre da menstruação, esse regime é necessário na preparação da partenogênese.

Podemos concluir que a partenogênese ocorre quando o ovo desfruta de desenvolvimento ótimo e de uma abundante nutrição, ao passo que um ovo subdesenvolvido e mal nutrido irá requerer uma fertilização sexual (epigênese) para suprir sua falta nutritiva, absorvendo e consumindo o espermatozoide nesse processo. Como a virginidade e a abstinência sexual envolve a conservação dos fluidos reprodutivos e as substâncias que são perdidas na atividade sexual, isso pode explicar porque a partenogênese humana ou nascimento virgem requeira tal conservação sexual para se tornar possível. Uma profunda perda vital é a menstruação na mulher; e como uma condição alcalina superior do sangue favorece a partenogênese, enquanto um estado mais ácido torna necessária a reprodução sexual; e como a menstruação envolve uma perda considerável de substâncias alcalinas do sangue, podemos concluir que a melhor preparação para a partenogênese numa mulher é viver em completa castidade e se livrar da hemorragia menstrual.

Surge a pergunta: se o organismo da fêmea humana possui uma capacidade latente de partenogênese, por que então isso não ocorre? A resposta é que como a ovulação está sempre associada com a menstruação - a fêmea sendo estéril antes do começo das ovulações (antes da puberdade) e após a conclusão delas (após o início da menopausa), a menstruação atua como um fenômeno preventivo da partenogênese por baixar periodicamente a alcalinidade do sangue, já que a partenogênese requer um alto grau de alcalinidade do sangue. Além disso, a deficiência nutricional produzida nos ovários e na ova como resultado da perda de fluidos vitais durante o processo menstrual evita a ocorrência das condições nutritivas superiores da qual a partenogênese depende.

A menstruação representa uma perda de material bruto potencial que iria formar o embrião, como evidenciado pelo fato de que essa hemorragia termina assim que o desenvolvimento embrionário começa. Conservando essas substâncias através da eliminação higiênica da menstruação (que muitas mulheres tem alcançado), condições superiores de nutrição seriam criadas que são essenciais para a mulher reganhar sua capacidade perdida da partenogênese.

Referência:
[1] Raymond W. Bernard, The Mysteries of Human Reproduction: The Ovist Theory of Reproduction (Scientific Evidence that Women Can Produce a Child Without a Father - Completely Upsetting the Age Old Idea that the Male is Essential for Procreation), Literary Licensing (www.literarylicensing.com). ISBN 9781494016142.

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segunda-feira, novembro 23, 2009

 

Por que só o Homem fica Calvo?

"Atos desvitalizantes rotineiros prejudicam o corpo"

Você nunca viu uma mulher completamente careca (calva), mas você vê constantemente homens com uma calvície bastante acentuada, não é mesmo? Por que será que isso acontece? Será que Deus (o construtor original dos corpos humanos) foi mais generoso com as mulheres, evitando que elas perdessem o cabelo? Certamente que não! A ciência médica aventa uma série de hipóteses para tentar justificar esta diferença entre homem e mulher: diferença entre os hormônios masculino e feminino, propensão genética na família, etc. Tudo errado! Tirando os casos de doenças com as quais já nascemos (doenças chamadas de genéticas, de origens cármicas), todas as outras doenças que adquirimos ao longo da vida (como a calvície) são "conquistas" nossas, não cabendo identificar causas externas como responsáveis por nossos problemas, constituindo o que podemos chamar de "Síndrome do Coitadinho de Mim" ou "Síndrome do Bode Expiatório". O que causa a calvície no homem é um hábito do homem que não é praticado pela mulher. Qual será este hábito prejudicial apenas ao homem, que não atinge a mulher?

Certa ocasião eu estava numa roda de amigos e alguns colegas começaram a se divertir com um outro que estava bem calvo. Um outro colega tentou defender a vítima dessa brincadeira contando que os carecas são homens muito viris, que têm muitas relações sexuais. Isto é parcialmente verdade, como veremos abaixo.

Tenho notado que a grande maioria dos homens homossexuais, que não têm mulheres como companheiras, não costumam perder o cabelo durante toda a vida (Cauby Peixoto, Agnaldo Rayol, etc). O costureiro Clodovil Hernandez, por exemplo, que chegou a ser deputado federal e apresentador de televisão, morreu recentemente mantendo sempre uma vasta cabeleira (vide a foto dele abaixo, pouco tempo antes de morrer). Também nunca vi um andarilho de beira de estrada careca, sempre ele é cabeludo. Os homens só começam a ficar calvos depois de estarem completamente desenvolvidos sexualmente (depois da primeira polução noturna). O fio de ligação dessas três situações (homossexuais, andarilhos, jovens calvos) é a atividade sexual.

Clodovil Hernandez

Para mim, a informação central neste assunto foi dada por Jasmuheen em [1]. Eis o pequeno trecho deste livro que mata a charada:

"...os lamas tibetanos afirmam que 'perder as sementes' (ejaculando o sêmen) esgota a força vital do corpo, levando ao envelhecimento prematuro, à calvície e à morte".

Em vista desta informação, vamos rever as informações dadas mais acima. Os homens calvos normalmente já tiveram um número grande de relações sexuais em que ejacularam seu sêmen, que os desvitalizaram até o ponto de perderem os cabelos. As mulheres, durante uma relação sexual, não expelem a sua energia para fora de seu corpo (como o homem faz, através da ejaculação do seu esperma) e, pelo contrário, recebem a energia expelida pela ejaculação do parceiro. Isto certamente contribui para a maior longevidade feminina, algo que ocorre em todos os países!

Os homens homossexuais passivos praticamente não ejaculam durante toda a vida, preservando assim seus cabelos. Os jovens que começam cedo a ficar calvos podem estar incorrendo em um dos seguintes hábitos: ou estão mantendo relações sexuais constantes, com ejaculação, com o sexo oposto ou estão praticando constantemente a masturbação (também conhecida como punheta) solitária, indo até a ejaculação do sêmen. É importante salientar que tanto a masturbação como o ato sexual podem ser executados sem chegar até o ponto da ejaculação, o que "preservaria as sementes" dos homens, não desvitalizando-os. Os andarilhos não possuem parceiras sexuais e, provavelmente, não são muito chegados à masturbação e, sem querer, acabam ficando cabeludos...

Viuvos que conseguem suplantar o trauma da perda da parceira, costumam viver um bom número do anos a mais, por diminuir, em geral, a quantidade de relações sexuais ejaculatórias com o sexo oposto.

Referência:
[1] Jasmuheen, Viver de Luz: A fonte de alimento para o novo milênio, Editora Aquariana, São Paulo, pg. 128, 2000.

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domingo, março 11, 2007

 

A Luz que Cura [ou A Escuridão que Mata]


O Sol, com a sua luz e sua energia, é o astro responsável pela existência de todos os seres vivos do planeta Terra. A raça humana construiu uma civilização que consiste, basicamente, em manter-se ao abrigo da radiação direta solar, pelo uso de roupas e pelo exercício de nossas atividades no interior de construções, à sombra, como casas, escritórios, fábricas, etc. Este tipo de comportamento, leva a desequilíbrios biológicos que são chamados de mal estar físicos ou doenças.

Uma forma de combate a esses desequilíbrios (devidos à falta de exposição do corpo à radiação solar) consiste em submeter o doente à uma dose extra de radiação em determinadas faixas do espectro eletromagnético (cores). Esta técnica é conhecida como Cromoterapia, onde cada cor visível está relacionada a determinadas doenças. No entanto, a melhor cromoterapia consiste em expor o corpo à luz solar, que contém TODAS as cores, visíveis e invisíveis (infravermelho e ultravioleta), e portanto é útil na erradicação de TODAS as doenças. Uma anemia, por exemplo, é rapidamente eliminada pela exposição ao sol. A incidência de câncer de mama é maior em locais com menor incidência de radiação solar [1].

Se você já visitou uma fazenda que não é muito bem tratada, verificou que só não cresce mato debaixo de árvores bem frondosas, como mangueiras antigas. No seu jardim, a grama morre nos locais em que o sol nunca chega, como abaixo dos arbustos bem fechados. Portanto, a escuridão permanente mata os seres vivos nos reinos vegetal e animal.

Pessoas que pegam mais sol, acabam virando atletas, como jogadores de futebol, nadadores, surfistas, cortadores de cana, etc. A cortadora de cana Maria Zeferina Baldaia, por exemplo, virou campeã da corrida de São Silvestre, na cidade de São Paulo. Um levantamento feito na Inglaterra entre carteiros, descobriu que aqueles que faziam o trabalho externo de entrega das correspondências tinham muito melhor saúde do que aqueles que faziam trabalho interno, ao abrigo do sol. Isto deve valer em todos os países do mundo.

Um tema possivelmente relacionado é a calvície (careca). Uma teoria afirma que a calvície é causada pela combinação de dois fatores: por andarmos de pé (na vertical) e por ingerirmos alimentos inadequados. Nessa teoria, os alimentos inadequados acabam se gaseificando nos intestinos, e esse gás tóxico tem a tendência de subir na vertical e, portanto, chega com maior intensidade na parte superior da cabeça, onde destroi o solo capilar. Mas, essa teoria não está completa, já que as mulheres são praticamente imunes à calvície. Porém, no caso das mulheres, existe um grande número de fatores que contribuem para a sua maior saúde, quando comparada com a dos homens [2]. Existe, no entanto, um fator a mais a favor das mulheres: é muito mais comum os homens usarem chapéus e bonés do que as mulheres. As mulheres costumam segurar os cabelos (geralmente mais compridos que os dos homens) usando coques ou rabos-de-cavalos que são sustentados por dispositivos que não impedem a chegada do sol no topo da cabeça. E, como vimos acima, locais que ficam permanentemente ao abrigo do sol [nas fazendas e nos jardins] acabam matando toda a vegetação (e os nossos cabelos...). Talvez, por terem a cabeça sempre mais iluminada do que os homens, as mulheres tenham desenvolvido mais o seu famoso "instinto feminino"... Em concordância com os dados acima, nunca vi um homem careca na região da sua barba (quando não raspada, obviamente), nunca vi um andarilho careca e nem usando óculos...

A energia vinda do Sol é abundante e tem inúmeros efeitos benéficos no nosso organismo [3]. Muitas pessoas, inclusive, afirmam que podemos nos alimentar apenas da energia (ki, chi, prana) presente no ar e na luz [4], [5].

Em termos não materiais, dizemos que alguém "tem luz" ou se "iluminou", se essa pessoa é esclarecida (está no "claro", não no "escuro"), possuidora de conhecimentos e sabedoria. Se a pessoa está "no escuro", não está sabendo de nada, está na ignorância das verdades.

Um abraço, Rui.

Referências:
[1] Bill Sardi, em http://www.knowledgeofhealth.com/,
"...the mortality rate for breast cancer in the US is 17-19 per 100,000 women in sunny southern states where vitamin D levels are high, and 33 per 100,000 in northern climates where vitamin D levels are low."
[2] Site Saúde Perfeita, http://saudeperfeitarfs.blogspot.com, "Por que a Mulher vive mais que o Homem", 30.abr.2005.
[3] Edson Salgueiro, "O Poder do Sol em Benefício de sua Espiritualidade", Editora Roca, 1994.
[4] Jasmuheen, "Viver de Luz", Editora A, 2000.
[5] Site Vivendo da Luz, http://www.vivendodaluz.com/

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